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Alterações hormonais da gravidez afetam a pele

Dr. Thiago Guidi dá dicas de como prevenir as estrias após a gestação

Segundo pesquisa da Universidade de Washington, publicada no “International Journal of Dermatology”,  75% das futuras mães sofrem com os melasmas, manchas escuras que costumam aparecer no rosto. Além disso, 90% das gestantes estão vulneráveis ao aparecimento de estrias na barriga e nos seios. De acordo com estudos da Universidade de Michigan de 2018, entre 50% e 90% das mulheres têm as tais marquinhas na pele.

Durante e após a gravidez é comum que apareçam estrias no corpo da mulher. Isso acontece porque a gestação provoca uma distensão na pele, gerando uma ruptura de fibras colágenas e elásticas.

“´É preciso muito paciência e compreensão nesta fase tão iluminada, algumas linhas dos corpo ficam mais escuras, as axilas, virilha e região íntima também, algumas podem apresentar espinhas, talvez uma queda de cabelo, manchas como melasma e as tão temidas estrias,” comenta Dr. Thiago Guidi, médico do Instituto Guidi.

Esse esticamento da derme geralmente ocorre em alguns lugares do corpo feminino como barriga e seios. As estrias também podem aparecer nos culotes, na região dos glúteos e na raiz das coxas. Além disso, o ganho de peso e a genética podem contribuir para o aparecimento delas.

“A maior procura por abdominoplastia (remoção de pele abdominal por cirurgia plástica) é por causa de estria, Prevenir sempre foi melhor do que remediar… Não deixe que essa fase tão importante deixe marcas desagradáveis na sua pele.” explica o médico

  • Não use bucha ou sabonetes em regiões corporais de risco como abdome e cintura;
  • Evite banhos com água muito quente;
  • Tome colágeno tipo 1 e 3 após o sexto mês de gestação;
  • Evite roupas apertadas, e dê preferência a tecidos 100% algodão;
  • Ganhe menos que 12 a 13kg, e jamais coce a pele;
  • Use hidratantes 3x ao dia e após cada banho;
  • Beba muita água.

“Outra dica é tomar colágeno em pó após o sexto mês de gestação, ele não tem risco e é recomendado por muitos ginecologistas. Não ganhar mais que 11kg, e;você pode passar hidratantes sobrepostos por B-Pantol, e óleos,” finaliza DR. Guidi

 

DR THIAGO COSTA GUIDI  – CRM: 130225-SP:

Graduado em Medicina pela Universidade de Ribeirão Preto;

Pós-Graduação Latu Sensu em: Medicina Estética; Laser em Medicina; Cosmiatria; e Dermatologia Estética e autor do Método Zero Estrias. https://institutoguidi.com.br/

 

 

 

Alterações hormonais da gravidez afetam a pele

Dr. Thiago Guidi dá dicas de como prevenir as estrias após a gestação

Segundo pesquisa da Universidade de Washington, publicada no “International Journal of Dermatology”,  75% das futuras mães sofrem com os melasmas, manchas escuras que costumam aparecer no rosto. Além disso, 90% das gestantes estão vulneráveis ao aparecimento de estrias na barriga e nos seios. De acordo com estudos da Universidade de Michigan de 2018, entre 50% e 90% das mulheres têm as tais marquinhas na pele.

Durante e após a gravidez é comum que apareçam estrias no corpo da mulher. Isso acontece porque a gestação provoca uma distensão na pele, gerando uma ruptura de fibras colágenas e elásticas.

“´É preciso muito paciência e compreensão nesta fase tão iluminada, algumas linhas dos corpo ficam mais escuras, as axilas, virilha e região íntima também, algumas podem apresentar espinhas, talvez uma queda de cabelo, manchas como melasma e as tão temidas estrias,” comenta Dr. Thiago Guidi, médico do Instituto Guidi.

Esse esticamento da derme geralmente ocorre em alguns lugares do corpo feminino como barriga e seios. As estrias também podem aparecer nos culotes, na região dos glúteos e na raiz das coxas. Além disso, o ganho de peso e a genética podem contribuir para o aparecimento delas.

 “A maior procura por abdominoplastia (remoção de pele abdominal por cirurgia plástica) é por causa de estria, Prevenir sempre foi melhor do que remediar… Não deixe que essa fase tão importante deixe marcas desagradáveis na sua pele.” explica o médico

Não use bucha ou sabonetes em regiões corporais de risco como abdome e cintura;
Evite banhos com água muito quente;
Tome colágeno tipo 1 e 3 após o sexto mês de gestação;
Evite roupas apertadas, e dê preferência a tecidos 100% algodão;
Ganhe menos que 12 a 13kg, e jamais coce a pele;
Use hidratantes 3x ao dia e após cada banho;
Beba muita água
.

