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Delegado pede exame de corpo de delito e convoca parentes de criança agredida em Mamanguape

A criança de dois anos de idade que sofreu agressões e espancamento do próprio padrasto será levada para a realização de exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML) em João Pessoa. O delegado de Rio Tinto, Deusdete Leitão, que acompanha o caso, confirmou em entrevista ao ClickPB que enviará um agente até o Hospital de Trauma, onde a criança está internada, para avaliar a sua situação e decidir quando será feito o exame.

“A partir do momento que tiver condições de fazer o exame. Quando tiver uma melhora aí vou solicitar”, ressaltou o delegado.

Ele comentou ainda que recebeu a documentação repassada pelo delegado plantonista e instaurou o inquérito para prosseguir com as investigações. Os parentes da criança serão convocados para prestar depoimento. O delegado Deusdete Leitão detalhou que pretende ouvir a mãe da criança, o padrasto e os avós maternos.

Os depoimentos deverão ser tomados logo após a realização do exame de corpo de delito. O delegado declarou ainda que se for necessário, irá colher os depoimentos nas residências dos envolvidos. O Conselho Tutelar da região deverá elaborar um relatório sobre o caso para enviar o documento ao delegado.

Até o momento ninguém foi ouvido pela polícia nem nenhuma prisão foi solicitada. Desdete Leitão antecipou ao ClickPB que, quando os agressores forem identificados, poderão ser autuados pela prática de maus tratos e lesão corporal. A mãe da criança, que tem 17 anos de idade, chegou a ser detida pela polícia, mas foi liberada pouco depois. Já o padrasto segue foragido.

De acordo com as primeiras informações, a criança, que tem dois anos de idade, teria sido agredida pelo próprio padrasto. O menino foi socorrido pelo avô materno, que o levou até o Hospital Infantil no bairro Valentina Figueiredo, em João Pessoa. De lá, precisou ser encaminhado até o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, também em João Pessoa.

De acordo com informações da assessoria do hospital, a criança segue internada na enfermaria infantil com quadro de saúde considerado regular. O menino não teve fraturas, mas apresenta vários hematomas pelo corpo e pelo rosto.

 

clickpb

 

 

Bolsonaro empregou ex-mulher e parentes dela, diz ‘O Globo’

O deputado federal e pré-candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSC-RJ) e seus filhos empregaram, nos últimos 20 anos, uma ex-mulher do parlamentar e dois parentes dela em cargos públicos em seus gabinetes. Ana Cristina Valle, ex de Bolsonaro e mãe de Jair Renan, o quarto filho do presidenciável; a irmã dela, Andrea, e o pai das duas, José Cândido Procópio, ocuparam as vagas a partir de 1998, ano de nascimento de Jair Renan. Ana Cristina e José Cândido não estão mais nos gabinetes da família, mas Andrea continua no do deputado estadual Flávio Bolsonaro, filho do presidenciável.

Embora esteja lotada no gabinete de Flávio na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), ela não trabalha no local. O GLOBO a procurou duas vezes no gabinete nos últimos dias, e os funcionários disseram desconhecê-la. A ex-mulher de Bolsonaro, Ana Cristina, alegou que a irmã, assim como o pai, sempre trabalhou em Resende, uma das bases eleitorais de Bolsonaro. O trabalho de assessores nas bases dos parlamentares é permitido.

Apesar dos quase 20 anos de nomeações, os casos não podem ser tecnicamente enquadrados como nepotismo. A contratação de parentes foi normatizada por uma súmula do Supremo Tribunal Federal, em 2008. Os casos da família Bolsonaro ocorreram antes disso. Andrea, pelo grau de parentesco com Flávio Bolsonaro, não se enquadra na proibição expressa na súmula do STF.

O cargo com Flávio não é o primeiro de Andrea perto do presidenciável. Sua trajetória junto à família Bolsonaro começou após o nascimento de seu sobrinho Jair Renan, em 1998. Naquele ano, Jair Bolsonaro a nomeou como assessora na Câmara.

Andrea ficou lotada ali até novembro de 2006, quando deixou o cargo. Em 2008, uma semana depois da publicação da súmula antinepotismo pelo STF, foi nomeada no gabinete do deputado estadual Flávio Bolsonaro e de lá não mais saiu. Pela folha salarial de setembro, ela recebe R$ 7,3 mil entre salário e gratificações, além de R$ 1,1 mil em auxílio escolar. O valor líquido recebido por Andrea, depois do desconto de Imposto de Renda e Previdência, foi de R$ 6,5 mil.

