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Status do WhatsApp: veja as principais dúvidas e polêmicas da atualização

whatsappO WhatsApp atualizou seu aplicativo adicionando o novo recurso de “status”, que permite criar posts com duração de 24 horas, semelhante à função “Stories” do Instagram e ao Snapchat. A novidade foi liberada para usuários brasileiros na última quarta-feira (22) com compatibilidade para fotos, vídeos e GIFs. Porém, o novo recurso disponível para Android e iPhone (iOS) tem criado muita polêmica entre os usuários que achavam mais prático o visual e a lista de contatos da antiga versão.

Além disso, há comentários de internautas sobre a repetição exagerada do mesmo recurso em diferentes redes sociais. Depois de tanta inquietação, muitas dúvidas apareceram, sobre como encontrar seus contatos no mensageiro, se há a possibilidade de reverter a atualização e até questões de privacidade. Veja, abaixo, dicas sobre o novo status do WhatsApp e respostas para todas essas questões.

1) Tem como voltar para a versão antiga?

Oficialmente, o WhatsApp não tem uma ferramenta de downgrade, ou seja, para retornar à versão mais antiga do mensageiro no celular com Android ou no iPhone (iOS). Em testes feitos com APK, o WhatsApp indicou que a versão instalada já era obsoleta, sendo possível adicionar apenas o app que já tenha a interface alterada com o novo status. Além disso, não é recomendado o uso de APKs que não sejam oficiais do WhatsApp, já que esses arquivos podem ocultar vírus ou danificar seu smartphone.

Quem ainda não atualizou o WhatsApp, seja por falta de espaço ou tempo, ainda pode acessar o visual antigo com a aba de “Contatos” (Android) ou “Favoritos” (iPhone). No entanto, é importante fazer regularmente o upgrade para a versão mais recente do app, a fim de mantê-lo seguro e ainda ficar por dentro de novidades.

2) Onde estão meus contatos? Como ver os status antigos da aba de favoritos?

A aba de “Contatos” no Android e “Favoritos” no iPhone (iOS) foram trocadas pelo botão do “status” para acessar os posts instantâneos dos seus amigos. Mas não precisa se preocupar: ainda é possível acessar a lista com todas as pessoas do seu mensageiro. Para isso, no Android, há um botão flutuante que dá acesso aos contatos completos, inclusive com opção de busca por nome.

Encontre seus contatos no WhatsApp pelo Android (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Encontre seus contatos no WhatsApp pelo Android (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

No iPhone o usuário também pode encontrar seus contatos de forma simples, só que a interface é um pouco diferente. Para isso é necessário abrir a categoria de “Conversas” e depois pressionar o botão de “Nova Conversa”, no topo direito da tela. Será aberta uma lista com seus contatos frequentes e basta rolar a tela para ver todos seus amigos, por ordem alfabética. Se quiser, faça uma pesquisa por nome na barra de “Buscar”.

Encontre seus contatos no WhatsApp pelo iPhone (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Encontre seus contatos no WhatsApp pelo iPhone (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

3) Privacidade: como funciona?

O WhatsApp se preocupou em oferecer recursos de privacidade para o usuário controlar quem vê seus status. Em “Privacidade do status” é possível escolher se essas postagens ficam disponíveis para todos os contatos, para contatos exceto pessoas determinadas ou somente com amigos específicos.

Configure a privacidade do Status no WhatsApp (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Configure a privacidade do Status no WhatsApp (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Fique atento: qualquer pessoa que visualize seu status pode tirar prints, e isso pode gerar problemas de privacidade. Vale lembrar que, para aplicar as mudanças, é necessário trocar esse ajuste antes de começar a compartilhar fotos, vídeos ou GIFs. Para completar, você pode silenciar pessoas específicas para remover as postagens de status delas da sua lista principal, deixando essa informação oculta no final da lista.

4) WhatsApp virou cópia do Instagram e Snapchat?

Para começar, vale lembrar que o WhatsApp e o Instagram foram comprados pelo Facebook há algum tempo e, ao que tudo indica, seu dono, Mark Zuckerberg, quer acompanhar a tendência de posts instantâneos ao máximo. O Snapchat foi um dos pioneiros nessa função, com a ideia de se comunicar de forma mais “discreta” com mensagens que se autodestroem em um prazo de tempo. Depois, o Instagram lançou o Stories com a mesma funcionalidade, e muitos usuários o apontaram como uma “cópia”.