“Outra dica é tomar colágeno em pó após o sexto mês de gestação, ele não tem risco e é recomendado por muitos ginecologistas. Não ganhar mais que 11kg, e;você pode passar hidratantes sobrepostos por B-Pantol, e óleos,” finaliza DR. Guidi

DR THIAGO COSTA GUIDI  – CRM: 130225-SP:

 Graduado em Medicina pela Universidade de Ribeirão Preto;

Pós-Graduação Latu Sensu em: Medicina Estética; Laser em Medicina; Cosmiatria; e Dermatologia Estética e autor do Método Zero Estrias. https://institutoguidi.com.br/

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Manchas podem ser sinal de câncer de pele

Fique alerta para procurar um dermatologista em qualquer sinal de mudança ou aparecimento de lesões na pele.
São Paulo, Maio de 2019 – O câncer de pele é o tipo de câncer mais incidente e corresponde a 30% de todos os tumores malignos registrados no Brasil- um número que chega a 180 mil novos casos por ano, segundo dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer). O melanoma é o tipo menos frequente dentre todos os tipos de cânceres de pele, corresponde a 3% deste total, mas é considerado o mais grave e com grande potencial de se espalhar para outros órgãos.

De acordo com a Dra. Sheila Ferreira, oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas, esse tipo de tumor tem origem no crescimento anormal dos melanócitos, células responsáveis pela pigmentação da pele e pode surgir em qualquer parte do corpo, inclusive em áreas não expostas diretamente ao Sol e menos visíveis, como o couro cabeludo.

A exposição à radiação ultravioleta, sem dúvida, representa o principal fator de risco para desenvolvimento do câncer de pele. Pessoas com pele, cabelos e olhos claros tem o risco aumentado de desenvolver o câncer de pele. A idade constitui outro fator, principalmente a partir da quinta década de vida, pois quanto maior o tempo de exposição da pele ao Sol, mais envelhecida ela fica. Evitar a exposição excessiva e constante aos raios solares sem a proteção adequada é a melhor medida – e isso vale desde a infância.

“O câncer de pele geralmente se manifesta como alterações de pele que podem se assemelhar a pintas ou manchas escurecidas, novas ou de nascença, que passam a apresentar modificações ao longo do tempo. Tais alterações suspeitas correspondem ao que qualificamos como ‘ABCD’- Assimetria, Bordas irregulares, Cor e Diâmetro”, explica a especialista. Qualquer novo sinal na pele ou mudança de uma mancha já existente deve ser um alerta para procurar um dermatologista. O diagnóstico é feito pela avaliação médica e biópsia da lesão suspeita.

Avaliação precoce é fundamental

O câncer de pele do tipo melanoma é, na maioria das vezes, agressivo, mas quando descoberto no início tem mais de 90% de chance de cura. Sinais ou manchas, muitas vezes, podem ser apenas lesões benignas- como um hematoma ocasionado por um impacto ou, ainda, uma infecção localizada, mas podem tratar-se de tumores de pele. “É preciso buscar aconselhamento médico especializado principalmente quando uma mancha surge repentinamente, sem que algum acontecimento justifique”, frisa Dra Sheila.

Uma vez feito o diagnóstico, quando a doença é localizada, o principal tratamento é a ressecção cirúrgica da área, ou seja, a retirada de todo o tecido comprometido e a avaliação ganglionar em casos indicados. Em estágios mais avançados da doença, o tratamento pode consistir na utilização de quimioterapia, radioterapia e/ou imunoterapia. Diversos estudos apontam bons resultados e respostas duradouras com a chamada imunoterapia, medicações que estimulam o sistema imunológico do paciente, fazendo com que o próprio sistema de defesa do organismo passe a reconhecer e combater as células “estranhas”. “Os sintomas não devem ser ignorados, mesmo que não causem qualquer desconforto. O melanoma pode avançar para gânglios linfáticos e é capaz de atingir outros órgãos, como cérebro, fígado, ossos e pulmões. A medida preventiva mais eficaz contra o câncer de pele consiste na redução da exposição ultravioleta sem proteção, particularmente da exposição ao Sol. Recomenda-se observar regularmente a própria pele à procura de lesões suspeitas e consultar um dermatologista anualmente para um exame completo. O diagnóstico precoce é fundamental para o combate ao câncer”, conta a especialista.

