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Exame detecta risco de trombose por usar pílula anticoncepcional

anticoncepcionalDiversos casos de trombose associada ao uso de anticoncepcionais já viralizaram na internet, mulheres “vítimas da pílula” reúnem nas redes sociais alertas e depoimentos sobre as consequências do uso contínuo do medicamento, estudos confirmam que o risco é real. Essa onda de novas informações fez muitas mulheres abandonarem os anticoncepcionais. Mas, e quem não quer ou não pode? Corre risco?

Além da orientação médica, as mulheres contam com exames genéticos que detectam com precisão a predisposição à trombose e podem ajudar na hora de decidir qual método contraceptivo usar. São exames caros e, por isso, nem sempre pedidos pelos ginecologistas antes da prescrição da pílula.

O que os exames detectam é a trombofilia, doença que altera a coagulação do sangue e aumenta a formação de coágulos e a obstrução dos vasos sanguíneos (trombose). Ela pode ser genética (herdada dos pais) ou adquirida, como nos casos de mulheres que usam a pílula.

Segundo a biomédica Gabriela Becker, especialista em exames que traçam a trombofilia, a doença decorre de uma mutação nos genes ligados ao processo de coagulação — a alteração no fator 5 aumenta de três a oitenta vezes a chance da trombose cerebral e no gene da protrombina torna o risco sete vezes maior.

Uol

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Pílula do câncer é considerada segura em 1ª etapa de testes

Cecília Bastos/USP Imagens
Cecília Bastos/USP Imagens

A fosfoetanolamina sintética, mais conhecida como pílula do câncer, foi considerada uma droga segura na primeira etapa de testes realizados com humanos pelo Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp). O levantamento sobre a avaliação de segurança foi apresentado nesta quarta-feira (5), quando foi anunciado que a próxima fase de testes, que vai avaliar eficácia, terá início na próxima semana.

Segundo Paulo Hoff, diretor-geral do Icesp, na dose administrada de três cápsulas por dia, os dez pacientes não apresentaram efeitos colaterais graves, o que permite a continuidade do estudo com mais 20 pessoas em dez grupos de tumores estabelecidos para a pesquisa, entre eles de pulmão, mama, fígado e próstata.

No entanto, seis pacientes não vão continuar entre os participantes por terem apresentado evolução da doença – durante o estudo, os pacientes não estão recebendo outro tipo de tratamento.

“Seis pacientes foram retirados do estudo, porque não estavam sendo beneficiados pelo produto. Tiveram progressão da doença. Isso mostra a complexidade do câncer. Mas o fato de esses pacientes não terem se beneficiado não quer dizer que não há efeitos. Não era objetivo dessa fase testar eficácia, mas mostrar que o produto não é tão milagroso como se imaginava”, diz Hoff.

Essa primeira etapa durou dois meses. A estimativa é de que os resultados da segunda sejam apresentados em quatro a seis meses. Para passar para a terceira etapa, cada grupo deve ter ao menos três resultados positivos em relação à eficácia entre os 21 pacientes que serão estudados. A última fase pode ter até 1 mil pacientes.

Polêmica

A fosfoetanolamina começou a ser distribuída para pacientes com câncer antes de passar por testes em humanos e sem a liberação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ela foi desenvolvida pelo professor aposentado do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP) Gilberto Chierice.

Testes in vitro e com cobaias começaram a ser feitos pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), mas a eficácia da substância ainda não foi comprovada.

Estadão

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“Pílula do câncer” começa a ser testada em humanos nesta segunda-feira (25)

pilulaComeçam nesta segunda-feira (25) os testes em humanos com a fosfoetanolamina, o composto que ficou conhecido como a “pílula do câncer”. As atividades estarão concentradas no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, e a substância será utilizada por 10 pacientes.

Esse primeiro grupo determinará a segurança da dose, e se não houver efeitos colaterais, a pesquisa muda de fase, abrangendo mais 200 pacientes.

