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“Conseguimos manter o salário em dia”, destaca governador ao garantir pagamento da folha de dezembro nestas 4ª e 5ª

Os servidores estaduais recebem, nestas 4ª e 5ª feiras o salário correspondente ao mês de dezembro e passarão as festas de fim de ano com dinheiro no bolso.

O calendário de pagamentos foi anunciado pelo governador João Azevêdo ainda no dia 26 de novembro. Em um período de 26 dias, incluindo as folhas de novembro e de dezembro, serão injetados R$ 1,3 bilhão na economia paraibana, fortalecendo os setores de serviços e comércio durante as festividades natalinas.

De acordo com o calendário, o pagamento da folha referente ao mês de dezembro será realizado nos dias 23 para pagamento dos salários de dezembro dos servidores aposentados, pensionistas e reformados e do 14° e 15° salários dos Prêmios Mestres da Educação e Escola de Valor – edição 2020.

Já no dia 24, véspera de Natal, ocorre o pagamento dos servidores da ativa da Administração Direta e Indireta.

“Apesar da crise econômica gerada pela Covid-19, a eficiência da gestão fiscal do Estado permitiu que fizéssemos esse anúncio que irá gerar um forte impacto na economia da Paraíba pelos próximos 26 dias, incrementando diversos setores do nosso Estado que estão retomando as suas atividades. Apesar de todas as dificuldades, conseguimos manter o pagamento do funcionalismo dentro do mês trabalhado e também antecipamos a primeira parcela do décimo-terceiro salário, o que representa o nosso compromisso com os servidores e com o povo da Paraíba que terá, com os cuidados necessários que a pandemia ainda impõe, um Natal mais tranquilo”, afirmou o governador João Azevêdo na ocasião do anúncio.

 

pbagora

 

 

Prazo para pagamento da 2ª parcela do 13º salário termina nesta sexta-feira

Termina nesta sexta-feira (18) o prazo para que os empregadores paguem aos seus funcionários a segunda parcela do 13º salário. Para a primeira parcela, o prazo encerrou em 30 de novembro.

Por lei, a data limite para o trabalhador receber o dinheiro da segunda parcela é 20 de dezembro, mas como neste ano cai em um domingo, ele foi antecipado para esta sexta-feira.

O pagamento do 13º salário é feito com base no salário de dezembro, exceto no caso de empregados que recebem salários variáveis, por meio de comissões ou porcentagens – nesse caso, o 13º deve perfazer a média anual dos valores.

A segunda parcela do 13º, no entanto, é em geral menor do que a primeira: isso porque é sobre essa segunda parcela que incidem o Imposto de Renda e a contribuição ao INSS. Já o FGTS é pago tanto na primeira como na segunda parcela.

G1

 

Estado começa nesta quarta-feira pagamento do auxílio cultural

O Governo da Paraíba, por meio da Secretaria de Estado da Cultura, inicia nesta quarta-feira (16) o pagamento dos inscritos aprovados no Cadastro Cultural PB, que representa a renda emergencial prevista no Inciso I da Lei Aldir Blanc. Serão beneficiadas 434 pessoas com a cota única de R$ 3 mil.

O pagamento representa um processo que começa nesta quarta e pode levar até três dias úteis para que o dinheiro esteja na conta do beneficiário. As pessoas que não informaram conta bancária receberão por voucher e sacarão em terminais eletrônicos de autoatendimento. Os dados, para isso, serão enviados por SMS.

Houve 2.439 pedidos de auxílio emergencial no Cadastro Cultural, mas 1.759 foram considerados inelegíveis pela Dataprev. Dos 680 elegíveis, 263 foram tornados aptos e outros 417 tiveram que enviar documentações que faltavam para acesso ao benefício.

No plano de pagamento do Cadastro Cultural, nove mães-solo receberão o benefício em dobro, como manda a regra. Outras 425 pessoas terão direito ao benefício único. O investimento total nessa fase da Lei Aldir Blanc na Paraíba será de R$ 1.329.000.

