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Deputado Chió entrega relatório e parlamentares repercutem Missão China na Assembleia

Na manhã desta quarta-feira, 07 de Agosto, o deputado estadual Chió (REDE) entregou ao presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (PSB) um relatório contendo resultados e encaminhamentos da missão paraibana que viajou à China, no início de Julho, em busca de investimentos para Paraíba.

O parlamentar integrou a delegação paraibana que cumpriu um protocolo com investidores chineses, a fim de atrair para o Estado, a construção de um estaleiro de reparos navais no litoral norte paraibano.

“Tenho compromisso com a transparência, por isso produzimos um relatório contendo toda agenda da missão, bem como, resultados e encaminhamentos que possam pautar debates e discussões nas frentes parlamentares e comissões da Casa, permitindo ao Poder Legislativo contribuir de forma ainda mais efetiva, a partir de todo um arcabouço legal”, relatou Chió.

Deputados valorizaram representação da Assembleia na Missão

Vários parlamentares aproveitaram o grande expediente para destacar a participação do Poder Legislativo na missão, a exemplo do deputado Jeová Campos (PSB). “Precisamos compreender como a China pauta transformações tão profundas na área de ciência e tecnologia. Missões dessa natureza engrandecem muito essa Casa. Parabenizo o deputado Chió e o Estado pela linguagem mais aprofundada com os Chineses”, destacou Jeová.

O deputado Inácio Falcão (PcdoB) manifestou satisfação com relação a finalidade da missão. “Parabenizo o deputado Chió, a vice-governadora Lígia, a toda equipe do Governo do Estado por realmente fazer a política como deve ser feita, procurando para a Paraíba emprego e renda, através da magnitude desses investimentos”, ponderou.

O parlamentar Anderson Monteiro (PCS), fez questão de reconhecer a funcionalidade da missão. “Como deputado de oposição, na hora de criticar a gente critica, na hora de elogiar, a agente elogia, e a missão, sobretudo, pela importância da China hoje na economia mundial foi importantíssima. Parabéns ao deputado Chió por representar o Poder Legislativo, torço para que essa missão traga bons frutos”, avaliou Anderson Monteiro.

Para o deputado Wilson Filho (PTB) o mandato parlamentar do Deputado Chió representou bem a Assembleia Legislativa. “A China tem mais de trezentas zonas francas, o Brasil só tem uma e nós apresentamos a proposta da criação da segunda zona franca brasileira no semiárido nordestino. Só esse dado justifica porque a China cresce tanto e se destaca no mundo inteiro. Temos muito a crescer construindo relações com a China”, enfatizou.

A deputada Pollyana Dutra (PSB) destacou a importância de um deputado da Frente Parlamentar do Semiárido ter feito parte da missão. “Vamos trabalhar, através da frente parlamentar, para que essa diplomacia fortalecida com a China seja interiorizada. O nosso semiárido tem muitos produtos, muito valor a agregar para China e Europa. Essa presença nos enche de esperança, sobretudo, para que os investimentos que cheguem à Paraíba beneficiem todas as regiões”, ressaltou.

Já a deputada Cida Ramos (PSB) valorizou o esforço do Estado e da Assembleia em operacionalizar a missão. “Saúdo o Governo do Estado e o deputado Chió, pois a missão foi extremamente positiva e vai redundar em grandes ganhos para Paraíba em todas as áreas. A China é uma potencia comercial e financeira, e tem muito a contribuir com o Brasil e com a nossa Paraíba. Demos um passo fundamental”, avaliou a parlamentar.

O deputado Lindolfo Pires (PODEMOS) reforçou a importância do Poder Legislativo continuar acompanhando e ajudando a construir as oportunidades que a Paraíba precisa. “O deputado Chió teve a chance de participar de uma missão que vai trazer excelentes dividendos para a Paraíba. Estamos tratando do maior investimento que pode ser feito, de uma única vez em nosso estado. Todos os navios do Atlântico Sul que precisarem de reparos deverão vir ao nosso estado, o que vai gerar emprego, renda e elevar o nome da Paraíba em todo o mundo”, finalizou o parlamentar.

