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96% dos brasileiros com psoríase sofrem discriminação e humilhação por causa de sua pele

psoríaseO Brasil é um dos líderes mundiais quando o assunto é preconceito. Isso foi o que mostrou a pesquisa global “Clear About Psoriasis”, encomendada pela farmacêutica Novartis. Entre os 31 países pesquisados, o Brasil apresentou uma das maiores médias, ao lado do Taiwan e Coréia do Sul1, quando o assunto é discriminação e humilhação. Noventa e seis por cento dos pesquisados afirmaram já ter passado por uma situação de constrangimento e 62% afirmaram que já foram questionados se a doença é contagiosa.

Além disso, 57% por cento das pessoas afirmaram se sentir constrangidas com a sua pele, 41% tem autoestima baixa e 38% se sentem deprimidos por conta da psoríase. Setenta e nove por cento dos entrevistados brasileiros não frequentam ou evitam frequentar praia ou piscina ou não sentem confortáveis utilizando roupas de banho.  De acordo com os dados globais, as mulheres reportam mais sentimentos como vergonha, baixa autoestima ou falta de confiança, do que os homens. Além disso, pacientes que alcançam a pele sem lesão ou quase sem lesão se sentem menos afetados pela sua doença

Realizada com 8338 pessoas, a pesquisa – que contou com o envolvimento de 25 associações de pacientes  – apontou o impacto da psoríase na qualidade de vida dos pacientes, uma vez que a doença não afeta só a saúde, mas a autoestima, os relacionamentos e a vida profissional. No Brasil, a amostragem foi de 426 pacientes, sendo 60% mulheres e 40% homens. Desses pacientes, 61% têm artrite psoriásica (doença que associa sintomas da psoríase com artrite), além da psoríase em placas e cerca de 56% não alcançaram pele sem lesão. Países latinos como México e Argentina tiveram índices melhores nesse quesito, abaixo inclusive da média global, que foi de 84%1. No país, a associação responsável foi a Psoríase Brasil

Relações sofridas
Vale salientar que 71% dos pacientes brasileiros entrevistados são casados ou estão em um relacionamento, no entanto,56% dos pacientes sentem que a psoríase impactou nas suas relações passadas ou atuais. Esse é outro índice cuja média brasileira mostrou-se superior a média global de 43%.As relações sexuais estão entre os principais desafios para esses pacientes, cerca de 40% evitam o contato íntimo com outras pessoas.

Cerca de 60% dos pacientes empregados afirmaram que já perderam um dia de trabalho nos últimos seis meses por causa da doença. 53% dos pacientes brasileiros afirmam que a psoríase tem impacto na sua vida profissional, esse índice varia de acordo com a gravidade da doença. No universo entrevistado, 42% afirmam que não são totalmente produtivos por causa da coceira. Outros 36% não frequentam eventos sociais no trabalho e 28% tem medo de perder o emprego em função da doença

Aproximadamente 3 milhões de brasileiros sofrem com os sintomas da psoríase, doença de pele crônica e inflamatória que tem origem quando o próprio organismo faz com que células da pele comecem a se renovar mais rápido que o normal, causando lesões avermelhadas, coceira, descamação e dor. “Ao contrário de outras doenças crônicas, por ser de pele, a psoríase não permite que o paciente se esconda. Ela está ali escancarada no dia a dia e o desconhecimento da população em geral causa muito preconceito. Por isso, é fundamental que as pessoas conheçam a psoríase e saibam que ela não é contagiosa e com o tratamento correto o paciente pode levar uma vida melhor”, reforça o chefe do ambulatório de psoríase do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, Ricardo Romiti.

Custo elevado
O efeito da psoríase na qualidade de vida tem se mostrado semelhante ao de patologias como o câncer, doenças cardíacas, artrite, diabetes tipo 2 e depressão. Em média, os pacientes precisaram ver quatro profissionais de saúde diferentes antes de conseguir uma pele sem lesões ou quase sem lesões. Na média os pacientes precisaram de quatro tratamentos diferentes antes de conseguir uma pele sem lesões ou quase sem lesões.