Sobre o CPO

Fundado há mais de três décadas pelos oncologistas clínicos Sergio Simon e Rene Gansl, o Centro Paulista de Oncologia CPO – Grupo Oncoclínicas, oferece cuidado integral e individualizado ao paciente oncológico. Com um corpo clínico com mais de 50 oncologistas e hematologistas e uma capacitada equipe multiprofissional com psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, enfermeiros e reflexologistas. Oferece consultas médicas oncológicas e hematológicas, aplicação ambulatorial de quimioterápicos, imunobiológicos e medicamentos de suporte, assistência multidisciplinar ambulatorial, além de um serviço de apoio telefônico aos pacientes 24 horas por dia e acompanhamento médico durante internações hospitalares.

O CPO possui a acreditação em nível III pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e a Acreditação Canadense Diamante (Accreditation Canada), do Canadian Council on Health Services Accreditation, o que confere ao serviço os certificados de “excelência em gestão e assistência” e qualifica a instituição no exercício das melhores práticas da medicina de acordo com os padrões internacionais de avaliação. A instituição possui uma parceria internacional com o Dana Farber Institute / Harvard Cancer Center, que garante a possibilidade de intercâmbio de informações entre os especialistas brasileiros e americanos, bem como discussão de casos clínicos. Além disso, ainda, proporciona a educação médica continuada do corpo clínico do CPO, com aulas, intercâmbios e eventos com novidades em estudos e avanços no tratamento da doença. Atualmente o CPO possui duas unidades de atendimento em São Paulo, nos bairros de Higienópolis e Vila Olímpia.

Sobre o Grupo Oncoclínicas

Fundado em 2010, é o maior grupo especializado no tratamento do câncer na América Latina. Possui atuação em oncologia, radioterapia e hematologia em 11 estados brasileiros. Atualmente, conta com mais de 60 unidades entre clínicas e parcerias hospitalares, que oferecem tratamento individualizado, baseado em atualização científica, e com foco na segurança e o conforto do paciente.

Seu corpo clínico é composto por mais de 450 médicos, além das equipes multidisciplinares de apoio, que são responsáveis pelo cuidado integral dos pacientes.

O Grupo Oncoclínicas conta ainda com parceira exclusiva no Brasil com o Dana-Farber Cancer Institute, um dos mais renomados centros de pesquisa e tratamento do câncer no mundo, afiliado a Harvard Medical School, em Boston, EUA.

Para obter mais informações, visite www.grupooncoclinicas.com.

 

DIGITAL TRIX

 

 

Conheça os sinais do câncer de mama que aparecem na pele

O mês de outubro traz uma oportunidade ótima pra tirarmos dúvidas sobre o câncer de mama. Formas de prevenção, diagnóstico, tratamento… Tudo entra em pauta. É, também, uma boa hora pra você lembrar de marcar os seus exames.

Como você provavelmente deve ter ouvido falar nesses dias de Outubro Rosa, o câncer de mama é o tipo de câncer que mais mata mulheres no Brasil e o segundo mais comum entre elas. atrás apenas do câncer de pele não melanoma- ainda assim, é curável em estágios iniciais. É muito importante, portanto, agir de maneira preventiva.

O que pouca gente sabe é que existe um tipo de câncer de mama que pode ser diagnosticado pelo dermatologista. Chamado Doença de Paget, ele é raro e surge como lesão na região do mamilo e da aréola da mama.

Convidei Luciano Moro*, mastologista de São Paulo, pra uma conversa sobre esse tema:

Thais Bello: O que é o carcinoma de Paget? O que ele tem em comum e no que se diferencia dos outros tipos de câncer de mama?

Luciano Moro: Doença de Paget é definida pela presença de células malignas (células de Paget) na epiderme da papila mamária, ou seja, na pele do mamilo. Corresponde de 1 a 5% dos casos de câncer de mama e acomete mais frequentemente mulheres acima dos 50 anos.

Em metade dos casos, no momento do diagnóstico, se observa tumor palpável. Além disso, em 85 a 95% dos casos há relação com alguma doença dentro da mama.

Justamente por este dado, a teoria mais aceita para esta doença é de que células malignas da mama migrem pelos ductos da mama para a superfície da pele. Esta forma da doença é pouco comum dentro das apresentações do câncer de mama

TB: Quando devemos suspeitar?

