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Sobe para 39 o número de mortes por covid-19 confirmadas em Solânea

Subiu para 39 o número de mortes por covid-19 confirmadas em Solânea, de acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde nessa terça-feira (7).

A cidade também chegou a 2.380 casos confirmados da doença. Ainda há 226 casos ativos e 144 casos suspeitos notificados.

Entre os casos registrados, 2.115 conseguiram vencer a doença e, entre os testados, 3.532 foram descartados.

Centro de Triagem Covid-19 de Solânea estará aberto nesta sexta-feira

O Centro de Triagem Covid-19 de Solânea estará aberto, nesta sexta-feira (2)  para atendimento à população em relação a casos suspeitos da doença.

Embora seja feriado, os moradores que apresentarem sintomas de covid-19 podem comparecer ao local.

Nessa quarta-feira (31) foram realizados 45  testes no laboratório da cidade, onde 24  testaram negativo e 21 testaram positivo para covid-19.

Solânea tem 35 mortes provocadas pela doença e 2.302 casos confirmados.

Solânea chega a marca de 30 mortes por covid-19 e tem mais de 2 mil casos confirmados

O município de Solânea chegou, nessa quarta-feira (24), a triste marca de 30 pessoas mortas vítimas da covid-19, de acordo com boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde. Ao todo, são 2.097 casos confirmados da doença.

A cidade também tem 282 casos ativos e 196 suspeitos notificados. Foram descartados 3.301 e 1.785 se recuperaram.

O número de casos pode divergir do Boletim da Secretaria Estadual de Saúde. Isso se deve a situações como duplicidade no sistema, testes realizados em Hospital, UPA, farmácia, ou laboratório de outros municípios ou estados, onde pacientes apresentam o cartão do SUS de Solânea mesmo não residindo na cidade e não chega a informação na Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde de Solânea. O serviço de processamento de dados vem procurando corrigir este impasse no sistema de notificações.

A Secretaria Municipal informou estar tomando todas as medidas de monitoramento, tratamento e assistência aos pacientes e pessoas que tiveram contato com os mesmos e recomendou a todos que continuem com o distanciamento social e só saiam de casa em casos extremamente necessários, com o uso obrigatório de máscaras.

Solânea chega a 25 mortes por covid-19 e registra fila de ambulâncias na porta do hospital; veja

O município de Solânea chegou a 25 mortes confirmadas por covid-19 nessa terça-feira (17), conforme dados do boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde.

São 1.788 casos confirmados, ao todo, além de 145 casos ativos e 256 casos notificados. Segundo os dados, 3.137 casos foram descartados e 1.618 pessoas conseguiram vencer a doença.

Os números, que não param de subir, ficam ainda mais assustadores porque, pelo que mostra o apelo de profissionais da área da saúde, o hospital está lotado e com casos graves com necessidade de transferência.

Nas redes sociais, o vídeo de um profissional que trabalha em uma ambulância mostrando fila na porta do Hospital Distrital viralizou com seu apelo para que a população leve a doença a sério e se proteja.

Veja o vídeo:

 

Festas de fim de ano exigem cuidado redobrado na pandemia, orienta Fiocruz

Os abraços e os encontros tão tradicionais nas festas de fim de ano vão ter que esperar um pouco mais. Com mais de sete milhões de casos registrados da covid-19 e a triste marca de quase 200 mil vidas perdidas pela doença, o Brasil vai ficar mais silencioso em 2020. Pensando em frear o avanço da doença, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) disponibilizou uma cartilha, a “Covid-19: preservar a vida é o melhor presente neste fim de ano”, com algumas recomendações para esse momento tão aguardado.

A Fundação ressalta logo no início que “nenhuma medida é capaz de impedir totalmente a transmissão da covid-19.” Mesmo quem vai celebrar no núcleo familiar ou com pessoas próximas deve observar o uso da máscara sempre que não estiver bebendo e comendo, levar uma máscara extra em um saquinho limpo e dar preferências a locais abertos e arejados.

