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Taxista evita batida frontal com caminhão, mas veículo capota com cinco pessoas entre Cuitegi e Alagoinha, na PB-075

Cinco pessoas sofreram um capotamento na manhã desta quinta-feira (5), na rodovia que liga os municípios de Cuitegi e Alagoinha, na PB-075. O acidente aconteceu próximo a um engenho, por volta das 08h40.

Segundo informações, o taxista Manoel Pereira, de 62 anos, de Alagoinha (PB), saiu ileso do acidente e alegou que precisou realizar uma manobra arriscada para não colidir frontalmente com um caminhão que vinha em sua direção. O carro saiu da pista e capotou três vezes.

No alternativo estavam os passageiros Tiago, de 23 anos, Antônio, de 86 anos, Leandro da Silva, de 24 anos e Rita de Cássia, de 21 anos. Eles vinham de Guarabira com destino a Alagoinha.

Tiago e Antônio ficaram presos nas ferragens. Leandro sofreu uma forte pancada na cabeça. Manoel e Rita saíram ilesos do acidente.

Equipes do Corpo de Bombeiros de Guarabira foram acionadas. Os feridos foram encaminhados para o Hospital Regional. Apesar do susto, nenhuma vítima está em situação grave.

Até o momento, o motorista do caminhão não foi identificado.

 

Foto: Reprodução/Cristiano Alves

Fonte: blogdopedrojunior com informações de Cristiano Alves

 

 

Casamento entre pessoas do mesmo sexo aumenta mais de 60% em 2018

A pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2018 mostra que o casamento entre pessoas do mesmo sexo teve aumento de 61,7 % no ano passado em relação a 2017. Em 2018, foram registrados 9.520 casamentos civis entre cônjuges do mesmo sexo, ante 5.887 em 2017. Os dados foram divulgados hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o estudo, as uniões entre mulheres cresceram 64,2%, passando de 3.387 em 2017 para 5.562 em 2018. Os casamentos entre homens subiram de 2,5 mil para 3.958, o que representa um aumento de 58,3%.

O levantamento mostra ainda que a alta foi puxada principalmente pelo mês de dezembro: as uniões homoafetivas entre homens e mulheres somaram 3.098. Em dezembro de 2017, foram registrados 614 casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

No casamento entre mulheres, foram registradas 549 uniões em novembro e 1.906 em dezembro do ano passado. Os registros de casamentos entre cônjuges masculinos passaram de 408 em novembro para 1.192 em dezembro de 2018.

Na pesquisa anterior, comparando os anos de 2016 e 2017, houve aumento de 10% no número de registros de união entre pessoas do mesmo sexo.

Desde 2013, a Resolução 175, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), obriga os cartórios a realizarem uniões entre casais do mesmo sexo. Para a gerente da pesquisa, Klivia Brayner de Oliveira, a população tem cada vez mais conhecimento sobre essa norma.

“As pessoas, tendo ciência disso [resolução do CNJ], estão aproveitando e oficializando [as uniões], principalmente as mulheres que gostam de oficializar a relação. Entre as mulheres, você observa que isso está se tornando mais popular. Com mais acesso à informação, as pessoas estão decidindo dessa forma”, disse a analista.

Nos casamentos civis entre solteiros de sexos diferentes, os homens se casaram, em média, aos 30 anos, e as mulheres, aos 28 anos. Nas uniões LGBTI, a idade média ao contrair o casamento foi de 34 anos para os homens e 32 anos para as mulheres.

O número total de registros de casamentos civis foi de 1.053.467 em 2018, uma redução de 1,6% em relação ao ano anterior.

Divórcios

A pesquisa revela também que houve aumento de 3,2% no número de divórcios em 2018, em comparação com o ano anterior: foram 385.246 divórcios no ano passado, ante 373.216 em 2017. A taxa de divórcios passou de 2,5 para cada mil pessoas com 20 anos de idade ou mais no país em 2017 para 2,6. A Região Sudeste apresentou o maior percentual, com 3,1 divórcios para cada mil pessoas com 20 anos de idade ou mais.

O tempo médio entre a data do casamento e o divórcio é de 14 anos. Em 2008, esse tempo médio era de 17 anos.