Função de Status do WhatsApp é semelhante ao Instagram (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)Função de Status do WhatsApp é semelhante ao Instagram (Foto: Reprodução/Barbara Mannara)

Agora, o WhatsApp embarcou nessa “moda”, ganhando a característica de rede social. Você pode responder a um status, encaminhar os seus posts para pessoas e grupos, e mostrar o que está acontecendo no exato momento. As funções estão cada vez mais parecidas? Sim, e isso pode ter decepcionado muitos usuários que esperavam por outras atualizações, como a tão esperada função de “chamar atenção”, presente no extinto MSN Messenger.

5) Gasta muitos dados da minha internet?

O WhatsApp permite ver o quanto o status gasta no uso de rede, e a boa notícia para quem não quer estourar a franquia de 3G/4G é que o recurso não drena sua internet com as fotos. Cada status de imagem recebido ou enviado consome poucos KB e, durante nossos testes, em um total de cinco atualizações de status com fotos foram enviados 166 KB. Com vídeos, isso já muda um pouco, consumindo alguns MB de uso da rede, principalmente ao gravar em alta qualidade, o que gera arquivos mais pesados.

WhatsApp mostra o gasto de rede com o Status (Foto: Reprodução/Barbara Mannnara)WhatsApp mostra o gasto de rede com o Status (Foto: Reprodução/Barbara Mannnara)

Visualizar o status de seus amigos consome menos internet, no entanto é um gasto a mais, além das mensagens tradicionais, que você deve considerar. Para ter maior controle, veja neste tutorial como visualizar o quanto de rede o WhatsApp gasta para cada função no aplicativo.

TechTudo.

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Prefeito do Damião comenta declarações polêmicas dadas durante festa da vitória

lucildoO prefeito reeleito da cidade de Damião, Lucildo (PSB) comentou nesta terça, em participação no Jornal da Integração, declarações dadas no dia 02 de outubro, após ser reeleito.

Naquele dia Lucildo sugeriu que seus adversários deixassem a cidade e se mudassem para São Paulo em busca de emprego. Insinuou  que só teriam vez os que votaram a favor de Damião e que só disponibilizaria água para quem fosse seu aliado.

Na Rádio Integração, Lucildo disse que as declarações foram dadas durante um momento de euforia e no calor da emoção. Disse que a Cidade do Damião o conhece e que sabe que ele não tem maldade com àqueles que não lhe acompanham politicamente.

Lucildo acrescentou que o recado foi dado para pessoas que moram em São Paulo e que vieram pra Cidade apenas para votar na sua adversária e que ficaram com mentiras na Cidade.

A disputa é muito acirrada nos Municípios pequenos do interior do Estado. Ainda estávamos em clima de palanque. Excedi-me nas declarações e àqueles que eu magoei eu Peço desculpas. Não tive intenção de magoar ninguém”. Comentou Lucildo, informando que o atendimento no Damião continua acontecendo a todos, sem distinção política.

Direto do Blog do Mago

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Em jogo com polêmicas, Palmeiras vence Figueirense e se distancia do Fla

cucaEste domingo (16) pode ser lembrado no futuro como decisivo na luta pelo título do Campeonato Brasileiro. Pela 31ª rodada, o Palmeiras venceu o Figueirense por 2 a 1 no Estádio Orlando Scarpelli e voltou a abrir quatro pontos de vantagem na liderança. Jean marcou ambos os gols alviverdes, e Rafael Silva diminuiu.

O Palmeiras encerra uma semana conturbada com uma vitória importante que garante a liderança pela 13ª rodada seguida. O Alviverde tem 64 pontos, quatro a mais que o Flamengo, mas volta as atenções à Copa do Brasil: nesta quarta-feira (19) decide com o Grêmio uma vaga nas semifinais. Já o Figueirense sofre sua terceira derrota em casa e afunda na zona de rebaixamento com 32 pontos. O compromisso seguinte dos catarinenses é contra o Atlético-MG, no domingo que vem (23).

Quem foi bem: Jean domina meio-campo e faz dois

Desta vez atuando como volante, Jean teve dia de goleador em Florianópolis. Ele converteu pênalti que abriu o placar e ainda apareceu dentro da área para fazer o segundo. Marcando bem, o camisa 17 teve presença importante para coibir a armação do Figueirense.