“É absolutamente normal no fim do ano a gente querer encontrar amigos e familiares para dar um abraço, um aperto de mão. Entretanto, estamos vivendo uma situação em que a pandemia não está totalmente sob controle. O número de casos e as taxas de ocupação de leitos hospitalares – incluindo os de UTI – vêm crescendo na maior parte das capitais e em muitas cidades. Esse é um momento que exige de nós um esforço conjunto, no sentido de protegermos a nossa saúde e a saúde das pessoas que amamos”, orienta o coordenador do Observatório da Covid-19 da Fiocruz, Carlos Machado.

A servidora pública Kátia Cristina de Melo, 40 anos, optou por festas mais seguras. Desde março, quando foi decretada a pandemia no Brasil, Kátia decidiu se manter reclusa em casa com a família. Ela é mãe de um bebê (hoje com um ano) e conta que a parte mais difícil foi ficar longe de quem ama. “Não tive uma rede de apoio como na outra gravidez. Os avós não acompanharam o desenvolvimento do neto como fizeram com meu primeiro filho”, lamenta.

Mesmo não sendo fácil, Kátia optou por festas de fim de ano mais “intimistas”. Ela avisa que vai passar na casa dos pais já idosos, depois de todos realizarem testes.

“Todo ano, eu e meus irmãos passamos as festas de final de ano com nossos pais. Mas esse ano, em razão da pandemia, considerando que nossa família é muito grande e que nossos pais estão isolados desde março, a gente optou por não reunir. Algumas pessoas vão encontrar com eles na noite do dia 24 e outras virão no dia 25 para que eles não se sintam só, já que essa data é muito especial e eles consideram muito. Mas ficaremos todos na garagem, onde é aberto”, ressalta.

Já o jornalista brasiliense Victor Henrique, 22 anos, tinha outros planos para a virada de ano. Ele e a namorada iam para Goiânia (GO). “Começamos a planejar a viagem no início de dezembro. Fechamos tudo, estava tudo certinho.” Mas o susto veio: Victor e a namorada testaram positivo para a doença. Ele descobriu por meio de um exame de rotina e acredita que foi contaminado durante a rotina de trabalho.

“Como descobri que estava com covid-19, tivemos que cancelar. Não tem como viajar com o vírus, mesmo estando assintomático. Mas se não tivéssemos testado positivo, a gente ia viajar, sim. Íamos para um hotel lá em Goiânia e íamos ficar só lá dentro”, garante.

Viagem longa

Thayná Shuquel, 23 anos, estava com tudo pronto para seguir rumo a Nova Esperança do Sul (RS). A primeira parada, segundo ela, seria em Porto Alegre e, de lá, faria uma viagem de seis horas de ônibus para a cidade do interior.

“Decidi não viajar mais porque minha avó tem 83 anos. Acho que poderia ser bem perigoso passar por aeroporto, rodoviária e depois encontrar com ela. Acho que mesmo tomando todos os cuidados, como usar máscara em casa e não tocar nela, poderia acontecer de ela pegar o vírus e eu não me perdoaria se isso acontecesse. Preferi adiar a viagem para assim que tiver uma vacina, que eu estiver mais segura e não passar para nenhuma pessoa”, explica.

Em teletrabalho desde março, Thayná tem se mantido em casa sempre que pode. “Estou trabalhando em casa desde o início da pandemia. Tenho evitado sair, tenho ido só ao supermercado e lugares essenciais. De resto, estou em isolamento. Devo passar o Natal e o Ano Novo em casa. Um amigo mora sozinho que também está isolado, talvez passemos o Natal juntos”, planeja.

Festas canceladas

Em alguns municípios, as tradicionais festas de réveillon foram canceladas. A esperada queima de fogos nas praias do Rio de Janeiro vai ter que ficar para depois. Pelas redes sociais, a prefeitura do Rio anunciou, no último dia 15, que a festa havia sido cancelada “devido ao atual cenário da covid-19. A decisão foi tomada em respeito a todas as vítimas e em favor da segurança de todos.”

