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Servidores do Poder Judiciário paraibano paralisam atividades nos dias 12 e 13

A decisão foi deliberada em assembleia extraordinária das entidades representativas da categoria (Foto: Walla Santos)

Os servidores do Poder Judiciário paraibano paralisam as atividades nas próximas segunda e terça-feira, dias 12 e 13 de março. A decisão foi deliberada em assembleia extraordinária das entidades representativas da categoria.

A ASSTJE/PB e ASTAJ/PB comunicaram sobre a paralisação ao Tribunal de Justiça, ás diretorias das unidades judiciárias do estado, à Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional da Paraíba, Ministério Público Estadual e Governo do Estado da Paraíba. “Amanhã será comunicada a Defensoria Pública Estadual e solicitada à Prefeitura a utilização da Praça João Pessoa para a montagem das tendas que servirão de apoio para a concentração dos servidores durante a paralisação”, informou a ASSTJE (Associação dos Servidores da Secretaria do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba).

De acordo com a categoria, a mobilização se deve à “indefinição da presidência do Tribunal de Justiça quanto ao cumprimento do que determina a Lei da Data-Base”.

ClickPB

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Presidente do TJPB anuncia reajuste de 6.3% para os servidores do Poder Judiciário

O reajuste será pago em duas vezes, 4% retroativo ao mês de janeiro/2017, previsto para maio e, 2.3% para setembro (Foto: Divulgação)
O reajuste será pago em duas vezes, 4% retroativo ao mês de janeiro/2017, previsto para maio e, 2.3% para setembro (Foto: Divulgação)

O diálogo e a celeridade prevaleceram nas negociações em torno da definição da data base dos servidores efetivos do Poder Judiciário do Estado, segundo opinião das lideranças classistas que representam as categorias de servidores do Poder Judiciário estadual, após reunião realizada na tarde desta segunda-feira, com o presidente do Tribunal de Justiça da Paraíba, desembargador Joás de Brito Pereira Filho, que anunciou um reajuste de 6.3% para os serventuários da Justiça estadual.

O reajuste será  pago em duas vezes, 4% retroativo ao mês de janeiro/2017, previsto para maio e, 2.3% para setembro. Os servidores terão, também, um incremento de R$ 200,00 reais no valor do Auxílio Saúde, a ser pago no contra-cheque de maio, retroativo a fevereiro, conforme acordo firmado entre o chefe do Poder Judiciário e as lideranças classistas.

A proposta do presidente Joás de Brito foi aceita à unanimidade pelos líderes classistas que representam os serventuários do Judiciário estadual, presente na reunião desta segunda.

“Chegamos a um consenso, o que é muito positivo. Foi possível atender a reivindicação da classe, dentro do que comporta o orçamento do Judiciário. Agora, vamos formatar um projeto, aprovar em plenário para, em seguida, enviar à Assembleia Legislativa”, informou o presidente Joás de Brito.

O líder classista Benedito Fonseca, presidente do Sindicato dos Oficiais de Justiça (SINDOJUS), elogiou a forma célere impressa pelo desembargador Joás de Brito no trato da questão. “Quero ressaltar a forma célere com que o presidente Joás tratou o assunto, basta lembrar que bastaram apenas três reuniões para que o martelo fosse batido.

Elogio também o diretor de Economia e Finanças, Tárcio Pessoa. Espero agora celeridade no trâmite do projeto de lei que será enviado à Assembleia Legislativa para que, em maio, os servidores possam receber a primeira parcela do reajuste”, declarou.

Já o presidente do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário (SINJEP) , João Ramalho, ressaltou a forma democrática do chefe do Judiciário na condução das negociações.

“De forma democrática, chegamos hoje a uma definição da data-base. Além dos 6.3 por cento, as categorias irão receber um incremento no auxílio saúde. O mais importante é que a proposta do presidente do Tribunal foi aceita à unanimidade,isto é, por todos os representantes de categorias de servidores deste Poder”, arrematou.

Reunião – Participaram da reunião os líderes Bendito Fonseca, presidente do sindicato dos Oficiais de Justiça (SINDOJUS-PB); Ivonaldo Batista, da Associação dos Técnicos, Auxiliares e Analistas Judiciários da Paraíba (ASTAJ-PB); João Ramalho, presidente do SINJEP; Amarílio dos Santos Leite, da Associação dos Servidores da Secretaria do Tribunal de Justiça do Estado da Paraíba (ASSTJE); e Roberto Bastos, da Associação dos Oficiais de Justiça.

