Arquivo da tag: pessoas

Redes sociais validam o ódio das pessoas, diz psicanalista

celularNas redes sociais, é possível expressar o seu ódio, dar a ele uma dimensão pública, receber aplausos de seus amigos e seguidores e se sentir, de alguma forma, validado.

Além disso, a linha entre uma ameaça virtual e uma ação criminosa é tênue, como ocorreu no caso da chacina ocorrida em Campinas (SP) no começo do ano, quando um homem matou a ex-mulher, o filho e outras dez pessoas durante uma festa de Ano Novo.

Essa é avaliação que o psicanalista Contardo Calligaris, doutor em psicologia clínica e autor de diversos livros, faz sobre a disseminação dos discursos de ódio nas redes sociais, que para ele deveria ser “perseguida”. “Deveríamos ter limites claros ao que é o campo da liberdade de expressão, que é intocável, e o momento em que aquilo se torna uma ameaça.”

Em entrevista à BBC Brasil, ele ressalta que as redes também trazem efeitos muitos positivos, refuta discursos de que o mundo está mais violento e fala de sua esperança de que os brasileiros se tornem “cidadãos melhores”. Confira os principais trechos:

BBC Brasil: Temos observado casos de violência brutal: chacinas como a de Campinas, a morte de um ambulante espancado em uma estação de metrô, atentados, matanças. Vivemos uma época de mais intolerância ou apenas sabemos mais sobre ela?

Contardo Calligaris: Eu tendo sempre a diminuir sempre os gritos de horror, que são plenamente justificados, mas tendo a diminuí-los porque a sensação de que estamos em um mundo mais violento no médio e longo prazo é sempre falsa. Estamos em um mundo infinitamente menos violento do que era dois séculos atrás, por exemplo – essa é a progressão. Mas claro, é um gráfico que sobe e desce.

Nos casos recentes, um é diferente do outro. Uma coisa é o espancamento de um ambulante que tentou ajudar as travestis, de populações particularmente expostas à violência coletiva – aqui realmente se trata de um crime de ódio, de ódio à diferença.

Quase sempre são crimes inspirados pelo horror e medo de poder se identificar com a vítima – a sensação de que “eu mato o morador de rua ou a travesti que eu poderia vir a ser e tal de forma que eu nunca virei a ser essa mesma pessoa”. É a base fundamental de muitos comportamentos racistas, de extermínio de diferentes.

Esse é um tipo de mecanismo de violência, mas outro é o caso da boate em Istambul, por exemplo, que é o desejo de “destruir o local onde os ocidentais se reúnem para suas festas de infiéis porque não quero ser tentado por isso e mato a minha própria tentação de cair na gandaia”.

E outro tipo ainda é episódio de Campinas, que é o que me dá mais pena – aqui tem uma coisa que a imprensa deveria sublinhar muito para que seja ouvida, que é uma história absolutamente anunciada.

Houve, ao longo de cinco anos, vários boletins de ocorrência, a mulher não consentiu com as medidas restritivas que poderiam fazer a diferença. E aí você vai me dizer, “mas a polícia e a Justiça não fariam nada, só iriam à casa do suspeito”, mas isso sim já faria a diferença.

Alguém deveria ter orientado a mulher sobre a possibilidade disso acontecer, mesmo sendo o pai de seu filho. As estatísticas dizem que quando você tem quatro ou cinco boletins de ocorrência depois da separação, as chances são grandes de você ter episódios de violência.

BBC Brasil: A descrença que a gente vê nesse caso – de que o homem não seria capaz de fazer algo concretamente – também observamos nos casos dos comentários raivosos das redes sociais. Especialmente depois desse caso, mas em tantos outros, em muitos dos argumentos que a gente já leu na internet, muito desse discurso do ódio está explícito. Será que isso é um alerta de que esse discurso estaria passando para o ato e se concretizando na vida real?

