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Percentual de famílias com dívidas sobe pelo 6º mês seguido e chega a 64%, diz CNC

O endividamento das famílias registrou a sexta alta consecutiva em junho, de acordo com pesquisa mensal divulgada nesta terça-feira (9) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

Em junho, o percentual de famílias brasileiras endividadas alcançou 64%, ante 63,4% em maio. Trata-se do maior percentual desde julho de 2013 (65,2%).

O percentual de famílias com contas ou dívidas em atraso, porém, diminuiu em junho de 2019, na comparação com o mês imediatamente anterior, passando de 24,1% para 23,6% do total – a primeira queda do ano.

Já o número de famílias que declararam não ter condições de pagar suas dívidas em atraso, permanecendo inadimplentes, ficou estável em 9,5% na comparação com o mês anterior.

Comprometimento da renda

O cenário fez com que a parcela de orçamento mensal familiar, comprometida com dívidas, aumentasse de 29,3% para 29,5% entre maio e junho, maior taxa desde setembro do ano passado (29,6%).

Para a CNC, o crescimento no volume de famílias com empréstimos não deve durar. Isso porque as famílias já operam no limite do endividamento em junho.

“O que está desempenhando melhor [na economia] é o mercado de consumo, mas ainda é muito tímido”, notou. “O crescimento do crédito a ritmo maior que atividade econômica não chega necessariamente a ser preocupante, mas não vemos como uma coisa muito sustentável, porque não temos melhora no mercado de trabalho”, afirmou ao Valor Online Mariana Hanson, pesquisadora da CNC. “Se não houver recuperação [do emprego] no segundo semestre, essa recuperação do mercado de crédito não se sustenta”, reiterou.

A proporção das famílias que se declararam muito endividadas aumentou para 13% em junho, contra 12,9% em maio.

Entre as famílias com contas ou dívidas em atraso, o tempo médio de atraso foi de 63,4 dias em junho de 2019 – inferior aos 63,6 dias de junho do ano passado.

Principais tipos de dívida — Foto: Divulgação/CNC

Principais tipos de dívida — Foto: Divulgação/CNC

O cartão de crédito foi mais uma vez apontado como o principal tipo de dívida por 78,8% das famílias endividadas, seguido por carnês (15,8%) e financiamento de carro (10,5%).

A Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic Nacional) é apurada mensalmente pela CNC desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas as capitais dos Estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.

g1

 

 

Percentual de endividados no país cresce para 57,1% entre junho e julho

O percentual de famílias endividadas no país cresceu de 56,4% em junho para 57,1% em julho deste ano, segundo dados da Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, divulgados hoje (31), no Rio de Janeiro, pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Apesar disso, o percentual caiu na comparação com julho de 2016 (57,7%).

O percentual de inadimplentes, isto é, aqueles que têm contas ou dívidas em atraso, chegou a 24,2% em julho deste ano, proporção inferior a junho (24,3%), mas superior a julho de 2016 (22,9%). Ainda segundo a CNC, as famílias que não terão condições de pagar suas dívidas ficaram em 9,4%, abaixo do total de junho (9,6%), mas acima de julho de 2016 (8,7%).

A maior parte das dívidas dos brasileiros é com cartão de crédito (76,8%), seguido por carnês (15,4%), crédito pessoal (11%), financiamento de carro (10,1%) e financiamento de casa (8%). O tempo médio de atraso nos pagamentos é de 63,1 dias.

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Percentual de cheques devolvidos se mantém estável em fevereiro

chequeEm fevereiro deste ano, o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos se mostrou estável pela segunda vez diante do percentual de devoluções de cheques por insuficiência de fundos e em relação ao total de cheques compensados, com taxa de 2,12%.

De acordo com a Serasa Experian , no mês passado 147.561 cheques foram devolvidos e 35.308.156 compensados. Em relação a janeiro, houve a devolução de 917.049 cheques sem fundos ante a compensação de 43.339.051. Em fevereiro de 2016, a devolução de cheques foi 2,27% maior do que o total de compensados.

