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280 mil pessoas deixaram de ter plano de saúde em 2017, diz ANS

O número de beneficiários de planos de saúde caiu 0,59% em 2017, passando de 47,58 milhões no ano anterior para 47,3 milhões. O número de pessoas que passaram a ficar descobertas é menor que em 2016, quando os planos perderam 1,4 milhão de usuários. Os dados, obtidos pela GloboNews, serão divulgados nesta terça-feira (23) pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Na passagem de novembro para dezembro de 2017, no entanto, houve aumento no número de beneficiários. O total de pessoas seguradas passou de 47,19 milhões para 47,58 milhões, uma elevação de 0,22%.

Planos de empresas e individuais

Em 2017, o recuo da taxa de desemprego foi marcado pelo aumento do trabalho por conta própria e sem carteira assinada, enquanto a recuperação do nível de emprego com carteira segue mostrando dificuldades. Em meio a esse cenário, o número de pessoas com plano de saúde empresarial diminuiu 0,22% no ano.

Em dezembro de 2017, a quantidade de pessoas com planos de saúde empresariais era de 31,4 milhões de pessoas, contra 31,5 milhões no ano anterior.

O último mês do ano mostrou ritmo de queda maior que a redução de 2017 como um todo: na passagem de novembro para dezembro, a queda da quantidade de pessoas com planos de saúde empresariais foi de 0,31%.

Enquanto isso, o número total de pessoas com planos de saúde individuais recuou 2,15% no ano. Em dezembro de 2017, a quantidade era de 9,17 milhões, contra 9,38 milhões no mesmo mês do ano anterior. Na passagem de novembro para dezembro, no entanto, houve leve alta de 0,08%.

G1

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4º BPM define plano de policiamento para Romaria de Frei Damião em Guarabira

Em uma reunião realizada na manhã desta quinta-feira (4), o Comando do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) definiu o plano de policiamento da tradicional Romaria Diocesana ao Santuário do Memorial Frei Damião, que neste ano chega à 30ª edição e será realizada no dia 28 de maio.

Estão sendo esperadas, de acordo com os organizadores, aproximadamente 20 mil pessoas, que subirão em procissão a Serra da Jurema, onde fica localizada, a 370 metros de altura, a estátua do Frei Damião.

De acordo com o que ficou definido na reunião, conforme informou o comandante do 4º BPM, major Gilberto, o policiamento será feito a pé e motorizado, durante a concentração, o percurso e até o memorial, onde será realizada uma celebração religiosa.

O trabalho de policiamento será feito já a partir da meia-noite do domingo, quando acontece a vigília e começam a chegar caravanas vindas de diversos municípios paraibanos e até de outros Estados.

Além do major Gilberto, do 4º BPM participaram da reunião o oficial responsável pela Seção de Planejamento, Asp Castro, e o comandante da 1ª Companhia, sediada em Guarabira, Cap Jarbas.

Também estiveram presentes o padre José Renato, reitor do Santuário, além de policiais do Choque, CPTran, Corpo de Bombeiros e agentes da STTrans.

Assessoria 4º BPM

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Para evitar proximidade com partidos “golpistas”, PT-PB prepara Plano B e já admite candidatura própria em 2018

O Partido do Trabalhadores na Paraíba, atualmente alinhado com o governo estadual, sob o comando do governador Ricardo Coutinho (PSB), já admite levantar um voo solo, nas eleições de 2018, na disputa pelo Governo da Paraíba, caso o PSB decida se alinhar com alguns dos partidos que participaram ativamente para o impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT).

A hipótese foi defendida nesta terça-feira (02) pelo deputado estadual Anísio Maia (PT).

Ele disse que o partido não fará aliança com nenhuma sigla “golpista” e para evitar surpresas futuras o PT já tem como plano B o lançamento de uma candidatura própria ao Governo do Estado. O nome, no entanto, ainda não foi definido.