Quem decepcionou: Rafael Moura segue em jejum

O centroavante do Figueira amargou mais uma partida sem gols. Já são nove jogos seguidos sem balançar as redes para o He-Man. Neste domingo ele apareceu pouquíssimo, bem marcado pela defesa palmeirense. Só apareceu quando tomou cartão amarelo.

Figueirense briga muito e mostra pouco

Luiz Henrique/FFC

O início da partida foi bastante físico, o que permitiu ao Figueirense manter o equilíbrio no jogo. Mas com o tempo o time da casa sentiu a inferioridade técnica e passou a ter menos posse de bola. A única boa chance foi em falta cobrada por Ayrton e bem defendida pelo palmeirense Jailson. Na etapa final o Figueirense se lançou ao ataque após sair atrás no placar, e sofreu o segundo gol por isso. Chegou a diminuir na bola aérea, mas não teve forças de ir mais longe.

Palmeiras melhora após intervalo

Após meia hora de exagero nas faltas, o Palmeiras passou a valorizar a posse de bola e experimentar os espaços na intermediária. A equipe ganhou território, chegou a cercar a área do Figueirense e teve uma grande chance salva em cima da linha. O time voltou bem melhor no segundo tempo, criou chances seguidas de gol e abriu o placar em pênalti convertido por Jean.

Aposta de Cuca em Fabiano se mostra correta

Com Zé Roberto poupado pelo excesso de desgaste, Cuca optou por posicionar Jean no meio-campo e usar Fabiano no lado direito. A expectativa era que Moisés tivesse mais liberdade no meio-campo, além do ganho na bola aérea – Fabiano tem 1,88m de altura. O lateral criou boa chance nos acréscimos do primeiro tempo e também não comprometeu defensivamente, fazendo o simples. Pelo meio, Jean foi consistente e ainda teve a boa apresentação coroada com um gol.

Muita reclamação palmeirense e lances polêmicos

A semana foi marcada pela batalha de bastidores entre dirigentes de Palmeiras e Flamengo, tendo como assunto a arbitragem. Neste domingo o Alviverde esteve nervoso com o juiz Igor Junio Benevenuto, pressionando a cada decisão contra si. O lance de maior reclamação foi um enrosco entre Dudu e Jackson Caucaia na área do Figueirense.

O camisa 7 soltou até palavrão no intervalo. “É f…, para uns dão (pênalti), para outros não”, chegou a dizer. No segundo tempo, um choque entre Bruno Alves e Gabriel Jesus rendeu pênalti polêmico que seria convertido por Jean. Depois Egídio calçou Rafael Silva na linha da área alviverde, mas Benevenuto mandou seguir.

Ayrton salva após desvio de Jesus

Por alguns centímetros o Palmeiras não foi ao intervalo em vantagem. Um cruzamento de Fabiano passou por Gatito Fernández e foi desviado por Gabriel Jesus. A bola tomou a direção do gol lentamente até Ayrton aparecer, dominar e mandar para longe. Não foi o único lance do jogo lamentado por Jesus, que também tomou o terceiro cartão amarelo e por isso não enfrenta o Sport na rodada que vem.

Ficha Técnica

Figueirense 1 x 2 Palmeiras
Data:
16/10/2016
Local: Estádio Orlando Scarpelli, Florianópolis-SC
Hora: 17h00 (de Brasília)
Árbitro: Igor Junio Benevenuto (MG)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo (MG) e Celso Luiz da Silva (MG)
Cartões Amarelos: Jackson Caucaia, Rafael Moura, Dodô e Nirley (Figueirense); Dudu, Gabriel Jesus e Vitor Hugo (Palmeiras)
Cartão Vermelho: não houve
Gols: Jean aos 11′ e aos 32 minutos do segundo tempo. Rafael Silva aos 35 minutos do segundo tempo

Figueirense: Gatito; Ayrton, Werley, Bruno Alves e Marquinhos Pedroso; Josa, Ferrugem, Jackson Caucaia (Lins) e Dodô (Bady); Everton Santos (Rafael Silva) e Rafael Moura. Treinador: Marquinhos Santos.

Palmeiras: Jailson; Fabiano, Mina, Vitor Hugo e Egídio; Jean, Tchê Tchê (Fabrício) e Moisés; Dudu (Thiago Santos), Róger Guedes (Allione) e Gabriel Jesus.Treinador: Cuca.