Em média, um paciente com psoríase gasta mais de mil reais por mês se somadas as despesas com medicamentos, consultas médicas, tratamentos alternativos, maquiagem, roupas especiais, nutricionista, entre outras.

correio24horas

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Marta supera Pelé e vira a maior artilheira da história da seleção

martaA seleção brasileira possui um novo goleador. Ou melhor, uma goleadora. Na noite desta quarta-feira, a craque Marta anotou três gols no primeiro tempo do amistoso contra Trinidad e Tobago, chegou a 98 com a camisa amarela e superou ninguém menos do que Pelé, autor de 95 gols durante a vitoriosa carreira de tricampeão mundial.

No amistoso disputado nesta quarta-feira, em Natal, que terminou com uma incrível goleada por 11 a 0, Marta comandou a seleção brasileira no setor ofensivo. A exibição da ‘Rainha’ começou com os três primeiros gols da goleada – Beatriz anotou o quarto tento.

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No segundo tempo, a camisa 10 ainda anotou, de fora da área, o seu quarto gol no massacre da seleção brasileira. Marta ainda balançou a rede pela quinta vez antes de deixar o duelo para a entrada de Raquel, aos 15min da etapa final.

Além do fato de bater a marca obtida pelo Rei, o amistoso desta quarta-feira ficará marcado de maneira especial por outro fator. Diante de Trinidad e Tobago, Marta vestiu pela 100ª vez a camisa da seleção brasileira.

Marta, assim, quebra mais uma marca importante na carreira. A camisa 10 sustenta o posto de atleta mais laureada da história do futebol feminino: foram cinco troféus de Melhor Jogadora do Mundo; o último veio em 2010. No ano passado, a craque terminou com a segunda colocação.

ESPN

Número de pintas no braço pode sinalizar propensão a câncer de pele, indica pesquisa

ThinkStock/BBC
ThinkStock/BBC

Se uma pessoa tem mais de 11 pintas no braço, ela pode ter um risco maior que a média de desenvolver câncer de pele do tipo melanoma, de acordo com um estudo britânico recém-publicado por pesquisadores do King’s College London.

O estudo, publicado no British Journal of Dermatology, concluiu que as pintas do braço são uma boa amostra do total de pintas do corpo. Quem tem mais de 11 pintas no braço direito tem mais chance de ter mais de 100 pintas no corpo inteiro – e, consequentemente, possui risco maior de desenvolver um melanoma.

Os pesquisadores orientam levar em conta as pintas do braço – circulares, uniformes, de coloração marrom escura -, e não as sardas, que são mais clarinhas e muitas vezes temporárias.

A pesquisa usou dados de 3 mil gêmeos no Reino Unido.

Para os pesquisadores, clínicos gerais poderiam usar essa técnica para identificar pacientes com um risco maior que a média de desenvolver melanoma – tipo de câncer de pele menos comum, porém mais letal que o não-melanoma.

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Segundo o Instituto Nacional do Câncer, houve estimados 5,8 mil novos casos de melanoma no Brasil em 2014, e 182 mil de não-melanoma.

Mas a presença de pintas não significa que a pessoa necessariamente terá câncer, apenas que seu risco de desenvolver a doença é maior e que ela deve tomar mais precauções, como usar protetor solar com frequência.

E é bom lembrar que a maioria das pintas é inofensiva. Devemos ficar atentos quando nossas pintas ganham coloração e formas assimétricas, quando elas aumentam de tamanho ou quando elas ficam inflamadas, sangram, formam casquinha ou causam coceira, informa o Sistema Público de Saúde britânico.

Os melanomas geralmente são pontos na pele que começam a se tornar escuros e a crescer. Podem aparecer em um ponto novo da pele ou sobre uma pinta pré-existente, que começa a mudar de forma e cor. Por isso, o risco do melanoma está relacionado ao número de pintas que o paciente tem.

Sardas e pintas

Os pesquisadores do King’s College London estudaram um grande grupo de gêmeas por um período de oito anos, coletando informações como tipo de pele, sardas e pintas.

Após repetirem o teste em um grupo menor de 400 homens e mulheres com melanoma, eles chegaram a essa maneira rápida e fácil para medir as chances de um paciente ter câncer de pele.

