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Dilma veta pela segunda vez novas regras para criação de municípios

dilma_wf2A presidente Dilma Rousseff vetou integralmente o projeto de lei aprovado no início do mês pelo Senado que definia critérios para criação, emancipação e fusão de municípios. A decisão foi publicada na edição desta quarta-feira (27) do “Diário Oficial da União”.

A proposta havia sido elaborada após Dilma vetar integralmente, no ano passado, uma proposta semelhante, sob o argumento de que aumentaria as despesas públicas. Diante da ameaça de derrubada do veto pelo Congresso Nacional, a base aliada no Senado elaborou um novo texto, em acordo com o governo federal, tornando mais rigorosos os critérios para a emancipação de municípios.

Na justificativa do veto, dirigida ao presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a chefe do Executivo federal afirmou ter consultado o Ministério da Fazenda sobre os possíveis efeitos da nova legislação. De acordo com Dilma, a pasta apontou que, embora negociado entre o governo e os parlamentares, o texto aprovado pelos congressistas ainda mantinha o risco de a União ter de assumir os custos dos novos municípios.

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“Ouvido, o Ministério da Fazenda manifestou-se pelo veto ao projeto de lei complementar pelas seguintes razões: Embora se reconheça o esforço de construção de um texto mais criterioso, a proposta não afasta o problema da responsabilidade fiscal na federação. Depreende-se que haverá aumento de despesas com as novas estruturas municipais sem que haja a correspondente geração de novas receitas”, informou a presidente.

Com a decisão, o veto da presidente deverá ser analisado pelo Congresso em sessão conjunta da Câmara e do Senado. Os parlamentares poderão manter o veto ou derrubá-lo.

Novo projeto
O texto enviado pelo Congresso Nacional ao Palácio do Planalto no início do mês previa a exigência de 20 mil habitantes para a criação de municípios nas regiões Sul e Sudeste, 12 mil, no Nordeste, e 6 mil, no Centro-Oeste e Norte. A expectativa era de que fossem criados 200 novos municípios nos próximos cinco anos com as novas regras.

Conforme a redação do Legislativo, não haveria exigência de tamanho mínimo para a emancipação dos municípios. De acordo com a proposta, o primeiro passo para a criação de um município seria a apresentação, na Assembleia Legislativa, de um pedido assinado por 20% dos eleitores residentes na área geográfica diretamente afetada, no caso da criação ou desmembramento.

Após o pedido, a Assembleia teria que coordenar um “estudo de viabilidade” do novo município, que deveria comprovar, por exemplo, se na região havia condições de arrecadação suficientes para sustento próprio.

Além disso, um plebiscito deveria ser realizado e, se a maioria da população aprovasse a criação do município, a Assembleia elaboraria e votaria uma lei estabelecendo o nome e limites geográficos. A instalação do município se daria oficialmente com a posse do prefeito e vice-prefeito.

 

Filipe Matoso

“Passe livre” de Campos é questionado até pela prima

 PASSEDesde que o presidenciável Eduardo Campos afirmou que se eleito, irá implantar o passe livre no transporte público para cerca de 20 milhões de estudantes de todo o país, o ex-governador vem sendo questionado sobre a real possibilidade de implantar a medida. As últimas traulitadas vieram da Frente de Luta pelo Transporte Público e da própria prima a vereadora do Recife, Marília Arraes (PSB), que na última sexta-feira (19) anunciou que irá apoiar a reeleição da presidente Dilma Rouseff (PT). Tanto Marília quanto a Frente de Luta pelo Transporte Público ressaltam que a promessa de Campos não encontra eco nos sete anos em que esteve à frente do Executivo Pernambuco, já que ele não implantou a medida quando era o governador do Estado.

 

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“Não sei se ele vai conseguir implantar isso aí no nível nacional, se ele ganhar a eleição, o que é bastante difícil de acontecer, de acordo com o que as pesquisas indicam”, disse Marília em entrevista à Rádio Jornal. “É uma pena que o passe livre não foi implantado em todo o Estado. A gente teve sete anos para implantar o passe livre em Pernambuco. Será que será possível cumprir essa promessa nacional?”, complementou.