Segundo o IBGE, houve aumento do percentual de divórcios entre casais com filhos menores “em cuja sentença consta a guarda compartilhada”. Esse fenômeno pode ser observado após a sanção da Lei 13.058, de 2014, em que a modalidade de guarda compartilhada passou a ter prioridade.

“Em 2014, a proporção de guarda compartilhada entre os cônjuges com filhos menores era de 7,5%. Em 2016, essa modalidade passou a representar 16,9% dos divórcios judiciais concedidos; em 2017, o percentual aumentou para 20,9%; e, em 2018, para 24,4%”, diz o IBGE.

As Estatísticas do Registro Civil reúnem informações sobre nascidos vivos, casamentos, óbitos e óbitos fetais, informados pelos cartórios de Registro Civil de pessoas naturais, bem como sobre os divórcios declarados pelas varas de Família, foros, varas Cíveis e tabelionatos de Notas.

 

agenciabrasil

 

 

Nove pessoas morrem pisoteadas em tumulto após ação da Polícia Militar durante baile funk em Paraisópolis

Nove pessoas, sendo uma mulher e oito homens, morreram pisoteadas durante um baile funk na comunidade de Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo, na madrugada deste domingo (1º), depois de uma perseguição policial seguida de tiros, segundo a Polícia Civil. Outras sete pessoas ficaram feridas.

Ainda de acordo com a polícia, agentes do 16º Batalhão de Polícia Militar Metropolitano (BPM/M) realizavam uma Operação Pancadão na comunidade – a segunda maior da cidade, com 100 mil habitantes – quando foram alvo de tiros disparados por dois homens em uma motocicleta. A dupla teria fugido em direção ao baile funk ainda atirando, o que provocou tumulto entre os frequentadores do evento, que tinha cerca de 5 mil pessoas.

No entanto, a mãe de uma adolescente de 17 anos que estava no local e que foi agredida com uma garrafa disse que os policiais fizeram uma emboscada para as pessoas que estavam no baile.

A jovem ferida durante a confusão descreveu o momento em que foi atingida. “Eu não sei o que aconteceu, só vi correria, e várias viaturas fecharam a gente. Minha amiga caiu, e eu abaixei pra ajudá-la”, afirmou.

“Quando me levantei, um policial me deu uma garrafada na cabeça. Os policiais falaram que era para colocar a mão na cabeça.”

Segundo a polícia, equipes da Força Tática, ao chegarem para apoiar a ação em Paraisópolis, levaram pedradas e garrafadas. Os policiais, então, teriam respondido com munições químicas para dispersão. Ainda de acordo com informações da polícia, alguém no meio da multidão disparou um tiro, e houve correria.

Durante a confusão, pessoas foram pisoteadas. Elas foram levadas em estado grave ao Pronto Socorro do Campo Limpo. Duas viaturas da PM foram depredadas. O delegado Emiliano da Silva Neto, do 89º DP, afirmou que todas as vítimas morreram pisoteadas e que ninguém foi vítima de disparos (leia mais abaixo).

O governador João Doria (PSDB) lamentou as mortes e pediu “apuração rigorosa” do episódio. O Ouvidor das Polícias, Benedito Mariano, afirmou que “a PM precisa mudar protocolo”.

A diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, Carolina Ricardo, afirmou em entrevista à Globo News que a polícia tem de prestar contas do que ocorreu “sem medo de assumir um erro caso tenha havido”.

Vídeos que circularam nas redes sociais mostraram a ação da PM em Paraisópolis na madrugada deste domingo.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública, a Operação Pancadão tem sido periodicamente realizada em toda a capital “para garantir o direito de ir e vir do cidadão e impedir a perturbação do sossego, fiscalizando a emissão ruídos proveniente de veículos”.

