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Câmara de Solânea aprova piso para professores e criação de Departamento de Trânsito 

camaraA Câmara Municipal de Solânea aprovou, na terça-feira (28), três projetos importantes que beneficiam professores, servidores e o cidadão. As matérias foram enviadas ao Legislativo pelo Poder Executivo.

O primeiro projeto a ser apreciado e aprovado pelos parlamentares foi o que estabelece um piso salarial para professores da rede municipal de ensino. Depois foi aprovado a criação de um departamento de trânsito. É a terceira proposta aprovada por o Plano de Aposentadoria Incentivadora (PAI), destinado aos servidores do município.

Os Projetos de Lei foram encaminhados pela gestão municipal através do prefeito Kaiser Rocha. Na avaliação do presidente da Casa Antônio Melo, Jucian Jad, todas as propostas têm sua importância. Ele destacou a criação do departamento municipal de trânsito em virtude das discussões que vêm acontecendo na cidade desde o ano passado.

“Ressalto a importância da aprovação desses Projetos de Lei apresentados na casa e aprovados por unanimidade que visam, em cada segmento, beneficiar os solanenses, como a aprovação do piso salarial do magistério, que garante aos professores e professoras do nosso município, seus vencimentos de acordo com o piso nacional, a renovação do plano de aposentadoria incentivada dos servidores municipais para aqueles que já contribuíram e muito para nossa cidade. E como tem sido um tema muito discutido e aí destaco a criação do departamento de trânsito de Solânea, que visa encontrar alternativas para a melhoria do trânsito da nossa cidade.” Comentou o presidente Jucian Jad.

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Polícia acha 1,5 kg de maconha em piso falso de casa de traficante em Guarabira

Foto:Divulgação Material foi apreendido pelas polícias Civil e Militar
Foto:Divulgação
Material foi apreendido pelas polícias Civil e Militar

A Polícia Civil apreendeu 1,5 kg de maconha em uma casa no bairro Nordeste I, em Guarabira, Agreste paraibano, a 98 km de João Pessoa. A droga estava escondida num fundo falso do piso de cerâmica da residência. Uma balança de precisão também foi apreendida.

A ação foi comandada pelo delegado Hugo Lucena. Conforme as investigações, o morador da casa seria integrante de uma quadrilha suspeita de tráfico de drogas. Ele não estava na casa e a polícia segue realizando buscas para localizá-lo.

A apreensão nessa residência é resultado da Operação Rede do Mal, deflagrada na semana passada. Na ocasião, 16 suspeitos foram presos. Com o bando, a polícia encontrou uma pistola, um revólver, uma espingarda, um colete balístico, rádios para comunicação e munições. Também foram apreendidas quantidades de maconha e crack.

Portal Correio

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Saiba de quanto poderá ser o reajuste do piso salarial dos professores

O Ministério da Educação (MEC) deve anunciar nesta quinta-feira (12) o índice de reajuste do piso salarial dos professores de 2017 que, de acordo com cálculos de entidades educacionais, deverá ser de aproximadamente 7,5%.

Com isso, o menor salário a ser pago a professores da educação básica da rede pública deve passar dos atuais R$ 2.135,64 para um valor entre R$ 2.285 a R$ 2.298. Inicialmente, uma reunião com com representantes dos estados, municípios e trabalhadores para discutir o assunto estava marcada para amanhã, mas foi cancelada.

O piso salarial dos docentes é reajustado anualmente, seguindo aa regras da Lei 11.738/2008, a chamada Lei do Piso, que define o mínimo a ser pago a profissionais em início de carreira, com formação de nível médio e carga horária de 40 horas semanais.

Pela lei, o anúncio do reajuste deve ser feito sempre em janeiro. O ajuste deste ano deverá ficar 1,2 ponto percentual acima da inflação de 2016, que fechou em 6,29%.

A reunião é a primeira do ano do Fórum Permanente para Acompanhamento da Atualização Progressiva do Valor do Piso Salarial Nacional, criado em 2015 com o objetivo de discurtir formas mais sustentáveis de pagar os professores.

O Fórum é composto por representantes do MEC e por entidades como o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE).

Crise

Para estados e municípios, em um contexto de crise orçamentária, o reajuste vai pesar nas contas. “Hoje, no Brasil, a grande dificuldade dos estados é conseguir responder às obrigações correntes. Temos pelo menos 15 estados que estão apresentando dificuldade para pagar os salários correntes, alguns precisam de renegociação de dívida com o governo federal”, afirma o diretor institucional do Consed, Antônio Neto. “Os estados estão apresentando dificuldade a qualquer tipo de reajuste do servidor público. Essa questão está diretamente ligada à dificuldade na arrecadação”.