Em nota, a Frente de Luta pelo Transporte Público disse ter recebido “com perplexidade” a declaração de Campos, uma vez que que durante a sua gestão o governo “nunca abriu ou promoveu discussão acerca do Passe Livre Estudantil”. A nota também ressalta que a “redução das passagens propagada por Eduardo Campos foi um mero repasse da desoneração da PIS/COFINS (imposto federal) levado a cabo pelo governo federal, e que ainda assim não foi feito de maneira proporcional em todas as tarifas de ônibus”.

A redução das tarifas, da ordem de R$ 0,10 foi anunciada por Campos pouco depois dos protestos pela melhoria dos serviços públicos que marcaram o país em meados do ano passado. Para o movimento social, a promessa feita pelo socialista tem caráter meramente eleitoreiro.

Leia abaixo a íntegra da nota da Frente de Luta pelo Transporte Público:
No Governo Eduardo Campos, nunca houve discussão sobre Passe Livre!
Nós da Frente de Luta pelo Transporte Público de Pernambuco, movimento que reúne diversas entidades estudantis, de trabalhadores, usuários do transporte e da juventude em geral, vimos por meio desta demonstrar nossa estranheza e perplexidade com as afirmações de Eduardo Campos na sabatina promovida pela Folha de São Paulo.

O candidato à presidência da República pelo PSB durante seus quase 8 anos de governo nunca abriu ou promoveu discussão acerca do Passe Livre Estudantil em Pernambuco. Desde que assumiu o governo, já naquela época com o discurso de democratizar a gestão do Transporte Público criou o Consórcio Grande Recife em lugar da antiga EMTU – Empresa Metropolitana de Transporte Urbano, no entanto na prática não vimos mudanças concretas na política do Transporte

Os usuários continuaram não sendo ouvidos para as decisões e o Grande Recife continuou com a mesma estruturação de loteamento de cargos de sua ampla aliança política no Estado de Pernambuco. Não à toa que é uníssona na sociedade pernambucana a crítica ao modelo de expansão do Transporte feito exclusivamente por Terminais Integrados (quem utiliza diariamente, os chama de “currais” integrados, pois o povo é tratado como porco) em detrimento de uma integração temporal por bilhetagem eletrônica, ainda uníssono é o descontentamento com a não unificação das tarifas, onde temos ônibus com menor distância com preço de passagens mais caras do que outros com maior distância.

Tudo isto demonstra uma irracionalidade no atual sistema de transporte na Região Metropolitana do Recife (administrado pelo Governo do Estado) que vem sendo denunciada ao longo dos últimos anos e foi motivo de uma carta aberta endereçada pessoalmente ao então governador, Eduardo Campos, onde apresentamos 13 pontos, no meio das manifestações do ano passado, que igualmente sequer obtivemos resposta. Outro ponto que nós, juntamente com outros diversos movimentos sociais, temos reivindicado como desdobramento do direito social ao transporte (Proposta de Emenda Constitucional da Deputada Luiza Erundina do PSB – partido de Eduardo Campos!) é o Passe Livre Estudantil e para os trabalhadoras desempregados/as.

Só ano passado realizamos cerca de 22 protestos, ações de rua, ocupação da Câmara Municipal, do Consórcio Grande Recife, e fomos recebidos apenas uma vez pelo segundo escalão do Governo (o então subsecretário da Casa Civil, Marcelo Canuto e o presidente do Consórcio Grande Recife, Nelson Menezes) que em resposta aos 13 pontos esposados na carta aberta endereçada ao Governador, nos afirmou que nenhum daqueles pontos era de interesse do governo e nos mandou procurar as “Conferências Municipais e Regional do Transporte” para que pudéssemos apresentar nossas propostas. Tal atitude já revela de maneira clara que a gestão de Eduardo Campos não teve/tem nenhum interesse em discutir a temática do Passe Livre. Ainda assim, procuramos acompanhar as conferências, mas para não surpresa nossa (como de costume na atual gestão) as mesmas em sua maioria não aconteceram.

