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Vigiar celular do parceiro faz mal à saúde

celularO celular pode ser o maior inimigo dos relacionamentos. Muitas pessoas esperam o companheiro sair de perto para dar aquela ‘espiada’ no histórico de mensagens e arquivos no aparelho dele. Para especialistas, esta desconfiança exagerada é prejudicial não só para a relação, mas para quem vê o dispositivo escondido: há risco de taquicardia, ansiedade e depressão.

Segundo a psicóloga Fabiane Curvo, a tensão e o nervosismo que aparecem geram mais problemas físicos e psicológicos. “Elas sempre acham que vão encontrar algo no celular do parceiro, mas, no fundo, não querem achar. Qualquer recado se torna suspeito. Se você não estiver se controlando, o ideal é procurar uma terapia”, afirma a especialista. Segundo ela, é mais comum que mulheres espionem celulares. “Elas acham que os maridos ou namorados precisam dar satisfação de tudo”, diz.

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Fabiane explica que a insegurança de perder o outro atinge tanto pessoas que não se sentem à altura do amado, quanto as que foram traídas antes. No caso de quem tem baixa autoestima, elas não entendem por que o parceiro não escolheu alguém melhor. Já as outras ficam receosas de serem traídas novamente.

Camilla Monteiro, 21 anos, pegava o celular escondido enquanto o namorado tomava banho. Numa das vezes, encontrou recados comprometedores. “Não afirmo que foi o principal fator que me levou a terminar o namoro, mas serviu como prova”, diz a jovem. Segundo a psicóloga, o ideal é que haja conversa entre o casal, para esclarecer o que incomoda. “Esse controle não é saudável e invade a privacidade alheia.”

NOVO ESPIÃO – Um novo aplicativo, o WhatsApp Web, promete aguçar ainda mais a espionagem. Ele permite que as conversas do WhatsApp apareçam na tela do computador. Isso é feito a partir de código QR. Quando se entra no site web.whatsapp.com, é gerado um código. Então, basta entrar no aplicativo pelo celular, ir em menu, encontrar a função WhatsApp Web e posicionar a câmera sobre o código QR. Automaticamente todas as conversas aparecerão no computador.

O Dia

Pesquisa revela que colocar imagem ao lado do parceiro no perfil do Facebook é sinal de insegurança na relação

selfUm novo relatório divulgado por cientistas psicólogos afirmou que o fato das pessoas colocarem fotos de perfil no Facebook juntamente com o parceiro pode ser um sinal de que o casal está se sentindo inseguro no relacionamento.

O relatório “Can You Tell That I’m in a Relationship” foi divulgado por cientistas do Canadá e dos EUA, que descobriram que quando as pessoas estão preocupadas com o afeto de seu parceiro, elas tendem a tornar a relação mais visível publicamente.

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Os pesquisadores mediram as mudanças diárias de sentimentos das pessoas, contando o quanto eles postavam sobre os relacionamentos no Facebook. Nos dias em que as pessoas se sentiam mais inseguras do que o habitual, elas expunham ainda mais a relação na rede.

Cientistas revelaram o motivo pelo qual os casais postam fotos juntos nos perfis do Facebook, relatando a insegurança como principal causa para o fato.

A pesquisa revelou, porém, que pessoas geralmente não muito carinhosas tendem a postar muito menos sobre seus relacionamentos quando se sentem preocupadas com seu parceiro, preferindo o silêncio.

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Fonte: Mirror

Ousadia na cama: veja 10 vantagens de ter parceiro fixo

Tudo tem dois lados, mas contar com um parceiro fixo apresenta muitas vantagens interessantes. Sentir-se mais confiante para ousar, poder planejar viagem romântica e compartilhar sonhos eróticos são algumas delas. Veja detalhes sobre 10 pontos positivos, listados pela especialista em sexualidade Elaine Pessini, diretora da marca de cosméticos sensuais Pessini Cosméticos. Se está acompanhada, que tal colocá-los em prática?

Ousadia na cama


Quando se tem um parceiro fixo, a intimidade faz com que se sinta confiante para ser mais ousada e falar abertamente sobre o que gosta no momento da transa.

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Sexo em vários lugares da casa


A casa se torna um verdadeiro parque de diversões do prazer quando se tem um companheiro fixo. “Todo lugar vale para um momento mais íntimo”, acrescentou a especialista em sexualidade. Que tal apostar no banheiro, na mesa do escritório, no chão da sala, na cozinha?

