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Padrasto esfaqueia enteado após discussão em Campina Grande

sireneUm homem de 41 anos é suspeito de esfaquear o enteado, de apenas 14 , na madrugada desta terça-feira (21), no bairro do Araxá, em Campina Grande. De acordo com informações repassadas pelo Centro Integrado de Operações Policiais (Ciop), a vítima foi atingida três vezes, sendo duas no ombro e uma no pescoço.

Segundo o Ciop, o crime aconteceu depois que o adolescente viu o suspeito bater na mãe, durante a discussão do casal. Ele foi tirar satisfações e acabou sendo esfaqueado pelo padrasto. A vítima foi socorrida por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levada para o Hospital de Emergência e Trauma.

Segundo informações da unidade hospitalar, o estado de saúde do adolescente é regular e ele não corre risco de morte. O padrasto foi encaminhado para a Distrito Integrado de Segurança Pública (Disp), onde prestou depoimento e foi preso em seguida.

G1 PB

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Após cinco anos, Polícia conclui caso Rebeca e Justiça pede prisão de padrasto

rebecaA Polícia Civil da Paraíba concluiu parte do inquérito que investiga o assassinato da estudante Rebeca Cristina Alves Simões, morta em 11 de julho de 2011. A Justiça decretou a prisão preventiva na tarde dessa terça-feira (20) do principal suspeito do homicídio, Edvaldo Soares da Silva, padrasto da vítima.

De acordo com o delegado responsável pelo caso, Glauber Fontes, o inquérito realizado pela Polícia Civil aponta 22 indícios que dão subsídios necessários para a prisão preventiva e o entendimento de que o caso está em fase de conclusão, após cinco anos de investigação e mais de 100 pessoas ouvidas em depoimento. “Após o levantamento, o Ministério Público ofereceu a denúncia e o Juiz do 1º Tribunal do Júri a recebeu, logo, converteu a prisão temporária em preventiva, atendendo a uma representação da Polícia Civil. O que significa dizer que o Edvaldo Soares, agora é considerado réu e responde pelos crimes de estupro e homicídio qualificado”, disse o policial.

Ainda segundo Glauber Fontes, entre os indícios apontados pela Polícia Civil, destacam-se: o histórico do suspeito voltado para prática de crimes sexuais, pois, ao longo da investigação, vários casos foram identificados, tendo alguns se transformado em inquérito policial próprio e em sindicância instaurada.

“No dia do crime, Edvaldo Soares não estava escalado oficialmente para trabalhar no Presídio do Róger, como afirmava. Ele usou a unidade prisional apenas para apresentar um álibi que não se sustentou. Esteve ausente do presídio no dia do crime não em qualquer horário do dia, mas, exatamente no período em que a perícia concluiu que houve a morte da estudante Rebeca Cristina. Por diversas vezes, o suspeito tentou tumultuar as investigações, sempre trazendo informações falsas. Quanto à motivação do crime, trabalhamos em duas frentes: Edvaldo mantinha um relacionamento extraconjugal e a vítima teria descoberto isso e a segunda foi em razão de um distúrbio sexual apresentado pelo suspeito”, afirmou Glauber Fontes.

Durante as investigações, a Polícia Civil descobriu que o padrasto de Rebeca Cristina tinha se envolvido em um caso de tentativa de homicídio contra uma ex- mulher, com quem tem uma filha.  Além disso, em sua casa foram encontradas fotografias de crianças em poses sensuais. Compõem o inquérito também, provas técnicas esclarecendo que no momento do crime, Edvaldo Soares estava na área onde Rebeca foi assassinada. “Muitas provas nos dão referência para o pedido de prisão preventiva. Em depoimento, vários colegas afirmaram que Edvaldo disse que Rebeca estava desaparecida antes do meio dia, quando, na realidade, ele só foi comunicado oficialmente do desaparecimento da vítima após às 14h pela mãe da estudante que só sentiu falta da filha por volta desse horário. Temos informações robustas que dão clara certeza para a Polícia Civil  da participação efetiva do Edvaldo Soares no crime”, finalizou o delegado.

