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eSports apresenta perigos para a saúde para quem joga em excesso

Os eSports vieram para ficar e estão a cada dia mais ganhando novos adeptos. Sejam eles jogadores ou admiradores. Isso tem levantado diversas questões pertinentes a respeito dessa nova prática esportiva.

Na verdade, essa discussão não é nova. Desde a década de 1990 especialistas apontam a necessidade de falarmos sobre a exposição demasiada de crianças e de adolescentes à televisão e aos ecrãs.

Com o crescente avanço e popularidade da indústria de jogos digitais, essa preocupação apenas aumentou. Torneios e jogos acontecem um pouco por todo o planeta. Expressões como Bet on CSGO e The International são comuns para os torcedores (sim, existem também torcedores de eSports). Hoje, em um momento em que esses jogos se tornaram modalidade esportiva, é natural que os receios também cresçam.

Afinal, os perigos são mesmo reais. Em meio a torneios milionários e competições internacionais, os jogadores de videogame profissionais são expostos a diversos perigos.

Visão e audição são dois sentidos prejudicados

Um famoso jogador, inclusive, Evgenii ‘Blizzy’ Ri, questionou-se: “Como é possível alguém lesionar-se a jogar videojogos?”. E a resposta dada por seu médico foi taxativa: visão e audição são dois sentidos facilmente prejudicados pela jogatina constante.

Evgenii ‘Blizzy’ Ri é membro de uma das mais fortes equipes de Dota 2 do mundo. Ele participará com seus companheiros na The International, uma das competições que melhor paga nesse mercado.

Seu médico, no entanto, proibiu-o de jogar por aproximadamente seis meses. Essa medida visa desacelerar a perda da visão de Blizzy, além de permitir que ela se recupere 100%.

O problema é que Blizzy e sua equipe podem ficar milionários se ganharem esse torneio. E Blizzy aponta: “Preciso jogar”.

E ele acrescenta: “Antes, não me preocupava com isso. Mas agora tenho a impressão de que (…) não consigo ver muito bem. O meu médico pediu-me para ficar longe do computador durante seis meses, mas não consigo. Preciso jogar”

Apesar de ter sido aconselhado a usar óculos, Blizzy diz que não se adaptou muito bem a isso. E afirma que a falta de visão não atrapalha durante o jogo, já que ele senta muito perto da tela.

Problema no túnel do carpo também é comum

Problema no túnel do carpo é outra grave complicação que atinge os jogadores de eSports. De acordo com os próprios players, em Xangai, onde ocorre The International, muitos reclamam de dores nos braços, nos pulsos e nos cotovelos.

Esse problema causa dormência e formigamento nos dedos, dificuldade de movimento e pode, inclusive, exigir tratamento cirúrgico. Isso ocorre porque os movimentos feitos pelos atletas é repetitivo e nunca varia.

Além disso, o resto do corpo também é atingido. Esses jogadores estão desde a infância treinando para serem profissionais. Jogam mais de 10 horas por dia fora das competições, o que se eleva quando estão em torneios.

As costas são a parte do corpo mais prejudicada. A tensão, afinal, é enorme. Muitos jogam com a vida na mão, pois veem nesses torneios oportunidades únicas de saírem da pobreza ou pelo menos de enriquecerem.

Competições como a The International revelam a necessidade de pensarmos sobre a saúde de quem pratica eSports. Normalmente são adolescentes, jovens e até crianças, que estragam sua saúde física e mental apenas por dinheiro.

 

 

Entenda os perigos de escalar montanhas muito altas

Todos os dias alpinistas de todo o mundo se arriscam subindo montanhas. E chegar ao cume delas deve realmente ser muito prazeroso. Olhar para o que tem embaixo, se ver tão grandioso, provavelmente, é uma das maiores recompensas. Mas todos esses sentimentos de felicidade andam lado a lado com riscos e sacrifícios.