Mãos à obra


“Com um parceiro fixo, você fica mais à vontade para fazer o ‘baile das mãos’, ou seja, você passa a usá-las de forma que direcione para o seu prazer”, lembrou Elaine. Portanto, mãos à obra.

Experimentar

Quando se tem mais intimidade, é mais fácil adicionar novidades ao momento do sexo. “Velas, chicotes, algemas e vibradores podem ser usados, o que raramente aconteceria em uma relação sem compromisso”, comentou a profissional.

Todas as posições

“Ter um parceiro fixo gera segurança e, à medida que esse relacionamento vai amadurecendo, permite experimentar novas performances sexuais, o que, com um ficante, por exemplo, talvez você não faria”, disse a especialista em sexualidade. Uma boa sugestão é se aventurar nas muitas posições do Kama Sutra.

Mensagens eróticas

Você pode instigar o companheiro durante o dia com mensagens picantes e preparar aquela noite maravilhosa. Uma situação como essa não combina muito com algo rápido e sem compromisso.

 

Dividir os sonhos

“Ter alguém ao seu lado para dividir suas ideias e seus sonhos é fantástico”, disse a especialista em sexualidade. Compartilhar fantasias e sonhos eróticos também faz parte do pacote. Melhor ainda quando os coloca em prática!

Surpreender-se

Em datas especiais, como Dia dos Namorados e aniversário, ter um namorado permite surpreender e ser surpreendida em todos os sentidos, dos presentes carinhosos aos momentos calientes a dois. Comemorar na cama é ou não é uma delícia?

Férias a dois

Planejar aquelas férias românticas só é possível com um parceiro fixo. Lugares paradisíacos são um afrodisíaco e tanto. Que tal curtir a praia em clima de romance?

Dividir a conta do motel

“Ter um parceiro fixo também gera uma economia muito boa”, comentou Elaine. Dá para dividir a conta do restaurante, o motel, a diária de hotel. Ou simplesmente curtir momentos a dois em casa, sem gastar nada e com muita diversão.

 

Ponto a Ponto Ideias

Achar que é possível controlar a vida do parceiro é uma ilusão

casalRecursos para vigiar alguém existem aos montes. Ainda mais hoje em dia, com o excesso de exposição da vida privada nas redes sociais e de aplicativos que permitem divulgar a rotina em riqueza de detalhes, com direito a endereço, horário e companhia. Mesmo quem prefere um dia a dia mais discreto não está imune. Uma busca mais apurada pode facilitar bastante o trabalho de quem tem interesse –ou sente necessidade– de controlar a vida do par.

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Mas por mais que uma pessoa se esforce, conferindo trajetos, fuçando o Facebook de minuto em minuto, telefonando várias vezes ao longo do dia, cercando o outro através de parentes e amigos, dá mesmo para controlar a vida de alguém e saber todos os seus passos?

Para a psicóloga especializada em sexualidade Juliana Bonetti Simão, de São Paulo (SP), a resposta é não. “A percepção de controlar o parceiro é ilusória. Nosso par é aquilo que pode ser e não o que gostaríamos que fosse. Portanto não está a serviço de nossas fantasias de controle”, diz. “O controle da vida daquele que acreditamos amar é algo que, cedo ou tarde, vai acabar indo contra a relação, pois é uma atitude desgastante que só provoca angústia e frustração em ambos”, afirma.

Segundo Maura de Albanesi, psicoterapeuta da capital paulista, quando a pessoa percebe que está sendo fiscalizada, a tendência é criar outros recursos para burlar a vigilância: contas de e-mails diferentes, páginas falsas em redes sociais, apagar rapidamente mensagens, inventar contatos no celular etc. “Para evitar conflitos, acabam utilizando várias ferramentas sem perceber que entraram no jogo do controle, se controlando também”, fala.

Controlar ou cuidar?

Muitas das pessoas que se dedicam a rastrear todos os passos da vida do parceiro o fazem mobilizadas pela ideia de que “quem ama, cuida”. Porém, essa crença é totalmente equivocada, já que cuidar não é sinônimo de controlar.