“O PT não tem medo de eleição. O PT tem um plano B. Se a nossa proposta não for vitoriosa, nós vamos ter candidato sim a governador da Paraíba em 2018. O primeiro plano é a união das forças, juntar o PSB, o PT, o PC do B, partidos de esquerda, personalidades independentes, todos que forma contra o golpe a fim de continuarmos juntos lutando não apenas pelo Brasil, mas também pela Paraíba. Se não for assim, teremos candidato a governador, sem nenhum problema, assim como fizemos em 2016, na disputa pela prefeitura de João Pessoa, também lançaremos um nome par ao Governo do Estado. O PT tem garra para enfrentar qualquer dificuldade”, avisou Maia.

Entre os partidos que Maia descartou aproximação estão o PMDB do senador José Maranhã, o PSDB do senador Cássio Cunha Lima e o PSD do deputado federal Rômulo Gouveia.

“Caso o PSB estabeleça um acordo com o PMDB e o candidato seja Raimundo Lira, nós jamais aceitaremos. Se o PMDB, o PSDB ou outro partido golpista como o PSD vir para aliança nós também não apoiaremos. O PT tem um compromisso nacional firmado que impõe que nós não iremos apoiar nenhum golpista. Não tem acordo. E se Cartaxo vier para o bloco do governador, nós também não apoiaremos. Onde tiver golpista a gente não fica”, arrematou.

DISPUTA PELO SENADO

Na disputa por duas vagas no Senado Federal, o deputado Anísio Maia não precisou esperar chegar a 2018 para apresentar os planos do PT. “Luiz Couto será o nosso senador. É único candidato que pode bater no peito e dizer ‘eu tenho a ficha inteiramente limpa, eu sou transparente, eu só votei em propostas que defendiam o povo, eu nunca votei em proposta indecorosa’. Só tem um que eu conheço que possa ser senador na Paraíba. Chama-se Luiz Couto”, declarou o deputado.

PB Agora

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Funcionária de agência boliviana questionou plano de voo da LaMia

O Jornal Hoje, da TV Globo, teve acesso ao plano de voo do avião da LaMia que caiu com a delegação da Chapecoense, na madrugada de terça-feira, e a um documento com um relato de uma funcionária da da Aasana, a agência nacional de aviação da Bolívia. Segundo os documentos, Celia Castedo Monasterio questionou o piloto Miguel Quiroga sobre a autonomia do avião para o trajeto. Ela alertou que a capacidade de armazenamento de combustível da aeronave não era adequada para o plano de voo determinando e que faltava um plano alternativo, pois a quantidade de combustível seria insuficiente em caso de emergência.

Plano de voo da LaMia (Foto: Reprodução)Plano de voo da LaMia (Foto: Reprodução)

A principal observação da funcionária teria sido com o tempo de voo entre Santa Cruz de la Sierra e Medellín. Celia alertou a um despachante da companhia que a duração era igual à autonomia de combustível da aeronave. Segundo os documentos aos quais o jornal teve acesso, o tempo de rota era de 4h22min, assim como a autonomia. Em resposta, o despachante disse ter conversado com o piloto, que insistiu na realização do voo, afirmando que a autonomia era suficiente e que faria a viagem em menos tempo.

– Não, senhora Celia, essa autonomia me passaram, é suficiente. Assim, não apresento mais nada. Vamos fazer em menos tempo, não se preocupe. É assim, fique tranquila, está bem.

A funcionária da Aasana não tinha autoridade para impedir a realização do voo. Esta responsabilidade cabia à Departamento de Aviação Civil da Colômbia. A agência ainda não se manifestou sobre o caso. Celia Castedo foi afastada de suas funções nesta quinta-feira.

Acidente avião chapecoense  (Foto: Agência Reuters)Acidente com avião da Chapecoense matou 71 pessoas (Foto: Agência Reuters)

Um comandante entrevistado pelo jornal boliviano “El Deber” criticou o plano. Segundo ele, a autonomia não deveria ser igual ao tempo de voo.

– Quando se faz um plano de voo, se deve contemplar a carga de combustível para ir desde o ponto de decolagem ao destino. Além disso, se deve contemplar o tempo que demoraria chegar a um aeroporto alternativo em caso de emergência ou de reabastecimento, somado a 45 minutos de autonomia no ar diante de qualquer eventualidade – disse o comandante, que não teve seu nome revelado e que classificou o plano de voo como uma “cadeia de erros”.

