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Bandidos se passam por policiais, invadem casa de empresário, fazem família refém e fogem levando cerca de R$ 4 mil na Paraíba

No início da manhã desta quinta-feira (08), bandidos se passaram por policiais e invadiram uma residência, no bairro Estação, na cidade de Sousa. De acordo com as câmeras de segurança do local, três homens com roupas da Polícia Civil abordaram um empresário que estava saindo para caminhar.

O ClickPB apurou que os criminosos inicialmente informaram ao empresário que estavam no local para cumprir um mandado de busca e apreensão. O empresário porém pediu o documento que comprovasse e neste momento, ele foi rendido e algemado.

Os criminosos entraram na residência da vítima e fizeram além dele, sua esposa e dois filhos reféns. Eles estavam armados e levaram cerca de R$ 4 mil além de talões de cheques.

Os bandidos fugiram do local. Na fuga o pneu do carro dos criminosos furou e eles seguiram a pé na altura do Sítio Riachão dos Anísios, entre os municípios de Marizópolis e São João do Rio do Peixe.

A Polícia segue em diligência a procura do trio.

 

clickpb

 

 

Policiais civis e delegados fazem ato em frente à Central de Polícia, em João Pessoa

Um grupo de policiais civis, delegados e agentes de investigação fez um ato na manhã desta sexta-feira (2), em frente à Central de Polícia Civil, em João Pessoa. O ato foi em defesa dos trabalhadores policiais e em solidariedade aos dois delegados envolvidos em uma confusão em que três advogados foram autuados. Na quinta-feira (1º) o presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) esteve no mesmo local para um ato realizado por advogados.

O atrito entre a Polícia Civil e a OAB teria começado após uma suposta agressão sofrida por um advogado, que teria sido agredido verbalmente por uma delegada e ameaçado de morte pelo marido dela. A delegada teria negado o pedido do advogado de ter acesso ao depoimento de policiais que conduziram uma cliente e o advogado filmou a ação.

O mesmo advogado relatou que recebeu um telefonema do marido da delegada, que também é delegado, onde ele disse que o vídeo não deveria ser divulgado. O advogado, então, procurou a Comissão de Prerrogativas da OAB e integrantes da comissão foram até a Central de Polícia para registrar uma ocorrência.

O delegado que teria ameaçado o advogado estava de plantão e teria acontecido um confronto físico entre policiais e advogados. De acordo com uma nota divulgada pela Polícia Civil no último dia 25, os advogados autuados são suspeitos de desobediência, injúria, difamação, desacato e lesão corporal.

Viviane Magalhães, a delegada envolvida no caso, contou sua versão dos fatos em uma entrevista coletiva durante o ato desta sexta-feira. “O papel dele [do advogado] era defender uma cliente. Insatisfeito com uma decisão que eu tinha tomado, de lavrar um flagrante contra a cliente dele, ele me acusou de diversos atos. Ele participou de todo o procedimento, assinou e depois saiu propagando por aí que teve as prerrogativas violadas, que eu não tinha permitido que ele participasse, quando consta a assinatura dele no inquérito. Ele também puxou o meu braço exigindo que eu terminasse urgentemente porque ele tinha pressa. Eu esbocei reação porque sei me defender. Tenho 15 anos de profissão e fatos dessa natureza nunca aconteceram”, disse Viviane.

O marido dela e também delegado, Afrânio Doglia, também participou do ato e falou sobre o que aconteceu no dia em que os advogados foram autuados.

“Eles tentaram invadir uma área restrita, mas não houve agressão. Houve uso proporcional da força. Inclusive um agente de investigação meu está muito machucado porque foi derrubado. Nós vamos continuar trabalhando normal, para a sociedade. Nosso trabalho é para a sociedade paraibana e vamos tomar as medidas cabíveis. Nossos entendimentos sempre serão na esfera judicial”, completou Doglia.

A delegacia geral de Polícia Civil disse, por nota, que abriu procedimentos para apurar todos os fatos.

Foto: Walter Paparazzo/G1

G1

Goleiro do Treze agride policiais, que reagem com cassetete e spray de pimenta na Série C

O empate em 1 a 1 entre Manaus e Treze-PB, nesta segunda, na Arena da Amazônia, pela sexta rodada da Série C do Campeonato Brasileiro, acabou em uma briga generalizada após o time da casa empatar o placar com o atacante Matheusinho aos 52 minutos do segundo tempo – o árbitro Ilbert Estevam da Silva deu 10 minutos de acréscimos.

