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Sindicato sinaliza paralisação após anúncio de privatização dos Correios

O anúncio do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL), sobre a privatização dos Correios caiu como uma bomba na cabeça dos servidores da estatal. E, uma das consequências dessa medida pode ser uma paralisação geral, o que deixaria milhões de brasileiros sem receber correspondências.

O presidente Jair Bolsonaro deverá anunciar nesta quarta-feira (17) a lista de privatizações que pretende fazer. Ao todo, são 17 empresas públicas que deverão ser privatizadas até o final do ano, incluindo os Correios, a Casa da Moeda, a CBTU, a Telebras e a Eletrobras.

Para o secretário-geral do Sindicato dos Trabalhadores em Correios e Telegráfos (Sintect-PB), Tony Sérgio, vários ações já estão sendo desenvolvidas pelos líderes sindicais e servidores na tentativa de impedir que a privatização aconteça.

“Aqui na Paraíba já temos uma audiência pública agendada para o próximo dia 30 onde discutiremos a situação atual dos Correios. Também estamos coletando assinaturas para fazermos um abaixo-assinado contra essa medida, isso já em âmbito nacional. Vamos fazer assembleias e a paralisação também está na pauta. Pode sim acontecer”, informou Tony.

Para o dirigente, a privatização não trará benefícios para o Brasil, já que a empresa é autossustentável e poderia sobreviver, se o governo tivesse interesse em investir. Ele diz que o presidente criou um factóide para justificar a privatização da estatal. “Nós temos 35% da população que não tem acesso a internet e depende dos Correios para se comunicar. As pessoas dos municípios mais distantes sofrerão com essa medida. Dos mais de 5 mil municípios, apenas 324 são lucrativos, e será nesses locais que a empresa compradora investirá deixando o restante de lado”, garantiu.

Tony Sérgio ressaltou que o sucateamento dos Correios tem prejudicado os servidores e os usuários. “Nós estamos trabalhando num regime que as ruas ficam recebendo correspondências dia sim, dia não, porque o número de funcionários já é limitado. Se houvesse investimento, se o governo devolvesse os mais de sete bilhões que foram retirados dos Correios, teria como funcionar”, finalizou.

 

clickpb

 

 

Professores da UEPB aderem à greve nacional da educação e definem segunda paralisação em maio

Contra a Reforma da previdência, os cortes de verbas na universidades e institutos federais e na UEPB e por reposição salarial já. Esta é a pauta dos professores da Universidade Estadual da Paraíba que justifica sua adesão à Greve Nacional da Educação, amanhã, 15/05, com concentração em Campina Grande na Praça da Bandeira a partir das 09h.

A decisão de paralisar foi tomada por unanimidade, numa assembleia geral da categoria, pela unanimidade dos participantes. Muitos docentes da UEPB estão convocando a população por suas redes sociais para a mobilização desta quarta-feira (15) Veja: https://www.instagram.com/p/Bxbag4ehcRi/

Os professores também aprovaram uma segunda paralisação para ainda esse mês, na Semana Nacional das Universidades Estaduais, entre 20 e 24/05, para a realização de um ato público em João Pessoa, para cobrar do governo do estado a abertura de diálogo com a Associação dos Docentes da UEPB – ADUEPB, para discussão da pauta da categoria.

Desde janeiro a ADUEPB solicita uma audiência ao Governo para a discussão da pauta salarial sem receber nenhuma resposta. Os professores ativos e aposentados acumulam uma perda de 30,74% em seus salários nos últimos cinco anos e estão com suas progressões de carreira congeladas por tempo indeterminado.

Deliberações

Além da adesão à greve nacional da educação, os professores da UEPB também decidiram realizar uma campanha de mídia para divulgar e valorizar o trabalho da categoria e a sua importância para a qualidade de vida da população paraibana.

Moções aprovadas:

A assembleia da ADUEPB também aprovou por unanimidade várias moções. A primeira é de solidariedade ao Professor David Lobão, que está ameaçado de processo por um vereador de Campina Grande.