Em São Paulo, a celebração que reúne cerca de um milhão de pessoas na Avenida Paulista também foi cancelada. A decisão do prefeito da cidade, Bruno Covas, foi anunciada ainda em julho, com a justificativa de evitar a aglomeração de pessoas e a propagação da doença. Na ocasião, o prefeito declarou que “não tem como a gente solicitar que as pessoas evitem aglomeração e a prefeitura colocar recursos em um evento que junta um milhão de pessoas”.

Na cidade de Salvador, a prefeitura decidiu transmitir on-line queimas de fogos de diversos pontos da cidade, que não foram divulgados por questões de segurança sanitária. Na capital federal, a tradicional queima de fogos diretamente da Esplanada dos Ministérios também foi cancelada, juntamente com o Carnaval.

Na Paraíba, o Ministério Público Federal (MPF) e o MP local recomendaram a prefeituras e secretários de Saúde que proíbam, por ato normativo próprio, a realização de eventos de massa para evitar aglomeração de pessoas. O objetivo é diminuir a disseminação do novo coronavírus. Alguns municípios que ainda não haviam cancelado as festividades foram notificados, como Água Branca, Imaculada e Juru. As três cidades fazem parte da 3ª Macrorregião de Saúde da Paraíba, cuja ocupação de leitos hospitalares (UTI adulto) está em 80%.

No documento, encaminhado na última semana (17), o MPF e o MP-PB recomendaram que, com exceção de eventos estritamente familiares, sejam proibidas festas abertas ou semiabertas em bares, ruas, granjas e outros locais públicos ou privados que promovam aglomeração.

Os MPs recomendaram, ainda, que sejam adotadas imediatamente providências cabíveis para intensificar a fiscalização, autuação e interdição de todos os eventos e atividades em desacordo com a legislação pertinente.

Em nota, a assessoria de comunicação do MP da Paraíba informou que as recomendações foram acatadas pelos gestores dos municípios notificados. O objetivo da medida é “reduzir a transmissibilidade do vírus, já que a Paraíba apresentou, em 11 de dezembro de 2020, Rt de 1,1594, portanto bem superior aos 0,9924 em 27 de novembro 2020 – o que representa transmissibilidade ativa do novo coronavírus.” A nota diz ainda que “constitui fato público e notório que quando o número do índice de transmissibilidade é maior que 1 (um) há um aumento no número de casos.”

Medidas a longo prazo

Carlos Machado, coordenador do Observatório da Covid-19 da Fiocruz, instrui as famílias que mantenham os protocolos pensando a longo prazo. Lavar muito bem as mãos, limitar o número de pessoas com acesso à comida e evitar o compartilhamento de utensílios, como garfos e facas, podem fazer toda a diferença.

“A gente precisa só de mais um pouco de tempo. A vacina vai chegar. No ano que vem, provavelmente vamos conseguir vacinar a maior parte da população e teremos o Natal e o Ano-Novo de 2021 com todos juntos, podendo apertar as mãos, abraçar, podendo se encontrar. Mas nesse ano, o maior presente que podemos dar uns para os outros é proteger a nós mesmos, proteger aos outros e proteger a todos”, finaliza Machado.

Fonte: Brasil 61

 

 

Pandemia: em sete dias, Paraíba registra quase 4.900 novos casos da Covid-19

Entre os dias 12 e 18 de dezembro, a Paraíba registrou 4.893 novos casos de covid-19 e 93 mortes. Os dados são da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Só nesta sexta-feira (18), foram contabilizados 1.053 novos casos da doença e 16 óbitos confirmados desde a última atualização, 08 deles ocorridos nas últimas 24h.

Até o momento, 158.449 pessoas já contraíram a doença, 122.935 já se recuperaram e 3.523, infelizmente, faleceram. Até o momento, 509.079 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados.