MaisPB

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Testemunha quebra o silêncio, inocenta padrasto de Rebeca e acusa tenente; delegado do caso contesta

rebecaUma testemunha que preferiu não se identificar procurou a reportagem da TV Arapuan, para acusar um tenente da Polícia Militar, de ser o autor do assassinato da adolescente Rebeca Cristina, morta em 11 de julho de 2011. Ele inocentou o padrasto da jovem, preso do dia 22 de julho deste ano e disse ter visto o tenente acompanhado de outra pessoa junto com a adolescente no dia que ela foi assassinada.

De acordo com a testemunha, a jovem estava no banco da frente de um carro prata e não esboçava reação, aparentando conhecer as pessoas que a acompanhavam. O local onde o veículo tentou entrar só permite a passagem de veículos de tração animal, ou bicicleta, por isso, o carro precisou voltar de ré. “Olhei e vi duas pessoas, lembrei que era um rapaz que já tinha visto e no outro dia vendo um programa policial vi que se tratava do sumiço de uma menina encontrada estuprada e morta. Liguei 190 e 197 e o policial chegou com foto de outra pessoa que não era a que eu tinha visto”, disse.

Ele explicou que foi ouvido duas vezes pela Polícia e pelo Ministério Público e reconheceu a pessoa. Apesar disso, o processo continuou e apontou o padrasto da jovem como o autor do crime.

A testemunha explicou que não tem medo de represália por vir a público e disse que faz, pois se morrer, “a imprensa sabe quem foi”, afirmando que seria o suposto assassino da jovem. “Quando chegar no momento oportuno eu vou dizer na cara dele que é um assassino porque eu vi ele com a menina. Ele acha que o crime foi perfeito, mas foi burrice que ele fez das grandes, tirar a vida de uma pessoa inocente”, afirmou.

O outro lado

O delegado do caso, Glauber Fontes, afirmou que tem conhecimento do teor da declaração desta testemunha, mas desqualificou as acusações afirmando que ele já foi ouvido diversas vezes e que voltou atrás em diversos pontos, chegando a dar versões distintas. “Checamos o policial (que a testemunha indicou) ele fez exame de DNA e o resultado foi negativo, em seguida ele apresentou uma nova versão, cada vez que a tem contato com a investigação cria uma história diferente o que nos leva a crer que o objetivo é aparecer e não contribuir com a investigação”, disse.

A prisão temporária do padrasto foi decretada e nestes 30 dias e a polícia continua trabalhando para preencher as lacunas que faltam. “É preciso tempo para que a polícia trabalhe e evitar que pessoas ajam com injustiça”, explicou.

O promotor do caso, Marcos Leite, também desqualificou as declarações da testemunha, afirmando que só por estar no local do crime não quer dizer que está isento de comprometimento.

A respeito do envolvimento do tenente da PM, o promotor explicou que essa testemunha surgiu logo após o crime, foi ouvida porque teria visto uma pessoa com a menina e reconhecido por uma foto numa reportagem, mas quando foi levado a Central de Polícia deu informações desencontradas.

Entenda o caso

Rebeca Cristina, de 15 anos, foi violentada e assassinada em 11 de julho de 2011, no trajeto entre a casa da família e o Colégio da Polícia Militar, em Mangabeira VIII, Zona Sul de João Pessoa. O corpo da estudante foi encontrado com diversos tiros em um matagal na Praia de Jacarapé, Litoral Sul da Paraíba, na tarde do mesmo dia do crime.

Marília Domingues / TV Arapuan

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Padrasto de Rebeca é preso temporariamente e promotor revela: ‘não cometeu os crimes sozinho’

caso-rebecaO promotor do 1º Tribunal do Juri de João Pessoa, Marcus Leite, informou que o padrasto da adolescente Rebeca, o cabo da Polícia Militar, Edvaldo Soares, teve a prisão temporária decretada. A prisão ocorreu na manhã desta sexta-feira (22), em João Pessoa. A adolescente foi assassinada há cinco anos na Capital.

O promotor Marcus Leite, que assumiu o caso desde o dia 1º de março deste ano, requereu a prisão temporária, em harmonia com o delegado Glauber Pontes. Ele havia determinado a realização de algumas diligências, das quais foram levantadas fundadas suspeitas sobre a participação do padastro no caso Rebeca.

“Identificamos que o padastro vinha obscurecendo as investigações, eis que, sendo um dos principais suspeitos já deveria ter fornecido outros elementos para a elucidação do crime, e até mesmo, apontar a participação de terceira pessoa. Acreditamos que ele não cometeu os crimes sozinho, se autor intelectual ou material, ele foi auxiliado. E isso é motivo, segundo a lei, para decretação de prisão temporária”, disse o promotor.