“Cuidar está relacionado à ação de tratar de algo ou alguém, zelar, preocupar-se, dar atenção, notar, manifestar interesse. Controlar significa vigilância, inspeção, fiscalização, exigir comprovação, domínio. Assim, quem ama cuida, não controla. O controle tem uma intensa necessidade emocional, na qual não há espaço para a necessidade do outro ou para o desenvolvimento do amor”, explica Ana Paula Magosso Cavaggioni, psicóloga da Clia Psicologia e Educação, de São Paulo (SP).

Na opinião de Juliana, antes de sair por aí inspecionando o par, é melhor a pessoa olhar para si mesma e repensar suas escolhas. “Se há certeza do amor que o outro sente, existe confiança. Por isso, há espaço para que cada um tenha uma vida própria dentro do relacionamento”, observa.

Por trás de todo controle excessivo é comum existir um ciúme doentio, que nasce de uma demanda de exclusividade, do desejo de ser tudo para alguém, da situação de não suportar dividir a atenção da pessoa amada com mais ninguém.

“O ciúme traz consigo uma grande angústia de ser excluído e de correr o risco de perder atenção e amor. Mas para amar o outro é preciso, primeiro, amar a si mesmo. Em qualquer relação, amar demais nunca será sinônimo de posse ou de controle”, expõe Raquel Fernandes Marques, psicóloga da Clínica Anime, de São Paulo (SP).

O ciúme normal se baseia em ameaças e fatos reais. Ele não limita as atividades de quem sente ou é alvo e tende a desaparecer diante de evidências. O ciúme extrapola as fronteiras do saudável quando se torna uma preocupação constante e, geralmente, infundada de pessoas que apresentam grande imaturidade em suas relações, chegando, em casos extremos, a ter comportamentos agressivos.

“Indivíduos inseguros e com baixa autoestima nem sempre sentem ciúme por causa de um motivo, pois esse sentimento é um monstro gerado por eles mesmos. Essas pessoas não precisam de inimigos, pois elas se bastam”, fala Raquel.

Efeito bola de neve

Ao acreditar que é possível gerenciar a relação, a pessoa tenta administrar as próprias emoções e angústias, sem considerar o que outro sente, para garantir o sucesso da vida a dois. “Mas nada é garantido. Temos o nosso desejo, mas ele precisa ser recíproco. O máximo que conseguimos gerenciar é a rotina em comum, as despesas, aquilo que é de cunho prático. Sentimentos, de forma alguma, pois não dá para obrigar alguém a amar”, conta Juliana.

Alguns homens e mulheres fazem tanto esforço ao tentar vigiar o par que acabam perdendo o controle da própria vida. Com frequência, sofrem prejuízos profissionais, sociais, familiares e financeiros. “Toda a sua energia pessoal é canalizada no outro e, com isso, suas questões pessoais ficam à deriva. É como uma bola de neve: a pessoa passa a se sentir vazia e busca que o outro a preencha, o que leva a aumentar ainda mais a cobrança”, explica Maura de Albanesi.

Segundo a psicóloga Ana Paula, é importante que aquele que se sente vigiado não alimente a dinâmica doentia e controladora do parceiro, estabelecendo de forma clara os limites de sua individualidade, mantendo atividades e contatos que considere importantes e evitando ceder à pressão para evitar brigas que lhe pareçam infundadas. Ao mesmo tempo, é fundamental procurar conscientizá-lo sobre o caráter destrutivo de seu comportamento para o relacionamento, apoiando-o a buscar ajuda profissional se necessário.

“Não se deve suportar o controle. Ao menor sinal dele, mude a relação rapidamente. É preferível perder uma pessoa a perder a si mesmo”, diz Maura. Já Juliana Simão lembra que toda questão amorosa tem dois lados. “Para alguém controlador, volta e meia existe outro alguém que se deixa controlar, ou seja, há uma autorização para que a relação se configure dessa maneira”, diz.

 

Uol

Parceiro sexual de 5% dos jovens foi conhecido na internet, diz pesquisa

sexo-internetConversas iniciadas na internet foram o atalho para jovens brasileiros abrirem sua vida íntima a pessoas até então desconhecidas que se tornaram parceiros sexuais, de acordo com a edição 2014 da pesquisa “Este Jovem Brasileiro”, realizada pelo Portal Educacional e obtida com exclusividade. Entre os jovens ouvidos, 5% disseram já ter feito sexo com pessoas conhecidas pela internet. Nem todos os contatos nascidos na internet, porém, terminam na cama, mas não são raras as relações que pulam do mundo virtual para o real: 11% dos adolescentes entrevistados já namoraram com alguém conhecido na internet. O mais comum, porém, é não passar de alguns beijinhos, coisa que 22% dos jovens disseram já ter ocorrido. Enquanto isso, os pais nem suspeitam: pouco mais de 1% sabe que os “ficantes” ou namorados dos filhos foram conhecidos na internet.

