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Pastor de Igreja Batista capota o carro em rodovia do Agreste na Paraíba

O capotamento de um veículo na manhã dessa quarta-feira (24) o acidente aconteceu em uma curva entre Juarez Távora e Alagoa Grande, no Agreste da Paraíba.

De acordo com as informações, o condutor nada sofreu, restando apenas danos materiais.

Nordeste 1

 

Irmã de pastor diz à polícia que viu celular da vítima na casa de Flordelis após o crime

A irmã do pastor Anderson do Carmo de Souza, assassinado na madrugada do último dia 16, revelou à Polícia Civil que viu o celular do irmão na casa onde ele morava com a esposa, a pastora Flordelis dos Santos de Souza, logo após o crime. Michele do Carmo de Souza prestou depoimento na última quarta-feira, na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, durante cerca de quatro horas. O telefone celular de Anderson ainda não foi localizado pela polícia. Nos próximos dias, a pedido do Ministério Público estadual do Rio, o Supremo Tribunal Federal (STF) vai decidir se parte da investigação que tenha relação com Flordelis, que é deputada federal, permanece com a Polícia Civil do Rio.

Michele esteve no imóvel em Pendotiba, Niterói, logo após ter sido informada do crime. A polícia já sabe que o telefone da vítima foi usado horas após o assassinato do pastor. Uma pessoa que se identificou como filho de Anderson enviou mensagens em grupos do WhatsApp de Anderson confirmando a sua morte. A DH investiga a informação de que uma das netas de Flordelis esteve na Praia de Piratininga, também em Niterói, dois dias após o crime, e arremessou um telefone no mar.

A suspeita dos investigadores é de que o aparelho seja de Anderson ou de Flávio dos Santos Rodrigues, filho biológico de Flordelis que está preso por suspeita de ter cometido o crime. O celular de Flávio também não foi localizado pela polícia.

Em entrevista concedida aos jornalistas na última semana, na Delegacia de Homicídios , o advogado contratado pela irmã do pastor afirmou que vinha causando estranheza a falta de colaboração de Flordelis e dos filhos para elucidar o crime.

– Não há uma participação efetiva deles para o esclarecimento sobre o que aconteceu. Há pontos que precisam se explicados, como o sumiço do celular do Anderson. Há informações de que o aparelho teria sido entregue a Flordelis e depois repassado para alguém – disse o advogado.

O Ministério Público estadual do Rio requisitou, na última semana, o desmembramento do inquérito da morte de Anderson em relação a partes da investigação que têm relação com Flordelis. O pedido foi aceito pela 3ª Vara Criminal de Niterói. Na última sexta-feira, o MP encaminhou ao STF cópia das partes do inquérito que tenham conexão com a deputada, solicitando que o tribunal defina de quem é a competência para a investigação.

No ano passado, o STF decidiu que deputados federais e senadores só possuem foro por prerrogativa de função em crimes cometidos no exercício do cargo e em razão das funções a ele relacionadas. Na última semana, o ministro Celso de Mello, do STF, sem citar nomes, fez referências à investigação da morte de Anderson. Ele afirmou que a Polícia Civil de “determinado estado” informou estar investigando “determinado membro do Congresso Nacional”.

– Ora, ainda que aquele delito de homicídio nada tenha a ver com o desempenho da função parlamentar, a mim me parece que aí sim está sendo usurpada a competência penal originária do Supremo Tribunal Federal, pois cabe ao Supremo Tribunal Federal, que em regra é o juiz natural dos congressistas, nos ilícitos penais, dizer se afinal há ou não há conexão daquele delito com a função congressual. E, em não havendo, é claro, determinar-se-á o deslocamento, a declinação da competência para o juízo de primeiro grau – disse Celso.

Após a manifestação de Celso de Mello, o MP estadual do Rio decdiu encaminhar cópia do inquérito ao STF. O tribunal deve decidir nos próximos dias sobre o pedido.

