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Transformação de lixões em aterros sanitários ainda não saiu do papel em 95 municípios da PB

lixãoA Lei 12.305 – que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) – é de 2010, mas passados cinco anos um abismo ainda separa as novas regras da realidade prática. Na Paraíba, por exemplo, a transformação de lixões em aterros sanitários ainda não conseguiu sair do papel em 95 municípios. Em 23 dessas localidades o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos sequer foi iniciado e, em 72, ele está em elaboração. Apenas 29 municípios já finalizaram o projeto.

Isso considerando um universo de apenas 126 cidades que responderam ao questionário da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). A Paraíba tem 223 cidades. Significa que somente 56% do total deram respostas aos questionamentos.

Os gestores alegam que a principal dificuldade enfrentada para a elaboração do Plano de Resíduos Sólidos é a captação de recursos. Para 46 deles, essa tem sido a maior barreira enfrentada para o cumprimento da lei. A falta de quadro técnico especializado também tem emperrado a preparação do projeto, segundo 37 dos entrevistados. Outros 34 afirmaram que desconhecem outros meios de captação de recursos financeiros e, por isso, encontram problemas.

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Houve também quem justificasse a demora na construção do projeto afirmando que o custo ultrapassou o estimado (16), ou porque enfrentam dificuldades com a participação da comunidade (23) e até porque têm problemas com convênios com órgãos de saneamento (18). Dez gestores apresentaram outros fatores que eles alegam estar travando o andamento da questão.

Recursos próprios são a maior fonte

A reclamação da maioria dos gestores sobre dificuldades financeiras tem uma razão de ser, de acordo com o resultado da pesquisa da CNM. Na Paraíba, seis gestores informaram que não têm nenhum recurso para elaborar o Plano de Resíduos Sólidos. E, na grande maioria dos casos (62,5%), a verba tem saído da própria prefeitura. Dos prefeitos que responderam ao questionário, 45 disseram que estão custeando o projeto com dinheiro da própria gestão.

Apenas seis receberam recursos do Governo do Estado e outros oito do Governo Federal. Cinco conseguiram fazer convênios e dois acharam outras formas para cumprir a determinação.

Lixo de 85 cidades tem destino inadequado

O levantamento da Confederação Nacional dos Municípios revelou que em 85 cidades paraibanas o lixo tem destino inadequado, ou seja, ele é depositado em lixões ou aterros controlados. Desses, 72 depositam os resíduos na própria cidade e 34, em outras localidades.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos considera como disposição final ambientalmente adequada apenas os aterros sanitários. Dessa forma, a pesquisa da CNM equiparou os aterros controlados aos lixões, para proporcionar análise de adequação dos Municípios à lei.

 

Por: Nice Almeida

blogdogordinho

Papel higiênico ou água: veja o que é melhor para higienizar a região íntima

higieneDepois de fazer xixi, o que é melhor para higienizar a região íntima? Papel higiênico, lenço umedecido ou água? Será que é recomendável usar amaciante para lavar as roupas íntimas? O Bem Estar desta terça-feira (3) tirou as dúvidas sobre higiene pessoal. Participaram do programa o ginecologista e consultor José Bento e a dermatologista Natalia Cymrot.

De acordo com o nosso consultor José Bento, depois do xixi, o uso do papel higiênico basta para limpar a região. Quando a pessoa defeca, o ideal é que a higienização seja feita com água.

Ele também alerta sobre o sabonete íntimo. “É o ideal, mas suas substâncias não devem alterar o pH natural da vagina.”

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No verão, as mulheres precisam ter mais cuidados com a região íntima. Nada de roupas justas ou tecidos sintéticos. As roupas precisam ser leves, para permitir a transpiração adequada. Outro ponto importante: não fique com roupa de banho molhada.

E como lavar as peças íntimas? Natalia Cymrot diz que precisamos dispensar o uso de amaciantes, já que o produto é muito tóxico. “Amaciante causa dermatite de contato. Pode causar vermelhidão, coceira e desconforto”, diz. Use produtos como o sabão de coco ou neutros. Você também pode lavar a peça íntima no banho com sabão de coco, mas nada de deixar pendurada no banheiro. Escolha um local seco e arejado.