A segunda, também de solidariedade aos alunos da Universidade de São Carlos que foram injustamente condenados a pagar uma indenização de R$ 50 mil por supostos danos materiais, como consequência pelos protestos contra o aumento do preço da refeição, em maio de 2018, numa clara perseguição a quem luta por direitos;

Uma terceira moção, de repúdio ao governo federal pelos cortes nas bolsas de Mestrados e Doutorados e a última de repúdio ao colégio eleitoral da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) onde o Professor Ricardo Silva Cardoso, atual vice-reitor,  foi indicado como primeiro nome da lista tríplice para reitor, mesmo não participando da consulta eleitoral a comunidade acadêmica, desprezando assim o resultado  da referida consulta.

 

Redação com Aduepb

 

 

 

Após reunião com governo, caminhoneiros descartam paralisação na próxima segunda-feira (29)

Os representantes dos caminhoneiros disseram ontem (22), após uma reunião com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que não haverá paralisação da categoria na próxima segunda-feira (29). Durante a reunião, que durou quase cinco horas, o ministro prometeu reajustar a planilha da tabela do piso mínimo de frete, umas das principais reivindicações dos caminhoneiros. O ministro disse ainda que vai intensificar a fiscalização do cumprimento da tabela de frete mínimo, com a participação dos caminhoneiros, e atrelar o reajuste da tabela ao preço do diesel.

“Eu acho que nós conseguimos administrar essa condição de momento e não deve haver paralisação de caminhoneiros neste momento. A representação dos caminhoneiros está conseguindo conversar com o governo”, disse o presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno.

A reunião com o ministro reuniu cerca de 30 representantes de 11 entidades de classe, além de um grupo de caminhoneiros autônomos. A proposta apresentada pelo ministério prevê que os próprios caminhoneiros vão ajudar a realizar a fiscalização da tabele de frete. Ainda esta semana, o ministro e o presidente da CNTA deverão assinar um termo formalizando o procedimento.

greve dos caminhoneiros
Caminhoneiros descartaram nova paralisação – (Thomaz Silva/Agência Brasil)

Anistia de multas

De acordo com um dos líderes da categoria, Wanderlei Alves, conhecido como Dedeco, as reclamações relacionadas ao descumprimento da tabela serão encaminhadas pela confederação ao ministério que as repassará à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O ministério também teria se comprometido a retirar multas de motoristas que fizerem as denúncias.

“O ministro se comprometeu de que o próprio caminhoneiro será um fiscalizador junto aos seus sindicatos de base que irá passar para a CNTA e a CNTA irá trazer direto para o governo a empresa, o embarcador que não está pagando o piso mínimo e, dentro de 20 a 30 dias, a ANTT irá autuar essas empresas que não estão cumprindo a lei”, disse Dedeco.

Mais cedo, antes da reunião, os caminhoneiros acenaram com a suspensão da paralisação desde que houvesse uma contraproposta do governo sobre as principais reivindicações. De acordo com Dedeco, o governo também prometeu adotar outro procedimento solicitado pelos caminhoneiros, que está previsto na legislação que estabeleceu o piso mínimo de frete, que é o acionamento de um “gatilho” na tabela para acompanhar os reajustes no preço do diesel.

Pela proposta, a planilha da tabela de piso mínimo sofrerá um reajuste toda vez que o percentual de aumento no diesel ultrapassar os 10%. O governo ficou de calcular quanto será o reajuste. “É o gatilho que já existia e que precisava ser colocado em prática para que o aumento do diesel não prejudique a categoria”, disse Dedeco.

Propostas

Na semana passada diante de rumores de paralisação da categoria, o governo apresentou um pacote de medidas para a categoria. Entre elas, a adoção de uma linha de crédito de R$ 500 milhões, em que cada caminhoneiro terá acesso a um financiamento de até R$ 30 mil. O dinheiro servirá para que os profissionais possam comprar pneus e realizar a manutenção de seus veículos.

O governo também disse que vai efetuar melhorias nas estradas e construir pontos de descanso em rodovias federais, mas as medidas foram consideradas insuficientes pela categoria. De acordo com Dedeco, com a abertura de negociação, os caminhoneiros devem desistir de parar as estradas do país. “Da minha parte, eu peço aos caminhoneiros que se acalmem”, disse Dedeco.

