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Coronavírus: Desobedecer isolamento ou causar pânico pode levar à prisão

A Polícia Civil da Paraíba está alertando para o fato de ser criminoso o ato de provocar pânico, espalhar alerta falso ou criar situações de terror entre a população.

Segundo a polícia, isso vem acontecendo em várias partes do país através de áudios e vídeos postados em redes sociais, mas se configura como crime passível de prisão de 15 dias a seis meses.

Veja o que diz a Lei de Contravenção Penal (LCP) sobre o assunto: 

Art. 41 – Provocar alarma, anunciando desastre ou perigo inexistente, ou praticar qualquer ato capaz de produzir pânico ou tumulto. Pena – prisão simples, de quinze dias a seis meses, ou multa.

Já o Artigo 268 do Código Penal Brasileiro (CPB) trata da desobediência da população à determinação de autoridades para impedir a propagação de doença contagiosa.

Art. 268 – Infringir determinação do poder público, destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa: Pena – detenção de um mês a um ano e multa.

 

portalcorreio

 

 

Bolsonaro diz que não há motivo para pânico sobre o coronavírus

O presidente Jair Bolsonaro fez um pronunciamento na noite desta sexta-feira (6) para tranquilizar a população a respeito da chegada do novo coronavírus no país e convocar a população, em especial os profissionais de saúde, para um trabalho conjunto com o governo para superar a situação.

O primeiro caso foi confirmado pelo Ministério da Saúde no sábado (29) e segundo último boletim publicado hoje o país conta com 13 pacientes infectados pelo vírus e 768 casos suspeitos.

O Brasil foi o primeiro país da América do Sul a lidar com a enfermidade e, de acordo com o presidente, reforçou o sistema de vigilância em portos, aeroportos e unidades de saúde. Bolsonaro destacou que o governo também vem transmitindo informações diárias e transparentes a estados e municípios.

“Determinei ações que ampliam o funcionamento dos postos de saúde, bem como reforço aos nossos hospitais e laboratórios. O momento é de união. Ainda que o problema possa se agravar, não há motivo para pânico. Seguir rigorosamente as recomendações dos especialistas é a melhor medida de prevenção”, disse o presidente.

Agência Brasil

 

 

Estudante baleada em assalto na UEPB relata pânico: ‘Ninguém imaginava que era tiro’

“Ninguém imaginava que era tiro”, relatou a estudante Natalícia Silva, de 21 anos – baleada durante o assalto a um carro-forte na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande. A aluna do 3º período do curso de pedagogia foi atingida com um tiro de raspão nas costas e, um dia após o crime, relembrou os momentos de pânico vividos por ela e os amigos da universidade.

“A gente tava tendo uma palestra no auditório com alguns professores e pediram pra que a gente descesse pro ‘hall’ da universidade porque iam dar procedimento a palestra lá embaixo, então a gente desceu e ficou sentado nas mesas. Daí a gente escutou um barulho, só que ninguém imaginava que era tiro, a gente pensou que era alguma encenação que fazia parte da palestra. Só depois, quando deu continuação aos tiros, a galera começou a correr e gritar: ‘é tiro, é tiro!’. Então gente correu pra tentar se esconder”, relata a estudante.

“Quando eu tava correndo eu senti algo me rasgando na região lombar, só que a gente continuou, tava todo mundo muito desesperado, a gente se deitou no chão, perto de uns armários pra tentar se esconder”, conta a estudante Natalícia Silva.

Na manhã desta segunda-feira (1º), quatro homens armados fingiram ser estudantes e anunciaram um assalto a um carro-forte que levava malotes de dinheiro para uma agência bancária localizada na Central de Aulas da UEPB.

Após ser baleada, Natalícia foi socorrida e levada para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. A estudante recebeu alta ainda na tarde da segunda-feira (1º).

Tiroteio foi registrado na manhã desta segunda-feira (1º), na UEPB, em Campina Grande — Foto: Ana Sousa/TV Paraíba

Tiroteio foi registrado na manhã desta segunda-feira (1º), na UEPB, em Campina Grande — Foto: Ana Sousa/TV Paraíba

A jovem lembra do desespero dos colegas no local. “Na hora, quando eu entendi que eram tiros, eu pensei que era um massacre igual ao de Suzano (SP). Eu tava com minha amigas, mas na correria a gente se separou, cada uma correu pra um canto. Muitas meninas choravam, alguns tentavam acalmá-las”, recorda a estudante.