Os perigos que esses alpinistas correm ao percorrem o caminho até o cume das montanhas mais altas viraram foco de discussões entre especialistas depois que ao menos onze deles morreram em um intervalo de apenas uma semana, no mês de maio deste ano, tentando chegar o pico do Everest. Com a temperatura contribuindo para a escalada, vários alpinistas fizeram fila na montanha enfrentado os riscos do frio e da altitude do lugar.

As mortes serviram para acender o sinal de alerta para a superlotação da montanha mais alta do mundo. O debate gira em torno da promoção de regras que garantam mais segurança aos que querem viver a emoção de escalar essas montanhas.

Na ocasião, com toda a repercussão que as mortes causaram, várias autoridades governamentais em Katmandu, a capital do Nepal, disseram estar analisando o que havia acontecido. Entre as potenciais providências a serem tomadas está a possibilidade de exigir que todos os que se candidatem a subir o Monte Everest apresentem provas de experiência em montanhismo e um atestado de saúde.

Em recente entrevista à Betway, dois experts sobre os assuntos falaram dos desafios de escalar o monte. Ayesha Zangaro foi a mais jovem brasileira a conseguir o feito de chegar ao cume do Everest. Ela fez isso em 20 de maio do ano passado, quando tinha apenas 23 anos de idade. Ela contou que a experiência toda leva pelo menos dois meses. De acordo com Ayesha, “a jornada para o Everest começa em Katmandu, capital do Nepal, de onde saem as expedições de diversos grupos e agências de logística. De lá, um voo até Lukla, cidade que está a 2.860m acima do nível do mar e é o principal ponto de acesso ao Himalaia”. A partir daí, de acordo com Ayesha Zangaro, “os primeiros dias são o trekking de aproximação até o campo base. Demora, geralmente, 9 dias, contando com uma aclimatação bem-feita e cuidadosa”.

Durante a conversa com o time de conteúdo da Betway Cassino, Manoel Morgado, que chegou ao cume em 17 de maio de 2010, aos 53 anos, elenca os riscos de o escalador corre no caminho. “Minha escalada foi razoavelmente tranquila, pois estava muitíssimo bem preparado, tanto em termos físicos como em termos de experiência, com mais de 30 anos de montanha. E tive muita sorte com o clima. Mas, mesmo assim, o Everest é uma montanha muito exigente física e psicologicamente. Estar no campo base, um dos lugares mais extremos do planeta, por dois meses é muito difícil. Lidar com a ansiedade de ‘será que vou dar conta? Será que o clima vai ajudar? Será que vou ficar doente?’, tudo isso, por tanto tempo, é muito complicado”.

Para Manoel, a paciência deve ser um dos itens de segurança a ser levado na bagagem do escalador. “Muita gente morre na descida, já que, muitas vezes por não ter a experiência necessária, não sabem quanta energia ainda têm no corpo, dão tudo para chegar no cume e não sobra para a descida”.

Para se entender melhor, a escalada pelo Everest passa por quatro acampamentos onde os alpinistas podem parar para descansar após passarem por uma cascata de gelo. O primeiro acampamento, considerado o de base, fica a 5.364m acima do nível do mar. O segundo, que possui melhor estrutura que o anterior, já fica a 6.400m de altura, o que reduz os níveis de oxigênio a condições extremas.

Depois de passar por eles, os escaladores chegam ao acampamento 3, que a 7.300m. O último é o 4, que fica a quase 8.000m. Esse fica na categoria chamada de “zona da morte”. Nele a eficiência de oxigênio é de um terço em relação ao nível do mar. De lá, atravessa-se alguns pontos de altíssimo risco, e segue-se o ataque ao cume, que fica a 8.848m.

Para Ayesha e Manoel, alguns pontos podem ser considerados os mais perigosos e que necessitam de ainda mais atenção. A cascata de gelo (Khumbu Icefall) e a zona da morte são apontadas por ela como os dois momentos mais arriscados da jornada.