Todos os deputados da Casa, segundo o deputado Chió, receberão cópia do relatório entregue ao presidente Adriano Galdino, em seus gabinetes.

 

– Foto – Nyl Pereira

Fonte: Ascom Deputado Estadual Chió (REDE)

 

 

PEC que visa reduzir o número de parlamentares no Brasil causa divergências entre parlamentares paraibanos

Proposta em análise na Câmara dos Deputados altera a Constituição Federal para reduzir o número total de senadores e de deputados federais e estaduais nas respectivas casas legislativas. Tal medida vem causando divergências entre alguns parlamentares paraibanos enquanto o ex-deputado federal e atual parlamentar estadual Wilson Filho-PTB observa que o estado pode perder cerca de R$ 2,3 bilhões em recursos, o deputado federal Pedro Cunha Lima- PSDB se mostra favorável a proposta.

Dados ainda iniciais mostram que a PEC se aprovada vai gerar uma redução de aproximadamente 23,19% do número de parlamentares federais; de 33,33% de senadores da República, e, 24% de deputados estaduais e distritais.

Segundo Wilson, a economia dessa redução de parlamentares pode causar perdas para a Paraíba via na ordem de R$ 2,3 bilhões referentes a emendas parlamentares destinados ao Governo do Estado e aos municípios. “Essa análise é complicada se tomarmos por base a Paraíba. Com a aprovação da PEC o Estado perderia cerca de três cadeiras na Câmara dos Deputados e perderíamos espaços importantes, sem falar dos recursos. Por isso é preciso observar bem o que a PEC pode causar. Um estado pobre como a Paraíba não pode se dar ao luxo de perder representatividade no Congresso Nacional”, disse.

Enquanto isso o parlamentar tucano, diz ser necessário os gastos com parlamentares. E isso não pode mais ser apenas um discurso. A título comparativo, vale mencionar o exemplo dos Estados Unidos da América, em que os 435 membros da Câmara dos Representantes, órgão equivalente à nossa Câmara dos Deputados, representam uma população de pouco menos de 327 milhões de habitantes”, afirmou.

 

 

pbagora

 

 

Decreto bloqueia R$ 5,8 bi em Educação, R$ 5,1 bi na Defesa e R$ 2,9 bi em emendas parlamentares

O governo publicou nesta sexta-feira (29), em edição extraordinária do “Diário Oficial da União”, o decreto de programação orçamentária com o detalhamento do bloqueio de mais de R$ 29 bilhões em gastos no Orçamento de 2019.

O bloqueio é um congelamento de uma parcela das verbas do Orçamento Federal com o objetivo de tentar cumprir a meta de déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar juros da dívida pública) de até R$ 139 bilhões para este ano. Para desbloquear esses recursos até o fim do ano, o governo depende do ingresso de receitas adicionais.

Em valores absolutos, de acordo com o decreto, as áreas que sofreram maior bloqueio foram Educação (R$ 5,83 bilhões) e Defesa (R$ 5,1 bilhões). As emendas parlamentares (recursos que deputados e senadores indicam para investimento em obras e serviços nos estados e municípios) sofreram bloqueio de R$ 2,95 bilhões.

Em termos percentuais, o maior bloqueio aconteceu no Ministério de Minas e Energia (79,5% do total), seguido pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (41,97%), Infraestrutura (39,46%), Defesa (38,61%), Turismo (37,12%), Desenvolvimento Regional (32,37%). Os menores contingenciamentos foram nas áreas de Saúde (2,98%), na Controladoria-Geral da União (13,63%) e no Ministério das Relações Exteriores (19,97%).