Mulheres com mais de sete pintas no braço direito tiveram uma probabilidade nove vezes maior de ter mais de 50 pintas no corpo todo.

Já aquelas com mais de 11 pintas no braço direito tinham uma probabilidade maior de ter maior de 100 pintas no corpo, significando que elas têm um risco maior de ter melanoma.

O principal responsável pelo estudo, o professor Simone Ribero, do departamento que pesquisa gêmeos e epidemiologia genética, disse que “as conclusões podem ter um grande impacto na assistência básica de saúde, permitindo que clínicos gerais estimem de maneira mais precisa o número de pintas de um jeito bastante rápido, em uma parte mais acessível do corpo”.

Para a coautora do estudo, Veronique Bataille, contar as pintas do braço pode “acender um alerta” na cabeça do médico e fazer com que ele encaminhe os pacientes a especialistas.

Claire Knight, diretora de informação da organização Cancer Research UK, disse que o estudo é útil, mas salientou que menos da metade dos melanomas se desenvolvem que pintas pré-existentes.

“É importante saber o que é normal para sua pele e informar ao médico eventuais mudanças no tamanho da pinta, ou na cor ou ainda em seu formato”, disse. “E não se deve apenas olhar para o braço – melanomas podem surgir em qualquer parte do corpo. São mais comuns no dorso dos homens e nas pernas das mulheres.”

 

Uol

Cientistas usam vírus da herpes para curar câncer de pele

cancer de peleUma versão geneticamente modificada do vírus que causa herpes pode curar câncer de pele, de acordo com pesquisadores.

O vírus da herpes modificado é inofensivo para células normais mas, quando injetado em tumores, se replica e libera substâncias que ajudam a combater o câncer.

Resultados de testes divulgados na publicação científica “Journal of Clinical Oncology” mostram que a terapia pode aumentar a sobrevivência dos pacientes por anos –mas apenas para alguns portadores de melanoma, o tipo mais grave de câncer de pele. O tratamento ainda não foi licenciado.

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“Quando o vírus da herpes infecta uma célula ele cresce dentro dela e a faz explodir, infectando as células ao redor. Por isso a ferida, são as células morrendo na sua pele”, explica Richard Marais, do Cancer Research UK.

“Eles modificaram o vírus de três maneiras. Primeiro, fizeram com que parasse de causar herpes. Segundo, fizeram com que crescesse apenas nas células cancerígenas. Por último, fizeram ele ser atraente para o sistema imunológico. Por isso, quando injetado em um tumor, ele mata o tumor e ativa o sistema imunológico, que caça outros tumores para matá-los”, conclui.

Para ele, a técnica poderá ser usada, no futuro, para combater outros tipos de câncer. Tratamentos semelhantes de imunoterapia para melanoma já estão disponíveis nos Estados Unidos e na Europa, mas os pesquisadores acreditam que o vírus modificado, conhecido como T-Vec, poderia se somar a isso.

Reprodução/BBC
Estudo foi feito com 436 pacientes que tinham melanomas inoperáveis
Estudo foi feito com 436 pacientes que tinham melanomas inoperáveis

Seria também o primeiro tratamento para melanoma que usa um vírus. O estudo é o maior teste aleatório de um vírus anticâncer e envolveu 436 pacientes de 64 centros nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e África do Sul que tinham melanomas malignos inoperáveis.

“Há um crescente entusiasmo com o uso de tratamentos virais como T-Vec para o câncer, porque eles podem lançar um ataque duplo nos tumores – matando células cancerígenas diretamente e colocando o sistema imunológico contra elas”, diz o coordenador dos testes no Reino Unido, Kevin Harrington, do Instituto de Pesquisa do Câncer, em Londres.

“E, como o tratamento viral pode ter como alvo células cancerígenas especificamente, há uma tendência a ter menos efeitos colaterais que a quimioterapia tradicional ou algumas das novas imunoterapias.”

Thinkstock
Melanoma é um tipo grave de câncer de pele devido à possibilidade de metástase
Melanoma é um tipo grave de câncer de pele devido à possibilidade de metástase

MAIS PESQUISA

“Estudos anteriores mostraram que o T-Vec poderia beneficiar algumas pessoas com câncer de pele avançado, mas este é o primeiro estudo a provar um aumento de sobrevivência”, disse Hayley Frend, gerente de ciência da informação do Cancer Research UK.