IML Medellín (Foto: Vicente Seda / GloboEsporte.com)IML de Medellín já identificou corpos (Foto: Vicente Seda / GloboEsporte.com)

A Chapecoense espera dar início ao velório coletivo das vítimas do acidente aéreo nesta sexta-feira. Havia uma previsão inicial para as 12h, mas que foi adiado em função de alguns atrasos. O Verdão acredita que as celebrações comecem entre o fim da tarde e o início da noite. Segundo o clube, há uma força-tarefa de funerárias em Medellín, na Colômbia, para o embalsamento dos corpos identificados e o posterior embarque ao Brasil.

O Verdão agora trabalha na estrutura da Arena Condá para receber cerca de 100 mil pessoas na despedida. Por metidas de segurança, os torcedores podem ficar apenas na área das arquibancadas e não circulariam entre os caixões. Dois telões devem ser colocados fora do estádio com imagens do velório.

Arena Condá Chapecoense (Foto: Diego Madruga)Arena Condá se prepara para receber vítimas (Foto: Diego Madruga)

Uma preocupação do clube catarinense é com o trajeto do aeroporto até o estádio. Em função da comoção da cidade e das pessoas que devem acompanhar os veículos de transporte, a Chape trabalha com a ideia de que os oito quilômetros de distância possam ser feito em cerca de duas horas.

Antes do velório coletivo haverá um tempo reservado aos familiares. A programação é de que 45 minutos para os entes e depois os torcedores podem fazer as homenagens. Os corpos sepultados na cidade devem ficar até oito horas na Arena Condá. Os que seguirão para outras cidades a expectativa é de quatro horas.

Na manhã desta quinta, profissionais do clube e voluntários se dedicaram à limpeza da Arena Condá. Com muito lixo em função da homenagem na noite de quarta, eles trabalharam para deixar o estádio em condições de receber o velório coletivo. Paralelamente, a empresa de cerimônias contratada finaliza a estrutura no gramado para receber os caixões.

A expectativa é que os corpos cheguem ao Brasil entre sexta e sábado. A Chapecoense preparada um velório coletivo na Arena Condá. A previsão é que cerca de 100 pessoas acompanhem o acontecimento.

INFO - acidente avião chapecoense v3 (Foto: Editoria de Arte)
Globoesporte.com

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Banco do Brasil anuncia plano para fechar 781 agências no país

banco-do-brasilCom o objetivo de tornar sua estrutura mais eficiente, o Banco do Brasil anunciou, neste domingo (20), um plano de reestruturação que deverá fechar agências e enxugar a estrutura administrativa do banco. A instituição também confirmou o plano de incentivo à aposentadoria de funcionários, esperado desde outubro.

Nessa reformulação, 781 agências de um total de 5.430 deixarão de existir —o que corresponde a 14%. Dos pontos fechados, 379 serão convertidos em postos de atendimentos, uma versão menor e mais barata de servir ao cliente. As outras 402 serão desativadas, somando-se a outras 51 agências que começaram a ser fechadas em outubro.

Em comunicado ao mercado, o banco diz que a rede de atendimento será reorganizada para adequá-la “ao novo perfil e comportamento dos clientes” e que não comprometerá a presença do BB nos municípios em que atua. As mudanças devem ocorrer ao longo de 2017.

A instituição tem hoje mais agências que seus concorrentes, incluindo o Bradesco, que soma 5.337 pontos após a incorporação do HSBC, em julho deste ano. O Bradesco fechou a compra do braço brasileiro do HSBC em agosto do ano passado.

Também serão enxugadas 31 superintendências regionais, e três diretorias serão extintas, com funções redistribuídas para outras áreas.

Com a reformulação, o Banco do Brasil espera economizar R$ 750 milhões, sendo R$ 450 milhões com a nova estrutura organizacional e R$ 300 milhões com redução de gastos com transporte de valores, segurança e despesas com os imóveis.

As mudanças também devem permitir à instituição diminuir em quase 10 mil o número de funcionários, que hoje são 109 mil. Para isso, um programa de incentivo à aposentadoria será aberto.