Emendas parlamentares

O Ministério da Economia informou que, do montante total do bloqueio, R$ 1,965 bilhão refere-se às emendas individuais e R$ 990 milhões às emendas de bancadas estaduais de execução obrigatória.

De acordo com o governo, o bloqueio foi equivalente a 21,63% do montante das respectivas emendas, “uma vez que esse foi o percentual da limitação global das despesas primárias discricionárias sujeitas a essa limitação”.

Nesta semana, a Câmara dos Deputados aprovou uma proposta de emenda constitucional (PEC) que engessa ainda mais o orçamento da União, o que, em tese, obrigaria o governo a executar as emendas dos parlamentares. A medida, porém, passaria a vigorar somente de 2020 em diante.

A PEC já passou pela Câmara dos Deputados em dois turnos. Para entrar em vigor, ainda precisa ser aprovada, também em dois turnos, pelo Senado Federal e depois sancionada pelo presidente da República.

Custeio e investimentos

O bloqueio no orçamento anunciado pelo governo nesta sexta-feira (22) fará com que a verba para custeio e investimentos seja a menor desde 2008,quando começou a série história do Tesouro Nacional – o que pode comprometer a prestação de serviços públicos.

G1 

 

 

Acusações criminais contra parlamentares cresceram 68%; paraibanos são citados

Levantamento exclusivo da Revista Congresso em Foco mostra que, entre 2015 e 2017, cresceu o número de inquéritos e ações penais contra senadores e deputados tramitando no Supremo Tribunal Federal (STF). O total de investigações do gênero passou de 274 para 404 (aumento de 67,82%) desde agosto de 2015, quando foram publicados os números referentes àquele período na 18ª edição da revista. Na matéria são citados os processos contra os deputados paraibanos: Rômulo Gouveia (PSD-PB), o quarto-secretário da Mesa; Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), líder do governo na Câmara e Benjamim Maranhão (SD), com suas respectivas defesas.

Já o número total de acusados cresceu 45% de dois anos para cá. Naquele ano, quando uma nova legislatura estava no início, eram 164 os parlamentares investigados no Supremo. O total saltou para 238 neste último levantamento realizado pela reportagem, com dados atualizados em 22 de junho.

A atualização da situação criminal dos parlamentares no Supremo é um dos principais assuntos da nova edição da Revista Congresso em Foco. A segunda reportagem, publicada na última sexta-feira (21), mostrou que o Senado bateu recorde de integrantes investigados na Corte.

Na Câmara, o aumento de enrolados na Justiça aumentou 40% em relação àquele ano, que era de 135 deputados. Agora, mais de um terço dos integrantes da Casa deve explicações ao Supremo. São 190 deputados às voltas com inquéritos ou ações penais no STF. Entre eles há um “Clube dos 13”, grupo de deputados que acumula mais de 100 acusações criminais.

A cúpula da Câmara também está sob suspeita de ter cometido algum tipo de ato ilícito. Na Mesa Diretora da Casa, o presidente da instituição, Rodrigo Maia (DEM-RJ), o quarto-secretário, Rômulo Gouveia (PSD-PB), e o segundo suplente, César Halum (PRB-TO), respondem a algum procedimento criminal no STF.

Maia responde a dois inquéritos, por corrupção e lavagem de dinheiro. Ambos fazem parte das investigações da Operação Lava Jato e envolvem também seu pai, o ex-prefeito do Rio de Janeiro César Maia. Em um dos inquéritos, eles são suspeitos de receber repasses ilícitos da Odebrecht. No outro, respondem com os senadores Renan Calheiros (PMDB-AL), Romero Jucá (PMDB-RR) e o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), por indícios de que receberam vantagens indevidas em troca da aprovação de três medidas provisórias de interesse da empreiteira.

Já o deputado Rômulo é investigado em um inquérito e se tornou réu em ação penal por crimes contra a Lei de Licitações. Por sua vez, César Halum é alvo de inquérito na Suprema Corte por peculato, falsidade ideológica e corrupção passiva.