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Para traçar o perfil sobre o comportamento dos jovens na internet, a pesquisa ouviu 4 mil estudantes de 13 a 16 anos, 300 pais e 60 professores de 36 escolas particulares em 14 estados brasileiros. Eles responderam às perguntas de forma anônima por meio de um formulário on-line entre 5 de maio e 27 de junho deste ano. O estudo foi feito em parceria com o psiquiatra Jairo Bouer.

As novas amizades virtuais geralmente são apresentadas por amigos, surgem nas redes sociais ou são feitas por meio de aplicativos para celular. Segundo a pesquisa, no entanto, 60% dos jovens não confiam nas pessoas conhecidas assim. Mas há os que confiam. Dos 4 mil jovens, 600 já abriram a webcam de seus computadores para completos desconhecidos. Quando encontram pessoas conhecidas pela internet, possuem estratégias para garantir a segurança: marcam em algum lugar público ou levam um amigo a tiracolo.

‘Stalkear’ pode
A internet é parte importante da vida desses adolescentes. A pesquisa aponta que 85% dos jovens passam ao menos duas horas conectados. A preponderância da internet na vida deles faz dela uma ferramenta para que construam seus relacionamentos. Isso porque pouco mais da metade dos jovens recorreram à rede para pesquisar a vida de potenciais “ficantes” ou namorados.

Mas também usam para miná-los. Entre os adolescentes que já estão comprometidos, mais de 40% não acha que paquerar na rede seja problema. Três em cada dez tiveram que discutir a relação com amigos ou namorados devido a alguma postagem em redes sociais.

Mentindo a idade
Apesar de os pais não estarem a par do que os filhos fazem na rede, não quer dizer que não monitorarem as ações dos adolescentes de algum tipo. O problema é que quando controlam o acesso à rede, a tentativa não é aceita por um terço dos jovens. O controle ao acesso não é respeitado mesmo quando exercido pelos próprios serviços. Mais de 90% entraram em redes sociais antes dos 12 anos – a idade mínima permitida no Facebook, por exemplo, é de 13 anos. Como fizeram isso? Simples: 86% admitiram ter mentido a idade.

Quando os pais impõem alguma restrição, os jovens surgem com meios para driblar métodos de controle. Para 63% deles, é mais fácil evitar a vigilância paternal com o uso de tablets e smartphones. Quando querem privacidade, são esses os aparelhos usados por um a cada quatro jovens. Identificado como um aparelho pessoal, os celulares não são controlados pelos pais de 80% dos jovens.

A conexão frequente dos jovens causa atritos dentro de casa. Quatro a cada cinco pais dizem ter problemas com os filhos pelo uso exagerado da internet. E tem motivos para se preocupar: quase um terço dos jovens já compartilhou dados pessoais na rede, como telefone, endereço ou documentos. A maioria deles (65%), porém, sabe que o rastro digital pode ser usado para avaliá-los futuramente. Saber que expor informações pessoais pode prejudicá-los no futuro, mas, mesmo assim ir adiante, ocorre porque os jovens sofrem um apagão quando usam o celular. Um terço dos adolescentes diz que não pensam muito antes de postar pelo celular.

180 Graus

Casais gays contam como é a vida sexual e afetiva com um parceiro HIV positivo

O Brasil tem um programa de tratamento de infectados pelo HIV que é referência internacional. Mais: o Ministério da Saúde acaba de anunciar que todos os adultos com o vírus passarão a ter direito de receber gratuitamente os medicamentos antirretrovirais, não importando se estejam ou não com o sistema imunológico abalado.

Arquivo pessoal

Andre soube há 13 anos que é soropositivo. Quando descobriu, não conseguiu tocar o parceiro por um mês

 

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Esse acesso fácil a medicamentos, que não curam mas combatem os efeitos nocivos da presença do HIV no organismo, deram mais qualidade de vida aos infectados. E, diferente dos soropositivos da década de 80, os que convivem atualmente com o vírus conseguem trabalhar, estudar e ter uma vida produtiva.