“O Everest tem várias partes delicadas. A cascata é a parte mais inclinada do glaciar que desce do cume da montanha até seu campo base e, com isso, o gelo se fragmenta criando um caos de grandes blocos de gelo, alguns com mais de 30 metros de altura, que podem despencar a qualquer momento”, diz Manoel Morgado. Ayesha concorda: “é um lugar muito instável. Dependendo da temperatura ou outros fatores externos, é um lugar que se mexe”.

Ayesha Zangaro listou alguns pontos que contribuíram para que o ano de 2019 já seja um dos que mais registram mortes de escaladores no Everest. “Cada vez mais, o Everest tem chamado a atenção de pessoas com menos experiência. Além disso, há também o lucro do governo do Nepal. Montanhismo é a maior fonte de renda do país. As poucas janelas de bom tempo que tivemos nesta temporada, o uso de permissões antigas, que espiravam este ano e empresas pouco qualificadas vendendo serviços de logística” são alguns dos elementos que ela considera responsáveis pela atual situação do Everest. Para Manoel, as coisas não devem mudar tão cedo. “O Nepal jamais vai limitar o número de escaladores. O país vive de turismo e é muito pobre. A única maneira de fazer algum controle disso seria as empresas aceitarem somente quem tem a experiência necessária para uma montanha como o Everest. Mas, isso nem sempre acontece”.

O outro expert, Manoe Morgado explica o que torna uma pessoa qualificada para escalar o monte. “Acho difícil quantificar experiência, mas creio que, no mínimo a pessoa teria de ter feito um curso de escalada em neve, gelo e rocha básico e um curso avançado. Ter escalado um ou mais montes de 6.000m, como o Denali, para mim uma das mais importantes escolas para o Everest, e ter escalado um monte de 8.000m mais fácil, como o Cho Oyu ou o Manaslu. No Denali, cada um começa a escalada com 50 quilos entre o trenó e a mochila, tem de montar seus acampamentos e construir um muro de blocos de gelo ao redor da barraca por conta do vento. Se der conta disso, está pronto fisicamente para o Everest, onde os sherpas farão a maior parte do trabalho físico”.

 

Redação FN

 

 

Dormir com cão na cama ajuda na autoestima, mas tem seus perigos

cachorroHá quem simplesmente ame. Do mesmo modo, existe ainda quem torça o nariz. Mas a verdade é que dormir com o cão na cama é mais comum do que muita gente imagina. Para se ter uma ideia, uma pesquisa divulgada em março de 2016 pela empresa DogHero revelou que três em cada quatro cachorros têm o costume de dormir com seus tutores.  Do total de pessoas que permitem que os animais tenham esse hábito, 43% deixam que ele se repita com frequência. Na ocasião, o levantamento foi feito pela internet com 5 mil pessoas.

Mas por que será que tanta gente tem deixado que o companheiro de aventuras esteja tão pertinho também na hora de dormir? Claro que ficar aninhado com o bichinho que a gente tanto ama é muito gostosinho, mas será que os benefícios param por aí? Fomos conferir.

Fontes: Ana Maria Martins Serra, PHD em psicologia e terapeuta cognitiva comportamental pelo Institute of Psychiatry da Universidade de Londres, diretora clínica e pedagógica do ITC e membro da Sociedade Brasileira de Psicologia e Arnaldo Lichtenstein, médico clínico geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da USP

Os cães reduzem nossas carências
Pessoas que vivem sozinhas, ou mesmo que vivam com familaires e ainda assim sintam carência afetiva, podem ter na companhia dos animais na cama um modo de espantar a solidão, se sentirem bem acompanhadas e recebendo afeto.

Dormir com o cachorro alivia a depressão
Quando a pessoa se sente deprimida, independentemente da razão,  dormir com o cão pode fazer com que ela se sinta mais compensada e, desse modo, os sintomas de depressão se aliviam um pouco.

