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Filho de ex-senador paraibano sai em defesa da ex-namorada que promoveu festa em meio à pandemia

O filho do ex-senador paraibano Raimundo Lira, Eduardo Lira, por meio das suas redes socais se manifestou nesta semana, para defender a ex-namorada, Flayleite. Ela foi criticada na internet por ter realizado uma festa para comemorar o aniversário em meio à pandemia.

“Não havia me posicionado, sou contra o isolamento horizontal e a favor do isolamento vertical onde apenas grupos de risco estariam isolados, pelo simples fato de acreditar que a crise econômica sem precedentes causada pela quarentena horizontal irá gerar um maior número de vítimas do que a própria Covid”, iniciou. “Com a diminuição da arrecadação faltará recursos para saúde, educação e segurança aos estados já falidos. O pai de família desempregado não terá condição de alimentar seus filhos. Não podemos esquecer que só em 2017 morreram 47.000 pessoas por arma de fogo”, alegou.

“Nasci em uma família privilegiada fruto do trabalho do meu pai, mas fomos educados por nossa mãe para não sermos alheios aos sofrimentos das pessoas, me solidarizo com o sofrimento que esta pandemia está causando as pessoas e as famílias. Estou há 3 meses sem ver meus pais que estão isolados por serem grupo de risco mas estou procurando trabalhar e produzir dentro das possibilidades. Sou fundador e vice presidente de um fundação onde graças a ajuda de todos da nossa rede de parceiros, amigos e empresas conseguimos arrecadar e atender mais de 2.000 famílias com cestas básicas em apenas dois meses, e estamos dando continuidade ao nosso trabalho”, pontuou.

Ele afirmou que as críticas à ex-namorada são injustas. “Mas o verdadeiro motivo desse post é a defesa que gostaria de fazer para minha amiga e ex namorada Flayleite . Namoramos por sete anos e terminamos a mais de seis meses, depois do fim do relacionamento ela decidiu morar no exterior para fazer um curso, período em que decidimos em comum acordo que seria melhor ela se afastar da revista GPS devido à distância. Gostaria de afirmar que apesar dela não fazer mais parte da revista ela é muito querida por toda a equipe e sempre terá portas abertas”, disse.

“Acredito que as pessoas estão sendo injustas com ela. A comemoração do aniversário dela não foi um deboche as vítimas do covid no Brasil. Eu conheço a Flayleite , convivi por 7 anos, ela não vem de família rica, quando eu a conheci ela ia ao trabalho de ônibus como milhares de brasileiros, ela não esconde suas origens, é uma menina sensível e de bom coração, perdeu seu pai com 8 anos de idade e perdeu seu irmão há 2 anos atrás, ambos de câncer”, disse.

 

pbagora

 

 

Pesquisa revela que 42,62% dos brasileiros temem não conseguir pagar as contas devido à pandemia

Segundo estudo, apenas 29,39% devem pagar dívidas dentro do prazo

Uma pesquisa realizada com 4.909 pessoas, entre abril e maio, pela Acordo Certo, empresa de soluções financeiras, revela que 42,62% dos brasileiros não sabem se vão conseguir pagar suas dívidas e 25,62% pagarão depois do prazo. Apenas 29,39% devem pagar dentro do prazo. Ao mesmo tempo, o estudo revela que 55,4% dos entrevistados aumentaram a intenção de pagar.

“Isso mostra que os brasileiros querem muito quitar suas dívidas e ficar com o nome limpo, mas precisam de acordos acessíveis. Por isso é tão importante ajudá-los a encontrar, negociar e pagar suas dívidas de uma maneira que cabe no bolso”, diz Dilson Sá, CEO da Acordo Certo.

O estudo também constatou que 50,75% acredita que o impacto financeiro causado pela pandemia do coronavírus poderá durar mais de seis meses, seguido de uma parcela de 19,98% de pessoas que espera melhorar a situação em quatro meses. Já os produtos financeiros mais buscados para auxiliar neste momento de pandemia são cartão de crédito (apontado por 32,16%), empréstimo (30,94%) e assistência saúde (10,15%).