Editais

Os 12 editais lançados pelo Governo do Estado para organizar a distribuição de recursos pelo Inciso III da Lei selecionaram 1.684 indivíduos, grupos e iniciativas, dentre os mais de 2 mil inscritos. Serão pagos, no total, R$ 15.973.000. A divisão de cachês e premiações será a seguinte:

Edital Fernanda Benvenutty

  • 83 x R$ 2.000,00 = 166.000,00
  • 47 x R$ 4.000,00 = 188.000,00
  • 156 x R$ 6.000,00 = 936.000,00

Edital Chica Barrosa

  • 114 x 2.000,00 = 228.000,00

Prêmio Dona Lenita

  • 101 x 5.000,00 = 505.000,00

Prêmio Lenira Rita

  • 107 x 10.000,00 = 1.070.000,00

Prêmio Dona Severina

  • 28 x 50.000,00 = 1.400.000,00

Prêmio Lourdes Ramalho

  • 128 x 20.000,00 = 2.560.000,00

Prêmio Rosa Cagliani

  • 188 x 5.000,00 = 940.000,00

Prêmio Maria Pimentel

  • 36 X 5.000,00 = 180.000,00
  • 63 X 10.000,00 = 630.000,00

Edital Chiquinha Mourão

  • 52 x 20.000,00 = 1.040.000,00

Prêmio Dona Toinha

  • 280 x 5.000,00 = 1.400.000,00

Edital Margarida Cardoso

  • 19 X 20.000,00 = 380.000,00
  • 84 X 40.000,00 = 3.360.000,00

Prêmio Amelinha Theorga

  • 198 x 5.000,00 = 990.000,00

Prorrogação

Seguindo uma tendência nacional entre gestores, o Governo da Paraíba defende a prorrogação do prazo de utilização dos recursos da Lei Aldir Blanc, pelo Governo Federal. A Secretaria de Estado da Cultura tem o interesse em construir conjuntamente novas estratégias de utilização dos recursos restantes, mas entende que esse passo só pode ser dado a partir de decisão federal sobre a prorrogação.

Para aplicar na Lei Aldir Blanc, a Paraíba recebeu originalmente R$ 36.164.540,30, aos quais foram acrescidos R$ R$ 450.729,92, que foram revertidos ao Estado por causa de municípios que não aderiram à Lei. A expectativa de uso dos recursos é de R$ 17.302.000.

 

portalcorreio

 

 

Pagamento do 13º salário injeta mais de R$ 2 bi na economia da Paraíba

Cerca de R$ 2,4 bilhões devem ser injetados na economia paraibana até o fim de 2020, com o pagamento do 13º salário, de acordo com previsão divulgada nesta quarta-feira (11) pelo Departamento  Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A estimativa representa quase 1,1% do previsto para todo o Brasil e 7,23% para a Região Nordeste.

Conforme o Dieese, o número de pessoas que receberá o 13º no estado foi estimado em 1,291 milhão, equivalente  a 1,6% do total que terá acesso ao benefício no país.  O montante pago aos trabalhadores representa em torno de 3,2% do PIB estadual.

Na Paraíba, os empregados do mercado formal, celetistas ou estatutários representam 51,5%, enquanto pensionistas e aposentados do INSS equivalem a 48,5%. O emprego doméstico com carteira assinada responde por apenas 1,3%.

Em relação aos valores que cada segmento receberá ao longo de 2020, nota-se a seguinte  distribuição: os empregados formalizados ficam com 62% (R$ 1,5 bilhão) e os beneficiários do  INSS, com 28,6% (R$ 686,4 milhões), lembrando que esse valor já foi pago em duas parcelas entre  abril e junho de 2020, dependo do final do benefício. Aos aposentados e pensionistas do Regime Próprio do estado caberão 7,3% (R$ 176 milhões) e aos do Regime Próprio dos municípios, 2%, R$ 49 milhões.