Nos municípios, a situação é semelhante. “Nos dois últimos anos essa questão foi bastante complicada para os gestores municipais. O piso tem crescido, desde a criação, em velocidade maior que a inflação e maior que o crescimento real do Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação]”, diz o presidente da Undime, Alessio Costa Lima. Segundo ele, os municípios deverão apostar na gestão e reorganização das redes de ensino para cumprir o pagamento mínimo.

Para a CNTE, é preciso um esforço dos entes para garantir a qualidade da educação. “Precisa de muita determinação e muito compromisso com a educação por parte dos gestores públicos para entender que não vai ter educação de qualidade se não tiver professores e funcionários trabalhando com um salário decente. O reajuste deve ocorrer mesmo com toda a crise que possa estar acontecendo”, defende o presidente da confederação, Roberto Franklin de Leão.

Novas regras

Nem estados e nem municípios negam a importância do reajuste a da valorização dos professores, fundamentais para a melhoria da qualidade da educação. Os gestores defendem, no entanto, uma revisão da lei do piso, para que haja critérios de reajuste “mais factíveis” aos entes e que permitam um reajuste também para o restante da carreira.

A lei vincula o aumento à variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Pela lei, os demais níveis da carreira não recebem necessariamente o mesmo aumento. Isso é negociado em cada ente federativo.

“Defendemos o piso nacional, mas defendemos um mecanismo que seja compatível e tenha sustentabilidade financeira. Algumas possibilidades foram discutidas, mas o cenário econômico é outro e requer sentar à mesa e chegar a um reajuste compatível com a economia”, diz Lima. “Se não estabelecermos fontes claras de financiamento para que possamos organizar a educação do Brasil poderemos perder o bonde da história”, acrescenta Neto.

Já a CNTE defende a manutenção das regras atuais, que favorecem ganhos reais aos professores e a valorização desses profissionais. “De jeito nenhum vamos levar à reunião alguma proposta de mudança da lei”, diz Leão.

Valorização dos professores

Em 2009, quando a Lei do Piso entrou em vigor, o pagamento mínimo para professores passou de R$ 950 para R$ 1.024,67, em 2010, e chegou a R$ 1.187,14 em 2011. No ano seguinte, o piso passou a ser R$ 1.451.

Em 2013, subiu para R$ 1.567 e, em 2014, foi reajustado para R$ 1.697. Em 2015, o valor era R$ R$ 1.917,78. Na série histórica, o maior reajuste do piso foi registrado em 2012, com 22,22%. No ano passado, o reajuste foi de 11,36%.

Apesar do crescimento, atualmente, os professores recebem o equivalente a 54,5% do salário das demais carreiras com escolaridade equivalente. A melhoria da remuneração dos professores faz parte do Plano Nacional de Educação (PNE), lei que prevê metas para a educação até 2024. Até 2020, os docentes terão que ter rendimento equiparado ao dos demais profissionais com escolaridade equivalente.

Falta de dados

Não há oficialmente um levantamento que mostre com exatidão o valor da remuneração dos professores da rede pública no país, tanto nos estados, quanto nos municípios. No ano passado, a CNTE divulgou um levantamento no qual mostra que mais da metade dos estados brasileiros não cumpre o salário estipulado na Lei do Piso. Eram 14 os estados que pagam aos professores menos do que os R$ 2.135,64 por mês.

Para buscar mais transparência, o Ministério Público Federal assinou um acordo com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para disponibilizar um sistema que estados e municípios possam informar o salário de cada professor. O cronograma para a implementação desse sistema vai até agosto de 2017.

FONTE: Agência Brasil

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Comissão aprova aumento do piso dos professores; R$ 1.917,78 para 2.743,65 em todo o país

saladeaulaO piso salarial dos professores  em todo o país pode passar de R$ 1.917,78 para R$ 2.743,65 por mês. É o que prevê o projeto de Vanessa Graziottin (PCdoB-AM), aprovado na reunião desta terça-feira (20) da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).

O relatório foi elaborado por Ângela Portela (PT-RR) e estabelece que a integralização do novo piso deverá ser feita de forma progressiva, no decorrer de três anos.

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Um aspecto considerado “relevante” pelas senadoras é que deverá caber ao governo federal, durante cinco anos, a responsabilidade financeira pela integralização dos salários em vigor, para que atinjam o montante referente ao novo piso salarial.

“Sabemos que muitos estados atravessam crises, e esta seria uma medida condizente para que os professores percebam melhores vencimentos”, frisou Ângela Portela.