Diante do cenário atual, o desemprego é um dos fatores que afeta diretamente na situação financeira da população. Segundo dados divulgados em maio pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), a taxa de desemprego no país subiu para 12,6% no trimestre móvel encerrado em abril, indicando o efeito socioeconômico causado pela pandemia de covid-19.

Sobre a Acordo Certo

Acordo Certo é uma empresa de soluções financeiras que tem a missão de ajudar as pessoas a conquistarem seu bem-estar financeiro de uma maneira transparente, segura e 100% online. Por meio de sua plataforma, consumidores já fecharam mais de 2,9 milhões de acordos, somando mais de R$ 1 bilhão em descontos desde sua fundação, em 2016. Atualmente, a Acordo Certo possui mais de 20 empresas parceiras, entre elas varejistas, bancos, financeiras, empresas de telefonia e grupos educacionais. Para saber mais, acesse: https://www.acordocerto.com.br.

 

 

Dengue: registros de casos na Paraíba caem durante pandemia

A Secretaria de Estado da Saúde (SES), por meio da Gerência Executiva de Vigilância em Saúde, divulgou nesta segunda-feira (22), o Boletim Epidemiológico da 24ª Semana Epidemiológica – até o dia 13 de junho, o qual registra queda nos casos das arboviroses (Dengue, Chikungunya e Zika). Este é o quinto boletim divulgado em meio à pandemia e a SES observa que há uma subnotificação dos casos. Neste período, a SES permanece com as ações de combate às arboviroses em todo estado.

De acordo com o Boletim, foram registrados 3.393 casos prováveis de dengue até a 24ª Semana Epidemiológica, uma queda de 68,83%, na comparação com o ano passado neste mesmo período, quando foram registrados 10.885 casos prováveis. Em relação à Chikungunya, foram notificados 402 casos prováveis, enquanto em 2019 houve 811 casos, o que corresponde a uma queda de 50,43%. Neste ano, são 81 casos prováveis de Zika, representando um decréscimo de 68,85% em comparação ao ano passado, com 260 casos prováveis.

“Assim como ocorre em todos os segmentos, a pandemia também vem afetando a busca da população ao atendimento médico e, consequentemente, as notificações das arboviroses que não estão sendo realizadas. Muitas das ações presenciais não foram executadas efetivamente, mesmo assim, a SES vem realizando as ações de apoio junto às Secretarias Municipais de Saúde”, disse a técnica das Arboviroses, da SES, Carla Jaciara.

O Governo do Estado continua realizando capacitações; manejos clínicos e discussões de estratégias para o controle das doenças. Com o período chuvoso, a SES faz diversas recomendações às Secretarias Municipais: realizar coleta de material para exames; investigar, acompanhar e encerrar os casos notificados para as três doenças e sensibilizar a população para a luta no combate ao mosquito, eliminando os criadouros do Aedes Aegypti.

Entre as ações, Carla também enfatizou o Projeto Força-Tarefa, do Ministério da Saúde, que tem o objetivo de apoiar o trabalho das Secretarias de Saúde dos Estados para dar suporte às ações que estavam programadas, mas não foram realizadas, devido à pandemia. “Este Projeto integra as ações de vigilância em saúde e atenção primária para o fortalecimento do SUS. Além disso, são envolvidos os apoiadores dos municípios e do Cosems”, falou.

E, no que diz respeito à assistência, como as três doenças (Dengue, Chikungunya e Zika) têm alguns sintomas semelhantes aos da Covid-19, a exemplo de febre e dor no corpo, a orientação é para que a pessoa que esteja sintomática procure os Postos de Saúde ou as UPAs.

 

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Como manter o equilíbrio emocional e controlar a ansiedade em tempos de pandemia

*Por Conceiyção Montserrat

Como controlar nossas emoções e pensamentos negativos diante de tantas situações e circunstâncias que alteram toda nossa rotina de vida e nos limitam a quase tudo?