LM: A doença de Paget invariavelmente é unilateral, atingindo então apenas uma das mamas, e se manifesta como uma descamação ou crosta no mamilo associada à saída de secreção através da papila. Pode se estender para a aréola e eventualmente para a pele adjacente. Como mencionado anteriormente, palpa-se tumor associado em metade dos casos. É importante diferenciar de outras doenças benignas da pele, sobretudo os eczemas ou dermatites – que são muito frequentes nas duas mamas –, micoses e outros cânceres da pele.

O dermatologista pode suspeitar pela falta de resposta ao tratamento e investigar através de uma biópsia da pele acometida. Se a suspeita for de doença de Paget, outros exames são necessários, mesmo se não houver tumor palpável. Em alguns casos, podem ser necessárias novas biópsias ou complementação com ressonância magnética.

TB: Como é o tratamento deste tipo de câncer de mama? O carcinoma de Paget tem cura?

LM: O tratamento da doença de Paget é cirúrgico, através da retirada da aréola e papila acometidas. No entanto, como na grande maioria dos casos existe doença também na mama (chamada carcinoma in situ ou invasivo), na prática o que se realiza é a ressecação deste câncer mamário juntamente com a doença da aréola e papila (quadrantectomia central ou mastectomia, a depender do tamanho do tumor e da mama ou da multiplicidade de lesões na mama).

A indicação de radioterapia, quimioterapia ou hormonioterapia seguem os mesmos critérios utilizados para outras formas de câncer de mama e são baseados nas características e informações destes tumores associados. Um aspecto muito relevante na doença de Paget é que em 80% das vezes o tumor expressa uma proteína (HER 2) que indicaria um tratamento chamado “terapia alvo” (imunoterapia). Portanto, o prognóstico da doença está diretamente relacionado à presença ou não de tumor mamário associado e ao estágio do mesmo.

 

womenshealthbrasil

Doenças de pele podem ser causadas por problemas psicológicos; dermatologista explica

Gabriel Jabur/ Agência Brasília
Imagem Ilustrativa

Alergias, queda de cabelo e acne. Essas podem ser consideradas doenças comuns e muito conhecidas pela população. O que muita gente não sabe é que, por trás desses problemas de pele, podem estar os fatores psicológicos, pois a pele e o sistema nervoso estão diretamente ligados.

“Existe uma ligação desde a vida embrionária. Tanto a pele, como o sistema nervoso se originam do ectoderma, e, com a evolução no decorrer dos meses, eles formam o tubo neural, que origina a pele na parte externa e internamente o sistema nervoso central, daí que vem a ligação. É muito comum escutar os pacientes dizerem que “ficou roxo de raiva”, porque uma vez que você tenha determinados estímulos, isso vai reagir na pele”, disse a dermatologista Carla Marsicano.

Não há estudos que apontem quantos problemas de pele são causados por transtornos mentais, mas um relato publicado pela Sociedade de Psicodermatologia do Reino Unido aponta que 85% dos paciente com problemas de pele consideram que os aspectos psicossociais são os principais componentes da doença.

Assista à reportagem completa abaixo:

Portal Correio

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Três anos após extirpar tumor, Silvio Santos volta a ter câncer de pele

Três anos após extirpar um câncer de pele na perna direita, Silvio Santos voltou a sofrer do mesmo mal. Ele teve no ano passado um tumor na testa. O problema foi tratado no Brasil pouco antes de o dono do SBT embarcar para férias em Orlando, nos Estados Unidos, no final de dezembro. Pessoas próximas ao apresentador confirmam a doença, mas ressaltam que Silvio Santos já está curado e goza de ótima saúde.

O apresentador chamou a atenção em janeiro ao aparecer em fotos feitas por fãs, igualmente em férias nos EUA, com a testa marcada por uma cicatriz, que, agora se sabe, era o resultado da cirurgia para a remoção do tumor.

Em fotografias sem maquiagem, em 2013, Silvio já tinha uma grande pinta do lado direito da testa. Essa mancha estava um pouco maior no início do ano passado, em uma foto, também sem maquiagem, publicada pela apresentadora Angélica. No lugar dela, agora há apenas a cicatriz.

O SBT já vive a expectativa da volta de Silvio Santos, mas isso só deve ocorrer no final do mês. Como foram reprisados melhores momentos de seu programa em janeiro, há material inédito para todos os domingos de março.

Silvio Santos com Angélica no início de 2016: empresário já apresentava mancha na testa

Em fevereiro de 2014, o apresentador revelou à revista Veja São Paulo que tinha passado por duas intervenções contra o câncer. Em meados de 2013, ele retirou a próstata, preventivamente. No final daquele ano, Miguel Srougi, considerado o maior urologista do país, retirou um tumor de pele na perna direita.  “Era uma ferida, que virou um tumor e agora foi removida. E só”, contou o empresário à revista.