A entrada de Andrea no gabinete de Flávio Bolsonaro se deu no mesmo dia em que o pai dela e de Ana Cristina, José Cândido Procópio Valle, foi exonerado. Ele estava lotado no gabinete do deputado estadual desde fevereiro de 2003, quando Flávio assumiu seu primeiro mandato. Mas, segundo regra editada pelo STF sobre nepotismo, o vínculo familiar entre Procópio e Flávio Bolsonaro é um grau mais próximo que o de Andrea. O trabalho na Alerj, no entanto, não foi o primeiro do patriarca dos Valle no clã Bolsonaro. Ele já havia sido contratado em novembro de 1998 para o gabinete de Jair, então seu genro, onde ficou até abril de 2000.

Já Ana Cristina trabalhou no gabinete de Carlos Bolsonaro, o primeiro filho de Jair a entrar para a política, eleito vereador aos 17 anos, em 2000. A Câmara do Rio não informou o período em que ela atuou na casa. Embora ressalte que não se lembra do período exato trabalhado, Ana Cristina afirma ter deixado a Câmara em 2006, quando terminou a relação com Jair Bolsonaro.

• José Candido Procópio, pai de Ana Cristina, é contratado no gabinete
de Jair Bolsonaro, onde fica até 2000
• Andrea Valle, irmã de Ana Cristina, é contratada pelo gabinete de Jair Bolsonaro, onde permanece até 2006
• Ana Cristina é contratada pela liderança do PPB, partido pelo qual Jair Bolsonaro se reelegeu deputado naquele ano
2002
Ana Cristina é contratada pelo
gabinete de Carlos Bolsonaro, na Câmara do Rio, onde fica até 2006
2003
Em 1º de fevereiro, José Candido Procópio é nomeado no gabinete de Flávio Bolsonaro, na Alerj
2008
Em 29 de agosto é publicada a Súmula do STF que normatiza contratação de parentes, a chamada “Lei do Nepotismo”
No dia 4 de setembro, José Candido Procópio é exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro na Alerj. Andrea Valle é contratada pelo gabinete de Flávio Bolsonaro, onde permanece lotada até hoje, trabalhando em
Resende.

Antes, Ana Cristina ocupou outros cargos no serviço público. Ela começou a trabalhar na Câmara em abril de 1992, no gabinete do deputado Mendonça Neto (PDT-AL), onde ficou até agosto do mesmo ano. Quatro meses depois, assumiu cargo na liderança do PDC, partido pelo qual Jair Bolsonaro cumpria seu primeiro mandato de deputado. Entre agosto de 1993 e maio de 1994, atuou como secretária parlamentar com o deputado Jonival Lucas (BA), que foi correligionário de Bolsonaro no PDC e migrou para o PSD.

A partir de 1995, ela passou a trabalhar no Executivo — na Casa Civil e na Integração Regional —, e só voltou à Câmara no fim de 1998, quando seu filho não tinha ainda completado um ano, e foi lotada no gabinete da liderança do PPB, partido pelo qual Bolsonaro acabara de ser reeleito. Ana Cristina foi nomeada para o cargo menos de dez dias depois de seu pai assumir um posto de assessoria no gabinete de Bolsonaro, e dois meses após a irmã fazer o mesmo. Ou seja, os três estavam empregados em cargos ligados ao clã.

Em abril de 2005, durante uma sessão da Comissão de Constituição e Justiça da Câmara, Bolsonaro defendeu a contratação dos parentes e citou a situação do filho Eduardo, hoje deputado federal por São Paulo. Ele foi funcionário da liderança do PTB entre 2003 e 2004, quando o hoje presidenciável estava no partido.

— Já tive um filho empregado nesta casa e não nego isso. É um garoto que atualmente está concluindo a Federal do Rio de Janeiro, uma faculdade, fala inglês fluentemente, é um excelente garoto. Agora, se ele fosse um imbecil, logicamente estaria preocupado com o nepotismo, ou se minha esposa fosse uma jumenta eu estaria preocupado com nepotismo também — justificou.

O relacionamento entre Jair e Ana Cristina durou dez anos, de acordo com declaração do deputado em um processo judicial, em 2011, sobre a guarda do filho Jair Renan. Atualmente, a ex-mulher de Bolsonaro é chefe de gabinete do vereador Renan Marassi (PPS), em Resende. Em outubro, o salário de Ana Cristina foi de R$ 5,8 mil. No dia 14 de novembro, o vereador foi recebido por Jair para divulgar a apresentação, pelo deputado, de duas emendas para o município.