Calligaris: Nas redes sociais, é possível expressar o seu ódio, dar a ele uma dimensão pública, receber aplausos pelos seus amigos e seguidores, e se sentir de alguma coisa validado. Ou seja, as redes sociais produzem uma espécie de validação do seu ódio que era muito mais difícil antes de elas existirem e se tornarem tão importantes na vida das pessoas.

Isso não tem remédio porque não podemos voltar atrás, e essa é certamente a parte menos interessante das redes sociais, que em contrapartida têm efeitos sociais muito positivos.

É uma coisa um pouco ridícula ouvir isso de um psicanalista, mas eu acho que o discurso de ódio nas redes sociais é algo deveria ser perseguido, deveríamos ter limites claros ao que é o campo da liberdade de expressão, que é intocável, e o momento em que aquilo se torna uma ameaça e deveria receber imediatamente a atenção da polícia e do Judiciário.

Existe uma linha tênue de passagem entre a ameaça na rede social, a confirmação que ela recebe do discurso de quatro, cinco, ou mil malucos nos comentários – pessoas que vão ter respondido, no caso de Campinas, por exemplo, “vai lá e mata mesmo aquela ‘vadia'” – e a possibilidade de ação criminosa.

Ele é um louco, no sentido geral e num sentido clínico certamente poderíamos especificar melhor. De toda forma, todos nós somos capazes de pensar a forma como essa panela de pressão foi se construindo.

BBC Brasil: Assim como as redes sociais têm essa ambiguidade – um lado positivo e outro negativo – o nosso mundo e nossa sociedade parece caminhar um pouco da mesma forma, dando dois passos para frente e um para trás. Por exemplo, na questão de gêneros, temos uma fluidez maior, mas muitos ataques contra gays e trans. Como fica o indivíduo nesse período em que parece que temos duas realidades: uma abertura maior com relação a alguns assuntos e um preconceito rigoroso sobre eles?

Calligaris: As redes sociais proporcionaram, por um lado, coisas que eram impensáveis anos atrás. Por exemplo, tem um ódio coletivo que se manifesta contra a comunidade trans, alimentado por figuras sinistras que comandam até igrejas, e isso é alimentado, apesar de poder ser caracterizado como um crime de incitação ao ódio.

Mas, por outro lado, alguém que não se reconhecia no seu corpo, uma trans que morava no interior do Mato Grosso e achava que era um monstro, único do tipo e destinada a uma vida escondida, de repente descobre que tem pessoas como ela pelo mundo afora, e grupos, e pessoas dispostas a escutar, a dar conselhos. Isso é o outro efeito positivo das redes.

Agora é verdade que fundamentalmente as redes sociais são construídas no modelo da sociedade contemporânea, ou seja, você vale o apreço que você produz. Ou no caso, o número de “likes” que suas postagens conseguem receber.

Isso aconteceria mesmo que as redes sociais não existissem. Ou seja, na sociedade contemporânea, você não vale os seus diplomas ou nem mesmo o que é a sua história – o que importa é quem e quantos gostam de você. Assim é o funcionamento da sociedade contemporânea, gostemos dele ou não.
Agora, o problema é que, quando você vive, se alimenta do apreço dos outros, é muito fácil se enredar em formações de grupo absolutamente espantosas.

Então o discurso de ódio, por exemplo, se alimenta porque é uma coisa “maravilhosa”: você constitui, pelas redes sociais, um imenso grupo de pessoas que pensam absolutamente a mesma coisa que você – o que é trágico porque frequentar e trocar mensagens com quem diz “é isso mesmo, meu irmão” é de um tédio mortal.

BBC Brasil: E isso tem a ver com as bolhas informacionais e com algoritmos que “pensam por nós” e reforçam esse comportamento…

Calligaris: Sim… eu acho que deveríamos ler aquilo com o qual não concordamos, não só o que concordamos. Eu, como colunista, penso isso. Para que ler algo que você sabe que vai concordar?

BBC Brasil: Falando sobre esse reforço de ideias ainda e sobre avanços e atrasos, há o que parece ser um incômodo sobre a conquista de direitos dos outros – e aqui falo especificamente sobre a mulher. A psicanálise explica por que essa conquista incomoda tanto alguns grupos da sociedade?