“O próximo passo vai ser entender por que apenas alguns pacientes respondem ao tratamento com T-Vec, para ajudar a identificar quais pacientes poderiam se beneficiar disso”, diz.

De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil (25% dos casos), o melanoma –que é mais grave, devido à possibilidade de metástase– representa 4% dos tumores malignos de pele. Os riscos de desenvolver câncer de pele aumentam com a exposição a raios UV.

Folha de S. Paulo

 

Sol, fumo e hormônios podem levar a alterações na pele ao longo da vida

Foto: Shutterstock
Foto: Shutterstock

Quando chega o fim do ano, muita gente corre para a praia ou piscina para aproveitar os dias de folga e o sol. Mas mesmo nesses momentos de diversão, é importante tomar cuidado com a saúde, principalmente da pele, como recomendou a dermatologista Denise Steiner no Bem Estar desta segunda-feira (29).

Segundo a médica, a exposição ao sol sem proteção é o fator mais envelhecedor da pele – depois das agressões dos raios solares, a pele pode ficar com rugas profundas, muitas manchas e falta de vascularização; sem essas agressões e com os cuidados ideais, com o uso de filtro solar, a pele pode ficar só com rugas finas, poucas manchas e boa vascularização. Além do sol, o envelhecimento precoce da pele pode ser causado também por outros fatores externos, como o cigarro, por exemplo.

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Podem existir ainda causas genéticas e hormonais, como explicou a endocrinologista Elaine Costa. Os hormônios, inclusive, têm muita influência na pele durante a vida – na infância, por exemplo, a criança tem poucos hormônios sexuais e mais hormônios do crescimento, o que faz a pele parecer um pêssego; já na adolescência, esses hormônios aumentam, o que pode causar acne, por exemplo; quando ela envelhece, há uma queda dos hormônios sexuais, que deixam a pele seca e marcada, além do resultado das agressões que ela sofreu ao longo da vida.

Segundo as médicas, para cuidar da pele, não precisa gastar muito dinheiro – cremes mais baratos também podem ter um efeito positivo, mas como alertou a dermatologista Denise Steiner, o mais importante é a manutenção desses cuidados ao longo da vida.

 

 

G1

Dermatologista alerta para cuidados com a pele dos banhistas

doutorComo a incidência dos raios ultravioletas está cada vez mais agressiva em todo o planeta, a chegada do verão no Brasil – assim como em todo hemisfério Sul, no próximo dia 21 de dezembro, exige atenção redobrada das pessoas para evitar o câncer de pele. A informação é do médico dermatologista, Edilson Egito, lembrando que a exposição ao sol de forma inadequada é o maior vilão da doença.

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Segundo o dermatologista , o câncer de pele depende basicamente de 2 fatores: radiação solar acumulada – desde a infância do indivíduo – e a genética da pele, ou seja o Fototipo de Pele. “O Fototipo da Pele vai do nº 1 ao 6; as pessoas com Fototipo 1 – pele muito clara e olhos claros, e Fototipo 2 – menos clara, porém que nunca se bronzeia e apenas fica vermelho ao expor-se ao sol (Classificação de Fitzpatrick) estão mais propensas a desenvolver a doença.

“A prevenção é o melhor remédio”, recomenda Edilson Egito, sugerindo que as pessoas busquem todas as proteções possíveis no dia a dia: utilizar bonés, chapéus, camisetas em praias, ficar ao abrigo de barracas; o uso de bons protetores solares – de preferência que tenha em sua fórmula filtro físico e filtro químico, denominados como bloqueadores solares.

O médico destacou ainda que o câncer da pele – não melanoma – é o de maior incidência no Brasil, correspondendo a 25% de todos os tumores malignos registrados no país segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca). “Inclusive para chamar a atenção para o problema, a Sociedade Brasileira de Dermatologia lançou, neste mês, a campanha ‘Dezembro Laranja- Mês Nacional de Combate ao Câncer de Pele’.