Depilação
A depilação não influencia na higiene da região íntima. O odor desagradável não depende da quantidade de pelos, e sim da limpeza. O método mais indicado é o laser, por representar menor risco de contaminação. Aparelhos com lâmina devem ser descartados depois de usados.

A cera pode causar irritação e é contraindicada para pessoas que sofrem com pelos encravados. “A depilação com cera tem duas desvantagens: encrava muito os pelos e, se a cera estiver contaminada, pode dar uma infecção, chamada de foliculite. A cera deve ser descartável”, diz a dermatologista.

G1

“Parceria entre governo federal e prefeituras é fundamental para tirar programas sociais do papel”, destaca Dilma

Prefeitos, vice-prefeitos e vereadores do Rio Grande do Sul declararam apoio à campanha de reeleição da presidenta Dilma Rousseff, na manhã deste sábado (22). Ela participou de café da manhã com lideranças gaúchas, em Porto Alegre (RS).

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Em um auditório lotado, Dilma Rousseff falou para representantes de 13 partidos que apoiam a campanha e disse que a parceria entre governo federal e prefeituras é fundamental para que os programas sociais, como o Bolsa Família, dêem certo e cumpram seu papel no combate à pobreza.

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“Em 2003, foi o governo Lula que abriu o diálogo com os prefeitos, eleitos pelo povo, e isso nos iguala e nos irmana. Esta relação republicana se tornou respeitosa, solidária, útil e efetiva para população do nosso País. Esta parceria se tornou a base do sucesso do Bolsa Família, reconhecido pela ONU e outros países em busca de tecnologia social”, declarou Dilma, destacando que o Brasil é uma referência internacional no desenvolvimento de tecnologia social.

 

A presidenta também destacou que o uso do cartão eletrônico para pagar o auxílio financeiro aos beneficiários do Bolsa Família acaba com o uso político dos programas sociais.

“O Bolsa Família está baseado no cartão, que é impessoal, que acaba com o uso político do programa social. Está baseado na relação entre os órgãos públicos e a família. Ninguém deve nada a ninguém, é direito do cidadão receber”, afirmou Dilma.

Dilma Rousseff lembrou que o programa Mais Médicos foi criado justamente para atender a uma demanda das prefeituras, sobretudo as do interior que enfrentavam problema para encontrar médicos interessados em trabalhar nas regiões mais distantes do País.

“O Mais Médicos não foi um raio no céu azul e nem uma linda ideia, mas foi da necessidade de suprir uma ausência absurda de profissionais. É por isso que me orgulho muito de ter trazido para o Brasil 14,5 mil médicos, que dão cobertura para 50 milhões de habitantes.”, disse a presidenta.

Ao encerrar sua fala, Dilma disse que acreditar no Brasil é uma questão de democracia.

“Nós sempre acreditamos no Brasil. Nós acreditamos no Brasil mesmo dentro da cadeia, sendo torturada. Acreditar no Brasil, na democracia é obrigação dos brasileiros e das brasileiras”, disse a chefe da Nação.

Apoio gaúcho
No evento, os prefeitos destacaram os avanços alcançados pelo povo nos municípios. O Minha Casa Minha Vida, o Mais Médicos, recurso para a construção de creches e a entrega de maquinários foram algumas das ações do governo federal apontadas pelos prefeitos como importantes para a melhoria de vida da população gaúcha.

No Rio Grande do Sul, a campanha da presidenta conta com 12 comitês suprapartidários e recebe apoio de 27 escritórios regionais de prefeitos gaúchos. Estão sendo programadas ações nos dias 30 e 31 em todos os municípios gaúchos com menos de 30 mil habitantes.

Autor: Equipe Dilma Rousseff

Encontro debate papel da mídia pública na integração da América Latina

O 10º Encontro de Meios Públicos da América Latina aconteceu na Argentina, na quinta (15) e sexta-feira (16).
O 10º Encontro de Meios Públicos da América Latina aconteceu na Argentina, na quinta (15) e sexta-feira (16).

O evento desenvolveu-se no marco do Mercado de Indústrias Culturais do Sul, MICSUR 2014, que foi inaugurado na quinta-feira (15) pela nova ministra da Cultura da Argentina, a compositora Teresa Parodi.

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Os participantes comprometeram-se a trabalhar em um plano para integrar 32 meios públicos dos 12 países que intervieram no fórum realizado na quinta-feira e sexta-feira (16), assinalou Katiuska, que viaja neste domingo (18) para Havana.