Dados sobre Paraisópolis

  • 2ª maior favela de São Paulo e 5ª maior do Brasil
  • 100 mil habitantes
  • 21 mil domicílios
  • 12 mil moradores analfabetos ou semianalfabetos
  • 31% da população é composta por jovens de 15 a 29 anos, portanto mais vulneráveis à carência de emprego e oportunidades
  • 42% das famílias têm mulheres como responsáveis
  • 12 escolas públicas (estaduais e municipais), uma Escola Técnica Estadual (Etec), um Centro Educacional Unificado (CEU), três unidades básicas de saúde (UBS) e uma unidade de Assistência Médica Ambulatorial (AMA)

Adolescente foi agredida por policiais, diz mãe

A mãe da adolescente de 17 anos ferida no baile funk diz que a filha foi agredida por policiais.

“[Minha filha] levou uma garrafada na cabeça [que partiu] de um policial. Deram [com] um cassetete nas costas dela. Ela está lúcida e aguardando a tomografia”, disse afirmou. “Quando eu a vi, não a reconheci. Ela estava com o rosto deformado e perdeu muito sangue. Estava em choque.”

A mãe continuou: “É uma rua com duas ou três saídas. Eles [policiais] fecharam e coagiram. Atiraram com arma de fogo – não só com bala de borracha. Bateram com cassetete, fora [o uso de] spray de pimenta. Eles [os frequentadores do baile funk] estavam só curtindo”.

“Os policiais fecharam a rua. Teve corre-corre, pisoteamento de adolescente. Gás de pimenta, bala de borracha, e ainda estavam agredindo pessoas. Foi um policial que tacou garrafa de vidro na minha filha.”

Adolescente ficou ferida na cabeça após confusão em Paraisópolis — Foto: Arquivo pessoal

Adolescente ficou ferida na cabeça após confusão em Paraisópolis — Foto: Arquivo pessoal

Adolescente levou golpe de cassetete durante ação da polícia em baile funk — Foto: Arquivo pessoal

Adolescente levou golpe de cassetete durante ação da polícia em baile funk — Foto: Arquivo pessoal

Em novembro, uma jovem perdeu a visão de um dos olhos ao ser atingida por uma bala de borracha da polícia na dispersão de um baile funk na Zona Leste de São Paulo.

‘Muito tiro’

Um jovem de 18 anos que não é morador de Paraisópolis, mas que costuma frequentar os bailes, disse que viu muitos adolescentes passando mal e desmaiando por causa das bombas de gás atiradas pela polícia durante o baile funk da madrugada deste domingo.

“Chegaram atirando em todo mundo. A gente estava no baile e primeiro veio a bomba. Começaram a cair as pessoas, passando mal, e a desmaiar, sendo pisoteadas. Ficamos encurralados. Não tinha para aonde correr, para aonde ir. Muita gente caindo já morta, a polícia atirou. Muitas pessoas tentavam salvar a própria vida. Vi muito sangue e escutei bastante barulho de tiro”, disse o jovem.

A mãe dele afirmou: “Foi meio tenso, a polícia queria saber se meu filho estava no baile funk. É uma guerra ao pobre. Se fosse nos Jardins[bairro de classe alta de SP], a coisa seria nem diferente. Até a forma da polícia abordar é diferente. O problema não é o funk, é a cultura da periferia, é o lazer”.

Paraisópolis, maior favela de São Paulo, é vizinha do bairro do Morumbi, na zona oeste de São Paulo  — Foto: Felipe Souza/BBC Brasil

Paraisópolis, maior favela de São Paulo, é vizinha do bairro do Morumbi, na zona oeste de São Paulo — Foto: Felipe Souza/BBC Brasil

Delegado disse que ninguém foi vítima de disparos

O delegado Emiliano da Silva Neto, do 89º DP, afirmou que nenhuma das mortes ocorridas no baile funk foi causada por tiro.

“Policiais militares pararam duas pessoas em uma moto. Eles entraram onde estava ocorrendo a festa e continuaram atirando nos policiais. Em decorrência desse tiroteio, houve um efeito manada, teve uma viela com escadaria, e as pessoas pisotearam umas nas outras”, disse.

“Nove morreram. Todas elas estão com graves lesões de pisoteio, não tem nada de perfuração ou alguém atingido por projétil de arma de fogo.”

Governador pediu apuração ‘rigorosa’

O governador João Doria pediu “apuração rigorosa”do episódio.

