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Rejeição dos pais na infância afeta na personalidade do adulto

paifilhoUm estudo recente mostrou que ser amado ou rejeitado pelo pais afeta na personalidade e no desenvolvimento das crianças até a fase adulta. O resultado da pesquisa mostrou que figuras de responsáveis, moldam as características da nossa personalidade.

A experiência da rejeição é capaz de transformar personalidade de uma pessoa. Crianças e adultos em todos os lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego a personalidade de uma pessoa.

De acordo com outros estudos, o sentimento de rejeição é equivalente a uma pessoa que levou um soco no estomago. Mas, ao contrário da dor física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.

A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar pela mesma situação novamente.

Um outro estudo mostrou que a figura do pai na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.

Fonte: Você sabia

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Amor do pai exerce forte influência na personalidade da criança

bebeUm estudo conduzido pela Universidade de Connecticut, nos Estados Unidos, mostra que as demonstrações de afeto e de rejeição do pai têm uma forte influência na personalidade da criança.

A pesquisa estudou 36 trabalhos envolvendo mais de 10 mil pessoas, entre crianças e adultos, e a rejeição paterna tem essa influência tão grande pois é mais comum do que a materna. A figura do homem é associada a prestígio e poder, e quando a criança é rejeitada por ele a sensação é como se ela tivesse sido esquecida ou preterida por alguém que eles consideram ser mais importante.

O estudo também mostrou que as partes do cérebro que são ativadas quando a criança se sente rejeitada é a mesma que se tornam ativas quando ela se machuca, mas com uma diferença: a dor psicológica pode ser revivida por anos e leva à insegurança, hostilidade e uma tendência à agressividade.

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Já o pai que é presente e carinhoso tem o efeito contrário na formação da personalidade de seu filho: a criança cresçe feliz, segura e capaz de estabelecer ligações afetivas muito mais facilmente na vida adulta.

 

 

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Prefeito Chió e Vice André do SESP entregam títulos de Personalidade Municipal

chioO prefeito Chió e o vice Prefeito André do SESP entregaram na noite da quinta feira (18/12) títulos de Personalidade Municipal a seis remigenses que obtiveram destaques e representaram o nome do Município no cenário estadual e nacional. A cerimônia aconteceu na Câmara Municipal de Remígio, casa de Manoel Mizael de Lima.

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O engenheiro agrônomo e pesquisador da Embrapa Marenilson Batista da Silva recebeu o título de Personalidade Municipal pelo trabalho Desenvolvido no Estado da Paraíba enquanto Secretário Estadual de Desenvolvimento da Agropecuária e da Pesca. Já o Médico Dr. Raímundo Antônio Batista recebeu o título de Personalidade Municipal pelos serviços prestados a comunidade Remigense.

10868072_532469470190048_3427471672912757685_nAinda receberam o título de Personalidade Municipal o artista plástico Roberto Reis pelas suas contribuições as artes do Município, a pesquisadora Ana Roberta que teve a sua tese de Doutorado escolhida como a melhor tese do Brasil na área de Geociência, o tenente Coronel Afonso Galvão pelo seu destaque na carreira militar do Estado e o Agricultor Jacinto Ferreira pelo seu destaque na área de produção agroecológica e desenvolvimento econômico.

 

SECOM

Papa Francisco é eleito personalidade mundial de 2013

papaSeis e meia da manhã de 4 de dezembro. Ainda está escuro em Roma, o frio úmido dói nos ossos, mas no Vaticano há movimento. Grupos de peregrinos lotam a Praça de São Pedro. No inverno, as audiências costumavam ser na Sala Paulo VI, mas já não cabem ali: com o fluxo de fiéis multiplicado, elas passaram a ser a céu aberto. A única coisa que importa é ver e ouvir Francisco. Esse Papa “que é um de nós”, que desde que foi eleito, em 13 de março, fez um milagre: revitalizou uma Igreja Católica em crise. E, ao pôr em marcha uma revolução moral, de humildade e austeridade, inspirou o mundo.

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Francisco também impressionou os diretores, subdiretores e editores dos 11 jornais que integram o Grupo de Diários América (GDA) —“La Nación” (Argentina); “El Mercurio” (Chile); “El Tiempo” (Colômbia); “La Nación” (Costa Rica); “El Comercio” (Equador), “El Universal” (México); “El Comercio” (Peru); “El Nuevo Día” (Porto Rico); “El País (Uruguai), “El Nacional” (Venezuela) e O GLOBO — que escolheram o primeiro Papa latino-americano a personalidade mundial do ano. O argentino Jorge Mario Bergoglio também foi o mais votado como personalidade do continente. O GDA decidiu destacar então o presidente do Uruguai, José Mujica, segundo mais votado (leia nesta página).

