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Palmeiras empata com Bahia e fica 13 pontos atrás do Flamengo

O Palmeiras apenas empatou contra o Bahia por 1 a 1, neste domingo, em Salvador, pela 33.ª rodada do Campeonato Brasileiro, e viu o líder Flamengo, que venceu o Grêmio por 1 a 0, ampliar a vantagem na ponta da competição. Agora o time paulista tem 68 pontos, contra 81 do rival. Na matemática da taça, o clube alviverde pode dar o título de bandeja para os cariocas caso não vença o Grêmio no próximo domingo.

Desde os primeiros minutos dava para perceber que o Bahia seria ofensivo e buscaria o gol, ao contrário dos visitantes, que estavam bastante precavidos no confronto. E até por isso não demorou para o goleiro Weverton se destacar, pois a movimentação ofensiva dos baianos deixava um jogador em boa posição a todo momento.

Logo aos quatro minutos, Arthur Caíke aproveitou o cruzamento da esquerda e cabeceou, mas a bola foi no meio do gol e Weverton segurou. Pouco depois, o goleiro palmeirense fez uma ótima defesa em um chute de Gilberto, evitando o pior. Já aos 19, o próprio centroavante do Bahia tentou marcar, mas o voleio saiu fraco em direção ao gol.

O Palmeiras não conseguia articular uma jogada na frente e pecava na criação. E a defesa tomava sufoco diante de um adversário a fim de mostrar serviço em casa. Aos 35 minutos, Elber recebeu em velocidade e chutou, mas Weverton salvou mais uma vez. Só que aos 46, em uma cobrança de falta, Arthur Caíke cobrou, a bola passou no meio da barreira e o goleiro alviverde nada pôde fazer para impedir o gol do Bahia.

No segundo tempo, o técnico Mano Menezes tentou tirar o Palmeiras do marasmo colocando Borja e Lucas Lima. Apesar de não mexer tanto na maneira de jogar do time, as duas alterações melhoraram a equipe. Logo aos 2 minutos, o centroavante colombiano chutou de virada e a bola passou raspando, assustando o goleiro Douglas.

Depois, em uma ótima chance, Dudu deu um lindo passe para Bruno Henrique que, sozinho, mandou por cima do gol. Só aos 25 minutos veio o empate. Borja recebeu de Zé Rafael, chutou e deixou tudo igual. Pouco depois, Lucas Lima mandou da entrada da área e Douglas espalmou, evitando a virada do Palmeiras.

No final da partida, os dois técnicos mandaram as suas equipes para o ataque e o confronto ficou aberto com ambos os times querendo a vitória. Borja, quase sem querer, de barriga, quase fez o segundo, mas Douglas salvou. Nos acréscimos, Willian recebeu de Dudu, escolheu o canto, mas mandou para fora, perdendo a chance de dar a vitória para o Palmeiras.

 

Band

 

 

Felipão é demitido do Palmeiras

Felipão não é mais o técnico do Palmeiras. No início da noite desta segunda-feira, o clube se reuniu e optou pela demissão da atual comissão técnica, contratada em agosto do ano passado e que conquistou o Brasileirão de 2018.

Luiz Felipe Scolari não participou do encontro com os dirigentes e recebeu a notícia de Alexandre Mattos, em sua casa em São Paulo.

A pressão nos bastidores do clube aumentou após os resultados negativos recentes. Na terça-feira, o Verdão foi eliminado pelo Grêmio na Libertadores, enquanto o time palmeirense perdeu por 3 a 0 pelo Flamengo no último domingo, pelo Brasileirão.

A derrota no Rio de Janeiro fez o Palmeiras aumentar para sete rodadas a sequência de jogos sem vitória no torneio nacional. Líder antes da Copa América, os alviverdes caíram para a quinta colocação. Deixam também o Verdão os auxiliares Paulo Turra e Carlos Pracidelli.

Esta foi a terceira passagem de Felipão pelo Palmeiras. Ele conquistou a Copa do Brasil de 1998 e 2012, a Copa Mercosul de 1998, a Libertadores de 1999, o Torneio Rio-São Paulo de 2000 e o Brasileiro de 2018.

Em 2018 e 2019, Scolari comandou o Verdão em 76 jogos, com 46 vitórias, 21 empates e nove derrotas. No total, são 484 jogos pelo clube palmeirense, com 238 vitórias, 132 empates e 114 derrotas.

Confira nota oficial do Palmeiras:

A Sociedade Esportiva Palmeiras decidiu, no início da noite desta segunda-feira (2), encerrar o vínculo de trabalho com o treinador Luiz Felipe Scolari.

Juntamente com ele, deixam os cargos os auxiliares Paulo Turra e Carlos Pracidelli.

O clube reafirma seu respeito e admiração por toda a história do técnico Felipão no Palmeiras. Em relação a esta recente passagem, o Alviverde agradece por todo o trabalho e dedicação, que resultaram na conquista do Campeonato Brasileiro de 2018.