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Tarcísio Gomes de Freitas?@tarcisiogdf

Recebi hoje representantes dos caminhoneiros e Integrantes da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA) para dialogar sobre as demandas da categoria. Estamos trabalhando em soluções efetivas. As portas estão sempre abertas e manter o diálogo é nossa prioridade.

 

Ministro

Em seu Twitter, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, também comentou sobre o encontro com os representantes dos caminhoneiros. Ele fez duas postagens por volta das 22h. Na primeira, Gomes de Freitas falou que houve a reunião e que o governo está trabalhando em “soluções efetivas”. “As portas estão sempre abertas e manter o diálogo é nossa prioridade”.

Na segunda postagem, o ministro escreveu  que construiu, em conjunto com os caminhoneiros e a CNTA uma agenda de trabalho “que envolve eliminação de multas injustas, transferência do custo do diesel para tabela de frete, fiscalização dessa referência de custo e termo de compromisso com entidades representantes para tornar a fiscalização mais efetiva.”

Em nota publicada na noite de hoje, o ministério confirmou que firmou  uma agenda de trabalho a curto prazo com a categoria e citou os compromissos anunciados pelo ministro em sua rede social.

 

Agência Brasil 

 

 

Professores remarcam paralisação na UEPB para esta quinta-feira (22)

Os professores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) remarcaram para quinta-feira (22), às 9h, a assembleia geral e paralisação das atividades para pressionar o governo do Estado a abrir negociações sobre a pauta de reivindicações da categoria e a campanha salarial deste ano. A informação foi divulgada pela Associação dos Docentes da UEPB (ADUEPB) que, inicialmente, tinha marcado a paralisação para quarta (21).

A assembleia da categoria vai acontecer no hall da central de aulas do campus da UEPB em Campina Grande.

Segundo o presidente da ADUEPB, Nelson Júnior, a gestão estadual não teria respeitado as negociações feitas no ano passado entre o sindicato e a reitoria para viabilizar o repasse do orçamento integral da universidade em 2017 e, para este ano, está reduzindo ainda mais os recursos para a instituição, o que tem impedido qualquer discussão sobre a reposição das perdas salariais dos professores, que, segundo ele, já chegam a 26,42%.

As principais reivindicações dos professores são a implantação do plano de cargos, carreira e salários e a manutenção da eleição pela comunidade dos diretores de escolas.

portalcorreio

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Paralisação interdita trânsito e ônibus param em Campina Grande

(Foto: Artur Lira/G1)

A cidade de Campina Grande amanheceu nesta sexta-feira (28) sem transporte público. Os motoristas da principal empresa de ônibus foram até a garagem para cumprir expediente, mas não saíram com os veículos pelas ruas. Segundo a Superintendência de Trânsito e Transporte Público do município (STTP), 100% da frota estava parada até as 9h, mas o órgão conversa com o movimento grevista para tentar colocar pelo menos 30% da frota para rodar.

O presidente da empresa Nacional informou que os motoristas só voltam a trabalhar caso alguma decisão judicial seja expedida obrigando a circulação da rota mínima. A expectativa, contudo, é que esta decisão saia até umas 10h.

Segundo a Superintendência de Trânsito e Transporte Público do município (STTP), 100% da frota estava parada até as 9h, mas o órgão conversa com o movimento grevista para tentar colocar pelo menos 30% da frota para rodar.

O reflexo da situação foi visto no Terminal de Integração, pois nas primeiras horas da manhã, o local estava completamente vazio. A Ordem dos Advogados do Brasil Seccional Campina Grande (OAB-CG) informou que vai integrar a paralisação.

Manifestação na Avenida Marquês do Herval (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)

Manifestação na Avenida Marquês do Herval (Foto: Felipe Valentim/TV Paraíba)

Manifestação

Na Praça da Bandeira, no Centro, manifestantes interditaram a Rua Marquês do Herval e realizaram um protesto em frente a uma farmácia. Segundo informações da TV Paraíba, a farmácia abriu e os manistantes estavam incentivando os funcionários a sair do estabelecimento e participar da paralização.

Serviços paralisados

As agências bancárias em toda Paraíba estão fechadas nesta sexta-feira (28) porque os bancários aderiram à paralisação. As escolas públicas também não vão ter aulas.

