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Pequenos negócios têm até dia 15 de julho para retornar ao Simples

A data limite foi estabelecida pela Receita Federal por meio de Resolução e vale para as empresas de pequeno porte excluídas do Simples em 1º de janeiro de 2018
As micro e pequenas empresas (MPE) excluídas do Simples Nacional terão até o dia 15 de julho deste ano para requerer o retorno ao sistema. Na quarta-feira (3), o Comitê Gestor do Simples Nacional (SGSN) editou Resolução que permite esta ação. Os pequenos negócios podem retornar ao Simples Nacional desde que tenham sido excluídos do sistema em 1º de janeiro de 2018, tenham aderido ao Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte optantes pelo Simples Nacional (Pert-SN), instituído pela Lei Complementar nº 126, de 6 de abril de 2018 e não tenham incorrido nas vedações previstas na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.
“O Simples Nacional tem impacto direto na sobrevivência da micro e pequena empresa. Estudos realizados pelo Sebrae mostram que, se o modelo de tributação acabasse, 67% das empresas optantes fechariam as portas, seriam empurradas para a informalidade ou reduziriam suas atividades. Por isso, esta Resolução é tão importante, representa uma oportunidade para as micro e pequenas empresas”, defende o presidente do Sebrae, Carlos Melles.
A opção de retornar ao Simples Nacional poderá ser feita até o dia 15 de julho, perante a Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil, por meio de um formulário. No requerimento deve constar a assinatura do contribuinte ou por seu representante legal, e instruído com o documento de constituição da pessoa jurídica ou equiparada, com as respectivas alterações que permitam identificar os responsáveis por sua gestão.
Conforme a Secretaria-Executiva do Comitê Gestor do Simples Nacional o contribuinte deve estar ciente de que, em caso de prestação de informação falsa, ele poderá ser excluído retroativamente do Simples Nacional, além de estar sujeito às demais penalidades previstas na legislação. Outro aspecto importante é que, uma vez deferida a opção extraordinária, as MPE ficarão sujeitas às obrigações tributárias principais e acessórias decorrentes, desde 1º de janeiro de 2018.
Simples Nacional
O Simples é um regime tributário facilitado e simplificado para os pequenos negócios. Criado em 2006 pela Lei Complementar nº 123, o Simples abrange a participação de todos os entes federados (União, Estados, Distrito Federal e Municípios) e reúne, em um único documento de arrecadação (DAS) os seguintes tributos: IRPJ, CSLL, PIS/Pasep, Cofins, IPI, ICMS, ISS e a Contribuição para a Seguridade Social destinada à Previdência Social a cargo da pessoa jurídica (CPP).
Sebrae/PB

 

Pequenos gestos fazem a diferença em prol de crianças e idosos

A Legião da Boa Vontade (LBV) trabalha há 70 anos para ajudar na melhoria da qualidade de vida de milhares de famílias. Diariamente, ela ampara crianças, adolescentes, jovens, adultos, gestantes e idosos em situação de vulnerabilidade social, por meio de suas 82 unidades de atendimento localizadas nas cinco regiões brasileiras. São 72 Centros Comunitários de Assistência Social, 1 Centro de Assessoramento, 3 lares para idosos, 5 escolas de Educação básica e 1 escola de capacitação profissional. Desta maneira, a LBV fornece aos atendidos condições e informações a fim de que possam buscar os próprios direitos e, ainda, colaborar para a construção de uma sociedade justa e solidária.

No Centro Comunitário de Assistência Social da Instituição na cidade de João Pessoa, localizado à Rua das Trincheiras, 703 – Bairro de Jaguaribe, assiste diariamente 170 meninos e meninas e 50 idosos oriundos das comunidades Renascer, Jaguaribe, Cruz das Armas, Distrito Mecânico, Varadouro e Ilha do Bispo. As ações empreendidas são gratuitas e objetivam a melhoria da qualidade de vida de suas famílias. 

Há várias formas de ajudar a LBV

Você pode se tornar um voluntário, ajudar a divulgar as ações da LBV ou, então, contribuir financeiramente acessando o site www.lbv.org ou ligando para 0800 055 50 99. Você também pode doar alimentos não perecíveis vá até a nossa unidade no Bairro de Jaguaribe e colabore.