Nessa quarta-feira, a defesa de Flávio, filho de Flordelis, recorreu ao STF para ter acesso ao inquérito sobre a morte do pastor. Os advogados alegam que não conseguem ter acesso à investigação na DH de Niterói e São Gonçalo. O processo tem como relator o ministro Roberto Barroso. Além de Flávio, Lucar Cézar dos Santos, filho adotivo da deputada e do pastor, também está preso por suspeita de participar do crime.

EXTRA

 

 

Filho da deputada Flordelis e de pastor morto no Rio é preso em enterro

Agentes da Divisão de Homicídios de Niterói prenderam, no início da tarde desta segunda-feira (17), um dos filhos da deputada Flordelis e do pastor Anderson do Carmo Souza, morto na madrugada deste domingo (16), quando chegava em casa. O corpo do pastor tinha 30 marcas de tiros.

Segundo a polícia, o filho da deputada tinha um mandado de prisão em aberto por violência doméstica. A identidade dele ainda não foi divulgada.

O rapaz foi preso durante o enterro de Anderson no cemitério Memorial Parque Nycteroy, em São Gonçalo, Região Metropolitana do Rio, no início da tarde. A deputada Flordelis e o pastor têm 55 filhos, a maioria adotados.

Marido da deputada federal Flordelis (PSD) é enterrado

Marido da deputada federal Flordelis (PSD) é enterrado

Investigação da morte do pastor

No fim da manhã desta segunda, o governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel disse que uma das suspeitas para o crime é que um dos filhos adotivos do casal tenha cometido o crime.

“O secretário da Polícia Civil esteve comigo e me disse que havia a suspeita de que um dos filhos adotados, formal ou informalmente, teria praticado o crime. Agora está nessa linha de investigação. Nós entendemos que é um fato lamentável, e espero que tudo seja resolvido rapidamente. Estou acompanhando as investigações”, emendou.

No enterro do corpo do pastor, Flordelis rechaçou a hipótese de que um de seus filhos adotivos seja o autor do crime. “Isso é ridículo, acusar alguém sem provas”, garantiu a parlamentar.

Durante a perícia realizada na residência do casal, a Delegacia de Homicídios de Niterói colheu material dos cães da casa da deputada e enviou o material para exame toxicológico.

O objetivo do exame – cujo resultado deve ser concluído nesta terça-feira (18) – é determinar se os cães foram dopados, uma vez que os animais não reagiram à presença do responsável ou responsáveis pelo homicídio.

Diante da ausência de reação dos animais, a polícia começou a trabalhar com a possibilidade do crime ter sido praticado por alguém conhecido ou próximo à família.

Os policiais também analisaram imagens das câmeras de segurança da vizinhança para saber quantas pessoas participaram do crime. Sabe-se, porém, que o assassinato foi cometido com pistola nove milímetros – todos os disparos feitos contra Anderson eram desse calibre.

Flordelis e o marido, pastor Anderson Carmo — Foto: Reprodução/ Facebook

Flordelis e o marido, pastor Anderson Carmo — Foto: Reprodução/ Facebook

O pastor trocava de roupa em um closet que fica ao lado da garagem da casa no momento do crime.

Diante da quantidade de tiros – a vítima foi atingida por pelo menos vários disparos -, a hipótese de latrocínio já é quase que totalmente descartada.

Ao longo desta segunda-feira, policiais deverão tomar o depoimento de outros integrantes da família e outras de testemunhas.

G1

 

Pastor paraibano é um dos mortos em desabamento no RJ; solanense continua desaparecida junto com a família

O pastor evangélico paraibano Cláudio Rodrigues, de 40 anos, é um dos mortos confirmados após o desabamento de dois edifícios na comunidade Muzema, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, ocorrido na manhã desta sexta-feira (12). A confirmação da morte do religioso ao Portal Correio foi feita pela jornalista Leila Oliveira, tia da vítima.

De acordo com a jornalista, Cláudio, que morava no terceiro andar de um dos prédios, ainda foi socorrido com vida, mas sofreu quatro paradas cardíacas e faleceu no hospital. A esposa dele, Adilma Rodrigues, de 35 anos, segue internada em estado grave. Conforme Leila, ela teve fratura de bacia ao ser atingida por uma viga e já passou por uma cirurgia. A filha do casal, de 10 anos, sofreu fratura em uma das pernas, mas já recebeu alta hospitalar e está abrigada na casa dos avôs.