Poucas pessoas costumam trabalhar o equilíbrio emocional rotineiramente e conseguem manter o equilíbrio com tantas mudanças e rupturas em toda sua rotina, mas a grande maioria tem sofrido muito com todas as limitações e costumes que essa pandemia nos força a cumprir.

Não poder abraçar seus amigos, sua família, não poder ter uma vida social onde podemos confraternizar com a família, apreciar lugares, vivenciar experiências gastronômicas , enfim, somos muito calorosos, afetuosos e vivenciar estas demonstrações de carinho faz parte de nossas vidas como um alimento diário e de repente somos tolhidos de tudo e de todos.

Como manter o equilíbrio emocional diante de tudo isto?

É um grande exercício mental e emocional, é como lutar com você mesmo nos menores detalhes e nos pequenos desejos. A ansiedade é indubitavelmente o que mais devemos trabalhar no dia a dia. Não permitindo que ela tome boa parte de seus pensamentos e emoções prejudicando tomadas de decisão e planejamento.

Devemos aproveitar esta situação para explorar nossas capacidades, nos descobrindo em tarefas e condutas que não havíamos experimentado anteriormente. Me dei conta que muitos de nós passávamos muito tempo focados em nosso trabalho, nos preocupando com questões futuras e não vivenciávamos momentos que eram importantes e que estavam acontecendo a todo tempo e nosso olhar sempre aguardando algo que planejávamos, deixando passar situações maravilhosas ao nosso lado ou a nossa frente, ansiando sempre algo ou alguma coisa que não sabíamos o que era.

Como diz o trecho de uma música Epitáfio – Titãs “Devia ter complicado menos, trabalhado menos, ter visto o sol se pôr. Devia ter me importado menos, com problemas pequenos, ter morrido de amor…” podemos utilizar este momento para realizar o verbo no tempo passado nesta letra e diante desta crise sanitária fazer disto um verbo no tempo presente, organizando mais este “tempo” para dizer aos nossos amigos, familiares, clientes o quanto são importantes para nós.

Ver quanto é prazeroso ter estas pessoas em nossas vidas e o quanto somos felizes em tê-los ao nosso lado. Substituir a forma física neste período pela escrita, narrando em detalhes pensamentos e emoções que muitas vezes não podemos expressar. Aproveitar este momento tão difícil e doloroso para expressar nossos sentimentos de outras formas, sendo escritas, faladas e principalmente através de gestos, pois, podemos doar trabalho e ações a quem de fato necessita em campanhas e instituições que necessitam de nossa ajuda em trabalhos coletivos e sociais.

Desta forma conseguiremos organizar nossa mente e a relação com o entorno, pois, estamos olhando para nossas necessidades com olhar diferente, sem tanta ansiedade, podendo participar de projetos coletivos, torcendo para que tudo acabe da melhor forma possível e que possamos sair desta situação GRANDESFORTES e TRANSFORMADOS para evoluirmos a cada dia mais.

*Conceiyção Montserrat – Atenta as transformações do mercado brasileiro, Conceiyção Montserrat reuniu ao longo da sua carreira em mais de 25 anos (atuando no mercado nacional e internacional à frente de gestão e fomentação de negócios), grandes experiências, pois teve a oportunidade de desenvolver trabalhos nas áreas de gestão de projetos, comunicação, criação e design gráfico, produção audiovisual, marcas e patentes, eventos corporativos, acompanhando as questões jurídicas e gerenciamento de crise nos projetos, vivenciando a oportunidade de trabalhar com profissionais altamente capacitados e atuando junto a empresas com parceiros de larga experiência nas áreas de assessoria de imprensa, planejamento estratégico e conteúdos educacionais .

Sempre desenvolve projetos que valorizam os produtos e serviços acompanhando todos os processos até sua conclusão e resultado planejado.Em sua trajetória profissional, em grandes projetos, sempre aplica um olhar muito atento aos acontecimentos e novidades em geral.