Indique aos amigos, familiares, vizinhos e empresas para apoiarem os programas socioeducacionais que a Legião da Boa Vontade realiza em todo o Brasil.

Um simples gesto pode melhorar a vida de muita gente.

Assessoria para o FN

Pequenos negócios geram empregos pelo segundo mês seguido

Dados do Ministério do Trabalho e Emprego indicam que as micro e pequenas empresas paraibanas voltaram a contratar

 desempregoAs micro e pequenas empresas paraibanas voltaram a ter saldo positivo de empregos pelo segundo mês consecutivo. Elas geraram 905 novas vagas de trabalho, enquanto que as médias e grandes empresas demitiram 338 trabalhadores, no último mês de setembro deste ano, na Paraíba. No país, os dados também são positivos para a criação de empregos nos pequenos negócios. Os números fazem parte do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Emprego.

Em agosto, as micro e pequenas empresas paraibanas também tiveram um saldo positivo, com 755 novos empregos. Nestes dois meses, foram mais de 1,6 mil empregos criados por estas empresas. Os sete primeiros meses do ano (janeiro a julho), no entanto, o saldo de empregos nos pequenos negócios vinha sendo negativo, aqui no Estado. Para o superintendente do Sebrae Paraíba, Walter Aguiar, estes resultados nos últimos meses apresentados pelo Ministério do Trabalho são mais uma prova de que a recuperação do mercado de trabalho passa pelas micro e pequenas empresas.

“Há uma perspectiva positiva, de melhoria da economia, a partir das micro e pequenas empresas. Com o aumento do nível de confiança dos empresários, há uma tendência de reaquecimento nas vendas nos próximos meses”, destacou Walter Aguiar. Ele lembrou que o Índice de Confiança de Pequenos Negócios (ICPN), apresentado em junho, mostrou que a expectativa de aumento do faturamento e da estabilidade do pessoal ocupado, na Paraíba, foi superior que a média nacional.

“Os pequenos negócios têm grande importância para o desenvolvimento da economia do nosso Estado”, disse. Eles são responsáveis por 56% dos empregos formais da Paraíba e por gerar quase 30% do Produto Interno Bruto (PIB) do Estado. Os pequenos negócios representam 99% do universo empresarial da Paraíba e somam mais de 130 mil empreendimentos.

“Apesar de ainda estarmos passando por um momento de dificuldade econômica, muitos empresários continuam inovando e crescendo. O Sebrae fomenta esse crescimento, oferecendo cursos, consultorias, palestras, eventos e orientações em todo o Estado”, disse o superintendente.

Ainda de acordo com os dados do Caged de setembro de 2016, dos 27 estados da federação, 16 apresentaram saldo positivo na geração de empregos nas micro e pequenas empresas. Nesse ranking do saldo de empregos gerados pelas MPEs, a Paraíba ficou em oitavo lugar.


SEBRAE PARAÍBA

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Pequenos defeitos podem virar enormes prejuízos

Problemas que, a princípio, parecem pequenos, podem se transformar em uma enorme dor de cabeça. Isso porque raramente eles recebem a devida atenção. E, em relação a carros, não é diferente. Em especial quando são freios e pneus. Estes itens essenciais para a segurança foram reprovados em pesquisas feitas pelo Instituto Mapfre de Segurança Viária. E, pior: estão ruins ou abaixo do ideal em mais de 70% dos veículos que circulam pelas cidades brasileiras. Além da questão da segurança, essa falta de cuidado pesa também no bolso. Autoesporte selecionou os exemplos mais comuns de como um “defeitinho” pode virar um grande prejuízo.

Troca da pastilha de freio (Foto: Shutterstock)

Pastilhas de freios

Rodar com problemas no freio pode trazer conseqüências bastante ruins que, muitas vezes, teriam sido evitadas com a simples troca das pastilhas. “Certa vez, um cliente chegou com o carro batido devido às pastilhas gastas. Era um Gol 1.0 e foi preciso trocar desde o radiador e o ar-condicionado até a correia dentada. Foi um caso extremo e, para consertar tudo, ele gastou R$ 7 mil”, relata Wagner Gimenez, dono da oficina Auto Fix Serviços Automotivos, de São Paulo. Se tivesse trocado o jogo de pastilhas, o gasto não teria ultrapassado R$ 150. “Esse é o preço médio de um jogo (instalado) para carros populares. Já para importados, o jogo não costuma custar menos que R$ 600”, diz Gimenez, que completa: “O tipo de colisão mais comum é a traseira e normalmente os prejuízos passam de R$ 2 mil”.