O Banco do Brasil tem hoje 18 mil empregados que já poderiam ter deixado o mercado de trabalho, mas seguem na ativa. Eles terão até 9 de dezembro para aderir ao plano, e deverão receber um bônus de 12 salários, além de indenização por tempo de serviço —variando entre um e três salários.

Ainda assim, o banco seguirá com um quadro funcional amplo: Itaú tem hoje 82 mil funcionários, enquanto o Santander emprega menos de 50 mil pessoas. O Bradesco emprega 110 mil, considerando os funcionários que vieram do HSBC.

Uol

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Correios irão lançar plano de demissão voluntária e pretende afastar 8 mil funcionários

correiosOs Correios irão lançar um plano de demissão voluntária (PDV) aos funcionários. Segundo a estatal, o público-alvo serão os funcionários com mais de 55 anos, aposentados ou com tempo de serviço para requerer a aposentaria.

Em nota, os Correios informou que “está aguardando aprovação do Ministério do Planejamento para apresentar” o plano.

Reportagem desta terça-feira do jornal “O Estado de S. Paulo” afirma que o PDV poderá proporcionar uma economia de R$ 850 milhões a R$ 1 bilhão por ano à estatal. Ainda segundo a reportagem, para incentivar a adesão ao plano, os Correios poderão oferecer uma espécie de “salário-demissão”, que poderá garantir até 35% do salário por 10 anos.

Segundo o Blog do Camarotti, informações preliminares que chegaram ao Palácio do Planalto indicam que o rombo nas contas do Correios pode chegar a R$ 3 bilhões.

Os Correios ainda não divulgaram balanço referente ao ano de 2016. No ano passado, a estatal fechou com um prejuízo de R$ 2,1 bilhões.

Em razão da crise financeira, os Correios anunciaram no início do ano um plano para tentar reverter o atual déficit nas contas da estatal e conseguir uma economia de pelo menos R$ 1,6 bilhão neste ano. Entre as ações anunciadas, estão cortes em gastos de custeio administrativo, como a economia em passagens aéreas e a revisão de contratos de aluguel; o fechamento de agências aos sábados; e aposta na diversificação de serviços, como maior oferta de consórcios nas agências e a entrada dos Correios no mercado de telefonia móvel.

G1

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Couto diz que foi alertado sobre plano para matá-lo na Paraíba

coutoO deputado federal Luiz Couto (PT-PB) recebeu nesta quinta-feira (22), um aviso, através de email, de uma suposta orquestração para matá-lo antes das eleições municipais deste ano.

De acordo o  comunicado através de email, o plano estaria sendo arquitetado por um  ex-policial  custodiado no 5º Batalhão da PM, no bairro de Valentina e que estaria contratando pistoleiros para assassinar o parlamentar.

Ao tomar conhecimento do alerta, o deputado entrou em contato com o secretário de Segurança e Defesa Social da Paraíba, Cláudio Lima – que disponibilizou  policiais a serviço da proteção do parlamentar – e com o governador do Estado, Ricardo Coutinho, para informá-los e solicitar a adoção de providências.

Nesta sexta-feira (23), o parlamentar encaminhou formalmente ofícios à superintendência de Polícia Federal, à Secretaria de Segurança Pública, à Corregedoria Geral de Polícia, ao Comandante Geral da PM e ao próprio governador da Paraíba relatando o ocorrido.

MaisPB

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Sargento da PM/PB defende que Plano Estadual de Segurança Pública seja colocado em prática

 
sargento pereiraO Governo quer resolver a questão dos roubos a bancos, violência e criminalidade na Paraíba? O que acha de começar pela efetivação do “Plano Estadual de Segurança Pública”?
 
O Plano Estadual de Segurança Pública foi construído a partir do “Fórum Paraíba Unida pela Paz”, ocorrido na primeira gestão do governador Ricardo Coutinho no ano de 2010.  Ao termino do Fórum, deu-se início 07 (sete) Câmaras Temáticas para discutir a problemática da violência na Paraíba.
 