Serão avaliadas as reações em dez tipos de câncer: cabeça e pescoço, mama, pulmão, colo, fígado, pâncreas, melanoma, estômago, colo uterino e próstata. Os testes devem avançar e, se os resultados obtidos nas fases forem positivos, mil pessoas participarão do processo, recebendo doses da pílula.

Para o governador de São Paulo, essa fase é fruto de trabalho dos pesquisadores e vem sendo aguardada com muita expectativa. “Primeiro houve aprivação pela Faculdade de Medicina e depois agora pela Conep. E começa o trabalho na segunda-feira. Estamos com bastante esperança que isso possa trazer um avanço no tratamento”, disse Geraldo Alckmin.

Os testes com 210 pacientes devem durar seis meses, e só começaram após aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa do Ministério da Saúde. Paulo Hoff, oncologista e diretor-geral do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, descreveu como será o procedimento: “benefício tende a acontecer nos primeiros dois a quatro meses. Pacientes que não tiverem benefícios em quatro meses, dificilmente apresentarão benefício tardio. isso para qualquer tipo d etratamento contra o câncer. Mas vamos dar ao produto toda a possibilidade para que mostre o benefício, o tempo que for necessário”.

Defensor público que acompanhou todo o processo que antecedeu a liberação dos testes em humanos disse que o uso da terapia não pode ser negado.

Daniel Macedo defendeu que os testes clínicos sejam realizados de forma séria para constatar a segurança da “pílula do câncer”: “não estou dizendo que a fosofetanolamina é a cura do câncer. Não estamos afirmando o abandono dos tratamentos convencionais. O que queremos é que ocorra os testes clínicos, com credibilidade”.

A Furp (Fábrica de Remédios do Governo do Estado), encaminhou para os testes no Icesp a substância sintetizada em um laboratório de Cravinhos. Segundo o governo, o pesquisador da USP de São Carlos, Gilberto Chierice,que iniciou a produção da substância, acompanha essa fase de testes.

jovempan

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Perigosa pílula que promete queimar gordura volta à moda entre os jovens

perigosa-pilulaO aumento do consumo de um perigoso composto que promete “queimar” a gordura do corpo está preocupando autoridades de saúde pública em todo o mundo.

A substância 2,4-dinitrofenol, mais conhecida como DNP, era usada originalmente para a fabricação de explosivos, mas está sendo cada vez mais comercializada de forma ilegal pela internet em forma de cápsulas, pó ou creme, sendo procurada por pessoas que querem emagrecer ou reduzir a porcentagem de gordura em seu corpo.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), o DNP “já causou doenças graves e mortes em vários países nos últimos três anos”.

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O uso do DNP como emagrecedor não é novo: na década de 30 foi descoberto que essa substância aumentava a taxa metabólica e permitia a perda de peso.

Mas o alto número de efeitos colaterais e mortes fez com que a Food and Drug Administration (FDA), órgão regulador de alimentos e medicamentos dos Estados Unidos, proibisse o composto em 1938 e ele acabou catalogado como uma “substância extremamente perigosa e não apta para o consumo humano”.

O uso do DNP, no entanto, parece estar crescendo novamente, especialmente graças à facilidade de se adquirir essa substância pela internet.

Segundo um estudo do Departamento de Medicina de Emergência do Hospital Whittington, de Londres, publicado em 2011 pela revista especializada Journal of Medical Toxicology, desde a década de 60 até o fim do século 20 não foram registradas mortes devido ao consumo de DNP.

Os pesquisadores observaram, porém, um ressurgimento dos casos fatais na primeira década do século 21 – foram 12 mortes entre 2001 e 2010 -, o que, segundo eles, reflete “o aumento da disponibilidade do DNP na internet, onde (esse produto) é comercializado particularmente para o uso de fisiculturistas”.

Em 2015, apenas na Grã-Bretanha foram 30 casos de intoxicação pela substância (contra 9 casos em 2014). E dos intoxicados, cinco acabaram morrendo.

Por isso, o Departamento de Saúde Pública da Inglaterra decidiu fazer um alerta no dia 11 de dezembro, advertindo sobre o “ressurgimento” desse tipo de intoxicação, principalmente entre adolescentes e jovens.