“Eu tava sentindo aquela dor só que a adrenalina do momento não deixou que eu achasse que fosse um tiro, depois quando tudo se acalmou mais, que eu falei que tava sentindo muita dor. As meninas olharam e falaram que tinha sido um tiro que eu tinha levado”, conta.

“As meninas me pediam pra ficar calma, que o tiro tinha sido de raspão, aí veio um funcionário do prédio e disse que os bandidos já tinham saído e que a polícia já tinha chegado, foi quando a gente se acalmou e eu vi que tinha sido um tiro de raspão mesmo”, lembra.

A estudante contou que os bombeiros e uma equipe médica chegaram ao local. “Estavam socorrendo os mais graves, então a gente desceu e uma menina de enfermagem fez um curativo em mim pra não ficar sangrando”.

Bombeiros foram acionados para socorrer estudantes feridos durante tiroteio na UEPB, em Campina Grande — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Bombeiros foram acionados para socorrer estudantes feridos durante tiroteio na UEPB, em Campina Grande — Foto: Reprodução/TV Paraíba

Estudante levada para hospital

Uma professora da universidade levou Natalícia para o Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande. A madrinha da estudante, Luciete Barbosa, conta como recebeu a notícia de que a afilhada estava no hospital.

“Na mesma hora me ligaram e pediram pra que eu avisasse a mãe dela que ela tinha sido vítima de uma bala perdida, mas que tinha sido de raspão. Então minha filha foi avisar a mãe dela e graças a Deus não foi nada mais grave”, destaca.

Natalícia foi atendida e recebeu alta médica ainda na tarde desta segunda-feira (1º). Ela voltou para casa, na cidade de Queimadas, no Agreste. “Eu fui lá ontem quando ela chegou, ela tá deitadinha lá de repouso”, diz a madrinha Luciete Barbosa.

“O local onde a bala pegou está bastante inchado, mas estou fazendo os curativos como pediram os médicos. Espero melhorar em breve”, finaliza a estudante Natalícia Silva.

*Sob supervisão de Krys Carneiro

G1

 

Terror, pânico e tragédia em Arara na ‘festa da vitória’

arara-lutoUma verdadeira operação de guerra, proporcional ao tamanho do município, foi montada em Arara, desde a noite dessa segunda-feira (03) para capturar o grupo que plantou o terror na cidade, matou um policial civil e feriu cinco pessoas que estavam comemorando a eleição de Nem da Padaria a prefeito.  Foram mais de 12 horas de ação que envolveu 100 policiais, sendo 70 da Polícia Civil e 30 da Militar, divididos em 15 equipes comandadas pelo mesmo número de delegados.

Um dia após o tiroteio que vitimou o escrivão da polícia civil Marcos Rosas e feriu mais cinco pessoas, o clima na cidade de Arara é de profunda tristeza e insegurança.  O moradores do município que fica a 155 KM de João Pessoa, contaram que os feridos receberam os primeiros socorros de profissionais de saúde que estavam na comemoração e que uma mãe prestou os primeiros socorros ao próprio filho que foi atingido por uma bala perdida.

“Eu estava fazendo a locução do evento quando escutei os disparos aí disse é tiro. Foram vários disparos e a correria foi grande em cima do palco. Todos se deitaram no chão com medo, nós pedidos calma, mas em uma hora desse não tem como ter calma”, declarou Valdir Albino.

Uma das vitimas, que não quis se identificar, disse ao Correio Online que viveu momentos de pânico. “Eu estava feliz comemorando a vitória do meu candidato e de repente me vejo sangrando com um tiro na perna. Não esperava jamais que isso fosse acontecer”, lamentou.