GE

 

Segue o líder: Flamengo massacra e vence Palmeiras por 3 a 0

O Flamengo massacrou o Palmeiras na tarde de hoje (1º), no Maracanã, e venceu por 3 a 0 o confronto direto pela liderança, válido pela 17ª rodada do Campeonato Brasileiro. Pressionando do início ao fim, os comandados de Jorge Jesus anularam os de Luiz Felipe Scolari e construíram o triunfo com gols de Gabigol (2) e Arrascaeta.

A vitória, que marca o fim de um tabu que durava mais de cinco anos (e nove jogos) sem o Flamengo se dar bem sobre o Palmeiras, também recoloca o Rubro-Negro na liderança do Brasileirão, empatado em número de pontos (36) com o Santos – e à frente pelo saldo de gols superior.

O Verdão, estacionado com 30 pontos e sem vencer há sete partidas na competição, já havia sido ultrapassado ontem pelo São Paulo e ainda pode cair do quarto para o quinto lugar caso Corinthians e Atlético-MG não empatem em Itaquera hoje à noite – se houver vencedor, este deixará o Palmeiras para trás.

Flamengo e Palmeiras voltam a campo somente no próximo fim de semana, no sábado que vem. O Fla visita o Avaí em Florianópolis, às 17h; o Verdão viaja até Goiânia para enfrentar o Goiás, às 21h. Ambas as partidas serão válidas pela penúltima rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro.

 

Foto: Alexandre Loureiro/BP Filmes

Uol

 

 

Palmeiras vence o Inter e fica a um empate das semifinais

Palmeiras se aproximou de uma vaga nas semifinais da Copa do Brasil durante a noite desta quarta-feira. Em um Allianz Parque com mais de 36 mil torcedores, o time de Luiz Felipe Scolari jogou ao seu melhor estilo e, com uma atuação segura, dominou e venceu o Internacional por 1 a 0, com gol de Zé Rafael.

Com o resultado, o Palmeiras ganha o benefício de jogar pelo empate no duelo de volta das quartas de final, marcado para a próxima quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Beira-Rio. Para se classificar, o Inter precisa de uma vitória por dois ou mais gols de diferença. Em caso de vitória simples, o time gaúcho força a disputa por pênaltis.

Antes da decisão em Porto Alegre, o Palmeiras tem um clássico pela frente: no sábado, às 19 horas, o rival é o São Paulo, no Morumbi, pela décima rodada do Campeonato Brasileiro, do qual o Verdão é líder. O Inter, por sua vez, visita o Athletico-PR no domingo, às 16 horas, na Arena da Baixada.

O Jogo – O primeiro tempo foi de um time só. Após um início truncado, o Palmeiras foi tomando conta das principais ações ofensivas e não demorou a abrir o placar. Aos 19 minutos, após a zaga do Inter afastar escanteio cobrado pela esquerda, Bruno Henrique pegou o rebote na direita e cruzou na medida para Zé Rafael testar firme na primeira trave, sem chances de defesa para Marcelo Lomba.

O Inter tentou responder rápido. Aos 22, Nico López recebeu na intermediária e chutou com força. Foi a única vez que Weverton precisou trabalhar bem na primeira etapa. Com Paolo Guerrero neutralizado, o Verdão levava perigo nos contra-ataques. Um deles nasceu com Zé Rafael, que roubou a bola de Bruno na esquerda, tabelou com Deyverson e bateu para fora.

Aos 42, Dudu quase marcou um gol de placa: após Bruno Henrique carimbar a barreira colorada em cobrança de falta, o camisa 7 pegou de primeira e mandou rente à trave esquerda de Lomba. No último lance, Luan quase ampliou, mas cabeceou fraco e facilitou a vida do goleiro rival.

Em busca de um segundo tempo diferente, o Inter voltou com D’Alessandro no lugar de Nonato, que pouco incomodou na primeira etapa. Mas quem seguia tendo as melhores chances era o Palmeiras. Em dez minutos, Zé Rafael e Dudu, duas vezes, levaram perigo à meta defendida por Marcelo Lomba.

Para se ter uma ideia de como o Inter pouco ameaçava, Weverton só voltou a ter trabalho aos 22 minutos, quando Nico López chutou fraco da entrada da área. No lance seguinte, o Palmeiras desperdiçou grande chance de ampliar, mas Deyverson errou passe fácil em contra-ataque de dois contra um, e a bola não chegou em Zé Rafael, que estava livre.

