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Operação do MJ prende seis e apreende materiais clandestinos em pedreira na Paraíba

Divulgação/ Polícia Civil
Divulgação/ Polícia Civil

A Secretaria de Segurança da Paraíba divulgou, nesta quarta-feira (10), o balanço final das ações realizadas no estado durante a operação ‘Brasil Integrado’, que foi realizada na sexta (5). Segundo a Seds, houve quatro prisões em flagrante, dois cumprimentos de mandados de prisão, dois veículos roubados recuperados e maconha apreendida. O trabalho aconteceu em todo o Estado, principalmente nos litorais Sul e Norte. No interior, especificamente na região de Picuí, foram realizadas fiscalizações em pedreiras clandestinas onde foram apreendidos 20 litros de óleo diesel, fertilizante e explosivo granulado.

A ação reuniu 20 policiais civis, 50 militares, 16 bombeiros, 100 policiais federais, 46 policiais rodoviários federais e agentes do Fisco. O foco do trabalho, que aconteceu em todo o Brasil, sob a coordenação do Ministério da Justiça, foi o combate ao tráfico de drogas, armas e outros crimes.

Nos 223 municípios paraibanos foram 14 bloqueios e 35 patrulhamentos com 615 pessoas abordadas e 440 veículos verificados. Para o secretário de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, Cláudio Lima, o trabalho desenvolvido no Estado representa a integração com as forças de segurança do país. “A deflagração foi simultânea e teve a participação de diversos órgãos operativos da área em todos os estados. Isso resulta na prisão de criminosos procurados e na recuperação de veículos roubados, como aconteceu na Paraíba, por exemplo, o que contribui para que a sociedade tenha mais segurança”, explicou.

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No país, a operação Brasil Integrado resultou na apreensão de cerca de três toneladas de drogas, 40 mil pés de maconha, 1.000 unidades de drogas sintéticas, dinheiro, 275 armas de fogo, 6,7 mil munições e 1.341 veículos com irregularidades, além de recuperar 62 veículos roubados ou furtados e realizar mais de 145 mil abordagens a pessoas e veículos. Também foram cumpridos 221 mandados de busca, apreensão e prisão, e foram presas 1.169 pessoas em flagrante ou em cumprimento de mandados.

Operação contou com policiais civisÓleo diesel foi apreendidoExplosivos foram apreendidosExplosivo granulado

Óleo diesel foi apreendidoDivulgação
Óleo diesel foi apreendido

Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz será cidadão honorário de Campina Grande

 

big_8b87688b200345cac86eDom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz receberá brevemente o Título de Cidadão de Campina Grande. A propositura apresentada na Câmara Municipal de Campina Grande é de autoria dos vereadores Nelson Gomes Filho e Antonio Pimentel Filho.

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O projeto visa conceder Cidadania Campinense a Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, Bispo de Campina Grande. Ele é o sétimo Bispo Diocesano de Campina Grande. Nasceu em 10 de julho de 1954, em Biritinga. Biritinga é um município do Estado da Bahia, localizado na Mesorregião do Nordeste Baiano e na Microrregião de Serrinha.

 

Dom Delson estudou Filosofia e o início da Teologia no Seminário São Francisco de Assis em Nova Veneza e concluiu os estudos teológicos no Instituto de Teologia da Universidade Católica de Salvador, na Bahia. É mestre em Ciência da Comunicação Social pela Pontifícia Universidade Salesiana de Roma e graduado em Letras pela Universidade Católica de Salvador. Foi ordenado sacerdote no dia 5 de julho de 1980 na Arquidiocese de Feira de Santana e, na mesma arquidiocese, em 24 de setembro de 2006, recebeu sua ordenação episcopal. Foi acolhido na Diocese de Caicó no dia 8 de outubro daquele ano.

 

No dia 9 de maio de 2011 foi eleito durante a 49ª Assembléia do Episcopado Brasileiro em Aparecida entre os bispos dos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, vice-presidente do Regional Nordeste dois da CNBB, mandato que terá o seu término em 2014.

 

No dia 8 de Agosto de 2012, sua santidade, o Papa Bento XVI, nomeou Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap como 7º Bispo Diocesano de Campina Grande, transferindo-o da Diocese de Caicó (RN). Dom Delson tomou posse em concelebração na Catedral Diocesana de Campina Grande no dia 29 de Setembro de 2012. A solenidade ocorreu na Catedral Diocesana de Nossa Senhora da Conceição com a presença de vários bispos e de todo o clero diocesano.