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 56%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 59%. Em Campina Grande estão ocupados 57% dos leitos de UTI adulto e no sertão 93% dos leitos de UTI para adultos.

Os casos confirmados estão distribuídos por todos os 223 municípios paraibanos. A diferença de casos de ontem para hoje é de 1.053, nos quais 10 municípios concentram 665 casos, o que representa 63,15% dos casos em toda a Paraíba. São eles:

Patos, com 210 novos casos, totalizando 6.437; João Pessoa, com 144 novos casos, totalizando 39.759; Sumé, com 64 novos casos, totalizando 982; Sousa, com 45 novos casos, totalizando 3.363; Campina Grande, com 42 novos casos, totalizando 14.934; Pombal, com 41 novos casos, totalizando 1.253; Monteiro, com 38 novos casos, totalizando 1.453; Cacimba de Dentro, com 30 novos casos, totalizando 588; Santa Rita, com 27 novos casos, totalizando 3.983; Catolé do Rocha, com 24 novos casos, totalizando 1.063.

Até hoje, 188 cidades registraram óbitos por Covid-19. Os 16 óbitos registrados nesta sexta ocorreram entre 12 de maio e 18 de dezembro, sendo 09 deles nas últimas 48h. Os pacientes tinham idade entre 31 e 88 anos:

Araruna (1), Bom Jesus (1), Campina Grande (5), Congo (1), Itabaiana (1), João Pessoa (2), Malta (1), Maturéia (1), Pombal (1), Queimadas (1), Teixeira (1),

 

PB Agora

 

Governo da Paraíba publicará novo decreto com medidas contra a pandemia na próxima semana

Na próxima semana está prevista a publicação de um novo decreto do Governo da Paraíba com medidas de combate a pandemia do novo coronavírus. A informação foi dada pelo governador João Azevêdo (Cidadania), nesta sexta-feira (18), durante entrevista coletiva, no Palácio da Redenção, em João Pessoa. Isso ocorreu após reunião com o prefeito eleito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD).

“Estamos elaborando um decreto que sairá na próxima semana e que trarão algumas medidas que precisam ser adaptadas dentro do plano de já posto em prática pelo Estado”, afirmou o gestor. Azevêdo, como o ClickPB acompanhou, destacou que, como será publicado no fim de ano esse decreto, a proposta será encaminhada para o atual prefeito da cidade, Romero Rodrigues, e uma cópia para o prefeito eleito.

A ideia é que o novo gestor da Rainha da Borborema também acompanhe as medidas que estão sendo adotadas no combate a pandemia do novo coronavírus. O governador da Paraíba não detalhou que medidas serão tomadas. “Esse decreto que sairá tratará desse curto período, nas festas natalinas e de Réveillon. Essas medidas visam proteger as pessoas e evitar aglomerações”, garantiu.

 

clickpb

 

 

Saúde mental de professores durante pandemia gera preocupação

Pesquisas apontam aumento de ansiedade e outros transtornos entre educadores; especialistas sugerem soluções para amenizar o problema

Um levantamento feito pelo Instituto Ipsos em 16 países e divulgado em junho, aponta que os brasileiros são os que mais sofrem com a ansiedade provocada pela pandemia de Covid-19. Nada menos que 40% da população apresentam algum quadro de ansiedade. E, para os professores, que precisam lidar com suas próprias questões emocionais e também com as dos alunos, essa realidade pode ser ainda mais dura.

Uma outra pesquisa, conduzida pela Nova Escola e divulgada em agosto, revela que, durante a pandemia, 72% dos professores sentiram sua saúde mental ser afetada em algum grau.  Dos professores ouvidos em estudo da International School, com o apoio do Educational Development Centre, 91,7% dizem ter procurado auxílio psicológico para conseguir lidar melhor com a nova rotina. Como, então, ajudar esses profissionais a atravessarem um momento tão incerto?