Algumas das principais lideranças também estão sob investigação. Entre eles os líderes do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e no Congresso, André Moura (PSC-SE). Na mesma situação estão os líderes da oposição na Câmara, José Guimarães (PT-CE), e no Senado, Humberto Costa (PT-PE).

Processos contra paraibanos: Aguinaldo Ribeiro (PP): Líder do governo na Câmara, responde ao inquérito 3989 por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e quadrilha, na Operação Lava Jato. De acordo com o doleiro Alberto Youssef, Aguinaldo se beneficiava de pagamento mensal de propina feito ao PP, a partir de desvios em contratos da Petrobras.

Benjamin Maranhão (SD): Réu na ação penal 676, por formação de quadrilha e crimes contra a Lei de Licitações. Os crimes imputados ao deputado estão relacionados à Operação Sanguessuga, que desarticulou um esquema de superfaturamento na compra de ambulâncias em 2006.

Rômulo Gouveia (PSD): Alvo do inquérito 3736 e réu da ação penal 952, por crimes contra a Lei de Licitações. O deputado é acusado de ter dispensado licitação duas vezes fora das hipóteses legais quando era presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba. Alega que não agiu por má-fé e que seus atos não implicaram prejuízo aos cofres públicos.

Ao Congresso em Foco, o deputado explicou que as contas relativas à sua gestão quando no Poder Legislativo Estadual foram aprovadas pelo Tribunal de Contas do Estado da Paraíba.

“Em resposta ao questionamento realizado pelo Congresso em Foco, em vista da Ação Penal n° 952, em trâmite no STF, teço as seguintes considerações:

1- a ação diz respeito a ato de gestão praticado quando eu era presidente da Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba:

2 – a conduta investigada, como se demonstrará ao final da ação penal, não se traduziu em dolo ou má-fé, tampouco implicou dano ao erário;

3 – ressalto que todas as contas relativas a minha gestão à frente do Poder Legislativo Estadual foram aprovadas, por unanimidade, pelo Tribunal de Contas do Estado da Paraíba; Portanto, aguardo confiante o pronunciamento definitivo do Supremo Tribunal Federal.”

pbagora

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Para chamar atenção de parlamentares para problemas dos municípios da PB, prefeitos farão protesto na BR-230

totaA Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup) realiza no próximo dia 5 de abril, na Praça do Meio do Mundo (entroncamento das BRs 230 e 412), um “grito de alerta” dos prefeitos paraibanos. A manifestação, de acordo com o presidente da entidade, Tota Guedes, é uma forma de chamar atenção para a situação de dificuldade pela qual passam os municípios, além de provocar os parlamentares a votarem de acordo com a orientação dos prefeitos em questões pontuais que tramitam no Congresso Nacional.

“A previsão de receita dos municípios é a pior, enquanto as despesas só aumentam. O país está parado, estagnado e cada dia as notícias são as mais desanimadoras”, disse Tota. Entre as questões que tramitam em Brasília, Tota destaca o reajuste dos programas sociais, algo que ele considera fundamental para a “saúde” dos municípios.

“Algumas questões não dependem só do governo federal, mas também dependem dos nossos senadores, deputados, como algumas PECs (Proposta de Emenda à Constituição) que são de interesse do povo nordestino, dos paraibanos. Então a gente vai dar esse grito de alerta para que os nosso parlamentares possam acordar e votar de acordo com a nossa orientação”, disse.

A manifestação, segundo Tota, tem o apoio de mais de 200 prefeitos. Além dos gestores paraibanos, Tota afirma que também são esperados prefeitos do vizinho Rio Grande do Norte.

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Equipe executiva do Brejo Criativo se reúne com parlamentares em João Pessoa

equipeVisita técnica ocorreu com objetivo de firmar parcerias e estabelecer conexões em prol do desenvolvimento do brejo paraibano.