Assessoria

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Com menos de 3 meses no poder, vereador renuncia mandato

vereadorCom menos de 3 meses de mandato, o vereador de São Sebastião de Lagoa de Roça, Beto Lapada (PMDB), surpreendeu seus correligionários ao anunciar renúncia do cargo.

Beto Lapada, que obteve 529 votos nas eleições de 2016, justificou a sua desistência do mandato  e emendou: “Eu optei em viver  feliz”.

O ex-parlamentar disse que um sonho seu era ter uma casa, uma família e um lar, mas se continuasse na política iria perder tudo que já havia conquistado.

“A política infelizmente destrói famílias. Nós temos que abandonar o povo de casa para dar mais atenção aos de fora e isso vai destruindo tudo que conseguiu na vida”, afirmou.
O peemedebista disse que se antecipou ao futuro triste de muitos políticos como o que aconteceu no passado com o tio dele.
“Se eu continuar vamos ter outra infelicidade na família”, destacou.
MaisPB

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Procurador alerta líderes religiosos sobre abuso de poder durante as eleições

politicaO procurador da República Alexandre Assunção e Silva, que desempenha suas atividades no estado do Piauí e é coautor do artigo a “Desincompatibilização dos sacerdotes e o abuso do poder religioso nas eleições”, discorreu sobre o tema.

Ele esclareceu que a prática acontece quando um candidato ao cargo eletivo utiliza a posição de líder religioso para obtenção de votos, infringindo a legislação eleitoral.

– Já se conseguiu identificar no direito eleitoral que a posição de líder religioso favorece as práticas ilícitas eleitorais. É evidente que o direito eleitoral deve evitar a prática ilícita de qualquer candidato, inclusive pelos religiosos. Ela (a prática) está aumentando e nós sabemos que há muitas pessoas que foram eleitas para cargos do Poder Legislativo, que são líderes religiosos, se valendo da estrutura das igrejas que eles atuavam. Nem sempre, é evidente, que pode ter acontecido o ilícito. Mas, muitas vezes pode acontecer um ilícito e isso decorre de uma omissão da legislação eleitoral, de não exigir precisamente que o líder religioso, seja um pastor ou padre, se afastem três meses antes das eleições de suas funções religiosas – explicou.

Alexandre disse que expressamente a lei diz que não se pode fazer campanha eleitoral dentro de igrejas.

Sobre líderes religiosos, que não são candidatos, usar a estrutura de sua igreja apoiando terceiros no pedido de votos estão sujeitos a punições.

– Isso pode levar a propositura de uma ação até para cassação do mandato. A pessoa que pediu voto fez com conhecimento do candidato e pode caracterizar um ilícito que prejudique o candidato – disse.

A utilização de ações e estruturas de entidade filantrópica pode acarretar sanção legal e abuso do poder econômico. Os candidatos devem se afastar da direção dessas entidades, pois podem ter candidaturas impugnadas.

– O simples fato de alguns líderes religiosos apoiarem determinados candidatos isso não é irregular, mas na medida em que esse apoio ocorrer dentro do culto, ocorrer dentro da igreja isso será ilegal e fica vedado. Na medida também que o líder influenciar todos os outros fiéis para que eles votem em determinado candidato pode caracterizar um abuso do meio de comunicação dentro da igreja, fazer uma carreata, passeata da igreja para apoiar candidato foi identificado pela própria jurisprudência como ilícito. O ideal que as igrejas ficassem o mais distante possível da política – alertou.

A participação de candidatos na liturgia de cultos é permitida, se não for pedir votos. Mas, o procurador recomenda que as participações na liturgia de cultos sejam suspensas pelo menos três meses antes das eleições. É proibida a distribuição de material pelos candidatos dentro das igrejas.

Ameaças de cunho religioso por líderes aos fiéis por causa de votos devem ser denunciadas.

*As informações foram veiculadas na Rádio Campina FM. 

paraibaonline

 

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Bancada evangélica tenta dar às igrejas poder de questionar Supremo

CâmaraA bancada religiosa prepara uma nova ofensiva na Câmara para, desta vez, aprovar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que inclui as igrejas na lista de instituições capazes de propor ação direta de inconstitucionalidade ou ação declaratória de constitucionalidade ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Para analisar a proposta, o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), formou uma comissão especial composta em sua esmagadora maioria, por parlamentares a favor da medida. A comissão se reunirá por mais 40 sessões e o objetivo dos evangélicos é aprovar o projeto até o final do ano.