Aos 86 anos, Silvio já prepara a sucessão no SBT. No último dia 23, o presidente Michel Temer publicou decretos autorizando “a transferência indireta e a modificação do quadro diretivo” das concessões da emissora em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Porto Alegre. Em breve, suas filhas serão oficializadas como donas da emissora.

noticiasdatv

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Verão, pele oleosa e maquiagem predispõem a casos de terçol; veja como evitar

TerçolDor e vermelhidão na pálpebra superior ou inferior acompanhada da formação de um pequeno nódulo que parece um espinha são os sintomas do hordéolo, popularmente conhecido como terçol. Segundo o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto, a doença pode aparecer em qualquer período do ano, mas é mais comum no verão. Isso porque, explica, o terçol é uma inflamação das glândulas de zeiss e moll que ficam na base dos cílios. É provocada pelo acúmulo de oleosidade da pele e proliferação de bactérias que aumentam no calor.

O especialista destaca que os principais grupos de risco são os adolescentes, quem têm acne, pessoas com blefarite – inflamação crônica das pálpebras – e mulheres que usam maquiagem de baixa qualidade, vencida ou não retiram completamente antes de dormir.

“Quando a inflamação obstrui as glândulas sebáceas de Meibomius, localizada na base das pálpebras e responsáveis pela produção da camada lipídica da lágrima, forma o calázio”, afirma. O oftalmologista explica que ao contrário do terçol que pode desaparecer espontaneamente em 7 a 10 dias, o calázio pode necessitar de intervenção cirúrgica. Isso porque, a obstrução forma um granuloma que pode atrapalhar a visão de acordo com a quantidade de secreção sebácea acumulada.

Tratamento

Queiroz Neto recomenda ao primeiro sinal tanto de terçol como de calázio aplicar quatro vezes ao dia compressas mornas feitas com gaze e soro fisiológico durante quinze minutos. Caso não perceba melhora em dois dias é necessário consultar um oftalmologista para prescrição de antibiótico para terçol ou cirurgia do calázio.

O especialista afirma que durante a noite a produção da camada aquoso da lágrima é menor. Por isso, é necessário fazer uma higienização cuidadosa da região dos olhos antes de ir dormir e pela manhã, de preferência com xampu neutro.

Prevenção

As principais recomendações do médico para evitar doenças nas pálpebras são:

– Lave as pálpebras e base dos cílios com xampu de PH neutro, como os infantis.

– Retire toda a maquiagem dos olhos antes de dormir.

– Evite maquiar a borda interna das pálpebras.

– Descarte as maquiagens vencidas.

– Não compartilhe maquiagem e outros cosméticos

– Faça um exame de refração em caso de recidivas de calázio.

portalcorreio

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Câncer de pele matou 89 em 2015, na PB

saudecancerdepeleO câncer de pele tirou a vida de 89 paraibanos em 2015. Este ano, de janeiro a outubro, o melanoma que é o mais letal câncer de pele, já levou a óbito 59 paraibanos. Os dados são da Secretaria de Saúde do Estado. E para estimular a prevenção dessa doença, a Sociedade Brasileira de Dermatologia estará realizando neste sábado (26), o Dia C – Dia Nacional de Combate ao Câncer de Pele.

Na Paraíba, das 8h às 13h, dezenas de dermatologistas estarão avaliando lesões suspeitas de câncer de pele em João Pessoa: no Hospital Universitário Lauro Wanderley e no Hospital São Vicente de Paula, e em Campina Grande: no Hospital Universitário Alcides Carneiro.

Na verdade, a maioria dos cânceres da pele está relacionada à exposição ao sol, por isso todo cuidado é pouco. Ao sair ao ar livre procure ficar na sombra, principalmente no horário entre as 10h e 16h, quando a radiação UVB é mais intensa. Use sempre protetor solar com fator de proteção solar (FPS) de 30 ou maior. O número de casos de câncer de pele vem aumentando em praticamente todo o mundo. Esse crescimento segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca), se dá em razão ao aumento da intensidade da radiação solar, pelo defeito da camada de ozônio, por as pessoas se bronzearem com mais frequência, e também pelo uso inadequado de medidas de proteção.

O câncer de pele leva 20 anos ou mais para se manifestar, por isso os idosos são as maiores vítimas. Em caso de suspeita de doença na pele, como vermelhidão, manchas ou ferida, deve-se procurar o atendimento básico de saúde familiar mais próximo. Todos os casos devem ser avaliados para direcionamento adequado, prescrição, tratamento e acompanhamento.

