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Pesquisa aponta que 47% dos brasileiros já teve celular roubado pelo menos uma vez na vida

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box – Roubo de Celulares no Brasil descobriu que 47% dos brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone já teve o aparelho roubado pelo menos uma vez na vida. Destes, 62% foram vítimas apenas uma vez; 27%, duas vezes; e 11% três ou mais vezes. Foram entrevistados 2.532 brasileiros em junho deste ano.

O medo de ter o aparelho roubado é muito forte entre os brasileiros: 84% deles afirmam que evitam atender a chamadas na rua. A preocupação com o roubo é maior entre as mulheres: 88% delas evitam atender chamadas quando estão na rua (42% em qualquer rua e 46%, dependendo da rua). Entre os homens, a atitude cautelosa é de 78% deles (22% em todas as ruas e 56%, em algumas delas).

O medo é maior entre os brasileiros que já tiveram um smartphone roubado ou furtado alguma vez na vida: 87% destes evitam atender chamadas quando estão na rua; contra 81% daqueles que nunca foram vítimas. Apesar disso, apenas 15% tem seguro contra roubo de aparelho.

E o B.O?

Apesar do prejuízo, apenas quase a metade (48%) das vítimas declararam terem feito boletim de ocorrência (B.O.).  “Isso significa que há uma subnotificação desse crime nos dados oficiais registrados pelas secretarias de segurança”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa. “A julgar pelos resultados, os números reais são o dobro daqueles informados pelos órgãos de segurança. O boletim de ocorrência é um documento essencial para receber o valor do seguro ou evitar maiores transtornos com o uso do aparelho e sua linha pelos criminosos. Se aumentar a proporção de pessoas com smartphones segurados, acreditamos que o registro do crime também irá crescer”, sinaliza o coordenador do Panorama Mobile Time/Opinion Box.

Outras descobertas da pesquisa

– 55% das vítimas bloquearam o aparelho e a linha depois de serem roubadas/furtadas;
– 21% tiveram esse cuidado apenas em relação à linha e 6%, apenas com o aparelho;
– Praticamente uma em cada cinco vítimas (18%) não tomaram qualquer providência de bloqueio, provavelmente fruto de desinformação sobre essa possibilidade e/ou desapego em relação à linha, possivelmente pré-paga;
– Apenas 27% das vítimas tentaram rastrear seu aparelho depois de ter sido levado;
– 39% não o fizeram e 34% afirmaram que seu dispositivo não permitia essa opção – novamente um sinal de desinformação, já que essa é uma possibilidade nativa em qualquer terminal Android e iOS.
– A vítima costuma investir em um celular melhor que o anterior;
– 72% das pessoas que tiveram um dispositivo roubado ou furtado relatam que compraram um modelo melhor depois do crime; 15% adquiriram um igual.

Panorama Mobile Time/Opinion Box – Roubo de Celulares no Brasil é uma pesquisa independente realizada por uma parceria entre o site de notícias Mobile Time e a empresa de soluções em pesquisas Opinion Box. O questionário foi elaborado por Mobile Time e aplicado on-line por Opinion Box junto a 2.532 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone, respeitando as proporções de gênero, idade, faixa de renda e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas em junho de 2019. A margem de erro é de 2.1 pontos percentuais. O grau de confiança é de 95%. Para baixar gratuitamente o estudo, clique aqui: https://panoramamobiletime.com.br/

Fonte Mídia Americas

 

 

No WhatsApp, família vem antes de política, constata pesquisa do Datafolha

O brasileiro afirma discutir mais assuntos de família do que de política no WhatsApp, aponta pesquisa Datafolha sobre o uso de redes sociais e o comportamento dos usuários no aplicativo de mensagens.

Considerando-se os 69% dos entrevistados que afirmam ter conta no WhatsApp, os assuntos citados por eles como os mais discutidos nos grupos são família (39%), trabalho (31%), política (30%), amigos (15%), futebol (14%), escola (13%) e religião (12%). A resposta era espontânea e múltipla, ou seja, o entrevistado poderia citar mais de um tema.