Tiros quase atingem prefeito eleito

Dois tiros atingiram o trio em que estavam o prefeito eleito Nem da Padaria e a vice Suely. Eles estavam no palanque quando as balas caíram próximas a eles. “As balas vieram de cima para baixo, já sem força, mas poderiam ter ferido ou até matado o prefeito e as outras pessoas que estavam em cima do palanque”, contou uma testemunha do episodio que sua identidade não fosse revelada.

Vítima em estado grave 

Das cinco pessoas que foram atingidas pelos disparos e deram entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, duas continuam internadas.  Uma em estado grave: João dos Santos, 78 anos, passou por cirurgia e continua internado.  Jefferson Marcelo Jorge da Silva, 27 anos também segue internado na área amarela, com quadro clínico estável.  As outras vítimas receberam alta e foram liberadas.

Crime foi planejado

O Superintendente da Polícia Civil da Região de Campina Grande, Lúcio Soares, acredita que os bandidos premeditaram a morte do escrivão da Polícia Civil, Marcos Rosas. Ele foi atingido por cerca de dez tiros e morreu no local em que estava sendo realizado o evento. Para o superintendente da PC, a ação foi uma represália de traficantes que atuam na região.

“Como Marcos estava realizando um mapeamento das áreas de atuação do tráfico e recentemente, devido a esse trabalho, a polícia conseguiu desarticular 15 bocas de fumo, os traficantes planejaram a execução do companheiro que era bastante atuante na região”, comentou Lúcio Soares.

Menores atiram

O grupo que invadiu a festa era formado por seis pessoas, sendo três menores de idade. Segundo Lúcio Soares, eles foram os responsáveis pelos disparos que matou Marcos Rosas e feriu mais cinco pessoas. “Esse grupo tinha uma única missão: matar Marcos. Os menores já confessaram isso. E acreditamos que eles atiraram no policial”, reforçou.

Apesar de ter prendido o grupo que participou do crime em Arara, Lúcio Soares adiantou que por trás dessas pessoas deve existir alguém do alto escalão do tráfico. “Nós temos que saber quem são essas pessoas, pois essa ação demonstra uma clara retaliação do tráfico ao trabalho que vem sendo realizado na região contra essas pessoas”, ressaltou Lúcio Soares.

Suspeito é morto

Durante a ação da polícia em busca dos suspeitos, um adolescente de 15 anos morreu, um foi apreendido e três homens maiores de idades foram presos. O Superintendente da Polícia Civil da Região de Campina Grande, Lúcio Soares, declarou que os menores receberam a polícia a tiros. “O menor que morreu, conhecido como Bebeto, tem um histórico de violência, inclusive, já tentou matar um policial em uma abordagem em João Pessoa. Ele reagiu a nossa abordagem e morreu durante a fuga”, afirmou.

Combate ao crime vai continuar

O secretário de Segurança, Cláudio Lima, rechaçou a ação dos criminosos e garantiu que o combate ao trágico e a criminalidade em Arara e nas cidades vizinhas continuará de forma mais intensa. Segundo ele, a polícia não vai ser curvar a retaliações. “A polícia não vai recuar diante de situações como esta. Foi pior para eles (criminosos). Nós vamos para cima deles até limpara toda a região de elementos que tentam intimidar a polícia. Vamos unir várias forças de segurança para atuar na região”, adiantou Cláudio Lima.

correiodaparaiba

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Bandidos explodem agência da Caixa e causam pânico em Pilar

bancoBandidos atacaram mais uma agência bancária na Paraíba. Desta vez, o alvo foi a agência da Caixa Econômica no município de Pilar. O crime ocorreu na madrugada deste domingo (25). De acordo com testemunhas, os bandidos chegaram a atirar contra uma residência.

Após a explosão, a agência ficou completamente destruída. Os bandidos conseguiram fugir e ainda não foram localizados pela polícia.

Segundo moradores, a agência da Caixa Econômica Federal havia sido inaugurada há dois meses. De acordo com o Sindicato dos Bancários da Paraíba, somente este ano já foram registrados 78 ataques contra instituições bancárias.

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MaisPB

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Novo tremor volta a levar pânico à região central da Itália

(Foto: Ciro De Luca/ Reuters)
(Foto: Ciro De Luca/ Reuters)

Um tremor de 4,3 de magnitude voltou a atingir a região central da Itália nesta quinta-feira (25), causando novos desmoronamentos, segundo a Associated Press. Em Amatrice, uma das cidades mais atingidas pelo terremoto de quarta-feira (24), o desabamento parcial de um imóvel provocou pânico entre os moradores.