Calligaris: O que mais me surpreende é, por um lado, a tremenda insegurança de quem se ofende com os direitos de uma maioria oprimida.
Essa inquietação tem uma força ideológica muito mais ao redor de pessoas que sobrevivem ou acham que sobrevivem graças a precárias posições de vantagem.

Tem um monte de homens um pouco perdidos porque ficou cada vez menos claro o que é esperado deles. Também não sabemos mais como defini-lo – ele já não é o provedor. Essas são mudanças lentas.

BBC Brasil – Você falou sobre a vantagem – isso é sempre identificado com o brasileiro, de forma geral, aquele que sempre quer levar vantagem em tudo, o malandro. Mas temos um revés disso com grandes políticos e empreiteiros sendo presos, a corrupção mais combatida, que pode mostrar que “não vale mais tanto a pena”. Isso pode mudar esse comportamento de apontar ou dedo e não olhar para si, nunca pensar na sua própria responsabilidade?

Calligaris: Essa é a grande esperança, embora eu não acredite que ela vai mudar a qualidade ética da nossa classe política tradicional. A Lava Jato tem esse aspecto de dilúvio universal nas casas das pessoas, mas não estou vendo os efeitos disso ainda.

Mas, do ponto de vista do cidadão comum, tenho uma pequena esperança de que isso mude um pouco a regra de querer levar vantagem em tudo, aproxime da gente a ideia de que em pequenas operações da vida cotidiana possamos ser tão corruptos no sentido de confundir o público e privado e de tornarmos a convivência publica uma coisa tão problemática. E ao compreender isso, podemos nos tornar cidadãos melhores.

BBC Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Três pessoas ficam feridas após briga no município de Borborema 

 

sireneA briga por pouco não acabou m morte na Rua da Palha, município de Borborema. Três pessoas ficaram feridas e uma delas teve que ser socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, após a tentativa de homicídio.

De acordo com a polícia, João José Joaquim de Sousa foi até a casa das duas vítimas, uma de 18 e outra de 47 anos, e após uma discussão tentou matar as duas pessoas a faca.

Uma das vítimas foi ferida nas mãos e outra no pescoço. Em meio a briga, o acusado também foi golpeado no pescoço.

Um dos feridos, o de 47 anos, foi socorrido para o Hospital de Trauma, em João Pessoa. Já a segunda vítima e o acusado foram socorridos para o hospital da cidade de Serraria e, segundo a equipe médica, o estado das vítimas é estável.

Compareceu no local a viatura 6179 que constatou o fato e acompanhou o acusado no hospital e depois de medicado e liberado, foi conduzido até a delegacia de Solânea para as providências que o caso requer.

 

Focando a Notícia

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

 

Mais de 900 mil pessoas podem sacar abono salarial de 2014 até dia 29

O prazo para sacar o abono salarial de 2014 termina no próximo dia 29 de dezembro, quinta-feira. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), pouco mais de 900 mil pessoas têm direito a receber o dinheiro e ainda não efetuaram o saque. A retirada do benefício pode ser feita nas agências bancárias até o dia 29, mas se o trabalhador tem o cartão cidadão com senha, poderá sacar em um terminal de autoatendimento da Caixa Econômica ou em casas lotéricas até sexta-feira (30).

Agência da Caixa Econômica Federal
Saque do abono salarial ano-base 2014 termina no próximo dia 29 nas agências da Caixa Econômica FederalArquivo/ Agência Brasil

O abono salarial ano-base 2014 está disponível para trabalhadores inscritos no Programa de Integração Social (PIS) ou Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) com pelo menos 30 dias de trabalho com carteira assinada naquele ano. O PIS é destinado aos trabalhadores do setor privado e o Pasep, aos do setor público. O trabalhador pode consultar no site do MTE a relação de pessoas com direito ao benefício.