Para reforçar a marcação no meio-campo, Felipão colocou Thiago Santos no lugar de Felipe Melo, que tinha cartão amarelo. Embora tenha ficado mais fechado, o Palmeiras seguia melhor e quase ampliou em uma linda jogada de Bruno Henrique, que foi travado na hora do chute. Ainda deu tempo de Willian entrar na vaga de Zé Rafael e voltar a jogar após sete meses, período em que ficou afastado por causa de uma cirurgia no joelho.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 1 X 0 INTERNACIONAL

Local: Allianz Parque, em São Paulo (SP)

Data: 10 de julho (quarta-feira)

Horário:  21h30 (de Brasília)

Árbitro: Wilton Pereira Sampaio (Fifa-GO)

Assistentes: Fabrício Vilarinho da Silva (Fifa-GO) e Bruno Raphael Pires (Fifa-GO)

VAR: Igor Junio Benevenuto de Oliveira (MG) auxiliado por Elmo Alves Resende Cunha (GO) e Leone Carvalho Rocha (GO)

Público: 36.443 torcedores

Renda: R$ 2.414.083,15

Cartão Amarelo: Felipe Melo e Luan (Palmeiras); Víctor Cuesta e Rafael Sóbis (Internacional)

Cartão Vermelho: –

Gol:

PALMEIRAS: Zé Rafael, aos 19 minutos do 1º tempo

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez e Diogo Barbosa; Felipe Melo (Thiago Santos), Bruno Henrique e Lucas Lima (Raphael Veiga); Dudu, Zé Rafael (Willian) e Deyverson

Técnico: Felipão

INTERNACIONAL: Marcelo Lomba; Bruno, Rodrigo Moledo, Víctor Cuesta e Uendel, Rodrigo Dourado, Edenílson e Nonato (D’Alessandro); Patrick, Nico López (Rafael Sóbis) e Paolo Guerrero (Guilherme Parede)

Técnico: Odair Hellmann

 

 

Gazeta Esportiva

 

 

São Paulo supera Palmeiras nos pênaltis e vai à final

O São Paulo decidirá o título do Campeonato Paulista após 13 anos. Na tarde deste domingo o time enfrentou o Palmeiras no Allianz Parque, onde jamais venceu, e, apesar de não ter conseguido quebrar o longo tabu, saiu de campo com a tão sonhada classificação após novo empate sem gols no tempo regulamentar e a vitória nos pênaltis por 5 a 4.

A última vez que o Tricolor havia disputado o título do Estadual foi em 2003, quando perdeu por 3 a 2 para o Corinthians no jogo de ida e também no jogo de volta.

Agora, o São Paulo espera o vencedor do confronto entre Santos e Corinthians, que acontece nesta segunda-feira, às 20h (de Brasília), no estádio do Pacaembu, para saber quem será seu adversário na grande final do Paulistão. Independentemente de quem avançar, o Tricolor joga a primeira partida no Morumbi, no próximo domingo.

O jogo

O primeiro tempo foi bastante agitado no Allianz Parque. Com o domínio dos 45 minutos iniciais, o Palmeiras buscou pressionar o rival assim que a bola rolou, mas foi o São Paulo quem chegou com perigo pela primeira vez. Aos sete minutos, Antony deu passe em profundidade para Everton, que, dentro da área, chegou a desviar, mas Fernando Prass ficou com a bola.

Daí em diante o Verdão não deu sossego para os visitantes. Aos 12 minutos, Dudu recebeu na ponta direita e bateu cruzado, rasteiro, forçando Tiago Volpi a fazer a defesa. No rebote, Ricardo Goulart chegou batendo, mas Luan apareceu na hora “h” para travar o arremate. Dois minutos depois, em cobrança de escanteio, foi a vez de Deyverson deixar a torcida com o grito de gol entalado na garganta. Após cobrança de escanteio, o atacante ficou com a sobra e bateu na saída do goleiro são-paulino, mas mandou para fora.

Por conta da enorme pressão do Palmeiras nos primeiros 30 minutos, o time comandado por Luiz Felipe Scolari acabou tendo uma queda de intensidade na reta final do primeiro tempo, permitindo ao São Paulo jogar mais. Desta forma, o Tricolor, com mais liberdade, criou a principal chance da etapa inicial. Aos 43 minutos, Everton deu passe açucarado para Antony, deixando o garoto na cara do gol, porém, Fernando Prass apareceu bem e fez grande defesa para manter o 0 a 0 no placar.

Segundo tempo

No segundo tempo o VAR teve que entrar em ação logo aos três minutos. Igor Gomes deixou Everton na cara do gol, dentro da área, e o atacante estufou as redes. O árbitro auxiliar prontamente marcou impedimento, mas Flavio Rodrigues de Souza fez questão de consultar o vídeo para saber se, de fato, o tento tricolor havia sido irregular. Após alguns minutos, ele acabou invalidando a jogada. O Palmeiras procurou responder pouco depois. Dudu recebeu na esquerda e tocou para Deyverson, que desviou levemente na bola e obrigou Tiago Volpi a afastar de manchete.