Somar para crescer. Conscientes dessa visão, membros da Diretoria Executiva e do Conselho Diretor da Associação Associação Promotora de Empreendedorismo, Tecnologias e Economia Criativa do Brejo Paraibano – Brejo Criativo – se reuniram na manhã dessa quarta, 23, em João Pessoa, com parlamentares paraibanos.

A missão ocorreu com o objetivo de estabelecer parcerias e promover articulações público-privadas entre os Governos Federal, Municipal e Estadual e o Brejo Criativo, com o intuito de fomentar o empreendedorismo inovador na região do brejo paraibano. Na oportunidade, a equipe foi recebida pelo Senador Efraim de Araújo Morais no Palácio da Redenção.

equipe2Durante a conversa, o Efraim Morais se mostrou bastante receptivo às demandas apresentadas pelos diretores da Associação. Encerrada a reunião, a equipe se dirigiu à Assembleia Legislativa da Paraíba, no local, se reuniu com o Deputado Estadual Adriano Galdino.

“Podem contar com meu apoio” disse entusiasmado o Deputado, após tomar ciência dos projetos e atividades elencadas para serem realizadas pela equipe técnica.

Brejo Criativo – Fundada em setembro, em parceria com a Prefeitura Municipal de Solânea e a Secretaria de Educação do município, a Associação Promotora de Empreendedorismo, Tecnologias e Economia Criativa do Brejo Paraibano – Brejo Criativo – visa incentivar e capacitar empreendedores locais e regionais, para transformarem suas ideias em negócios inovadores e com isso, gerar renda e sustentabilidade local.

Mesmo fundada recentemente, a incubadora já demonstra que sua instalação foi um importante passo para estabelecer oportunidades de novos conhecimentos, bem como gerar parcerias estratégicas para alavancar as potencialidades da região. Para tanto, fechou parcerias com a Prefeitura Municipal de Solânea, Porto Digital, Mentores do Brasil, Gráfica Fabrício, Estima Serigrafia, Selva Produções Visuais, Way TI, UP Branding, Escritório Costa Nascimento Advogados, entre outros.

Serviço: Brejo Criativo Rua Leôncio Costa, 377 – Solânea – PB

Fonte: Geneceuda Monteiro

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Comissão do Senado aprova salário menor para parlamentares

dinheiroA Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (29) a redução do subsídio mensal dos membros do Congresso Nacional de R$ 33.763,00 para R$ 26.723,13, uma redução de 20,8%. O texto acolhido é um substitutivo da senadora Regina Sousa (PT-PI) ao Projeto de Decreto Legislativo (PDS) 367/2015, da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR).

Apresentado em 2015, o projeto, na versão original, corta o subsídio dos parlamentares em 10% e mantém o valor congelado enquanto vigore qualquer impedimento à concessão de reajustes aos servidores públicos.

A relatora Regina Sousa optou, no entanto, por apresentar um substitutivo fixando o valor do subsídio em R$ 26.723,13 por prazo indeterminado.

– Quando votamos medidas de cortes de gastos para toda a sociedade, precisamos ter a coragem para sairmos da nossa zona de conforto e para não ficarmos encastelados nos nossos privilégios – argumentou a relatora.

A aprovação do projeto, segundo Regina Sousa, terá repercussão em todas as Casas Legislativas do país, porque o subsídio dos membros do Congresso Nacional é referência para a fixação da remuneração dos deputados estaduais e distritais e dos vereadores.

O projeto terá de ser votado pelo Plenário do Senado e, para se converter em norma, precisará ser aprovado também pela Câmara dos Deputados.