“Lamento profundamente as mortes ocorridas no baile funk em Paraisópolis nesta noite. Determinei ao Secretário de Segurança Pública, General Campos, apuração rigorosa dos fatos para esclarecer quais foram as circunstâncias e responsabilidades deste triste episódio”, escreveu Doria, no Twitter.

Mapa da comunidade Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo — Foto: Amanda Paes/G1

Mapa da comunidade Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo — Foto: Amanda Paes/G1

'É fundamental que as periferias recebam investimentos', afirma Carolina Ricardo

‘É fundamental que as periferias recebam investimentos’, afirma Carolina Ricardo

Pancadões

Os bailes funks em comunidades de São Paulo ocorrem de quinta-feira a domingo, até a madrugada, nas zonas Leste, Sul e Norte da capital paulista.

G1

 

Grupo atira contra pessoas em praça, e adolescente é morto, na PB; 5 pessoas ficaram feridas

Um adolescente morreu e outras cinco pessoas ficaram feridas após um grupo passar em carro e atirar contra uma praça no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa. O caso aconteceu na noite desta quinta-feira (28). Duas crianças foram atingidas. Os feridos foram encaminhados para o Hospital de Trauma e o Trauminha de Mangabeira.

Segundo informações da Polícia Militar, as informações são de que quatro homens em um carro branco pararam próximo à praça e atiraram contra as pessoas que estavam no local. O adolescente, identificado como Mateus Francisco Dantas, de 17 anos, morreu no local. De acordo com o tenente Wanderson Menezes, ainda não se sabe quem seria o alvo dos bandidos.

De acordo com o boletim divulgado pelo Hospital de Trauma, quatro pessoas deram entrada na unidade de saúde: uma mulher, um adolescente e duas crianças. Conforme o boletim, a mulher foi atendida e recebeu alta na madrugada desta sexta-feira (29).

Ainda segundo o Hospital de Trauma, uma criança de sete anos foi atendida e segue em observação com estado de saúde considerado estável. Uma outra criança, de seis anos, passou por cirurgia e segue internada com estado clínico de saúde grave. Um adolescente de 16 anos passou por procedimento médicos de emergência e segue em observação com estado clínico de saúde regular.

Um adolescente de 16 anos, que foi baleado no pé, deu entrada no Trauminha de Mangabeira. Segundo a unidade de saúde, a vítima foi atendida e recebeu alta na madrugada desta sexta-feira (29).

Até as 07h25 desta sexta-feira (29), de acordo com a Polícia Militar, nenhum suspeito do crime havia sido localizado.

G1

 

Motorista embriagado invade calçada e atropela três pessoas no Complexo Aluízio Campos

Três pessoas que estavam na calçada de casa, no Complexo Aluízio Campos, em Campina Grande, foram atropeladas por um carro desgovernado na noite deste domingo (24). A mulher, de 30 anos, e seus dois filhos, de 4 e 5 anos de idade, foram socorridos e levados para receber atendimento no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande.

De acordo com o Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran), o homem que dirigia o veículo foi autuado em flagrante por embriaguez ao voltante. O atropelamento aconteceu por volta das 21h.

A família estava na calçada da casa onde moram quando um veículo desgovernado invadiu o local e atropelou os três. O motorista permaneceu no local e foi autuado em flagrante por embriaguez ao volante.

O motorista informou à polícia que perdeu o controle do veículo. Ele foi conduzido até a Delegacia de Acidente de Trânsito de Campina Grande, na Central de Polícia Civil.

De acordo com informações da assessoria de imprensa do Hospital de Trauma, a mulher deu entrada na unidade de saúde com a perna direita quebrada. Nesta manhã ela permanecia internada na ala amarela. Já as crianças, deram entrada no hospital com pancadas nas cabeças e permaneciam em observação.

 

clickpb

 

 

Paraíba tem 421,5 mil pessoas empregadas sem carteira assinada

Do 1,5 milhão de paraibanos empregados no estado, 28,1% estão trabalhando sem carteira de trabalho assinada. Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nessa quarta-feira (6).

O documento é resultado da análise das condições de vida da população brasileira em 2018, tendo em vista aspectos como mercado de trabalho e estrutura econômica; distribuição de renda e padrão de vida; e educação. O estudo é baseado, principalmente, em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), de 2012 a 2018.