“Eles moravam no prédio há apenas uma semana. A família saiu de outro edifício que alagava quando chovia, na mesma comunidade”, contou Leila Oliveira.

Cláudio era natural da cidade de Serra Branca, no Cariri paraibano, a 230 km de João Pessoa, e se mudou com os pais para o Rio de Janeiro na década de 1980.

Desaparecidos

Membros de outras famílias paraibanas seguiam desaparecidos até a noite desta sexta-feira:

Família de quatro pessoas

Conforme Jandir Silva, estão desaparecidos o irmão dele, Jeferson da Silva Trajano, a esposa de Jeferson, Carla Batista, e os dois filhos do casal, crianças de quatro e seis anos. Eles são da cidade de Cacimba de Dentro, a 170 km de João Pessoa. Apenas Carla é natural de Solânea, a 130 km da capital paraibana. As informações foram passadas ao programa Correio Debate, da Rede Correio Sat.

Jandir explicou que a última vez que manteve contato com o irmão foi na noite dessa quinta (11). Eles têm restaurantes no Rio de Janeiro, cidade para onde Jandir foi morar há cerca de três meses e onde o irmão já mora desde a adolescência.

“Ele estava dormindo no restaurante porque esse prédio onde ele mora teve problemas por causa das chuvas aqui no Rio. Só que ontem [quinta], ele acabou voltando para o apartamento, sem dizer o motivo”, explicou. Segundo Jandir, a família mora no térreo de um dos prédios que desabou.

Mãe e filho

Verônica Pereira informou ao Portal Correio na tarde desta sexta-feira (12) que a irmã dela, Flávia Pereira, e o filho de Flávia, de três anos, estão desaparecidos após o desabamento. A família é da cidade de Riachão do Poço, a 44 km de João Pessoa.

Verônica está em Riachão do Poço. Ela explicou que Flávia estava em casa na hora do desabamento, enquanto o marido saiu para trabalhar. Segundo Verônica, mais quatro irmãos acompanham as buscas do Corpo de Bombeiros no local

Trabalhos de resgate

Subiu para cinco o número de mortos na tragédia. Mais dois corpos foram localizados pelos bombeiros, no início da noite desta sexta-feira, onde dois prédios desabaram.

Por volta das 19h, os militares também encontraram uma criança com vida entre os escombros. Com a ajuda de holofotes, os socorristas trabalham no resgate.

O trabalho não tem previsão para terminar, já que ao menos 10 pessoas continuam desaparecidas. Outros 10 feridos foram levados a hospitais da região ao longo do dia.

*Com informações do R7

 

 

Alvo de operação da PF, pastor Malafaia diz que não é bandido

J.F. Diorio/Estadão Conteúdo
J.F. Diorio/Estadão Conteúdo

O pastor Silas Malafaia, da Igreja Assembleia de Deus Vitória em Cristo, chegou à sede da superintendência da Polícia Federal, em São Paulo, para depor, por volta das 16h de hoje (16). Ele é um dos alvos da Operação Timóteo, deflagrada hoje pela PF, que investiga irregularidades em cobranças de royalties da exploração mineral.

Malafaia foi levado coercitivamente para depor. Antes de prestar o depoimento, conversou com jornalistas na porta da superintendência e disse que se apresentou espontaneamente.

O pastor diz ser inocente. Exaltado, confirmou ter recebido um cheque no valor de R$ 100 mil de um amigo, que também é pastor, depositado diretamente em sua conta bancária. Ele disse que o valor era uma “oferta” por ter orado por uma pessoa, em 2011, que agora, descobriu fazer parte do esquema criminoso. O valor, segundo ele, foi declarado no Imposto de Renda.

“Em 2013, eu recebi em meu escritório o pastor Michael Abud, meu amigo há mais de 20 anos, sobre um membro da igreja dele, que é empresário, para me dar uma oferta pessoal. Ele me deu uma oferta de R$ 100 mil depositado na minha conta, declarado no Imposto de Renda”, disse.