Por outro lado, o avanço no tratamento criou a falsa sensação de que a Aids deixou de ser um problema, que o vírus não traz maiores consequências para quem o contrai. Mas, como se vê nos depoimentos a seguir, lidar com uma doença incurável e debilitante requer cuidados ininterruptos. A vida nunca mais será a mesma.

O atendente André, 39, que prefere não revelar o sobrenome por questões de privacidade, rebate essa impressão com a experiência de quem vive com HIV há 13 anos. “O conceito de algo crônico, que parece totalmente tratável, faz com que as pessoas percam o medo, mas é preciso lembrar que o HIV é algo letal”, alerta ele, lembrando ainda que o soropositivo tem que tomar uma série de medicamentos diariamente, que causam efeitos colaterais.

“O conceito de algo crônico, que parece totalmente tratável, faz com que as pessoas percam o medo, mas é preciso lembrar que o HIV é algo letal.” (André)

Diretor do Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Fábio Mesquitafoi categórico ao falar da questão durante a divulgação do último boletim epidemiológico da doença, no início desta semana. “A Aids continua como um problema de saúde no Brasil”, apontou Mesquita.

Para a população LGBT é um problema maior, já que a doença se manifesta com um índice de prevalência bem mais alto. De acordo com dados do boletim epidemiológico, entre homens gays, travestis e transexuais, o número de afetados chega a 10%, contra 0,4% do índice geral. Neste grupo, considerado como prioritário para o Ministério da Saúde, também são incluídos, por questões técnicas, os profissionais do sexo e os usuários de drogas.

Além de André, a reportagem do iGay conversou com outros homossexuais soropositivos ou que têm parceiros nesta condição para entender, sem mitificações, como é conviver com o vírus, e as consequências que ele traz para o cotidiano dos envolvidos, inclusive na vida afetiva.

Riscos e preconceitos

Em 2000, quando descobriu que era HIV positivo, André ficou um mês sem conseguir beijar ou tocar o parceiro que vivia com ele na época. Hoje, em outro relacionamento, o atendente exerce plenamente sua afetividade com o namorado não infectado, mas confessa que ainda tem certos receios. “Usamos preservativos, como todos deveriam usar, aliás. Particularmente, evito também que objetos de uso pessoal, como tesoura de unha e aparelho de barbear, se misturem”, explica.

“A doença pode ser considerada crônica, mas não deixa de ser grave. Você tem de tomar medicações com efeitos diversos e conviver com o preconceito.” (Adriano Silva de Oliveira)

Talvez seja excesso de cuidado. O diretor do Centro de Referência de Tratamento de DST e HIV do Estado da Bahia, Adriano Silva de Oliveira, esclarece que a contaminação por meio de objetos pessoais como estes é mínima. “As chances de transmitir por itens de higiene pessoal são irrisórias”. No entanto, ele alerta quanto aos cuidados necessários para evitar a transmissão.

“A doença pode sim ser considerada crônica, mas não deixa de ser grave. Só o fato de você ter que tomar medicações com efeitos diversos e conviver com o preconceito faz com que ela não seja algo sem riscos”, avalia.

Sorodiscordantes

Os casais como o formado por André e o seu namorado, no qual um dos parceiros é HIV positivo e o outro não, são chamados de sorodiscordantes pelos especialistas. Juntos há seis anos, o assessor administrativo Felipe Gomes, 33, e o arquiteto José Mauricio Lima, 42, vivem esta condição. Felipe descobriu que estava infectado um ano antes de conhecer o companheiro.

“Quando o José me conheceu, ele já sabia da minha sorologia. Como ele é esclarecido em relação ao tema, não tivemos problemas”, conta Felipe. Mas José lembra que eles tiveram que passar por restrições ao iniciar o relacionamento. “No começo de uma relação tudo é muito intenso, o sexo é mais imediato. Foi preciso ter cautela nesse sentido, mas de resto nossa relação é como outra qualquer”, pontua o arquiteto.