 

Assessoria

 

 

Prefeito de Bananeiras alerta que eventos estão proibidos na cidade

O prefeito de Bananeiras, Douglas Lucena, alertou a todos que estiverem ou chegarem na cidade que os eventos estão proibidos. Isso por conta do momento de pandemia que o país inteiro vive. De acordo com o gestor, o isolamento social ainda é a melhor forma de impedir a disseminação do novo coronavírus e acrescentou que além disso, a conscientização das pessoas é primordial.

“Qualquer evento está impedido de acontecer desde março. Quem se propuser a fazer qualquer evento vai estar sujeito a receber fiscalizações e medidas necessárias para impedir eventuais desrespeitos ao decreto que está em vigor desde março”, falou durante entrevista na 98 FM, Correio Sat.

Douglas ressaltou que desde o início do decreto muitos itens foram proibidos, já visando o impedimento de aglomerações. “Tem o impedindo aluguéis de curta temporada. Já multamos imobiliárias, empreendimentos de hospedagem. Estamos num processo de fiscalização, porque a orientação do Ministério Público não é de fechamento territorial, mas vai ao encontro do que já estávamos fazendo, pede que intensifiquemos e agora com barreiras sanitárias para proteger quem está em Bananeiras”, explicou.

Mesmo sem a realização dos festejos juninos, Bananeiras está recebendo muitos visitantes, a maioria deles pessoas que têm imóveis na cidade. “Quem está em áreas condominiais está ocupando suas propriedades. São donos de imóveis, o poder público não tem como impedir a entrada deles porque estamos no regime de bandeira laranja, que não é lockdown”, disse Douglas acrescentando que todos os que estão chegando passarão por barreiras sanitárias.

“Estamos intensificando as fiscalizações, barreiras sanitárias, fazendo aferição de temperatura, distribuindo máscaras, orientando”, finalizou.

Pandemia da COVID-19: Lidando com os efeitos mentais do desemprego

A pandemia da COVID-19 está deixando milhões de pessoas desempregadas. Aprenda a lidar com os efeitos mentais e emocionais do desemprego durante esta pandemia.

Milhões de pessoas ao redor do mundo estão lidando com o desemprego causado pela pandemia da doença do coronavírus (COVID-19). Quer seja temporário ou permanente, o desemprego pode causar estresse, ansiedade, depressão e outros problemas para a saúde mental. A incerteza relacionada à pandemia da COVID-19 aumenta ainda mais essa angústia.

Se a pandemia da COVID-19 deixou você sem emprego, talvez você esteja experienciando muitas emoções e pensamentos perturbadores. Por exemplo, você poderá:

  • Experienciar uma perda de identidade e senso de propósito
  • Sentir-se pouco estimado e sentir que não é mais essencial
  • Sentir-se irritado, assustado e com inveja de quem ainda está trabalhando
  • Sentir-se perdido, sem saber como proceder
  • Ficar preocupado sobre como tomará conta de você mesmo e de sua família e como suprirá suas necessidades básicas

Nem todo mundo sentirá essas emoções, mas até mesmo aqueles lidando bem com o desemprego podem experiencia-las de vez em quando.

O primeiro passo para lidar com os efeitos mentais e emocionais do desemprego é aceitar que seus sentimentos são normais. Partindo disso, experimente seguir os seguintes passos para administrar seus pensamentos e emoções.

Aceite seus sentimentos

Lembre-se de que você é humano. Isso significa que você possui um cérebro equipado para detectar ameaças. Quando seu cérebro encontra uma ameaça, como, por exemplo, o desemprego, ele envia sinais para todo o corpo a fim de coletar os recursos necessários para combatê-la. Isso é conhecido como resposta de luta ou fuga. Entre outras reações, essa resposta faz com que seu pulso e respiração acelerem e seus músculos se tensionem.

Quando seu cérebro entrar em modo de alta rotação, respire profundamente. Faça uma pausa por um instante. Aceite que o que você está sentindo é normal. Dê crédito a você mesmo por estar fazendo o melhor possível dadas as circunstâncias.

Reconheça o seu luto

Caso você tenha perdido seu trabalho de maneira permanente ou temporária, o luto é uma das emoções mais relevantes que você poderá sentir. Você talvez já conheça as fases do luto: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Você poderá experienciar as fases do luto da mesma forma que faria se alguém que você ama tivesse morrido. Aborde os sentimentos do luto como você faria com qualquer outra perda.