O Datafolha ouviu 2.086 pessoas nos dias 4 e 5 de julho em 130 municípios de todo o país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento aponta ainda que 7 em cada 10 brasileiros adultos, ou 72%, dizem possuir conta em pelo menos uma rede ou aplicativo social. O mais popular é o WhatsApp (69%), seguido de Facebook (59%), Instagram (41%) e Twitter (16%).

Entre aqueles que dizem ter conta em alguma rede social, 19% afirmam seguir o presidente Jair Bolsonaro (PSL) em ao menos uma rede, ante 44% que não o seguem.

Bolsonaro afirmou na última sexta-feira (12) que é censurado pelo WhatsApp, referindo-se à limitação no encaminhamento de mensagens no aplicativo.

“Uma maneira de me cercear foi diminuir o alcance do WhatsApp”, disse em uma live nas redes sociais. “Há censura em cima disso. Temos que lutar contra isso.”

Nas eleições do ano passado, bolsonaristas tiveram como uma das principais estratégias de campanha a atuação por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens.

A restrição no reenvio, implantada em janeiro deste ano, foi uma tentativa de combater a disseminação de informações falsas e rumores, segundo o aplicativo que pertence ao Facebook.

Anteriormente, era possível encaminhar mensagens para 20 outros usuários ou grupos, número que caiu para cinco pessoas por vez com a nova medida.

Entre os pesquisados pelo Datafolha que têm conta no WhatsApp, metade (49%) participa de até cinco grupos, e apenas 24% não participam deles -a média é a de sete grupos por usuário.

A faixa etária que mais participa dos grupos -considerando a fatia de 1 a 5 grupos- é a de entrevistados com 45 a 59 anos (55%), enquanto aqueles com 60 anos ou mais são os que menos participam (44%).

Entre os mais jovens, de 16 a 24 anos, só 23% não estão em nenhum grupo. Esse percentual chega a 36% entre os usuários com 60 anos ou mais.

Os mais velhos, com 60 anos ou mais, estão mais presentes (37%) que os jovens de 16 a 24 anos (24%) em grupos que discutem política.
Esse assunto também é mais citado por homens -35% ante 25% de mulheres- e pessoas com renda familiar mensal de mais de dez salários mínimos -54% ante 22% de quem tem renda de até dois salários mínimos.

Em relação ao critério da avaliação do governo Bolsonaro (este, aliás, usuário assíduo de redes sociais), entrevistados que reprovam a gestão ou a aprovam se dizem mais ativos (36% e 32%, respectivamente) em grupos de política no WhatsApp do que aqueles que avaliam o presidente como regular (21%).

Pesquisados que avaliam o governo como ótimo ou bom são os que mais discutem família (44%), enquanto os que consideram o presidente ruim ou péssimo e afirmam discutir esse tema nos grupos são 35%.

Analisando-se o partido de preferência, 50% dos entrevistados que discutem política em grupos no WhatsApp citam o PSL de Bolsonaro, ante 40% do PSDB e 32% do PT.”

A maior fatia de entrevistados (37%) afirma participar de grupos com até 25 pessoas, enquanto 24% dizem estar em grupos com 26 a 50 pessoas, 14%, grupos de 51 a 100 usuários, e 17%, 101 ou mais.

 

FOLHAPRESS

 

 

Pesquisa aponta que pequenos negócios geraram 53% das vagas de empregos em maio, na Paraíba

Pesquisa realizada pelo Sebrae-PB aponta a geração de 359 postos de trabalho por micro e pequenas empresas (MPE) do estado durante o mês de maio. O levantamento foi feito com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Ainda conforme os dados, durante o mês de maio foram criadas, ao todo, 683 novas vagas de trabalho no estado, ou seja, 53% delas no universo dos pequenos negócios. As demais foram geradas pelas médias e grandes empresas (319) e pela administração pública (5).

O levantamento realizado pelo Sebrae também indica que foi o setor de serviços o principal responsável pela criação de novas vagas de emprego (201) nas micro e pequenas empresas. Conforme os números, também se destacaram a indústria de transformação, que criou 137 vagas, e a construção civil, segmento em que foram abertos 109 postos de trabalho.