“Assinamos uma Declaração Final, que tem a proposta de impulsionar e fortalecer todas as iniciativas que atualmente se encontram em desenvolvimento no processo de integração regional”, apontou Katiuska.

No encontro estiveram presentes os responsáveis pelas rádios e televisoras públicas da Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Chile, Cuba, Equador, México, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela. O documento do encontro contempla, entre outros compromissos, promover a comunicação conjunta dos meios públicos da região na luta contra a manipulação da informação.

Também insta a impulsionar a construção de um modelo próprio de comunicação pública para a América Latina que atue pela paz e em defesa da humanidade e dos projetos populares e nacionais. Na inauguração do evento, a ministra Parodi disse que “o papel dos meios é hoje definidor na construção de um país e cada vez mais essencial sua contribuição à integração regional”.

“Os meios fazem possível a visibilidade de toda a diversidade que existe e que tem sido relegada pelo modelo imperante e pela globalização”, opinou a recente titular e destacou que “aprendemos a construir nossos próprios espaços alternativos nos quais debatemos e pensamos nosso países”.

Fonte: Prensa Latina

Conheça o verdadeiro papel dos seios na sexualidade

seiosOs seios de uma mulher são capazes de despertar o desejo e incitar a libido. Os homens sabem disto e por isso mesmo não resistem à vontade de olhar e tocar. Para que uma relação sexual aconteça, é indispensável justamente o desejo de olhar e tocar entre duas pessoas. No corpo da mulher, especificamente, os seios e toda a região do colo expressam a sua feminilidade, tanto consciente quanto subliminar. Fisiologicamente, eles são indícios da capacidade de procriar e da função de nutrir e amamentar.

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Segundo o terapeuta e médico vibracional Eduardo Navarro, a erotização das mamas estaria assim relacionada ao imaginário masculino de ser alimentado por sua parceira. “Existe um interesse consciente ou inconsciente do adulto em voltar a mamar”, diz o especialista. Navarro acrescenta que nessa fase da vida, no entanto, há também o desejo do homem de proporcionar prazer à parceira.

Benefícios do sexo para a saúde

“Os seios são mais do que uma ferramenta para a amamentação e o imaginário masculino. Os mamilos, quando estimulados, causam a contração dos dutos de leite das glândulas mamárias proporcionando a mulher um prazer peculiar”, afirma o médico. De acordo com ele, algumas mulheres, inclusive, podem chegar ao orgasmo só de ter seus mamilos estimulados, cumprindo função semelhante ao clitóris.

O colo oferece uma região rica em sensações para serem exploradas a sós ou a dois. Toda mulher deve aproveitar os momentos íntimos no banho para tocá-los, descobrir seu formato e como se sente enquanto eles são acariciados. Depois, estrategicamente, quem desejar, deve abusar dos decotes. Um decote bem explorado pode revelar tanto a consciência de si mesma quanto as intenções da sua aparência.

Conheça o verdadeiro papel dos seios na sexualidade

Silicone
É perfeitamente normal que as mulheres queiram ser atraentes, incluindo nesta busca, muitas vezes, um seio farto e firme. “A aparência das mamas está relacionada à juventude ou à velhice. Por isso, dado o grande interesse dos homens pelas mamas as cirurgias de implante de silicone são das mais procuradas”, afirma o médico.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, o número de mulheres que recorrem à cirurgia de mama tem aumentado todos os anos. O último levantamento da entidade, divulgado em 2009, mostrou que de um total de 629 mil procedimentos de médio e grande porte feitos no país em 2008, em primeiro lugar, com 151 mil, aparece o de mama, seguido de lipoaspiração, com 91 mil.

O envolvimento íntimo parte de alguns princípios, como, por exemplo, o respeito ao próprio corpo. Mostrar seios bonitos pode passar por processos de autoaceitação, o que seria recomendado em primeiro lugar, antes das intervenções cirúrgicas.

É bom lembrar que, assim como um único tipo de corpo não pode ser chamado de ideal, o mesmo se aplica ao formato e tamanho dos seios.