O prazo original de saque do abono expirava no final de junho, mas 1,2 milhão de pessoas ainda não tinha feito o saque. Até 19 de dezembro, o MTE registrou 284,8 mil trabalhadores sacaram o benefício. Ou seja, 76% dos beneficiários que perderam o prazo inicial ainda não efetuaram o saque. São R$ 802 milhões disponíveis, considerando o valor médio de saque individual, de R$ 874,84.

O estado de São Paulo é aquele com mais saques pendentes. Dos 395.188 trabalhadores com direito ao abono, 353.054 ainda não retiraram o dinheiro. No Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais, mais de 60% dos que têm direito ao benefício ainda não sacaram.  “Em um cenário de dificuldades e restrições pelo qual passam as pessoas, esse abono salarial poderá ser alento para muitos chefes de família em todo o País”, disse o coordenador-geral do Seguro-Desemprego, Abono Salarial e Identificação Profissional do Ministério do Trabalho, Márcio Borges.

O Ministério do Trabalho recomenda que os trabalhadores não deixem o saque para o último dia, pois caso haja problemas na operação não haverá tempo hábil para a resolução.

Segundo o ministério, é comum os atendentes bancários pensarem que se trata do benefício referente a 2015 e, após checar os dados do trabalhador, informar que ele não tem direito ao saque. Nesse caso, a orientação é explicar que se trata do abono salarial do ano-base 2014. Caso ainda assim os dados não sejam localizados, é possível pedir para fazer uma atualização cadastral no próprio banco.

Agência Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Avião militar russo com 92 pessoas a bordo cai no Mar Negro

 (Foto: REUTERS/Yevgeny Reutov)
(Foto: REUTERS/Yevgeny Reutov)

Um avião militar russo com 92 pessoas a bordo caiu no mar Negro, logo após decolar do balneário de Sochi, no sudoeste da Rússia. O desaparecimento da aeronave e o encontro dos destroços do avião foram confirmados pelo Ministério da Defesa. O órgão informa que não há sobreviventes do desastre aéreo.

Equipes de emergência resgataram corpos e restos do avião; alguns foram encontrados a cerca de 1,5 km da costa. Barcos, helicópteros e drones ajudam nas buscas na região.

Segundo a agência France Presse, o presidente russo Vladimir Putin declarou luto nacional para esta segunda-feira.

A aeronave decolou às 5h20 no horário local, 0h20 no horário de Brasília, com destino à base aérea russa de Khmeimim, na Síria, e sumiu dos radares 20 minutos após a decolagem, ao fazer uma manobra sobre águas russas. O governo russo descarta ação terrorista como a causa do acidente e já investiga o que teria ocasionado a queda da aeronave.

O modelo da aeronave envolvida no acidente é um Tu-154, muito usado no transporte aéreo doméstico na Rússia. Fontes dos serviços de emergência indicaram que o Tu-154 procedia de Moscou e tinha feito escala no aeroporto de Sochi para reabastecer.

“Fragmentos do Tu-154 do Ministério da Defesa russo foram encontrados a 1,5 km da costa do mar Negro a uma profundidade de 50 a 70 metros”, informou o Ministério da Defesa, segundo a rede britânica BBC.

A bordo do avião viajavam militares e integrantes do renomado coral e grupo de dança Alexandrov, do Exército russo, que participariam das comemorações de Ano Novo na base aérea síria de Khmeimim, em Latakia, onde a Rússia tem um agrupamento de aviões de guerra. Além dos integrantes do coral também estariam a bordo do voo nove profissionais de imprensa, oito soldados e dois funcionários civis. A BBC informa que Elizaveta Glinka, conhecida como Doutora Liza e diretora-executiva da instituição de caridade Fair Aid, estava no voo.

O presidente sírio, Bashar al-Assad, ofereceu neste domingo suas condolências a seu colega russo, Vladimir Putin. A agência de notícias oficial síria “Sana” informou que Assad enviou uma mensagem a Putin na qual expressou uma “grande tristeza” pelas mortes de “queridos amigos que estavam em caminho à Síria para compartilhar com os sírios sua alegria nas festas (natalinas) e pela vitória na cidade de Aleppo”.