Ao ser indagado sobre o depósito ter sido em sua conta pessoal, e não na da Igreja, Malafaia respondeu que “é muito fácil” fazer essa diferenciação. “Recebo oferta, como vários pastores. Eu fui na igreja desse pastor Abud, que é meu amigo, em 2011. ‘Ore aqui por um empresário que está envolvido em negócios’. Eu orei por ele. Em 2013, o Michael Abud me liga e diz: ‘Silas, sabe aquele empresário por quem você orou? Ele quer fazer uma oferta pessoal. Eu não recebi oferta só de R$ 100 mil não. Recebo ofertas até maiores e declaro no Imposto de Renda. Não tem nada escondido, não tem nada oculto. A diferença é que as pessoas dão oferta ou para o pastor ou para a instituição. Muito mais na instituição do que para o pastor”, disse.

O pastor disse que recebe cheques de altos valores para a igreja e, também, pessoalmente. Valores, de acordo com ele, muitas vezes superior a R$ 100 mil, chegando a R$ 5 milhões.

Malafaia reclamou de ter sido convocado para prestar esclarecimentos hoje. “Não sou bandido, não estou envolvido com corrupção, não sou ladrão. Estou indignado. Que Estado de Direito é esse? Sabe o porquê disso? Porque, há dez dias atrás, eu falei que sou a favor de uma justiça independente, forte, mas não absoluta. Retaliação, é isso? Querem aparecer em cima de mim?”, falou em tom alto. “Essa é uma tentativa de denegrir, e tem interesses pessoais, porque eu me posiciono, porque eu me coloco. Isso é uma safadeza, uma molecagem. Estou desafiando a provar que estou envolvido com esses canalhas. Metam eles na cadeia”, disse.

Segundo ele, é impossível saber se as pessoas que depositam dinheiro ou fazem doações são criminosos. “Amanhã, um vagabundo qualquer, um bandido qualquer, um traficante qualquer, um canalha qualquer deposita um cheque na minha ou qualquer igreja. E o cara é descoberto. Quer dizer que o pastor é bandido?.”

Twitter

Sobre o fato de, há alguns meses, ter se posicionado no Twitter a favor das conduções coercitivas, principalmente no caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o pastor Malafaia disse que agora é diferente. “Acho engraçado os esquerdopatas. Quando o Lula foi levado coercitivamente, eu botei no Twitter. Tem que levar. Agora, são quantas denúncias contra o Lula? Essa cambada de corrupto e de PT quer me comparar com isso? É uma afronta. Quem está me denunciando? Quem é que foi preso e disse que eu recebia dinheiro? Querem comparar? Tem que ter lógica, gente”, afirmou.

Operação Timotéo

A Polícia Federal deflagrou hoje a Operação Timóteo, com ações em 11 estados e no Distrito Federal. Estão sendo realizadas buscas e apreensões em 52 endereços relacionados a uma organização criminosa investigada por esquema de corrupção em cobranças judiciais de royalties da exploração mineral.

“Entre uns dos investigados por esse apoio na lavagem do dinheiro está uma liderança religiosa, que recebeu valores do principal escritório de advocacia responsável pelo esquema. A suspeita a ser esclarecida pelos policiais é se esse líder religioso pode ter ‘emprestado’ contas correntes de uma instituição religiosa sob sua influência, com a intenção de ocultar a origem ilícita dos valores”, informou a corporação.

Uol

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Pastor da Igreja Batista de Serra da Raíz e Duas Estradas sofre acidente com a família próximo a Curral de Cima

acidenteO pastor da Igreja Batista Missionária de Serra da Raíz e Duas Estradas, Messias, sofreu um acidente na tarde desta segunda-feira (28) próximo a cidade de Curral de Cima.
Segundo informações, o pastor voltava de João Pessoa com sua esposa e duas crianças, um menino e uma menina quando teria perdido o controle do carro e saído  da pista (não se sabe ainda o que levou a isso). As duas crianças passam bem, o pastor teve escoriações pelo corpo e a esposa foi socorrida com dores abdominais, todos foram encaminhados para o Hospital de Traumas na capital.
blogdofelipesilva