“Essa droga deveria ser classificada como veneno, já que só traz danos (ao organismo)”, disse à BBC Ryck Albertyn, anestesista e consultor do Hospital Worthin, na Grã-Bretanha.

Eloise Aimee Parry sofria de bulimia e morreu depois de tomar oito pílulas de DNP (Foto: Família Parry)Eloise Aimee Parry sofria de bulimia e morreu depois de tomar oito pílulas de DNP (Foto: Família Parry)

Morte
Um dos casos mais recentes de intoxicação por DNP foi o da jovem britânica Eloise Aimee Parry, que sofria de bulimia e morreu aos 21 anos em abril, após ingerir a substância.

Fiona Parry, sua mãe, disse à BBC que Eloise tomou oito pílulas e que os médicos “não puderam fazer nada para salvar sua vida”.

Parry também pediu que fossem adotadas medidas mais duras contra as empresas que distribuem o DNP.

“As pessoas precisam saber do perigo que são essas pílulas. A busca por uma boa aparência nunca deveria custar a saúde ou (causar) a morte de alguém”, disse a jornais britânicos.

Em maio, Rachel Cook, que sofria de transtorno alimentar, também morreu, aos 25 anos.

De acordo com uma investigação recente, Rachel, que já estava muito magra, tomou as pílulas de DNP porque “queria queimar gordura e perder peso rapidamente”.

“Sei que existe uma pressão entre os jovens para ficarem magros e muitos tomam medidas drásticas para conseguir isso. Mas eles devem estar cientes das consequências inevitáveis de ingerir essa substância mortal”, disse um dos peritos que investigou o caso de Rachel.

Alerta mundial
A Agência Espanhola de Consumo, Segurança Alimentar e Nutrição (Aecosan) fez recentemente um alerta de que algumas páginas na web que vendem o DNP se passam por empresas farmacêuticas.

A OMS e a Interpol (a agência internacional de polícia criminal) também emitiram informes alertando sobre o aumento do consumo desse composto.

“(Trata-se de uma substância) ilícita e potencialmente mortal. Além disso, os riscos ligados a seu consumo são agravados pela condição ilícita de sua fabricação”, afirmou a Interpol em um Alerta Laranja mundial emitido em maio e distribuído a seus 190 países membros.

Segundo a Aecosan, o efeito adverso mais comum associado ao uso do DNP são as erupções cutâneas (vermelhidão e inflamação da pele, muitas vezes com presença de bolhas).

“Outros efeitos são a neuropatia periférica (problemas no sistema nervoso), gastroenterite (inflamação que afeta o estômago e o intestino), anorexia, catarata ou surdez permanente”, entre outros.

Há também outros problemas derivados dos efeitos tóxicos do DNP: confusão, agitação, coma, convulsão, hipertermia, taquicardia, sudorese e colapso cardiovascular.

E não há nenhum antídoto para a intoxicação por essa substância.

“As pessoas precisam estar conscientes e atentas, especialmente no que diz respeito a vulnerabilidade de pessoas com transtornos alimentares que pode levar ao uso dessa substância”, diz Ryck Albertyn, anestesista e consultor do Hospital Worthin.

Bem Estar

Cientistas dão ‘passo-chave’ para pílula anticoncepcional para homens

anticoncepcionalUma equipe de pesquisadores japoneses assegura ter dado um “passo-chave” para desenvolver a pílula anticoncepcional masculina, baseada no bloqueio de uma proteína, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira (1º) pela revista científica “Science”.

A proteína, denominada calcineurina, exerce um papel importante na fertilidade masculina, mas até agora não se tinha identificado concretamente quais de suas diferentes formas era a que afetava em maior medida.

“As descobertas deste estudo podem ser um passo-chave para dar aos homens controle sobre seu futuro reprodutivo”, afirmou Masahito Ikawa, professor do Instituto de Pesquisa em Doenças Microbianas da Universidade de Osaka no Japão e autor principal do estudo.