G1

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Paralisação deixa João Pessoa sem ônibus, trens e com principais avenidas fechadas

(Foto: Walter Paparazzo/G1)

Os ônibus de transporte público de João Pessoa e os trens que fazem o transporte na Região Metropolitana na capital paraibana estão parados no início da manhã desta sexta-feira (28) devido a paralisação dos motoristas e funcionários da Companhia Brasileira de Trens Urbanos de João Pessoa (CBTU).

Além dos serviços de transportes parados, manifestantes fecharam pelo menos seis avenidas de João Pessoa: Avenida Pedro II, na altura do Jardim Botânico, na Torre; a Avenida Via Expressa Padre Zé, próximo ao Campus da UFPB de João Pessoa; a Avenida Cruz das Armas, nas imediações da feira de Oitizeiro; A Avenida Tancredo Neves, no bairro do Ipês; Acesso Oeste; e Parque da Lagoa, no trecho antes do hipermercado.

Garagem da principal empresa de transporte público de João Pessoa amanheceu fechada nesta sexta-feira (Foto: André Resende/G1)

Garagem da principal empresa de transporte público de João Pessoa amanheceu fechada nesta sexta-feira (Foto: André Resende/G1)

Na saída para o Rio Grande do Norte e para o interior da Paraíba, no entrocamento das BRs 101 e 230, manifestantes também fecharam uma das faixas. As interdições tiveram início por volta das 5h e até as 7h, todas as avenidas estavam fechadas com pneus em chamas.

A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana de João Pessoa (Semob) informou que a Avenida Epitácio Pessoa, o Viaduto do Cristo, Avenida Hilton Souto Maior, em Mangabeira e Avenida Beira-rio, não estão interditados e podem ser alternativas para os motoristas.

Avenida Cruz das Armas foi bloqueada na setxa-feira (28)  (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Avenida Cruz das Armas foi bloqueada na setxa-feira (28) (Foto: Walter Paparazzo/G1)

Serviços paralisados

As agências bancárias em toda Paraíba estão fechadas nesta sexta-feira (28) porque os bancários aderiram à paralisação. Os Sindicato do Professores das escolas privadas de João Pessoa também aunciaram adesão à paralisação desta sexta. As escolas públicas também não vão ter aulas.

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) determinou ponto facultativo, para que os servidores que escolherem participar da paralisação não tenham o ponto cortado.

G1

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Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Solânea convoca população para paralisação geral

O sindicato dos Trabalhadores Rurais de Solânea está convocando a sociedade em geral para a Marcha dos Trabalhadores de Solânea e Região, que vai acontecer nessa sexta-feira (28). A concentração vai acontecer na sede do sindicato ao lado da Igreja Matriz, no Centro da cidade, e seguir até o Ginásio de Esportes onde vai ocorrer a plenária do orçamento democrático estadual.

O presidente do sindicato o vereador Josenildo Jota comentou que essa mobilização é aliada a Greve Geral que vai acontecer em todo país. “Essa é a hora de nos mobilizarmos mostrando a esse presidente que ai está que nós trabalhadores não aceitamos as medidas que ele pretende tomar prejudicando a todos nós trabalhadores, vamos pra rua mostrar que o povo não aceita as reformas propostas pelo governo federal e contra nossos representantes paraibanos que estão lá em Brasília prontos para votar contra o povo”, explicou.

Focando a Notícia

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Comando de Greve agenda coletiva para detalhar paralisação geral do dia 28

(Foto: Roberto Parizott-CUT)

Trabalhadores do campo e da cidade vão parar suas atividades no próximo dia 28, em protesto contra as Reformas da Previdência e Trabalhista. Durante todo o dia serão realizados atos públicos, panfletagens e protestos em vários municípios do Estado. Em João Pessoa, o ato será realizado às 14h, no Ponto Cem Reis.

O Dia Nacional de Greve na Paraíba já tem adesão de diversas categorias como ferroviários, comerciários, transporte coletivos, professores, bancários, servidores do judiciário, técnicos das universidades e a igreja Católica.

