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Delegado da Polícia Civil da PB que xingou mulheres petistas entra na mira da Corregedoria

O delegado Francisco Azevêdo, que proferiu ofensas, em uma rede social, contra mulheres petitas será investigado pela Corregedoria da Polícia Civil da Paraíba por determinação do governador do Estado, João Azevêdo (PSB). A decisão foi anunciada nesta quarta-feira (03), após a repercussão negativa da atitude do servidor público.

Segundo o governador, a conduta é suficiente para abertura de inquérito

Na postagem, o delegado teria tachado as militantes petistas de “raparigas, safadas e rodadas”.

Na Câmara Municipal os vereadores  Marcos Henriques (PT) e a vereadora Sandra Marrocos (PSB) repudiaram o ato.

Sandra Marrocos disse que pedirá ao governador a exoneração de Francisco Azevêdo cargo de delegado. Já Marcos exigiu providências enérgicas por parte da gestão estadual.

 

PB Agora

 

 

Petistas da PB criticam governo Dilma, mas rechaçam tese de impeachment

movimento-ptMilitantes “Movimento PT”, força interna do Partido dos Trabalhadores na Paraíba,  se reuniram neste sábado (18), durante seminário, em João Pessoa, para discutir questões internas do PT e a crise nacional e decidiram publicar uma resolução manifestando discordância com alguns pontos do ajuste econômico do governo federal.

O documento destaca que a tendência não concorda com qualquer medida econômica que venha afligir o bolso da população, e que o governo teria que encontrar outras formas para os ajustes fiscais. No entanto, reafirma total apoio ao governo Dilma e rechaçando qualquer “tentativa de golpe”.

A principal palestrante do Seminário, que discutiu os desafios atuais e perspectivas de futuro, foi a vice-presidente nacional do PT, senadora Fátima Bezerra (PT/RN).

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O evento contou ainda com participação de vereadores, prefeitos, vices e muitas lideranças petistas de 40 municípios do estado, além do presidente estadual do PT, Charlinton Machado, e o presidente estadual da CUT, Paulo Marcelo.

O deputado estadual Frei Anastácio, principal referência da tendência no estado, disse que ficou satisfeito com a realização do seminário. De acordo com o deputado, encontro serviu para um aprofundamento sobre a crise que o pais enfrenta. “Depois dos debates, durante toda manhã e parte da tarde, desta sábado, saímos com mais elementos para defender o governo do PT que enfrenta os ataques da direita conservadora deste país, que não aceita um governo popular. Estamos prontos para ir às ruas com o povo. Acredito que os movimentos populares, juntamente com o povo, pode mostrar a sociedade a importância desse governo e quem está por trás desses ataques”, disse o deputado.

Leia na íntegra o documento elaborado no seminário do Movimento PT, que também será enviado à direção nacional do PT.

Brasil Desafios atuais, perspectivas de futuro

Ao longo dos últimos 30 anos, a recente democracia representativa brasileira deu provas de seu amadurecimento, chegando, inclusive, a servir de palco para sucessivas eleições de presidentes da república.

Mesmo bombardeada com a inclusão de fortes discursos oposicionistas de direita que apregoam, inclusive, a intervenção militar para destituir um governo eleito, nossa democracia resiste a solavancos.

Contudo, as denúncias de corrupção ativa contra dirigentes do Partido dos Trabalhadores e membros do governo federal, nas situações relacionadas à Operação Lava Jato, têm sido utilizadas pela oposição para difamar, enfraquecer e desestruturar o Governo Dilma.

No campo da economia, as notícias dão conta de que a inflação do mês de março alcançou 1,32%, na projeção do acumulado para este ano, o percentual da inflação deve superar a casa dos 8%; que o valor da cesta básica subiu em 13 das 18 capitais pesquisas pelo DIEESE; que os saques da poupança tem, sistematicamente, superado os depósitos ao longo de 2015; que a taxa de desemprego, também em 2015, tem aumentado, entre outras. Tudo isso tem trazido insegurança para o governo e a sociedade.