 

 Minha Vida

Comissão prepara texto sobre o papel do leigo no Brasil

reuniaoNeste cinquenta anos do Concílio Vaticano II, a igreja quer voltar-se também para os Leigos. Com este intuito, a presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) designou uma comissão para refletir sobre o papel do leigo do Brasil e produzir um documento sobre a temática. A comissão reuniu-se nos dias 9 e 10 de dezembro, na sede da Conferência, em Brasília, e a expectativa é que o texto seja apresentado na 52ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil (52ª AG), em 2014, em Aparecida (SP).

 

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A comissão, composta por bispos e teólogos, é presidida pelo bispo de Caçador (SC), dom Severino Clasen. De acordo com o bispo, foi a Comissão para o Laicato que pleiteou junto ao Conselho Permanente da (CNBB) – composto pelos bispos que presidem as Comissões de Pastoral e os presidentes dos regionais da conferência – que a temática do leigo entre na pauta da 52ª AG.

“Conseguimos entrar na próxima Assembleia como tema de destaque, estamos elaborando um texto de estudo, para ser instrumento de trabalho. É o que essa comissão está produzindo”, explica dom Severino.

Espera-se que em 2014/2015 o texto seja uma referência sobre o papel dos leigos no Brasil e no mundo. “Queremos dar um olhar positivo para o laicato e ativar o que o papa Francisco vem pedindo tanto: um laicato maduro, presente e participativo”, explicou dom Severino.

 

CNBB

Pesquisa analisa mudanças no papel do editor de jornais impressos na era digital

Muito se discute sobre a sobrevivência do jornal impresso na era dominada pela internet. Há, inclusive, pesquisas que preveem quando será o seu último dia de vida. Neste cenário, o papel do editor muda na esteira dessas transformações, tanto em sua profissão, quanto nas relações sociais.

Crédito:acervo pessoal
Tema faz parte de sua tese de doutorado “O editor e seus labirintos: reflexos da crise de paradigmas do jornal impresso”
O jornalista Renato Essenfelder, cronista do Estadão.com, doutor em Ciências da Comunicação pela ECA/USP e professor de jornalismo das universidades ESPM e Mackenzie, analisou o tema em sua tese de doutorado “O editor e seus labirintos: reflexos da crise de paradigmas do jornal impresso”.

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Para Essenfelder, acabou a fase do “jornal de registro”, que trazia tudo de relevante do dia anterior, e passou para o tempo da “curadoria”, ou seja, necessidade de apontar para o leitor, com contexto e análise, os temas mais relevantes. “Dessa forma, o papel do editor também muda. Ele não é mais o clássico “gatekeeper”, o porteiro que determina quais histórias são e as que não são notícia, o que é digno e o que é indigno de ganhar notoriedade. Algo disso subsiste, sem dúvidas, mas pouco”, afirma.
Segundo o jornalista, a profusão de mídias, a popularidade e capilaridade das redes sociais fazem com que inúmeras histórias sejam publicamente debatidas, independentemente da vontade do editor. “Então ele passa de porteiro a curador – o que, conforme vejo, é uma promoção. Mas, como em toda promoção, o trabalho fica mais complexo e delicado. É maior e mais angustiante”, completa.
Para desenvolver a pesquisa, o profissional realizou entrevistas com 11 editores ou diretores de quatro jornais de São Paulo: Folha de S.Paulo, O Estado de S. Paulo, Metro e Destak. O resultado das opiniões converge no sentido de que este tipo trabalho está mais complexo e acompanha a mudança de papel dos próprios jornais. “É uma função que está mais importante e estratégica para as empresas jornalísticas, porque é ele quem primeiro ajuda a delinear sentidos no aparente caos informacional”.
Porém, embora o discurso das empresas seja de que o profissional nunca foi tão importante, Essenfelder pontua que ele se sente desprestigiado.  Algumas das razões apontadas para esse cenário são: sobrecarga de trabalho, pois com a internet é essencial estar sintonizado e informado 24 horas por dia; condições de trabalho: os planos de carreira são pouco claros ou defasados, com a constante ameaça de cortes; trabalho mais complexo, mais difícil e exigente, sem contrapartida salarial; maior exposição a críticas: o leitor agora acessa fácil e rapidamente o editor e, por fim, os ecos da sociedade não favoráveis a este cargo.
“Mais de um profissional me confidenciou que tem dificuldade de explicar a relevância do seu trabalho para amigos e familiares, pois creem que a internet põe o leitor em contato direto com as fontes e que os jornais impressos caminham para a irrelevância. Ou seja, além de sustentar o fardo de um trabalho de alta complexidade e responsabilidade, ainda precisam ‘justificar’ sua relevância o tempo inteiro”, conclui.