Tratamento

O tratamento é cirúrgico na maioria das vezes ou através da destruição das lesões por radioterapia ou criocirurgia com nitrogênio líquido. Quanto antes a lesão for retirada, maior a chance de se curar a doença e de se evitar a disseminação de células cancerosas para outros órgãos (metástases), muito rara nos casos de carcinoma basocelular mas muito frequente nos casos de melanomas não tratados. Por isso, se você tem uma lesão suspeita, procure um dermatologista. Não tenha medo do diagnóstico. Ele salva vidas. O câncer da pele pode e deve ser tratado e o diagnóstico precoce é muito importante para se obter a cura.

Redação com SES

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Doenças de pele, como acne e vitiligo, podem ter origem emocional

vitiligo-pele-tratamentoLevantamentos feitos por vários Centros Dermatológicos dos Estados Unidos mostraram estatísticas variáveis indicando que de 40% a 70% das pessoas que procuravam os serviços de dermatologia teriam também associado algum tipo de distúrbio psicológico e problemas de ordem emocional. Esses pacientes reclamam de coceiras aparentemente sem causa, lesões na pele, insensibilidade cutânea entre outros. Sintomas que podem estar muito além dos problemas de pele, podendo ser sinal de sérios distúrbios psíquicos.

Podemos citar como exemplo a dermatite factícia ou artefata, que pode ser os primeiro sintoma de uma depressão severa ou ainda indicar que o paciente está sob alto nível de estresse ou ansiedade. Confira, a seguir, algumas doenças que se relacionam com problemas psicológicos, quando a emoção está à flor da pele:

Vitiligo e psoríase

Doenças como vitiligo e psoríase ainda não tem suas causas totalmente esclarecidas, mas o estado emocional sempre interfere muito no tratamento. Por se tratarem de doenças de pele visíveis, o paciente na maioria das vezes se isola, fica depressivo, envergonhado e quando acontece o contrário, os médicos observam que em períodos de tranquilidade e felicidade da pessoa, acabam não aparecendo novas manchas e a doença permanece controlada, situação inversa aos períodos conturbados, onde as manchas aumentam de forma assustadora.

Embora a ciência ainda não tenha encontrado respostas para muitos problemas, sabemos que alterações emocionais desequilibram o organismo e, portanto, a tristeza, angústia e raiva sempre irão prejudicar um possível tratamento.

Estresse

O estresse físico ou emocional tem repercussões em inúmeras dermatoses e estas, indiscutivelmente também são geradoras de estresse. Para o dermatologista é fundamental ter presente esta relação que ocorre em grande número de doenças de pele, e sempre procurar avaliar a integração entre sentimentos, conflitos e estresse em cada paciente que o procura.

Podemos citar algumas doenças que tem relação com o estresse. O prurido na pele, irritação na pele, que é sintoma de diversas dermatoses, sem dúvida sofre grande influência do estresse. Há dermatoses que não possuem como características o prurido, mas em situações de estresse, este passa a fazer parte do quadro. Em outras doenças em que o prurido é uma característica percebe-se ampla variação da sua intensidade em função de fatores emocionais, podendo ser este desde discreto até incontrolável ou desesperador. É importante lembrar que o prurido geralmente ocorre em função de uma dermatose ou doença sistêmica, porém seu aparecimento, manutenção ou agravamento sofrem nítida repercussão emocional. Além disso, quando não se descobre a causa desencadeante do prurido, pode- se classificá-lo como psicogênico.

Levando-se em conta o importante componente estético representado pelos cabelos, é possível imaginar o estresse emocional que a perda dos mesmos é capaz de gerar. Neste caso, vários tipos de alopecias pode ser causadas pelas emoções.

Acne

No caso da acne, é importante ressaltar o estresse ocasionado pela doença em si. Tendo em conta que a acne acomete principalmente adolescentes, que já vivem um período de estresse representado pelas alterações fisiológicas da puberdade, conviver com as lesões acaba sendo traumatizante. Muitos sentem-se constrangidos pela aparência do quadro e vivem conflitos emocionais que repercutem por longo tempo ou até por toda a vida. Mesmo quando a acne não está ativa, as cicatrizes que em muitos permanecem, são queixa frequente no consultório dermatológico e motivo de preocupação para muitos adultos que tiveram acne na adolescência.