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Pais descobrem em desenhos que filha era abusada por pastor, diz polícia

Vários desenhos feitos por uma menina de 5 anos ajudaram os pais a identificar que a filha havia sofrido violência sexual. As figuras foram encontradas nos pertences da criança, que mora em Montes Claros (MG). Segundo a Polícia Civil, os abusos foram cometidos dentro de uma igreja pelo pastor secundário, que dava aulas de inglês para a garota. João da Silva, de 54 anos, foi preso e apresentado em uma coletiva de imprensa nesta sexta-feira (14).

“Assim que os pais tomaram conhecimento dos fatos através da criança, eles procuraram por uma psicóloga particular. Ela orientou que eles procurassem nas coisas dela se havia algum indício ou vestígio. A menina gostava muito de desenhar, e os pais encontraram vários desenhos que ilustravam o abuso sexual”, disse a delegada Karine Maia.

Segundo o advogado, o cliente disse ser inocente, e, baseado nisso, aguardará a conclusão do inquérito para trabalhar a linha de defesa.

A delegada também diz que na maioria das imagens há duas pessoas, uma rindo e a outra chorando. Em um dos desenhos há uma pessoa com o pênis ereto, imagem comumente feita por crianças que sofrem abusos.

Um dos desenhos que os pais encontraram nos pertecences da menina (Foto: Michelly Oda/G1)Um dos desenhos que os pais encontraram nos pertecences da menina (Foto: Michelly Oda/G1)

Investigação
De acordo com as investigações, a criança começou a fazer as aulas em julho de 2015 e parou. Os pais insistiam para que ela voltasse, mas a menina afirmou que não queria retornar porque “o tio João fazia bobagens com ela”.

Ainda segundo a polícia, o casal procurou por uma psicóloga e pelo pastor responsável pela igreja, que conversou com João da Silva e obteve a confissão dele. O homem, que tem formação em Letras, foi expulso e perdeu a função de pastor secundário.

“Ela contou detalhes, dizendo que ele tirava a roupa dela e a colocava dentro de um berço, já que a sala era um berçário, e tirava a roupa dela, tocava nas partes íntimas dela e fazia sexo oral”, afirma a delegada. A criança contou ainda que João da Silva trancava a porta da sala.

João da Silva era pastor na igreja onde os abusos ocorreram (Foto: Michelly Oda/G1)João da Silva era pastor na igreja onde os abusos ocorreram (Foto: Michelly Oda/G1)

Antes da prisão ser expedida, o advogado de João da Silva chegou a ir na delegacia. A Policia Civil foi informada de que ele morava com uma irmã, mas os policiais estiveram no local por várias vezes e não o encontraram.

A mulher fez uma declaração de próprio punho de que o homem nunca havia residido no local. Esse também foi um dos motivos que levaram a polícia a pedir a prisão temporária dele. O investigado foi encontrado no imóvel onde outra irmã dele mora.

“Para o pai da criança e para o pastor principal, ele confessou o crime e mostrou arrependimento, mas na delegacia, provavelmente orientado pelo advogado, mudou a versão e disse que não fez nada e que confessou porque estava pressionado. Para a Polícia Civil, ele não confessou e não demonstrou arrependimento”, disse a delegada Karine Maia.

Sinais de algo errado
Ainda segundo as investigações, para tentar intimidar a menina, João afirmava que sabia onde ela morava e estudava. Após acompanhamento psicológico, os pais perceberam que ela apresentava alguns sinais de que algo errado estava acontecendo.

Outro desenho feito pela menina de cinco anos (Foto: Michelly Oda/G1)Outro desenho feito pela menina de cinco anos que sofreu abuso (Foto: Michelly Oda/G1)

“Depois que o caso veio à tona, a criança passou a ficar muito doente. Após os pais tomarem conhecimento, observaram que ela estava arredia, principalmente com a figura masculina, estava tendo dificuldades, inclusive, de ficar sozinha com o próprio pai em casa. É importante que os pais monitorem, prestem atenção nos sinais que as crianças dão”, diz a delegada.