Em relação aos municípios, os dados indicam que os principais geradores de vagas no mês de maio, no universo dos pequenos negócios, foram Pedras de Fogo (147), Sousa (124), Alhandra (119), João Pessoa (44) e Conceição (33).

Acúmulo positivo – Além dos dados positivos do mês de maio, os números do Caged também indicam um bom desempenho dos pequenos negócios no acumulado do ano. Segundo o levantamento, de janeiro a maio de 2019 as MPE geraram 1.654 vagas de emprego, enquanto as médias e grandes empresas apresentaram saldo negativo de 8.601 postos de trabalho.

Avaliação – Para a gerente de Estratégia do Sebrae Paraíba, Ivani Costa, os pequenos negócios têm sido decisivos para a obtenção de um saldo positivo na geração de empregos no estado. “Atualmente, as pequenas empresas, tentando driblar a crise, buscam aproveitar as oportunidades em nichos de mercado específicos. Nesse sentido, elas acabam necessitando e contratando nova mão de obra”, pontuou.

Além disso, Ivani também destacou que “nas crises perder gente na micro e pequena empresa é pior do que na média e, sobretudo, na grande empresa. Então, os pequenos negócios têm essa característica, eles contratam quando precisam e praticamente não dispensam. Até porque uma dispensa numa grande empresa é só mais uma, enquanto que na pequena empresa a demissão acaba gerando um desfalque”.

 

http://paraiba.com.br

 

 

Paraíba perde 81 bolsas de pesquisa na UFPB e UFCG após cortes na Capes

A Paraíba perdeu 81 bolsas de pesquisa científica na UFPB e UFCG após bloqueio e corte feito pelo Ministério da Educação (MEC) no benefícios custeados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Segundo dados passados pelas instituições, foram 42 bolsas suspensas na UFCG e 39 bolsas suspensas na UFPB. O IFPB, que também possui bolsas financiadas pela Capes, não teve registro de suspensão.

O corte nas bolsas da Capes afetou instituições em todo o país. De acordo com nota da Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), os bloqueios e suspensões podem afetar pesquisas e impedir a retomada do crescimento do país. “Esses cortes que atingem o pior orçamento da década para esses setores consolidam um projeto de governo que fere de morte o ensino superior, a pós-graduação e a ciência nacional, enterrando qualquer possibilidade de retomada do desenvolvimento brasileiro e de futuro”, diz a nota.

UFPB

A Universidade Federal da Paraíba teve um corte de 39 bolsas financiadas pela Capes. De acordo com a pró-reitora de pós-graduação da UFPB, Maria Luiza Alencar, são 34 bolsas de mestrado e doutorado em todas as áreas, duas bolsas referentes ao (Proex) e duas ligadas ao Programa Nacional de Pós-Doutorado (PNPD).

As bolsas cortadas são do campi de João Pessoa e de Areia. Conforme a pró-reitora, os cortes correspondem a 5% do total das bolsas ativas em João Pessoa e 10% no campi de Areia. São cerca de 5.100 discentes nos programas de pós da UFPB, sendo que desses, pouco mais de 1.100 são bolsistas.

“São bolsas de mérito acadêmico, que contemplam a demanda social, da carência socioeconômica dos pesquisadores”, comentou.

De acordo com a professora Maria Luiza Alencar, o sistema da Capes ficou bloqueado durante o processo de remanejamento das bolsas e ocasionou os cortes.

“Todo mês, nos primeiros 15 dias do mês, a Capes abre o sistema para implantarmos as bolsas que abrem, justamente referente aos pesquisadores que concluíram os cursos ou que começaram a trabalhar. Esse mês eram pra ter aberto, mas só abriram o sistema nesta quinta e as bolsas que estariam disponíveis foram cortadas”, explicou.

A pró-reitora explicou ainda que pode ser que o corte se repita no mês seguinte. “Se repetirem isso no próximo mês, um bloqueio do sistema, para haver um corte, pode ser que a gente perca mais bolsas. Esse processo afeta muito a universidade”, comentou.