O Palmeiras voltou a assustar aos 11 minutos de jogo. Após erro cometido por Bruno Alves na saída de bola, Gustavo Scarpa recebeu na direita, se livrou da marcação já dentro da área e bateu rasteiro, no cantinho, carimbando a trave. Já o Tricolor por pouco não balançou as redes com Antony aos 16, quando o atacante bateu cruzado e mandou rente à trave esquerda de Fernando Prass, porém, o jogador são-paulino estava impedido.

De tanto martelar, o Palmeiras, enfim, conseguiu abrir o placar aos 32 minutos. Diogo Barbosa, que substituiu Victor Luis, fez boa jogada individual pela esquerda e cruzou à meia altura para Deyverson, que, dentro da área, dominou e bateu sem chances para Tiago Volpi. No entanto, após nova consulta ao VAR, o árbitro anulou o tento alviverde, levando a decisão para os pênaltis.

Penalidades

Nos pênaltis, melhor para o São Paulo, que mesmo desperdiçando a cobrança decisiva com Tiago Volpi, acabou superando o Palmeiras nos chutes alternados por 5 a 4.

Nenê, Everton Felipe, Hudson, Carneiro, de cavadinha, e Bruno Alves marcaram os gols do São Paulo. Bruno Henrique, Gustavo Gomez, Luan e Diogo Barbosa converteram para o Palmeiras, que viu Ricardo Goulart e Zé Rafael desperdiçarem suas cobranças.

FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 0 (4) X (5) 0 SÃO PAULO

Local: Allianz Parque, em São Paulo

Data: 7 de abril de 2018, domingo

Horário: 16h (de Brasília)

Árbitro: Flavio Rodrigues de Souza

Assistentes:Marcelo Van Gasse e Alex Ang Ribeiro

Público: 39.751 torcedores

Renda: R$ 2.655.699,30

Cartões amarelos: Gustavo Gomez e Deyverson (Palmeiras); Hudson, Reinaldo e Everton (São Paulo)

PALMEIRAS: Prass; Mayke, Luan, Gustavo Gomez e Victor Luis (Diogo Barbosa); Felipe Melo, Bruno Henrique e Ricardo Goulart; Scarpa (Zé Rafael), Deyverson e Dudu

Técnico: Luiz Felipe Scolari

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Hudson, Arboleda, Bruno Alves e Reinaldo; Luan, Liziero e Igor Gomes; Antony, Everton (Carneiro) Felipe e Everton

Técnico: Cuca

Gazeta Esportiva

 

Palmeiras joga mal e perde liderança do grupo na Libertadores

Uma atuação sem criatividade e uma grande falha na defesa causaram ao Palmeiras a primeira derrota na Copa Libertadores na noite desta terça-feira. Em Buenos Aires, o time foi mal e perdeu por 1 a 0 para o San Lorenzo, pela fase de grupos. A equipe argentina assumiu a liderança da chave com o resultado, com sete pontos, ante seis do time alviverde.

Depois de vencer nas duas primeiras rodadas da Libertadores, o Palmeiras exibiu um futebol ruim e de pouco poderio ofensivo. O time do técnico Luiz Felipe Scolari sofreu a segunda derrota no ano (a outra foi para o Corinthians) e reabilitou os argentinos. O San Lorenzo só tinha vencido duas vezes em 2019 e amarga a 21ª posição entre os 26 participantes do campeonato local.

A derrota deixa o Palmeiras com duas grandes responsabilidades pela frente. No domingo, o time recebe o São Paulo para ir à final do Campeonato Paulista e na quarta seguinte, enfrenta o Junior Barranquilla no Allianz Parque com a missão de se recuperar na Copa Libertadores.

O Palmeiras começou o jogo com a postura de controlar o San Lorenzo. Com marcação adiantada, troca de passes e paciência, a equipe conseguiu diminuir o ímpeto adversário. As ausências de Ricardo Goulart e Scarpa prejudicaram, mas o time ganhou mais capacidade de segurar o jogo com a presença de Moisés.

O San Lorenzo incomodou no primeiro tempo apenas pela direita. O colombiano Juan Salazar era rápido, enfrentava sozinho a marcação e gerou o principal lance de perigo. O jogador deixou dois palmeirenses no chão e tocou para Castellani acertar a trave, aos 18 minutos de partida.

O susto não fez o Palmeiras se encolher. Moisés matou no peito, deu uma bicicleta e acertou o travessão logo depois. Os contra-ataques se apresentavam como boa arma, porém faltou capricho na hora de armar as jogadas.

O time teve duas mudanças no intervalo para conseguir chegar mais ao ataque. Felipe Melo e Lucas Lima entraram no time. As alterações avançaram o time e deram mais espaço ao San Lorenzo. Os argentinos tiveram uma liberdade enorme para chegar ao gol, aos seis minutos do segundo tempo.

O lateral Herrera saiu da direita e conduziu a bola sem ser acompanhado. O jogador chegou na entrada da área, ajeitou com calma e chutou no canto de Weverton.