 

portalcorreio

 

 

Não há previsão para pagamento do 13º do Bolsa Família, diz Ministério da Economia

Instituído no ano passado e prometido novamente pelo governo, o 13º salário para os beneficiários do Bolsa Família pode não ser pago em 2020. Segundo o Ministério da Economia, não há previsão, até o momento, para o desembolso da parcela.

O G1 procurou também o Ministério da Cidadania, responsável pelo programa, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.

O 13º do Bolsa Família foi pago no ano passado para mais de 13 milhões de famílias. O pagamento do abono natalino foi uma medida do governo federal para compensar os beneficiários do programa pela alta da inflação.

13º em 2019

A Medida Provisória 898 que tratava do benefício só assegurou o pagamento em 2019, apesar de o presidente Jair Bolsonaro assegurar que o 13º seria anual.

Uma comissão do Congresso chegou a aprovar mudanças nessa Medida Provisória para tornar o pagamento permanente. Mas a MP e as alterações aprovadas acabaram perdendo a validade em março deste ano porque não foram votadas a tempo pela Câmara e Senado.

Para que o pagamento fosse assegurado neste ano, seria necessária uma nova Medida Provisória ou o envio de um projeto de lei para ser aprovado pelo Congresso.

Em outubro do ano passado, o então ministro da Cidadania, Osmar Terra, chegou a afirmar que a partir de 2020 seria colocada a previsão do 13º dentro do Orçamento. No entanto, para o Orçamento deste ano, não há previsão de recursos para esse pagamento.

A proposta do 13º salário para o Bolsa Família foi uma das promessas de campanha de Bolsonaro e chegou a ser incluída nas metas de 100 dias do governo.

Auxílio Emergencial

Essa indefinição sobre o pagamento do 13º do Bolsa Família acontece em meio ao pagamento das parcelas do Auxílio Emergencial.

Os beneficiários do Bolsa Família já receberam as cinco parcelas de R$ 600 até agosto e estão recebendo desde setembro mais quatro de R$ 300 – nesse caso, a última parcela será paga em dezembro.

O valor médio pago pelo Bolsa Família gira em torno de R$ 190. Ou seja, milhares de beneficiários do Auxílio Emergencial estão recebendo valores acima do que pagaria o Bolsa Família.

O valor médio do benefício pago em dezembro de 2019, acumulando a 13ª parcela, foi de R$ 383,54, segundo o Ministério da Cidadania. Ou seja, valor próximo ao que paga o chamado auxílio emergencial residual.

Critérios do Bolsa Família

O Bolsa Família é um auxílio para as famílias de baixa renda. São beneficiárias as famílias consideradas:

extremamente pobres: com renda mensal de até R$ 89 por pessoa;
pobres: com renda mensal de até R$ 178 por pessoa, mas que incluam gestantes ou crianças e adolescentes de até 18 anos.
O benefício parte de R$ 89 mensais e pode ter parcelas adicionais de:

R$ 41 para crianças, adolescentes e gestantes;
R$ 48 para adolescentes de 16 ou de 17 anos.
O valor total do pagamento não pode ultrapassar R$ 372 por família.

 

G1

 

 

Auxílio emergencial: começa pressão para o pagamento de mais três parcelas

Com a dificuldade do governo em cortar recursos para acomodar o Renda Cidadã no Orçamento, congressistas têm defendido a extensão por três meses do decreto de calamidade pública. O prazo vence em 31 de dezembro.

A prorrogação serviria para alongar o auxílio emergencial de R$ 300, além de dar mais tempo para a criação do Renda Cidadã -possível substituto do Bolsa Família. O ministro Paulo Guedes (Economia) disse ser contrário à proposta.

Entre os congressistas, no entanto, o plano se fortaleceu neste mês, mesmo com a resistência do governo. No início da pandemia, Guedes defendia um auxílio de R$ 200, mas o Congresso aprovou cinco parcelas de R$ 600.