Conforme o estudo,a taxa de trabalhadores empregados sem carteira assinada é a quarta maior proporção do país, atrás apenas do Tocantins, com 31,7%; do Ceará, com 29,5% e da Bahia, com 28,2%.

Além disso, aproximadamente 23,1% do total estão empregados com carteira assinada; 10,4% são militares ou funcionários públicos estatutários; 29,7% trabalham por conta própria e 3,1% são empregadores. Já a taxa de desocupação no estado é de 10,3%, a segunda menor do Nordeste.

Com relação às pessoas de 14 anos de idade ou mais, a taxa de desocupação no estado está abaixo da média da região Nordeste (de 14,5%) e da nacional (de 12%). Apesar disso, esse é o maior indicador registrado desde 2012, exceto em relação ao ano de 2016, quando a taxa foi de 10,9%.

Sem estudo e sem trabalho

A pesquisa também mostrou que cerca de 26% dos paraibanos de 15 a 29 anos de idade não estudam e não trabalham, o menor percentual entre os estados do Nordeste, sendo que essa proporção representa cerca de 246 mil pessoas. Ainda na faixa etária de 15 a 29 anos, 32,7% só estudam; 30% só estão ocupados; e 11,2% estudam e estão ocupados.

Dos que não estudam e não trabalham, 74,6% estão fora da força de trabalho, ou seja, não procuraram uma ocupação ou não estavam disponíveis para assumir um emprego no período pesquisado. Foi registrada uma alta nessa taxa em relação ao ano de 2017, quando o percentual foi de 71,7%.

Ainda em relação à idade, o levantamento verificou que cerca de 40% das pessoas de 14 anos ou mais, que estavam ocupadas na semana pesquisada, começaram a trabalhar cedo, até os 14 anos de idade.

 

portalcorreio

 

 

Homens invadem casa, matam duas pessoas e deixam uma ferida em Santa Rita

Dois homens foram mortos e um ficou ferido após serem atingidos por vários tiros na madrugada deste domingo (03). De acordo com a polícia, o grupo estava bebendo em uma casa, no loteamento Boa Vista, em Várzea Nova, Santa Rita, quando desconhecidos chegaram atirando.

Um homem de 36 anos levou um tiro na região das nádegas, foi socorrido e encaminhado para o Hospital de Trauma de João Pessoa, mas os outros dois não resistiram aos ferimentos e morreram no local.

A polícia investiga o caso e até a publicação desta matéria não havia informações a respeito da autoria ou motivação do crime.

http://paraiba.com.br/

 

 

UEPB oferece atendimento gratuito para pessoas com problemas de pele

A Clínica Escola de Fisioterapia da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) está com inscrições abertas para atendimento dermatofuncional da população em geral e comunidade acadêmica.

O público-alvo são pessoas que tenham disfunções como gordura localizada (sobrepeso, mas não obesas), celulite, linfedema, pele flácida, feridas com dificuldade de cicatrização, acne (com sinais inflamatórios) e pele com aderências/retrações devido a procedimentos cirúrgicos ou queimaduras.

Os atendimentos serão realizados até o mês de dezembro, nas quartas e sextas-feiras, das 7h30 às 10h30, na Clínica Escola, localizada no Câmpus de Bodocongó, em Campina Grande.

Os interessados devem preencher formulário on-line (https://goo.gl/forms/o2Umdsxut8TQ2HV23) e, em seguida, enviar uma foto da região que precisa de tratamento para o e-mail do professor Ciro Franco de Medeiros Neto (cirofranco2@gmail.com), que coordena a atividade.

Mais informações sobre este serviço da Clínica Escola podem ser obtidas no blog: https://fisioterapiauepb.blogs… ou pelo telefone (83) 3315-3346.

 

clickpb

 

 

Botijão de gás explode em trem e mata dezenas de pessoas no Paquistão

Subiu para 71 o número de pessoas mortas depois que um botijão de gás explodiu em um trem no sul do Paquistão nesta quinta-feira (31). Outras 44 ficaram feridas, informou o jornal americano “The New York Times”.