A vantagem fez o San Lorenzo recuar. Foi a vez do Palmeiras ter mais a posse de bola. O problema era não conseguir aproveitar as oportunidades, pois Deyverson não conseguia fazer o trabalho de centroavante, Felipe Pires foi mal pela lado direito e Dudu encontrava muita marcação pela esquerda.

Após se destacar no primeiro tempo como armador, Moisés deixou de aparecer em campo. Lucas Lima não conseguiu criar jogadas e o ataque foi inerte no segundo tempo. As grandes armas utilizadas para buscar o empate foram com bolas paradas na área em busca dos zagueiros.

Embora em termos de classificação o tropeço não represente ameaça, a atuação apagada na Argentina mostrou debilidades e o quanto o elenco é dependente de alguns jogadores. Sem Goulart e Scarpa, o Palmeiras perdeu muito em qualidade.

FICHA TÉCNICA

SAN LORENZO 1×0 PALMEIRAS

SAN LORENZO: Monetti; Herrera, Coloccini, Senesi e Víctor Salazar (Pérez); Castellani, Loaiza e Martínez; Reniero, Blandi (Poblete) e Juan Salazar (Barrios). Técnico: Jorge Almirón.

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha, Antônio Carlos, Gómez e Diogo Barbosa; Thiago Santos (Felipe Melo), Bruno Henrique (Lucas Lima) e Moisés; Felipe Pires (Raphael Veiga), Dudu e Deyverson. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

Gol: Herrera, aos 6 minutos do segundo tempo

Árbitro: Julio Bascuñán (Chile)

Cartões Amarelos: Thiago Santos, Bruno Henrique, Castellani, Marcos Rocha, Herrera, Deyverson

Renda e público: Não divulgados

Local: Nuevo Gasómetro (Buenos Aires)

 

Estadão

 

 

São Paulo e Palmeiras empatam por 0 a 0 pelo Paulistão

O empate sem gols entre São Paulo e Palmeiras, neste sábado, no Morumbi, deixa o duelo pelas semifinais do Campeonato Paulista aberto. Quem vencer no próximo domingo, no Allianz Parque, vai para a final do Estadual. Por jogar em casa e ter um time bem experiente, o alviverde tem um ligeiro favoritismo, mas os jovens do tricolor mostraram que conseguem jogar de igual para igual.

O confronto foi bastante disputado, teve um gol anulado do São Paulo e contou com a ajuda do VAR, o árbitro de vídeo, para voltar a marcação de um pênalti a favor do Palmeiras. No final, apesar de bastante luta e entrega, as equipes não conseguiram balançar as redes e a partida terminou em 0 a 0.

O árbitro Vinicius Furlan anula marcação de pênalti após checar com o Árbitro Assistente de Vídeo (VAR, na sigla em inglês) durante partida entre São Paulo Palmeiras, válida pelas semifinais do Campeonato Paulista 2019, no Estádio do Morumbi, na capital paulista, neste sábado (30).
O árbitro Vinicius Furlan anula marcação de pênalti após checar com o Árbitro Assistente de Vídeo (VAR, na sigla em inglês) durante partida entre São Paulo Palmeiras, válida pelas semifinais do Campeonato Paulista 2019, no Estádio do Morumbi, na capital paulista, neste sábado (30).

Foto: LÉO PINHEIRO/DIA ESPORTIVO / Estadão

O São Paulo começou o jogo com alta intensidade e toda vez que um jogador do Palmeiras tocava na bola, já tinha um ou dois marcadores. Isso obrigou o time visitante a dar chutão para afastar a bola de sua defesa. O tricolor atacava pelos lados e por pouco Pablo não abriu o placar logo aos 2 minutos, em cruzamento de Antony.

Outra boa chance veio com Everton Felipe, que arriscou, mas a bola foi para fora. Até para diminuir o ritmo do rival, os experientes jogadores do Palmeiras procuravam o contato e sofriam faltas, ou faziam, para ganhar tempo e desacelerar o time da casa no início da partida.

Dudu, sempre perigoso, arriscou de longe e a bola explodiu na trave, assustando Tiago Volpi. A resposta do São Paulo vei com Pablo, que aproveitou um cruzamento e Liziero e cabeceou no travessão. A pressão tricolor continuava e numa boa roubada de bola, Reinaldo invadiu a área, mas chutou mal.

Reinaldo, do São Paulo, em partida contra o Palmeiras, válida pelas semifinais do Campeonato Paulista 2019, no Estádio do Morumbi, na capital paulista, neste sábado (30).
Reinaldo, do São Paulo, em partida contra o Palmeiras, válida pelas semifinais do Campeonato Paulista 2019, no Estádio do Morumbi, na capital paulista, neste sábado (30).