O texto é de autoria do deputado João Campos (PSDB-GO), o mesmo que propôs a regulamentação da “cura gay”. Para o autor da emenda, a proposta não fere o princípio da laicidade do Estado, previsto na Constituição.

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“Nesta proposta não estamos tratando de dogmas religiosos, não estamos tratando de princípios teológicos. Nós estamos tratando de matéria constitucional e corrigindo uma lacuna deixada pelo constituinte”, disse o deputado João Campos em entrevista ao iG.

Ofensiva

Esta é mais uma medida de caráter conservador que os deputados evangélicos querem emplacar na gestão de Cunha. Com apoio do presidente da Casa, a bancada religiosa já conseguiu tirar da gaveta o texto sobre a redução da maioridade penal e ainda conseguiram aprovar, no âmbito de uma das medidas provisórias do pacote fiscal, um artigo que isenta igrejas do pagamento de impostos sobre os repasses feitos a pastores e outros líderes religiosos.

Para não ter problemas com Cunha, a presidente Dilma Rousseff acabou sancionando a medida de isenção de impostos para as igrejas ao sancionar a lei que aumenta tributos para produtos importados.

Atualmente, a Constituição garante a competência para oferecer questionamentos ao Supremo para a presidente da República; para mesa do Senado Federal e da Câmara dos Deputados; para as mesas das Assembleias Legislativas ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; para os governadores de Estado ou do Distrito Federal; para o procurador-geral da República; para o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB); para partidos políticos com representação no Congresso Nacional; além de confederações sindicais ou entidades de classe de âmbito nacional.

Interesses

A depender da comissão especial instaurada na Câmara, não haverá voz dissonante para aprovação da proposta. O relator,  deputado Bonifácio Andrada (PSDB-MG), é católico e apresentará um parecer favorável.

Entre as instituições citadas no projeto está a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que chegou a ser recusada como amicus curiae (amigos da corte) quando solicitou ao Supremo, em 2008, ser ouvida no processo que tratava sobre a questão da interrupção da gravidez em caso de bebês com anencefalia.

Os parlamentares pastores também tomaram as cadeiras da comissão. Um deles é o deputado Paulo Freire (PR-SP), filho do Presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil, Pastor José Wellington Bezerra da Costa. Esta entidade também figura entre as instituições que passariam a ter o direito de questionamento ao Supremo com a aprovação do projeto.

Paulo Freire sustenta em sua biografia fazer parte de uma família de pastores. Sua mãe, irmã Vanda Freire Costa é líder Nacional da Unemad – União das Esposas dos Ministros das Assembléia de Deus, que pelas regras propostas também seria contemplada pela mudança na Constituição.

Além dele, também toma assento na comissão o pastor Marco Feliciano, (PSC-SP), que presidiu a comissão de Direitos Humanos e travou durante seus dois mandatos uma luta na Câmara para impedir o avanço de leis que garantam direitos para a população gay.

Outro membro da comissão é o deputado Pastor Eurico (PSB-PE), que protagonizou a discussão com a apresentadora Xuxa Meneguel, no ano passado, durante as discussões sobre a chamada lei da palmada. O deputado atacou a apresentadora, que defendia a aprovação da lei que pune adultos que pratiquem castigos físicos contra crianças, lembrando que ela participou de cenas eróticas com crianças no filme “Amor, Estranho Amor”.

Outro pastor presente na comissão é o deputado Missionário José Olímpio (PP-SP), da Igreja Mundial do Poder de Deus. Um dos mais fiéis seguidores de Eduardo Cunha, o deputado foi um dos 71 deputados que alterou seu voto sobre o financiamento privado das eleições no Brasil. Na primeira votação, votou contra o financiamento privado e 24 horas depois, em nova votação imposta por Cunha, votou a favor.

Questões

Entre os assuntos listados pelo autor da proposta capazes de despertar o interesse das igrejas em julgamentos do Supremo estão as questões que garantem direitos às famílias homoafetivas – que na opinião dos religiosos afetam a concepção de família defendia pela igreja, formada exclusivamente pela união entre homem e mulher.