A resposta ao pleito da juventude foi uma dura repressão por parte do Governo Eduardo Campos, onde protestos pacíficos sofreram constantemente tentativas de sufoco por parte da Polícia Militar de Pernambuco, onde militantes foram indiciados, onde o DCE da UNICAP foi invadido pela PM em uma reunião do movimento… A prova é tanta que o então secretário de Defesa Social, Wilson Damázio, não aguentou a pressão dos organismos internacionais, nacionais e regionais de defesa dos Direitos Humanos e pediu exoneração do cargo.

Neste ínterim, a proposta de Passe Livre a ser executava em uma eventual eleição de Eduardo Campos para Presidente da República soa como oportunismo eleitoral e merece todo descrédito da população pernambucana, sabedora que em nenhum momento houve um lampejo sequer para adotar o Passe Livre em Pernambuco.

Ainda assim, o presidenciável do PSB tenta confundir o cidadão brasileiro ao apontar que em Recife, temos “Passe Livre”. Antes de mais nada, importante não subestimar a inteligência do povo, Eduardo Campos não era prefeito do Recife, era governador do Estado. Em segundo lugar, quando a prefeitura apresentou a proposta de Passe Livre a ser aprovada na Câmara Municipal, Eduardo Campos sequer era mais governador. E em terceiro e mais importante, o referido projeto da prefeitura é bastante limitado e foi feito sem ouvir uma única vez os representantes da juventude e dos estudantes na cidade. Lembrando que a Câmara Municipal tinha construído uma comissão especial, formada por vereadores e representantes da sociedade, logo após a ocupação do prédio público com intuito de elaborar um projeto, mas o que vimos foi um verdadeiro atropelo e a nossa não participação neste processo, tanto que os vereadores da oposição se retiraram da Comissão.

Por outro lado, a redução das passagens propagada por Eduardo Campos foi um mero repasse da desoneração da PIS/COFINS (imposto federal) levado a cabo pelo governo federal, e que ainda assim não foi feito de maneira proporcional em todas as tarifas de ônibus (ou seja, foi estipulado um valor de 10 centavos e reduzido estes valor de todos os anéis – A, B, D e G – quando na verdade a redução era para ser proporcional em cima de cada valor de passagem).

Ante o exposto, vimos através desta nota esclarecer que em Pernambuco não há Passe Livre e que Eduardo Campos em nenhum momento, como governador, encaminhou ou aprofundou a discussão sobre tal temática, sendo assim merece descrédito e repulsa a utilização de um direito social – reivindicado com muita luta, suor e com muito gás lacrimogênio, balas de borracha e spray de pimenta no rosto da juventude – como um discurso puramente eleitoreiro!

 

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Atividades escolares estimulam o gosto e hábito pela leitura

leitura“Não há fórmula mágica para fazer o aluno aprender mais rapidamente; cada aluno ou turma tem a própria trajetória. Ou seja, seu próprio tempo.” A opinião é da professora Andrea Job de Souza, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Dr. Guilherme Hildebrand, no município gaúcho de Santa Cruz do Sul. Para ela, que está no magistério há sete anos, a maior dificuldade de aprendizagem apresentada pelos estudantes está na apropriação da escrita e da leitura.

“Em 2014, as principais dificuldades também têm recaído na aquisição de uma leitura fluente e na escrita correta das palavras”, diz Andrea. Segundo a educadora, o primeiro passo é estimular a capacidade de aprender de cada um, além de valorizar e incentivar cada avanço dos alunos.

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À frente de uma turma de terceiro ano e de outra de reforço escolar, Andrea ressalta que o desenvolvimento de projetos que envolvem o hábito da leitura em sala de aula tem trazido avanços satisfatórios à prática pedagógica.

“Diariamente, proporciono um espaço para que isso aconteça de maneira prazerosa e se desenvolva o gosto pela leitura”, destaca a professora, que tem formação em pedagogia e pós-graduação em educação infantil.

Seu esforço é para que os estudantes percebam que cada letra e cada sílaba representam um som e que cada palavra faz parte de um contexto e pode contar uma história.

O planejamento deste ano inclui trabalhar passo a passo, a partir do que ela conhece dos alunos, para ampliar os conhecimentos e flexionar atividades e conteúdos de acordo com as dificuldades por eles apresentadas.