Mais de 240 pessoas morreram e centenas seguem desaparecidas, segundo os últimos balanços divulgados pelas autoridades. Só em Amatrice foram registradas 200 mortes, segundo o prefeito da cidade. A Defesa Civil italiana informou que 270 pessoas estão hospitalizadas e cerca de 1,2 mil estão desabrigadas na região.

A agência Efe informou que a fachada do prédio que desmoronou nesta manhã fica perto de um alojamento temporário das vítimas do terremoto de quarta, no parque de Amatrice. O novo tremor foi registrado às 14h36 (horário local, 9h36 em Brasília).

Buscas
Mais de 4,3 mil pessoas trabalham na busca por sobreviventes. Escavadeiras são usadas nos maiores desmoronamentos, mas em diversos pontos bombeiros e socorristas usam as próprias mãos para retirar escombros e tentar alcançar vítimas. As operações de resgate, que aconteceram com temperaturas abaixo dos 10 graus, não têm previsão de interrupção.

A Defesa Civil admite que esse número pode aumentar, já que ainda há centenas de desaparecidos. O jornal “Corriere della Sera” afirma que existem ainda quase 300 feridos. O Itamaraty informou que não há registro de brasileiros entre as vítimas.

Turistas
A região afetada pelo terremoto, a apenas 160 quilômetros de Roma, é uma área de passagem de turistas, o que provoca o temor de mortos de várias nacionalidades.

As autoridades temem pela vida dos hóspedes do célebre e histórico Hotel Roma de Amatrice, que estava com ocupação total por ocasião de uma festa tradicional em homenagem à criação há 50 anos da receita de spaghetti à “matriciana”, segundo a France Presse.

Em homenagem à receita com molho de tomate e bacon estão surgindo várias iniciativas de solidariedade por parte de cozinheiros e donos de restaurante de todo o mundo com a população de Amatrice.

Resgate emocionante
Em Pescara del Tronto, o resgate da menina Julia, de apenas 10 anos, emocionou as equipes de resgate. Ela foi retirada dos escombros de um imóvel sob aplausos.

O primeiro tremor, de magnitude 6,2, aconteceu às 3h36 de quarta-feira (22h36, de terça-feira, em Brasília) e o impacto foi maior perto de Perugia, região localizada a menos de 200 km de Roma, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), organismo que registra os tremores em todo mundo.

Menina de 10 anos foi retirada com vida dos escombros em Pescara del Tronto, na Itália (Foto: Reprodução/TV Globo)Menina de 10 anos foi retirada com vida dos escombros em Pescara del Tronto, na Itália (Foto: Reprodução/TV Globo)

 

Mais de 100 tremores secundários foram registrados durante a noite, incluindo um particularmente forte, às 5H20, que provocou mais deslizamentos de terra, segundo a France Presse.

Prevenção
Um dia depois da tragédia, entre a desolação e a surpresa, várias perguntas começam a ser feitas sobre o preço elevado pago pela Itália, com destaque para a qualidade das construções, segundo a France Presse.

O primeiro-ministro italiano, Matteo Renzi, admitiu na quarta-feira as enormes dificuldades para proteger tantos vilarejos e cidades com valiosos centros históricos, construídos há vários séculos.

Especialistas, historiadores e arqueólogos serão mobilizados em toda a península para avaliar o patrimônio e estabelecer um calendário de obras de prevenção, para impedir que vilarejos localizados em áreas de alto risco sísmico desapareçam com um terremoto.

“Nós, os geólogos, há anos pedimos que se desenvolva a cultura da prevenção para evitar estas tragédias”, declarou o presidente do Conselho de Geólogos, Francesco Peduto.

Nesta quinta-feira, o Conselho de Ministros de reunirá para decretar estado de emergência nas áreas afetadas pelo terremoto.