Com este objetivo, passariam a ser destinados 5% da arrecadação das loterias federais administradas pela Caixa para a complementação dos salários dos professores da educação básica.

O projeto segue para a análise da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Para os senadores Antonio Anastasia (PSDB-MG) e Simone Tebet (PMDB-MS), que votaram a favor, a CAE terá condições de aprimorar o texto. Especialmente quanto à dificuldade que estados e municípios ainda apresentam para o cumprimento da lei do piso.

180 Graus

Governo eleva piso em 20% e garante 9% para professor que recebe acima

ricardo-coutinhoO governador Ricardo Coutinho determinou o reajuste do piso salarial do professor de carreira em 20%. Com isso, o piso do professor na Paraíba será de 1.525,00 para 30 horas, acima do que é pago no Brasil e 20% a mais do valor recebido em dezembro de 2014, que foi de R$ 1.273,00.

 

A medida faz parte do reajuste para o funcionalismo, assegurado pelo Governo em respeito à data base, instituída na primeira gestão, a ser aplicado na folha deste mês. Apesar da crise no cenário econômico nacional, que se reflete na drástica queda das receitas, o Governo da Paraíba é o único do país que vai assegurar aumento para todo o funcionalismo no início de 2015.

 

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O aumento para R$ 1.525,00 é o primeiro passo no compromisso de dobrar o piso salarial do professor de carreira na Paraíba até o final do segundo mandato.

 

Além da elevação do piso, o Governo dará 9% de aumento para o professor que recebe acima, sendo 4,5% a ser implantando a partir de janeiro e mais 4,5% a partir de outubro. O impacto financeiro do aumento para o magistério, ao final, chegará a R$ 5,9 milhões por mês, contemplando ao todo 26.887 servidores. Os valores foram pactuados com as diversas categorias durante audiências ocorridas no decorrer de janeiro.

 

Com as bolsas garantidas pelo Estado, que variam de R$ 265 a R$ 610, o menor salário de um professor de carreira na Paraíba será de R$ 1.790,00, 93% acima do valor pago até dezembro de 2010.

 

Segurança terá reajuste de 5% e valor de plantão de PMs sobe – Para todos os entes vinculados à Segurança Pública, o reajuste chegará aos 5% na remuneração, a ser implantado a partir deste mês. O aumento contempla policiais militares, bombeiros, policiais civis e ainda agentes penitenciários. Ao todo, 21.481 servidores. E vai gerar um impacto de aproximadamente R$ 3 milhões por mês. Os índices foram discutidos com as categorias dos setores contemplados.

 

Para os policiais militares, o governador Ricardo Coutinho determinou ainda que os plantões sejam reajustados, especialmente para os praças. Os valores estão sendo estudados.

 

Com o reajuste para Polícia Militar, um soldado na Paraíba passa a ganhar 71% a mais do que ganhava em dezembro de 2010, passando de R$ 1.564,00 para R$ 2.675,58. Evolução semelhante se revela no salário dos policiais civis. Um agente de investigação, por exemplo, recebia R$ 1.992,00 antes do início da atual gestão. Agora, a partir deste aumento, vai passar a ganhar R$ 3.282,00, um ganho de 64% ao longo destes quatro anos.

 

Já o delegado de Polícia Civil saiu de um salário de R$ 6.137,00 em 2010 para R$ 9.439,00 este mês.

 

Para o pessoal de saúde, que representa um quadro com 7.467 servidores, o aumento na remuneração também será de 5%, a partir de janeiro.

 

Aumento do Mínimo vai injetar R$ 4,4 milhões/mês na folha – O Governo da Paraíba vai garantir ainda no pagamento da folha em janeiro o reajuste do Salário Mínimo, que passou para R$ 788,00, representando um aumento de 8,4%. O aumento do Mínimo contempla 42.856 servidores públicos estaduais e vai representar um aporte de R$ 4,4 milhões por mês na folha de pessoal do Estado.

 

Para os demais servidores, menos de 26 mil, o reajuste mínimo será de 1%, representando um acréscimo de aproximadamente R$ 10 milhões por ano na folha do Estado. Os agentes fiscais terão aumento de 50% na Bolsa Desempenho. Neste modelo, 89 mil dos 114 mil servidores recebem reajuste diferenciado. Ao todo, o reajuste prevê um acréscimo de 14,3 milhões por mês na folha de pessoal do Estado.

 

O governador Ricardo Coutinho destacou o imenso esforço feito pela equipe econômica do Estado para assegurar o reajuste para o funcionalismo público estadual, o quarto consecutivo concedido durante seu mandato e o único dado entre os estados de todo o Brasil.