Uol

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Sertão da Paraíba é campeão de vídeos pornográficos exibidos no WhatsApp; casos têm gerado polêmicas

O episódio tem se repetido em várias cidades da Paraíba, mas no Sertão do Estado os vídeos acalorados são mais freqüentes

Casal foi flagrado fazendo sexo no meio da rua (Foto: reprodução/vídeo)
Casal foi flagrado fazendo sexo no meio da rua (Foto: reprodução/vídeo)

O assunto mais badalado das últimas horas no Sertão paraibano, regiões de Sousa e Cajazeiras foi o vídeo que vazou no WhatsApp de um casal da cidade de Nazarezinho. As imagens do casal teriam sido gravadas durante a madrugada se espalharam e foram compartilhadas no aplicativo.

O episódio tem se repetido em várias cidades da Paraíba, mas no Sertão do Estado os vídeos acalorados são mais freqüentes. No Vale do Piancó, o caso envolvendo uma menor de idade foi parar da delegacia. O vídeo neste fato foi gravado pelo namorado da adolescente.

Recentemente, a radialista de Sousa, Ivoneide Lopes revelou que numa cidade da região, mulheres solteiras e casadas que estão mostrando tudo através do aplicativo. “Mocinhas, mulheres casadas se mostrando sem necessidade. Tenham cuidado com o que você faz, com o que você fala”.

No mês de julho deste ano, uma jovem da cidade de Marizópolis, região de Sousa teve sua intimidade exposta.  Ela mesma se filmou em diversas posições sexuais, fazendo depilação íntima e se masturbando.

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Em julho de 2014, o vídeo da universitária e filha de político da cidade de Cajazeiras vazou no WhatsApp e causou a maior aflição na família.

E o caso mais ‘famoso’ em Cajazeiras foi a cena de sexo na Praça das Oiticicas, próximo a Câmara de vereadores, no centro da cidade de Cajazeiras. O vídeo vazou no WhatsApp e foi a sensação da cidade e o assunto mais comentado nas redes sociais.

O WhatsApp, que é uma aplicativo bastante interativo e foi criado com o objetivo da interação instantânea entre as pessoas tem sido alvo de utilização pornográfica e passou a ser usado sem qualquer critério.

Diário do Sertão

Livro Polemicas Eleitorais de Flávio Ramalho será lançado no dia 23 deste mês na Capital paraibana

flavioCom o apoio do presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargador João Alves e sob os auspícios da Associação do Servidores do TRE-ASSTRE-PB e da Escola Judiciária Eleitoral-EJE-PB, será lançado no próximo dia 23, as 17 horas o livro POLÊMICAS ELEITORAIS, de autoria do Assistente Judiciário Flávio Rogério de Aragão Ramalho, falecido há um ano. O evento contará também com um culto ecumênico que será celebrado no mesmo local, o Plenário do TRE, logo após a sessão ordinária daquela quinta-feira.

O livro reúne trabalhos de natureza eleitoral, administrativo e constitucional elaborados pelo autor e que foram resgatados em sites nacionais especializados como o Jus Navigandi e ainda no arquivo pessoal daquele especialista em Direito Eleitoral. O trabalho de organização da obra é do pai do autor, jornalista e escritor Ramalho Leite que diz na abertura: ” Foi a forma que encontrei  de dar o selo da perpetuidade ao produto da sua inteligência, e principalmente, da sua inconformação com os fatos de que era testemunha e estava impedido de proclamar discordância”.

livro“Polêmicas Eleitorais” aborda desde a elegibilidade de servidor da Justiça Eleitoral à cassação de mandato por infidelidade partidária; Cuida da formação de quadrilha e delação premiada nos crimes eleitorais e da corrupção eleitoral praticada por quem vende o próprio voto, além de incursionar pela falibilidade das urnas eletrônicas e outros assuntos correlatos.

A segunda parte do livro sob o titulo de UM PERFIL ESCRITO A LÁGRIMAS, registra as mensagens de amigos, colegas de trabalhos e parentes, chocados com a noticia da morte do autor em um Domingo da Ressurreição, a 20 de abril de 2014, e as homenagens que lhe foram prestadas pelos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo.