 

Atividades anteriores ao episcopado: (1981) Foi formador dos aspirantes, Vigário Paroquial e Vice Guardião em Feira de Santana; (1984) Formador do Pós-noviciado; Guardião e Vigário Provincial em Salvador; (1986-1992) Ministro Provincial; (1993) Diretor da Rádio Sociedade e Vice Pároco da Paróquia de Santo Antônio em Feira de Santana; (1995) Em Roma obteve o Mestrado em Comunicação Social, pela Pontifícia Universidade Salesiana; (1998 – 2001) Ministro Provincial de Salvador; (2002-2006) Em Roma exerceu o cargo de Definidor Geral para a América Latina junto à Cúria Geral dos Capuchinhos.

 

A Diocese de Campina Grande foi erigida a 14 de Maio de 1949, pelo Papa Pio XII, desmembrada da Arquidiocese da Paraíba, através de um documento Papal chamado Bula, com o título “Supremum Universi” do Papa Pio XII, desmembrada da Arquidiocese da

Paraíba, pertencendo ao Regional Nordeste 2 da CNBB. Está entre as cinco Dioceses da Província Eclesiástica da Paraíba: A Arquidiocese da Paraíba com sede em João Pessoa – criada em 1892; a Diocese de Cajazeiras, criada em 1914; a Diocese de Patos, criada em 1959 e a Diocese de Guarabira criada em 1980.

 

O 1º Bispo da Diocese foi Dom Frei Anselmo Pietrulla OFM, vindo da Prelazia de Santarém (PA). Ele tomou posse no dia 13 de Novembro de 1949, um dia após a instalação da Diocese e ficou até 1955, quando foi transferido para a diocese de Tubarão (SC), onde faleceu como Bispo Emérito em 25 de Maio de 1992.

 

A 19 de maio de 1956, o Papa Pio XII nomeou para a Diocese de Campina Grande seu 2º Bispo, Dom Otávio Barbosa Aguiar, antes Bispo Auxiliar de São Luís (MA), tendo ele governado até ser transferido, em 8 de Julho de 1962, para a Diocese de Palmeira dos Índios (AL), onde governou até renunciar em 29 de Março de 1978, tornando-se Bispo Emérito e residindo em Maceió (AL) até o seu falecimento ocorrido em 8 de Dezembro de 2004.

 

O Papa João XXIII nomeou Dom Manuel Pereira da Costa, antes Bispo de Nazaré da Mata (PE), que tomou posse como 3º Bispo de Campina Grande a 30 de Setembro de 1962, ficando no pastoreio até 1981, quando renunciou por motivos de saúde. Primeiro Bispo Emérito de Campina Grande viveu os últimos anos de vida no Lar da Providência em João Pessoa (PB) após um longo período de enfermidade e faleceu no dia 26 de Julho de 2006, sendo sepultado no cemitério do Senhor da Boa Sentença – João Pessoa (PB).

 

O Papa João Paulo II, aos 12 de Setembro de 1981, nomeou Dom Luís Gonzaga Fernandes, antes Bispo Auxiliar de Vitória (ES), como 4º Bispo diocesano de Campina Grande o qual tomou posse a 17 de Outubro de 1981. No dia 29 de Agosto de 2001 o Papa João Paulo II aceitou a renúncia de Dom Luís Fernandes. Após passar dois anos enfermo Dom Luís Fernandes morreu em João Pessoa (PB) no dia 4 de Abril de 2003. Seu corpo foi sepultado à frente do altar de Santa Terezinha do Menino Jesus na Igreja Catedral de Nossa Senhora da Conceição em Campina Grande (PB).

 

Em 12 de Julho de 2000, João Paulo II, nomeou como Bispo Coadjutor de nossa Diocese, Dom Matias Patrício de Macêdo que assumiu sua missão em 22 de Setembro de 2000, transferindo-o da Diocese de Cajazeiras (PB). No dia 29 de Agosto de 2001 Dom Matias foi nomeado como 5º Bispo diocesano de Campina Grande e governou a Diocese até 26 de Novembro de 2003 quando foi promovido a Arcebispo e transferido para a Arquidiocese de Natal (RN).

 

No dia 16 de Fevereiro de 2005, o Papa João Paulo II, nomeou Dom Jaime Vieira Rocha como 6º Bispo Diocesano de Campina Grande, transferindo-o da Diocese de Caicó (RN). Dom Jaime passou a exercer o seu ministério episcopal à frente do nosso governo diocesano no dia 23 de Abril de 2005.