Andrea teve um aluno diagnosticado com dislexia, em 2013. Então, durante todo o ano, ela trabalhou com o som que cada letra e cada sílaba faziam quando se juntavam, associando sempre som e imagem.

“A maior barreira superada por aquele aluno tinha relação com a autoconfiança em sua capacidade de ler”, analisa. Assim, à medida que adquiria mais confiança em si mesmo e na professora, o estudante controlava o nervosismo e a ansiedade que demonstrava inicialmente.

A partir dos bons resultados obtidos com esse aluno, a professora resolveu dar ênfase, com a turma deste ano, à realização de trabalhos diferentes e ao atendimento diário, na mesa de cada estudante, a fim de acompanhar o processo de desenvolvimento das atividades.

Avaliação

Supervisora escolar na mesma instituição de ensino, Mara Núbia Sandim revela que os principais problemas de aprendizagem detectados entre os alunos, embora haja alguns casos de dislexia, são o déficit de atenção e a hiperatividade.

De acordo com Mara, os professores são orientados a planejar atividades diferentes e a realizar avaliação flexível, com exercícios variados, testes escritos e orais e trabalhos específicos para cada problema de aprendizagem.

“A escola procura sempre atender o aluno em suas necessidades de aprendizagem e, quando há professores com carga horária disponível, é organizado reforço pedagógico no turno contrário ao das aulas”, salienta.

Caso detecte algum problema de aprendizagem, o professor é orientado a encaminhá-lo à supervisão pedagógica, que o analisa com a área de orientação educacional.

Os aspectos nos quais o aluno apresenta dificuldades são discutidos para a elaboração de estratégias de atendimento, com a realização de atividades diversificadas em sala de aula. “A família é chamada, pois muitas vezes desconhece o problema”, diz Mara.

Quando se percebe que o estudante precisa de atendimento especializado, o caso é encaminhado à Secretaria de Educação e Cultura do município para que seja programado atendimento com equipe multiprofissional, composta por psicólogo, psicopedagogo e educador especial. “Em alguns casos, a família é orientada a encaminhar o estudante ao neuropediatra.”

Mara ressalta, entretanto, que em muitos casos esses profissionais não mantêm contato com a escola. Portanto, a instituição fica sem diagnóstico ou retorno da avaliação. Dessa forma, sem tomar conhecimento do problema, o professor acaba impossibilitado de planejar uma intervenção pedagógica adequada a cada caso.

Há 25 anos no magistério e há oito na função de supervisora escolar na rede municipal de ensino, Mara tem pós- graduação em supervisão escolar e psicopedagogia.

Fonte:
Portal do Professor

Jovens são detidos pela PM após postarem fotos no Facebook bebendo em cima de carro oficial

 Quatro jovens foram detidos nesse domingo (8),  na cidade de Patos, no Sertão do estado, depois  de postarem fotos em que aparecem em cima de  um carro da Secretaria de Saúde do Estado. Nas  imagens publicadas no Facebook, eles aparecem  consumindo bebidas alcoólicas.

Segundo o tenente-coronel, Cunha Rolim,  comandante do 3º Batalhão de Polícia Militar, os jovens aproveitaram que o veículo estava parado em uma oficina onde passaria por uma revisão para cometer a infração.

“Eles entraram no veículo com bebidas alcoólicas, foram para o capô do veículo oficial e fizeram uma algazarra no carro da Secretaria de Saúde do Estado, que estava estacionado em frente de uma oficina para ser submetido a uma revisão. O caso ocorreu no bairro Santo Antônio”, comentou o comandante.

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Ainda segundo o tenente-coronel, após as imagens serem postadas nas redes sociais, o dono da oficina foi até a delegada e denunciou o caso. “O dono da oficina fez um Boletim de Ocorrência (BO) sobre o crime. A Polícia Militar foi acionada e conseguiu deter os quatro que aparecem nas imagens”, disse.

Os detidos foram levados para a Delegacia Seccional da Polícia Civil da cidade onde foram autuados por dano e violação ao Patrimônio Público pelo delegado Manoel Martins. Eles foram liberados após a confecção de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO).