Leia a pesquisa completa acessando o link.

portalimprensa

Movimentos sociais duvidam que reforma política saia do papel

reforma-politicaSob a descrença de movimentos sociais, os deputados que fazem parte do grupo de trabalho da reforma política da Câmara terão o desafio de chegar na próxima semana a um texto que concilie os interesses dentro e fora do Congresso. O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) questiona o sucesso da discussão do tema no Congresso. “Há um pessimismo sobre o que este Congresso pode produzir sobre reforma política”, disse o advogado especialista em direito eleitoral do MCCE, Luciano Santos. Para ele, até agora, todas as vezes que deputados e senadores se movimentaram “foi para retroceder, facilitar a vida de quem hoje já detém mandato”.

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O advogado lembrou que a mais recente comissão fracassada sobre o tema, que teve como relator do deputado gaúcho Henrique Fontana (PT), trabalhou por mais de dois anos. A proposta foi engavetada antes de ser votada em plenário. “Foi gasto muito dinheiro nisso, a comissão realizou audiências públicas em todo o país”, disse.

Hoje o projeto (PL 5735/13) que serve de base para a discussão do novo grupo que trata do assunto tem vários pontos polêmicos como o que autoriza candidatura de quem teve as contas rejeitadas pela Justiça Eleitoral. Ainda pela proposta, as despesas pessoais do candidato, como deslocamento em automóvel próprio, remuneração de motorista particular, alimentação, hospedagem e chamadas telefônicas de até três linhas registradas no nome do candidato não precisarão ser comprovadas na prestação de contas.

Na avaliação de movimentos que militam nessa causa, a única alternativa viável para uma verdadeira reforma política é a aprovação de um projeto de iniciativa popular. Duas propostas estão em fase de recolhimento de assinaturas. A do MCCE batizada de eleições limpas, sugere em um dos pontos a adoção do sistema eleitoral em dois turnos para o legislativo. “No primeiro turno o eleitor votaria só na plataforma do partido e no segundo turno escolheria que candidato deveria executar o plano”, explicou Luciano Santos.

A outra proposta, elaborada pela Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político,  propõe um texto mais amplo que do MCCE: defende que determinados temas como, por exemplo, aumento dos salários dos parlamentares, grandes obras e privatizações, só possam ser decididos pelo povo por meio de plebiscito e referendo. Para que um projeto de iniciativa popular seja apresentado ao Congresso é necessário que ele venha avalizado por 1,5 milhão de assinaturas.

Para que as novas regras tenham validade nas eleições de 2014, o texto teria de ser votado pelo Congresso e sancionado pela presidenta Dilma Rousseff até o dia 3 de outubro. A dois meses do fim desse prazo representantes dos movimentos reconhecem que as chances são pequenas.

Na avaliação da Plataforma dos Movimentos Sociais apesar de chamar de reforma política, o Congresso até hoje só propôs mudanças restritas à questão eleitoral. “O Congresso nunca aceitou, por exemplo, o fortalecimento de mecanismos democráticos de participação popular. Uma proposta de reforma política tem que pensar numa melhor representação dos grupos: mulheres, negros, indígenas e homoafetivos”, ressaltou José Antônio Moroni, membro da Plataforma.

Na tentativa de mostrar transparência e disposição de ouvir a sociedade foi lançada há pouco mais de uma semana, dentro do portal da Câmara dos Deputados, uma comunidade virtual para discutir o tema. A ferramenta já teve mais de 16 mil acessos. O financiamento de campanha e sistema eleitoral são os assuntos que mais despertaram interesse até agora.

Sobre financiamento de campanha, Geraldo César Rodrigues, participante de um dos fóruns, defendeu que ele passe a ser exclusivamente público. “Doações podem sugerir sutilmente tráfico de influência e troca de favores – ou intenções de favorecimento – no meio político”. Para ele, campanhas eleitorais financiadas exclusivamente com recursos públicos inibem essas práticas.