A política econômica da presidente Dilma está no centro de qualquer análise de conjuntura que se diga séria. As opções até recentemente tomadas pelo governo federal possuem características recessivas. Mesmo diante do não anúncio oficial, percebe-se que o grau de contingenciamento a que estão submetidas as atuais medidas apontam que 40% do ajuste fiscal proposto pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, será de aumento de tributos e que os 60% restante serão cortes no orçamento.

Ao considerarmos o ano de 2014 como difícil, 2015 poderá ser pior ainda. Estima-se que os investimentos públicos sofrerão uma queda drástica, com sérias conseqüências para os trabalhadores e a deterioração dos indicadores sociais.

Conseqüências na política

No campo político, mesmo com a diminuição de participantes, as movimentações de rua contra o Governo Dilma e o PT impactam negativamente na imagem de ambos. O sentimento anti-petista é algo já detectado entre os segmentos que, historicamente, deram apoio ao partido, como por exemplo, os jovens brasileiros (16 a 25 anos).

A questão política é central. O principal foco é a disputa política em torno do governo federal, com a direita liderada pelo PSDB almejando “sangrar” o governo por um lado, e as forças de esquerda e progressistas, buscando defender a institucionalidade e o resultado eleitoral de 2014.

Notadamente, constata-se que a estratégia da direita é a de fazer o governo “sangrar”, impingindo-lhe grandes derrotas eleitorais ao PT nas eleições de 2016, para, após, avaliar a futura conjuntura. Com isso, acelerar ainda mais o processo de desgaste de Dilma, do PT e, por fim, do companheiro Lula. A intenção é derrotar-nos político-eleitoralmente.

A derrota para a presidência da Câmara Federal, considerada enquanto capítulo do processo descrito acima, ainda é fortemente sentida pelo PT. Eduardo Cunha, enquanto presidente daquela casa Legislativa, tudo fará ao seu alcance para isolar a bancada do PT e trazer embaraços e dificuldades ao governo federal.

Na forma e conteúdo, como se apresenta o quadro político-econômico-institucional, podemos dizer que a situação é grave, requerendo de todos nós, governo federal, aliados e PT, esforços consideráveis para tentar, a médio e longo prazos, reverter a situação.

O que devemos fazer?

Como forma de deter o rumo pretendido pela direita, faz-se necessário que as forças progressistas e populares demonstrem resistência, como por exemplo, ocorreu em 2005. Contudo, o povo deve sentir claramente que o governo federal e as forças políticas e sociais que o apóiam estão ao seu lado, ou seja, do lado dos direitos sociais conquistados e da defesa de melhores condições de vida e de trabalho da população que melhoraram no governo do PT.

A Presidente Dilma foi eleita com os votos dos setores mais modestos da sociedade, principalmente do Nordeste. Sobre esses, as conseqüências do ajuste fiscal patrocinado foi devastador (energia elétrica, combustível, cesta básica). A mudança desse rumo, como dito acima, é simplesmente imprescindível.

É necessário combinar propostas concretas com ações políticas de correção de rumo. Pelas características da política econômica emplacada pelo Ministro Levy, e pela agenda com que ingressou ao governo (ajuste em curso), obviamente sua permanência é vista como contraditória com a mudança de rumo que almejamos.

Já está em curso uma agenda política e econômica que permite delimitar o espectro da mudança de rumo almejada. Em curso temos a votação dos destaques da PL 4330. Até o dia 01 de maio deverá se configurar um cenário de maior clareza dos embates, de forma a que nesse dia a CUT e os movimentos sociais aliados possam apresentar uma plataforma alternativa.

É importante observar que a agenda de confrontação política é mais ampla. Abrange diversas dimensões da vida social que são bem sensíveis à população. Um exemplo é a iniciativa de setores conservadores de aprovar a emenda constitucional que garante a redução da maioridade penal, entre outros, a exemplo da já citada tentativa de aprovar a PL 4330.