 

O governador lembrou ainda que a Paraíba não pode ultrapassar os limites impostos pela Lei de Responsabilidade Fiscal com gastos de pessoal, atualmente representando 49% de toda a Receita Corrente Líquida do Estado.

 

“O cenário econômico nacional, que tem reduzido o repasse de recursos do Fundo de Participação dos Estados e, consequentemente, abalado o volume das receitas estaduais, aponta para um quadro de alerta e para necessidade de medidas financeiras responsáveis”, destacou.

 

Desde que foi empossado para o segundo mandato, o governador Ricardo Coutinho tem adotado medidas de enxugamento do custeio da máquina, incluindo redução da estrutura administrativa, com extinção de secretarias, órgãos e cargos comissionados, bem como suspensão e cortes de gastos com diárias, alugueis de imóveis, locação de veículos e até eventos carnavalescos.

 

Além de suspensão de reajuste do próprio salário e dos secretários estaduais, devidamente aprovado pela Assembleia Legislativa da Paraíba.

 

Secom-PB

Piso salarial de professores terá aumento de 13,01% e irá a R$ 1.917,78

pisoO governo federal vai reajustar o piso nacional de professores em 13,01%, e o valor passará a ser de R$ 1.917,78 para docentes de escolas públicas com 40 horas de trabalho semanais. O valor anterior era de R$ 1.697,39. O novo piso entra em vigor nesta terça-feira (6). Os estados e municípios precisam se adequar para pagar o novo salário aos professores já em fevereiro.

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Segundo nota do Ministério da Educação, o ministro Cid Gomes reuniu-se nos últimos dias com representantes do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para determinar o valor do novo piso.

Conforme a legislação vigente, a correção do piso reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno definido nacionalmente pelo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb).

O piso salarial passou de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$ 1.187,14, em 2011, conforme valores informados no site do MEC. Em 2012, o valor vigente era R$ 1.451; em 2013, passou para R$ 1.567; e, em 2014, foi reajustado para R$ 1.697,39. O maior reajuste foi 22,22%, em 2012.

A Confederação Nacional de Municípios enviou ofício ao MEC solicitando audiência com o ministro Cid Gomes para mudar os critérios de reajuste do piso do magistério. Segundo a entidade, o aumento do piso nacional tem sido muito superior à inflação e ao crescimento das receitas municipais.

 

G1

Novo piso nacional dos professores será anunciado quarta-feira

professorO novo ministro da Educação, Cid Gomes, deve anunciar na próxima quarta-feira (7) o novo valor do piso nacional dos professores do ensino básico. O reajuste deve ficar entre 12% e 14%. Na segunda e terça-feira, Cid conversa com representantes de secretários estaduais e municipais de educação, além de sindicalistas para definir o novo valor.

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Nesta sexta-feira, o ministro também se reuniu com secretários do MEC.

Em janeiro de 2014, o reajuste foi de 8,32%, quando o salário dos professores passou para R$ 1.697.

O valor é reajustado anualmente, como determina a Lei do Piso (Lei 11.738/2008) e reflete a variação ocorrida no valor anual mínimo por aluno, definido nacionalmente no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) do ano anterior. O valor é a remuneração mínima do professor de nível médio com jornada de 40 horas semanais.

O piso salarial passou de R$ 950, em 2009, para R$ 1.024,67, em 2010, e R$ 1.187,14, em 2011, conforme valores informados no site do MEC. Em 2012, o valor vigente era R$ 1.451 e, a partir de fevereiro de 2013, passou para R$ 1.567. O maior reajuste foi  o de 2012: 22,22%.

JB

Câmara de Dona Inês aprova projeto que garante piso salarial para agentes de saúde e de endemias

camaraO Projeto de Lei Nº 017/2014, de autoria do Poder Executivo Municipal, que fixa o piso salarial de Agente Comunitário de Saúde e de Agente de Combate a Endemias, no âmbito do município, foi aprovado na noite desta segunda-feira, 25 de agosto, durante a sessão ordinária na Casa Legislativa de Dona Inês.

 

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O Projeto foi aprovado com uma emenda do Vereador Damásio Berto (PSD), retroagindo os efeitos para a data de publicação da fixação do piso salarial nacional. Para o Vereador é interessante que não haja prejuízo para os profissionais que travaram uma verdadeira batalha para terem esse direito assegurado. O Vereador Presidente da Câmara, Demétrio Ferreira (PSB), disse que acompanhou parte da luta travada pelos agentes comunitários e de endemias no Congresso, onde abriram várias discussões com os parlamentares, a fim de terem a garantia desse benefício. “Fico feliz por poder está fazendo parte desse momento importante para essa classe.” Disse.