A extensão da calamidade já havia sido trazido à tona em debate da comissão mista que analisa os gastos com a Covid-19, no começo deste mês.

O decreto legislativo que reconhece o estado de calamidade foi aprovado em março. Ele desobriga o governo de observar a meta de resultado primário e a fazer contingenciamentos para cumprir as estimativas iniciais.

O dispositivo abriu caminho para que o Congresso aprovasse a chamada PEC do Orçamento de Guerra. Por ela, a União ficou autorizada a descumprir a regra de ouro. Com isso, o governo pôde se endividar para pagar despesas correntes da pandemia, como salários, aposentadorias e custeio da máquina pública.

O regime fiscal extraordinário só será permitido até o fim deste ano. A ampliação desse prazo já é debatida para abrir fonte de recursos.

O vice-líder do PSD no Senado, Vanderlan Cardoso (GO), que integra a base aliada e a comissão da reforma tributária, corrobora com a ideia. Ele, contudo, destaca que ainda há resistência do governo.

“Eu acredito que vai se estender por pelo menos mais dois ou três meses, pelo menos no início do ano. Essa pandemia até o fim do ano não vai diminuir assim, e o decreto é o caminho”, disse.

Em evento da XP nesta sexta (16), Guedes refutou a proposta. O ministro defendeu a ideia de deixar uma brecha para acionar uma espécie de novo Orçamento de guerra apenas se houver novas ondas de coronavírus no país.

Ele disse que os custos com a Covid-19 têm de ser bancados pela atual geração, e não virar uma dívida pública a ser paga pelos futuros contribuintes.

“Se a Covid voltar em 2021, é diferente. Mas é totalmente indesculpável usar uma doença para pedir estímulo artificial. Isso é uma fraude, é indesculpável, é má politica. É comprometer a futura geração por um ato covarde”, afirmou.

De acordo com ele, o governo está notando os sinais do mercado, que vem reagindo negativamente a cada movimento de rompimento de regras fiscais. Para o ministro, o país precisa reequilibrar as contas públicas já em 2021.

“O mercado está vendo problemas, vendo pessoas querendo quebrar o teto [de gastos], pessoas com más políticas querendo usar as doenças como desculpa para políticas populistas. Queremos ouvir os sinais do mercado e agir corretamente”, disse Guedes.

Segundo o ministro, a prorrogação do auxílio em 2021 não é vontade do governo.

“Não é o que o presidente disse, não é o que o ministro quer de maneira alguma. Temos de ter responsabilidade pelo nosso Orçamento e mostrar que temos responsabilidade e força para pagar pela nossa própria guerra, e não deixar [a conta] para nossos filhos.”

Em uma das respostas, porém, Guedes disse que as decisões em democracias são descentralizadas, sugerindo que uma decisão sobre o assunto poderia vir do Congresso.

Aliados vão de encontro ao ministro. “Não terá como não prorrogar [o decreto de emergência], mas assim como o oxigênio é fundamental para quem está intubado, o emprego é fundamental ao cidadão, precisamos ter a retomada econômica”, disse o senador Wellington Fagundes (PL-MT).

O congressista integra a comissão que analisa os gastos da Covid-19 e a que trata da reforma tributária. Fagundes é da base do governo Jair Bolsonaro (sem partido).

Segundo ele, é necessário que o governo encontre uma fonte de recursos para bancar o Renda Cidadã. Enquanto isso, para ele, a prorrogação do decreto de emergência é a solução mais viável.

Na Câmara, o presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já disse ser contra a prorrogação. No Senado, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), não se manifestou.

O senador Márcio Bittar (MDB-AC), relator da PEC Emergencial, que vai incluir a criação do Renda Cidadã, já afirmou que qualquer que seja a proposta para o programa, causará incômodos.

Para bancar o Renda Cidadã, a equipe do presidente busca cerca de R$ 20 bilhões. O governo estima que 8 milhões de pessoas devem ficar sem auxílio no início do ano, caso o programa não seja criado.