Ação do governo

Consideramos que o governo deve sair da defensiva e partir para ofensiva. Deve possuir a disposição política necessária para encampar a mudança de rota, com ou sem o senhor Levy, bem como propor o início do debate de qualidade sobre as tão aguardadas reformas fiscal, tributária e política.

A Presidente, no processo de defesa de seu governo e do anterior (Lula), não deve restringir-se aos “muros de Brasília”. Ela deve construir uma agenda positiva de aproximação ou reaproximação com a população.

Podemos      concluir diante de tudo isso, que os desafios atuais são muitos e que as perspectivas de superação da crise passam pela capacidade do PT, do governo Dilma e de seus aliados reagirem de maneira a demonstrar que o modelo implantado a partir de 2002 (Governo Lula) ainda é o melhor para o Brasil, em particular para os setores menos favorecidos da sociedade.

Diante dos debates realizados neste sábado 18 de abril de 2015, o Movimento PT concluiu que manifesta total e irrestrito apoio ao governo Dilma, que está pronto com sua militância para sair às ruas nessa defesa, e que rechaça qualquer tentativa de golpe contra a democracia construída com suor e sangue que hoje tem um governo eleito de forma legítima através da soberania do voto. Entende também a necessidade da realização de mudanças na política econômica, nas relações institucionais com os movimentos sociais, com maior aproximação, e com atenção especial às classes menos favorecidas.

João Pessoa, 18 de abril de 2015

 

Assessoria

Lula faz críticas a Dilma e defende ajuste em ato para reanimar petistas

lulaNo primeiro discurso aberto à imprensa desde os multitudinários atos contra o Governo em março, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu o ajuste fiscal de Dilma Rousseff, sua afilhada política e sucessora, mas também a criticou e mandou recados diretos. Falando para um público formado por centenas de militantes partidários, membros de movimentos sociais e de confederações de trabalhadores, o líder petista pediu prudência aos sindicalistas nas reclamações contra o Governo e ressaltou que, se a presidência fosse de um “tucano”, não haveria negociações com a classe trabalhadora. “Nem em Brasília chegariam”, argumentou.

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Em um discurso de quase 50 minutos no sindicato dos bancários de São Paulo, Lula sintetizou a crise econômica e a insatisfação popular com o Governo usando uma frase que costumava dizer na época em que era sindicalista no ABC paulista, nos anos 1970 e 80. “O peão que come filé não quer voltar a comer acém. O povo está mais exigente”. Segundo ele, os protestos sociais e as reclamações até dos apoiadores de Rousseff ocorrem porque as pessoas progrediram social e economicamente e não querem abrir mão do que conquistaram nos últimos 12 anos, o período que o PT governa o Brasil.

As últimas pesquisas que avaliaram a gestão Rousseff mostram que ela perdeu apoio até de seus eleitores. O Datafolha de março concluiu que 62% dos brasileiros consideram a administração federal ruim ou péssima. É o maior índice de reprovação desde o impeachment de Fernando Collor, em 1992.

Em outro momento da plenária, Lula disse que a gestão petista cometeu equívocos. Usando a primeira pessoa do plural, o ex-presidente tentou ser equilibrista ao criticar sua sucessora. Entre os erros apresentados por ele estão o não aumento da gasolina por dois anos seguidos para segurar a inflação e a redução da conta de energia elétrica para estimular a produção industrial. “Tivemos conjunturas desfavoráveis que não dependeram só da Dilma”, disse pouco antes de defender as mudanças na economia que a presidenta tenta aprovar no Congresso Nacional e de dizer que a inflação é a “desgraça do pobre”. “Fiz um ajuste mais forte do que esse em 2003”, disse Lula. O ex-presidente chegou a fazer uma promessa aos ouvintes em nome da herdeira: “Quando melhorar [a situação econômica], a Dilma começa a reajustar em favor do povo”.