De acordo com Vanessa Zanoncini, supervisora pedagógica do Sistema de Ensino Aprende Brasil, a resposta está no apoio e no acolhimento dos educadores. “É importante que as escolas e secretarias de Educação trabalhem com a ansiedade, estejam próximos dos educadores e das famílias. Eles precisam saber que não estão sozinhos neste trabalho árduo de tentar levar a Educação aos estudantes de formas nunca antes experimentadas. É necessário um movimento de toda a comunidade para aproximar, valorizar, respeitar e acalmar esses profissionais”, enfatiza. Proporcionar espaços – ainda que não sejam físicos – de troca de experiências tem sido uma estratégia do Sistema de Ensino Aprende Brasil, que está presente em mais de 200 municípios de todo o país, contribuindo para o desenvolvimento da Educação Básica na rede pública municipal de ensino.

A pediatra e professora do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), Ana Escobar, aponta uma série de alterações nos padrões de interação social que ajudam a agravar os quadros de estresse, ansiedade e depressão. “Somos seres sociais, aprendemos a ler no olho do outro um sentimento. Então é completamente diferente ter uma interação presencial, em que a olhamos o outro e vemos detalhes do rosto, do cabelo, das expressões corporais. Essa é uma situação de realidade palpável”, destaca.

Para ela, neste momento em que o contato humano precisa se limitar às interações por meio de telas, as relações tornam-se muito menos acolhedoras do que tradicionalmente seriam. “Não ter as interações presenciais deixa nossas relações muito mais duras. Com os laços presenciais, aprendemos a experimentar os sentimentos de compaixão, compreensão, solidariedade, afeto e carinho. A presença real é essencial para nossa existência. Quando interagimos com uma tela, as outras pessoas deixam de nos conferir existência”, diz Ana. Ela explica que o excesso de telas impede o desenvolvimento de vínculos autênticos, o que, por sua vez, contribui para uma sensação constante de solidão.

A pediatra revela que o ser humano pode atuar em quatro frentes para reduzir os impactos da ansiedade na vida cotidiana: a primeira delas é física e diz respeito a questões como visitas regulares ao médico, alimentação correta, exercícios físicos e respeito às horas de sono diárias. A segunda é emocional. “Viva melhor seu tempo presente. Escolha uma atividade que te dê prazer, arrume um momento para você mesmo, valorize os pequenos prazeres do dia”, aconselha a médica. A terceira tem a ver com a organização do tempo. Planejar as atividades que é possível realizar ao longo do dia, não acumular tarefas e realizar essas atividades com calma. Por fim, o ser humano é um ser social, de modo que é fundamental exercitar a sociabilidade, mesmo em tempos de pandemia. “É essencial fortalecer os laços sociais com os amigos e a família seja por vídeo, seja criando microbolhas em que as pessoas possam se encontrar”, recomenda.

 

Sobre o Aprende Brasil

O Sistema de Ensino Aprende Brasil disponibiliza às redes municipais de Educação, uma série de recursos, dentre eles: avaliações, sistema de monitoramento, ambiente virtual de aprendizagem, assessoria pedagógica e formação continuada aos professores, além de material didático integrado e diferenciado, que contribuem para o melhor aprendizado dos alunos da Educação Infantil aos anos finais do Ensino Fundamental. Atualmente, o Aprende Brasil atende 266 mil alunos em mais de 200 municípios brasileiros. Saiba mais em http://sistemaaprendebrasil.com.br/.

 

 

Presidente do TRE-PB marca reunião com juízes eleitorais e campanha deve sofrer novas restrições devido à pandemia

O Presidente do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, (TRE-PB), desembargador José Ricardo Porto, agendou para esta terça-feira (20), uma reunião com todos os Juízes Eleitorais da Paraíba, para rever as liberações e restrições da campanha eleitoral em tempos de pandemia. O desembargador se manifestou preocupado com o aumento do índice de mortes causados pelo Covid-19 na Paraíba.