O ex-arcebispo de Buenos Aires começou o ano pensando que ia se aposentar. Mas termina 2013 não só como personagem do ano da prestigiosa revista “Time”, mas atraindo multidões fascinadas à praça de São Pedro e vendo chefes de Estado fazerem fila para serem recebidos por ele.

A multidão que quer ver o Papa está lá porque sabe que os sermões de Francisco são diferentes. Sua mensagem é simples, compreensível, direta, sem rodeios, otimista, alegre. Ele leva a mensagem do Evangelho — que conclama a acolher os feridos deste mundo, em vez de condená-los — à realidade de hoje, com o desemprego, as injustiças, as guerras, a exclusão de milhões de pessoas, jovens e idosos. Uma realidade na qual a fome é um escândalo, o drama dos migrantes em busca de um presente melhor continua sendo moeda corrente, assim como a corrupção, o tráfico humano e de drogas.

Desde a noite em que foi escolhido, ao escolher chamar-se Francisco — e expor todo um programa de governo inspirado no santo de Assis que se despojou de toda sua riqueza para abraçar aos leprosos — o ex-cardeal de Buenos Aires deu a entender que nada seria como antes no Vaticano.

– Bergoglio é um homem livre, que não tem uma mentalidade romana. Trouxe uma nova visão de mundo, baseada em sua experiência como jesuíta e sacerdote que percorreu as ruas – diz o vaticanista Gerard O’Connell.

JMJ no Rio foi momento-chave

A revista “Time” observou que, Francisco, “sem mudar a letra, conseguiu mudar a música” no Vaticano. Desde o início do seu Pontificado, abandonou antigas tradições e, fiel a seu estilo simples, preferiu se apresentar ao mundo sem a pompa e o esplendor característico de um papado parecido a uma corte imperial. Mostrou-se com sua cruz de prata de sempre, sem sapatos vermelhos. Continuou a viver na Casa de Santa Marta com os demais religiosos, rechaçando a solidão do apartamento pontifício do Palácio Apostólico. Inaugurando uma nova forma de exercer o papado, ao não querer governar como um monarca absolutista, promoveu outra mudança crucial ao criar um conselho de cardeais — o chamado G8 do Papa —, que está ajudando-o a reformar uma cúria romana marcada por intrigas e escândalos durante o fim do papado de Bento XVI.

Consciente de que a credibilidade da Igreja Católica se viu minada também pelo escândalo do Instituto de Obras Religiosas, sob suspeita de lavagem de dinheiro, o Papa criou uma comissão que está analisando o que fazer com o banco do Vaticano. Também nomeou um grupo que está revisando todas as finanças da Santa Sé. E acaba de criar uma comissão para a proteção das crianças, combatendo outro escândalo que atingiu o pontificado do seu antecessor e manchou como nunca a imagem da Igreja Católica, o abuso sexual de crianças por padres.

Consciente de que nos últimos anos muitos se afastaram da Igreja Católica porque ela não soube acompanhar a quem estava em suas periferias — os pobres, os feridos, os divorciados, as mulheres que se viram obrigadas a cometer aborto, os homossexuais — Francisco começou, também, uma espécie de revolução moral.

– Como estamos tratando o povo de Deus? Eu sonho com uma Igreja mãe e pastora. Os ministros da Igreja têm que ser misericordiosos, cuidar das pessoas, acompanhando-as como o bom samaritano que lava, limpa e consola o próximo. Isso é Evangelho puro. Deus é maior que o pecado. As reformas estruturais são secundárias, vêm depois. A primeira reforma deve ser a das atitudes – disse o Papa à revista jesuíta “La Civiltá Cattolica”.

O momento-chave do Papado até agora talvez tenha sido a sua primeira viagem internacional, ao Rio, para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ). A imprensa mundial ficou fascinada por sua capacidade de “liderar a partir da humildade”, segundo sentenciou o “Washington Post”.

– Em um tempo absolutamente curto, o Papa Francisco conseguiu mudar a cara da Igreja, modificar sua agenda e renovar a fé de milhões de católicos ao redor do mundo. E sua participação na JMJ foi um ponto fundamental nessa transformação. Aqui ele reafirmou suas ideias de que a Igreja tem que voltar às comunidades de base, ao trabalho nas ruas, estar mais perto das pessoas, ser mais inclusiva – explica Paulo Fernando Carneiro de Andrade, decano do Centro de Teologia e Ciências Humanas da PUC-RJ.