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Correia dentada

Responsável pela conexão do(s) eixo(s) comando(s) de válvulas com o virabrequim, a correia dentada faz a sincronia entre a abertura e fechamento das válvulas – tanto as de admissão como as de exaustão. Entretanto, quando ela se rompe, a movimentação das válvulas fica desordenada e elas podem vir a se chocar com os pistões. Se isso ocorrer, o carro não anda.

O conserto consiste em uma retífica do cabeçote do motor: será preciso substituir as válvulas e guias danificadas, refazer suas sedes (local onde elas são alojadas), com o intuito de garantir o correto assentamento e evitar a passagem de óleo para as câmaras de combustão.

O proprietário do automóvel pode evitar que isso aconteça, trocando a correia a cada 50 mil km (quilometragem definida pela maior parte das montadoras). O serviço completo em um carro popular sai por R$ 200, em média. Entretanto, segundo Gimenez, “se a troca não for feita, o cabeçote estoura e o custo não será menor que R$ 2 mil”. Nos motores multiválvulas, a exemplo de um Fit 1.4 16V, o custo fica em torno de R$ 5 mil. Já propulsores que usam corrente (interna) no lugar da dentada, de borracha (como nos Ford RoCam e BMW), a troca não é necessária.

Lâmpadas

Poucas pessoas pensam em trocar a lâmpada do farol, mesmo quando ela está queimada. Isso pode acabar causando prejuízo muito maior: enquanto uma lâmpada nova custa cerca de R$ 20, o preço da multa por circular com ela queimada é R$ 85. Sem contar o fato de ser considerada uma infração média, que rende ao proprietário do veículo quatro pontos na carteira de habilitação.

Abasteça apenas em postos conhecidos e confiáveis (Foto: Shutterstock)

Gasolina

Um litro de gasolina custa pouco menos que R$ 3 em São Paulo. Mas parar na rua por falta de combustível, além de render multa de R$ 85 e quatro pontos na habilitação, pode ocasionar problemas mais graves. “A constante falta de gasolina pode queimar a bomba de combustível, que não deve rodar seca”, diz José Aurélio, da JF Auto Center. Nessa circunstância o prejuízo é muito maior. “Em um modelo como o Gol 1.0 com injeção, o serviço sai por volta de R$ 350”, avisa o mecânico.


Palhetas ressecadas

Conferir o estado da borracha do limpador de pára-brisa não é um ato dos mais comuns entre os donos de carros. Muitos só lembram dela quando, devido ao seu ressecamento, o vidro já está riscado, comprometendo a visibilidade. Dessa forma, o jeito é trocar tanto a palheta como o vidro. Em um carro mais barato, como os 1.0, os gastos ficam em torno de R$ 320 (R$ 20 pelo par de palhetas e R$ 300 pelo vidro).

Pneus ruins

Não é novidade para ninguém que rodar com pneus carecas é perigoso. Mesmo assim, eles são muito comuns por aí. Uma das causas, talvez, seja o preço de um novo (aro 13” começa em R$ 150), o que leva o dono do carro a adiar a troca: “Para economizar, a maioria das pessoas acaba trocando a ordem dos pneus. Ou seja, colocam os que estão em pior estado atrás e os melhores na frente”, comenta Polidoro. Essa prática, no entanto, pode causar danos ainda piores. Em especial quando o jogo está todo comprometido, o que aumenta a chance de colisões e principalmente, pode tornar o carro inseguro ao rodar na chuva. Evite de utilizar os pneus remoldados: atualmente há enorme gama de pneus asiáticos novos com preços acessíveis e qualidades das mais diversas.