Para o verão 2015, segundo o médico Edilson Egito, não há nada de novo. “Na realidade, o que temos é uma melhor conscientização da população e a promoção de campanhas de conscientização, como Verão Laranja, que acontece por todo mês de dezembro”.

A Sociedade Brasileira de Dermatologia recomenda que as seguintes medidas de proteção sejam adotadas:

* Usar chapéus, camisetas e protetores solares.
* Evitar a exposição solar e permanecer na sombra entre 10 e 16h (horário de verão).
* Na praia ou na piscina, usar barracas feitas de algodão ou lona, que absorvem 50% da radiação ultravioleta. As barracas de nylon formam uma barreira pouco confiável: 95% dos raios UV ultrapassam o material.
* Usar filtros solares diariamente, e não somente em horários de lazer ou diversão. Utilizar um produto que proteja contra radiação UVA e UVB e tenha um fator de proteção solar (FPS) 30, no mínimo. Reaplicar o produto a cada duas horas ou menos, nas atividades de lazer ao ar livre. Ao utilizar o produto no dia-a-dia, aplicar uma boa quantidade pela manhã e reaplicar antes de sair para o almoço.
* Observar regularmente a própria pele, à procura de pintas ou manchas suspeitas.
* Consultar um dermatologista uma vez ao ano, no mínimo, para um exame completo.
* Manter bebês e crianças protegidos do sol. Filtros solares podem ser usados a partir dos seis meses.

clickpb

Capa da Playboy de 1980 e ex-namorada de Pelé perde tudo e mora em carro

Um automóvel de cor preta está estacionado em uma tranquila rua de Pinheiros, zona oeste de São Paulo. Ele não chama a atenção dos pedestres, mas moradores e funcionários do bairro sabem que o carro virou a casa da ex-modelo Oneida Teixeira, que ganhou o título de “morena que endoidou Pelé”, frase estampada na capa da revista “Playboy” de junho de 1980. Em outras publicações do mesmo ano, ela foi citada ainda como “o caso secreto” do craque.

Reprodução

Oneida foi capa da revista Playboy de junho de 1980

“Eu considero [que tivemos] um namoro, mas ele deve ver só como uma ficada”, disse ela ao iG na quarta-feira (27), ressaltando que não pretende usar o caso com o jogador para sair das ruas. Segundo ela, o drama começou há oito meses, após perder tudo o que tinha para a irmã em longas batalhas judiciais. Oneida foi então despejada do mesmo endereço onde ainda estaciona o seu único bem, um Polo preto. “Tudo o que eu tenho coloquei aqui. Meu carro é minha cozinha, farmácia e sala”, explicou.

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Falando sobre a melhor fase de sua vida, “quando tinha três empregadas”, a ex-modelo relembrou viagens internacionais em primeira classe e visitas a Cuba. Hoje, aos 55 anos, ela mantém no console do veículo restos de alimentos, copos sujos, remédios e adereços para prender os longos cabelos. O forte cheiro incomoda, mas perde espaço para a dura realidade de Oneida, que chorou quando narrava a recente história.

“Nasci com uma casa, nunca me vi nessa situação. Percebi que meus amigos milionários se foram. Não sobrou nenhum. Só recebo ajuda de pessoas humildes, como porteiros e faxineiras”, contou com a voz embargada. “Ajuda quem menos tem para compartilhar.” E essa ajuda vem em forma de pratos de comida, idas ao banheiro e até convite para a ceia de Natal. “Pensei que iria passar sozinha neste ano. Pedi ao Espírito Santo que não deixasse isso acontecer.” Com as dificuldades, o apego pela religião ganhou força e Oneida não abandona um terço de madeira, colocado no retrovisor.

O porteiro do prédio em frente defende Oneida como a vítima de uma “família mau caráter”. “Tiraram tudo dela. Ajudo como posso porque é muito triste ver a rasteira que sofreu.” Já um segundo funcionário é mais cético, mas sempre consegue copos com água para ela. “É uma história de louco. Às vezes me pergunto se ela não tem problema mental. Passa dia e passa noite ela está ali dentro do carro. Cadê os filhos dessa mulher?”, questiona. Ela diz ter dois, que estão bem resolvidos, porém distantes.