A acne vulgar, dermatose extremamente comum na adolescência, representada por quadros de intensidade variável, que vão desde comedões e pápulas até pústulas, cistos e trajetos fistulosos (acne comedoniana) sofre também influência de estresse. As maiorias dos pacientes com acne referem agravamento do quadro com estresse. É importante lembrar ainda dentro da acne, os casos de acne escoriada, em que há manipulação das lesões pelo paciente promovendo a formação de escoriações crostas e cicatrizes, é fundamentalmente um quadro neurótico ou psicótico, sofrendo influência de estresse emocional, sendo necessário em certos casos o uso de antidepressivos.

Dermatite atópica

A dermatite atópica ocorre normalmente associada à asma, rinite alérgica ou urticária. Manifesta- se por surtos de eczema pruriginoso em locais característicos. É uma doença crônica com períodos de crise e acalmaria. Há relação com estresse e este pode inclusive desencadear uma crise e piorar o prurido. Na dermatite atópica, o próprio eczema e o prurido são também fatores que geram estresse. Em alguns casos torna- se necessária psicoterapia comportamental para controle do hábito de coçar.

Disidrose

A disidrose ou eczema disidrótico é um quadro com lesões nas palmas e plantas das mãos e pés, que tende a voltar com frequência, que pode ser causado por infecções por fungos e bactérias, ingestão de certos medicamentos, contato com substâncias irritantes, e pode também estar associado a fatores emocionais. Na disidrose, sabe-se que fatores estresseantes podem desencadear a dermatose por si só, sem que nenhuma das outras causas citadas estejam presentes.

Líquem

Líquem simples, crônico ou neurodermite se caracterizam por uma placa liquenificada extremamente pruriginosa e de evolução crônica. Neles, ocorrem uma resposta cutânea a um estímulo inicial (picada de inseto, fator irritante químico ou físico), sendo, entretanto o fator emocional o mais importante, observando-se sempre como base ansiedade ou compulsão. Forma-se então uma reação em cadeia, onde o prurido leva à liquenificação, que aumenta o prurido e assim por diante.

Dermatite seborreica

A dermatite seborreica é uma afecção crônica, recorrente que ocorre em regiões cutâneas ricas em glândulas sebáceas e em alguns casos em áreas intertriginosas. As lesões são descamativas e atingem no adulto o couro cabeludo e a face, podendo também afetar áreas centrais do tórax, região pubiana. A participação de fatores emocionais nos retornos e agravamento do quadro é bem estabelecido. Estresse emocional pode também desencadear ou agravar o prurido, principalmente no couro cabeludo.

Rosácea

A rosácea é uma afecção crônica da face caracterizada por eritema, edema, telangiectasias e pápulas, que podem ou não ser acompanhadas de pústulas e nódulos. Ocorre uma resposta vascular alterada e vários fatores têm sido implicados na gênese da rosácea. Sabe-se o estresse piora o quadro que normalmente já é desagradável para os seus portadores, a rosácea também é fonte de estresse sendo responsável por constrangimento nos seus portadores.

Hiperidrose

A hiperidrose cortical ou emocional é uma forma de hiperidrose generalizada, mais evidente em certas áreas como axilas, região palmo¬plantar e região perínio-inguinal. Este quadro também é agravado ou desencadeado por fatores ou estados emocionais. As glândulas sudoríparas são normais e não ocorre alteração da colinesterase. O estresse é considerado como parte fundamental, sendo inclusive indicado, em muitos casos, psicoterapia de apoio.

Distúrbios psicológicos

Existe um tipo de compulsão obsessiva que é quando a pessoa fere a si mesma e depois alega ter problemas na pele. Como exemplo disso, temos pacientes que ficam se machucando, se cutucando, o que aumenta a tendência a terem ?bolinhas? na pele, no braço e pelos encravados. Existem casos se crianças pequenas que engolem cabelos, pessoas que roem a unha, arrancam a sobrancelha, entre outros. Temos também o chamado jargão dermatológicos de “ilusão de parasitose”. Nesse caso a pessoa acha que tem um bichinho caminhando na pele e relata isso ao dermatologista, o que é um quadro considerado grave e o especialista deve encaminhar o paciente para um psiquiatra.

Para o dermatologista é nítida a diferença da lesão que a própria pessoa se provocou, porque nesses casos ficam cicatrizes profundas, verdadeiras depressões, principalmente se for nas pernas. O tratamento dermatológico é mais difícil, complicado, e em alguns casos nem existe, porque a cicatriz é um processo definitivo da pele, é a maneira como ela se recompôs.