O botijão explodiu depois de ser manipulado por passageiros durante o café da manhã, informou a ministra da Saúde da província local, Yasmin Rashid. Embora proibidos, os cilindros de gás são usados por passageiros em viagens longas para preparar refeições.

Autoridades paquistanesas examinam trem danificado — Foto: Siddique Baluch / AP Photo

Autoridades paquistanesas examinam trem danificado — Foto: Siddique Baluch / AP Photo

“Dois fogões explodiram quando as pessoas estavam tomando café da manhã, [e] a presença de querosene com os passageiros no trem em movimento espalhou ainda mais o fogo”, disse o ministro das Ferrovias Sheikh Rashid Ahmed à rede de televisão Geo.

Pelo menos três vagões lotados pegaram fogo após a explosão – dois na classe econômica e um na executiva, informou o “New York Times”.

A explosão ocorreu às 6h30 (hora local, 22h30 de quarta-feira no horário de Brasília), quando o trem chegava à cidade de Liaquatpur, perto de Rahim Yar Khan.

O trem viajava entre Karachi e Rawalpindi, e levava um grande número de peregrinos a caminho de um festival religioso próximo à cidade de Lahore. Foi o pior desastre no sistema ferroviário do Paquistão em quase 15 anos.

Explosão em trem no Paquistão — Foto: G1

Explosão em trem no Paquistão — Foto: G1

Muitos passageiros se salvaram porque conseguiram saltar do trem para escapar do incêndio, disse o ministro das Ferrovias. Mas muitos morreram ao saltar do trem em movimento.

“A maioria das mortes foi causada por pessoas pulando do trem”, disse Rasheed.

O trabalho de resgate continua no local, com equipes militares e médicos.

Soldados e autoridades paquistanesas examinam trem depois de explosão nesta quinta-feira (31) no sul do Paquistão. — Foto: Siddique Baluch/AP

Soldados e autoridades paquistanesas examinam trem depois de explosão nesta quinta-feira (31) no sul do Paquistão. — Foto: Siddique Baluch/AP

Os acidentes de trem não são raros no Paquistão, que possui uma antiga rede ferroviária que remonta aos tempos do Império Britânico – do qual o país se tornou independente em 1947.

Em julho, 20 pessoas morreram e 80 ficaram feridas na colisão de um trem de passageiros com uma ferrovia de carga também no sul do Paquistão. Em novembro de 2015, um acidente ferroviário causou 130 mortes e cem feridos na província do Baluchistão, no sudoeste do país.

Por enquanto, apenas 18 corpos foram identificados.

G1

 

Suspeita de aplicar golpes em pessoas e empresas vai para presídio feminino

Uma empresária, de 38 anos, suspeita de aplicar golpes em dezenas de pessoas e empresas passou por uma audiência de custódia, nesta quarta-feira (23), em João Pessoa. Após se recusar a pagar uma fiança, a mulher foi encaminhada para o Centro de Reeducação Feminino Maria Júlia Maranhão, no bairro Mangabeira.

A mulher foi presa na noite da terça-feira (22) em um hotel de luxo, localizado no bairro do Cabo Branco. A prisão aconteceu através de denúncias de pessoas que informaram que a mulher apresentava falsos comprovantes de pagamentos para encomendas e serviços utilizados por ela.

À TV Cabo Branco, os advogados da empresária disseram que ela passou por uma crise financeira, que a impediu de saldar as dívidas com as vítimas. Eles disseram ainda que ela pretende pagar a todos.

Mulher suspeita de aplicar golpes em pessoas e empresas é presa

Uma mulher foi presa no início da noite desta terça-feira (22), suspeita de aplicar golpes em pessoas e empresas, em João Pessoa. De acordo com a Polícia Militar, a suspeita simulava falsos pagamentos para produtos e serviços encomendados e utilizados por ela.

A mulher foi encontrada em um hotel de luxo, localizado na orla da capital. Segundo informações da PM, os funcionários do local suspeitavam que ela também aplicaria um golpe no estabelecimento.

Entre as vítimas estão noivas, empresas de alimentação e de festas, de serviços médicos, salões de beleza e hotéis.

Foto: Inaê Teles/G1

G1