Troca de óleo (Foto: Divulgação)

Óleo

O lubrificante é fundamental para o funcionamento do motor. Mas nem por isso ele é trocado dentro dos prazos recomendados. É difícil achar até mesmo quem verifique o seu nível na freqüência recomendada. E se o óleo estiver velho (mais de um ano no motor) ou muito abaixo do nível máximo da vareta, ele perde suas funções. Ou seja, não irá lubrificar, limpar, proteger e ajudar na refrigeração do propulsor. Em outras palavras, o funcionamento e o tempo de vida útil da máquina ficam comprometidos.

O pior que pode acontecer é o motor fundir e, nesse caso, os gastos passam facilmente de R$ 5 mil, caso de um motor mais simples. Para não correr o risco de tomar esse prejuízo, o melhor é sempre verificar o nível do óleo e fazer a substituição dentro do prazo determinado pela montadora. Embora não seja recomendado, completar o óleo (desde que seja da mesma origem do utilizado, mineral ou sintético) é melhor do que rodar com pouco lubrificante. O preço do litro do lubrificante varia entre R$ 8 e R$ 40.

Não economize com o filtro de óleo. Sua troca deve ser no mínimo intercalada com a do lubrificante.

Água

Outro item fundamental para o funcionamento do propulsor, mas que poucas pessoas se lembram de verificar, é a água: sua falta é uma das principais causas de motores fundidos. “Sem água e fluido, a junta do cabeçote queima e, se continuar a rodar, o motor funde. Para que o carro volte a rodar, o proprietário gasta por volta de R$ 4 mil”, explica Gimenez, que conclui: “O ideal é que o nível da água seja verificado pelo menos uma vez ao mês”. E, claro, não se deve colocar apenas água: há desde fluidos já diluídos na proporção correta, como os concentrados, que devem ser adicionados de água.
 

revistaautoesporte

Pequenos negócios movem economia paraibana

 

Neste domingo, 5 de outubro, é o Dia da Micro e Pequena Empresa

seminárioEles representam quase 99% das empresas formais do Estado, empregam cerca de 60% da mão de obra do setor privado e representam 50% da massa salarial paraibana. Os pequenos negócios da Paraíba, aqueles que faturam até R$3,6 milhões por ano, contribuem de forma significativa para o desenvolvimento do Estado. Eles ocupam a segunda posição no ranking de sobrevivência de empresas do país e já somam em torno de 90 mil empresas formais. Neste domingo (5), em todo o país, é comemorado o Dia da Micro e Pequena Empresa.

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Para o presidente da Federação da Micro e Pequena Empresa da Paraíba (Femicro), Antônio Gomes, a universalização do Simples Nacional, neste ano de 2014, que estendeu os benefícios da desburocratização e reduziu impostos para diversas categorias de empresas, foi um grande ganho para o setor. “O segmento teve um ganho significativo com a abrangência do Simples Nacional para categorias antes excluídas. Mas temos o desafio de reduzir ainda mais as alíquotas previstas atualmente, se quisermos que a micro e pequena empresa gere mais emprego e renda”, afirmou Antônio, que atualmente é presidente em exercício da Confederação Nacional das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Comicro).

Para o superintendente do Sebrae Paraíba, Luiz Alberto Amorim, a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, aprovada em 2006, foi o primeiro marco de avanço. “Não foi do dia para a noite que as micro e pequenas empresas conquistaram tantas oportunidades para crescer, não só na Paraíba, mas em todo o país. A Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas criou um ambiente muito favorável. As empresas paraibanas estão entre as mais sustentáveis do país, com taxa de sobrevivência de mais de 80% nos primeiros dois anos de mercado. Sinal evidente de que estão mais preparadas, buscando capacitação e inovação para serem mais competitivas”, ressaltou o superintendente do Sebrae Paraíba, Luiz Alberto Amorim.

Além de um ambiente legal favorável, a capacitação e o acesso à informação são elementos importantes para o desenvolvimento das MPE, destaca o superintendente. O Sebrae é um dos fomentadores desse crescimento, oferecendo cursos, consultorias, palestras, eventos e orientações em todo o Estado.