A presença do animal reduz a ansiedade
A ansiedade é um estado emocional resultante da ideia de vulnerabilidade frente ao real. No caso de pessoas que superestimam ameaças, por exemplo, de um ladrão entrar durante a noite ou de se sentir mal, a presença de um cachorro na cama durante ajuda a reduzir a sensação de ansiedade.

Ter o cão na cama pode simplesmente fazer a pessoa mais feliz
É preciso ressaltar que nem todas as vezes que se decide ter um cãozinho na cama é por um motivo patológico. O simples fato de que as pessoas amam animais e partilhar tudo com eles as deixam mais felizes já é um fator importante na decisão de dividir os lençóis.
Cuidados a serem tomados
Certifique-se de que não tem alergias
O pelo do cachorro, normalmente, desencadeia reações alérgicas respiratórias como rinite e asma. Por esse motivo, dormir com o cachorro não é recomendado pelos médicos para pessoas que tenham alergias. A boa notícia é que existe uma pesquisa https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC3737566/ conduzida por Ganesa Wegienka, do Henry Ford Hospital, que revela que a exposição de crianças a animais de estimação no primeiro ano de vida reduz pela metade as chances de desenvolvimento de alergias respiratórias.

Cuidado com as lambidas
A boca de um cachorro pode estar cheia de bactérias, assim como a dos humanos. A questão é que cada um dos indivíduos já está habituado com as próprias colônias, mas não com a do outro. Isso significa que não é impossível que a pessoa possa vir a ter uma diarreia caso tome uma lambida do cão enquanto dorme ou uma infecção se a saliva do animal entrar em contato com um corte, por exemplo.

As patas precisam estar limpas
Claro que se o animal só vive dentro de casa, o risco de doenças é menor. No entanto, se ele sai para passeios na rua, é importante lavar bem as patas e secá-las adequadamente antes de deixar que o cachorro pule sobre a cama.

Observe se o animal está feliz com a nova cama
Alguns cães têm hábitos noturnos e “precisam” manter o estado de alerta durante a noite. Portanto, dividir a cama com esses animais seria como privá-los de uma condição natural e do espaço de que precisam.

Uol

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Veja os perigos ao ingerir álcool na gravidez

gravidaPesquisa realizada pela Sociedade de Pediatria de São Paulo aponta que 22,7% dos médicos que acompanham o pré-natal de mulheres grávidas desconhecem os perigos da ingestão de álcool nesse período. Esses médicos disseram recomendar até uma dose de vinho às suas pacientes.

Cláudio Barsanti, presidente da Sociedade de Pediatria de São Paulo, esclarece que não há níveis seguros para o consumo. “Qualquer dose de álcool, em qualquer fase da gestação, é extremamente prejudicial, pode levar a alterações que não tem mais cura”, disse.

Para o estudo, foram ouvidos 1.115 médicos pré-natalistas em São Paulo e no Rio de Janeiro. Segundo o estudo, 44,8% das pacientes sequer informam ao médico se consomem ou não bebidas alcoolicas.

De acordo com Cláudio, a ingestão de álcool na gravidez pode levar à Síndrome Alcoolica Fetal, responsável por má formação do feto, com efeitos a longo prazo. “O vinho em pequenas doses teria um efeito protetor cardiovascular, essa informação está certa. Só que não precisa consumir o vinho durante a gestação. Na balança do custo-benefício, melhor não utilizar álcool durante a gestação”, disse.

A médica pediatra neonatologista Conceição Aparecida de Matos Segre explica que, quando a mulher ingere a bebida, o álcool cai diretamente na corrente circulatória do feto e se acumula no líquido amniótico. “Fica com um verdadeiro reservatório de álcool, que o bebê fica ingerindo, e que demora muito mais para eliminar”, disse.

O bebê tem o sistema nervoso central afetado e a mulher pode até sofrer aborto. Quando nascem, os bebês podem apresentar má formação no rosto e desenvolver problemas à medida que crescem, como retardo mental, dificuldades de aprendizagem, hiperatividade e problemas motores.