Karine Maia afirma que a Delegacia de Mulheres conta com uma estrutura especializada para atender casos de abuso sexual. No caso de crianças, elas são primeiramente atendidas por uma psicóloga em um espaço lúdico.

“O pai da criança procurou a delegacia denunciando e isso realmente é louvável, porque apenas 10% das vítimas de violência sexual denunciam. A denúncia é uma forma de evitar que o abusador continue cometendo crimes”, destaca.

Delegada Karine Maia e o delegado Regional Juradnr Rodrigues (Foto: Michelly Oda/G1)Delegada Karine Maia e o delegado Regional Jurandir
Rodrigues (Foto: Michelly Oda/G1)

Como a menina ainda está muito fragilizada, não foi possível que ela fosse entrevistada pela psicóloga da Polícia Civil. Por isso também, a delegada diz que não sabe se irá pedir o exame de corpo de delito neste caso.

“O abuso sexual nem sempre deixa vestígios físicos, por isso existe a psicóloga na delegacia, para fazer a análise psicológica dessa criança. Muitas vezes o abusador, sabendo que se houver penetração vai deixar um vestígio evidente, ele pratica outros atos libidinosos. É importante denunciar, porque temos outras formas de provar”, ressalta Karine Maia.

O advogado do suspeito, Pedro Barnabé Carlos, diz que não concorda com a prisão do cliente, pois não existem elementos que comprovem o crime. “Não concordo porque ele esteve sempre na cidade, conforme foi reivindicado pela própria delegada. Ela solicitou que se ele fosse sair da cidade, avisasse, mas não foi impedido de transitar”, explica.

Desdobramentos da investigação
A partir da decretação da prisão temporária de João da Silva, a Polícia Civil irá ouvir outras pessoas e investigar se mais crianças foram vítimas. A polícia quer ainda levantar outras informações sobre o homem, que morava em Aracaju (SE), é separado e tem dois filhos. Ele já atuava como pastor e está em Montes Claros há seis anos.

Quem quiser denunciar pode procurar pela Delegacia de Mulheres na Rua Pires e Albuquerque, 356, no Centro, ou ligar no 181 ou 190.

G1

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Pastor suspeito de abusar de menores se ajoelhava e pedia perdão após sexo

Bayeux Jovem
Bayeux Jovem

Um pastor da igreja evangélica Assembleia de Deus da cidade de Bayeux, na Região Metropolitana de João Pessoa, foi preso nesta quarta-feira (5) suspeito de abusar sexualmente de menores do templo religioso que coordenava. Após o ato sexual, segundo divulgado pelo Polícia Civil, o pastor se ajoelhava e pedia perdão a Deus.

A prisão do pastor ocorreu sob força de um mandado expedido pela 1ª Vara da Comarca de Bayeux. De acordo com a Polícia Civil, o que mais chamou a atenção durante as investigações foi o fato da conivência por parte dos membros da comunidade religiosa com as práticas do pastor.

Ainda conforme a PC, um dos menores relatou que, após o ato sexual, o pastor se ajoelhava e a rezava para que fosse perdoado.

O suspeito foi levado para a sede da 5ª Delegacia de Bayeux, mas será transferido para a Central de Polícia Civil da Capital. Os menores abusados são acompanhados pelo Conselho Tutelar da cidade.

portalcorreio

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Couto recomenda autocrítica a Dom Aldo e diz que ele foi só gestor e não pastor