Entre outras perdas, você poderá sofrer por perder atividades de seu trabalho que dão significado e propósito à sua vida. Você poderá sofrer pela ausência de realizações profissionais das quais você se orgulha, e da sensação de pertencimento e identidade. Você também poderá sofrer pela perda de relacionamentos com os colegas de trabalho e da estrutura do seu dia.

Mantenha a perspectiva

Tente ter em mente que a pandemia da COVID-19 está fazendo com que muitas empresas ao redor do mundo tenham que tomar decisões difíceis. Tenha em mente que as decisões de corte de pessoal são relacionadas à pandemia da COVID-19, e não ao seu valor.

Procure recursos

Caso você esteja tendo dificuldades em suprir suas necessidades básicas ou de sua família, e caso você necessite de auxílio para enfrentar o desemprego, você pode procurar recursos comunitários para assisti-lo. Receber ajuda para suas necessidades básicas, como comida e abrigo, poderá reduzir o estresse do desemprego.

Por exemplo, recursos dos governos municipais, estaduais ou federal, como bancos de alimentos, podem estar disponíveis para suprir necessidades básicas.

Enxergue o melhor nos outros

A vida durante a pandemia da COVID-19 pode aumentar os níveis de ansiedade de muitas pessoas. Isso poderá levar a sentimentos de pavor, tristeza e desesperança. Se você está sofrendo, outros a sua volta também podem estar.

Esses sentimentos podem fazer com que as pessoas falem e façam coisas que você não entende. Quando isso ocorrer, tente enxergar o melhor nos outros. Tente ter compaixão, sabendo que, como você, os outros estão provavelmente dando o seu melhor para administrar seus sentimentos em tempos de crise.

Use sua energia com sabedoria

O que faz você se sentir energizado ou suga sua energia? Tente fazer mais das coisas que aumentam sua energia. Por exemplo, evite ser duro com você ou focar em suas derrotas. Em vez disso, seja gentil consigo mesmo e encontre motivos para rir.

E, da mesma maneira que você faria se estivesse trabalhando, tente conservar sua energia. Por exemplo, faça pausas durante o dia em vez de passar todo o tempo procurando trabalho. Essas pausas podem ajudá-lo a focar menos em suas preocupações sobre o futuro.

Foque no momento presente

Tente trazer seus pensamentos para o presente. Foque no que você pode controlar neste momento, em vez de focar em suas preocupações sobre o futuro. Foque na sua respiração, no que você escuta e no que você vê. Caso esteja se movimentando, pense sobre como é sentir seus braços balançando, por exemplo. Se sua mente se dispersar para suas preocupações com trabalho e finanças, tente gentilmente guiá-la de volta para as coisas sobre as quais você tem controle no momento.

Focar sua atenção dessa maneira pode ajudá-lo a liberar sua mente de pensamentos que provocam sentimentos de estresse e ansiedade.

Encontre seu valor

Se você conecta seu senso de valor próprio ao seu trabalho, procure novas maneiras de reconhecer as contribuições que você faz para o mundo a sua volta. Você pode tentar fazer listas sobre você mesmo, tais como:

  • Coisas nas quais você é bom
  • Coisas com as quais você se preocupa
  • Coisas que você sabe
  • Coisas com as quais você pode contar em você mesmo

Isso pode ajudá-lo a lembrar que você sempre terá essas qualidades, esteja trabalhando ou não.

Cuide de você mesmo

Se você está desempregado devido à pandemia da COVID-19, lembre-se que embora você não possa controlar o que acontece com você, você pode controlar a maneira como você responde. Experimente essas estratégias para cuidar de sua saúde mental e emocional conforme você navega pelas dias que virão.

 

assessoria

 

 

Pesquisa revela aumento do consumo de notícias durante pandemia

A pandemia de covid-19 levou sete a cada dez pessoas a consumir notícias diariamente e a se manter atualizadas sobre os acontecimentos por meio da televisão.