Quase 60 mil Microempreendedores Individuais

Quem queria ter o próprio negócio e desistia por causa da burocracia e das altas taxas de impostos, encontrou na figura jurídica do Microempreendedor Individual (MEI) a alternativa para se formalizar e se tornar empresário. A lei Complementar n° 128 de 2008 criou condições especiais para o trabalhador informal tornar-se um empresário com CNPJ e com baixa carga tributária. Além disso, ao se formalizar como MEI, o empreendedor tem todos os benefícios do INSS, pode abrir conta bancária jurídica e emitir nota fiscal. O MEI deve faturar até R$60 mil por ano e só pode ter até um funcionário. Na Paraíba, até setembro deste ano, quase 60 mil pessoas se registraram como MEI.

Compras governamentais

Para aproximar os gestores públicos dos pequenos negócios, o Sebrae vem realizando palestras e seminários, para incentivar e discutir o tema. Micro empresários e agricultores familiares vêm sendo capacitados para serem fornecedores do governo. Ao mesmo tempo, os gestores públicos estão sendo informados sobre como receber essas demandas. Ao adquirir produtos e serviços dos pequenos negócios locais, o poder público incentiva a circulação de recursos no próprio município.

No próximo dia 8 de outubro o Sebrae irá realizar na cidade de Alhandra o Seminário Regional de Compras Governamentais. Este é o segundo seminário realizado este ano e ainda acontecerão mais cinco até o final de 2014 (Cuité, Monteiro, Jacaraú, Sousa e Cajazeiras). O primeiro foi em Bananeiras, no dia 27 de agosto.

Sebrae

 

Empreender entrega 51 cheques aos pequenos empreendedores de Casserengue

empreenderA solenidade aconteceu neste sábado 16 de agosto no ginásio esportes da Escola Maria de Lourdes, e contou com a presença do Prefeito de Casserengue Carlinho; O Prefeito do município de Bananeiras Douglas Lucena; O Secretario do Estado Ramalho Leite; O Vereador Guga de Bananeiras; o Vereador Vanderlan de Casserengue; O Secretário de Agricultura Raniere Martins; A Secretária de Ação Social Suenya Rosa; A Secretária de Educação Vionês Sena e a Secretária de Saúde Ana Maria.

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Foram entregues 51 cheque no valor de R$ 2.000 reais aos pequenos empreendedores de Casserengue, o Empreender é uma ação do Governo do Estado uma Linha de Crédito Individual – Destinado a pessoas físicas maiores de 18 anos, residentes no estado há mais de seis meses ou jurídicas, registradas dentro do mesmo período de tempo. O primeiro crédito pode ser liberado no valor de até R$ 2.000, 00 (dois mil reais). Após a quitação do mesmo, o próximo empréstimo pode chegar a até R$ 15.000, 00 (quinze mil reais). As parcelas fixas tem um prazo de 36 meses para serem quitadas e carência de seis meses para começar a pagar. A taxa de juros desta linha é de 0,64% ao mês + Aval Garantidor.

Em Casserengue as ações de políticas publicas foram articuladas pela Prefeitura Municipal de Casserengue através do Prefeito Carlinho, como também o Secretário de Agricultura Raniere Martins, ao final da solenidade foi servido um lanche a todos os participantes.

 

 

casserenguenoticias

Prefeitura de Solânea cadastra pequenos empresários para receber crédito do Empreender-PB

EmpreenderA prefeitura de Solânea, por meio da secretaria de Indústria, Comércio e Turismo, está cadastrando pequenos e micros empresários interessados na concessão de créditos do Empreender Paraíba. O secretário Hélton Martins informou que os interessados devem se dirigir até a sede da secretaria na rua Pernambuco.
Os créditos serão destinados para empreendedores individuais ou para grupos organizados do município, que têm interesse de ter acesso a créditos para investirem em seus empreendimentos.

