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Mulher bêbada tenta invadir Palácio do Planalto e declara amor à Dilma

Uma mulher bêbada tentou entrar no Palácio do Planalto declarando seu amor pela presidente Dilma Rousseff e teve que ser rendida pela Guarda Presidencial, de acordo com fontes oficiais.

A mulher, identificada como Edmeire Celestino da Silva, de 29 anos, subiu parte da rampa do Planalto em estado de embriaguez, descalça e gritando incoerências, segundo o relato da “Agência Brasil”.

Um dos guardas de segurança da presidente disparou dois tiros de borracha no chão para tentar dissuadir a jovem, que foi imediatamente rendida, algemada e transferida para um hospital da capital.

Edmeire declarou seu amor à Dilma e afirmou que queria se casar com ela, além de garantir que já era seu marido. Inicialmente, jornalistas e seguranças pensaram que se tratava de um rapaz, já que Edmeire se identificou como homem e estava vestida com roupas masculinas. Posteriormente, descobriu-se que se tratava de uma mulher.

Edmeire, que também tinha tentado entrar no palácio nesta manhã, antes de uma cerimônia oficial, levava uma fotografia de Dilma em um dos bolsos, junto com seu documento de identidade, segundo a mesma fonte.

Fonte: Terra

Planalto fez gestão para poupar filho de Lula no relatório da CPI que investigou o mensalão

Texto guardado em sigilo há mais de seis anos revela alterações no relatório final da CPI dos Correios, que investigou o mensalão, para omitir menções ao filho mais velho do ex-presidente Lula. O documento, ao qual a Folha de S. Paulo teve acesso, foi redigido pela equipe do deputado ACM Neto (DEM-BA), sub-relator da CPI dos Correios para o tema fundos de pensão. ACM Neto confirmou à Folha que se trata do texto original. Do texto enviado ao relator Osmar Serraglio (PMDB-PR), foram suprimidas menções a Fábio Luís (foto), o Lulinha, e ao fato de a empresa investigada Gamecorp pertencer a ele.

Serraglio tinha poderes para alterar o texto do sub-relator. Chama atenção que só tenham sido suprimidos trechos que citavam Lulinha ou eram críticos a ele e a Lula.

Fábio Luís foi investigado porque a Telemar (atual Oi) investiu R$ 5 milhões na Gamecorp em 2005, um ano após ter sido criada por Lulinha, com capital de R$ 10 mil.

Dois fundos de pensão investigados pela CPI tinham participação na Telemar, que recebera aporte do BNDES.

O deputado Osmar Serraglio disse à Folha que seu relatório final na CPI dos Correios poderia não ser aprovado se citasse o nome do filho de Lula. O relator afirma, porém, que o caso não foi retirado do texto.

Folha Online

PT comunica ao PMDB aliança com PP em Campina. Planalto teme que Vital se vingue de Dilma na CPMI do Cachoeira

O presidente nacional do PT, Ruy Falcão, comunicou na quarta-feira (20), ao senador Vital Filho (PMDB), que será mantida a aliança política do seu partido com o PP, do ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro. A aliança assegura apoio dos petistas de Campina Grande à candidatura da deputada estadual Daniella Ribeiro, pré-candidata a prefeita pelo Partido Progressista.

Depois do comunicado ao PMDB, o Palácio do Planalto teme que Vital Filho use a CPMI do Cachoeira para alimentar a oposição a presidente
Dilma Rousseff. A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito investiga as relações do bicheiro Carlinhos Cachoeira com políticas de todas as
legendas, inclusive os petistas.

Para conter a irritação do presidente da CPMI, a direção nacional do Partido dos Trabalhadores teria oferecido o apoio a Vital Filho e ao
prefeito de Campina, o seu irmão Veneziano Vital do Rêgo, para disputa do Governo do Estado em 2014. A promessa não teria convencido o peemedebista.

O comunicado de Ruy Falcão põe uma pá de terra da tese da candidatura própria do PT em Campina Grande. O presidente do diretório municipal daquele município, Alexandre Almeida, insistia na sua pré-candidatura em faixa própria.

A manutenção da aliança entre PP e PT de Campina ganhou força, depois que o ministro Aguinaldo Ribeiro foi apontado como principal articulador da aproximação das duas legendas em São Paulo.

Aguinaldo Ribeiro deu a Maluf, para acomodar um aliado. O ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, fez elogios às articulação de Aguinaldo Ribeiro que trouxeram para o palanque do petista Fernando Haddad o ex-prefeito Paulo Maluf.

Segundo reportagem da edição desta quinta-feira da Folha de São Paulo, “a operação petista para atrair o ex-prefeito foi combinada há cerca de 20 dias entre o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro (PP), o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff”.