MaisPB com Portal Correio

Partidos tentam barrar decreto bolivariano assinado à surdina pela presidente Dilma Rousseff

dilma_wf2O decreto bolivariano número 8.243/2014, assinado à surdina pela presidente Dilma Rousseff na semana passada, não caiu bem no Congresso Nacional. Nesta terça-feira, nove partidos resolveram se unir para tentar impedir o avanço da medida destinada a aparelhar órgãos públicos e entidades da administração federal direta e indireta com integrantes de “movimentos sociais”, conhecida massa de manobra do PT.

Na Câmara, nove legendas – DEM, PPS, PSDB, Solidariedade, PV, PSD, PSB e Pros – assinaram uma proposta para votar, em regime de urgência, a suspensão do decreto presidencial. Embora a transferência de votos não seja automática, juntas, as agremiações contabilizam 229 dos 513 deputados. A decisão de colocar a proposta em votação cabe ao presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que ainda não se manifestou. No Senado, os partidos de oposição também tentam anular os efeitos do texto presidencial.

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O decreto para instituir um canal paralelo de poder, antiga pretensão petista, foi assinado à surdina por Dilma (Decreto 8.243/2014), no último dia 23 de maio. No papel, determina a criação da Política Nacional de Participação Social (PNPS) e do Sistema Nacional de Participação Social (SNPS). Na prática, prevê a implantação de “conselhos populares”, formados por integrantes de movimentos populares, vinculados a órgãos públicos. Tudo sob a tutela do ministro Gilberto Carvalho (Secretaria-Geral da Presidência da República).

O texto bolivariano ataca um dos pilares da democracia brasileira, a igualdade dos cidadãos, ao privilegiar grupos alinhados ao governo. A Constituição brasileira estabelece que os cidadãos têm direito à livre manifestação por meio de eleições diretas. “A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I – plebiscito; II – referendo; III – iniciativa popular”, diz o artigo 14 da Constituição de 1988.

O decreto de Dilma, porém, é explícito ao justificar sua finalidade: “consolidar a participação social como método de governo”. Um dos artigos quer estabelecer, em linhas perigosas, o que é a sociedade civil: “I – sociedade civil – o cidadão, os coletivos, os movimentos sociais institucionalizados ou não institucionalizados, suas redes e suas organizações”. Ou seja, segundo o texto de Dilma, os movimentos sociais – historicamente controlados e manipulados pelo PT – são a representação da sociedade civil no Estado Democrático de Direito. Nesse sentido, são autoexplicativos os afagos do governo federal a militantes do MST e grupos baderneiros de índios e sem-teto após protagonizarem cenas deploráveis de ataques a prédios públicos, privados e à polícia.

“A presidente tenta subtrair os Poderes do Parlamento brasileiro. É o mesmo modelo ideológico que se propôs para a Venezuela e para Cuba e que agora estão tentando trazer aos poucos ao Brasil. Temos que resistir a isso porque o Parlamento é o foro da sociedade brasileira. Esses conselhos subtraem a democracia porque são um aparelho do PT. Não podemos fazer que eles passem por cima da lei e caminhar pela estrada mais triste, que é o caminho antidemocrático que o PT está propondo. Isso vai acabar no STF”,  diz o líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR). “Dilma quer criar uma estrutura paralela de poder e dividir o cidadão em 1ª e 2ª classe”, afirma o líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE).

 

veja

Vereador de Cacimba de Dentro, Neto do (PSD), condenado, pela Justiça a cumprir uma pena de 3 meses de detenção

vereadoEm sentença lavrada pelo respeitado Juiz Rúsio Lima de Melo,
o Sr Antonio Francisco da Silva Neto foi condenado, com base no
que define o artigo 129 do Código Penal Brasileiro, a cumprir uma
pena de 3 meses de detenção, em regime aberto, nos termos do
artigo 33 do citado diploma legal, na cadeia Pública de Araruna, sob
a acusação de ter cometido o crime de lesão corporal leve.
Numa das partes da respeitada sentença, fica decidido que a
mesma não terá substituição da pena por medida alternativa e,
também, sem suspensão da punição, pelo fato de se tratar,
conforme entendimento do julgador, de crime cometido com
violência à pessoa.