Senado

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Governo quer encurtar férias dos parlamentares

 (FOTO: WILSON DIAS/AGÊNCIA BRASIL)
(FOTO: WILSON DIAS/AGÊNCIA BRASIL)

O governo iniciou as articulações políticas para que haja uma autoconvocação extraordinária do Congresso em janeiro de 2017, durante o recesso parlamentar, com o objetivo de apressar a tramitação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados. A estratégia tem o apoio do futuro líder do governo no Congresso, Romero Jucá (PMDB-RR), mas é considerada “arriscada” pelo presidente da Câmara, Rodrigo Maia(DEM-RJ).

Na tentativa de acelerar a tramitação da reforma previdenciária nas comissões e dar novo sinal de austeridade ao mercado, o governo atua, nos bastidores, para encurtar as férias dos parlamentares, previstas para começar em 22 de dezembro. O ideal, para o Palácio do Planalto, é que todos retornem ao trabalho em 10 de janeiro.

O presidente Michel Temer não quer, porém, enfrentar o desgaste de convocar o Congresso em caráter extraordinário. A ideia é convencer deputados e senadores aliados da importância da medida, em nome do “interesse público”.

 

Nesse caso, a iniciativa seria apresentada conjuntamente por Maia e pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e precisaria ser aprovada, por maioria absoluta, nas duas Casas. De quebra, todos aproveitariam o período para fazer campanha por seus candidatos à presidência da Câmara e do Senado. As eleições que renovarão o comando do Legislativo estão marcadas para 2 de fevereiro.

“Defendo a autoconvocação do Congresso para avançar na reforma da Previdência e em alguns outros temas sociais e econômicos importantes, como a negociação da dívida ativa”, afirmou o senador Jucá ao Estado. “Isso teria boa repercussão na leitura da conjuntura econômica.”

Maia, no entanto, acha que a iniciativa pode ser inócua. “A probabilidade de autoconvocação é próxima de zero”, disse o presidente da Câmara, que tenta concorrer à reeleição. “Não há motivo para o governo não encaminhar nos próximos dias a reforma da Previdência. É uma sinalização péssima e arriscada.”

Recuos

Até agora, porém, a equipe de Temer não decidiu quando enviará a proposta ao Congresso. Depois de três recuos, o núcleo duro do governo avalia que é melhor mandar o polêmico projeto para a Câmara só em meados de dezembro, após a votação em segundo turno, pelo Senado, da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita os gastos públicos por 20 anos.

Senadores aliados argumentam que o envio do “pacote” com mudanças na Previdência, neste momento, pode atrapalhar a votação da PEC, classificada como a âncora do ajuste fiscal, mas muitos divergem desta interpretação.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

epocanegocios

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Eduardo Cunha revela mágoa com dois paraibanos e diz que parlamentares o traíram ao votarem pela cassação

Wilson Dias/Agência Brasil
Wilson Dias/Agência Brasil

A famosa “tropa de choque” do Cunha, terminou o processo que resultou na cassação do mandato do ex deputado peemedebista, dividida. Pouco mais de uma semana após perder o mandato, Cunha revelou ao Estadão, mágoas contra dois deputados paraibanos , que segundo ele, o teria traído.

Ao comentar as ´traições´ que sofreu quando da votação de sua cassação, na semana passada, Eduardo Cunha centrou fogo nos paraibanos “Agnaldo Ribeiro (PP) e Manoel Junior (PMDB).

Ainda inconformado, ele disse que houve hipocrisia dos deputados, que o defenderam no Conselho de Ética, mas no plenário, mudaram a posição e votaram a favor da cassação.

– Houve ali hipócritas. Aguinaldo Ribeiro (líder PP), que passou a madrugada antes da votação me ajudando, e Manoel Junior (PMDB-PB), responsável por grande parte da minha defesa no Conselho, jamais poderiam ter votado contra mim. Mas o tempo os espera. A política detesta traidor – acentuou Cunha.

A “tropa de choque” do Cunha, também era formada pelo deputado Wellington Roberto (PR), sendo que este, não votou pela saída definitiva do ex parlamentar do Rio de Janeiro.