“É preciso saber que, sendo soropositivo, você terá de se adequar a uma nova realidade, perceber a existência de uma vulnerabilidade.” (Felipe Gomes)

Felipe diz que o companheiro o ajuda muito nos cuidados com a saúde, sempre o lembrando de comer e tomar os remédios na hora certa. “É preciso saber que, sendo soropositivo, você terá que se adequar a uma nova realidade, perceber a existência de uma vulnerabilidade. Mas isso é algo que todos nós temos. Um amigo da minha idade, por exemplo, faleceu há pouco de infarto”, exemplifica o assessor administrativo.

Arquivo pessoal

Silvana (à esq) esperou cinco anos até que a companheira soropositiva Carina perdesse o medo de se relacionar

Há 20 anos lidando com pacientes soropositivos, Adriano de Oliveira diz que se os devidos cuidados forem tomados um parceiro com HIV não contamina o outro. “Nunca tive um caso no qual um casal sorodiscordante se contaminou”, afirma o especialista.

Cinco anos de espera

A cabeleira Silvana Nelo da Silva, 26, se apaixonou cinco anos atrás pela colega de profissão Carina Regina Teles, 33, sem saber que ela era soropositiva. Quando Carina contou, sua reação não foi negativa. “Sou espiritualizada, e no fundo parece que eu já sabia que ela tinha o vírus. Meu sentimento não mudou, continuei gostando dela”, afirma Silvana,

Elas não tinham tido nada muito sério até então e a relação continuou assim por cinco anos. “Eu tinha muito medo. A Silvana sempre me apoiou, mas eu não conseguia me relacionar mais profundamente. Tinha muito receio de machucar e causar dor nela. Mas ela soube esperar e neste ano eu acabei cedendo”, revela Carina, que há 30 dias vive com Carina numa casa na Zona Leste de São Paulo.

Mesmo assim, Carina confessa que ainda se sente um pouco insegura. “Sempre pergunto para a Silvana se ela não pensa no próprio futuro. Sobre o que ela vai fazer se um dia não puder mais me tocar”. A parceira responde de maneira otimista ao questionamento. “Nosso futuro é criar nossos filhos e ficar juntas até estarmos velhinhas”, projeta.

Além dos dois filhos do primeiro casamento de Carina, de 12 e 15 anos, o casal ainda cria uma filha de cinco meses recém-adotada. Silvana e Carina planejam aumentar a família adotando mais uma menina.

 

 

iG

Será que você e seu parceiro cultivam a amizade e a cumplicidade no relacionamento?

casalTem uma famosa frase que diz que o ideal é que nos casemos com nosso melhor amigo. Tem vezes que o casal é tão próximo e cúmplice que até parece que seguiram o conselho à risca. O amor pode vir de uma paixão à primeira vista ou de um antigo amigo de escola, nunca se sabe. O que importa é que manter a amizade entre homem e mulher é essencial para o bom relacionamento. Aqui, mostramos alguns sinais claros de que você se casou mesmo com seu melhor amigo.

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Vocês sabem rir um do outro

Em certas situações rir é o melhor remédio. A casa está uma bagunça, os filhos estão te enlouquecendo e tudo isso justo naquele dia em que vocês haviam combinado um jantar romântico, dá uma frustração na hora. A solução: cair na gargalhada. Rir da situação e da cara um do outro, afinal bom humor é essencial.

Nenhum lugar seria tão bom quanto esse

Se um fim de semana só entre você e ele satisfaz, esse é o caminho (ou parte dele). Ou quando no fim daquele dia ruim a única coisa que você quer é o abraço dele e que ele diga que tudo vai ficar bem.

Vocês conhecem o olhar do outro

“Está tudo bem?”. “Sim, por quê?”. “Seu olhar está distante, diferente”. Quem sabe, sabe. Chega um ponto do relacionamento que um entende o que o outro está sentindo ou até pensando pelo simples olhar.

A vida parece mais colorida

Pode parecer uma grande bobagem romântica, mas os casais apaixonados sabem bem como o dia se torna mais alegre ao pensar que de noite vocês sairão para jantar. Você capricha na escolha da roupa e sente que atraí os olhares ao andar na rua, de repente parece que até seu rosto se abriu, tudo só de pensar nele.

O primeiro a saber de tudo

Você recebe uma promoção no trabalho, vê algo superinteressante pela rua ou se entristece com uma situação, é para ele que você liga.