Chiara, monja oriunda da Polinésia que há oito anos vive e trabalha na Casa Paulo VI, o hotel onde Bergoglio costumava se hospedar quando vinha a Roma — e aonde voltou para pagar a conta no dia seguinte a ser eleito Papa, num gesto que deu volta ao mundo — não tem dúvidas:

– É o homem certo na hora certa.

O Globo

Lula, a maior personalidade da história política brasileira

Deste ponto de vista, as eleições municipais recém-encerradas com o segundo turno mantiveram-se no leito antigo. Mudou, porém, o peso das lideranças capazes de influência decisiva. Lideranças autênticas, diferentes daquelas forjadas pelo populismo mais desbragado, tão frequentes no passado, mesmo recente. Refiro-me, em primeiro lugar, ao ex-metalúrgico e ex-presidente Lula, que evoluiu do palanque da Vila Euclydes para a plateia mundial.

Neste pleito, Lula confirmou o que já é do conhecimento até do mundo mineral, tirante a mídia nativa. Trata-se da personalidade mais forte da história política do País, sua popularidade, avassaladora, supera inclusive aquela de Getúlio Vargas. Dilma Rousseff segue-lhe os passos. A afirmação peremptória dos candidatos da chamada base aliada resulta antes de mais nada da boa atuação do seu governo.

Outras figuras começam a ganhar dimensão nacional, como Eduardo Campos e Cid Gomes, enquanto o momento projeta naturalmente o nome de Aécio Neves, em quem há tempo CartaCapital reconhece autoridade e tino para conduzir uma oposição moderada e responsável, conforme as conveniências da democracia.

Neste terreno o Brasil ainda engatinha. Não basta a realização periódica de eleições para provar a maioridade democrática. Outros fatores surgidos nos últimos dez anos deságuam, contudo, em importantes avanços, não somente a caminho de uma sociedade menos injusta, mas também na conquista da consciência da cidadania por um número crescente de brasileiros. É quanto transparece dos resultados deste pleito municipal, bem menos provinciano e mais significativo do que se podia imaginar.

A mídia nativa é a primeira derrotada no embate, antes que o PSDB paulista e o PT baiano. O espetáculo encenado pelos barões midiáticos e seus cortesãos na tentativa de mascarar a verdade proporcionou momentos de involuntário hu­morismo à altura do teatro do absurdo, sobretudo na linha de Ionesco, embora sem esconder a expectativa da súbita chegada de Godot, segundo Beckett. José Serra seria Godot?

Não se exclua a possibilidade, a considerar o tom de editoriais, colunas, artigos, rubricas. No sábado 27, o editorial de um jornalão estampava como título: “Resistir é preciso”. De volta de uma viagem ao exterior, ausente havia duas semanas, sofri um abalo sísmico entre o fígado e a alma. Supus que a revolução vermelha batesse às portas liderada por Fernando Haddad. Tragicômico destino de uma direita tão extremada, tão anacrônica, tão romneyana (de Romney) a ponto de soçobrar nas ondas do ridículo atroz. Espetáculo a seu modo magnífico, por obra da incapacidade dos protagonistas de perceber a enrascada patética (do Pateta de Walt Disney, herói da Editora Abril) em que se atiraram.

Dou agora com a soturna expressão dos bairros paulistanos, ditos nobres não se sabe por quê. Varridos pelo siroco de um eterno temor e pela aspiração a se instalarem, pelo menos no modus operandi, entre Coral Gables e Dubai. Abastecidos com solércia inaudita pelos evangelhos midiáticos. E agarrados à lembrança de Fernando Henrique Cardoso e à esperança vã da vitória de José Serra. Estes ninhos tucanos estão mais para aqueles das andorinhas doentes, iguaria da cozinha chinesa. Altamente recomendados para o cardápio dos barões midiáticos.

É o ocaso de um PSDB que já foi de André Franco Montoro e Mário Covas e foi entregue ao cabo a um cínico e um obsessivo e, sustentado pela fanfarra dos jornalões e revistões, passou a cuidar dos negócios dos vetustos donos do poder. O mesmo que o cínico e o obsessivo diziam combater nos seus anos verdes. É nesta moldura que a ribalta cabe a Aécio, capa desta edição.

*Mino Carta é jornalista e editor da Carta Capital.

Fonte: ContrapontoPIG