O senador pretendia apresentar o relatório no início de outubro, mas, depois de divergências tanto com a equipe econômica quanto com líderes partidários, decidiu deixar para depois das eleições.

Ao investidores, Guedes disse que, se não houver Renda Cidadã, é melhor deixar tudo como está. “Se não conseguirmos encontrar espaço para fazer um programa melhor, vamos voltar ao Bolsa Família. É melhor do que tentar fazer um movimento louco e insustentável”, afirmou.

Congressistas propõem Renda Cidadã escalonado

Sem solução ainda para complementar o valor necessário para criar o Renda Cidadã, congressistas da base aliada propuseram ao governo que seja realizado um escalonamento no valor pago pelo programa.

A ideia apresentada ao ministro Paulo Guedes trata de um pagamento de R$ 200 em 2021, um intermediário de R$ 250 em 2022 e o benefício máximo de R$ 300 em 2023.

O último montante já estaria previsto no Orçamento de primeiro ano do próximo governo. Jair Bolsonaro tem dito a aliados que quer um benefício perto de R$ 300, valor pago hoje no auxílio emergencial.

A proposta foi levada a Guedes pela senadora Kátia Abreu (PP-TO), que estava acompanhada do senador Antonio Anastasia (PSD-MG).

A congressista já conversou sobre o tema também com Rodrigo Maia e Davi Alcolumbre.
Para bancar o Renda Cidadã, que deve substituir o Bolsa Família, a equipe de Bolsonaro busca cerca de R$ 20 bilhões no Orçamento de 2021.

Na análise de Abreu, o escalonamento no valor pago seria a fórmula necessária para o governo não estourar o teto de gastos e contemplar as famílias previstas. O teto limita o aumento de despesas à inflação do ano anterior.

“Hoje [o Bolsa Família] custa R$ 35 bilhões e atende 14 milhões de famílias. Ele [governo] quer 20 milhões de famílias e precisaria de mais R$ 40 bilhões. Isso porque vai até R$ 300 [cada parcela]. A minha ideia é que a gente conseguir substituir os valores em três anos. É só o Congresso ter vontade de fazer”, afirmou.

A proposta já está em análise pelo senador Márcio Bittar (MDB-AC). O senador é relator da PEC que incluirá o Renda Cidadã. A equipe de Bittar, com o time da economia, busca encontrar espaço no Orçamento para bancar o novo programa.

O senador pretendia apresentar o relatório no fim de setembro. Porém, após divergências tanto com a equipe econômica quanto com líderes partidários, ele decidiu deixar para depois da eleição.

Nos últimos dias, a equipe de Bittar tem se debruçado em um grupo de propostas a fim de encontrar o valor necessário para contemplar o Renda Cidadã.

Além da sugestão do pagamento escalonado dos valores mensais do benefício, na mesa ainda consta, segundo interlocutores, a sugestão que prevê o fim das deduções médicas e educacionais do Imposto de Renda. Os benefícios estavam na mira da equipe econômica desde o ano passado.

A proposta, contudo, tem sofrido resistências, especialmente por parte do Congresso. A conta desses dois descontos é de aproximadamente R$ 20 bilhões em um ano.

A nova proposta foi uma das formuladas pela equipe econômica para ser apresentada a Bolsonaro como uma das soluções para o impasse que envolve o novo programa social do governo. Segundo técnicos do Ministério da Economia, somente com essa medida, o benefício mensal médio do Bolsa Família poderia ser ampliado de R$ 190 para valores entre R$ 230 e R$ 240.

O governo, segundo apoiadores da base, estuda que o pagamento mensal chegue a R$ 300. A tentativa de chegar ao valor é o pedido de Bolsonaro, que quer manter o mesmo patamar pago no auxílio-emergencial –o benefício inicialmente era de R$ 600.