“Penso que não se deva proibir a doação de pessoas físicas. Foi com base nessas doações que Obama se elegeu. O que é preciso é estabelecer limites. Além disso, a doação de pessoas físicas pressupõe a participação efetiva do cidadão que puder contribuir. O financiamento exclusivo não impede a existência de caixa-dois pelos candidatos poderosos”, avaliou outro participante, Claudionor Rocha.

Para a coordenadora da Frente Parlamentar pela Reforma Política com Participação Popular, deputada Luiza Erundina (PSB-SP), o canal virtual que foi aberto para receber sugestões da sociedade não supre a necessidade de novos debates com a sociedade. Ela acredita que a proposta em discussão é um grande retrocesso para o país já que estimula o abuso do poder econômico e flexibiliza a Lei da Ficha Limpa.

Ainda segundo a deputada, os protestos de junho, realizados em várias cidades brasileiras, não explicitaram com força a necessidade de realização de uma reforma política no país. Erundina lembrou ainda que na legislatura passada, a Frente apresentou uma proposta que nem sequer chegou a ser votada na Comissão de Legislação Participativa da Câmara. “Na verdade não há vontade política. O Congresso não vai dar uma resposta a todo esse marco legal que está obsoleto. Lamentavelmente será mais uma frustração que só contribui para desqualificar o poder legislativo”, disse.

 

Agência Brasil

Paraibano da cidade de Areia interpreta Jackson do Pandeiro em filme com ator que fez papel de Lula

 
 
O cantor e compositor Dedé Florencio, natural da cidade de Areia-pb, se prepara pra brilhar nos cinemas. O artista foi indicado pelo seu parceiro musical nininho de uauá a participar do filme “os ventos que viram”, dirigido pelo cineasta Hermano Penna, autor de filmes premiados como ‘Sargento Getúlio` e ‘Fronteiras da Alma.

O filme conta a história do cangaço e é estrelado pelo ator Rui Ricardo Diaz, aquele mesmo que fez o papel do presidente Lula no filme sobre a sua vida, ainda pelas atrizes globais Neuza Borges e Emanuelle Araújo, a que  foi vocalista da banda Eva e fez a novela Cordel Encantado, do sergipano Antônio Leite e outros atores da Bahia.

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Dedé Florencio, apaixonado pela boa músia interpreta no filme a música de seu conterrâneo, o inesquecivel Jackson do Pandeiro que era filho da cidade vizinha, Alagoa Grande.

Geraldo Brito na sanfona e Valdo Banana Amassada na zabumba , Dedé Florencio voz e triângulo fecharam com chave de ouro sua participação. Dançaram ao som do autentico forró pé de serra, o ator Rui Ricardo e a atriz Emanoelle Araújo e outros autores renomados.

Veja a materia completa no site oficial do filme : http://aosventosquevirao.wordpress.com/

http://blogs.diariodonordeste.com.br/blogdecinema/festivais-nacionais/cine-pe-os-filmes-em-competicao/

Dedé Florencio aparece no meio dos demais usando chapeu de couro

FANTOCHE: eleito para ser a voz do povo, Santino adota lei do silêncio e repassa papel de político para assessor

santinoParlar, em italiano, significa falar. O cargo de parlamentar representa a voz do povo. Apesar de todos esses significados o vereador de primeiro mandato em João Pessoa, Santino (PT do B), surpreendeu, na manhã desta quarta-feira (17) e confessou que foi proibido de falar.

As ordens dadas ao parlamentar novato são dos próprios assessores que podem estar temendo que o anão fale o que não deve e acabe colocando em xeque a reeleição em 2016 e consequentemente seus cargos comissionados do legislativo da Capital.

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“A orientação da assessoria é essa, não falar, eles é que vão falar por mim”, declarou.

Destacando uma total falta de personalidade, Santino, que ganhou a confiança do povo em 2012, hoje tem medo de falar para esse próprio povo, jogando assim para seus assessorados, dentre eles alguns familiares, a responsabilidade de responder pelo mandato.

Informações obtidas pelo PB Agora dão conta que na semana passada, quando repórteres se aproximaram do menor vereador do país, um dos assessores correu e interrompeu a entrevista, ressaltando que o parlamentar só poderia falar através da assessoria. Na ocasião, o assessor teria se colocado à disposição para responder as dúvidas da imprensa, assumindo assim o papel de político.


PB Agora