O QUE DIZ JAIR BOLSONARO

O deputado e presidenciável Jair Bolsonaro afirma que sempre agiu dentro da lei, respeitando a súmula vinculante editada pelo STF, em 2008, que normatizou a contratação de parentes. Bolsonaro reconhece que sugeriu o nome de sua ex-mulher Ana Cristina Valle para trabalhar como assessora de um de seus filhos, o vereador Carlos Bolsonaro, na Câmara Municipal do Rio, e que contratou em seu gabinete o pai e a irmã de Ana Cristina, mas ressalta que essas indicações e contratações ocorreram antes da decisão do Supremo.

O deputado enviou nota ao GLOBO, que segue na íntegra:

“1. Mantive, do final de 1997 até o início de 2007, união estável com a Sra. Ana Cristina Siqueira Valle que já havia exercido atividades de assessoramento a 2 parlamentares e Comissões da Câmara dos Deputados, ressaltando que nunca foi comissionada em meu Gabinete;

2. Considerando a experiência adquirida no exercício de atividades anteriormente desempenhadas em assessoramento a parlamentares, aliado ao fato de sua formação escolar, sendo atualmente advogada, sugeri o nome da Sra Ana Cristina para assessorar o Vereador Carlos Bolsonaro, em seu primeiro mandato, tendo sido demitida há cerca de 10 anos.

3. O Sr. José Procópio e a Sra. Andrea Valle estiveram algum tempo comissionados em meu Gabinete, exercendo funções de assessoramento parlamentar no Estado do Rio de Janeiro. Posteriormente o Sr José Procópio foi comissionados no Gab do Deputado Flavio Bolsonaro, exercendo funções de assessoramento parlamentar. A Sra Andre Valle foi demitida em 2006 e o Sr. José Procópio, em 2008.

4. Até o ano de 2008, antes da edição da Súmula Vinculante nº 13, do STF, não havia vedação de comissionar parentes em cargos temporários e indiquei, para gabinetes no Estado do Rio de Janeiro, onde residiam, alguns parentes da Sra Ana Cristina para exercício de funções relacionadas a assessoramento de atividades parlamentares, sendo que após esse período não houve mais nomeação de parentes até o 3º grau em meu Gabinete.;

5. Recebi em meu Gabinete, no corrente ano, o Vereador Renan Marassi, de Resende-RJ, que acompanhava o Prefeito daquela Cidade, assim como recebi centenas de outros prefeitos e vereadores, não só neste, mas também em outros anos, que no interesse de seus municípios buscam recursos orçamentários via Emendas de Parlamentares e desde 2005, com frequência, destaco recursos para aquele Munícipio, independente do partido político a que pertença seu Chefe do Executivo.

6. Não fiz indicação do nome da Sra Ana Cristina e de nenhum outro a qualquer político visando nomeação para cargo de confiança.”

O QUE DIZEM FLÁVIO E CARLOS BOLSONARO

O deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSC-RJ) disse que Andrea trabalha para seu gabinete em Resende, organizando reuniões e fazendo divulgação e panfletagem das atividades parlamentares na cidade, além de fazer a triagem de pessoas que querem entrar em contato com o deputado. Em contato com o GLOBO por telefone na última quinta-feira, Flávio Bolsonaro

– Ela está lotada no meu gabinete, mas é trabalho parlamentar, ela organiza uma série de coisas para mim em Resende. Ela tem um trabalho que não tem de estar aqui no gabinete batendo ponto, mas é um trabalho importantíssimo. Tanto é que lá em Resende é o município onde tive, proporcionalmente, minha segunda maior votação no estado. Sou natural de lá, tenho família e amigos lá. Ela me dá ótimo retorno. (Sua contratação) Não tem nada a ver com a questão familiar. Ela entrou no meu gabinete em 2008, quando meu pai já nem estava mais casado com a Cristina.

O deputado estadual diz que respeita a legislação vigente:

— Tem que separar os casos, né? Tem gente que fazia isso e o pessoal não trabalhava. Com base na competência, para fazer aquele trabalho, não via problema nenhum. Mas, a lei é para todo mundo, a gente respeita a lei. Se eu fosse governador do Rio de Janeiro, meu secretário de segurança, eu queria que fosse Jair Bolsonaro. Alguém ia discutir que ele tem a competência e o perfil? Então, cada caso é um caso, tem que estar sempre dentro da lei.