Além disso, os evangélicos querem garantir o direito de, em suas pregações, continuar condenando as práticas homossexuais sem que isso seja enquadrado como atitude homofóbica. Os religiosos também querem usar o direito de questionamento para contestar futuramente uma eventual aprovação da proposta que tipifica o crime de homofobia.

Outro alvo dos evangélicos é a questão do uso de drogas. De acordo com o deputado João Campos, se a proposta que dá poder de questionamento às igrejas já estivesse valendo, os evangélicos já iriam se contrapor, por exemplo, ao recurso extraordinário que questiona punições para usuário de drogas, que está sendo analisado pelo Supremo.

“O argumento desse recurso é que o uso de drogas é uma decisão individual, no entanto, nós não achamos isso. O uso de drogas afeta a família e toda sociedade. Com certeza, este seria um tema que nós gostaríamos de opinar”, argumentou o deputado.

IG

Pâmela Bório diz que é vítima de abuso de poder e ação difamatória

pamela borioA ex-primeira dama do Estado, jornalista Pâmela Bório, declarou, na noite desta segunda-feira (8), que é vítima de ação difamatória e abuso de autoridade de poder. Pâmela Bório foi conduzida de forma coercitiva, hoje, para ir até a Central de Polícia prestar esclarecimentos sobre o caso da babá do filho do governador Ricardo Coutinho (PSB).

Ao deixar  Central de Polícia, Pâmela Bório narrou o momento que foi abordada  pelos policias.

“Eu estava chegando a escola quando os carro da policia interceptou o nosso veículo pedindo para eu vir até a delegacia prestar depoimento”, disse Pâmela Bório.

Após falar rapidamente com a imprensa, Pâmela Bório foi conduzida pelo seu advogado, Marcos Camelo,  até o carro e saiu  dirigindo o veículo.

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Ainda nas primeiras horas da noite desta segunda-feira, Pâmela Bório utilizou a sua conta no Instagram para fazer esclarecimentos. Ela nega que tenha sido intimada duas vezes conforme informações do superintendente da 1ª região da Polícia Civil da Paraíba, Marcos Vilela.

“Não recebi nenhuma “segunda intimação”, apenas aquela que postei aqui há 4 dias. Por isso, tanto eu quanto meu advogado fomos surpreendidos por essa manobra, tendo em vista que o acordo do meu comparecimento na terça foi feito entre ele e o delegado Reinaldo da Nóbrega de Almeida – sim, o mesmo que foi até à minha residência com mais outros dois policiais algumas horas após o ocorrido com a babá, no feriado do dia 4 de junho”, diz trecho do texto escrito pela jornalista.

Roberto Targino – MaisPB

Urnas mostram que paraibanos optaram por manter no poder famílias de tradição política

arvore-genealogicaCunha Lima, Maranhão, Ribeiro, Gadelha, Vital do Rêgo, Toscano e Morais são alguns sobrenomes já conhecidos pelos eleitores paraibanos que continuarão na cena política do estado pelos próximos quatro anos, seja na Assembleia Legislativa, na Câmara dos Deputados ou no Senado Federal.

As eleições do último domingo (5) apontam que os paraibanos optaram por manter no poder famílias de tradição política. A renovação na Casa Epitácio Pessoa chegou a casa dos 41,6%, enquanto na Câmara Federal o índice foi de apenas 25%.

A deputada estadual Daniella Ribeiro (PP), por exemplo, que conseguiu a reeleição com uma das votações mais expressivas, é irmã do deputado federal Aguinaldo Ribeiro (PP) e filha do presidente estadual do Partido Progressista (PP), Enivaldo Ribeiro, ex-prefeito de Campina Grande.

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Eleito deputado estadual com 26.594 votos, Renato Gadelha (PSC) é irmão do ex-deputado federal Marcondes Gadelha (PSC) e tio do prefeito de Sousa, André Gadelha (PMDB).

O deputado estadual eleito, Nabor Wanderley (PMDB), ex-prefeito de Patos, é pai do deputado federal reeleito, Hugo Motta (PMDB).

Raniery Paulino (PMDB), reeleito deputado estadual, é filho do ex-governador Roberto Paulino (PMDB), que disputou o cargo de vice-governador na chapa encabeçada pelo senador Vital do Rêgo Filho (PMDB).