 

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Na mesma decisão, determina o Juiz que cópia do termo seja
remetido à autoridade policial, para abertura de TCO, contra as três
testemunhas arroladas pelo acusado, por falso testemunho, o que,
em resumo, configura crime contra o correto andamento da justiça.
Já na parte final, a citada decisão mostra que “Aguarde-se o prazo
recursal” e, que após o trânsito em julgado , arquivem-se os autos,
com a baixa na distribuição, como geralmente ocorre, em casos
semelhantes.

Publicado no domingo,1 de junho de 2014
Da redação
diariodobrejo.com

MÍDIA PARAÍBA

Noiva prende recém-nascida à cauda do vestido, a arrasta pela igreja e diz que bebê estava protegida por Cristo

weddingUma noiva do Tennessee, nos EUA, chocou ao escolher uma forma “diferente” de levar a filha de apenas um mês ao seu casamento. Shona Carter-Brooks prendeu a recém-nascida à cauda de seu vestido de noiva e a arrastou pelo chão da igreja até o altar.

A atitude, é claro, causou indignação e a noiva recebeu ameaças de denúncia às autoridades de defesa dos direitos das crianças. Shona alega que a filha Aubrey estava “acordada e muito segura”, além de “coberta por Cristo”.

A cerimônia de casamento entre Shona Carter-Brooks e Johnathan Brooks aconteceu em Ripley no mês passado e as fotos do detalhe bizarro se espalharam pela internet gerando grande polêmica. A imagem da bebê na cauda continuam no perfil da mulher.

O vestido, segundo o jornal “Daily Mail” é da linha White by Vera Wang, a mais popular estilista de vestidos de noiva dos EUA, e teria custado entre R$ 800 e R$ 2.800. A peça foi adaptada para poder prender a garotinha.

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Os críticos à atitude de Shona dizem que o ato foi incrivelmente perigoso para a criança, que poderia ter se arranhado no carpete da igreja batista onde ocorreu a boda. “Me desculpe, mas se eu tivesse visto isso teria me levantado do meu lugar e tirado o bebê daquela situação. É algo muito idiota”, escreveu uma das pessoas que reprovam a atitude no site Clutch.

Shona escreveu em sua página no Facebook que não se arrependeu do que fez.

“As pessoas me questionam por que fiz, fazem comentários negativos negativos. Nós cremos que estamos cobertos pelo sangue daquele que nunca perde seu poder. Então para a mídia, rádio, jornais e quem mais que queira falar sobre o assunto: ‘Mídia, mídia sei como funciona, independente da situação ou do propósito sempre haverá coisas negativas a se dizer! A resposta é que fizemos o que nós queríamos fazer, e enquanto Jesus estiver ao nosso lado tudo vai funcionar bem e continuar bem.”

 

Mariel Claire

Collor nega envolvimento com doleiro preso pela operação Lava Jato

collorO senador Fernando Collor de Melo (PTB-AL), ex-presidente da República, afirmou nesta segunda-feira (26) em discurso no plenário do Senado que não mantém qualquer relação política ou pessoal com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal (PF) sob suspeita de participar de esquema de lavagem de dinheiro que movimentou cerca de R$ 10 bilhões.

“Quanto ao Youssef, posso afirmar de modo categórico que não conheço e jamais mantive com ele qualquer relacionamento de ordem pessoal e política”, declarou Collor.

O senador também apontou em seu discurso para o fato de não haver indício nos inquéritos da Polícia Federal de seu envolvimento no caso.

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Esta foi a primeira vez que Collor se pronunciou sobre as denúncias de que teria sido beneficiado com dinheiro pago pelo doleiro. Na última quinta-feira (22), o juiz federal do Paraná Sérgio Moro informou ao ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a PF apreendeu no escritório de Youssef oito comprovantes de depósitos bancários que tiveram Collor como beneficiário.

Collor afirmou que as informações divulgadas pela imprensa se devem ao fato de os meios de comunicação estarem “inconformados” e “desiludidos” com a sua absolvição, em abril, pelo Supremo das acusações de peculato, corrupção passiva e falsidade ideológica.