Para 65% dos 831 participantes do levantamento da pesquisa Coronavírus, Comunicação e Informação, elaborada por docentes da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), outras fontes centrais de informação foram a versão online de jornais e os blogs.

Os voluntários, oriundos de 24 estados e também de outros países, responderam questionário on-line, entre os dias 12 e 19 abril.

Por meio dos resultados, observa-se que o que mais se privilegiou foram a atuação do governo federal (81,46%), a divulgação de descobertas científicas (73,89%) e o que se recomendava como medidas de prevenção contra a doença (72,32%). Outros tópicos que despertaram interesse foram a reação de outros países frente ao problema (65,7%), números relativos ao total.

l de óbitos e casos confirmados da doença (59%), causas e sintomas de covid-19 (52,5%) e redes de solidariedade que se formaram com o objetivo de prestar ajuda a pessoas que estivessem passando necessidades (51,3%).

Compartilhamento

A maioria dos entrevistados declarou compartilhar conteúdos referentes à pandemia. A periodicidade variou. Enquanto mais da metade (57,2%) afirmou divulgar às vezes; 22% fizeram diariamente e 1,4% com outra frequência. No total, cerca de um quinto (19,4%) disse que não publicou nada.

Teor de conteúdos

Em relação ao teor dos conteúdos compartilhados, o que mais se viu foram alertas de autoridades (54,8%), reportagens e artigos jornalísticos (49,9%), áudios e vídeos de especialistas (44,5%) e informações sobre causas e sintomas (28,2%).

Na outra mão, nota-se que 58,4% receberam reportagens e artigos jornalísticos, 53,4% memes e 52,3% áudios e vídeos de especialistas. Aqui, ficaram praticamente parelhos as fake news e os alertas de autoridades, com 47,7% e 47,4%.

Mudança de rotina

Segundo a professora Daniela Zanetti, uma das autoras da pesquisa, assinada com Ruth Reis, a preferência pelos formatos televisivo e online de noticiários tem a ver com a mudança de rotina que foi promovida durante a pandemia.

“Quando a gente fez essa pesquisa, foi exatamente quando houve maior isolamento social. A média no Brasil era maior. Todos os veículos vêm noticiando que vem caindo essa taxa, meio que voltando a uma normalidade que não existe. Então, realmente, aumentou o consumo de meios de comunicação jornalístico. Se a gente estava em uma via de menos consumo de televisão, tudo migrando para as redes [sociais] ou fonte de informação variada, percebemos que nesse período a televisão e esses canais mais institucionalizados voltaram a ter mais força, e também começou mais o consumo multitelas”, pontua.

“Se se pensa em uma rotina de estar sempre na rua, em vários ambientes, mas não estar em casa para ligar a TV, você vai acessar o dispositivo que está mais à mão, que é o celular. Então, ficando em casa, a televisão fica com mais uma tela, que pode estar facilmente sendo usada enquanto você faz outras coisas. Isso foi uma coisa que nos ocorreu”, acrescenta.

Perguntada sobre a possibilidade de se considerar os resultados obtidos pelo levantamento como um sinal de que parte da população tornou a confiar mais na imprensa, após desacreditá-la, Daniela diz que não há como se fazer tal afirmativa.

“Acho que é preciso agregar mais pesquisas em relação a isso. Agora, com certeza, os meios de comunicação têm tido esse papel importante de esclarecer com dados mais fidedignos.”

 

Foto: Marcello Casal jr/Agência Brasil

Agência Brasil

 

 

Mesmo com pandemia, turistas invadem Bananeiras, PB, e congestionamento é registrado na entrada da cidade

Um congestionamento foi registrado neste final de semana na entrada da cidade de Bananeiras, no Brejo paraibano. Mesmo durante a pandemia, os turistas invadiram a cidade para passar os festejos juninos na cidade.

A cidade de Bananeiras é conhecida por ser o destino mais procurado pelos turistas durante as festa de São João e devido à pandemia do novo Coronavírus não acontece a tradicional festa junina.