A equipe analisou em camundongos variedades da proteína calcineurina expressadas nos genes PPP3CC e PPP3R2, que só se encontraram em células de formação de esperma.

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Os pesquisadores conseguiram bloquear o PPP3CC nos camundongos machos, através de dois fármacos inibidores, e criaram uma mutação na proteína que fez com que os roedores se tornassem temporariamente estéreis, já que este esperma era incapaz de fertilizar óvulos.

A fertilidade dos ratos foi recuperada uma semana após terem encerrado o consumo dos fármacos.

Ikawa assinalou que esta evolução específica da calcineurina também se encontra nos seres humanos, razão pela qual poderia ser utilizada como uma estratégia para desenvolver anticoncepcionais reversíveis para homens.

Até agora, os únicos métodos anticoncepcionais para homens são a vasectomia – efetiva, mas permanente – e os preservativos, que nem sempre são efetivos.

180 Graus

7 motivos pelos quais a pílula anticoncepcional é um veneno para o corpo feminino

pilulaanti1) a libido despenca: os principais hormônios responsáveis pela libido feminina são: ocitocina, progesterona, estradiol, DHEA, DHT e, principalmente, a testosterona (o hormônio masculino, sim, existente também em mulheres). a testosterona é inibida pelo uso da pílula, fazendo com que muitas mulheres sequer saibam como é a sua real libido. mesmo que muitas utilizando a pílula continuem sentindo tesão, é bem provável que sem ela este aumente drasticamente.

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2) causa flacidez, celulite, diminuição de massa muscular, aumento de gordura localizada… acarretando em: mais gastos com cosméticos: com a diminuição do hormônio testosterona, o corpo não CONSEGUE desenvolver massa muscular. fica MUITO difícil, mesmo praticando exercícios físicos. o tônus muscular fica enfraquecido e as celulites aumentam devido ao inchaço e acúmulo de gordura nos tecidos causados pelos hormônios estrogênio e progesterona, presentes em grande quantidade na pílula, que retém líquido.

3) pode acarretar diversas complicações cardiovasculares: o coração é o órgão possui mais receptores para esse hormônio específico – a testosterona; depois vem o cérebro e os ossos. sendo assim, quem possui níveis baixos de testosterona fica mais suscetível a doenças do cardíacas e complicações no cérebro e nos ossos.

4) podem ser cancerígenos: você sabia que contraceptivos hormonais foram classificados pela Organização Mundial de Saúde como potencialmente carcinogênicos? isso devido às doses (muitas vezes cavalares) de hormônios depositados DIARIAMENTE na corrente sanguínea. pra você ter uma noção, eles estão enquadrados na mesma classe do tabaco e amianto.

5) você está enganando o seu corpo: a pílula anticoncepcional é composta por dois hormônios sintéticos: um imita o estrógeno e o o outro a progesterona, ambos hormônios naturais da mulher, responsáveis por controlar seu ciclo. esses hormônios “falsos” presentes na pílula “enganam” o seu organismo, fazendo com que a mulher não produza os hormônios naturais e, consequentemente, não ovule. a menstruação também é “falsa”, pois não há óvulo sendo expelido.

6) aumenta o risco de trombose: usuárias da pílula contraceptiva tem até quatro vezes mais chances de desenvolver trombose venosa profunda quando comparadas à população em geral. em mulheres fumantes acima de 35, esse número aumenta drasticamente; essas tem cerca de 10 vezes mais chance que as que utilizam esse método e não fumam (!!!). esse problema é gerado pela coagulação do sangue no interior das veias, principalmente nos membros inferiores. caso um dos coágulos entrar na corrente sanguínea e chegar ao pulmão, pode causar embolia pulmonar – risco fatal.

7) desencadeia vários outros problemas: dores de cabeça, alterações bruscas de humor, DEPRESSÃO, enjôos, mal-estar, ansiedade (…) tudo isso consta na bula. por favor leiam, se informem, e decidam de forma consciente.