“Será necessário realizar um trabalho sério e contínuo”, disse Renzi, que espera evitar os erros cometidos após o terremoto de 2009 em L’Acquila, cuja polêmica reconstrução se tornou um negócio lucrativo para muitos.

G1

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Pânico: vídeo flagra bandidos fazendo reféns durante explosão a banco em JP

explosaoUm vídeo enviado por um internauta ao Portal MaisPB mostra o exato momento em que bandidos  explodiram, nesta madrugada (23), os caixas eletrônicos da Caixa Econômica, que funciona no Bessa Shopping, em João Pessoa.

Durante a ação, os criminosos bloquearam as vias que dão acesso ao shopping. No vídeo é possível ver pessoas sendo feito reféns e tendo que ficar sentadas em uma calçada sob a mira de armas.

Ao se aproximar do local do crime, um motorista recebeu ordem de um bandido para parar o carro, mas não obedeceu e tentou fugir. O criminoso chegou a disparar contra o veículo duas vezes, na tentativa de intimidá-lo.

Vários tiros foram ouvidos por moradores da região, antes da explosão do caixa eletrônico.

De acordo com informações, a explosão aconteceu por volta das 4h da madrugada.

Veja vídeo:

MaisPB

Homem acorda minutos antes do próprio enterro e causa pânico no velório

mortoUm homem que havia sido declarado morto acordou durante o seu próprio velório e surpreendeu as pessoas que acompanhavam a cerimônia. O caso aconteceu na cidade de Pelaya, Colômbia. Jorge Eliecer Julio Ramirez sofreu um ataque cardíaco enquanto cumpria pena numa prisão local e foi levado a uma clínica. No local, foi certificada sua morte. A informação é do jornal local La Republica.

Segundo o testemunho dos vizinhos, em um video no YouTube, o homem sentou-se e abriu os olhos, causando pânico entre a família e os amigos.

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“Eles estavam fazendo orações quando a tampa do caixão se levantou. Ele abriu os olhos e se sentou no caixão. Ele estava verde, tinha um bigode marrom”, disse Ardila Lidueñas Omeira Rosa, moradore de Pelaya, à Caracol Radio da Colômbia.

Homem acorda durante próprio velório, na Colômbia
Homem acorda durante próprio velório, na Colômbia Foto: Reprodução Youtube

O caso gerou muitos comentários na regão e teses conspiratórias. Algumas pessoas acreditam que ele forjou sua morte para escapar da prisão.

“Ninguém pode simular um ataque cardíaco, ninguém pode parar de respirar 8 ou 10 minutos. Imagina uma hora para não fingir de morto”, afirmou uma perita que assinou o relatório sobre o caso.

Pouco tempo depois de ressuscitar, Jorge Eliecer Julio Ramirez morreu.

 

Extra

Turbulência, gritos e pânico: Timão faz viagem assustadora após vaga

timao-no-aviaoOs jogadores do Corinthians viveram momentos de terror no voo que trouxe a delegação da Colômbia nesta sexta-feira, após o empate com o Once Caldas que classificou o time para a fase de grupos na Taça Libertadores.

Praticamente lotado, o Airbus 330 da Avianca deixou Bogotá por volta das 15h30 (18h30 de Brasilia) com destino ao aeroporto internacional de Guarulhos, na grande São Paulo.

Com cerca de 40 minutos de voo, os avisos luminosos de atar os cintos foram acionados em virtude da passagem por uma grande concentração de nuvens carregadas.

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O avião começou a balançar imediatamente para os lados e logo em seguida teve uma queda brusca de cerca de três segundos. Tempo suficiente para passageiros entrarem em desespero.
– Nós vamos morrer! – gritou um deles.

 Não costumo ter medo, mas nessa fiquei bolado”
Renato Augusto, meia do Timão

Pouco antes da turbulência, algumas pessoas já haviam sido atendidas pelo serviço de bordo. Entre elas, Tite. Com o balanço da aeronave, o treinador não conseguiu equilibrar o copo de água que segurava e levou um banho. Durante o problema, o treinador rezava.

O zagueiro Gil era um dos jogadores mais assustados com a turbulência. O jogador também gritou com a mudança repentina de rota e cobriu a cabeça com o cobertor fornecido pela companhia aérea.