Foto: MARCELLO ZAMBRANA/AGIF / Estadão

Aos poucos o Palmeiras foi acertando um pouco mais sua marcação e, graças ao talento de seus meias, era incisivo quando tinha a posse de bola. Dudu teve mais uma chance, ao bater cruzado, mas Volpi fez ótima defesa. Pouco depois, o jogador recebeu na área e caiu com a aproximação de Reinaldo.

O juiz marcou pênalti, mas foi avisado pela cabine do VAR, o árbitro de vídeo, que a marcação gerava dúvidas. O próprio árbitro Vinicius Furlan foi até o monitor à beira do campo, observou as imagens e voltou atrás após quase quatro minutos, anulando sua marcação de pênalti.

Na volta do intervalo, a partida ficou mais truncada. O cansaço dos times também aumentou o número de erros de passes dos dois lados. Aos 7, Igor Gomes bateu escanteio, Bruno Alves cabeceou para o meio e Arboleda marcou, mas o juiz anulou alegando falta de Bruno Alves e Marcos Rocha na jogada.

Como seus dois laterais já tinham recebido cartão amarelo, o técnico Felipão substituiu ambos, promovendo a entrada de Diogo Barbosa na esquerda e Mayke na direita. Já Mancini optou por dar mais velocidade pelos lados do campo e colocou Everton no lugar de Everton Felipe.

Edu Dracena e Pablo durante jogo entre Sao Paulo x Palmeiras, partida valida pelas semi-finais do campeonato Paulista 2019, no estádio do Morumbi, neste sabado (30/03/2019)
Edu Dracena e Pablo durante jogo entre Sao Paulo x Palmeiras, partida valida pelas semi-finais do campeonato Paulista 2019, no estádio do Morumbi, neste sabado (30/03/2019)

Foto: THIAGO BERNARDES/FRAMEPHOTO / Estadão

As duas equipes arriscavam e tentavam o gol da vitória. Bruno Henrique quase fez em uma cobrança de escanteio, mas a bola passou perto. Quase no final, Arboleda teve uma chance, tocou para o gol, mas a bola foi para fora, com perigo. Apesar da luta até o final, a partida terminou sem gols.

FICHA TÉCNICA:

SÃO PAULO 0 x 0 PALMEIRAS

SÃO PAULO: Tiago Volpi; Hudson, Bruno Alves, Anderson Martins (Arboleda) e Reinaldo; Luan, Liziero e Igor Gomes (Nenê); Antony, Pablo e Everton Felipe (Everton). Técnico: Vagner Mancini.

PALMEIRAS: Weverton; Marcos Rocha (Mayke), Antônio Carlos, Edu Dracena e Victor Luis (Diogo Barbosa); Felipe Melo, Bruno Henrique e Ricardo Goulart (Lucas Lima); Gustavo Scarpa, Deyverson e Dudu. Técnico: Felipão.

JUIZ: Vinícius Furlan.

CARTÕES AMARELOS: Liziero, Luan, Arboleda, Hudson, Felipe Melo, Victor Luís, Marcos Rocha e Gustavo Scarpa.

PÚBLICO: 43.202 pagantes.

RENDA: R$ 1.809.853,00.

LOCAL: Morumbi, em São Paulo.

 

 

Estadão

 

 

Palmeiras toma dois do Boca no fim e se complica na semi da Libertadores

O Palmeiras “apagou” no fim do 2º tempo e perdeu o jogo da semifinal da Libertadores por 2 a 0 para o Boca Juniors na noite desta quarta-feira (24). O jogo foi decidido por um atacante que saiu do banco: Benedetto. Com um de cabeça e um golaço de fora da área, ele deu a vantagem aos donos da Bombonera. Com o resultado no placar, os hermanos dão um grande passo para o jogo da próxima semana, que decide quem será o finalista da Libertadores.

Com o apoio dos quase 50 mil torcedores, os argentinos até ficaram mais com a bola, mas só incomodaram o Alviverde com chutes de longe ou levantamentos na área no primeiro tempo. A etapa final caminhava para o mesmo destino, mas os argentinos mostraram que queriam mais em um lance de falta que exigiu bela defesa de Weverton. No lance seguinte, em escanteio, Benedetto desviou para abrir o placar. Os brasileiros, por sua vez, abusaram dos chutões de Gustavo Gómez e Luan, que foram promovidos ao time titular, e tentaram diversas jogadas com ligação direta.

Palmeiras e Boca Juniors, agora, voltam a se enfrentar na próxima quarta-feira (31), no Allianz Parque. A Libertadores preserva o critério de gols fora de casa, por isso, se o time de Felipão vencer por 2 a 0, a decisão da vaga será nos pênaltis.

O melhor: Benedetto

Não poderia ser outro. O atacante, xodó da torcida do Boca, saiu do banco para decidir a vitória xeneize com dois gols de camisa 9 puro. Primeiro uma cabeçada na primeira trave, desviando cobrança de escanteio para fazer 1 a 0 poucos minutos depois de entrar em campo; depois, um chute certeiro e indefensável da entrada da área para ampliar a vantagem e deixar o Boca perto da final da Libertadores.