 

Aprovado por unanimidade, o projeto agora segue para a sanção do Prefeito.

 

Na próxima sexta (29) será realizada a primeira sessão dos Vereadores que participam do projeto, Parlamento Jovem.

 

Assessoria da Câmara Municipal de Dona Inês-PB

Trabalhadores da Energisa reivindicam piso salarial de R$ 1000 e aumento do ticket alimentação para R$750

greve-energisaOs trabalhadores da Energisa Paraíba (EPB) e da Energisa Borborema (EBO) decidiram em assembleias, realizadas durante esta semana no Estado, que irão reivindicar na Campanha Salarial 2014/2015 um piso salarial de R$ 1000 e aumento do ticket alimentação para R$ 750. As assembleias ocorreram nas cidades de Campina Grande, Guarabira, Itabaiana, Patos, Cajazeiras e Sousa.

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Segundo o presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas da Paraíba (Stiupb), Wilton Maia Velez, os eletricitários da Paraíba sofrem com o piso salarial mais baixo do país. “É vergonhoso os trabalhadores e trabalhadoras da Energisa na Paraíba só terem um piso de R$750. Para se ter uma ideia da desvalorização salarial enfrentada pelos funcionários, os eletricitários daqui ganham cerca de 30% menos do que os funcionários da Companhia Energética do Rio Grande do Norte (Cosern)”, lamentou.

O presidente do Stiupb lembrou também que o piso salarial da EBO e EPB é inferior do que o dos eletricistas da construção civil, da indústria e do comércio na Paraíba que ganham em média R$ 1000.

Além do piso salarial de R$ 1000 e reajuste do Ticket Alimentação para R$ 750, a categoria também reivindica: 1) Reajuste salarial de 10% (para quem ganha acima do piso, atualmente); 2) Abono eventual de R$ 1.800; 3) Auxílio criança (EBO)/Auxílio creche (EPB) de R$ 350; 4) Auxílio excepcional de R$ 600; 5) Prêmio férias de R$ 500; 6) Salário de técnico de R$ 1.700; 7) Auxílio didático de R$ 250; 8) Bolsa estudo de R$ 520; 9) Isenção vale transporte de R$ 1.500; 10) Ajuda transferência de R$1.200 e 11) Subsídio do plano de saúde de 100% .

 

Assessoria

Câmara estabelece piso salarial de agentes de saúde em R$ 1.014

Luis Macedo / Câmara dos Deputados
Luis Macedo / Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou em votação simbólica o Projeto de Lei (PL 7495/06) que fixa o piso salarial nacional dos agentes de saúde e de combates a endemias. Os deputados aprovaram o parecer do relator, deputado Domingos Dutra (SD-MA), que acolheu emendas de parlamentares e fixou o piso em R$ 1.014 mensais, além de estabelecer um plano de carreira.

Desde cedo, agentes de saúde transitavam pela Câmara. No início da tarde de ontem (7), eles fizeram um ato pela aprovação do projeto. Durante a votação, os agentes ocuparam as galerias e se posicionaram ao lado da mesa da Presidência. A aprovação foi comemorada com o Hino Nacional.

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Para Dutra, o dia foi “memorável para a Câmara”. O projeto tramitava desde 2006 na Câmara dos Deputados. A proposta inicial previa o piso nacional de dois salários mínimos, mas o governo alegava que o valor teria um impacto enorme no Orçamento e que não teria como arcar com os reajustes anuais.

“Na comissão especial, nós aprovamos um piso de dois salários mínimos e escalonamos a diferença em três anos, o governo não aceitou”, disse Dutra. Atualmente o governo federal repassa por meio de portaria R$ 950 por mês aos municípios para cada agente comunitário.

O deputado lembrou ainda que como não há mínimo salarial para a categoria, muitas vezes, os municípios pagam somente salário mínimo e usam o restante dos recursos para outras finalidades.

O projeto aprovado, que retorna ao Senado por ter sido alterado na Câmara, prevê ainda que o reajuste salarial, a partir de 2015, será reajustado com a variação positiva do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes mais o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). O modelo é o mesmo aplicado atualmente ao aumento do salário mínimo.

O projeto determina ainda que estados, municípios e o Distrito Federal terão o prazo de 12 meses, a partir da publicação da futura lei, para elaborar ou ajustar os planos de carreira dos agentes comunitários de saúde e dos agentes de combate às endemias, com definição de remuneração, critérios de progressão e promoção. O texto veda também a contratação temporária desses agentes, que só poderá ocorrer no caso de combate a surtos epidêmicos.

 

Por Agência Brasil