Os atletas do time paraibano, assim que a bola entrou, partiram para cima do assistente, reclamando acintosamente de um possível impedimento no lance. Depois de cinco minutos de bate-boca, e ainda com os ânimos exaltados, o batalhão de choque entrou em campo para intervir qualquer reação mais brusca. E foi aí que a confusão começou.

Ao entrar em fila indiana, tentando separar os jogadores mais exaltados da arbitragem, é possível ver o goleiro Andrey, do Treze, empurrando e dando socos e pontapés nos policiais. A PM, no entanto, revida, inicialmente, com cassetete. Depois, jogam spray de pimenta em direção aos jogadores. Toda briga durou mais de 10 minutos, e o árbitro foi forçado a encerrar o jogo, sem que a bola voltasse a rolar.

Ao fim do jogo, ainda no vestiário da Arena da Amazônia, o zagueiro Breno Calixto, do time da Paraíba, postou imagens em suas redes sociais mostrando marcas de vermelhidão em seus companheiros que, segundo ele, foram causadas por causa da ação policial. “Agressão da polícia despreparada de Manaus. Vergonha, vergonha, e como sempre nada vai acontecer”, disse o atleta. Veja abaixo.

Com GE

 

Socialite que atropelou policiais paga R$ 5,2 mil de fiança e deixa prisão

A Justiça da Paraíba concedeu liberdade provisória à blogueira Celeste Maia, no fim da tarde desta segunda-feira (13). O juiz André Ricardo, da 4ª Vara Criminal de João Pessoa ainda conferiu à socialite, o pagamento de cinco salários mínimos como fiança, cerca de R$ 5,2 mil. Ela foi presa na noite desse domingo (13), após atropelar um casal de policiais, tentar fugir e provocar outros acidentes.

Além da fiança, o magistrado aplicou medidas cautelares a serem cumpridas por Celeste Maia:

  • proibição de dirigir veículo automotor pelo prazo que durar o processo;
  • proibição de consumir drogas ilícitas;
  • proibição de ter contato ou acesso às partes do processo;
  • recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga (22h) até o término do processo;
  • pagamento de fiança, na forma acima anotada.

O caso

O primeiro acidente causado pela socialite foi o atropelamento. O casal de policiais estava passeando de bicicleta quando foi atingido. Os policiais acionaram a corporação, que montou um cerco na região. Ainda conforme apurado pela TV Correio, Celeste Maia tentou fugir, dirigindo em alta velocidade, e acabou colidindo com outros veículos. Ela só parou ao chegar próximo ao estacionamento de um shopping na Orla de Manaíra.

Celeste Maia foi presa e levada para a Central de Flagrantes, no bairro do Geisel, onde acabou autuada por cinco crimes: condução de veículo com capacidade psicomotora alterada em razão da influência de álcool ou de drogas; lesão corporal culposa na direção de veículo automotor; posse de droga; violação de suspensão ou de proibição de se obter permissão/habilitação para dirigir veículo; e direção perigosa.

Como dirigir veículo sob efeito de álcool ou outra droga não é afiançável em delegacia, Celeste Maia foi levada para a Penitenciária Julia Maranhão, em Mangabeira, onde passou a noite e está à disposição da Justiça.

 

portalcorreio

 

 

Colunista social atropela policiais, tenta fugir e é presa com CNH suspensa em JP

Um fato que chamou a atenção ontem (13), foi a prisão da blogueira Celeste Maia, após atropelar um casal de policiais civis e tentar fugir na orla de Manaíra, em João Pessoa. De acordo com informações, a blogueira seguia na Avenida principal da praia de Manaíra quando invadiu a ciclovia e atropelou os ciclistas.

A mulher tentou fugir e foi perseguida por uma das vítimas que depois de cair, subiu novamente na bicicleta para tentar deter o veículo. Celeste perdeu o controle do veículo na curva lateral do Mag Shopping.

A Companhia Especializada em Apoio ao Turista (Ceatur) informou que a carteira de habilitação da blogueira estava suspensa e uma quantidade de cocaína foi encontrada no veículo. Celeste Maia foi encaminhada para a Central de Flagrantes de João Pessoa.