O pior: Ábila

O ex-cruzeirense não esteve em uma de suas noites mais inspiradas. Brigou bastante na frente como de costume, mas “apanhou” da bola em alguns lances em que teve que se virar mais longe da área e chegou até a armar alguns contra-ataques palmeirenses com passes errados. Apagado, o centroavante deu lugar a Benedetto no segundo tempo.

Felipão muda zaga e Palmeiras não toma sustos no 1º tempo

A dupla de zaga que vinha sendo titular no Campeonato Brasileiro, Luan e Gustavo Gómez, ganhou a titularidade para o jogo contra o Boca e não decepcionou. Auxiliada por uma marcação eficiente de toda a equipe desde o setor de ataque, a parceria defensiva praticamente não tomou sustos na primeira etapa e controlou bem as poucas bolas que chegaram aos atacantes do Boca. Ábila brigou muito na frente, mas perdeu a maioria para os zagueiros palmeirenses.

Boca fica com a bola, mas não cria no início

O Palmeiras deu a posse de bola ao Boca e esperou. Apoiado pela torcida, que não parou de cantar um só segundo na Bombonera, o time da casa tentou pressionar, mas esbarrou em muitos erros de passe e em movimentações ruins, que não davam opções para quem tinha a bola. Pérez e Nández, na teoria os dois articuladores do meio-campo, entregaram várias vezes a posse de bola ao Palmeiras. Zárate até buscou algumas jogadas, mas a bola na verdade pouco chegou ao setor ofensivo do time argentino. A melhor chance do primeiro tempo foi um chute para fora de Pérez, aos 8 minutos.

AP Photo/Gustavo Garello

Palmeiras teve dificuldades para encaixar os contra-ataques na Bombonera

Palmeiras tem dificuldade para contra-atacar

Se o alviverde foi bem na proposta de controlar o ímpeto do Boca na primeira etapa, por outro lado não foi eficaz como de costume ao recuperar a bola. Os contra-ataques mortais que são uma das marcas registradas dessa equipe não funcionaram, com Dudu e Moisés especialmente mal na tarefa de fazer a transição. Alguns passes fortes demais e decisões precipitadas fizeram com que o Palmeiras nem testasse o goleiro Rossi nos primeiros 45 minutos. Borja correu, mas não recebeu nenhuma bola em boas condições.

Torcida do Boca xinga “desafeto” Gustavo Gómez

Um mês antes de chegar ao Palmeiras, Gustavo Gómez esteve muito perto de assinar com o Boca Juniors. O paraguaio chegou a fazer exames na equipe, mas o negócio melou de última hora por divergências sobre a remuneração. E deu para ver que o zagueiro não anda com a imagem muito boa na Bombonera. Após ele cometer uma falta de ataque no goleiro Rossi e levar cartão amarelo, a torcida xeneize não economizou nos xingamentos para o camisa 15 do alviverde.

Weverton faz defesa espetacular…

A segunda etapa foi morna como a primeira, com o Boca Juniors sofrendo para criar alguma coisa diante de um Palmeiras bem postado atrás, mas que não conseguia ligar o contragolpe. Mas o clima esquentou aos 36 minutos, quando Felipe Melo fez falta perigosa na frente da área. Olaza bateu forte de pé esquerdo e Weverton foi buscar no ângulo com defesa espetacular. Mas na cobrança de escanteio…

…mas Boca abre o placar no lance seguinte. E amplia

A defesa de Weverton evitou o gol do Boca, mas só por alguns segundos. Na batida do escanteio logo na sequência, Benedetto, que havia acabado de entrar no lugar de Ábila, subiu com libedade para desviar de cabeça na primeira trave e balançar a rede, fazendo a torcida explodir na Bombonera. Pouco depois, o mesmo atacante deu drible fantástico em Luan e chutou de fora da área para fazer o 2 a 0.

FICHA TÉCNICA
BOCA JUNIORS 2 X 0 PALMEIRAS

Data: 24 de outubro de 2018, quarta-feira
Local: Estádio La Bombonera, em Buenos Aires (ARG)
Horário: 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Roberto Tobar (Chile)
Assistentes: Christian Schiemann e Claudio Rios (Chile)
Cartões amarelos: Olaza, Zárate e Villa (BOC); Gómez e Bruno Henrique (PAL)
Gols: Benedetto, aos 38 minutos e 42 minutos do 2º tempo

BOCA JUNIORS: Rossi; Jara, Izquierdoz, Magallan e Olaza; Barrios, Nandez e Perez; Pavón (Buffarini), Zarate (Villa) e Ábila (Benedetto)
Técnico: Guillermo Schelotto

PALMEIRAS: Weverton; Mayke, Luan, Gustavo Gómez e Diogo Barbosa; Felipe Melo, Bruno Henrique (Thiago Santos) e Moisés (Lucas Lima); Dudu, Willian e Borja (Deyverson)
Técnico: Felipão

UOL 

 

Palmeiras vence Atlético-PR fora com “olé” da torcida

O Palmeiras deu ‘olé’ no time que mais troca passes no Brasil. Neste domingo, o Verdão teve ótima atuação, colocou na roda o Atlético-PR na Arena da Baixada e venceu por 3 a 1. Bruno Henrique, Marcos Rocha e Willian fizeram os tentos antes de Pablo descontar.