Sobre a contratação em seu gabinete, entre 2003 e 2008, de José Candido Procópio, pai de Ana Cristina e Andrea, o deputado estadual comentou:

— Tudo que falei da Andreia pode transcrever para ele. Ele é uma pessoa bem relacionada lá (em Resende), fincou raízes na cidade, é de confiança nossa, e trabalhou para o gabinete lá.

O vereador Carlos Bolsonaro afirmou, por meio de seu gabinete, que contratou Ana Cristina Valle por seu currículo e qualidades profissionais, e que ela deixou o trabalho porque ganharia mais como advogada.

O Globo 

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TCE vai analisar “caso a caso” nomeações de parentes de prefeitos em secretariados

andre-carlos-torres-pontesAs nomeações de parentes de prefeitos para os secretariados municipais foi uma prática comum na Paraíba já nos primeiro dias de 2017, logo após a posse dos novos gestores. No estado, há prefeituras em que o prefeito acomodou até sete membros da própria família, a exemplo do município de Montadas. Porém a prática não passa despercebida e será analisada caso a caso pelo Tribunal de Contas do Estado, informou o presidente em exercício André Carlo.

 

Ele explicou que a Súmula Vinculante 13 do Supremo Tribunal Federal, que veda o nepotismo nas gestões, excepciona apenas as nomeações de parentes para cargos políticos e, não livra os prefeitos de imputar em crime improbidade administrativa, caso as nomeações aconteçam para cargos técnicos.

“Vamos apurar caso a caso. Vamos ver se o cargo é de natureza política, se for é aquele onde o ocupante tem liberdade e autonomia perante a lei e perante a estrutura administrativa que ele compõe. Já há secretários que não tem autonomia nenhuma, nem ordenadores de despesas são. Como você pode colocar um cargo desse como sugestivo político, então o Tribunal vai analisar caso a caso essas nomeações”, advertiu.

O presidente também destacou que além da Súmula 13 há outros princípios na Constituição Federal que podem ser utilizados para reger as nomeações para os secretariados, sejam nas prefeituras ou nos governos estaduais.

“Caso a caso o Tribunal vai analisar para verificar a capacidade técnica e de habilitação dessas pessoas para estarem ali [os secretários]. O Tribunal de Contas pode dizer perfeitamente que ali está se descumprindo a súmula. Um princípio que é mais importante que a súmula é o princípio da moralidade e pessoalidade, princípios esses que fazem parte do rol elementar esculpido no artigo 37 da Constitucional Federal”, disse.

blogdogordinho

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Parentes fazem ato por pista que leve a encontrar vendedora

viviannyParentes e amigos da vendedora Vivianny Crisley Viana Salvino, de 29 anos, realizaram, na tarde deste sábado (29), um ato na Praça da Paz, nos Bancários, para pedir apoio da sociedade de das autoridades no sentido de encontra mulher que está desaparecida há dez dias.

O objetivo, segundo uma parente de Vivianny, é dá publicidade ao caso, para que assim possa se chegar a alguma pista que leve ao paradeiro dela.

“Para que a população pudesse tomar conhecimento e nos ajudar informando a polícia através do número 197 pois muitos casos são desvendados assim e também pressionar ainda mais as autoridades competentes”, afirmou.

MaisPB

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Família da PB reúne quatro gerações de parentes que nunca se viram

(Foto: Arquivo Pessoal/Família Nogueira)
(Foto: Arquivo Pessoal/Família Nogueira)

Pelo menos 170 pessoas de quatro gerações e praticamente todas as regiões do Brasil representadas. O que pode parecer um congresso é, na verdade, o primeiro encontro oficial da família Nogueira, formada na Paraíba. A família, que começou com a união de Norberto de Castro Nogueira e Francisca Fernandes Nogueira, gerou 12 filhos, 47 netos, 94 bisnetos e 47 trinetos. Uma parte deles vai se encontrar pela primeira vez em Jacumã, na cidade do Conde, litoral sul da Paraíba neste fim de semana, até o domingo (27).

Segundo conta Norberto Nogueira, filho do patriarca da família e que recebeu o mesmo nome do pais, neste grande encontro tem muita gente que não se conhece pois uma parte dos 12 filhos se espalhou pelas regiões Norte, Centro-Oeste, Sudeste e Nordeste. “A gente já reunia os parentes que moravam mais próximos e como fazia uns dois anos que não víamos a família toda, decidimos promover o encontro”, contou.