 

corpoinconsciencia

‘BBB15’ tem esfirra, sexo e pílula do dia seguinte

bbbSão apenas oito dias de confinamento, mas a carência afetiva já sobe pelas paredes da casa do Big Brother Brasil 15. Que o digam Rafael e Talita, que decidiram parar de se segurar e deram início, nesta madrugada, ao rali sexual da edição 2015 do reality show, logo após a Festa Árabe preparada pela produção. Com respiração ofegante, juras de amor e peças de roupas íntimas perdidas, ficou bastante claro: já rolando de um tudo embaixo dos edredons. Mesmo sem o devido preparo: a aeromoça teve de solicitar à produção do programa uma pílula do dia seguinte, para garantir que não venha um rebento com cara de Pedro Bial por aí.

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Na história do reality show da Globo, o primeiro relato de um rendez-vous sensual nos dormitórios foi com Jeferson e Tarciana no BBB2. Após o casal tomar a coragem (leia-se cara de pau), a situação se repetiu diversas vezes com outros namoradinhos. Houve os discretos Pink e Sammy, e, os mais descarados Laisa e Yuri. Agora, quem não está dando muita importância a todas as câmeras é o casal 20, Talita e Rafael.

A aeromoça e o estudante de administração passam mais da metade do dia agarradinhos na cama. “Rafael, parece que você tem sete mãos”, diz a goiana, aos risos, fazendo a melhor publicidade que o gaúcho poderia ter na sua vida. Nesta quarta-feira, apesar de não confirmarem, o clima pegou fogo. Ambos nem permaneceram tanto tempo na Festa Árabe. Tudo começou quando o rapaz disse: “Ninguém consegue saber o que a gente está vivendo aqui”. Pelo visto, a sua dama entendeu o recado. Após alguns minutos e com a respiração ofegante, a sister pediu que o namorado procurasse a sua calcinha.

Foi só na manhã desta quinta que ela abriu o jogo com Rafael. “Eu não tomo anticoncepcional”, contou a participante. “Desculpa, estava muito bom e eu não quis parar para te dizer isso”. Rafael, claramente atônito, tentou ser cavalheiro, apesar da expressão de pânico no rosto. A solução? A jovem entrou no confessionário e precisou pedir a famosa pílula do dia seguinte.

Por falar em carência, pobre Adrilles. O poeta que só teve “relações espasmódicas” na vida estava bem ao lado do casal, durante o rala-e-rola. Contando carneirinhos, ora pois.

 

Veja

Mulher tem trombose ao usar pílula anticoncepcional: ‘Pode ser fatal’

mulherrApós a repercussão dos casos de mulheres diagnosticadas com trombose venosa cerebral devido ao uso de pílula anticoncepcional, outras pessoas que tiveram o mesmo problema resolveram contar o seu drama, como a dona de casa Marizete Macedo, 46 anos. Moradora de Rio Verde, no sudoeste goiano, ela chegou a ter o lado esquerdo do corpo paralisado e a fala comprometida devido à doença. A paciente alerta para o uso de contraceptivos orais: “Quando o médico falar que precisa usar anticoncepcional peça o exame, porque a trombose pode ser fatal”.

Marizete conta que começou a usar pílula em junho do ano passado, como forma de tratamento. “Eu estava com o útero muito grande e teria que fazer uma cirurgia. Eu não quis. O médico então optou por fazer um tratamento com anticoncepcional”, relata a dona de casa.

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Seis meses depois de fazer uso diário da pílula anticoncepcional, a paciente começou a ter fortes dores de cabeça, vômito e intolerância à claridade. Diagnósticada como se estivesse com enxaqueca,  ela foi internada, mas o estado de saúde piorou e ela teve o lado esquerdo do corpo paralisado.

“Eles repetiram os exames e apareceu que eu tinha dado uma trombose. Eu já estava com hemorragia cerebral. Eles me perguntaram se eu fumava, se eu bebia, se eu tinha usado anticoncepcional. E aí eu falei para eles que tinha seis meses que eu tinha usado o remédio. Então foi o anticoncepcional que causou a minha trombose”, conta a dona de casa.