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) recomendou na última sexta-feira (19) que a prefeitura proibisse a entrada de turistas e que houvesse um isolamento mais rígido no município.

Um vídeo que circula nas redes sociais mostra centenas de carros em um congestionamento na entrada da cidade.

Na sexta-feira (19), um condomínio fechado foi notificado após uma denúncia de aglomeração para realização de festejos juninos, na cidade de Bananeiras, na Paraíba. A notificação foi enviada e assinada pelo prefeito de Bananeiras, Douglas Lucena.

Na notificação, o condomínio foi alertado pela Prefeitura devido a proibição de realização de eventos, autorizando a entrada de trios pé-de-serra e realização de shows, o que foi proibido através dos decretos estadual e municipal.

 

 ClickPB

 

 

LBV assiste famílias paraibanas com doações durante a pandemia

A Instituição em todo o Brasil já entregou mais de 328 toneladas de doações  

A Campanha LBV — SOS Calamidades, promovida pela Legião da Boa Vontade no Estado da Paraíba e no Brasil, tem auxiliado populações em risco alimentar afetadas pela pandemia do novo coronavírus, oferecendo a elas cestas de alimentos e kits de material de limpeza e higiene, e também máscaras caseiras.

No Estado, a Instituição, ampara mais de oitocentas famílias de Alagoa Grande, Campina Grande, Dona Inês e João Pessoa, para que não passem fome e se previnam da Covid-19. A ação emergencial da LBV já entregou mais de 328 toneladas de doações beneficiando milhares de famílias em 94 cidades nas cinco regiões do país e impactando mais de 40 mil pessoas, sendo 75% em cestas de alimentos, 16,5% em alimentos perecíveis e 8,4% em kits de limpeza e higiene.

Centenas de famílias agradecem o apoio que recebem da Instituição, por meio de seus colaboradores e parceiros, como fez a senhora Goreth Avelino, 57 anos, moradora na comunidade Novo Horizonte em Campina Grande. “Desde quando começou a pandemia, a LBV está ao nosso lado, não desamparou em nenhum momento. Só tenho que agradecer por todo esse apoio, a cesta chega na hora certa”, declara.

A Comunidade Quilombola Cruz de Menina no município de Dona Inês, também recebeu o apoio da LBV, a representante Bianca Cristina, declara a importância da parceria da Instituição com a comunidade. “Agradecemos o apoio da LBV, e todos os seus colaboradores, que acolhem sempre e também nesse momento tão difícil as centenas de famílias de nossa comunidade. Temos muitas famílias necessitadas, as cestas chegam para suprir o que estava faltando na mesa, a alimentação. Gratidão por sua doação”, enfatiza a representante da comunidade.

A Solidariedade não pode parar, continue ajudando. Obtenha informações mais detalhadas no site: www.lbv.org

 

 

Consumidor está isento de pagar multa por fidelidade em contratos de telefonia, TV e internet durante pandemia

A Lei 1.708/2020, de autoria da deputada Cida Ramos, que isenta o consumidor do pagamento de multa de fidelidade nos contratos mantidos com empresas de telefonia fixa ou móvel, TV por assinatura e internet, foi promulgada pelo presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba nesta terça-feira (16). A norma vale enquanto durar a vigência de calamidade pública estadual, motivada por endemias, epidemias ou pandemias.

“Com a calamidade, muitas famílias e trabalhadores, especialmente os informais, ficaram impossibilitados de gerar renda, tendo os seus recursos comprometidos. A Lei visa dar garantias a essa parcela da população, para que ela não seja prejudicada, uma vez que não tenha mais condições de pagar a fatura mensal até o final do prazo de fidelidade”, destacou Cida Ramos.

Conforme a Lei, a empresa que não cumprir a lei poderá ser multada no valor de até 10 (dez) vezes a Unidade Fiscal de Referência do Estado da Paraíba (UFR-PB). Será de responsabilidade dos órgãos de defesa do consumidor, realizar a fiscalização e aplicação de penalidade, quando houver o descumprimento da lei.

 

agenciaalpb