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Os descendentes de Norberto e Francisca se espalharam por outros oito estados, além da Paraíba: Amazonas, Pará, Rondônia, São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão, Distrito Federal e Pernambuco. E a família, que atualmente é composta por 202 pessoas de quatro gerações, deve atingir 206 integrantes e alcançar a quinta geração nos próximos meses, já que quatro grávidas devem trazer ao mundo três trinetos e um tetraneto dos patriarcas.

Casal Nogueira formou uma família na Paraíba que hoje tem 202 membros (Foto: Arquivo Pessoal/Família Nogueira)Casal formou família que hoje tem 202 membros
(Foto: Arquivo Pessoal/Família Nogueira)

Norberto Castro Nogueira, o patriarca, morreu em 1975, com 80 anos. Francisca Nogueira, morreu depois, em 1996, com 93 anos. Dos 12 filhos do casal, seis ainda estão vivos, incluindo Norberto Nogueira, o filho, que garante se sentir responsável por passar os ensinamentos deixados pelos seus pais.

“Esse tipo de encontro é importante para mostrar que apesar da distância, nossa família mantém uma unidade. Que nós temos a mesma origem. É fundamental que cada um saiba de onde veio, que mantenha sua identidade, a identidade da família. Por esses motivos que nós estamos promovendo esse encontro”, comentou. Segundo Norberto, a família já se programa para o segundo encontro oficial, que deve ser realizado ainda neste ano.

“Queremos um outro encontro o mais rápido possível. Estamos fazendo esse primeiro na Paraíba, origem da família. O próximo pode ser no Norte, ou no Sudeste, no Rio de Janeiro. Vamos nos organizar e definir”, completou.

Encontro está sendo realizado em pousada na praia de Jacumã, no Litoral Sul da Paraíba (Foto: Arquivo Pessoal)Encontro está sendo realizado em pousada na praia de Jacumã, no Litoral Sul da Paraíba (Foto: Arquivo Pessoal)
G1

Ex-primeira-dama da PB se envolve em briga com parentes do governador

pamelaUma confusão na Granja Santana, a residência oficial do governador da Paraíba, em João Pessoa, foi parar na delegacia na última segunda-feira (7). A briga envolveu a ex-primeira-dama Pâmela Bório e duas parentes do governador Ricardo Coutinho, Ana Carolina Coelho Coutinho e Viviane Coutinho, sobrinha e irmã, respectivamente.

Em Boletim de Ocorrência registrado no Distrito Integrado de Segurança Pública do bairro de manaíra, na capital, a ex-primeira-dama diz que foi agredida pela sobrinha e pela irmã do governador ao chegar à Granja Santana. Por sua vez, o advogado do governador, Fábio Rocha, afirma que foi Pâmela quem iniciou a confusão e começou a agredir a irmã do governador.

Em entrevista à TV Cabo Branco, Pâmela Bório relatou que estava indo com o filho a um shopping da capital. Os dois estavam acompanhados da guarda que faz a segurança da criança. Segundo relatou, ela estranhou quando o policial que dirigia o carro passou direto de duas entradas para o bairro onde fica o shopping e fez um desvio no trajeto.

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“Ele falou ‘dona Pâmela, eu recebi a determinação agora de que a gente tem que pegar a janta de Henry’. Eu até estranhei pelo horário, estranhei pela questão dele desviar o trajeto. Porque em outras oportunidades que eles falavam que teriam que buscar alguma refeição, alguma coisa, eles não alteravam nem o nosso traslado, nem o lugar onde a gente estivesse”, contou.

Ela firmou que o motorista entrou na granja com ela e ela questionou o motivo, uma vez que existe uma ordem judicial que a impede de entrar no local desde março. “Ele sabe que eu não posso entrar. É ordem do governador”, enfatizou a ex-primeira-dama. Segundo Pâmela, assim que abriu a porta do carro, ela foi agredida por Ana Carolina e Viviane.