Os médicos que atenderam Marizete constataram que ela tinha uma mutação em um dos cromossomos, o que aumenta o risco de trombose. Segundo uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP), 15% das mulheres possuem esse problema genético. O uso de anticoncepcional aumenta as chances de essas pessoas desenvolverem a doença.

O problema é que muitas mulheres fazem uso indiscriminado da pílula contraceptiva. Além disso, muitos ginecologistas não pedem que a paciente faça o exame que detecta a alteração genética.

“Quando a paciente chega em nosso consultório, é feita a triagem clínica, se ela tiver fator de risco ou fator familiar, aí é pedido, com  certeza, os exames específicos. Mas se a paciente não tem nenhum problema de saúde, o médico vai optar pelo anticoncepcional o efeito colateral”, disse o ginecologista Victor Reges Nunes Teixeira.

Um ano depois após ter diagnosticado a trombose, Marizete ainda vive com restrições. “Eu não posso cair, eu não posso ter pancada, porque se não pode criar novos trombos. Eu não posso comer verduras, coisas verdes. Hoje eu tenho medo, traumas, depressão”, relata a dona de casa.

Proibição de anticoncepcional na França gera alerta da Anvisa ao uso de pílulas no Brasil (Foto: Rede Globo)
Outras mulheres afirmam ter tido trombose após o
uso de pílula contraceptiva (Foto: Rede Globo)

Evento raro
O presidente da Sociedade Goiana de Ginecologia, Maurício Machado da Silveira, explica que a incidência desse efeito colateral é rara. “A incidência é de dois a cada 100 mil, um evento raro, mas grave, por isso que está chamando a atenção. Todas as pessoas têm risco para trombose, as pílulas antigas elevam em duas vezes o risco de ter a trombose”, afirma o médico.

O ginecologista explicou ao G1 que, além das pílulas, os anticoncepcionais que possuem estrogênio em sua formulação aumentam o risco de trombose, como os injetáveis mensais, os adesivos e o anel vaginal. Já os injetáveis trimestrais, DIUs (Dispositivos intrauterinos), a pílula de progesterona pura e os implantes subdérmicos não causam esse efeito colateral.

De acordo com o ginecologista, uma boa consulta com o médico por identificar a probabilidade de a mulher ter trombose devido ao uso de anticoncepcional. Ele diz que as pacientes não precisam se alarmar, mas devem procurar qual método contraceptivo podem usar.

“Principalmente as pacientes que têm condição de risco, por exemplo, quem fuma, quem tem problemas cardiovasculares, quem tem problemas de trombose, passado gestacional com abortos, essas pacientes são de risco e devem procurar um médico para fazer esse rastreamento e, se houver necessidade, pedir esse exame”, explicou Maurício.

Outros casos
A professora universitária Carla Simone Castro, 41 anos, que também foi diagnosticada com trombose venosa cerebral após usar pílula anticoncepcional, criou a comunidade “Vítimas de anticoncepcionais. Unidas a favor da vida” no Facebook. O objetivo do projeto é ajudar as pessoas que tiveram alguma enfermidade pelo uso de contraceptivo e alertar a população.

“Pensamos em, depois de nos recuperarmos, chamarmos a atenção da Anvisa. Estamos questionando a segurança desses medicamentos. Queremos que eles sejam pedidos por receita médica, que tenham mais estudos sobre os riscos. O risco deveria vir estampado na embalagem, assim como nas campanhas de cigarro. Quantas pessoas vão ter que morrer para que isso ocorra?”, questiona a professora.

O caso de Carla ficou conhecido nacionalmente após ela postar um vídeo nas redes sociais para contar aos amigos sobre seu estado de saúde e o que havia acontecido. A gravação repercutiu e já foi compartilhada quase 140 mil vezes.