Ainda segundo o promotor, se chegou ao desfecho que o padrasto tem envolvimento direto no crime. “Há várias contradições, como álibis do padrasto que se não se confirmaram, aliado ao seu perfil voltado para crimes de natureza sexual, fundamentando ainda mais o decreto da prisão temporária, objetivando o aprimoramento das investigações”, disse o promotor.

O promotor informou ainda que, nesta quinta-feira (21), o juiz exercício do 1º Tribunal do Juri, Antônio Majora deferiu a propositura ministerial e representação policial, decretando a prisão temporária do padrasto por 30 dias. “E hoje foi cumprido o mandado de prisão do suspeito que, após 30 dias, de acordo com a lei, se não atingir a finalidade prevista, a medida cautelar constritiva pode ser prorrogada por igual período, sendo, ao final, avaliado todo o contexto probatório objetivando o oferecimento da denúncia”, finalizou.

O caso

Rebeca Cristina, de 15 anos, foi estuprada e assassinada em 11 de julho de 2011, no trajeto entre a casa da família e o Colégio da Polícia Militar, em Mangabeira VIII, Zona Sul de João Pessoa. O corpo da estudante foi encontrado com diversos tiros em um matagal na Praia de Jacarapé, Litoral Sul da Paraíba, na tarde do mesmo dia do crime.

Assessoria

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Adolescente mata padrasto a pauladas, foge em lancha e é detido na praia de Cabedelo

casos-de-policiaUm adolescente de 15 anos foi detido, na tarde deste domingo (25), após matar o padrasto a pauladas na cidade de Lucena (Litoral Norte do estado, a 40 km de João Pessoa).

Após o crime, o suspeito tentou fugir em uma lancha, mas acabou sendo apreendido ao chegar na praia de Cabedelo. O responsável pela embarcação, um homem de 27 anos, também foi preso, mas afirmou não conhecer o adolescente.

De acordo com o comandante do 7º Batalhão de Polícia Militar, tenente-coronel Júlio César, o adolescente confessou ter matado o padrasto.

“Ele disse que estava em casa com a família e o padrasto começou a discutir com a mãe dele. Como forma de defender a mãe, ele pegou um pedaço de madeira e aplicou os golpes na vítima”, contou. A vítima tinha 34 anos e trabalhava como pedreiro.

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O adolescente e o homem que conduzia a lancha foram levados para a 6ª Delegacia Distrital de Santa Rita.

 

 

portalcorreio

Criança esfaqueia padrasto após ver a mãe ser agredida durante briga, em João Pessoa

sireneUm menino de 12 anos esfaqueou o padrasto, de 28 anos, na noite dessa segunda-feira (12), no bairro Esplanada, Zona Sul de João Pessoa.

De acordo com o tenente Thiago, do 5º Batalhão de Polícia Militar, o homem agrediu a companheira durante uma discussão e o menor tentou defender a mãe. Ao se aproximar do padrasto, o garoto acabou sendo agredido pelo homem.

Depois disso, a criança decidiu reagir à violência, pegou uma faca e aplicou dois golpes contra o padrasto. Ainda segundo o PM, o relacionamento do casal era conturbado e o menor já teria presenciado outras brigas e agressões.

O menino e o padrasto foram socorridos por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levados para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena. Conforme boletim médico, o menor passou por procedimentos de emergência e recebeu alta por volta da meia-noite.

Já o padrasto dele precisou ser submetido à cirurgia e segue internado em quadro clínico regular, sob custódia da polícia. Após receber alta, ele deve ser preso por agredir a companheira e o enteado.

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portalcorreio

Em vídeo emocionante, padrasto faz pedido à futura enteada:”Quer ser minha filha para sempre?”

Depois de pedir a mão da mãe em casamento, William Ledbetter resolveu contar de forma carinhosa para Maddie, de 5 anos, a novidade, a menina não se conteve de tanta alegria pelo casamento da mãe, então William sacou uma nova caixinha de joias do bolso e partiu para a surpreendente proposta.