Ricardo Coutinho, candidato a reeleição no governo da Paraíba, chega com a primeira dama e o filho à secção de votação, no Cabo Branco (Foto: Wagner Lima/G1 PB)Ricardo Coutinho, Pâmela Bório e o filho em foto
antes da separação (Foto: Wagner Lima/G1 PB)

“Elas já vieram pra cima de mim eu perguntei ‘o que foi?’. E ela respondeu ‘o que foi nada, agora vamos acertar as contas’. Ela não tirou a criança do carro e passou a me atacar. Ela tentava me esbofetear, morder. Eu estou com duas mordidas na perna. Ela tentava tirar o celular da minha mão, porque eu estava em ligação, eu estava com o meu advogado na outra linha. Ela conseguiu arrancar a corrente que eu tava. Mas o que eu pude evitar de poupar as agressões, eu consegui dessa forma”, relatou.

De acordo com a ex-esposa do governador Ricardo Coutinho, o filho dela foi quem mais sofreu com a confusão. “O menino estava transtornado, ele gritava, ele chorava. E aí quando ela [Viviane] tava com o celular na mão, ela disse: ‘pronto, tá dado o recado, consegui o que eu queria’ e saiu. Carol, por sua vez, pegou o menino da cadeirinha e levou pra dentro de casa”, finalizou. Depois da briga, Pâmela registrou um boletim de ocorrência no Distrito Integrado de Segurança Pública (Disp) de Manaíra.

O advogado do governador, Fábio Rocha, contou a versão da família. ‘O que ocorreu foi uma cena, uma armação, criada pela própria Pâmela com um único objetivo, que na expressão dela mesma, que ela já utilizou essa expressão: destruir a vida do ex-marido”, disse.

A primeira-dama Pâmela Bório é apontada por auditoria do TCE (Foto: Maurício Melo/G1)Pâmela Bório, ex-primeira-dama da Paraíba
(Foto: Maurício Melo/G1)

Segundo ele, não é a primeira vez que algo desse tipo acontece. “No domingo à noite, ela descumpriu uma ordem judicial, deixando de entregar a criança aos cuidados do pai, do genitor. Então chega o dia do feriado, dia 7. Ela diz que não vai devolver a criança e estabelece uma condição: entregar a criança mediante a ida dela à granja, para liberar o bloqueio em face do impedimento dela estar na granja”, afirmou o advogado.

Conforme Rocha, quem começou a confusão foi a ex-primeira-dama. “No instante em que a porta do carro foi aberta e que a tia, de 60 anos de idade, tentou pegar a criança, imediatamente iniciou um processo de agressões físicas e verbais da própria Pâmela. Ela partiu para a agressão. Isso está materializado em boletins de ocorrência, que as duas pessoas que estavam lá sofreram esse tipo de agressão. Na falta de elementos para construir uma cena, ela arquiteta esse plano, executa e, posteriormente, joga nas redes sociais para chamar atenção como uma pobre moça, uma vítima”, relatou.

O delegado que está responsável pelas investigações do caso é Antônio Brayner. Ele explicou que não vai se pronunciar no momento porque o caso ainda está na fase de depoimentos. Além de ouvir as pessoas envolvidas, ele também aguarda os laudos do Instituto de Polícia Científica (IPC).

 

G1

Chacina: homem é suspeito de suicídio após matar 5 parentes

casa-scUma família foi encontrada morta em casa na cidade de Cordilheira Alta, no Oeste de Santa Catarina, na manhã desta quinta-feira (26), no distrito de Fernando Machado. De acordo com a Polícia Militar (PM), a suspeita que é um homem de 41 anos assassinou cinco parentes e depois se matou.

Os corpos foram encontrados por volta das 7h30 pela empregada doméstica, que acionou a polícia. Testemunhas relataram ter ouvido os disparos por volta das 4h30.

O principal suspeito do crime é Alcir Pederssetti, que não estaria aceitando uma possível separação da esposa Monica Pederssetti, de 33 anos, de acordo com a PM.

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Além dos dois, também foram encontrados mortos a filha do casal, Lana Pederssetti, de 16 anos, os pais de Monica, Antonio Moresco e Luiza Moresco, de 68 e 65 anos, respectivamente, e a irmã de Monica, Lucimar Moresco, de 36 anos.

Lana, de 16 anos, é uma das vítimas (Foto: Reprodução/Facebook)

Lana, de 16 anos, é uma das vítimas
(Foto: Reprodução/Facebook)

Todos foram mortos com tiros, conforme a Polícia Militar. Ao lado do corpo de Alcir, foi encontrado um revólver calibre 38, que teria sido utilizado no crime.

A casa da família foi isolada pelo Instituto Geral de Perícias (IGP) e Polícia Civil, que irá investigar o caso.