Quase 15 mil mulheres já integram comunidade que alerta sobre o uso de anticoncepcional em Goiás (Foto: Reprodução/ Facebook)Quase 15 mil mulheres já integram comunidade (Foto: Reprodução/ Facebook)
Do G1 GO, com informações da TV Anhanguera

Mulheres que tomam pílula são mais felizes no relacionamento, diz pesquisa

Getty Images
Getty Images

Bom dia! Você sabia que mulheres que tomam pílula anticoncepcional são menos satisfeitas sexualmente, mas mais felizes com o relacionamento em comparação àquelas que não tomam o medicamento?

Quem confirma a informação é um estudo feito pela universidade de Universidade de Stirling, no Reino Unido.

O estudo realizado pelo médico Craig Roberts, entrevistou cerca de 2 mil mulheres de todo o mundo, incluindo EUA, Reino Unido e República Tcheca. A idade média das foi de 37 anos e todas tinham um relacionamento estável.

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Os casais que se conheceram, em um momento em que a mulher já fazia uso da pílula, foram emocionalmente mais satisfeitos e se mostraram mais propensos a ficar juntos, em média, dois anos a mais.

Apesar das evidências de que as mulheres que tomam pílula sejam sexualmente menos satisfeitas, elas estão mais felizes com os aspectos não sexuais da relação, afirma a pesquisa.

 

R7

Uma em cada quatro garotas de 10 a 15 anos já usou a pílula do dia seguinte, diz pesquisa em SP

pilulaUm levantamento da Casa da Adolescente, unidade da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo, mostrou que 23% das garotas já usaram a pílula do dia seguinte para evitar uma gravidez indesejada. Foram ouvidas 600 pessoas, entre 10 e 15 anos de idade. De acordo com a pesquisa, 75% das meninas e 60% dos garotos já conheciam o medicamento para impedir a gestação.

A coordenadora do Programa Estadual de Saúde do Adolescente, Albertina Duarte, explicou que as adolescentes estão deixando de lado a prevenção contínua – o uso de pílulas anticoncepcionais e do preservativo – para usarem a contracepção de emergência. “Para eles, a pílula de emergência é como uma varinha mágica. Virou a pílula do fim de semana, está sendo usada como se fosse anticoncepcional, porque algumas meninas chegam a tomar seis, sete vezes em um mês”.

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De acordo com Albertina, a pílula de emergência é indicada em casos de estupro, quando o preservativo estoura, sai do lugar ou fica preso no corpo da mulher, ou até mesmo quando a mulher esqueceu de tomar o anticoncepcional rotineiramente. “Há adolescentes que acham mais fácil, mas não têm conhecimento e não sabem que há 15% de chance de falha, além dos riscos de doenças sexualmente transmissíveis. De cada 20 que tomam, três engravidam”.

Entre os riscos de abusar desse método, além da possibilidade de gravidez, é o desequilíbrio hormonal, pois uma pílula do dia seguinte equivale a meia cartela do anticoncepcional comum. “É um bombardeio porque uma dose que tomaria em 15 dias, ela toma de uma vez. Pode ter hemorragia e não reconhecer mais seu organismo, podendo achar que está menstruada e que não tem risco de engravidar”.

A pílula do dia seguinte usa os mesmos hormônios utilizados no anticoncepcional convencional, porém com dosagem maior. O uso é recomendado até 72 horas após a relação sexual.

A médica destacou que há 40 anos indica o método para casos específicos, e com o máximo de cautela. Segundo ela, o uso excessivo está ditando mais uma vez a submissão das mulheres, porque a responsabilidade de evitar a gravidez está novamente ficando apenas com elas. “As meninas não têm coragem de pedir que o menino use o preservativo e nem para que ele compre a pílula. Antes, o menino pelo menos bancava isso, hoje não. Está com ela o peso dos anticoncepcionais”.

A médica ressaltou que desta forma a relação está desigual, pois as garotas têm medo de desagradar ou perder o parcerio e o menino, de falhar. “São duas pessoas imaturas e inseguras, mas quem paga o preço ainda é a mulher. Se engravida, fica com o bebê e ainda é culpada. Se não tomar a pílula, também é a culpada. Mudar essa relação é uma prova de carinho com ela mesma”.

 

 

Agência Brasil