Mobilização

Apesar das críticas, Lula conclamou os movimentos sociais a defender a democracia e a não aceitar “golpismos” promovidos pelos opositores que, segundo ele, não se conformam com a quarta derrota eleitoral seguida. Antes de ser eleito presidente, em 2002, Lula perdeu três eleições presidenciais consecutivas, em 1989, em 1994 e em 1998. Mas, nem assim, diz ele, quis dar um golpe. “É a primeira vez que vão às ruas contra nós. Eles também estão no direito de reclamar”, ponderou o ex-presidente, que pediu calma e respeito aos manifestantes que ficam no “andar de cima”.

Lula afirmou também que há uma onda de intolerância no país no qual não se pode nem debater ideias ou usar uma roupa vermelha sem ser chamado de ladrão, numa referência ao que os petistas consideram ser a “criminalização” do partido após o envolvimento em escândalos de corrupção_no evento, estava Sérgio Gabrielli, ex-presidente da Petrobras, estatal alvo da operação Lava Jato. Vestindo uma camisa vermelha, o ex-presidente disse aos militantes que, usavam em sua maioria roupas da mesma cor: “Vim de vermelho porque não preciso vestir verde e amarelo para dizer que sou brasileiro”. A camiseta da seleção brasileira é um dos uniformes informais dos grupos que pedem o impeachment da presidenta.

Olhando para uma câmera e dirigindo a palavra diretamente à “Dilminha”, Lula enviou dois recado: “Quem está aqui é o seu parceiro nos bons e maus momentos” e “a gente não quer ser chamado só para festa, mas para discutir”. Foi mais um ingrediente para as fartos debates na imprensa e fora dela sobre o estado das relações pessoais e políticas entre Dilma e Lula e as queixas mais ou menos veladas do mentor de que ela não segue seus conselhos. É o mesmo tipo de reclamação que aliados, como o PMDB, têm feito desde o início do segundo mandato de Rousseff.

A cada vez que emitia uma de suas frases de efeito que, Lula era ovacionado. No início e no final do evento os militantes puxaram a velha canção de suas campanhas  (Olê, olê, olê, olá, Lula, Lula), mas nem todos aceitaram os pedidos de apoio à Dilma: “Uma coisa é ser contra o golpe. Mas do jeito que a Dilma está metendo a mão no nosso bolso, fica difícil apoiar. Mas é o que no resta. O duro é que a Dilma não é o Lula. Se fosse, seria mais fácil até entender o que ela fala”, disse o metalúrgico aposentado Francisco Neves, 69 anos, enquanto caminhava para o metrô Sé enrolado em uma bandeira do PT e vestindo um boné da CUT.

El País

Queda de Dilma ainda levanta o coro de ‘Volta Lula’ entre os petistas

dilma-e-lulaPara efeito externo o discurso ainda é o de que a queda da presidente Dilma Rousseff nas pesquisas não assusta porque os adversários não cresceram.

Internamente, os números divulgados pelo instituto Datafolha na sexta-feira bateram no PT como um prenúncio quase certo de derrota se alguma providência não for tomada. E por “providência” entenda-se a troca da candidatura do partido. Aquele sentimento temporariamente arrefecido reacendeu e deve jogar o PT de novo na discussão do “volta, Lula” nessas duas semanas que faltam para a convenção marcada para o próximo dia 21.

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A inquietação nos telefonemas trocados entre petistas na sexta-feira de manhã era com a possibilidade de “entregar (o governo) para o Aécio”. Hipótese, de acordo com essas avaliações, perigosamente desenhada em duas situações da pesquisa: na simulação de segundo turno e na indicação da pessoa com mais capacidade de promover as mudanças desejadas por 74% por consultados.

Em fevereiro, Dilma tinha o dobro das intenções de voto do tucano Aécio Neves em disputa na fase final: 54% contra 27%. Agora ela caiu para 46% e ele subiu para 38%. No quesito capacitação para promover mudanças o ex-presidente Lula aparece em primeiro lugar com 35%, Aécio em segundo com 21% e Dilma em terceiro com 16%.