G1

Policial militar é preso suspeito de matar três parentes em Goiânia

Três pessoas da mesma família foram assassinadas na madrugada desta sexta-feira (2) no Setor Rio Formoso, em Goiânia. De acordo com a Polícia Civil, o principal suspeito é o policial militar Hélio Costa Vieira, que mora na residência onde ocorreu o crime. Segundo o delegado Fábio Meireles,  que apura as circunstâncias do triplo homicídio, as vítimas são Raimundo Nonato da Silva, 54 anos, e Maria Margarete da Silva, 45, sogro e sogra do suspeito, e uma criança, de11, cunhada do PM.

Soldado Hélio Costa Vieira está preso suspeito do triplo assassinato (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)Soldado Hélio Costa Vieira está preso suspeito do
triplo homicídio (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)

Segundo a polícia, o suspeito estava de folga quando houve uma discussão. Em seguida, ele teria efetuado os disparos e matado os três parentes. A esposa do policial também foi baleada no braço. Ela foi socorrida e encaminhada para o Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). De acordo com a unidade, ela passou por cirurgia e o estado é considerado estável.

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Após o crime, o PM fugiu com três crianças e foi preso na cidade de Goiás. O delegado informou que ele foi encaminhado para a Delegacia de Investigações de Homicídios (DIH), na capital, onde presta depoimento.

Parentes das vítimas, que também estão na delegacia, relataram que o homem, a mulher e a criança moravam em Santo Antônio do Descoberto, no Entorno do Distrito Federal. Eles visitavam o policial e a esposa e pretendiam mudar para a capital.

 

G1

Prefeito emprega filha, cunhada, primos e parentes de aliados no interior da PB

Prefeito Dr. Neto(foto) é acusado de praticar nepotismo, segundo Frei Anastácio
Prefeito Dr. Neto(foto) é acusado de praticar nepotismo, segundo Frei Anastácio

O deputado estadual Frei Anastácio, líder do PT na Assembleia Legislativa, denunciou nesta terça-feira (26) a livre prática de nepotismo na prefeitura de Sumé. “Os documentos que recebi mostram que na prefeitura daquela cidade, existe um verdadeiro “trem da alegria”, com a contratação de parentes do prefeito Francisco Duarte da Silva Neto (Dr. Neto) e de vereadores”, disse.

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Segundo o deputado, entre os contratados na prefeitura estão a filha, a cunhada e primos do prefeito além de parentes do vice e de vereadores. “Vimos ainda pessoas com outros graus de parentescos, como por exemplo: Merenciana Polyenne Rodrigues Duarte, filha do prefeito, Maria das Graças Simões Leite, irmã da primeira dama, Ana Paula.

A irmã do vice-prefeito, Andréa Duarte Pinto de Sousa, foi nomeada como assessora de comunicação do gabinete do prefeito. A prima do prefeito, Maria do Socorro Queiroz Duarte, assumiu cargo em comissão na administração da cidade.

Ainda existem primos do prefeito: Rosalma Duarte da Silva, Rafael Pereira Nunes de Souza e Francisco Duarte da Silva Neto, primo do vice.

Segundo Frei Anastácio, documentos mostram ainda a contratação de familiares próximos de vários vereadores. Simone de Sousa Xavier, prima da vereadora e secretária de ação social, Brigida Xavier; Sara Shênia Sarmento, irmã do vereador e secretário de saúde, Antônio Carlos Sarmento. “A relação é bem extensa. As informações apresentadas são de conhecimento público e mesmo assim o prefeito, com a cara mais deslavada do mundo, faz às vezes de ouvido de mercador”, disse o deputado.

MaisPB 

Como lidar com o dilema de ajudar ou não parentes financeiramente?

Lumi Mae/UOL
Lumi Mae/UOL

O descompasso financeiro entre as pessoas, principalmente da mesma família, pode levar a situações desconfortáveis ou constrangedoras, além do sentimento de culpa em quem está em uma situação melhor. Viajar ou ajudar um parente? Contar ou não ao irmão desempregado que vai comprar um apartamento ou trocar de carro? Dar presentes sofisticados nos aniversários ou optar por lembrancinhas mais de acordo com o poder aquisitivo dos familiares? São questões que parecem simples, mas nem sempre têm respostas óbvias.

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“Família é uma instituição com enorme força, seja ela boa ou não. É nela que se estabelecem os primeiros acordos, as primeiras negociações, as primeiras demonstrações de lealdade”, diz Blenda de Oliveira, psicóloga clínica e psicanalista pela Sociedade Brasileira de Psicanálise/SP. Ou seja, ser diferente, pensar diferente, ter outro estilo de vida ou construir valores próprios podem criar sentimentos de traição nos pais ou irmãos, por exemplo.