Marcos Rocha (encoberto), jogador do Palmeiras, comemora seu gol durante partida contra o Atlético-PR, válida pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro 2018.
Marcos Rocha (encoberto), jogador do Palmeiras, comemora seu gol durante partida contra o Atlético-PR, válida pela quarta rodada do Campeonato Brasileiro 2018.

Foto: GERALDO BUBNIAK/Gazeta Press

No primeiro tempo, em certas características, o duelo de estilos entre Roger Machado e Fernando Diniz foi invertido. Individualmente, com exceção de Jailson e Bruno Henrique, o Verdão não teve uma boa atuação, mas coletivamente a equipe foi bem, como ocorre com o Furacão normalmente.

Fora esta inversão de panoramas, os dois times mantiveram suas características, mas a etapa inicial não teve o futebol vistoso que era esperado, muito por conta dos erros de passes dos dois times. No Palestra, a saída de Moisés, com apenas sete minutos, prejudicou a equipe, que viu Lucas Lima entrar na função, mas jogar pelo lado direito em quase todos os momentos.

A partir dos 20 minutos da primeira metade do jogo, o Atlético-PR passou a controlar bem a partida. Trocando muitos passes no ataque, forçava o Palmeiras a se defender com seus 11 jogadores e, quando os visitantes recuperavam a bola, não tinham forças para chegar ao campo ofensivo com qualidade.

Na reta final antes do intervalo, porém, Roger pediu mais movimentação de seus atacantes, que passaram a trocar de posição. A estratégia fez com que, novamente, o Palmeiras adquirisse uma característica do adversário e, após uma sequência de toques no campo ofensivo, o Alviverde abriu o marcador com Bruno Henrique.

Na etapa final, o Palmeiras pôde vivenciar o melhor cenário para enfrentar o Atlético-PR. Roger Machado demonstrou que estudou muito a equipe de Fernando Diniz, manteve sua equipe no ataque, mas passou a marcar apenas a partir do meio-campo quando não tinha a bola.

Assim, o Verdão levava perigo nos contra-ataques, especialmente com Keno e Dudu. Willian, brigando muito no ataque, também colaborou para a estratégia palestrina, e os visitantes ampliaram a vantagem aos 14 minutos. Em cobrança de escanteio ensaiada, Marcos Rocha tocou para Dudu, que bateu firme. O goleiro Santos espalmou nos pés do lateral alviverde, que mandou de primeira para as redes.

Com a vantagem no marcador, o Palmeiras soube controlar o duelo e não passou sustos com exceção de uma defesaça de Jailson em cabeceio de Pablo. Após a entrada de Hyoran, em novo contra-ataque, matou o jogo em passe do meio-campista para Willian, que teve frieza para marcar.

Assim, o melhor visitante do Brasil na temporada, agora com 11 vitórias, um empate e apenas uma derrota, derrubou uma invencibilidade de 17 partidas do Atlético-PR na Arena da Baixada, e causou o primeiro revés de Fernando Diniz no Furacão.

FICHA TÉCNICA

ATLÉTICO-PR 1 x 3 PALMEIRAS

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR)

Data: 06 de maio de 2018, domingo

Horário: 16h (Brasília)

Árbitro: Claudio Francisco Lima E Silva – SE (CBF)

Assistentes: Cleriston Clay Barreto Rios – SE (CBF) e Ailton Farias da Silva – SE (CBF)

Público: 20.417 pessoas

Cartões amarelos: Thiago Carleto (Atlético-PR); Felipe Melo (PALMEIRAS)

GOLS

ATLÉTICO-PR: Pablo, aos 44 minutos da etapa inicial

PALMEIRAS: Bruno Henrique, aos 43 minutos do primeiro tempo; Marcos Rocha, aos 14, e Willian, aos 39 da etapa final

ATLÉTICO-PR: Santos; Zé Ivaldo, Pavez e Thiago Heleno; Matheus Rossetto (Renan Lodi), Camacho, Lucho González (Jonathan) e Carleto (Bergson); Nikão, Guilherme e Pablo

Técnico: Fernando Diniz

PALMEIRAS: Jailson; Marcos Rocha, Edu Dracena, Antônio Carlos e Diogo Barbosa; Felipe Melo (Thiago Santos), Bruno Henrique e Moisés (Lucas Lima); Keno (Hyoran), Dudu e Willian

Técnico: Roger Machado

Gazeta Esportiva

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