UFCG

O vice-reitor da UFCG, Camilo Farias, relatou que a universidade foi impactada com a perda de 42 bolsas que eram financiadas pela Capes. Foram 19 bolsas de mestrado, 19 de doutorado e quatro de pós-doutorado.

“A Capes prometeu devolver até segunda 15 bolsas, sendo 10 de mestrado e 5 de doutorado, do programa de pós em Engenharia Elétrica, por ser Proex e ter nota 7”, comentou o vice-reitor da UFCG.

Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) — Foto: Marinilson Braga/UFCG

Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) — Foto: Marinilson Braga/UFCG

Conforme levantamento feito pela instituição de ensino, são 828 bolsas mantidas para amparo à pesquisa científica. São 334 de mestrado, 452 de doutorado e 42 de pós-doutorado.

IFPB não perdeu

A pró-reitora de pós-graduação do Instituto Federal da Paraíba, Silvana Cunha Costa, explicou que o IFPB não perdeu nenhuma bolsa porque todas que são mantidas pela Capes, seis bolsas do único mestrado acadêmico da instituição, estão ativas. No entanto, Silvana Cunha Costa explicou que não há garantia de renovação dessas bolsas em fevereiro, quando os pesquisadores concluírem o curso.

“Temos 15 bolsas do programa de pós, dessas, somente seis são mantidas com recursos da Capes. As demais são mantidas pela própria instituição, com recursos nossos. Mas, infelizmente, com os cortes no nosso orçamento, há uma previsão de que haverá cortes também das bolsas mantidas pelo IFPB”, lamentou a pró-reitora.

Ainda de acordo com o IFPB, havia sido previsto no orçamento bolsas de doutorado para os servidores da instituição, porém, a pró-reitora explicou que a previsão após o cortes anunciados pelo MEC é de que essas bolsas para os servidores sejam cortadas.

G1

 

35% aprovam governo Bolsonaro, e 27% reprovam, diz pesquisa Ibope

Pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (24) indica os seguintes percentuais de avaliação sobre o governo Jair Bolsonaro (PSL):

  • Ótimo/bom: 35%
  • Regular: 31%
  • Ruim/péssimo: 27%
  • Não sabe/não respondeu: 7%

A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). De acordo com a entidade, o levantamento foi feito entre os dias 12 e 15 de abril e ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios.

Esta é a primeira pesquisa Ibope encomendada pela CNI desde que Bolsonaro assumiu o governo.

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Em março, o Ibope divulgou uma pesquisa (não encomendada pela CNI) sobre a aprovação do presidente. Os números de março foram: Ótimo/bom: 34%; Regular: 34%; Ruim/péssimo: 24%; Não sabe/não respondeu: 8%.

Comparação com presidentes anteriores

De acordo com o Ibope, Bolsonaro tem índice de ótimo/bom inferior ao registrado em início de governo pelos ex-presidentes Fernando Collor de Mello (45% em maio de 1990); Itamar Franco (34% em janeiro de 1993); Fernando Henrique Cardoso no 1º mandato (41% em março de 1995); Dilma Rousseff também no 1º mandato (56% em março de 2011); e Luiz Inácio Lula da Silva em seus dois mandatos (51% e março de 2003 e 49% em março de 2007).

O percentual de Bolsonaro, contudo, supera o de FHC no 2º mandato (22% em março de 1999); o de Dilma Rousseff também no 2º mandato (12% em março de 2015); e o de Michel Temer (14% em setembro de 2016).