Aquele que tem mais dinheiro acaba se sentindo culpado por ter uma condição financeira melhor do que os outros. Um sentimento que tem mais razões subjetivas do que reais. “Não há por que sentir vergonha nem por ter mais nem por ter menos”, fala o professor Aurélio Melo, coordenador do GAEPE (Grupo de Atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão) Psicologia do Desenvolvimento, da Universidade Mackenzie, em São Paulo.

A condição financeira pode ser resultado de uma combinação de sorte, trabalho e facilidades que alguns tiveram e outros não, conforme diz o professor Aurélio Melo. Portanto, “não há sentindo em nos culparmos por algo que não depende de nós”, acrescenta. Principalmente se o dinheiro foi obtido honestamente. “Não é crime ter uma vida melhor materialmente do que aquela da sua família. Entretanto, o processo de diferenciação pode provocar sentimentos de não mais pertencer ao grupo familiar”, diz Blenda.

Outra situação incômoda que pode aparecer é a família se sentir humilhada diante do poder aquisitivo maior do seu membro mais abonado. Como agir se isso acontecer? Para a psicanalista Blenda de Oliveira, não adianta fazer de conta que tem um menor poder aquisitivo só para aliviar os sentimentos de humilhação ou inveja que os familiares possam vir a sentir. “Se há esse sentimento, cabe aquele que o carrega resolver”, diz ela. Já para o professor Aurélio, ser discreto e simples pode ajudar o outro a não se sentir mal. “Mas não temos controle total sobre isso. Há pessoas que sempre se sentirão inferiores”, afirma.

Ter conforto ou ajudar?

No dia a dia, há situações que põem à prova os dois lados, o que tem mais e o que tem menos. Por exemplo, na hora em que um parente pede dinheiro emprestado. “Em primeiro lugar, deve-se pensar que não há obrigação em dar ou emprestar”, diz Cecília Zylberstajn, psicodramatista e psicóloga pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). Também é preciso tomar cuidado para que a relação com os parentes não fique apenas baseada no dinheiro.

“Temos uma crença muito forte de que o dinheiro é algo sujo ou mau. Por isso, apropriar-se dele e negar a cedê-lo ou escolher para quem e onde colocá-lo vêm sempre associados a uma ideia errônea de egoísmo”, diz Blenda.

Isso sem contar a sensação de que há a “obrigação” de auxiliar as pessoas da família, o que pode levar a dilemas como: viajar ou ajudar o sobrinho a pagar suas mensalidades atrasadas da faculdade? Para o professor Aurélio Melo, a ideia de justiça pode ajudar a decidir. Basta fazer algumas perguntas: “Estou sendo justo comigo ajudando o outro? Isso me faz bem? É um dever meu? É algo que não preciso, mas me fará bem?”. As respostas mostrarão o que fazer.

Há outros momentos em que situações financeiras diferentes também podem criar desconfortos: em aniversários ou Natal, por exemplo. Nesses casos, a pergunta é: quem pode mais, deve ou não dar presentes mais caros, até mesmo para os seus próprios filhos? Como ficará a situação diante dos outros membros da família, que não têm tantas condições assim?

“Cada um deve presentear dentro de suas próprias condições”, diz Cecília Zylberstajn. “Há famílias que lidam bem com essas discrepâncias, outras não. O ideal, para não causar constrangimentos, é dar um presente mais caro para o filho em outra situação, como em seu aniversário, e não no Natal, na  frente de todo mundo”.

Segundo Blenda de Oliveira, a melhor maneira de lidar com situações assim é sempre usar o bom senso. “Sou partidária de manter certa privacidade em situações que podem causar incômodos, o que não deixa de ser uma escolha que prioriza o bem-estar e, além de tudo, é generosa”.

Quando o relacionamento torna-se muito complicado, com atitudes agressivas ou ironias de ambos os lados, chega o momento de avaliar o relacionamento familiar, afirma Cecília Zylbertajn. “Infelizmente, o dinheiro, às vezes, separa as pessoas”, afirma. Nesse momento, é hora de questionar se a família está te fazendo bem. Em alguns casos, o único jeito é se afastar. Ou, como diz a psicóloga e psicodramatista, “criar uma distância saudável e amigável”.

 

 

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