Durante quatro meses, especialistas, entidades de classes, instituições, segmentos sociais e policiais coletaram inúmeras informações a respeito da violência, criminalidade, as necessidades das instituições que compõem o sistema policial na PB, e de seus profissionais. Desta forma, apresentaram alternativas para estas demandas. A partir destas informações, foi montada uma equipe de especialistas, mestres e doutores, objetivando construir teoricamente uma “Política de Segurança Pública Estadual” para ser entregue ao governante.
 
Participaram desde o Fórum, passando pelas Câmaras Temáticas, até o documento final, a doutora em Psicologia Social – professora Maria Nazaré Tavares Zenaide da UFPB; o ex-subcomandante Geral da PM/PB – coronel Washington França; advogada e mestre Valdenia Aparecida Paulino Lanfranchi (Ouvidora de Polícia); o sargento Astronadc Pereira PM/PB (Psicólogo, especialista em  Criminologia e Psicologia Criminal); Almir Lauriano (Movimento Sou da Paz e titular do CONASP (Conselho Nacional de Segurança do Brasil); coronel PM/PB Francisco de Assis Castro; João Bosco Francisco do Nascimento (presidente do Conselho dos DH/PB); e o secretário executivo da Segurança Pública da PB – delegado Jean Francisco Bezerra Nunes, conforme publicação no Diário Oficial 15.243, de 24 de maio de 2013 (página 9). Todos têm vasta experiência e são especialistas nos temas, além de serem estudiosos das demandas do Fórum. 
 
O documento foi concluído, mas Infelizmente a Paraíba não tomou conhecimento. Um documento que nasceu dá própria sociedade organizada e que deve ser apresentado à Paraíba como Política de Estado.
 
 
 
Focando a Notícia, com sargento Astronadc Pereira

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Diminuindo o SUS: Governo vai ampliar discussão sobre plano de saúde ‘popular’ após críticas

plano-de-saudeDepois de receber novas críticas de entidades de saúde e defesa do consumidor em relação à proposta de um “plano de saúde popular”, com menos serviços do que o ofertado pelos planos atuais, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, anunciou nesta segunda-feira (8) que irá ampliar o grupo de trabalho criado para discutir a projeto dentro do governo.

A mudança ocorre após críticas de entidades como a Proteste (Associação Brasileira de Defesa do Consumidor), para quem a composição do grupo apenas por representantes do governo e de empresas de planos de saúde trazia riscos de “retrocesso” aos direitos dos usuários desses serviços.

Inicialmente anunciado como plano de saúde “popular”, o projeto, rebatizado agora de plano “acessível”, prevê mudança nas regras da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para que sejam ofertados no mercado planos com cobertura menor de procedimentos do que o rol mínimo obrigatório definido pela agência.

Jorge Hely/Brazil Photo Press/Folhapress
O ministro da Saúde, Ricardo Barros, no lançamento do Centro de Operações Conjuntas da Saúde para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos
O ministro da Saúde, Ricardo Barros

Em contrapartida, Ricardo Barros tem defendido que os preços também sejam menores, como forma de aumentar os atendimentos no setor privado e, assim, “aliviar a demanda no SUS”.

Além da Proteste, o governo também deve convidar para fazer parte do grupo de trabalho representantes de Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) e de entidades médicas como o CFM (Conselho Federal de Medicina) e a AMB (Associação Médica Brasileira). A Abramge, associação que representa planos de saúde, também deve entrar no grupo, segundo o ministério.

Na sexta-feira (5), o CFM divulgou nota em que afirma que a oferta de planos populares “apenas beneficiará os empresários da saúde suplementar e não trará solução para os problemas do SUS”.

PLANOS INDIVIDUAIS

Diante da polêmica, o ministro da Saúde voltou a rebater as críticas nesta segunda-feira (8) e disse esperar que a medida traga economia de R$ 20 bilhões por ano.

Ainda segundo a pasta, a ideia é “ampliar a oferta de planos individuais” –hoje, 70% das operadoras ofertam planos coletivos, ligados a empresas e instituições, por exemplo.

A previsão é que o projeto que prevê planos menores e mais baratos seja finalizado em até 60 dias. Após esse período, a possível oferta no mercado deve ser avaliada pela ANS, responsável por regular o setor.