Aprovação da maneira de governar

Outro item da pesquisa é a aprovação da maneira de governar do presidente Jair Bolsonaro. O resultado foi:

  • Aprova: 51%
  • Desaprova: 40%
  • Não sabe/Não respondeu: 9%

Confiança no presidente

A pesquisa divulgada nesta terça também questionou os entrevistados se confiam no presidente. As respostas foram:

  • Confia: 51%
  • Não confia: 45%
  • Não sabe/não respondeu: 4%

Perspectivas sobre o restante do governo

Questionados sobre as perspectivas para o restante do governo, os entrevistados responderam:

  • Ótimo/bom: 45%
  • Regular: 25%
  • Ruim/péssimo: 23%
  • Não sabe/não respondeu: 7%

 

G1

 

 

Pesquisa mostra que aprovação de Trump chega ao pior índice

O número de norte-americanos que aprovam o presidente Donald Trump caiu 3 pontos percentuais para o menor nível do ano após a divulgação do relatório de um procurador especial detalhando a interferência russa na eleição presidencial dos Estados Unidos em 2016, segundo pesquisa Reuters/Ipsos. 50 por cento dos americanos acham que Trump ou alguém ligado a ele manobrou com russos nas eleições passadas.

A pesquisa, realizada entre a tarde de quinta-feira e a manhã desta sexta-feira, é o primeiro levantamento de âmbito nacional a medir a resposta do público norte-americano depois que o Departamento de Justiça dos EUA divulgou o relatório de 448 páginas do procurador especial Robert Mueller, que relata inúmeras ocasiões em que Trump pode ter interferido na investigação.

 

wscom

 

 

FN inicia pesquisa e internauta já pode indicar os Melhores do Comércio de Solânea 2018/2019

O FOCANDO A NOTÍCIA abre pesquisa para realização do 6° Prêmio Excellence – Os melhores do comércio de Solânea edição 2018/2019. A premiação acontece no mês de maio quando a o site comemora 10 anos de existência.

Este ano a pesquisa acontece de forma espontânea, onde os internautas vão indicar os estabelecimentos que acreditam merecer ser premiados pelos serviços prestados, como atendimento, preço, entrega, qualidade no serviço prestado entre outros.

Na pesquisa existem três espaços para que sejam indicados três concorrentes de diferentes segmentos, o internauta pode votar quantas vezes quiser, já as lojas mais citadas serão premiadas durante o evento do 6° Prêmio Excellence, promovido pelo portal FOCANDO A NOTÍCIA.

Vote é indique os melhores:

Bolsonaro tem 35% dos votos válidos; Haddad tem 27%, veja os números de nova pesquisa

Levantamento encomendado pelo banco BTG Pactual à FSB Pesquisa mostra que Jair Bolsonaro, candidato ao Planalto do PSL, tem 35% dos votos válidos. Fernando Haddad (PT) aparece com 24%. Os votos válidos são aqueles dados apenas aos candidatos –sem considerar os brancos e os nulos.

A empresa entrevistou por telefone 2.000 eleitores nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 p.p. e o intervalo de confiança é de 95%. O levantamento (íntegra) foi realizado nos dias 29 e 30 de setembro de 2018. O registro no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) é BR-05879/2018.

PESQUISA ESTIMULADA
Jair Bolsonaro é líder com 31% das intenções de voto. Em 2º lugar está Fernando Haddad com 24%. Ambos oscilaram dentro da margem de erro em relação a última pesquisa, divulgada em 24 de setembro.

Em 3º aparecem empatados tecnicamente os candidatos Geraldo Alckmin (PSDB) e Ciro Gomes (PDT), com 11% e 9%, respectivamente. Eis os percentuais apurados:

Eis também a evolução dos candidatos em todas as pesquisas BTG/FSB:

2º TURNO
O levantamento também traz estimativas para o 2º turno. Jair Bolsonaro é testado em todos os cenários e empata, dentro da margem de erro, com Ciro, Haddad e Alckmin. Fica à frente só de Marina Silva. Eis os resultados:

Ciro Gomes (PDT): 45%
Jair Bolsonaro (PSL): 41%
Branco/nulo/nenhum: 12%
Não sabe/não respondeu: 2%

Jair Bolsonaro (PSL): 43%
Fernando Haddad (PT): 42%
Branco/nulo/nenhum: 10%
Não sabe/não respondeu: 5%

Geraldo Alckmin (PSDB): 42%
Jair Bolsonaro (PSL): 41%
Branco/nulo/nenhum: 11%
Não sabe/não respondeu: 6%

Jair Bolsonaro (PSL): 44%
Marina Silva (Rede): 39%
Branco/nulo/nenhum: 15%
Não sabe/não respondeu: 5%

REJEIÇÃO
A candidata mais rejeitada é Marina Silva (Rede), que vem em trajetória de queda nas intenções de voto. Na pesquisa BTG/FSB, 56% dos entrevistados disse que não votaria na ex-ministra de jeito nenhum. Entre os principais candidatos, Ciro Gomes (PDT) é o menos rejeitado (44%).