O líder destacou, além disso, que “Síria e Rússia são parceiros na luta contra o terrorismo e compartilham alegrias e dores”, segundo a agência. Assad também apresentou seu pêsame às famílias e a todo o povo russo.

A Rússia intervém no conflito sírio a favor do governo de Damasco e desde 30 de setembro de 2015 realiza uma campanha de bombardeios no país árabe.

Investigação

Segundo a CNN, as condições do clima no local no momento do desaparecimento estavam favoráveis. A BBC informou que foram iniciadas investigações para saber se houve violação das normas de segurança do transporte aéreo que pudesse ter provocado a queda.

O presidente do Comitê de Defesa e Segurança do Conselho da Federação, Viktor Ozerov, disse à agência russa Sputnik que a queda da aeronave pode ter ocorrido por um problema técnico ou falha humana. Ozerov não crê na hipótese de ação terrorista.

“Eu descarto completamente a versão do ataque terrorista. É a aeronave do Ministério da Defesa, o espaço aéreo da Federação Russa, não pode haver tal versão”, afirmou. “O avião teve que dar uma volta em U após a decolagem sobre o mar, pode ter tomado a direção errada”, explicou Ozerov.

O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, disse que o presidente russo, Vladimir Putin, foi informado imediatamente quando a aeronave desapareceu dos radares.

O avião

O avião que caiu foi construído em 1983 e passou por manutenção em 2014, de acordo com o Ministério da Defesa.

O Tu-154 é um avião soviético de três motores projetado no final dos anos 1960. Mais de mil aviões deste modelo foram construídos, e eles foram usados por transportadoras na Rússia e em todo o mundo. Recentemente, companhias aéreas russas substituíram modelos Tu-154 por outros mais modernos, mas o Exército e algumas outras agências do governo russo continuam usando-o.

“É um excelente avião, que provou ser confiável durante décadas de serviço”, disse o piloto veterano Oleg Smirnov em declaração televisionada.

Em abril de 2010 um Tu-154 que transportava o presidente polonês Lech Kaczynski e outras 95 pessoas caiu quando tentava pousar em mau tempo em um aeroporto militar usado esporadicamente em Smolensk, no oeste da Rússia. Todas as pessoas a bordo morreram. A investigação conduzida por especialistas russos e poloneses culparam um erro do piloto em más condições climáticas.

G1

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Pessoas com Aids que recebem tratamento dobraram em 5 anos, afirma a ONU

aidsO número de pessoas com Aids que recebem tratamento com antirretrovirais dobrou em cinco anos, chegando a 18,2 milhões, ou seja, a metade das pessoas que vivem hoje com HIV ou Aids no mundo, anunciou a ONUAids nesta segunda-feira (21).

Em junho de 2016, “18,2 milhões de pessoas” tinham acesso aos tratamentos, um milhão a mais do que no início do ano e duas vezes mais do que há cinco anos, indicou o relatório da ONUAids, o programa das Nações Unidas sobre HIV e Aids.

“Se estes esforços prosseguirem será possível atingir o objetivo de 30 milhões de pessoas recebendo tratamento até 2020”, espera a ONUAids, que revelou o relatório em Windhoek, capital da Namíbia, um dos países mais afetados pela doença no mundo.

Assim, cerca da metade das 36,7 milhões de pessoas com Aids no mundo tem acesso a tratamentos atualmente.

“Os progressos que fizemos são notáveis, especialmente no que diz respeito aos tratamentos. Mas tudo ainda é incrivelmente frágil”, advertiu o diretor da Unaids, Michel Sidibé.

A maioria dos países estão longe de atingir o objetivo estabelecido pela ONUAids de tratar 90% dos pacientes infectados até 2020.

Não existe nenhuma vacina nem remédio para curar a Aids. O tratamento com antirretrovirais permite apenas controlar a evolução do vírus e aumentar a expectativa de vida dos soropositivos.