A reunião na sede do TRE/PB, contará com a presença do Corregedor Eleitoral desembargador Joás de Brito Pereira Filho. Ele adiantou que o tema será debatido de forma objetiva, “pois a forma insensata como parcela expressiva da população está procedendo, com o vírus.
Ele teme que após as eleições e ausente descoberta de vacina, o aumento do número de infectados pelo vírus cause danos irremediáveis para toda a comunidade paraibana,. O desembargador, exemplificou que o hospital das clínicas de Campina Grande, encontra-se com 88% dos seus leitos ocupados, atendendo infectados, em sua maioria do interior do Estado, conforme informações da Secretaria Estadual de Saúde.

Em virtude das exigências sanitárias, a Justiça Eleitoral já restringiu uma série de atividades de campanha na Paraíba, tendo proibido carreatas e passeatas em municípios como Campina Grande e João Pessoa.

O desembargador declarou que recebeu com exacerbada preocupação as informações divulgadas pelo Secretário Geraldo Medeiros, da pasta da saúde estadual, dando conta que a Paraíba, em razão do recrudescimento da COVID 19, retornou para a bandeira vermelha, uma vez que, mesmo diante dos insistentes alertas, as pessoas estão desobedecendo, de forma ostensiva e expressiva, as recomendações sanitárias.

A Justiça Eleitoral, segundo ele, continua atenta à preocupação mundial com uma possível segunda onda da Covid 19, e segue mantendo a proibição de eventos de campanha que impliquem em aglomerações sem controle, a exemplo de carreatas, passeatas e comícios, “buscando conter o avanço e propagação do vírus responsável por uma pandemia sem precedentes.

José Ricardo Porto explicou que a Corte Eleitoral, com respaldo em notas técnicas oriundas da Secretaria de Saúde Estadual, vem deliberando, em consonância com as prescrições das autoridades sanitárias, pela suspensão de atos de campanha que transbordem em aglomerações, buscando a preservação da saúde da população,

Severino Lopes
PB Agora

 

Uso das redes sociais cresce 40% na pandemia e psicóloga defende equilíbrio na utilização das ferramentas

A pandemia mudou a realidade das pessoas. Com mais tempo dentro de casa, em meio ao distanciamento social, houve o aumento da utilização das redes sociais. Segundo uma pesquisa da Kantar, marca especializada em pesquisa de mercado, as redes socais, como o Facebook, WhatsApp e Instagram, tiveram um crescimento de uso de 40% na pandemia.

A psicóloga do Hapvida em João Pessoa Michelle Costa explica que as redes sociais, bem como a conexão de um modo geral, que deveriam ser algo benéfico, nesse período de pandemia acaba se voltando contra os indivíduos. “As redes sociais servem para diminuir a distância entre as pessoas, facilitando a comunicação e socialização, porém podem tomar muito tempo do cotidiano das pessoas, minando as relações com outros sujeitos que estejam ao nosso redor, fisicamente, com parentes, cônjuges, filhos e amigos”, explica.

A especialista ressalta a necessidade de buscar desenvolver outras atividades como uma forma de reduzir o vício e aproveitar melhor o tempo. “É preciso procurar atividades em que possam ser feitas com amigos ou familiares, como passeios e práticas esportivas, bons filmes também. Mas essas atividades também podem ser feitas sozinho, aproveitando o momento para reflexão pessoal e desfrutar da sua própria companhia”, orienta Michelle.

A psicóloga ressalta a necessidade de se saber encontrar um ponto de equilíbrio para o uso destas. “O equilíbrio se dá através de rotina e autodisciplina. Estipular horários para usar as redes sociais é a melhor alternativa”, declara.

Além disso, destaca que é de extremo valor saber distinguir o real do virtual. “A principal importância é de valorizar e estimular a convivência e socialização com as pessoas. Como dito anteriormente, de aproveitar também a sua própria companhia. Faz bem o contato com as pessoas e consigo mesmo. No mundo virtual, muitas vezes projetamos o que não somos, no mundo real, aprendemos a lidar com quem somos e com os outros”, reforça.

 

Assessoria de Imprensa