Folha de São Paulo

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Plano de saúde mais barato aliviará gasto com financiamento do SUS, diz ministro

plano-de-saude-funcionarios-publicosO ministro da Saúde, Ricardo Barros, disse nesta segunda (8), durante almoço-debate do Grupo de Líderes Empresariais (Lide), que a implantação de planos de saúde populares permitirá o acesso de mais pessoas a esses serviços, aumentando a integração hospitalar no país. Segundo Barros, a criação de um plano de saúde com custos menores poderia aliviar os gastos com o financiamento do Sistema Único de Saúde (SUS).

Em palestra sobre o tema Gestão transformadora para a saúde pública, Barros disse que os planos ambulatoriais já são autorizados, com a contratação de diversos tipos de modalidade, e que o governo não estabelecerá modelos para os novos planos, cabendo a cada empresa propor seu modelo para o mercado.

“Queremos mais recursos para a saúde e, como estamos nessa crise fiscal, se tivermos planos acessíveis com modelos de que a sociedade deseje participar, teremos R$ 20 ou R$ 30 bilhões a mais de recursos que serão colocados para atendimento de saúde. Isso vai aliviar nosso sistema, que está congestionado”, afirmou.

Na última sexta-feira (5), entrou em vigor o grupo de trabalho criado pelo Ministério da Saúde para discutir e elaborar um projeto sobre o tema. A portaria foi publicada no Diário Oficial da União. A proposta consiste em oferecer planos de saúde com menos serviços do que o que foi definido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) como cobertura mínima obrigatória. A adesão a tais planos seria voluntária. Responsável pela regulação do setor de planos de saúde, a ANS tem atualmente um rol de procedimentos obrigatórios que as empresas devem oferecer aos clientes.

As operadoras não serão obrigadas a oferecer esse tipo de plano. “Precisamos criar um mecanismo que possa simplificar a regulação para permitir que a oferta de serviço à população seja mais ampla. Quem regula é a ANS, quem fiscaliza é o Procon, e as pessoas aderem, ou não, livremente. Ninguém é obrigado, e quem não está satisfeito não precisa continuar pagando o plano de saúde. É uma questão de oferta e qualidade do serviço e de manutenção dessas pessoas no sistema, que alivia o SUS.”

Barros informou que está convidando todos os atores ligados ao setor para fazer parte do grupo de trabalho e avaliar a proposta de acordo com o que pode ser melhor para esse plano, para que todos possam contribuir para a construção de uma proposta adequada que leve a população a ser atendida sem enfrentar grandes filas. A ideia é resolver o problema com melhora na qualidade no atendimento primário.

Quanto às críticas de especialistas à possibilidade de adesão do consumidor a determinados planos e uma possível necessidade posterior de atendimentos não cobertos pelo plano, Barros observou que isso já acontece atualmente com os planos de saúde existentes. “Esse risco já está no mercado. As pessoas escolhem planos com diferentes coberturas. Não entendo por que os especialistas estão se especializando em criticar o que já está no mercado. Não vai mudar nada, só queremos que a regulação permita menos cobertura e menos custo e que mais brasileiros ajudem a saúde do Brasil.”

O ministro destacou que o rol mínimo existe e que a ideia com essa proposta é colocar um “rol mínimo do mínimo”, para que os planos possam oferecer esses produtos dentro de uma exigência menor. “De qualquer forma, todo brasileiro tem direito ao SUS. Se ele não for atendido no plano, vai ser atendido no SUS igual. O que eu não vejo é como se pode entender que é ruim para o Brasil se houver mais brasileiros querendo colocar algum dinheiro para que o atendimento à sua saúde seja mais ágil. Nós estamos ampliando essa oportunidade.”

Barros ressaltou que não é favorável a qualquer tipo de imposto exclusivo para financiar a saúde e negou que o governo pretenda privatizar o setor, até porque não é possível, de acordo com a Constituição, que prevê que esse é um direito do cidadão que deve ser garantido pelo Estado. Ele disse que pretende melhorar a saúde “fazendo mais com menos”, investindo na melhoria de gestão dos recursos. “Quando estivermos gastando bem o que temos quem sabe teremos moral para pedir mais recursos.”

Agência Brasil

 

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