O livro tem prefácio do colega de Flávio, José Rafael Fernandes e vai ser apresentado no lançamento pelo juiz do TRE , Breno Wanderley, com quem o autor trabalhou na assessoria jurídica. O livro, segundo pai do autor, Ramalho Leite, é uma homenagem ao “meu amado filho” e não será colocado à venda mas ofertado aos amigos, colegas de profissão e operadores do direito. A edição é de Juca Pontes e a impressão de A União Editora.

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Assessoria

Em 2013, América do Sul teve eleições, crise e aprovação de leis polêmicas

retrospectiva-2013O ano de 2013 na América do Sul foi marcado por eleições no Chile e no Paraguai, crise econômica na Argentina, a morte de Hugo Chávez, na Venezuela, e aprovação de leis consideradas polêmicas no Uruguai.

A Argentina passou por instabilidade econômica em 2013, especialmente na área cambial, o que intensificou a insatisfação da população em relação à presidência de Cristina Kirchner – justamente no ano em que o kirchnerismo completou uma década. No início do ano, o governo anunciou medidas para conter o mercado de dólares no país, devido à deterioração do câmbio argentino. Em março, a moeda norte-americana chegou a valer 8,45 pesos, o que fez a cotação do dólar disparar no mercado paralelo. A crise, entre outros fatores estruturais, está relacionada à falta de confiança da população no sistema bancário e o medo da inflação – que atinge o país de forma intensa desde a década de 1970.

A crise econômica aumentou as críticas em relação ao governo de Cristina, que ainda teve de se submeter a uma cirurgia cerebral em setembro por causa de um edema. A situação de saúde da presidenta gerou instabilidade e insegurança política, especialmente por ter ocorrido pouco antes das eleições legislativas no país, que definiriam o apoio ao governo para as eleições presidenciais de 2015. A situação perdeu poder, mas manteve o controle do Congresso.

Paralelamente, a opinião pública argentina discutiu a Lei de Meios Audiovisuais, considerada constitucional pela Suprema Corte do país. A lei foi aprovada em 2009 e regula o monopólio dos meios de comunicação. Desde então, o Grupo Clarín, principal opositor do governo Kirchner, contestou a lei na Justiça. O grupo tinha mais concessões no setor do que o permitido pela lei em questão.

No Chile, duas mulheres disputaram as eleições presidenciais de 2013, que terminou com a vitória da ex-presidenta Michelle Bachelet, que governou de 2006 a 2010. Ela foi eleita com 63% dos votos para substituir o atual presidente Sebastián Piñera.

O maior desafio do governo de Bachelet será implementar as medidas prometidas em campanha, entre as quais está a reforma da Constituição. A presidenta eleita tem maioria no Congresso, mas terá de negociar com a oposição para dar conta dos dois terços necessários à alteração da Carta – que limita a atuação do Estado na economia e dificulta reformas tributárias que viabilizem o financiamento de reformas sociais.

No Uruguai, o destaque de 2013 foi o próprio presidente José Pepe Mujica, conhecido pela simplicidade e pela abordagem de temas considerados polêmicos – o que rendeu ao país o título de o mais liberal da América do Sul. Em seu governo, foram aprovadas leis sobre a união de homossexuais, a descriminalização do aborto até a 12ª semana de gestação e a legalização da maconha.

O Uruguai foi eleito pela revista britânica The Economist o país do ano, que destacou o papel de Pepe Mujica. O país ainda participou em 2013 do processo de paz na Colômbia e enfatizou os benefícios da integração no continente. Em dezembro, Mujica ofereceu a costa Sudeste uruguaia para os paraguaios e bolivianos fazerem comércio – países sul-americanos sem acesso ao mar. De acordo com ele, o objetivo da medida é fortalecer o Mercosul.

No Paraguai, depois do episódio de impeachment do presidente Fernando Lugo, em junho de 2012, Horácio Cartes foi eleito em abril deste ano com o acompanhamento de observadores da Organização dos Estados Americanos (OEA) e viabilizou a volta plena do país ao Mercosul. O Paraguai havia sido suspenso do bloco desde junho do ano passado, depois de os países-membros – entre os quais o Brasil – terem questionado a lisura do processo de impeachment e o terem considerado uma quebra do regime constitucional no país.

O retorno pleno do país ao bloco ocorreu depois de o Senado paraguaio ter aprovado a adesão da Venezuela ao Mercosul – que havia sido feita pelos outros membros no período em que o Paraguai esteve suspenso, o que gerou um entrave. O projeto para a aceitação venezuelana no bloco estava estagnado no Congresso paraguaio desde a gestão de Lugo, que não viabilizou a aprovação por oposição de parlamentares contrários ao governo.