A filha Vivien, garantiu Oneida, é modelo e mora em Londres. O outro filho Marco Antônio trabalha como gerente de uma loja. No meio da entrevista, ela recebeu uma ligação de Vivien a convidando para morar no exterior por um tempo e “tentar sair do carro”. Ao falar brevemente com a reportagem, a filha se defendeu: “Há sempre dois lados em uma história. Tentamos ajudá-la. Mandamos dinheiro. Mas às vezes parece que ela não quer. Só quero que minha tia sofra as consequências do que fez com a minha mãe”.

Carolina Garcia/iG São Paulo

Oneida é vista caminhando em rua do bairro de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo

Os detalhes e os motivos da briga familiar que levaram Oneida a viver em seu carro ainda não estão claros. Em um segundo encontro com o iG, na quinta-feira (27), a ex-modelo mostrou momentos de confusão ao mencionar a irmã. No primeiro momento, Oneida disse que foi recentemente ao psiquiatra a pedido da família. Minutos depois, recuou e esclareceu que não tinha contato com a irmã “há muitos anos”. “Acho que essa situação me abalou muito porque já esqueci muita coisa. Não sou louca, mas posso ficar daqui uns dias vivendo desse jeito.”

“Quer fazer um pouco de sexo?”

O sono dentro do carro nunca foi tranquilo, seja pelas preocupações financeiras ou pelo medo de ser atacada à noite. Na semana passada, sofreu uma de suas piores madrugadas. Foi quando um homem desconhecido bateu no vidro do carro e perguntou: “Quer fazer um pouco de sexo?”. Assustada, Oneida reagiu: “Ah, vá para p… que p…”. “Ele foi embora, mas morri de medo de sofrer alguma violência. Preciso sair dessa vida, não dá mais.”

Para não passar o dia inteiro dentro do Polo, Oneida caminha pelas ruas de Pinheiros para “esticar as pernas” e entregar currículos. No entanto, a ausência de um endereço virou um empecilho para encontrar um trabalho. “Acabo mentindo, coloco meu enderenço antigo, aí descobrem que é uma empresa de engenharia e perco a oportunidade. Sou bacharel em direito, falo espanhol, mas a idade não ajuda”, explica ressaltando ainda que sentia dores no corpo após uma longa jornada passando roupas para uma amiga. “Ela pagou para me ajudar.”

O iG procurou a irmã de Oneida para esclarecer os detalhes da briga familiar e os motivos do despejo. No primeiro contato – pedindo para não ser identificada – , ela confirmou um grave desentendimento entre as duas, mas disse que não daria esclarecimentos sobre a briga porque já não se falam há muito tempo.

 

iG

Sete dicas que podem fazer o seu perfume durar mais tempo na pele

Quando compramos um perfume, além do desejo de usá-lo o quanto antes, queremos fazer com que cada borrifada dure o maior tempo possível. Não existem fórmulas garantidas para que, horas depois de aplicar, você sinta como se tivesse acabado de se perfumar. Mas, claro, algumas dicas práticas podem ajudar.

Antes de mergulhar no assunto, vale lembrar uma coisa: quando somos expostos a um odor por muito tempo, deixamos de senti-lo. E este efeito tem nome: acomodação olfativa. É graças a isso, por exemplo, que um pouco depois de entrar na sua própria casa você não sente mais o cheiro dela. Ao usar o mesmo perfume por muito tempo, é provável que não o sinta mais; mas as outras pessoas sim. Então, resista ao impulso de borrifar mais; continue aplicando a mesma quantidade de quando comprou a fragrância, antes do olfato se acomodar. Assim você não corre o risco de exagerar.

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Da forma de armazenamento ao horário de aplicação, aqui vão seis dicas para potencializar o seu perfume.

1) Guarde-o direito
Exposição à luz, variações de temperatura e umidade afetam o perfume, alterando seu odor e duração. Portanto, nada de expor o frasco na penteadeira ou no banheiro. Brenda Pazinato, avaliadora olfativa de perfumaria e cuidados pessoais da casa de fragrâncias Firmenich, explica a melhor forma de proteger o vidro. “O ideal é guardar no guarda-roupa ou em lugares frescos, sem luz direta e calor. Na caixa original também é ideal, pois o papel confiura mais uma camada de proteção”.