Para informar todos os detalhes da Greve Geral, será realizada nesta segunda-feira  (24), às 9h30min, no auditório da Federação dos Trabalhadores Rurais do Estado da Paraíba  (FETAG-PB), em João Pessoa, uma coletiva de imprensa com todo o Comando Geral de Greve.

Em panfleto distribuindo nas principais Ruas e Avenidas da Capital, o comando de greve faz algumas recomendações à população de como ajudar a greve geral, exceto em casos de urgência.

Não ir a mercado, farmácias, consultas médicas, restaurantes, lojas de eletrodomésticos, shopping, casa lotéricas, agências, agências bancárias, academias e faculdades.

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Policiais civis da Paraíba realizam paralisação e protesto contra PEC 241 e lei estadual 10.660

policiais-civisNesta quarta-feira (09), os policiais civis da Paraíba realizaram uma paralisação em protesto contra a PEC 241 e a lei estadual 10.660/2006, que congela os reajustes das remunerações e subsídios dos servidores ativos civis e militares da administração direta e indireta do Poder Executivo estadual, bem como dos proventos dos servidores inativos e pensionistas até que as transferências de recursos federais e arrecadação fiscal estadual se normalizem.
A categoria afirma que vem sendo prejudicada com essas medidas. Suana Guarani de Melo, presidente da Associação dos Policiais Civis de Carreira da Paraíba (ASPOL), afirmou que trinta por cento dos serviços estão sendo mantidos, como a realização de flagrantes e a condução para audiências de custódia. Ela ainda destacou que o movimento aproveitou a oportunidade para arrecadar mantimentos para instituições filantrópicas do estado.

Yves Feitosa/David Martins

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Professores da UFCG aprovam paralisação no dia 16 de agosto

UFCGOs professores da UFCG aprovaram numa assembleia geral da categoria, na manhã dessa quarta-feira (11), paralisar suas atividades na próxima terça-feira, 16 de agosto, em adesão ao Dia de Lutas e Mobilizações convocado pelas maiores centrais sindicais brasileiras, em defesa do emprego, dos direitos e da Previdência Social. A categoria também aprovou ações políticas, administrativas e jurídicas contra uma série de injúrias e difamações que têm sido divulgadas nas redes sociais para o sindicato e os professores.

A paralisação na próxima terça-feira (16/08) foi aprovada pelos professores após a apresentação de avaliações políticas na assembleia do Sindicato, que demonstraram que a categoria e demais trabalhadores devem reagir contra os ataques a seus direitos sociais e trabalhistas, pois o Governo Federal e seus partidos aliados têm intensificado as tentativas de aprovar no Congresso Nacional inúmeros projetos contrários aos servidores e ao serviço público.

A paralisação no dia 16/08 está sendo convocada pelas oito maiores centrais sindicais do país, dentro da bandeira de luta “Em Defesa do Emprego, dos Direitos e da Previdência”.

No item de pauta “ADUFCG e as Redes Sociais”, a diretoria apresentou uma avaliação sobre a crescente quantidade de injúrias e difamações que têm sido divulgadas nas redes sociais contra o Sindicato e alguns de seus filiados, por eles defenderem a construção da greve geral dos trabalhadores contra os ataques aos direitos sociais e trabalhistas.

Vários professores apontaram a necessidade de promoção de ações judiciais, em paralelo com processos administrativos e iniciativas políticas devem ser promovidas pela ADUFCG, contra quem esteja praticando esses crimes, barrando estes ataques e a tentativa de intimidação ao movimento docente.

Entre os encaminhamentos definidos nesse ponto de pauta estão a produção de uma nota da ADUFCG sobre o tema e a sua divulgação, a iniciativa de pautar o tema no Conselho Universitária, para que aquele colegiado também se posicione contra este tipo de prática e a abertura de processos administrativos e judiciais contra qualquer integrantes da comunidade universitária envolvido neste tipo de iniciativa.

Paralisação

Além da paralisação do dia 16 de agosto, os professores da UFCG também suspenderão suas atividades amanhã (11/08), no Dia Nacional em Defesa da Educação Pública. As atividades previstas começarão com uma panfletagem a partir das 7h, no portão principal da universidade, seguida de debates, na sede da ADUFCG, às 9h e às 18h30.

Ascom ADUFCG 

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