Dinaldinho (PSDB) será um dos novos nomes a chegar à Assembleia Legislativa, mas já é conhecido na região de Patos, por ser filho do ex-prefeito da cidade, Dinaldo Wanderley (PSDB).

Bruno Cunha Lima (PSDB) também figura entre os parlamentares com laços de sangue com o candidato a governador Cássio Cunha Lima (PSDB), pai do deputado federal mais votado no pleito de domingo, Pedro Cunha Lima (PSDB).

Tovar Correio Lima também tem vínculos com a família do senador tucano. Ele é casado com a filha do conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE), Fernando Catão, tio de Cássio.

Filha de Zenóbio Toscano (PSDB), prefeito de Guarabira, Camila Toscano (PSDB), chega ao parlamento estadual para ocupar a vaga da mãe, a deputada estadual Léa Toscano (PSB).

Reconduzido à Assembleia Legislativa com 29.576 votos, Caio Roberto (PR) é filho do deputado federal reeleito Wellington Roberto, presidente estadual do PR.

O deputado federal Benjamin Maranhão (SDD) também conseguiu a reeleição. Ele é sobrinho do senador eleito da Paraíba, José Maranhão, presidente estadual do PMDB.

Efraim Filho (DEM) volta à Câmara Federal sob as bênçãos do pai, o presidente estadual do DEM, Efraim Morais.

O ex-prefeito de Campina Grande, Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), logrou êxito nas urnas e passará a ocupar o mandato de deputado federal a partir de 2015. Ele é irmão do senador Vital do Rêgo Filho (PMDB), terceiro colocado nas eleições para governador, e filho de Nilda Gondim (PMDB), primeira suplente do senador José Maranhão.

BlogdoGordinho

Seis passos para ativar seu poder de sedução

seduçaoUma pesquisa realizada pela Durex Global Sex Survey, que analisou o comportamento sexual em vários países, sendo 1.004 homens e mulheres entre 18 e 65 anos no Brasil, apontou que metade dos brasileiros está insatisfeita com a sua vida sexual.

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Outro estudo recente, feito pela Universidade do Kansas, nos Estados Unidos, mostrou que 68% das mulheres já fingiram o orgasmo. Para a fisioterapeuta íntima e educadora sexual, Paula Milena, uma das razões para explicar esses resultados é o fato de que muitas mulheres mantêm suas zonas erógenas adormecidas.

“Elas precisam pensar mais em sexo e investir em estímulos”, ensina.

Um deles é o exercício que fortalece a musculatura vaginal, pois isso deixa a região mais sensível.

“Deitada ou sentada, a mulher deve fazer um movimento para contrair o ânus, como se estivesse segurando os gases. Contar até vinte e relaxar”, ensina a fisioterapeuta. Segundo Paula, isso pode ser repetido 20 vezes, no mínimo, três vezes ao dia. Com essa atividade regular, naturalmente a região vai ficando mais sensível, o que aumenta o prazer na relação sexual.

“Durante a penetração, a mulher pode contrair essa musculatura, apertando o pênis, pois isso também garante mais prazer ao casal”, acrescenta.

Outra dica é apostar nos vibradores que, de acordo com Paula, são uma ótima opção para ajudar a mulher a descobrir e estimular suas áreas mais sensíveis.

“Há modelos menores e mais discretos, eles são indicados porque ativam a parte física e também contribuem com a questão psicológica, pois ajudam a mulher a se sentir mais confiante na hora de explicar ao parceiro o que gosta e como quer ser estimulada”, comenta.

Em busca do prazer

A Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (ABEME) divulgou recentemente que as mulheres continuam sendo as principais consumidoras deste mercado, com 60% do consumo. Para a educadora sexual, Neusa Pandolfo, isso prova que as mulheres estão buscando alternativas para investir no relacionamento.

“Infelizmente, muitas pessoas que enfrentam crise no relacionamento, tentam salvá-lo indo a um sex-shop. É importante manter o desejo e a sexualidade em alta antes que a rotina tome conta do relacionamento”, orienta ela.

Para Neusa, recorrer ao mercado erótico pós-crise pode até intensificá-la, afinal, a sintonia entre o casal já estará comprometida. Por isso, ela sugere investir nisso como uma prevenção.

“Só não vale ficar refém desses itens”, alerta. A especialista diz que usá-los de vez em quando é o mais correto, pois assim se cria uma expectativa em relação à brincadeira.