Nas intenções de votos a presidente ainda está em primeiro lugar com 34%, mas perdeu 10 pontos porcentuais de fevereiro para cá. Vem caindo devagar e constantemente. O mesmo movimento ocorre com seu índice de rejeição: era de 30% em fevereiro e agora é de 35%. São números que vão se consolidando, firmes e, portanto, aparentemente difíceis de tomarem o rumo inverso.

O mesmo acontece com a avaliação de governo, que já foi de 65% no quesito ótimo e bom há pouco mais de um ano, caiu para 25% em junho de 2013, deu uma boa recuperada em fevereiro (41%) e nos últimos meses voltou a cair gradativamente até atingir os atuais 33%. Dizem os estudiosos de estatísticas eleitorais que governantes com avaliações positivas abaixo de 35% não conseguem se reeleger.

Permitam-me, o senhor e a senhora, lembrar um detalhe: a análise aqui é baseada na percepção recolhida entre petistas que sob a condição do anonimato puderam dar uma visão mais realista que a versão oficial. São eles os primeiros a apontar a irrelevância dos índices dos adversários nesse momento, considerando mais importante o grau de conhecimento e de exposição de cada um.

Muitos não duvidam de que Dilma estaria atrás do segundo colocado se ele fosse tão conhecido e tivesse tanto espaço nos meios de comunicação quanto ela.

Esses dados fazem baixar, não diria o pânico, mas o sentido de urgência nas hostes do PT. Note-se: não disse governistas, pois os demais partidos da “base” se arranjam em qualquer governo.

O “Volta Lula”, por isso, é hoje uma preocupação exclusivamente petista. Na avaliação do partido difícil de resolver. Porque, com todo poder de mando do ex-presidente sobre o partido e sua criatura ele preservaria um sentido de delicadeza que o impediria de impor uma desistência a Dilma. Pela qual há uma evidente torcida.

Barco a vagar. Segundo o ex-presidente Lula, a culpa do ínfimo crescimento da economia é do pessimismo dos empresários. Mas, de acordo com o Banco Central, o pessimismo dos brasileiros em geral é muito bom porque vai ajudar a reduzir a inflação que, na avaliação do ministro da Fazenda, foi a responsável pelo mau desempenho da economia.

Inflação esta até outro dia mesmo um problema existente só na cabeça dos pessimistas que, se agora são tidos pelo BC como aliados na luta contra a inflação, antes eram apontados como soldados da “guerra psicológica” contra o governo.

Deve ser por essa confusão que a presidente Dilma, quando perguntada sobre o porquê de o Brasil crescer tão pouco, agora diz que não sabe a razão.

MSN

Coordenadora de pré-campanha de RC diz está de “braços abertos” para petistas

sandra marrocosA coordenadora da pré-campanha a reeleição do governador Ricardo Coutinho (PSB) ao Governo do Estado, Sandra Marrocos, declarou neste sábado (1) que o seu partido está de “braços abertos” para receber dissidentes do Partido dos Trabalhadores (PT) ao grupo socialista.
A resposta da ex-vereadora de João Pessoa veio após ela ser indagada sobre as pretensões dos petistas com cargos na administração estadual de criarem um movimento por um palanque Dilma Ricardo na Paraíba se contrapondo a candidatura própria do PT ao governo, conforme informou na última sexta-feira o diretor de economia e fomento da PTtur, Francisco Linhares.

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Em entrevista ao MaisPB, Sandra Marrocos declarou que respeita a proposta do PT em querer disputar o Palácio da Redenção mas, caso militantes da legenda decidam seguir o projeto político do governador, “serão muito bem vindo.

“Estaremos de braços abertos. Sejam muito bem vindo”, disse Sandra Marrocos.

No entanto, Sandra sustentou que, apesar da articulação pró Dilma e Ricardo, ela trabalhará pelo palanque Ricardo com o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que são do mesmo partido.

“Nós estamos na pré-campanha de Ricardo e Eduardo Campos que, por sinal, são os dois melhores governadores do Nordeste”, garantiu.