Dependendo do estado do paciente o dermatologista o encaminha ao psiquiatra que, algumas vezes, indica além do tratamento à base de medicamentos, uma terapia. Portanto, em se tratando de distúrbio obsessivo compulsivo o medicamento via oral, no caso o antidepressivo, é muito importante e eficaz, porque vai agir na raiz do problema, que é de fundo psíquico.

minhavida

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96% dos brasileiros com psoríase sofrem discriminação e humilhação por causa de sua pele

psoríaseO Brasil é um dos líderes mundiais quando o assunto é preconceito. Isso foi o que mostrou a pesquisa global “Clear About Psoriasis”, encomendada pela farmacêutica Novartis. Entre os 31 países pesquisados, o Brasil apresentou uma das maiores médias, ao lado do Taiwan e Coréia do Sul1, quando o assunto é discriminação e humilhação. Noventa e seis por cento dos pesquisados afirmaram já ter passado por uma situação de constrangimento e 62% afirmaram que já foram questionados se a doença é contagiosa.

Além disso, 57% por cento das pessoas afirmaram se sentir constrangidas com a sua pele, 41% tem autoestima baixa e 38% se sentem deprimidos por conta da psoríase. Setenta e nove por cento dos entrevistados brasileiros não frequentam ou evitam frequentar praia ou piscina ou não sentem confortáveis utilizando roupas de banho.  De acordo com os dados globais, as mulheres reportam mais sentimentos como vergonha, baixa autoestima ou falta de confiança, do que os homens. Além disso, pacientes que alcançam a pele sem lesão ou quase sem lesão se sentem menos afetados pela sua doença

Realizada com 8338 pessoas, a pesquisa – que contou com o envolvimento de 25 associações de pacientes  – apontou o impacto da psoríase na qualidade de vida dos pacientes, uma vez que a doença não afeta só a saúde, mas a autoestima, os relacionamentos e a vida profissional. No Brasil, a amostragem foi de 426 pacientes, sendo 60% mulheres e 40% homens. Desses pacientes, 61% têm artrite psoriásica (doença que associa sintomas da psoríase com artrite), além da psoríase em placas e cerca de 56% não alcançaram pele sem lesão. Países latinos como México e Argentina tiveram índices melhores nesse quesito, abaixo inclusive da média global, que foi de 84%1. No país, a associação responsável foi a Psoríase Brasil

Relações sofridas
Vale salientar que 71% dos pacientes brasileiros entrevistados são casados ou estão em um relacionamento, no entanto,56% dos pacientes sentem que a psoríase impactou nas suas relações passadas ou atuais. Esse é outro índice cuja média brasileira mostrou-se superior a média global de 43%.As relações sexuais estão entre os principais desafios para esses pacientes, cerca de 40% evitam o contato íntimo com outras pessoas.

Cerca de 60% dos pacientes empregados afirmaram que já perderam um dia de trabalho nos últimos seis meses por causa da doença. 53% dos pacientes brasileiros afirmam que a psoríase tem impacto na sua vida profissional, esse índice varia de acordo com a gravidade da doença. No universo entrevistado, 42% afirmam que não são totalmente produtivos por causa da coceira. Outros 36% não frequentam eventos sociais no trabalho e 28% tem medo de perder o emprego em função da doença

Aproximadamente 3 milhões de brasileiros sofrem com os sintomas da psoríase, doença de pele crônica e inflamatória que tem origem quando o próprio organismo faz com que células da pele comecem a se renovar mais rápido que o normal, causando lesões avermelhadas, coceira, descamação e dor. “Ao contrário de outras doenças crônicas, por ser de pele, a psoríase não permite que o paciente se esconda. Ela está ali escancarada no dia a dia e o desconhecimento da população em geral causa muito preconceito. Por isso, é fundamental que as pessoas conheçam a psoríase e saibam que ela não é contagiosa e com o tratamento correto o paciente pode levar uma vida melhor”, reforça o chefe do ambulatório de psoríase do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, Ricardo Romiti.

Custo elevado
O efeito da psoríase na qualidade de vida tem se mostrado semelhante ao de patologias como o câncer, doenças cardíacas, artrite, diabetes tipo 2 e depressão. Em média, os pacientes precisaram ver quatro profissionais de saúde diferentes antes de conseguir uma pele sem lesões ou quase sem lesões. Na média os pacientes precisaram de quatro tratamentos diferentes antes de conseguir uma pele sem lesões ou quase sem lesões.

Em média, um paciente com psoríase gasta mais de mil reais por mês se somadas as despesas com medicamentos, consultas médicas, tratamentos alternativos, maquiagem, roupas especiais, nutricionista, entre outras.

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