Uol

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Diabetes mata mais de 8,3 mil pessoas em cinco anos na Paraíba, mostra OMS

diabetesEm cinco anos, a Paraíba registrou mais de 8,3 mil mortes por conta do diabetes. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, no estado, estima-se que 5,3% da população é diabética, ou seja, o que corresponde a 209.032 paraibanos.

A diabetes é uma doença que afeta a mais de 16 milhões de brasileiros adultos e que mata 72 mil pessoas por ano no país. Ainda de acordo com a OMS, de 2012 para cá, 8.358 pessoas morreram na Paraíba, sendo 1.737 em 2012; 1.812 em 2013; 1.793 em 2014; 1.680 em 2015 e 1.337 em 2016.

Apesar dos números alarmantes, ainda há muita desinformação sobre o assunto. Nesta segunda-feira (14), comemora-se o Dia Mundial da Diabetes. Mas, diferente do que muitas pessoas pensam, a doença não atinge somente as pessoas mais velhas. Crianças e adolescentes também podem ser diagnosticados.

A Sociedade Brasileira de Diabetes afirma que metade dos pacientes não sabe que tem a doença. O consumo de alimentos com altos índices de açúcar somado ao sedentarismo são alguns dos hábitos que têm aproximado milhares de pessoas de uma doença crônica silenciosa: o diabetes. A hereditariedade, principalmente quando os familiares que têm a doença são avôs, avós, pais e irmãos, é um alerta. Outro ponto importante é o sobrepeso. Segundo dados do Ministério da Saúde, 48,5% da população brasileira está acima do peso, e a balança em desequilíbrio é um dos principais fatores de risco para o aparecimento do diabetes.

manchetepb

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Criança e mais seis pessoas são baleadas durante festa em Alhandra

baleados-alhandraUm tiroteio durante uma festa de aniversário que estava sendo realizada, na rua da Bica, bairro Nova Descoberta, na cidade de Alhandra, Litoral Sul da Paraíba, neste domingo (30), deixou sete pessoas feridas, entre elas uma criança de um ano de idade.

De acordo com informações, um carro parou em frente ao local onde estava sendo realizado o evento, os ocupantes mandaram baixar o som e em seguida atiraram diversas vezes contra as pessoas. Cinco adultos e uma criança foram baleadas na ação criminosa.

O Samu foi acionado e socorreu alguns feridos para o Hospital de Alhandra, a criança e outras vitimas com mais gravidade nos ferimentos foram encaminhadas para o Hospital de Trauma da Capital.

Mais informações em instantes e a cobertura completa no programa Tribuna Livre da TV Arapuan a partir das 6h desta segunda-feira (31).
Portal do Litoral

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Desemprego no país sobe a 11,8% e atinge 12 milhões de pessoas

carteira-de-trabalhoA taxa de desemprego no trimestre encerrado em setembro ficou em em 11,8%, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (Pnad) Mensal, divulgada nesta quinta-feira pelo IBGE. Há um ano, o índice estava em 8,9%. No segundo trimestre de 2016, período que também serve como base de comparação, a taxa era de 11,3%.

A taxa de desocupação estimada em 11,8% representa um crescimento de 0,5 ponto percentual em relação ao período de abril a junho deste ano (11,3%), que é usado como base de comparação. Frente ao mesmo trimestre móvel do ano anterior, julho a setembro de 2015, quando a taxa foi estimada em 8,9%, o quadro foi de elevação bem mais acentuada.

A população desocupada cresceu 3,8% (mais 437 mil pessoas) em relação ao trimestre de abril a junho e subiu 33,9% (mais 3 milhões de pessoas) no confronto com igual trimestre de 2015. Já a população ocupada foi estimada em 89,8 milhões de pessoas — redução de 1,1%, quando comparada com o trimestre de abril a junho de 2016 (menos 963 mil pessoas) e de 2,4% (menos 2,3 milhões de pessoas) em comparação a igual trimestre de 2015,.

O número de empregados com carteira assinada foi de 34,1 milhões — queda de 0,9% frente ao trimestre de abril a junho de 2016 (menos 314 mil pessoas). Na comparação com igual trimestre do ano anterior, a redução foi de 3,7% (menos 1,3 milhão de pessoas).