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O Empreender-PB dispõe de cinco linhas de crédito: individual, coletivo, artesanato, gás natural e Empreender Mulher, esta última em parceria com a Secretaria da Mulher e Diversidade Humana. Cada uma possui sua especificidade e todas elas possibilitam a aquisição de crédito para qualquer área de negócio produtivo no Estado.
Para participar o empreendedor deve ser maior de 18 anos e morar na Paraíba há pelo menos seis meses.
Redação/Focando a Notícia

Sebrae incentiva prefeitos a apoiarem pequenos negócios

Prefeituras da região do Curimataú paraibano estão sendo visitadas por técnicos do Sebrae e recebendo informações sobre a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas

 

SebraePara estimular o desenvolvimento econômico municipal, o Sebrae está visitando prefeituras da região de Araruna, no Curimataú paraibano, e mostrando aos gestores os benefícios da Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas (MPE). A Lei n° 123/2006 incentiva o empreendedorismo, favorece a participação das MPE nas licitações públicas, facilita a formalização de trabalhadores por conta própria e estimula o associativismo e exportações.

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“Queremos mostrar aos prefeitos que podem ser firmadas parceiras com o Sebrae para o desenvolvimento local. Estamos levando o ‘Guia do Prefeito Empreendedor’ e uma publicação com exemplos de ‘Boas Práticas Municipais na aplicação da Lei Geral”, ressaltou o gerente do Sebrae em Araruna, Diógenes Vasconcelos, que está fazendo as visitas às prefeituras com a gestora de projetos, Luciana Chacon.

Na região do Curimataú, os técnicos do Sebrae já visitaram as cidades de Araruna, Riachão e Tacima. As demais cidades seguirão um cronograma de reuniões. Segundo Diógenes, as reuniões têm sido de grande importância para a implementação da Lei Geral. “A prefeita de Araruna, Vilma Maranhão, irá providenciar o Projeto de Lei para encaminhar à Câmara Municipal. Já o prefeito de Tacima, Erivan Bezerra Daniel, informou que o município já tem a lei aprovada e dará prosseguimento às ações municipais para a sua regulamentação e implementação”, disse Diógenes.

Conforme o gerente do Sebrae em Araruna, o prefeito de Riachão, Fábio Moura de Moura, também ficou interessado na parceria e apoio do Sebrae para a elaboração do projeto de lei. “O prefeito assegurou que o foco de sua administração será a criação de empregos e consequentemente a geração de renda, com ações concretas de apoio as MPE, inclusive com incentivos atrativos para os empreendedores que queiram investir no município”, completou Diógenes.

 

 

Assessoria SEBRAE

Dobra o número de empregos nos pequenos negócios paraibanos

 

Entre 2000 e 2011, mais de 82 mil pessoas foram contratadas por micro e pequenas empresas na Paraíba e salários cresceram 30%

 

empregoOs pequenos negócios, aqueles que faturam até R$3,6 milhões por ano, foram responsáveis pela geração de 82,2 mil novos empregos com carteira assinada, entre os anos 2000 e 2011, na Paraíba. Nesse período o total de empregos nessas empresas cresceu 106%, passando de 77,7 mil para 160,5 mil. Desta forma, as micro e pequenas empresas consolidam-se como os principais empregadores da economia formal, representando 56,8% da mão de obra empregada do Estado.

Os dados são do Anuário do Trabalho da Micro e Pequena Empresa, elaborado pelo Sebrae em parceria com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), divulgados nesta terça (26). No país, os pequenos negócios são responsáveis por 52% da mão de obra empregada e, no mesmo período, foram criados 7 milhões de novos empregos com carteira assinada.

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O bom desempenho das micro e pequenas empresas no período analisado confirmou sua importância para o equilíbrio da economia estadual. Em 2011, na Paraíba, os pequenos negócios foram responsáveis por 99,2% dos estabelecimentos, 56,8% dos empregos privados não agrícolas formais e por 49,7% da massa de salários.

O crescimento na oferta de trabalho trouxe ainda um efeito positivo nos salários pagos pelos pequenos negócios. No período, a remuneração real (descontada a inflação) dos empregados das MPEs cresceu 30%, passando de R$629, no ano 2000, para R$ 822, em 2011. Este resultado foi superior tanto ao crescimento da renda média real de todos os trabalhadores do mercado formal, quanto daqueles alocados nas médias e grandes empresas (aumento de 21%).