 

pbagora

 

 

Quase 150 policiais militares receberam auxílio emergencial ilegal, na Paraíba, diz CGU

Entre os servidores públicos que receberam ilegalmente os R$ 600 de auxílio emergencial pagos pelo governo federal por causa da pandemia do novo coronavírus (Covid-19) estão 149 policiais militares da Paraíba, de acordo com Controladoria-Geral da União (CGU). Os casos foram informados em ofício da CGU remetido para o Comando-Geral da Polícia Militar da Paraíba.

Pelo menos três sindicâncias já foram abertas em cidades do interior do Estado por causa dos desvios de conduta de alguns profissionais. O auxílio emergencial foi criado pelo governo para atender às pessoas atingidas pela pandemia do novo coronavírus. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pretendia que fosse pago R$ 200 por pessoa necessitada, mas o Congresso elevou o montante para até R$ 1,2 mil. O benefício pagou algo em torno de R$ 3 bilhões a R$ 1,5 milhão de paraibanos cadastrados.

O grupo de servidores públicos que recebeu recursos de forma ilegal provocou prejuízo para os cofres públicos um prejuízo que deve girar em torno dos R$ 50 milhões. Todos os casos detectados estão sendo notificados pela CGU, para que os órgãos onde eles estão lotados tomem providências. Os servidores estão sendo orientados a devolver o dinheiro.

G1

Paraíba tem 79 policiais civis diagnosticados com Covid-19

Pelo menos 79 policiais civis já testaram positivo para Covid-19, na Paraíba, até 29 de junho. Dos infectados, 65 já se recuperaram e dois morreram, de acordo com dados repassados pela Delegacia-Geral da Polícia Civil para o Ministério Público da Paraíba (MPPB), divulgados nesta quinta-feira (9).

Segundo as informações divulgadas pelo MPPB, 413 policiais foram testados e 334 tiveram o diagnóstico descartado, no período de março até o dia 29 de junho. Além do número de infectados, o MPPB também solicitou as medidas de enfrentamento ao coronavírus nas corporações policiais.

O delegado-geral da Polícia Civil, Isaías Gualberto, informou que as medidas de prevenção, previstas na Portaria de número 41 publicada pelo gabinete da Delegacia-Geral da PC, vêm sendo adotadas desde 18 de março.

Entre as ações estão orientação para que os policiais evitem contato físico entre si e que conduzam as viaturas com os vidros baixados; o afastamento por 14 dias dos policiais que chegaram de locais com transmissão comunitária do coronavírus e o afastamento dos servidores da corporação com mais de 60 anos de idade.

A Polícia Civil também informou ao MPPB que durante a pandemia, 76 servidores da corporação foram colocados em quarentena e 421 foram afastados preventivamente do trabalho presencial por se tratarem de grupo de risco.

Ainda estão em isolamento domiciliar 33 integrantes da corporação. Segundo o delegado-geral, a Polícia Civil tem realizado o monitoramento dos policiais e demais servidores da corporação, além de oferecer atendimento médico, psicológico, nutricional e fisioterapêutico.

G1

 

Policiais do 4º BPM prendem suspeitos de tentativa de furto e ameaça

Dois homens foram presos por policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) nessa sexta-feira (12), em Guarabira, suspeitos de tentativa de furto e ameaça. A primeira prisão aconteceu no centro da cidade, quando algumas pessoas ligaram para o Copom informando que um homem teria tentado furtar alguns objetos de uma loja e foi detido por elas, mas teria conseguido fugir e estava sendo perseguido. Rapidamente, os policiais se dirigiram ao local e encontraram o suspeito escondido em um beco no bairro Santa Terezinha. Ele foi preso e,juntamente com o gerente do estabelecimento comercial, foi levado para Delegacia de Polícia Civil.

No Sítio Carrasco, localizado na zona rural do município, a Polícia Militar foi informada que um homem estaria ameaçando matar os próprios familiares. De imediato, os policiais estiveram no local e os parentes dele confirmaram a denúncia. Após diligências, o suspeito foi encontrado e preso, em seguida, juntamente com as vítimas, foi conduzido para a delegacia.

