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Paraíba recebe 19 mil doses da vacina pentavalente, mas não deve abastecer todo público alvo

A Paraíba recebeu 19 mil doses da vacina pentavalente, que estava com estoque zerado na Paraíba há mais de dois meses. As doses devem abastecer os municípios até esta quarta-feira (15), quando todos os postos estarão com estoque atualizado. No entanto, a quantidade de doses recebidas, segundo a coordenadora de imunização do estado, Isiane Queiroga, não deve ser suficiente para o público alvo.

A vacina pentavalente, que protege bebês contra cinco doenças, estava sem estoque na Paraíba desde o mês de outubro, quando o Estado recebeu a última remessa do Ministério da Saúde, de 14 mil doses.

De acordo com Isiane Queiroga, coordenadora de imunização do estado, a quantidade recebida em outubro corresponde a quase 100% da necessidade mensal da Paraíba e foram distribuídas para os municípios. No entanto, como já havia uma demanda reprimida de criança que estavam sem tomar a vacina, houve o desabastecimento mais rápido.

Ainda de acordo com a secretaria de estado da saúde, a quantidade suficiente para abastecer todo o grupo que precisa da vacina seria cerca de 90 mil doses, tendo em vista que a Paraíba está com cinco meses de demanda reprimida.

A pentavalente é uma vacina de rotina para bebês. As doses devem ser dadas aos 2, 4 e 6 meses. Ela protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e uma bactéria responsável por infecções.

Isiane Queiroga lembra que para os bebês que não tomaram nenhuma dose, será necessário tomar a primeira, esperar 60 dias para a segunda e depois mais vinte dias para a terceira dose.

De acordo com o Governo Federal, responsável pelo repasse aos estados, a vacina é feita fora do país e quando é transportada para os estados, precisa de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). No entanto, para explicar o atraso, informou que o último lote não foi autorizado por causa de irregularidades e houve o retorno dos produtos.

G1

 

Sem enviar vacina pentavalente desde novembro, Ministério da Saúde recomenda substituição

Seguindo recomendação do Ministério da Saúde, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) inicia um ajuste no esquema de vacinação em virtude da falta de distribuição nacional da vacina pentavalente que protege a criança contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e meningite por Haemophilus Influenzae B. As dosagens serão substituídas pelas vacinas DTP e Hepatite B, enquanto o estoque não é normalizado no país.

A última remessa da vacina pentavalente para a Paraíba chegou no mês de outubro de 2019. Em dezembro, diversas mães começaram a denunciar a falta da vacina e o Ministério disse não haver previsão para normalização, conforme publicado no Click PB.

O Ministério optou pelo esquema alternativo com uma dose de DTP acrescida de Hepatite B (HB) a fim de proteger as crianças menores de um ano contra difteria, tétano, coqueluche e Hepatite B.

De acordo com o Ministério da Saúde, após a regularização dos estoques com a vacina pentavalente, será suspenso o novo cronograma e os estados retomam o Calendário Nacional de Vacinação definido pelo Programa Nacional de Imunizações.

As vacinas indicadas para substituição temporária da pentavalente já estão disponíveis nas Unidades Básicas de Saúde da Paraíba. De acordo com o a chefe do Núcleo de Imunização da SES, Isiane Queiroga, as gerências de saúde estão recebendo orientações específicas para o preenchimento adequado dos cartões de vacina.

“As crianças que forem vacinadas neste esquema especial terão a caderneta de vacinação devidamente documentada especificando as doses e o tipo de vacina utilizada, para que posteriormente seja feito o reforço na data prevista com a pentavalente”, explica Isiane.

Entenda o cronograma:

a) Crianças menores de um ano de idade com início de esquema (aos 2 meses), aplicar DTP + Hepatite B e complementar esquema (segunda e terceira doses) com penta;
b) Crianças que iniciaram o esquema com penta, fazer segunda dose com DTP + Hepatite B e complementar esquema (terceira dose) com penta;
c) Crianças com duas doses de penta, complementar esquema (terceira dose) com uma dose de DTP + Hepatite B;
d) Para todas as situações acima, o reforço com penta aos 15 meses é recomendado.

 

clickpb

 

 

Bebês ficam sem vacina pentavalente há mais de dois meses na PB

A falta de vacina pentavalente nos postos de Saúde da Paraíba completa dois meses em janeiro. A imunização garante a proteção de bebês contra a difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e contra a bactéria haemophilus influenza tipo b, responsável por infecções no nariz, meninge e na garganta. Com a falta dos postos de saúde, mães denunciaram ao Portal ClickPB que chegam a pagar em uma única dose o valor de R$ 400 reais em farmácias especializadas.

De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina pentavalente é a combinação de cinco vacinas individuais em uma.  As crianças devem tomar três doses da vacina: aos 2, aos 4 e aos 6 meses de vida.

Em nota do órgão enviada ao Portal ClickPB, não existe previsão de retomada do repasse das vacinas, o motivo alegado são complicações com os fornecedores, já que elas são importadas e quando é transportada para os estados, precisa de autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), mas que o último lote não teria sido autorizado por causa de irregularidades, havendo o retorno dos produtos.

Mais de 88 mil vacinas são destinadas ao estado da Paraíba. A última remessa da pasta foi feita em outubro, com o envio 885 mil doses para todo o país e 14 mil para a Paraíba.

Desde 2012, o Programa Nacional de Imunizações (PNI), do Ministério da Saúde, oferta a vacina pentavalente na rotina do Calendário Nacional de Vacinação.

 

clickpb