Neste sábado, Sandra Marrocos foi homenageada durante feijoada patrocinada pelo jornalista e repórter policial Jorge Filho pelo trabalho desenvolvido a frente da Fundação de Desenvolvimento da Criança e do Adolescente (FUNDAC). No evento vários, que aconteceu na Feijoada do Fábio, em João Pessoa, policiais e representantes a sociedade civil organizada também foram destacados por contribuir com a Paraíba.

Roberto Targino – MaisPB

Mais petistas engrossam o coro contra escolha de Nadja e acusam Cartaxo de impor candidatura

petistasA escolha de Nadja Palitot continua provocando reação de petistas. O vice-presidente estadual da legenda, Rafael Maracajá, chamou os membros do PT para reagir contra a decisão do prefeito Luciano Cartaxo. “Um lançamento de candidatura que é combinado na calada da noite, por telefone, com contatos aos subordinados. Isso parece uma cena dos acordos familiares das grandes oligarquias que tanto combatemos. Desta forma fica difícil para militância e para o povo acreditar que seja algo do PT no século XXI”

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De acordo com Maracajá, a direção do PT deve se explicar sobre como um projeto político democrático vai ser construindo e representado de forma impositiva.  “Como eu poderia pedir voto para uma candidata dizendo que é do PT, mas que de fato foi escolhida por uma família sem nenhuma discussão interna? Ou seria o aprimoramento do blefe e, por isso esse formato de escolha?”, questionou o petista.
Já o vice-prefeito de Patos e ex-candidato a presidente estadual do PT, Lenildo Morais, cobrou a realização de prévias para a escolha do candidato. “O PT não é uma tendência, certamente outros nomes surgirão”.

Blog do Luís Torres

Dirigente de partido na Paraíba detona petistas no Estado que defendem inocência de condenados do mensalão

fabioO presidente estadual do PSOL, carteiro Fabiano Galdino, considerou como importante e necessária à democracia brasileira a decisão do STF pela prisão de 12 condenados no caso do Mensalão. Galdino voltou a fazer fortes críticas aos petistas paraibanos que defendem a inocência de Jose Dirceu, Genoíno e Delúbio Soares. “A prisão de figuras como Delubio Soares, Genoíno e o ex-ministro da Casa Civil do Governo Lula e ex-presidente nacional do PT, José Dirceu, entre outros, é um avanço para a democracia brasileira, mesmo que isso signifique uma mancha à história do PT”, comentou.

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Ainda segundo Galdino, o PT, em suas reações contra a decisão do STF no caso Mensalão, perdeu a noção da ética na política e do respeito ao interesse público. “Quando busca desqualificar a importância da decisão do STF no caso do Mensalão, o PT se enquadra no perfil conservador da política”, afirmou Galdino, acrescentando que “Na Paraíba há os petistas dirigentes que defendem claramente a impunidade no fazer político e que colocam a amizade entre partidários acima do aperfeiçoamento da democracia e do interesse público”.

O dirigente do PSOL criticou dirigentes petistas no Estado que saíram em defesa dos petistas condenados no Mensalão. “Quando busca desconhecer a realidade dos fatos entorno do Mensalão, o PT cumpre o papel de se situar acima da lei e da Justiça, o que é muito lamentável. Esse comportamento adotado pelo PT de negar a existência do Mensalão representa uma insubordinação à lei e ao Estado de Direito”, concluiu.

pbagora

Em discurso a petistas, Lula ‘lança’ Padilha candidato ao governo de SP

© JORGE ARAÚJO / FOLHAPRESS
© JORGE ARAÚJO / FOLHAPRESS

No evento de lançamento da candidatura do ex-prefeito de Osasco, Emidio de Souza, à presidência do PT no estado de São Paulo, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva desfez qualquer dúvida sobre quem será o candidato do partido ao Palácio dos Bandeirantes em 2014. Depois de todos os oradores anteriores disfarçarem sobre a provável candidatura do ministro da Saúde, Lula foi claro e direto: “Precisamos eleger o Padilha e reeleger a Dilma”, disse, ao referir-se ao atual ministro da Saúde.