“Um encontro com algo diferente e quatro sem nada novo”, ensina. Para Neusa, isso tende a aproximar o casal e, o melhor, aumenta a autoestima de ambos.

“Com o tempo, a mulher vai estimulando seu parceiro, ela pode sugerir que ele compre algo diferente ou até o convidar para ir a um sex-shop e escolher juntos alguma novidade para esquentar a relação”, completa.

Paula diz ainda que o casal não pode abrir mão dos cuidados diários do relacionamento.

“Mensagens sacanas, beijo na boca com desejo, jantares e, claro, expor e realizar suas fantasias sexuais”, diz. Para ela, a melhor maneira de manter o desejo ativo é se reinventar diariamente, alimentar a intimidade e nunca perder a vontade de fazer coisas juntos.

Veja a seguir seis passos para manter o desejo sexual ativo:

Vença a timidez

A mulher precisa de estímulo e, sentir-se desejada, é uma forma de ativar a sensualidade. “Comece devagar, aos poucos, vencendo a timidez e agindo de maneira natural. Um bom exercício, é passar o creme hidratante pelo corpo em frente ao parceiro”, ensina. A ação parece corriqueira, mas cria um clima sedutor. Com certeza, ele vai observá-la com desejo e isso irá alimentar a sua autoestima. Inspire-se: As cenas de dança mais sensuais do cinema.

Lingerie certa

Saia do banho nua e desfile em frente ao parceiro. Despois escolha uma lingerie sexy e coloque-a sem pressa. A ação parece corriqueira, mas tem um grande potencial para despertar o desejo entre o casal. Ele vai prestar atenção em cada detalhe e querer tirar a peça logo em seguida. Leia mais: Para eles, lingerie sexy é preta.

Busque inspirações

Outra maneira, segundo Paula, para manter o desejo ativo é ler contos eróticos e assistir filmes com apelo mais sensual. “A mulher precisa deste estímulo, um romance com uma ‘pegada’ mais sedutora já mexe com os sentidos femininos”, diz a especialista.

Fantasie!

Isso mexe com o imaginário e eleva a autoestima. Deixe fluir a imaginação, mesmo que nem tudo possa ser concretizado. Se imaginar que o seu marido é o galã da novela te excita, deixe rolar, sem culpa, afinal isso não é traição, apenas alimento para o desejo. Leia mais: Homens e mulheres têm fantasias sexuais diferentes.

De olho no visual

Com o tempo, o casal tende a relaxar com o próprio visual. Por isso, cuidado. Se sentir desejado é essencial para manter o desejo ativo, portanto se arrumar para o parceiro é um hábito que não pode ser esquecido. Saiba mais: Como manter a beleza em dia sem maquiagem.

Teste novidades

Por fim, arrisque! Busque novidades e teste-as antes de o sexo esfriar. Existem muitos cosméticos eróticos que estimulam e causam efeitos diferentes na hora da relação. O casal pode brincar e descobrir quais agradam mais. Veja: As novidades no mercado de produtos eróticos.

 

iG

DEMARCANDO PODER: Dilma se reúne com Michel Temer na segunda para definir espaços do PMDB na reforma ministerial

dilma-vital regoOs espaços do PMDB na reforma ministerial iniciada pela presidente Dilma Rousseff (PT), serão demarcados na próxima segunda-feira (03), em reunião da petista com o com o vice-presidente da República Michel Temer para tratar do assunto.

De acordo com a edição da Folha de São Paulo deste sábado (01) a presidente Dilma Rousseff (PT) marcou a reunião devido a insistência do vice presidente que tem recebido queixas de peemedebistas pela demora da presidente em definir o espaço da legenda na nova configuração da Esplanada. Um dos nomes cotados para assumir um ministério na reforma de Dilma, é o senador paraibano Vital do Rêgo (PMDB-PB).

Segundo matéria publicada no Uol e no Jornal o Globo, o senador Vital do Rêgo tem o apoio irrestrito da bancada do partido no Senado e na Câmara para assumir uma ministério no governo da presidente Dilma.

Segundo o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (PMDB-AM), esteve na última quinta-feira (30) com a presidente por cerca de duas horas, Vital tem total apoio das bancadas. “A presidente não definiu ainda a reforma, mas o senador Vital tem o apoio irrestrito da bancada do partido no Senado e na Câmara e temos grandes expectativas em relação ao seu nome. O PMDB é um partido importante na base e a bancada no Senado tem reivindicado mais espaço no governo. A presidente está conversando com o PMDB e em breve se manifestará”, afirmou.