Curiosamente, Gil fazia naquele momento um tratamento na panturrilha direita, lesionada em Manizales, com um aparelho eletromagnético. Somente depois de todo o problema ele foi retirado pelo fisioterapeuta Bruno Mazziotti.

Minutos mais tarde, ainda sobrevoando a Colômbia, uma nova queda brusca da aeronave, desta vez um pouco mais leve que a anterior, mas capaz de assustar novamente as pessoas a bordo.

– Eu estava olhando para frente e percebi que o avião teve uma queda na parte de trás – contou o goleiro Walter.

Corinthians desembarque Tite (Foto: Diego Ribeiro)A expressão de Tite retrata os momentos vividos. O treinador buscou a fé para suportar a tensão do voo (Foto: Diego Ribeiro)

– Acho que essa foi a pior turbulência que peguei na minha vida – disse o repórter Abel Neto, da Rede Globo.

As luzes de alerta só foram apagadas com a melhora do tempo, sobrevoando o estado do Amazonas. Jogadores e outros passageiros passaram a andar pelo avião, mas ainda nervosos com o susto.

– Eu não costumo ter medo, mas nessa fiquei bolado – disse o meia Renato Augusto, ao conversar com os goleiros Cássio e Matheus Vidotto.

Corinthians desembarque (Foto: Diego Ribeiro)Aliviado, o colombiano Mendoza desembarca em Guarulhos (Foto: Diego Ribeiro)

 
A turbulência voltou com a chegada ao estado de Rondônia. As luzes foram acesas novamente. No entanto, perdeu força e acalmou os passageiros.

Somente três horas antes do pouso todas as luzes da aeronave foram apagadas para que as pessoas tentassem relaxar.

Apesar do alívio, o clima seguiu tenso. As brincadeiras entre os jogadores, tão comuns em voos após vitórias, foram raras. Gil, sempre atormentado pelos companheiros por causa do medo de voar, foi preservado.

– Fiquei com medo mesmo, a sensação é de que você realmente não vai sair dessa. Até pra nós que estamos acostumados a voar foi difícil – frisou o zagueiro.

Corinthians desembarque Gil (Foto: Diego Ribeiro)Gil revelou que temeu pelo pior (Foto: Diego Ribeiro)

O temor acabou já perto do pouso. O avião chegou a Guarulhos, sem novos sustos, à 0h43 desta sexta-feira. Alívio que rendeu aplausos dos passageiros ao piloto.

“São e salvo”, Sheik deixou claro que os momentos vividos nas alturas estiveram longe de terem sido serenos

– Foi um voo tranquilinho, está tudo sob controle (risos). Brincadeira, foi tenso mesmo, quem falar que não tem medo de avião está mentindo. Ainda bem que chegamos em casa.

Corinthians desembarque Emerson Sheik (Foto: Diego Ribeiro)Sheik relatou o voo “tranquilinho” (Foto: Diego Ribeiro)

globoesporte

 

Mulheres que teriam morrido por ebola ‘ressuscitam’ e causam medo e pânico na Libéria

ebolaDuas mulheres, entre 40 e 60 anos de idade, que estavam prestes a serem enterradas ressuscitaram e causaram medo e pânico entre a população de Nimba County, na Libéria. As duas, que são de comunidades diferentes do país africano, estavam sendo enterradas com outros corpos quando literalmente se levantaram. As informações são do site Mirror desta quinta-feira (25).

De acordo com a publicação, uma das mulheres teria ficado dentro de sua própria casa por duas noites sem comida e sem medicamentos antes de morrer.

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Esta é a primeira vez que se fala em vítimas mortas que teriam ressuscitado, após o início do surto na Libéria.

O surto de ebola já matou cerca de 2.800 pessoas em cinco países da África Ocidental neste ano.

Pelo menos 5.800 pessoas foram infectadas com o vírus, que não tem cura conhecida.

Milhares de vacinas experimentais contra o vírus ebola, desenvolvidas pelas companhias britânica GSK e norte-americana NewLink Genetics, deverão estar disponíveis no início de 2015, informou nesta sexta-feira (26) a OMS (Organização Mundial da Saúde).

180 Graus