A reportagem, assinada pelos jornalistas Bernardo Mello Franco, Daniela Lima, Diógenes Campanha e Andréia Sadi, tem um sub-tópico intitulado “RECOMPENSA”, no qual relata que a irmã de Aguinaldo foi beneficiada com o apoio do PT graças ao cargo dado pelo irmão a Maluf.

“Ao intermediar sua mudança de lado, o ministro das Cidades obteve a adesão do PT à sua irmã, Danielle Ribeiro, que disputará a Prefeitura
de Campina Grande (PB)”, disse o jornal Folha de São Paulo.

Hermes de Luna/portal Correio
Focando a Notícia

Planalto usa Wikipédia em perfis da Comissão da Verdade para “facilitar vida dos jornalistas”

O Palácio do Planalto usou a Wikipédia para apresentar os sete membros da Comissão da Verdade, escolhidos pela presidente Dilma Rousseff, na última quinta-feira (10/5). Enquanto o perfil do ex-ministro José Carlos Dias traz a descrição igual à do site, o da advogada Rosa Maria Cardoso da Cunha omite que ela foi defensora da presidente Dilma e de seu ex-marido durante a ditadura militar (1964-1985).
O perfil de Rosa Maria não diz que ela foi advogada de Dilma e de Carlos Franklin Paixão de Araújo, ex-marido da presidente e uma das pessoas consultadas por ela para indicar os membros da Comissão da Verdade, de acordo com o portal da Folha de S.Paulo.
Segundo o porta-voz da Presidência Thomas Traumann “não houve motivo específico” para a omissão. E sobre o uso do Wikipedia ele disse que “não há nada por trás disso” e que o site foi usado para “facilitar a vida dos jornalistas”.
Portal IMPRENSA

Planalto conduz montagem de CPI para evitar danos

Disposto a conter danos colaterais durante as investigações, o Palácio do Planalto está conduzindo –via Secretaria de Relações Institucionais –a montagem da CPI mista de Cachoeira.

Além da avaliação de nomes para a relatoria e de membros da CPI, a equipe da ministra Ideli Salvatti também busca quadros para assessorar tecnicamente os governistas na comissão.

Em CPIs que funcionaram, como a do mensalão, funcionários mais experientes do Congresso foram disputados entre oposição e base aliada.

A orientação do governo agora é se antecipar na escolha. O assessor é quem ajuda a traçar estratégia de atuação, bem como dissecar as centenas de dados que chegam a uma CPI a pedido dos parlamentares.

A Folha apurou com parlamentares e interlocutores de Ideli que a ministra participa ativamente da escolha do relator, mantendo uma série de reuniões com líderes e parlamentares.

O deputado Odair Cunha (PT-MG), ligado a ela, foi sondado ontem para ocupar o posto. Mas ainda ontem não estavam descartados os nomes do ex-líder Paulo Teixeira (PT-SP) e do ex-ministro Luiz Sérgio (PT-RJ). Apesar da disposição do ex-líder Cândido Vaccarezza (PT-SP) de assumir a tarefa, sua postulação enfrentava resistência no Palácio do Planalto.

Participantes da negociação alegavam ontem desconhecer a decisão final porque sua condução acontece “em outras esferas” que não do Congresso Nacional.

Preterido pelo PR para uma cadeira da comissão, o deputado Anthony Garotinho (PR-RJ) ameaçava ontem protestar na tribuna da Câmara. Ele alega ter se apresentado para a comissão. Diz, no entanto, que foi excluído por determinação do Palácio.

Líder do partido, Lincoln Portela (MG) afirma que a escolha obedeceu à ordem de apresentação de pretendentes. A relação do empresário Carlos Cachoeira com o governo do Rio durante a gestão de Garotinho teria pesado para a escolha.

CATIA SEABRA
ANDREZA MATAIS
NATUZA NERY

Folha

Planalto obriga BB e Caixa a cortarem juros para estimular o consumo

Depois de um pedido formal e de um pito público da presidente Dilma Rousseff para que os bancos reduzam as taxas de juros com o intuito de ajudar o governo a estimular o consumo e os investimentos produtivos, o Palácio do Planalto decidiu intervir no mercado de crédito. Ontem, por determinação explícita da presidente, o Banco do Brasil anunciou redução de taxas em várias linhas de empréstimos e financiamento, medida que será reforçada na próxima semana pela Caixa Econômica Federal.

O objetivo é forçar as instituições privadas a também reduzirem os encargos cobrados de consumidores e empresas, sob o risco de perderam participação nos negócios. Esse movimento, segundo assessores de Dilma, é mais uma etapa do pacote anunciado na terça-feira para garantir avanço de pelo menos 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. Com juros menores, acredita o ministro da Fazenda, Guido Mantega, as famílias terão condições de encaixar novas prestações no orçamento. O alto endividamento dos lares é um dos principais entraves para uma recuperação mais rápida e forte da atividade.

Correio Braziliense