Como médica, Aparecida já presenciou muitos pacientes com a síndrome. “O primeiro caso que eu vi na minha vida, em 1978, eu nem sabia o que era a síndrome. Nasceu o bebezinho com um rostinho meio diferente. A equipe achou esquisito, era um bebê muito irritado, chorava muito, tinha tremores. Fomos estudar e descobrimos que, em 1973, nos Estados Unidos, dois autores caracterizaram essa síndrome”, conta.

Com Agência Brasil

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Ossinhos para cães: conheça benefícios e perigos na hora de escolher

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Adorados pelos cachorros, os ossinhos são itens bastante presentes nos lares em que habitam pets caninos – no entanto, embora sejam considerados uma ótima maneira de distrair e até divertir os cães, os ossos também podem representar alguns perigos para os animais, e ficar atento na hora de escolher um para o seu bichinho de estimação pode fazer toda diferença para sua saúde.

 

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Primeiramente, é importante lembrar que não são todos os ossos que podem ocasionar problemas para os cães, e alguns tipos deles, inclusive, podem ser extremamente benéficos para os pets que os roem – como os de boi e que têm carne e tutano – já que ajudam a limpar a região oral do animal (livrando-o do acúmulo de tártaro ou sujeiras que possam ter ficado em seus dentes) e ainda fornecem proteínas e sais minerais ao animal.

 

A situação muda de figura quando falamos em ossos menores e mais quebradiços, como os de frangos e galinhas, por exemplo. Por serem muito frágeis, estes ossinhos podem se quebrar com facilidade ao passo que o cão o morde e, com isso, seus pequenos e pontiagudos pedaços podem causar complicações sérias – como ferimentos e a obstrução das vias respiratórias do animal.

 

Embora esse tipo de situação seja mais rara quando o osso usado é maior e mais resistente, isso não quer dizer que os donos do pet possam perder a atenção no seu bichinho de estimação enquanto ele pratica suas roídas – já que, por serem grandes e dificilmente partidos, estes ossos costumam ser comidos pelo cão até que fiquem menores e, quando isso ocorre, não é difícil que o bicho tente engolir o pedaço restante de uma vez.

 

Nesse tipo de situação, o osso pode ficar entalado na garganta do animal e até mesmo no seu intestino, exigindo uma cirurgia para a sua retirada. Portanto, é importante lembrar que os ossinhos tão queridos pelos cães podem ser uma boa fonte de proteínas, diversão e até limpeza oral; no entanto, os pequenos e quebradiços também podem ser um convite aos problemas e, portanto, nunca é demais ficar atento às brincadeiras do seu cãozinho quando ele estiver com seu osso.

 

Terra

Procon estadual alerta para os perigos da compra online e divulga dados sobre reclamações

Um tendência que tem se firmado na Paraíba é a compra pela internet. Contudo o Procom Estadual alerta que a praticidade encontrada por alguns consumidores nas lojas online correspondem também ao crescimento nas reclamações geradas por esta modalidade.

Segundo os dados divulgados pela assessoria do órgão, do início do ano até agora foram registradas 358 reclamações relacionadas à compra online, contra 322 realizadas no mesmo período de 2011. Liderando as reclamações está a demora na entrega com 118 queixas.

A consultora jurídica do Procom PB, Rebecca Bandeira, afirma que os sites são responsáveis por cumprir o prazo de entrega, e complementa “a procura por sites de compra tem aumentado, porém o consumidor deve estar atento para a procedência dos sites. Nem sempre o melhor preço é a melhor compra”.