“O principal teor do expediente do ministro Sergio Moro ao ministro Teori Zavascki foi sua taxativa declaração de que não há qualquer envolvimento meu nos oito inquéritos  da Polícia federal vinculados àquela operação [Lava Jato]. E isso é de fundamental e importância e merece realce”, disse Collor.

No ofício de Moro ao ministro do STF, o magistrado O magistrado ressalvou “que não há qualquer indício do envolvimento do referido parlamentar nos crimes”  referentes à Operação Lava Jato sob apuração na Justiça Federal.Em discurso no plenário do Senado, Collor nega ter relação com Alberto Youssef

O senador Fernando Collor de Melo (PTB-AL), ex-presidente da República, afirmou nesta segunda-feira (26) em discurso no plenário do Senado que não mantém qualquer relação política ou pessoal com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal sob suspeita de participar de esquema de lavagem de dinheiro que movimentou mais de R$ 10 bilhões.

Esta foi a primeira vez que Collor se pronunciou sobre as denúncias de que ele foi beneficiado com dinheiro pago pelo doleiro. Na última quinta-feira (22), o juiz federal do Paraná Sérgio Moro informou ao ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), que a PF apreendeu no escritório de Youssef oito comprovantes de depósitos bancários que tiveram Collor como beneficiário.

Collor afirmou que as informações divulgadas pela imprensa se devem ao fato de os meios de comunicação estarem “inconformados” e “desiludidos” com a sua absolvição, em abril, pelo Supremo das acusações de peculato, corrupção passiva e falsidade ideológica.

“Quanto ao Youssef, posso afirmar de modo categórico que não conheço e jamais mantive com ele qualquer relacionamento de ordem pessoal e política”, declarou Collor. O senador também apontou em seu discurso para o fato de não haver indício nos inquéritos da Polícia Federal de seu envolvimento no caso.

“O principal teor do expediente do ministro Sergio Moro ao ministro Teori Zavascki foi sua taxativa declaração de que não há qualquer envolvimento meu nos oito inquéritos  da Polícia federal vinculados àquela operação [Lava Jato]. E isso é de fundamental e importância e merece realce”, disse Collor.

No ofício de Moro ao ministro do STF, o magistrado O magistrado ressalvou “que não há qualquer indício do envolvimento do referido parlamentar nos crimes”  referentes à Operação Lava Jato sob apuração na Justiça Federal.

G1

Xuxa rompe o silêncio e responde o pela 1º vez deputado que a atacou

xuxaXuxa usou seu Facebook, nesta sexta-feira, 23, para responder ao deputado Pastor Eurico, que a criticou durante sessão da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, na última quarta-feira. A sessão discutiu o projeto que proíbe pais e responsáveis legais por crianças e adolescentes de baterem nos menores, a chamada Lei da Palmada.
“Gente, estava lendo o desabafo e a opinião de vocês sobre o acontecido no Congresso. Por favor, não culpem os evangélicos. Minha mãe é evangélica e me ensinou que nem Jesus Cristo agradou todo mundo, por que eu iria? Sei que minha mãe ficou muito triste com esse senhor. Mas ele já teve o seu momento de fama , não vamos dar mais força a ele.

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Mais uma vez obrigada pelas lindas palavras de carinho e respeito com meu trabalho, vou precisar de vocês, e muito, e sei que vou poder contar sempre. Vejo isso lendo cada palavra de amor de vocês por mim. Obrigada : )”, escreveu. Segundo o jornal “O Globo”, a primeira sessão realizada para tentar votar a Lei da Palmada foi tumultuada, e a apresentadora de TV Xuxa Meneghel, que acompanhava a tentativa de votação, chegou a ser hostilizada por um deputado da bancada evangélica. “A conhecida Rainha dos Baixinhos em 1982 provocou a maior violência contra as crianças em um filme pornô”, disse o deputado Pastor Eurico (PSB-PE).

 

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Xuxa, que apoiou o projeto, riu e fez um sinal de coração com as mãos na direção do deputado. Ela não tinha direito à palavra, por não ser parlamentar, e não deu declarações ao deixar o local.