Encontram-se ainda sobre o balcão as pastas da Ciência e Tecnologia e dos Portos. Na conta do PMDB, o PT controla 17 dos 39 ministérios de Dilma. Cedendo uma poltrona, facilitaria a vida da presidente. Ainda está no arco de possibilidades do senador Vital a pasta da Integração Nacional, do Turismo, da Secretaria dos Portos e da Comunicação.

PBAgora

Bancada Evangélica quer manter poder sobre Comissão de Direitos Humanos da Câmara

bancadaEntusiasmados com a visibilidade que o deputado Marco Feliciano (PSC-SP) conquistou durante o ano, integrantes da bancada evangélica querem manter sob seu domínio a Comissão de Direitos Humanos da Câmara.

As articulações começaram logo após a despedida de Feliciano, que deixou o cargo na semana passada e, pelas regras da Câmara, não pode mais ser reconduzido à presidência do colegiado.

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A estratégia dos evangélicos é convencer os partidos a indicar o maior número de representantes da bancada religiosa para compor a comissão em fevereiro, quando os deputados voltam ao trabalho após o recesso do fim de ano.

A avaliação de integrantes da bancada é que a comissão poderá ser um palco importante para os evangélicos defenderem seus pontos de vista e conquistarem votos nas eleições do próximo ano.

Em 2013, os trabalhos da comissão foram tumultuados devido à resistência dos movimentos sociais a Feliciano, a quem muitos militantes acusam de racismo e homofobia.

Mesmo sob ataque, inclusive durante a onda de protestos de rua de junho, ele permaneceu no comando da comissão e promoveu iniciativas polêmicas, como o projeto que autoriza psicólogos a oferecer tratamento a gays.

Um dos nomes que circula na bancada para representar os religiosos é o do deputado Marcos Rogério (PDT-RO). Alinhado a Feliciano, ele ajudou a derrubar projetos de interesse de movimentos sociais, como o que garantia igualdade no serviço público, independentemente de gênero e raça.

A movimentação dos religiosos, no entanto, pode esbarrar numa contraofensiva preparada por deputados ligados aos ativistas para evitar que as bancadas dos principais partidos transfiram suas vagas a siglas menores.

O Partido Social Cristão só assumiu o controle da Comissão de Direitos Humanos neste ano porque o PT, que a presidia, abriu mão do direito de continuar no comando e preferiu ficar com outras três comissões, incluindo a de Constituição e Justiça, a mais poderosa da Câmara.

O PSC não tinha direito a nenhuma vaga no colegiado, mas ficou com cinco cadeiras na comissão. Cederam vagas para a legenda o PMDB e o PTB. PSDB e PR também perderam espaço para integrantes da bancada evangélica.

Maior partido da Câmara, o PT marcou para o dia 3 de fevereiro uma reunião para definir o novo líder da bancada e as comissões que vai escolher para presidir em 2014. Comissões que garantam apoio a projetos de interesse da presidente Dilma Rousseff deverão receber prioridade.

Ex-ministro dos Direitos Humanos, o deputado Nilmário Miranda (PT-MG) tenta convencer o PT a retomar o controle da Comissão de Direitos Humanos. Já falou com 47 dos 89 deputados do PT e diz que o cenário é positivo.

O petista sustenta, no entanto, que a composição tem que ser um compromisso de todas as siglas. “Feliciano interrompeu 18 anos de serviço. A comissão viveu um ano de retrocesso, com uma pauta homofóbica, racista, discriminatória, contrária aos direitos humanos”, afirmou.

Evangélico, o deputado federal Anderson Ferreira (PR-PE) disse que os religiosos são alvo de preconceito. “Como pode um deputado evangélico sofrer discriminação ao buscar a presidência da Comissão de Direitos Humanos?”, questionou.

Segundo ele, que fez parte da comissão pelo segundo ano consecutivo, o colegiado avançou ao tratar de assuntos de interesse dos povos indígenas e dos negros. “Foi o ano de mais visibilidade nacional e de mais discussões para o setor”, afirmou. “Antes, a comissão tinha uma minoria que ditava regras.”

AFP