Severino Lopes

PB Agora

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PT age para barrar “êxodo” de prefeitos e parlamentares descontentes

Sérgio Lima/Folhapress
Sérgio Lima/Folhapress

Na tentativa de conter uma debandada estimada em dez deputados e três senadores, o PT escalou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para tentar impedir uma possível debandada de parlamentares e prefeitos petistas. Segundo integrantes da direção petista, Lula vai dividir com o presidente nacional do PT, Rui Falcão, a tarefa de convencer os descontentes a permanecerem na legenda. Além disso, o partido deve antecipar as discussões sobre as eleições municipais de 2016.

Os efeitos da crise sobre o partido nas eleições do ano que vem e a ameaça de debandada chegaram ser tratados na reunião do Conselho Consultivo da presidência do PT, na segunda-feira, com a presença de Lula, de acordo com participantes daquele encontro. A preocupação aumentou anteontem com o anúncio do deputado Alessandro Molon (RJ), ex-vice-líder do PT na Câmara, de trocar a legenda pela Rede, da ex-senadora Marina Silva.

A cúpula petista calcula que o número de parlamentares dispostos a deixar o partido pode chegar a 10 deputados e três senadores. A sigla tem hoje 63 deputados e 13 senadores. Um ministro próximo à presidente Dilma Rousseff usou a palavra “êxodo” ao se referir ao descontentamento de setores da bancada.

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No momento em que o Planalto conta os votos do Congresso para impedir um processo de impeachment contra Dilma, Falcão e Lula foram escalados para procurar os descontentes e tentar evitar mais baixas. Uma das ferramentas de convencimento é a possibilidade de candidatura nas eleições do ano que vem. “As pessoas vão a campo agora procurar os descontentes e discutir 2016”, disse um dirigente petista.

Segundo um auxiliar de Lula que participou da reunião do Conselho Consultivo, na segunda-feira, “o PT pode perder tudo, mas, se reeleger o (prefeito) Fernando Haddad em São Paulo, terá ganho a eleição”.

O partido avalia que Molon trocou o partido pela Rede por falta de espaço para concorrer à prefeitura do Rio no ano que vem, e não por motivos ideológicos ou éticos.

Gleide Andrade, uma das vice-presidentes do PT, minimizou o episódio em uma rede social. “Já vai tarde”, escreveu ela.

Prefeitos

Além disso, o PT age para evitar uma revoada de prefeitos que vão disputar a reeleição no ano que vem e temem os prejuízos eleitorais causados pelo envolvimento do partido na Operação Lava Jato.

Neste ano, segundo o diretório nacional do PT, 21 prefeitos deixaram a legenda neste ano, sendo que 14 são de São Paulo, quatro do Paraná e dois de Mato Grosso, além do mandatário de João Pessoa (PB), Luciano Cartaxo. O número é menor do que os 34 prefeitos que o PT deve receber na semana que vem, vindos de outros partidos, todos eles em cidades de Piauí, Bahia e Minas Gerais, Estados cujos governadores são petistas.

Com exceção da capital paraibana, tanto os que saíram quanto os que estão entrando são de pequenos municípios, inexpressivos eleitoralmente. Cálculo extraoficial de integrantes da executiva petista apontam para 250 baixas, entre prefeitos e vereadores, em 2015. O PT elegeu 632 prefeitos e 5.185 vereadores em 2012.

O PT nega que haja uma debandada. “Se fizermos as contas, tirando João Pessoa, vai ficar elas por elas”, disse o secretário de Organização, Florisvaldo Souza.

Segundo ele, a movimentação entre partidos é natural nesta época por causa das eleições do ano seguinte e deve voltar à pauta em fevereiro de 2016, pois a reforma eleitoral aprovada pelo Congresso reduziu de um ano para seis meses antes da eleição o prazo de filiação dos candidatos. “O barulho todo que deveria acontecer agora ficou para 2016”, disse ele. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

 

Estadão