Ajoelhado e com anel na mão, William pergunta à pequena de cinco anos: “Quer ser minha filha para sempre, também?”. Maddie ficou super feliz com o pedido, veja:

Em entrevista ao Huffington Post, William afirmou que queria que Maddie fizesse parte dessa ocasião tão importante entre ele e a namorada, para que a menina não visse a aliança que ele deu para a mãe e se sentisse à parte. Por isso, teve o cuidado de tornar o noivado especial para ela, como uma recordação para a vida toda.

 

mundoconectado

Padrasto é preso depois de jogar menina de 3 anos repetidas vezes em piscina de hotel

Um homem foi preso após ser flagrado por câmeras de um hotel jogando a enteada, de 3 anos, repetidas vezes na piscina. O caso aconteceu na cidade de Morelia, no México, no início deste mês. A menina morreu vítima de um afogamento.

O homem está preso e é acusado de homicído
O homem está preso e é acusado de homicído Foto: Reprodução/ Youtube/ Quadratin Noticias TV
O padrasto e a menina na piscina do hotel
O padrasto e a menina na piscina do hotel Foto: Reprodução/ Youtube/ Quadratin Noticias TV

Segundo o “Daily Mirror”, a polícia disse que enquanto a mãe da menina estava dormindo, o padrasto levou a criança para a piscina comum. Ele ficou jogando a garota várias vezes na água e, mais tarde, ela parou de respirar.

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O homem foi acusado de homicídio e está na prisão, segundo o site de notícias local “Proceso”. O vídeo foi obtido pela agência de notícias “Quadratin Noticias TV” (confira aqui).

Extra

Polícia descarta que criança de 11 anos tenha matado padrasto e mãe passa a ser suspeita

Portal Correio
Portal Correio

A Polícia Civil descartou nesta segunda-feira (25) que um menino de 11 anos tenha matado o padrasto com uma facada no pescoço nesse domingo (24) no bairro do Roger, em João Pessoa. A principal suspeita agora passa a ser a mulher, que já está detida.

De acordo com informações do delegado Pedro Ivo, a partir de depoimentos de testemunhas e detalhes da perícia feita no local e no corpo do homem, é possível dizer que o menino não matou o padrasto, como havia sido denunciado pela própria mãe anteriormente. Ele disse que a mulher já está detida e que a criança ainda não foi localizada.

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Segundo a polícia, a vítima de 30 anos teria entrado em uma discussão com a companheira, partindo, inclusive, para agressões físicas. O filho dela, ao presenciar a cena, teria pego uma faca e desferido o golpe fatal, situação que já foi descartada pelo delegado Pedro Ivo.

Uma unidade do Samu ainda foi acionada, mas o homem não resistiu à gravidade do ferimento.

Outro homicídio

de Bayeux, um jovem de 21 anos foi executado com disparos de arma de fogo na cabeça. Versões da polícia e de testemunhas para o ocorrido, até o momento, divergem. De acordo com informações policiais, a vítima se encontrava em um bar. Ao sair, às 21h25, foi surpreendido por um homem ainda não identificado que trafegava em um veículo Astra de cor branca. O bandido efetuou disparos e fugiu.

Já os moradores do local, que chegaram a presenciar o assassinato, informaram que uma dupla em uma moto já estava esperando a vítima quando esta saiu do bar em que se encontrava. Em seguida procedeu com os tiros e fugiu.

A irmã do jovem morto informou que ele não teria envolvimento com drogas, era trabalhador e muito conhecido, mas andava com más companhias.

 

portalcorreio

Garoto de 11 anos mata padrasto com golpe de faca em João Pessoa

homicidioUma criança de 11 anos de idade matou o padrasto na noite deste domingo (24), no bairro do Roger, em João Pessoa. Ronaldo do Carmo de Sousa, 30 anos, foi atingido com um golpe de faca no pescoço.

De acordo com a Polícia Militar, a vítima chegava de uma tarde de lazer e começou uma discussão com a mãe do garoto.

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Após presenciar a mãe sendo agredida, o menino pegou uma faca e saiu em defesa da sua genitora, atingindo o padrasto no pescoço.

Uma unidade do Serviço de Atendimento Móvel, SAMU, foi acionada mas quando chegou ao local já encontrou Ronaldo sem vida. O corpo foi levado para a Gerência Executiva de Odontologia Legal (Gemol), em João Pessoa.

Roberto Targino – MaisPB