 

No dia 21 de Dezembro de 2011, o Papa Bento XVI, o nomeou como 6º Arcebispo Metropolitano de Natal (RN) transferindo-o da Diocese de Campina Grande, Estado da Paraíba, no Brasil.

 

Assessoria

Projeto Farol do Silêncio estreia, em Dona Inês, com palestra e exposição sobre pedreira

 

pedreiraA palestra “Degradação ambiental e desertificação na Paraíba”, do biólogo Gilcean Silva Alves, e a exposição fotográfica “Dona Inês – Dona Pedreira”, de Dudé Rodrigues, iniciam o projeto Farol do Silêncio, nesta quinta-feira (16/05), na cidade de Dona Inês, no curimataú paraibano. A palestra acontece a partir das 15h, no Colégio Senador Humberto Lucena, e a exposição será aberta às 16h30, no hall da Prefeitura Municipal de Dona Inês.

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O município de Dona Inês é localizado no curimataú oriental, região de transição brejo-curimataú, que possui dois biomas: mata serrana e caatinga. A iniciativa visa trazer, através do registro fotográfico, um novo olhar para os bens naturais dessa região – que possui uma reserva ambiental e uma fauna e flora diversificadas – , provocando nos jovens da cidade e zona rural uma reflexão sobre seu universo. O projeto consiste em registrar, durante seis meses, as variações na paisagem local, compreendendo os períodos de chuva e seca, bem como suas mutações.

Através de um concurso de redação e desenho, com o tema “Minha terra, meu olhar”, serão selecionados 28 participantes de Dona Inês e dos sítios Cozinha, Brejinho, Lajedo Preto, Queimadas e comunidade quilombola Cruz da Menina. A comunidade quilombola compreende ainda os sítios Tapuio e Cruz da Menina e assentamentos rurais, entre eles, Fazenda Sítio, Tanques e Várzea Grande.

Os selecionados terão à disposição três máquinas fotográficas, distribuídas por grupos de três alunos, que farão o registro por um período de uma semana cada. Durante o período do projeto, serão realizadas oito exposições, resultado dos registros dos alunos, nas escolas do município, associações, assentamentos e campi da Universidade Federal da Paraíba (UFPB).

O projeto tem patrocínio do BNDES, Banco do Nordeste, Governo Federal, e apoio da UFPB, Fiep/Senai e Prefeitura Municipal de Dona Inês, através da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. A coordenação geral é de Francisco José Rodrigues (Dudé). Na equipe, constam ainda Mariano Ferreira da Costa e Eduardo Gomes dos Santos (coordenadores municipais) e Lúcio de Roberto de Miranda Neto (monitor).

A palestra – O biólogo Gilcean Silva Alves explicou que na Paraíba, a caatinga é o bioma predominante, bem como o mais degradado devido a determinadas práticas antrópicas. “Isso tem refletido em uma queda significativa nas condições sócio econômicas da população. Investir em ações que proporcionem uma redução na degradação ambiental é algo urgente, que deve ser feito por toda a população como forma de manutenção das cadeias alimentares e, principalmente, da melhoria da qualidade de vida da população de hoje e do amanhã”, destacou.

A exposição – É composta por 24 fotografias. Durante quatro anos, o fotógrafo Dudé Rodrigues registrou o avanço da pedreira no Lajedo da Serra, que servia como calha para coleta de água da chuva nos tanques de abastecimento da população. Hoje, a pedreira ocupa uma grande área e é localizada na parte urbana, dentro da cidade de Dona Inês. Além dos painéis com as fotografias, serão instaladas bacias com água, representando os tanques que coletavam água para abastecer a cidade.

 

 

Assessoria de Imprensa

Nomeado o novo bispo de Campina Grande, dom frei Manoel Delson Pedreira da Cruz

O Santo Padre, o papa Bento XVI, transferiu na manhã de desta quarta, 8 de agosto, o bispo de Caicó (RN), dom frei Manoel Delson Pedreira da Cruz (foto), para a diocese vacante de Campina Grande (PB).

Dom Manoel nasceu Biritinga (BA) em 1954. Estudou Filosofia e Teologia no Seminário São Francisco de Assis, em Nova Veneza (SP). Tem mestrado em Ciência da Comunicação, na Pontifícia Universidade Salesiana, em Roma, e licenciatura em letras pela Universidade Católica de Salvador (BA).

O novo bispo de Campina Grande foi ministro provincial em Salvador (1998 e 2001) e exerceu o cargo de Definidor Geral para a América Latina junto à cúria geral dos Capuchinhos (2002 a 2006).

Seu lema episcopal é “Ide aos meus irmãos” (Jo 20,17).

Redação com Ascom