Segundo correligionários de Bittar, o senador tem um documento com 28 propostas em análise para financiar o Renda Cidadã. Nove partiram dele, e o restante, de Guedes.
O estudo aprofundado das medidas, porém, só vai ocorrer depois do primeiro turno das eleições, avaliam congressistas da base.

Por ora, dizem os parlamentares, todas as medidas estão na mesa, mas sem ter alguma favorita. “[É] uma chuva de ideias”, disse o líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO).

 

FOLHAPRESS

 

 

Caixa abre 11 agências para pagamento do saque emergencial do FGTS

A Caixa Econômica Federal abrirá 11 agências na Paraíba neste sábado (17), das 8h às 12h, para atendimento aos beneficiários do auxílio emergencial e do saque emergencial do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Veja lista de agências que estarão abertas.

Os beneficiários nascidos em julho e agosto poderão retirar em espécie os valores referentes ao Saque Emergencial do FGTS.

Todas as pessoas que procurarem atendimento durante o funcionamento das agências serão atendidas. Não é preciso chegar antes do horário de abertura.

Saque emergencial

Em todo o Brasil, 60 milhões de trabalhadores já têm acesso ao valor global de até R$ 37,8 bilhões do Saque Emergencial do FGTS. E, a partir deste sábado (17), os trabalhadores nascidos em julho e agosto que tiveram o crédito do Saque Emergencial do FGTS e que não movimentaram a conta Poupança Social Digital ou que tenham saldo remanescente já poderão sacar o benefício em dinheiro. Também será possível transferir os valores, via aplicativo CAIXA Tem, para outra conta, da CAIXA ou de outras instituições financeiras.

Saque Emergencial do FGTS
(Foto: Divulgação/Caixa Econômica Federal)

portalcorreio

 

CGU identifica fraudes no pagamento do auxílio e governo já tem economia de R$ 4,5 bi

O ministro Wagner Rosário, da Controladoria-Geral da União (CGU), afirmou nesta quarta-feira (16) que trabalho de identificação de fraudes no pagamento de auxílio emergencial já resultou numa economia de R$ 4,5 bilhões aos cofres do governo federal.

Segundo ele, a identificação de irregularidades no pagamento desses benefícios tem ocorrido por meio do cruzamento da grande base de dados disponíveis pelo governo federal.

“Esse trabalho já resultou numa economia ao Governo de cerca de 4.5 bilhões de reais, em um total de recursos empregados de R$ 240 bilhões. Então todas essas bases estão sendo cruzadas. No cruzamento de informações a gente identifica tanto irregularidades quanto fraudes”, afirmou o ministro Wagner Rosário, durante o programa Voz do Brasil.

Rosário destacou as principais fraudes identificadas pela CGU. “As fraudes mais comuns têm sido a utilização de CPFs de pessoas que já morreram ou então CPFs de pessoas que não fazem jus ao programa e tentam passar nesses crivos, né”, contou.

Ele esclareceu, no entanto, que há algumas irregularidades que não são classificadas como sendo fraudes. “Algumas irregularidades estão sendo identificadas, que não se caracterizou fraudes. São pessoas que não fazem jus ao programa, não tem idade ainda, ou não tem renda familiar que se adeque ao programa”.

O ministro explicou que é função da Controladoria-Geral da União (CGU) combater a corrupção e fraudes em contratos, além de dar transparência às ações e gastos do governo, inclusive durante a pandemia.

 

Voz do Brasil

 

 

Veja o calendário de pagamento do auxílio aos cadastrados no Bolsa Família

Pagamento é realizado de acordo com o final do Número de Identificação Social de cada beneficiário O pagamento das novas parcelas do auxílio emergencial, no valor de R$ 300, para beneficiários do Bolsa Família inicia na próxima quinta-feira (17).

Para mãe chefe de família o pagamento pode ter o valor dobrado e segue o calendário habitual do Bolsa Família, que é pago nos últimos dias úteis de cada mês.

O pagamento é realizado de acordo com o final do Número de Identificação Social de cada beneficiário.