Em 2013, as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) anunciaram um período de cessar-fogo unilateral e retomaram o diálogo com o governo pelo fim do conflito armado no país. A expectativa é a de que as partes encontrem uma forma de garantir a participação das Farc na política colombiana.

Na Venezuela, os destaques do ano foram a morte de Hugo Chávez, em março, e a eleição de Nicolás Maduro, em abril. Em 2013, além da oposição política e das dificuldades no campo econômico, o governo de Maduro enfrenta inflação alta – acumulada este ano em mais de 50% -, escassez de alimentos e especulação monetária.

 

 

Agência Brasil

Novo Código Penal endurece pena para homicídio e rejeita sugestões polêmicas

justiçaO senador Pedro Taques (PDT-MT) apresentou nessa terça (10) o relatório sobre a reforma do Código Penal Brasileiro (PLS 236/12). A proposta foi lida mas, diante da complexidade da matéria, um pedido coletivo de mais tempo para analisar o texto adiou para a próxima terça-feira (17) a votação da proposta na Comissão Especial de Reforma do Código Penal.

O texto torna mais dura, por exemplo, a pena para o crime de homicídio, que passa a ser oito anos para os classificados como simples. Nesses casos, a ideia é que o condenado cumpra um quarto da pena em regime fechado para progredir para o regime semiaberto.

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O relator decidiu não acatar sugestões polêmicas feitas por uma comissão de 11 juristas, presidida pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Gilson Dipp, como, por exemplo, a possibilidade de aborto até a 12ª semana de gestação nos casos em que a mulher apresentar incapacidade psicológica de arcar com a gravidez.

“Entendo que a Constituição defenda o direito à vida. Hoje, o nosso Código Penal já prevê a possibilidade de aborto quando há gravidez fruto de violação da dignidade sexual (estupro). Isso será mantido, mas não vamos flexibilizar mais. Vamos manter a legislação atual”, justifica o senador, que também incluiu na proposta a possibilidade de aborto no caso de fetos anencéfalos, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF).

Outra sugestão dos juristas rejeitada por Pedro Taques foi a possibilidade de descriminalização do porte de entorpecentes quando a quantidade apreendida for suficiente para o consumo médio individual por cinco dias. Segundo o relator, em situações específicas, se o juiz entender que o cidadão é usuário, ele não aplicará a pena porque isso não configura crime. Para ele, a proposta dos juristas poderia aumentar ainda mais o uso de entorpecentes.

Segundo o senador, a proposta em discussão reduz o número de crimes previstos no código atual de 1.750 para 355. No projeto, de quase 500 páginas, há outras novidades, como a previsão da responsabilização penal de pessoas jurídicas; regras mais claras para progressão de regime; o aumento do rigor penal no combate aos crimes contra os animais; a tipificação do crime de terrorismo; reintrodução do crime de violação de domicílio e criminalização da doação eleitoral proibida. A questão da maioridade penal não foi tratada porque, segundo o relator, depende de mudança na Constituição.

“Este projeto não pode ser um de código de amigos e nem de inimigos. Tem que ser um código cidadão, um código da sociedade brasileira”, garantiu Taques. Apesar da votação do relatório na comissão na semana que vem, a expectativa é que a votação da matéria no plenário do Senado fique para 2014. Depois, o texto segue para a Câmara dos Deputados.

O relatório é resultado da análise de 804 emendas apresentadas pelos senadores e 140 projetos de lei que já tramitavam no Senado e foram anexados ao projeto.

Agência Brasil

Para Leonardo Boff, ambiguidades e polêmicas marcam história de Bento XVI

Bento XVI celebra ritual católico no Vaticano: confronto com a modernidade e cumplicidade com escândalos sexuais (©reuters)
Bento XVI celebra ritual católico no Vaticano: confronto com a modernidade e cumplicidade com escândalos sexuais (©reuters)

Apesar de serem a mesma pessoa, Joseph Ratzinger e o papa Bento XVI eram duas personalidades diferentes. A opinião é do teólogo e professor universitário Leonardo Boff, um dos poucos brasileiros que conviveram com o líder católico que anunciou ontem (11) o fim de seu pontificado. Para o ex-integrante da ordem franciscana e um dos expoentes da Teologia da Libertação no Brasil, Bento XVI é um líder religioso “de função ambígua e polêmica” e de atitudes rígidas.