 

Número de empresas cresce quase 60% e comércio é principal atividade

No período de 2000 a 2011, as micro e pequenas empresas do Estado superaram a faixa dos 66 mil estabelecimentos. Nesse período, o número cresceu 59,6%, passando de 41,6 mil empresas em 2000, para 66,4 mil em 2011. Portanto, no período, houve uma criação de aproximadamente 24,8 mil novos estabelecimentos.

Em relação aos setores de atividade, o comércio manteve-se com o maior número na Paraíba, representando mais da metade do total. No entanto, a participação relativa do comércio caiu de 64,1% em 2000 para 61% em 2011. Nesse ano, havia 40,5 mil de micro e pequenas no comércio paraibano.

Já o setor de Serviços, não apenas se manteve como o segundo mais expressivo em números, como teve sua participação elevada. Em 2000, representavam 20,3% do total. Em 2011, passaram para 23%, com 15,3 mil empresas.

A indústria apresentou leve queda na sua participação relativa, saindo de 10% do total em 2000, para 9,2%, em 2011, com 6,1 mil MPEs na Paraíba. No sentido inverso, o setor da construção civil apresentou crescimento. Sua participação relativa subiu de 5,5% em 2000, para 6,8% em 2011. Neste ano, a Paraíba tinha 4,5 mil empresas desse setor.

 

A pesquisa

O Anuário do Trabalho tem base em diferentes fontes de informação. O objetivo é reunir um conjunto de dados sobre o perfil e a dinâmica do segmento dos pequenos negócios. A pesquisa utiliza informações da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), registro administrativo do Ministério do Trabalho e Emprego, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED), do Dieese e da Fundação Seade.

 

 

Assessoria Sebrae para o Focando a Notícia

Micro e pequenos empresários têm até o dia 31 para solicitar Simples Nacional

O Simples Nacional é um regime tributário diferenciado, simplificado e favorecido aplicável às micro e pequenas empresas

 

As solicitações de opção pelo Simples Nacional e de enquadramento como Microempreendedor Individual (MEI) terminam nesta quinta-feira (31). Números divulgados pela Receita Federal nesta terça-feira (29) mostram que, desde o início de janeiro, 158.417 empresas pediram opção pelo Simples Nacional. Mais 16.590 pessoas querem o enquadramento como microempreendedores individuais, informou a Receita.

Desde o início do prazo, em 2 de janeiro, cerca de 158.417 empresas pediram opção pelo Simples Nacional e 16.590 pediram enquadramento no Simei – sistema de pagamento de tributos unificados em valores fixos mensais. A expectativa é que o total de pedidos de opção pelo Simples Nacional chegue a 180 mil e que mais 20 mil se enquadrem como MEI

 

Microempreendedor Individual

O microempreendedor individual (MI) é aquele que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. A pessoa não pode ter participação em outra empresa como sócio ou titular, mas pode ter um empregado contratado que receba o salário mínimo ou o piso da categoria

 

Brasil empreendedor em números

No Brasil, o empreendedorismo se popularizou a partir da década de 90, o que contribuiu para a crescente participação desse tipo de empresa na economia do País. O papel de destaque da modalidade ganhou ainda mais força com a entrada em vigor da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa, em 2007, e da Lei do Microempreendedor Individual, em 2008.

Nos últimos cinco anos, em média, mais de 600 mil novos negócios, anualmente, foram registrados no Brasil. E os microempreendedores individuais (MEI), não computados naqueles números, já somam mais de 1,5 milhão de registros. Os números demonstram que o empreendedorismo está consolidado no País, e crescendo.

Segundo pesquisa da Global Entrepreneurship Monitor (GEM), o Brasil possui a maior Taxa de Empreendedores em Estágio Inicial (TEA) em 2010 (17,5%), quando comparado aos 59 países que participaram da pesquisa. A TEA média brasileira de 2002 a 2010 é de 13,38%.

Taxa de Empreendedores em Estágio Inicial é a proporção de pessoas na faixa etária entre 18 e 64 anos na condição de empreendedores de negócios nascentes, ou seja, com menos de 42 (quarenta e dois) meses de existência. Os dados demonstram a vocação empreendedora dos brasileiros, que já somam 21,1 milhões de empreendedores – número que só fica atrás da China, em indicadores absolutos.

 

Fonte:
Receita Federal
Agência Brasil
Portal Brasil