No início de seu discurso, o ex-presidente chegou a manter o suspense. “Não posso falar de eleição porque já fui multado em R$ 20 mil. Portanto, Padilha, não vou falar em seu nome aqui hoje”, começou. Só no encerramento de sua fala veio a declaração que as mais de mil pessoas que lotaram a Casa de Portugal, no bairro da Liberdade (centro de São Paulo), esperavam em favor da pré-candidatura de Alexandre Padilha ao governo paulista.

Em coletiva à imprensa antes do ato político por sua candidatura, Emidio de Souza disse que não há divergência sobre o nome de Padilha para disputar o governo do estado. “O nome do Padilha está consolidado. Não vai ser anunciado (oficialmente) agora, mas é um consenso construído dentro do PT. Não há resistência a esse consenso, e queremos testar um nome novo na disputa de 2014 e achamos que Padilha é o melhor nome”, afirmou o ex-prefeito.

Apesar de tudo isso, Padilha preferiu não falar como o escolhido do partido para a disputa: “Não definimos quem vai ser o candidato”. Segundo ele, antes de consolidar-se como concorrente ao governo paulista o PT deve “retomar o diálogo com os movimentos sociais e com a juventude” e disse que só chegará ao Bandeirantes “se puder contar com a força da militância.”

Emidio

A candidatura do ex-prefeito de Osasco à presidência estadual do PT é considerada estratégica para o partido, que vê em Emidio de Souza um nome com capacidade para unificar a legenda e o de um articulador competente para ampliar a presença do partido no interior de São Paulo onde o governador Geraldo Alckmin (PSDB) é eleitoralmente muito forte.

“Para ser presidente do maior partido de esquerda da América Latina no maior estado do Brasil, onde queremos ganhar, precisa de alguém com competência. Não estamos enfrentando qualquer um”, discursou Lula dirigindo-se a Emidio.

Por sua vez, o próprio Emidio falou como virtual presidente eleito do diretório estadual e coordenador da campanha de Padilha nas eleições de 2014. “Vamos fazer um governo olhando para a frente, não pro retrovisor”, prometeu.

Brasil

Lula destacou também o pronunciamento de Dilma na abertura da Assembleia Geral das Nações Unidas na terça-feira (24)., em que a presidenta repudiou a espionagem praticada pelos Estados Unidos contra o governo e empresas brasileiras. “Temos de estar orgulhosos do discurso que a Dilma fez em Nova York sobre a nossa soberania e o povo do Brasil”, afirmou.

O ex-presidente citou matéria publicada no jornal O Estado de S. Paulo, segundo a qual o Canadá e os Estados Unidos lavaram à Organização Mundial do Comércio (OMC) questionamentos sobre supostos subsídios do governo brasileiro ao pequeno agricultor e criticaram até o Programa Nacional de Alimentação Escolar, que estaria sendo beneficiado com incentivos ilegais, segundo aqueles países. “As pessoas estão perdendo o bom senso. Com isso vemos o momento de insanidade que o mundo está vivendo”, disse Lula.

 

 

por Eduardo Maretti, da RBA

Grupos ligados a ‘Mensagem ao Partido’ divulgam nota aos petistas da Paraíba

Mensagem ao Partido....A coordenação estadual da ‘Mensagem ao Partido’ publicou nota, direcionada aos filiados do PT na Paraíba, informando que continuam os debates visando “uma nova construção política que reencante sua militância e a sociedade”.

O texto deixa claro que nomes como o de Luiz Couto (deputado federal), Pollyanna Dutra (prefeita de Pombal), Marenilson Batista (secretário de Agricultura do Estado) e de Basílio Carneiro (radialista) aparecem cotados para representar a Mensagem na disputa pela presidência do partido na Paraíba, no Processo de Eleições Diretas (PED) deste ano.