O rendimento médio real habitualmente recebido em todos os trabalhos (R$ 2.015) cresceu 0,9% frente ao trimestre de abril a junho de 2016 (R$ 1.997) e caiu 2,1% em relação ao mesmo trimestre do ano passado (R$ 2.059).

A massa de rendimento real habitualmente recebida pelas pessoas ocupadas em todos os trabalhos (R$ R$ 176,8 bilhões) não apresentou variação significativa em relação ao trimestre de abril a junho de 2016, e caiu 3,8% frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

G1

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

‘Parem com essa palhaçada’: palhaços condenam uso de fantasias para aterrorizar pessoas

palhacosCentenas de palhaços profissionais da América Latina protestaram contra a recente onda global de “palhaços assustadores”, que afirmam ser prejudicial à imagem da categoria.

Em convenção anual na Cidade do México, eles entoaram em conjunto: “Somos palhaços, não assassinos”.

Pessoas vestidas com fantasias de palhaço assustadoras foram inicialmente vistas em agosto nos Estados Unidos e, desde então, houve relatos no Reino Unido, na Austrália e no Brasil, que se espalharam rapidamente pelas redes sociais.

Na semana passada, cinco adolescentes vestidos de palhaços foram detidos em Mexicali, no noroeste do México, por estarem assustando pessoas com tacos. Palhaços sinistros também foram vistos em Querétaro, no centro-norte do país.

A histeria recente em torno do assunto levou a polícia em vários países a intensificar patrulhas nos arredores de escolas – em alguns locais lojas de fantasia tiveram que retirar máscaras de palhaço das prateleiras.

Esse fenômeno também fez a rede de lanchonetes McDonald’s limitar as aparições em eventos públicos de seu mascote, Ronald McDonald.

Insegurança

Mas quem ganha a vida profissionalmente como palhaço decidiu combater esta onda, esperando reverter a percepção negativa criada em torno da atividade.

“Há mais bem do que mal no mundo. Palhaços nos mostram que somos boas pessoas, e buscamos fazer nosso trabalho da melhor forma possível”, disse o palhaço Hoi Hoi à agência de notícias Reuters.

O palhaço argentino Plug Fluorescente disse não ver “nenhuma graça” nos palhaços bizarros. Outros estavam preocupados com a segurança dos palhaços profissionais.

“Se as pessoas veem no jornal que somos maus, elas podem pegar uma machadinha ou uma arma e matar um palhaço”, disse Tomas Morales, presidente da Irmandade de Palhaços Latinos.

Palhaços latino-americanos se envolveram em uma polêmica em 2013, quando um deles foi acusado de matar um ex-líder de um cartel mexicano de drogas. Na convenção daquele ano, eles negaram a acusação, argumentando que suas fantasias eram roubadas com frequência e usadas para cometer crimes.

A convenção anual, conhecida localmente como “Reis da Risada”, reúne palhaços de todo o continente. Só no México, há cerca de 10 mil profissionais , segundo a Associação Latino-americana de Palhaços.

Uol

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Pessoas com renda maior são mais estressadas

estresseUm estudo realizado pela Universidade Estadual da Pensilvânia, mostrou que pessoas que tem mais dinheiro possuem uma vida mais estressante, do que as que possuem salário mais baixo.

A descoberta foi feita, após pesquisadores analisarem a rotina de trabalho de 122 pessoas que moram em uma cidade da região nordeste dos Estados Unidos. Essas pessoas foram equipadas com computadores portáteis.

Os pesquisadores pediram que em diversos momentos do dia, os trabalhadores usassem os computadores para informar o nível de estresse e de felicidade que sentiam.

O resultado foi que pessoas com rendas e níveis de escolaridade superior informaram que estavam cerca de 28 por cento mais estressadas e 8,3 por cento menos felizes, de forma geral, que os trabalhadores com rendas e níveis de escolaridade inferiores.

Fonte: Pav Blog

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br