Para economistas da entidade, a queda da inflação e das taxas de juros tem contribuído de maneira significativa para a estabilização dos indicadores de inadimplência no curto prazo. Já os níveis de inadimplência com cheques do ano passado se mostraram menores em 2017, tendência que deve perdurar nos próximos meses com a recuperação da economia.

Estados e regiões

Entre as regiões brasileiras, o Norte deteve o maior resultado em relação à devolução de cheques, com 4,44%.  Se comparado ao percentual de 4,54% registrado em janeiro, o resultado apresentou queda. Em contrapartida, o Sudeste foi a região com a menor taxa de cheques devolvidos, com 1,77%.

Já entre os estados, o Amapá segue na liderança do ranking de cheques sem fundos, com 22,04%, enquanto Santa Catarina apresentou o menor percentual, com 1,64%. Em São Paulo, a devolução de cheques em fevereiro foi de 1,66% do total de compensados, menor que a devolução de janeiro, com 1,78%.

Em Minas Gerais, a devolução foi de 1,92% do total de cheques compensados, maior do que 1,83% obtido em janeiro. Já no Rio de Janeiro, os cheques devolvidos diminuíram, com taxa de 1,85%, ante a 2,63% do mês anterior.

Metodologia

É importante lembrar que o Indicador Serasa Experian de Cheques Sem Fundos é baseado no levantamento mensal que abrange a quantidade de cheques devolvidos por insuficiência de fundos em relação ao total de cheques compensados. Com isso, apenas a segunda devolução é considerada por insuficiência de fundos.

 

iG

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Escolas particulares da Paraíba se reúnem para discutir percentual de reajuste na próxima semana

proconO Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Privado da Paraíba (Sinepe-PB) vai reunir os proprietários de escolas particulares na próxima semana, dias 9 e 10 de outubro, para discutir o percentual de reajuste das mensalidades para o ano letivo de 2016. A discussão levará em conta as planilhas de custo apresentada pelas unidades escolares de todas as regiões do Estado, como prevê a Lei Federal 9870/99.

De acordo com a Legislação que trata a majoração das mensalidades, a escola privada deve inclusive apresentar essa planilha de custo que justifica o reajuste e expor o documento nas secretarias dos estabelecimentos de ensino ou local em que estiver realizando as matrículas escolares, cópia do texto da proposta do contrato de prestação de serviços educacionais, número de vagas por sala-classe, bem como a planilha de custo devidamente afixada em local visível ao público no período mínimo de 45 dias antes do início da matrícula.

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Além da planilha, a discussão deverá levar em conta o percentual do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA, cuja perspectiva dos últimos doze meses, situou-se em 9,53%.

Em João Pessoa

A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-JP) já se prontificou a intermediar as discussões entre os representantes das escolas particulares de João Pessoa e convocou uma reunião também para a próxima semana, no 8 de outubro, às 11h, na sede do órgão.

O secretário do Procon-JP, Helton Renê, informa que essa primeira reunião é importante porque já vai definindo alguns limites para a majoração dos preços da mensalidade e da composição da lista de material escolar, dando informação suficiente para que as escolas se inteirem do que podem ou não exigir dos pais de alunos. “Estamos nos organizando para uma ampla discussão e evitar possíveis abusos caso as escolas decidam por reajustar as mensalidades escolares.”

O titular do Procon-JP acrescenta que neste período de crise financeira que atinge todo o país, a discussão sobre a definição do aumento das mensalidades das escolas privadas deve começar o quanto antes, para que os pais tenham mais tempo para um planejamento financeiro considerando o custo educacional dos filhos: “Lembramos que o reajuste deve ocorrer sempre com base na planilha detalhada de custo, e os pais precisam ser avisados, antes das matrículas, do que estão realmente pagando”, disse Helton Renê.