Veja o calendário:

Data de pagamento Quem recebe
17 de setembro Beneficiários com NIS de final 1
18 de setembro Beneficiários com NIS de final 2
21 de setembro Beneficiários com NIS de final 3
22 de setembro Beneficiários com NIS de final 4
23 de setembro Beneficiários com NIS de final 5
24 de setembro Beneficiários com NIS de final 6
25 de setembro Beneficiários com NIS de final 7
28 de setembro Beneficiários com NIS de final 8
29 de setembro Beneficiários com NIS de final 9
30 de setembro Beneficiários com NIS de final 0

pbagora

 

Confira o calendário de pagamento do benefício do auxílio emergencial

Terá continuidade o pagamento do auxílio emergencial a partir desta sexta-feira (11), aos nascidos em maio, que não estão inscritos no Bolsa Família, e fazem parte do ciclo 2.

O depósito em poupança digital feito no Caixa Tem pode ser de qualquer uma das cinco parcelas, dependendo da data de aprovação do benefício.

Confira cada data de pagamento para os beneficiários que não são do Bolsa Família.

1ª parcela: quem se cadastrou com ajuda de funcionários dos Correios entre 8 de junho e 2 de julho
1ª parcela: quem foi aprovado depois de contestar o cadastro entre 3 de julho e 16 de agosto
2ª parcela: quem teve o cadastro aprovado em julho
2ª parcela: quem foi aprovado depois de contestar o cadastro entre 24 de abril e 19 de junho
3ª parcela: quem começou a receber o auxílio entre o final de junho e o começo de julho
4ª parcela: quem começou a receber o auxílio em maio
5ª parcela: quem começou a receber o auxílio em abril
Veja os calendários de pagamento do auxílio emergencial – Ciclo 2

Mês de aniversário

Depósito

Saques

Janeiro 28/ago 19/set
Fevereiro 02/set 22/set
Março 04/set 29/set
Abril 09/set 1º/out
Maio 11/set 03/out
Junho 16/set 06/out
Julho 18/set 08/out
Agosto 23/set 13/out
Setembro 25/set 15/out
Outubro 28/set 20/out
Novembro 28/set 22/out
Dezembro 30/set 27/out

Fonte: Diário Oficial da União / Caixa Econômica Federal

Saque do Ciclo 1 continua – Veja o calendário

Mês de aniversário

Depósito

Saque

Janeiro 22/jul 25/jul
Fevereiro 24/jul 1º/ago
Março 29/jul 1º/ago
Abril 31/jul 8/ago
Maio 5/ago 13/ago
Junho 7/ago 22/ago
Julho 12/ago 27/ago
Agosto 14/ago 1º/set
Setembro 17/ago 5/set
Outubro 19/ago 12/set
Novembro 21/ago 12/set
Dezembro 26/ago 17/set

Veja o calendário do Ciclo 3

Mês de aniversário

Depósito

Saques

Janeiro 9/out 29/out
Fevereiro 9/out 29/out
Março 16/out 3/nov
Abril 16/out 3/nov
Maio 23/out 10/nov
Junho 23/out 10/nov
Julho 30/out 12/nov
Agosto 30/out 12/nov
Setembro 6/nov 17/nov
Outubro 6/nov 17/nov
Novembro 13/nov 19/nov
Dezembro 13/nov 19/nov

Fonte: Diário Oficial da União / Caixa Econômica Federal

Veja o calendário do Ciclo 4

Mês de aniversário

Depósito

Saques

Janeiro 16/nov 26/nov
Fevereiro 16/nov 26/nov
Março 18/nov 1º/dez
Abril 18/nov 1º/dez
Maio 20/nov 3/dez
Junho 20/nov 3/dez
Julho 23/nov 8/dez
Agosto 23/nov 8/dez
Setembro 27/nov 10/dez
Outubro 27/nov 10/dez
Novembro 30/nov 15/dez
Dezembro 30/nov 15/dez

 

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