A consultora alega que muitos problemas gerados por esse tipo de compra podem ser prevenidos se os consumidores seguirem algumas dicas simples. Entre elas:

         Compre com antecedência

         Duvide de ofertas muito boas

         Procure depoimentos de clientes

         Consulte o Registro.br e a Receita Federal

         Na primeira compra, pague um valor baixo por boleto

         Mantenha seu computador livre de vírus

         Compartilhe experiências

         Não informe seus dados em “promoções”

Sobre os procedimentos de troca em casos de compra via internet , Bandeira alerta:” Todo produto adquirido fora de um estabelecimento tem o prazo de 7 dias para ser trocado sem justificativa. O código do consumidor garante o ‘prazo de reflexão’, ou seja, um período para que o consumidor, que não teve contato com o produto, verifique se este corresponde as expectativas”.

Cybele Soares

Unimed JP fará ação para alertar sobre perigos do cigarro

Na Paraíba, 19,2% das pessoas com mais de 15 anos fumam; Estado é o terceiro maior em número relativo de fumantes, perdendo somente para o Acre e para o Rio Grande do Sul

 

 

Cerca de 200 mil pessoas morrem todo ano, no Brasil, vítimas de uma das mais de 50 doenças relacionadas ao tabagismo. A Paraíba é o terceiro estado brasileiro com maior número relativo de fumantes. Apenas o Acre e o Rio Grande do Sul têm um percentual mais alto.

De acordo com o Comitê de Tabagismo da Associação Médica da Paraíba (AMPB), 19,2% das pessoas com mais de 15 anos, no Estado, fumam, o que corresponde a cerca de 550 mil. Destas, 2,5 mil morrem precocemente. Os problemas mais comuns são enfisema pulmonar e infarto agudo do miocárdio.

Para contribuir para reduzir estes números, a Unimed João Pessoa, através da Secretaria de Promoção da Saúde, se engajou na campanha nacional “Fumar: faz mal pra você, faz mal pro planeta”. Na próxima quinta-feira (31), Dia Mundial sem Tabaco, das 9h às 16h, na recepção principal da Cooperativa, na Torre, uma equipe fará testes de verificação da capacidade respiratória (espirometria) e distribuirá material informativo sobre os malefícios do cigarro. O atendimento será aberto a qualquer pessoa, independentemente de ser cliente.

UNIÃO DE FORÇAS

A campanha nacional é promovida pelo Ministério da Saúde, através do Instituto Nacional do Câncer (Inca). Na Paraíba, ela está sendo realizada por meio de uma parceria entre a Associação Médica (AMPB), Sociedade Paraibana de Pneumologia (SPP) e Secretaria da Saúde de João Pessoa, que convidaram a Unimed JP para se integrar à mobilização. Dentro do programa de promoção da saúde, que tem como finalidade melhorar a qualidade de vida dos clientes e de toda a população, a Cooperativa aceitou o convite.

Para os organizadores, a conscientização da sociedade é a “grande força” capaz de pressionar os paraibanos a largar o cigarro, inibir o surgimento de novos fumantes e fazer cumprir as leis que protegem os não fumantes.

Neste ponto, vale um alerta importante: a nocividade da fumaça do cigarro ultrapassa os limites do tabagista e chega até os fumantes passivos. Entre eles, crianças menores de 5 anos que têm pais fumantes que não respeitam o ambiente doméstico, levando ao desenvolvimento de muitas infecções respiratórias.

SOBRE A CAMPANHA

Em 2012, para lembrar o Dia Mundial sem Tabaco, a Organização Mundial da Saúde (OMS) escolheu o tema “A Interferência da Indústria do Tabaco”, que abrange uma complexidade de ações estratégicas que a indústria do tabaco utiliza para manter e aumentar o consumo de seus produtos. Com base no tema, o Inca, que é o órgão do Ministério da Saúde responsável por articular o Programa Nacional de Controle do Tabagismo, desenvolveu a campanha com o conceito “Fumar: faz mal pra você, faz mal pro planeta”.

A ação reforça o artigo 18 da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), que trata sobre a atenção que os países devem dar à proteção ao meio ambiente e à saúde das pessoas. As mobilizações visam, portanto, divulgar os danos causados pela cadeia de produção e pelo uso de produtos do tabaco.

Núcleo de Assessoria de Imprensa para o Focando a Notícia