Fonte: Polêmica PB

TRE-PB nega pedido da chapa de Maranhão para impugnar nova pesquisa do Real Time Big Data

O pedido da coligação “Porque O Povo Quer” encabeçada pelo candidato a governador José Maranhão (MDB), que pedia a impugnação da pesquisa do Instituto Real Time Big Data, foi negado pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB).

A pesquisa do Instituto Real Time Big Data foi registrada para consultar as intenções de votos para o Senado e o Governo do Estado. da Paraíba.

Maranhão ficou em 3º lugar na primeira pesquisa realizada pelo instituto no estado.

PB Agora

Haddad já tem 34% de potencial de votos, aponta pesquisa

Uma nova pesquisa de intenção de voto, realizada pelo portal “Poder360”, aponta que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já pode transferir 34% dos votos para Fernado Haddad, vice em sua chapa. De acordo com o levantamento, 8% “votariam com certeza” em Haddad apoiado por Lula e 26% “poderiam votar”. Em contrapartida, 52% disseram que “não votariam de jeito nenhum” e 14% não souberam ou não quiseram responder.

Fernando Haddad (PT) é vice na chapa de Lula
Fernando Haddad (PT) é vice na chapa de Lula

Foto: Leonardo Benassatto / Reuters

O “DataPoder360” entrevistou por telefone 5.500 moradores de 329 municípios das 27 unidades da federação, entre os dias 24 a 27 de agosto, segundo o “Poder360”.

Ao questionar se o eleitor “votaria com certeza”, “poderia votar” ou “não votaria de jeito nenhum” em cada um dos principais candidatos, o levantamento apontou um chamado “potencial de voto”. Nesse panorama, o maior potencial de voto aparece para um “candidato apoiado por Lula” sem nome definido, com 25% de “votaria com certeza” e 17% de “poderia votar”. A soma (42%) é maior do que a da própria candidatura do ex-presidente, que tem 30% de “votaria com certeza” e 7% de “poderia votar”.

Ciro (9%), Bolsonaro (8%), Alckmin (7%), Alvaro (6%) e Marina (5%) aparecem a seguir na tabela de “voto com certeza”. Ciro, Marina e Alvaro aparecem empatados com 26 por cento no “poderia votar”, ante 27 por cento de Alckmin e 17 por cento de Bolsonaro.

Na ponta da rejeição, Bolsonaro é o que aparece com o maior percentual de “não votaria de jeito nenhum”, com 67 por cento, contra 62 por cento de Alckmin, 61% de Marina e Ciro, 60% de Lula, 55 por cento de “candidato apoiado por Lula” e 52% de “Haddad apoiado por Lula” e Alvaro.

Intenções de voto

De acordo com a pesquisa, nas intenções de voto, Lula lidera com 30%, seguido por Bolsonaro com 21%. Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB) aparecem com 7% cada, enquanto Marina Silva (Rede) tem 6 por cento, com os três candidatos tecnicamente empatados dentro da margem de erros, que é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Alvaro Dias (Podemos) aparece com 3%; e Cabo Daciolo (Patriota) e Henrique Meirelles (MDB) têm 2%.

Apesar de Lula estar preso desde o início de abril cumprindo pena pela condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, o que deve inviabilizar sua candidatura com base na lei da Ficha Limpa, o portal Poder360 informou que a pesquisa não testou cenários sem o ex-presidente para se focar em questionamentos específicos para saber o potencial de voto dos candidatos.

Reuters