2) Mantenha a sua pele bem hidratada
Peles oleosas mantém o perfume por mais tempo, enquanto nas secas a duração é menor. Procure hidratantes sem perfume ou com a fragrância neutra para hidratar a sua pele e, assim, garantir que o perfume se mantenha. Segundo Brenda, o hidratante deve ser absorvido na pele antes de aplicar o perfume. Hidratante com a mesma fragrância d perfume também funcionam. “Isso ajuda a manter-se perfumado por mais tempo, já que estamos aplicando o perfume de duas formas complementares,” conta.

3) Escolha perfumes com notas mais pesadas
Colônias e perfumes cítricos são compostos com ingredientes leves, que evaporam rapidamente e, portanto, espera-se que não durem um dia inteiro. Já os chamados orientais e os amadeirados têm ingredientes mais pesados, que demoram para evaporar, prolongando a duração. Mas saiba que são perfumes com estilos bem diferentes e você deve escolher com atenção. “Escolha o seu perfume de acordo com a sua personalidade e o que faz você se sentir bem. É importante ir até uma loja, aplicá-lo e acompanhar durante o dia, para checar se combina com você e o quanto ele durou. É imprescindível que você se sinta feliz com a sua escolha,” recomenda Brenda.

 

Getty Images

Cada tipo de perfume tem uma concentração de elementos que influencia na duração

4) Use uma versão mais concentrada, de acordo com seu gosto
O perfume é uma mistura de matérias primas aromáticas e álcool. Quanto maior a concentração de matérias primas, mais ele vai durar. De maneira geral, a ordem crescente de concentração começa as águas (ou body splash), colônia (eau de cologne), deo colônia ou desodorante colônia (eau de toilette), eau de parfum e parfum.

 

5) Aplique o perfume na roupa também
O tecido é menos quente que a pele, o que faz com que o perfume leve mais tempo evaporando. Mas cuidado: existem perfumes coloridos que podem manchar os tecidos, naturalmente sensíveis ao álcool.

6) Partes do corpo
Brenda sugere como melhores pontos do corpo para aplicação aqueles com intensa pulsação: no interior dos pulsos, na parte interna dos cotovelos, atrás das orelhas, na parte de trás do pescoço, atrás dos joelhos e na parte interna dos tornozelos.

7) Aplique novamente ao longo do dia
Bem, não existe milagre. Quando acabou, acabou. Antes de reaplicar, pense se seu olfato não se acomodou. Se acha que é isso, pense em ter alguns perfumes diferentes e usar em dias variados, o que pode ajudar seu nariz se “acostume”. Caso contrário, as perfumarias e casas de essências vendem frascos pequenos para encher com o perfume que está usando. É um jeito fácil de carregar por aí e retocar quando precisar.

 

Uol

No Dia do Combate ao Câncer de Pele, o alerta para incidência máxima de raios UVs na Paraíba

 Nalva Figueiredo (Jornal Correio da Paraíba)

Nalva Figueiredo (Jornal Correio da Paraíba)

Neste sábado (29), em todo o país, acontece o Dia Nacional de Combate ao Câncer de Pele. Na Paraíba, a preocupação dos especialistas recai sobre a exposição excessiva ao sol. Os raios ultravioleta estão atingindo o nível máximo no estado.  Foram registrados níveis altos cuja intensidade chegou a 10, em João Pessoa e Campina Grande.

Com as férias escolares e a proximidade do verão, as praias ficam lotadas e a exposição ao sol é cada vez maior. O Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTec)  informou que há possibilidade de no Litoral do estado os níveis altos, de intensidade 10, serem ainda maiores.

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No Sertão a incidência foi ainda maior, com níveis chegando ao extremo como em Patos, que atingiu 11 e em Cajazeiras e Pombal, com nível 12.

De acordo com a dermatologista Francisca Estrela, membro da Sociedade Paraibana de Dermatologia, a incidência dos raios UV (ultravioleta) em níveis muito altos é danosa à pele e, após 15 minutos de exposição, ela favorece ao aparecimento de manchas, ao envelhecimento da pele e até ao câncer, principalmente para aquelas pessoas de pela branca, mais sensíveis ao sol.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima que em 2014 sejam contabilizados 182.130 novos casos de câncer de pele no Brasil.