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Confira a nota na íntegra:

NOTA DA MENSAGEM AO PARTIDO DOS TRABALHADORES NA PARAÍBA

O Partido dos Trabalhadores passará pelo processo de eleições diretas, o PED, no segundo semestre de 2013, e desde o início do ano tem debatido internamente teses para a construção dos rumos do partido, como a reeleição da presidenta Dilma Rousseff e as reformas que o Brasil precisa. Na Paraíba isso não tem sido diferente – o agrupamento do Deputado Federal Luiz Couto, a Democracia Socialista (DS) e o Movimento Ação e Identidade Socialista (MAIS PT), forças políticas que formam a Mensagem ao Partido, debatem uma nova construção política que reencante sua militância e a sociedade.

O pontapé inicial foi dado com a presença do ex-secretário nacional do PT, Elói Pietá, em encontros ocorridos em João Pessoa e Campina Grande em meados de abril, quando foi ratificado o apoio à candidatura do deputado Paulo Teixeira à presidência nacional do PT. Sob um discurso que demandava uma nova mentalidade política, a Mensagem começa a amadurecer o debate em torno de nomes para a disputa.

Dentro das expectativas do coletivo, nomes como o do próprio Luiz Couto, da prefeita de Pombal Pollyanna Dutra; do radialista Basílio Carneiro; e do secretário de Estado da agricultura Marenilson Batista são alçados à disputa estadual. Em nível municipal, nomes como o do professor e sindicalista Edmilson Cantalice, da chefe de gabinete da SEDAP e historiadora Cida Henriques na disputa em João Pessoa; do jornalista Vladimir Chaves e da assistente social Maria do Rosário Cardoso em Campina Grande têm circulado como possíveis candidaturas dentro da Mensagem ao Partido.

Entendendo as eleições internas como um expoente da democracia defendida pelo PT, a Mensagem dispõe candidaturas às direções partidárias estimulando e fortalecendo o debate, abrindo horizontes a outros setores do PT que queiram construir e acreditam no diálogo, e não numa falsa unanimidade.

Coord. Estadual da Mensagem ao Partido dos Trabalhadores na PB.

Couto e petistas da região do Agreste criam comissão de articulação política

 

BelémO deputado federal Luiz Couto esteve reunido, sexta-feira (31/5), com petistas de nove municípios do Agreste paraibano – Belém, Guarabira, Mulungu, Juarez Távora, Alagoinha, Dona Inês, Cuitegi, Bananeiras e Pirpirituba.

 

O encontro, realizado pela manhã no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Belém, é o segundo que acontece este ano na região. O primeiro foi no dia 10 de março, em Alagoinha.

 

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Luiz Couto fez uma breve prestação de contas das ações que desenvolve na Câmara Federal, destacando, em especial, a destinação de emendas no Orçamento Geral da União (OGU-2013), que garantiu para a Paraíba mais de R$ 21 milhões que será aplicado na segurança pública e quase 4 milhões para a saúde. Ele lembrou que da mesmo modo disponibilizou recursos que resultaram na construção de várias agências do INSS no estado.

 

Quanto ao PT, o parlamentar informou que deixou o campo ‘Construindo um Novo Brasil’ e ingressou no agrupamento ‘Mensagem ao Partido’, que já tem o deputado federal Paulo Teixeira (SP) como “nosso candidato a presidente nacional no Processo de Eleição Direta (PED), deste ano”.

 

Belém1Couto convidou a militância a se empenhar na coleta de assinaturas para a apresentação de um projeto de iniciativa popular, que vai culminar com a reforma política “que o Congresso se negou a fazer”. “Essa atividade será importante para a participação no PED”, avisou.

 

O deputado também escutou os filiados. Todos enfatizaram a necessidade de um diretório estadual e de um presidente que dê mais atenção ao interior, requisito apontado por eles como uma das maiores falhas da atual direção.

 

No final, foi criada uma comissão que, inicialmente, vai fazer a articulação política com os municípios, no sentido de colaborar na organização partidária, e preparar o próximo encontro regional, que deverá reunir filiados ao PT que ocupam cargos nas esferas estadual e municipais, visando uma maior efetivação das políticas públicas.

 

 

 

Ascom Dep. Luiz Couto