 

revistapaisefilhos

Desconfiar exageradamente do parceiro pode acabar atrapalhando a relação

Foto: Thinkstock
Foto: Thinkstock

No dicionário, a primeira descrição para a palavra ciúme é: inquietação mental causada por suspeita ou receio de rivalidade no amor ou em outra aspiração. Essa inquietação que surge em algumas situações é natural e, na medida certa, pode deixar a relação mais saudável. O problema surge quando isso se torna frequente e quando é muito intenso.

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Sentir ciúmes não é sempre negativo e faz parte da nossa natureza. Quando esse sentimento ultrapassa essa dimensão e se torna algo muito pesado deixa de ser algo positivo e se transforma em uma obsessão e uma doença”, resume a terapeuta comportamental Ramy Arany.

Desconfiança exagerada

Desconfiança frequente e exagerada pode ser um sinal que o ciúme está passando do limite saudável. “Quando ela vem acompanhada de cobranças, ameaças e chantagens emocionais o ciúmes deixa de ser positivo para se tornar algo totalmente destrutivo”, explica a terapeuta. Segundo a terapeuta, o ciúme exagerado rompe o equilíbrio da relação e o bom senso da pessoa.

Como controlar

Evite alimentar as desconfianças / Crédito: Thinkstock

Evite alimentar as desconfianças / Crédito: Thinkstock

Em primeiro lugar, a pessoa precisa se conhecer. “O autoconhecimento ajuda a entender o que nos faz sentir ciúmes e se isso é ou não natural”, afirma a especialista. De acordo com a terapeuta, o ciúme está geralmente ligado ao apego, insegurança, ao medo de perder a pessoa ou ser enganado por ela e a baixa autoestima. “A partir do momento em que nos conhecemos e sabemos sobre estes nossos pontos fracos, temos maiores condições de nos proteger e controlar o ciúme exagerado”, completa.

Outra dica de Ramy é controlar o impulso de brigar na hora que a raiva está aflorada. Segundo a terapeuta, é preciso refletir antes de surtar porque às vezes a crise de ciúmes é resultado da imaginação feminina, e não da postura do homem. Se a desconfiança persistir, converse com o parceiro para esclarecer o que está incomodando. “No caso de ciúme extremo, a pessoa ciumenta tem que se conscientizar que o problema se encontra nela e não na outra pessoa”, ressalta.

 

itodas

Boa notícia para os desconfiados: aplicativo para celular informa a localização exata do parceiro

rastreadorQuer rastrear seu namorado? Acha que ele está aprontando? Ao abrir a página rastreadordenamorado.com.br, nos deparamos com essas duas perguntas. Não, não é brincadeira, o Rastreador de Namorado é o mais novo aplicativo disponível de graça no Google play.

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Como funciona:

Não é necessário que você tenha um smartphone ou mesmo acesso à Internet no seu telefone; depois que o aplicativo é instalado no celular do parceiro (no caso, ele precisa de um celular com Android), basta mandar para ele uma mensagem de texto contendo um código para cada tipo de coisa que você quiser descobrir.

O que você consegue descobrir com o Rastreador:

  • A localização exata do seu namorado no mapa
  • O histórico de mensagens dele com qualquer pessoa
  • Todas as pessoas para quem ele liga

Além de receber essas informações, você ainda consegue fazer com que o celular do seu namorado te ligue sozinho, para que você consiga ouvir tudo o que acontece ao redor dele.

O que você achou dessa ideia? Você acha que este aplicativo pode trazer benefícios à relação, ou a confiança ainda é o segredo para um relacionamento saudável?

Por Mariana Luz

Cartaxo garante que apesar das divergências políticas quer RC como parceiro em João Pessoa

Apesar das divergências políticas entre o prefeito eleito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT) e o governador da Paraíba, Ricardo Coutinho (PSB), o petista garante que vai manter relação respeitosa e buscar parcerias com o governo estadual.

“Política é uma coisa, administração é outra completamente diferente”, afirma o prefeito em entrevista ao programa Rede Verdade da TV Arapuan da quarta (31). Cartaxo afirmou que vai manter relação respeitosa com o governador e trabalhar em favor da cidade de João Pessoa e afirmou que da mesma forma que vai buscar parcerias no governo federal, o governo estadual está incluso nas pretensões de parceiros.

“Qualquer ação objetiva que o governador se disponha a fazer na cidade de João Pessoa, sendo positiva para a cidade terá o aval do prefeito”, garante.

Marília Domingues