180 graus

Filho de Lula é investigado pela PF por indício de enriquecimento ilícito com a Usina de Itaipu

Filho do ex-presidente foi monitorado por agentes da Polícia Federal Greg Salibian / Greg Salibian/Folhapress
Filho do ex-presidente foi monitorado por agentes da Polícia Federal Greg Salibian / Greg Salibian/Folhapress

Relatório da Polícia Federal relata as andanças de Fábio Luís Lula da Silva, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, na cidade de Foz do Iguaçu, no Paraná. Produzido pelo Núcleo de Inteligência da PF, o documento afirma que Lulinha, como é conhecido, manteve encontros em janeiro de 2008 com diretores de Itaipu, a empresa binacional de energia. Na época, Lula era presidente da República. O relatório ganhou selo de confidencial e foi classificado pela PF como um caso de “enriquecimento ilícito”, apesar de não haver menção explícita ao crime no texto.

Segundo o documento, Fábio Luiz chegou a Foz em 22 de janeiro de 2008. O Núcleo de Inteligência Policial diz que ele teria ido à cidade em viagem de negócios. Foi acompanhado por três agentes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), como é a praxe da segurança da Presidência que protege familiares do chefe do Executivo federal. Os agentes da PF foram encarregados de apoiar o GSI; o trabalho foi registrado no relatório 7/08. O caráter confidencial do documento foi desclassificado. A referência ao relatório está exposta no site da PF numa lista de 77 documentos com sigilo revogado.

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O Núcleo de Inteligência fala de encontro entre Lulinha e o diretor-executivo de Itaipu, o brasileiro Jorge Samek. “Após uma reunião com diretores de Itaipu Binacional na data de 22 de janeiro de 2008, que se encerrou aproximadamente às 22 horas, Fábio Luiz dirigiu-se o hotel para um banho e aguardar o presidente de Itaipu Jorge Samek, o qual o acompanharia até a Argentina”, diz o relatório.

Após visita à usina de Itaipu, os dois foram jantar no país vizinho. Um agente da PF ficou de prontidão na ponte que liga os dois países. O fim da noite foi em Puerto Iguazu, no “El Quincho del Tio Querido”, restaurante que serve carnes. Segundo o documento, como eles retornaram na madrugada para o Brasil, o auxílio do agente da PF não foi necessário.

Desde o final de 2013, O GLOBO vem apurando detalhes da história. Itaipu Binacional confirmou a visita de Lulinha, mas negou que ela tenha sido de caráter comercial. Segundo a assessoria de Itaipu, Fábio Luís esteve em Foz do Iguaçu entre 21 e 23 de janeiro de 2008, e visitou a Usina Hidrelétrica de Itaipu, “a passeio, sendo recepcionado pelo diretor-geral brasileiro da Itaipu, Jorge Samek”. “Fábio fez uma visita institucional, também conhecida como visita técnica, que costuma ser mais demorada e diferente da visita turística pelo interior da usina, que tem duração de duas horas, em média. A visita foi conduzida pelo próprio Samek e passou pelas cotas 144 (condutos forçados) e 225 (topo da barragem), hall do Edifício da Produção, sala de comando central (CCR), sala de despacho de carga, catedrais, eixo de uma unidade geradora em funcionamento, estação blindada a gás hexafluoreto de enxofre (SF6), e cota 40 (antigo leito do Rio Paraná), dentre outros pontos estratégicos”. A assessoria informou que “Fábio nunca fez qualquer negócio com a Itaipu Binacional, seja direta ou indiretamente, por meio de nossos fornecedores. Portanto, inexistem contratos, convênios ou patrocínios da Itaipu com empresas de Fábio Luís Lula da Silva. Existe, sim, uma relação de amizade entre ambos (Samek e Fábio Luís)”, informou Itaipu.

Procurada pelo GLOBO, a PF disse que a resposta deveria ser buscada na delegacia de Foz do Iguaçu da própria PF. A delegacia da PF não respondeu às perguntas. O Instituto Lula não retornou até o fechamento da edição.

FRANCISCO LEALI  DE O GLOBO