O titular do Procon-JP alerta que os pais não devem se basear no simples comparativo de preços e devem se certificar do que querem e do que esperam que a instituição de ensino forneça em termos de educação para seus filhos porque cada estabelecimento possui uma estrutura diferenciada. “Quem oferece um algo mais vai, por consequência, cobrar um valor mais elevado. É preciso prestar atenção ao custo-benefício de cada escola, levando em conta o que é melhor para o aluno e também quanto se pode pagar por esse serviço”.

 

ClickPB

Governo sanciona elevação de percentual de biodiesel no diesel

biodieselO governo federal sancionou a lei que aumenta o percentual de biodiesel no diesel para 6% a partir de julho de 2014 e para 7% a partir de 1º de novembro deste ano, conforme publicado nesta quinta-feira (25) no “Diário Oficial da União”.

Antes da edição de medida provisória sobre o tema, o percentual era de 5%.

Com a elevação da mistura de combustíveis renováveis nos fósseis, o governo poderá aliviar a necessidade de importação de derivados de petróleo, que tem afetado as contas da Petrobras. Isso porque a estatal vende os produtos no mercado interno a um preço inferior ao que desembolsa para comprá-los no exterior, em função do controle das cotações.

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Segundo o texto sancionado, o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) poderá, a qualquer momento e por motivo de justificado interesse público, baixar o percentual para até 6 por cento, “restabelecendo-o por ocasião da normalização das condições que motivaram a redução do percentual”.

G1

Josa cresce 15 pontos e percentual de eleitores indecisos pode decidir campanha em Guarabira

O candidato Josa da Padaria (PMDB) subiu 15 pontos percentuais na corrida pela Prefeitura de Guarabira. É o que mostra a segunda rodada da pesquisa Ipespe, realizada nos dias 16 e 17 de setembro. Ele aparece com 38% das intenções de voto contra 23% obtidos na pesquisa anterior. Apesar do crescimento, o candidato Zenóbio Toscano (PSDB) se mantém na liderança, com 45%. Os números revelam que ele caiu dois pontos percentuais. Na primeira pesquisa, divulgada em julho, o tucano contava com 47%.

De acordo com o novo levantamento, os eleitores indecisos somam 11% e os votos brancos e nulos totalizam 6%. O Ipespe ouviu 500 eleitores da cidade de Guarabira. A pesquisa está registrada no Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, sob o número 00073/2012. A margem de erro é 4,5 pontos, para mais ou para menos.

O eleitorado onde Zenóbio mais se destaca se situa entre as mulheres (47%), nos que têm 25 e 44 anos (54%), com o ensino médio (53%) e com renda familiar mensal superior a cinco salários mínimos (53%).

Josa, por sua vez, se destaca entre os homens (41%), entre os jovens (48%), os que têm da 5ª à 8ª série do ensino fundamental (46%) e com renda de até dois salários mínimos (43%).

O pleito na maior cidade do Brejo paraibano está sendo disputado pelos grupos Paulino e Toscano. Zenóbio já foi prefeito de Guarabira, deputado estadual e agora tenta voltar ao comando da Prefeitura. Sua esposa, a deputada Lea Toscano (PSB), já governou o município. O seu adversário, Josa, tem o apoio da prefeita Fátima Paulino (PMDB), que está no seu segundo mandato.

Levando em conta a margem de erro e o percentual de eleitores indecisos, o resultado das eleições pode sofrer alteração e apresentar definição contrária ao exposto na coleta.

Da Redação 
Com Nordeste1

Percentual de famílias com dívidas chega a 59,8%

O percentual de famílias com dívidas (59,8%) aumentou em agosto de 2012 pelo terceiro mês consecutivo. A informação é da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor, feita Confederação Nacional do Comércio (CNC). Em julho, esse percentual estava em 57,6%.