O diagnóstico precoce é essencial para a cura. O câncer de pele é o tipo mais comum de câncer entre a população brasileira.  Há três tipos principais de câncer de pele: o mais comum, o carcinoma basocelular, corresponde aproximadamente a 71,4% dos tumores malignos da pele; o carcinoma espinocelular corresponde a 21,7% dos casos, e o melanoma representa 4% – apesar da menor incidência, este último merece atenção especial.

O melanoma é o mais agressivo e com maior índice de mortalidade, se diagnosticado tardiamente. Por exemplo, se um melanoma tiver quatro milímetros de espessura quando diagnosticado, o paciente terá sobrevida em cinco anos de aproximadamente 54%, ou seja, 46% dos pacientes morrerão da disseminação da doença no período”, comenta o patologista Gilles Landman, membro da Sociedade Brasileira de Patologia (SBP).

Segundo estudo americano publicado na Archives of Dermatology, os pacientes com melanoma possuem 28% maior risco de desenvolver outros tipos de câncer, como os de mama e próstata. Além de mais agressivo, o melanoma também é o mais difícil de ser diagnosticado. “Os tipos de doenças de pele mais difíceis de serem descobertos são os melanomas e seus subtipos, por causa de sua semelhança com as lesões benignas em alguns casos”, afirma Landman.

A ascendência e o tipo de pele também podem mostrar se a pessoa tem mais probabilidade de desenvolver a doença.  Pessoas muito claras, com cabelos claros, olhos claros, portadoras de sardas e que se queimam com facilidade e dificilmente se bronzeiam são mais suscetíveis ao desenvolvimento do câncer de pele. Além disso, pessoas com muitas pintas (nevos) têm maior probabilidade de desenvolvimento de melanoma.

 

portalcorreio

Pelé não responde bem a antibiótico e quadro é considerado delicado

 (Foto: Getty Images)
(Foto: Getty Images)

O quadro de Pelé se agravou na noite desta quinta-feira. Internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do hospital Albert Einstein, em São Paulo, com uma infecção abdominal, o ex-jogador não respondeu adequadamente ao antibiótico utilizado no tratamento. O uso do remédio foi uma tentativa de combater a bactéria que causou uma infecção no sangue de Edson Arantes do Nascimento. Por volta das 22h30, a repórter Joanna de Assis trouxe as últimas informações de frente do hospital.

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– Infelizmente, as notícias não são as melhores. O quadro de saúde de Pelé neste momento é considerado no mínimo delicado. Tem um quadro de gravidade sim. Ele foi internado na segunda-feira, com quadro de infecção urinária. Só que esse quadro se agravou. A resposta ao antibiótico não foi a adequada, segundo os médicos – explicou a repórter do SporTV.

Aos 74 anos, Edson Arantes do Nascimento passou por uma intervenção cirúrgica para retirada de cálculos renais. Por conta de uma infecção na região abdominal, o Rei do Futebol precisou ser internado. Desde a última segunda-feira, o ex-jogador recebe cuidados especiais da equipe médica do hospital Albert Einstein. Pelé chegou a passar mal em Santos, onde participaria de um evento no museu que recebe o seu nome.

– Essa internação na UTI, para que ele tome medicações ainda mais fortes, é para tentar combater essa bactéria. Obviamente, por causa das toxinas que são eliminadas pela bactéria o sangue foi infectado e os rins começaram a falhar. Segundo o último boletim médico divulgado pelo hospital, Pelé está num tratamento de suporte renal, a hemodiálise, que é o uso de um aparelho para filtrar o sangue na tentativa de se eliminar essas toxinas que estão infectando o sangue. Pelé precisou também tomar medicação por apresentar um quadro de hipotensão, para controlar a pressão arterial – esclareceu Joanna de Assis.

As próximas 48 horas são consideradas fundamentais para o quadro. Os médicos consideram que a infecção precisa ser controlada nesse período, para que não haja piora.

 

Sportv