P/5 – Seção de Comunicação Social e Marketing Institucional do 4º BPM

 

 

Policiais do 4º BPM recuperam em Logradouro carreta roubada em Caaporã

Uma carreta que tinha sido roubada na tarde de terça-feira (2), em Caaporã, foi recuperada na madrugada desta quarta-feira (3), por policiais da 3ª Companhia do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) na PB-081, na cidade de Logradouro, na estrada que dá acesso ao Rio Grande do Norte. Os policiais foram acionados pela empresa responsável pelo monitoramento do veículo, que informava que ele estaria nas imediações de Logradouro, próximo à divisa com o Estado vizinho.

A guarnição se dirigiu até o local apontado pelo GPS e encontrou a carreta abandonada na via, sem a carga que, segundo a empresa, seria de bebidas. Durante a averiguação feita no local, os policiais não encontraram o condutor ou nenhum suspeito. O veículo foi apreendido e em seguida encaminhado para a Delegacia de Polícia Civil para a adoção das medidas legais, entre elas, a devolução do veiculo ao proprietário.

P/5 – Seção de Comunicação Social e Marketing Institucional do 4º BPM

 

 

Sargento Pereira concloma policiais a assinarem petição em defesa da democracia

O sargento Astronadc Pereira de Morais, da Polícia Militar da Paraíba, mais conhecido como sargento Pereira, fez petição pública (online) conclamando os policiais civis e militares do Brasil a se manifestarem em defesa da democracia.

Na petição, circulação no ceio das duas polícias, Pereira lembra que “a democracia é fruto da vontade soberana da população brasileira” e não pode continuar sendo ameaçada “por partidários políticos e ideológicos transvestidos de extremistas, que costumam agir com arrogância.”

Confira nota com o teor da petição:

ESTADO DA PARAÍBA

NOTA DOS POLICIAIS CIVIS E POLICIAIS MILITARES EM DEFESA DA DEMOCRACIA DO BRASIL

A democracia brasileira tem sofrido ataques injustificáveis e ilegítimos, por parte de pessoas, grupos e seguimentos, que a cada dia fortalecem a narrativa de ameaça direta às liberdades de expressão, de pensamento e a dignidade humana, além de afrontar as instituições democráticas.

A democracia é fruto da vontade soberana da população brasileira. É inaceitável que atos de apoio à intervenção militar e à institucionalização de mecanismos ditatoriais continuem sinalizando para o fim do nosso direito a liberdade. Igualmente, é inadmissível a apologia à violência e ao ódio promovida por partidários políticos e ideológicos transvestidos de extremistas, que costumam agir com arrogância.

Cientes do que vem acontecendo, nós, policiais brasileiros, manifestamos publicamente o nosso apreço pela democracia e a disposição de defendê-la, bem como de resguardar a soberania da nossa Constituição Federal (Carta Magna e Cidadã), as instituições e o Estado Democrático de Direito. Lembramos ao povo brasileiro que só na democracia os policiais poderão ser considerados sujeitos de direito, diferentemente do período ditatorial.

Nunca esqueçamos que a Constituição Federal é o documento da liberdade, da dignidade, da democracia, da justiça social no Brasil e isso não deve ser ignorado. De igual modo não pode ser desconsiderada a conquista do direito do povo de eleger seus legítimos representantes pelo voto. Assim sendo, enquanto guardiões da cidadania devemos obediência a lei maior do país, que é a nossa Constituição.

Os males causados pelo regime militar precisam ser lembrados como um duro golpe contra as pessoas e as instituições democráticas. Foi nesse período que houve a cassação de direitos, torturas, pais e mães que desapareceram ou foram obrigados a ficar longe da família por causa de seus posicionamentos políticos, detenções arbitrárias, violência institucional, assassinatos e cassação dos direitos políticos. Estes são erros do passado que jamais devemos aceitar que se repitam.

Portanto, reafirmamos nossa lealdade e defesa da Constituição Federal, das instituições democráticas e do Estado Democrático de Direito, e apelamos que aqueles que promovem atos que se opõem à estas conquistas da população brasileira sejam responsabilizados e punidos na forma da lei.

 

João Pessoa, 30 de maio de 2020.

 

ASTRONADC PEREIRA DE MORAES – 1º Sargento da Polícia Militar da PB

 

Redação FN