Apesar desse crescimento seguido, o número de famílias endividadas ficou em patamar inferior ao observado em agosto de 2011 (62,5%). A pesquisa é feita todo mês, desde janeiro de 2010. Os dados são coletados em todas capitais dos estados e no Distrito Federal, com cerca de 18 mil consumidores.

Segundo a CNC, são vários os tipos de dívidas, como cheque pré-datado, cartão de crédito, carnê de loja, empréstimo pessoal, prestação de carro e seguros.
“As políticas de estímulos ao crédito e à aquisição de bens duráveis continuam exercendo impacto moderado sobre o número de famílias endividadas”, diz relatório da CNC.

Para a faixa com renda inferior a dez salários mínimos, o percentual de famílias com dívidas alcançou 61,1% em agosto de 2012, ante 64,2% de igual mês do ano passado e 58,6% em julho deste ano.

Para as famílias com renda acima de dez salários mínimos, o percentual de endividadas passou de 50,5%, em julho de 2012, para 53,6% em agosto de 2012. Em agosto de 2011, esse percentual era 52,6%.

No caso das dívidas ou contas em atraso, houve avanço entre julho e agosto e recuo na comparação anual. O percentual de famílias inadimplentes alcançou 21,3% em agosto de 2012, ante 21% em julho de 2012 e 24,4% em agosto de 2011.

Na faixa de renda inferior a dez salários mínimos, o percentual de famílias inadimplentes alcançou 23,7% em agosto de 2012, ante 22,4% em julho de 2012 e 26,1% no mesmo mês do ano passado.

No grupo com renda superior a dez salários mínimos, o percentual de inadimplentes alcançou 10,9% neste mês, ante 11,4% em julho de 2012 e 14,5% em agosto de 2011.

A pesquisa da CNC mostra também que o percentual de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas ou dívidas em atraso recuou. Em agosto de 2012, 7,1% das famílias declararam não ter condições de pagar seus débitos, ante 7,3% em julho de 2012 e 8,2% em agosto de 2011.

O tempo médio de atraso foi 58,4 dias em agosto de 2012, superior aos 57,5 dias de agosto de 2011. A parcela média da renda comprometida com dívidas recuou na comparação anual, ao passar de 30% para 29,6%.

A pesquisa mostra ainda que 17,4% dos consultados declararam ter mais da metade de sua renda comprometida com pagamento de dívidas.

O cartão de crédito foi apontado como um dos principais tipos de dívida por 73,2% das famílias que atrasam o pagamento de contas, seguido por carnês (18,9%), e, em terceiro, por financiamento de carro (12,4%).

Agência Brasil

Reajuste dos combustíveis está sem definição de data e percentual, diz presidenta da Petrobras

A presidenta da Petrobras, Graça Foster, disse hoje (21) que, embora seja necessário reajustar os preços dos combustíveis diante dos investimentos previstos para os próximos cinco anos, não há ainda a definição de uma data para que isso aconteça nem sobre o percentual do aumento.

“Não temos nenhuma indicação de percentual de aumento de gasolina nem nenhuma data especifica para que isso aconteça. Para uma empresa que investe o que a Petrobras vai investir nos próximos cinco anos, evidentemente, é preciso que haja um reajuste de preços. Estamos estudando o percentual. Interessa à Petrobras que o consumidor brasileiro continue tendo condições de consumir volumes crescentes para que a gente tenha melhores resultados”, disse, após participar de um encontro entre mulheres líderes de vários países, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, Rio+20.

Ela também ressaltou que o reajuste seria importante para corrigir a defasagem do preço dos combustíveis em relação ao mercado internacional.

Na próxima segunda-feira (25), será detalhado o Plano de Negócios da Petrobras, com informações sobre os investimentos nos próximos anos.

Ainda durante o evento, Graça Foster negou que já tenha definido algum nome para assumir a Diretoria Internacional da empresa. Ela disse que estão sendo analisados nomes de “excelentes técnicos” para ocupar o posto e que não há prazo para o anúncio do novo diretor.

Agência Brasil