luiz coutoO deputado federal Luiz Couto (PT-PB) falou sobre vários temas em entrevista concedida ao programa Primeiro Plano, da TV Manaíra, em João Pessoa. Um dos que chamou mais a atenção foi o conselho que deu ao agora arcebispo emérito da Paraíba, Dom Aldo di Cillo Pagotto. Ao ser questionado sobre a proibição feita por ele quanto à participação de padres na política, Couto respondeu: “Dom Aldo usava o ´faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço´. Ele estava sempre apoiando candidaturas e eu fui vítima da perseguição dele aqui. Espero que possa aproveitar esse momento em que vai para sua congregação para fazer uma autocrítica e perceba que não foi um pastor. Foi um gestor. Não precisamos na igreja de gestores, mas de pastores que cuidem do rebanho. É isso que o Papa Francisco coloca. Não cuidou da evangelização, das pastorais e ficou muito agregado à questão econômica, do patrimônio. E essa não é a obrigação da igreja, que deve levar a Boa Nova a todas as criaturas. Na minha vida, não misturo as questões de padre com as de político. A eucaristia, a oração, a palavra de Deus são alimentos que me fortalecem. E a luta como parlamentar é para combater a corrupção, a violência e a impunidade”.
Couto ainda abordou a pré-candidatura do professor Charliton Machado a prefeito de João Pessoa e disse que ela é importante, dentre outros motivos, pela necessidade de mostrar à população o que os governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff fizeram pelo povo brasileiro e paraibano e para eleger uma bancada de vereadores que represente a defesa de políticas públicas enaltecidas pelo Partido dos Trabalhadores na educação, saúde, infraestrutura, cultura e geração de emprego, etc. “Não podemos ficar parados diante desse governo golpista, usurpador e contrário à vontade de 54 milhões de eleitores, que sofreram um golpe e esse golpe não pode continuar”.
O parlamentar, como já havia feito em instâncias partidárias e publicamente, admitiu que o PT cometeu erros. Entre eles citou o fato de não ter realizado reformas como a política e a tributária, além da falta de diálogo profundo com a população. Na relação, Couto citou ainda que o partido deveria ter promovido uma formação política eficaz com seus filiados: “Ao contrário dos anarquistas, que dizem: ´Se há governo, sou contra´, o PT abrigou, durante seus bons momentos, os oportunistas, que dizem: ´Se há governo, estou dentro´. É por isso que defendo uma revisão dos filiados para ver quem, de fato, é militante”.
Dilma volta?
O deputado federal afirmou sua crença no retorno da presidente Dilma Rousseff ao cargo. “O Ministério Público Federal já disse que não houve pedaladas [fiscais]. O que houve foi uma invenção financiada pelo capital internacional para dar um golpe que começou em 2005 com Lula. Acredito que Dilma vai retornar para fazer o que deveria ter feito. Temos que ter um governo que possa gerar empregos, distribuir renda e continuar investindo na educação e na saúde, impedindo o avanço desse governo golpista. O trabalho está sendo feito em silêncio para convencer os senadores porque o atual governo, quando sabe que tem um indeciso, opera. E já ofereceu até Furnas como prêmio para um parlamentar”, disse, numa referência indireta a Romário (PSB), que conseguiu nomear um diretor da estatal numa articulação que a imprensa tratou como barganha com o presidente Michel Temer.
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Jovem é preso suspeito de participar de morte de pastor em Pilões

pastorUm jovem de 21 anos foi preso na madrugada desta quinta-feira (4) suspeito de participar do assassinato do pastor José Carlos na cidade de Pilões, no Brejo da Paraíba, no dia 19 de junho de 2014. De acordo com o delegado seccional de Guarabira, Wallber Virgolino, ele estava escondido no Rio de Janeiro desde a época do crime, mas voltou para a Paraíba nos últimos dias e o mandado de prisão que estava em aberto contra ele foi cumprido.

Ainda segundo Virgulino, os outros três suspeitos de participarem do crime já foram presos e este era o único mandado de prisão que ainda estava pendente.

O corpo de José Carlos foi encontrado no ano passado na cachoeira do Ouricuri, ponto turístico do Brejo. Segundo a polícia, o religioso foi morto a tiros e foi levado até o local, no próprio carro, por quatro homens que o pegaram na saída de casa, em João Pessoa. Após o assassinato, os criminosos fugiram levando o veículo.

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O carro de José Carlos foi encontrado carbonizado na cidade de Araçagi. A perícia esteve no local e examinou o veículo e o terreno ao redor. O pastor foi enterrado no cemitério da cidade de Cabedelo, na Grande João Pessoa, onde fica a igreja onde ele pregava.

G1 Paraíba