“Uma coisa é o Ratzinger professor e acadêmico, que era extremamente gentil e inteligente, além de amigo dos estudantes. Dava metade do salário aos estudantes latinos e da África. Outra coisa é o Bento XVI, que exerce função autoritária e centralizadora, sem misericórdia com homossexuais e [adeptos da] camisinha”, disse Boff.

O teólogo define Ratzinger da fase pré-papal como um pastor e professor extremamente erudito e de fácil acesso. “Era pessoa simples que, ao se tornar cardeal, mudou de comportamento e passou a assumir posições duras. Tratava com luvas de pelica os bispos conservadores e com dureza teólogos da libertação que seguiam os pobres”.

Segundo Boff, dois aspectos caracterizaram o Ratzinger da fase posterior. “Primeiro, o confronto com a modernidade, no encontro com as culturas e com outras religiões. Tinha a compreensão de que a Igreja Católica era o único porta-voz da verdade, e a única capaz de dar rumo a toda humanidade. Por isso, teve dificuldades com muçulmanos e judeus”.

O segundo aspecto tem origem à época em que era cardeal. “Ele pedia aos bispos que impedissem que padres pedófilos fossem levados aos tribunais civis. Na medida em que a imprensa mostrou que havia não apenas padres, mas também bispos e cardeais suspeitos dessa prática, o Vaticano teve de aceitar a realidade. Ratzinger carrega essa marca de, quando cardeal, ter sido cúmplice desses crimes”, declarou Boff.

Na avaliação do ex-franciscano, outro ponto fraco da atuação de Bento XVI como maior líder da Igreja Católica foi o de levar um papado tradicional, voltado para dentro da Europa. Na opinião de Boff, o papa construiu “uma igreja baluarte: fortaleza cercada de inimigos por todos os lados” e dos quais tinha de se defender.

“Acho que o projeto dele era uma reforma da Igreja ao estilo do passado, voltada para dentro e tendo como objetivo político a reevangelização da Europa. Nós, fora de lá, consideramos esse projeto como ineficaz e como opção pelos ricos. Projeto equivocado”, argumentou. “Não é um papa que deixará marcas na história”.

Boff disse não ter recebido com surpresa a notícia de que o papa Bento deixará o posto, e que já sabia que ele vinha tendo problemas de saúde que o comprometiam física e psicologicamente para exercer o ofício.

“Recebo com naturalidade essa notícia. Essa decisão segue sua natureza objetiva. Não é praxe um papa renunciar. Ele desmistificou a figura do papas, que geralmente ficam [no cargo] até morrer. Provavelmente por entender o papado como um serviço. Essa atitude merece toda admiração e respeito. Esperamos, agora, que até a Páscoa, em meados de março, elejam um novo papa. De preferência um papa mais aberto. Até porque 52% dos católicos vivem no terceiro mundo e não mais na Europa”, completou.

 

 

 

Pedro Peduzzi, da Agência Brasil

CBF afasta dois árbitros e um bandeira após polêmicas na rodada

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) afastou os árbitros Nielson Nogueira Dias (PE) e Flávio Rodrigues Guerra (SP), além do bandeirinha Bruno Boschilia (PR), que irão passar por um período de reciclagem após se envolverem nas maiores polêmicas da rodada de número 30 do Campeonato Brasileiro. A informação foi divulgada pelo radialista Wellington Campos, da Rádio Bradesco Esportes FM. O GLOBOESPORTE.COM não conseguiu fazer contato com o presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, Aristeu Tavares.

O trio foi alvo de muitas reclamações nas três partidas em que comandaram. O auxiliar Bruno Boschilla anulou um gol em posição legal de Liedson, do Flamengo, no empate por 1 a 1 com o Cruzeiro, sábado, no Engenhão. Já o juiz Nielson Dias marcou um pênalti e uma falta em lances duvidosos de onde saíram os gols da vitória do Fluminense por 2 a 1 sobre a Ponte Preta, domingo, em São Januário. No mesmo dia, Flavio Guerra passou por uma situação parecida, mas não soprou o apito nos dois lances em que os jogadores do Sport pediram pênaltis na derrota por 2 a 1 para o Atlético-MG, no Independência.

Globoesporte.com