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Médico é afastado do Hospital Regional de Cajazeiras após suposto relacionamento com paciente

O médico acusado de se relacionar com uma paciente do Hospital Regional de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, foi afastado das funções e foi aberta sindicância para apurar o caso, segundo informou ao ClickPB a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde. O HRC divulgou nota nesta quarta-feira (22) comentando sobre o caso que teria acontecido dentro da unidade.

De acordo com a nota divulgada pela direção do Hospital Regional de Cajazeiras, a paciente teve retorno à instituição após complicações do pós-operatório.

Veja a nota na íntegra

Diante da repercussão nas redes sociais sobre o suposto envolvimento de um profissional médico funcionário do Hospital Regional de Cajazeiras e uma paciente, a Direção Geral da Unidade Hospitalar vem por meio desta explicar que:

01 – Para a apuração legal da situação, a unidade hospitalar por meio de sua Direção Geral, informa que será aberta uma sindicância para apurar os supostos fatos noticiados nas mídias sociais e de comunicação, a partir desta sindicância todas as medidas cabíveis pertinentes ao caso serão tomadas;

02 – A segunda pessoa envolvida no suposto fato, citada em matérias e programas de rádio, segundo informações, é uma profissional da área de nutrição, mas, se faz necessário esclarecer que a mesma não faz parte do quadro funcional deste hospital. Trata-se de uma paciente em retorno, onde a mesma em poucos dias havia passado por procedimento cirúrgico nesta unidade, e notou a necessidade da procura pelos serviços médicos, ao notar complicações no pós-operatório;

03 – Reiteramos que o Hospital Regional de Cajazeiras, segue de forma incansável no que diz respeito a prestação do cuidado e, também, sempre primando pelos princípios da administração pública, e desenvolvendo seu trabalho com transparência pautada na ética e na verdade, levando em consideração que, nesta unidade, temos mães e pais de família que se dedicam 24 horas por dia, cuidando e tratando de outras famílias que nos procuram.

A Direção Geral do Hospital Regional de Cajazeiras, segue na busca de melhorias para gerar um atendimento de qualidade e humanizado para a população sertaneja. No mais, nos colocamos a disposição para outros esclarecimentos.

Cajazeiras, 22 de janeiro de 2020

 

clickpb

 

 

Paciente do quarto caso de malária na Paraíba recebe alta médica do Hospital Universitário

O paciente do quarto caso de malária confirmado na Paraíba, em 2019, recebeu alta médica no fim da tarde desta quarta-feira (8), de acordo com a assessoria de comunicação do Hospital Universitário (HU) de João Pessoa. O paciente foi diagnosticado no dia 2 de maio, no município do Conde, na Região Metropolitana de João Pessoa.

A malária foi identificada em um idoso, de 64 anos, que mora no bairro Village Jacumã, no Conde. Após o diagnóstico, o tratamento foi iniciado no município, mas devido a outras doenças, ele foi transferido para o Hospital Universitário Lauro Wanderley, da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa.

De acordo com a assessoria do hospital, nenhum outro caso de malária está sendo tratado na unidade de saúde.

A Secretaria do Estado e a Secretaria Municipal do Conde informaram que investigam possíveis casos. Uma comissão especial foi formada com trabalhadores da Atenção Básica e Vigilância Epidemiológica da cidade para elaborar um relatório sobre o assunto, no prazo de 60 dias desde a data da descoberta da primeira paciente.

Outros três casos confirmados

O primeiro caso da doença no estado, este ano, foi constatado em uma mulher, de 35 anos, moradora do município do Conde, na Região Metropolitana da capital paraibana. Ela foi internada no mesmo hospital no dia 29 de março e, após passar por tratamento, recebeu alta no dia 9 de abril.

Já o segundo caso foi diagnosticado em um homem, de 53 anos, que deu entrada inicialmente no Hospital de Ortotrauma de Mangabeira e, depois, foi transferido para o HU no dia 5 de abril, quando exames confirmaram a suspeita. Ele mora no município de Tavares, mas trabalha no Conde, segundo a Secretaria de Estado da Saúde e a Secretaria de Saúde do Conte. Ele recebeu alta médica no dia 12 de abril.

O terceiro caso foi identificado em uma mulher, de 40 anos,moradora do bairro de Jacumã, no Conde. Ela deu entrada no HU no dia 11 de abril, quando a confirmação de malária foi feita por meio de um teste rápido, e recebeu alta no dia 22 do mesmo mês.

Malária

As secretarias chamam a atenção para os seguintes casos suspeitos:

  • toda pessoa residente ou que tenha se deslocado para área endêmica para malária, no período de 8 a 30 dias anterior à data dos primeiros sintomas, e que apresente febre alta e intermitente (periódica entre 42 a 72 horas) acompanhada ou não de cefaleia, calafrios, sudorese, cansaço ou mialgia;
  • diante da suspeita, avaliar a clínica e solicitar teste rápido para malária e/ou gota espessa (lâmina);
  • importante também investigar outras arboviroses como dengue, zika e chikungunya;

A malária não é uma doença comum no estado, mas é transmitida pela fêmea do mosquito Anopheles, que pode ser encontrado na Paraíba nas espécies An.aquasalis; An. albitarsis; An.bellator e An. Argyritarsis.

É necessário que o mosquito esteja infectado pelo protozoário Plasmodium nas espécies P. vivax, P. falciparum e P. malariae, que age na corrente sanguínea para causar a doença.

Além da transmissão por mosquito, a doença pode ser difundida por contato de uma corrente sanguínea com o sangue contaminado.

G1

 

Câmara aprovou a implantação do prontuário eletrônico do paciente em Bananeiras

Na última terça-feira (16), na Sessão Ordinária da Casa Odon Bezerra, os vereadores aprovaram o Projeto de Lei Nº 06/2019 de autoria do vereador Douglas Andrade da Costa (PSB). O citado projeto trata de implantar o prontuário eletrônico do paciente na rede pública de saúde no município de Bananeiras.

A ferramenta servirá como auxílio ao trabalho realizado pelos profissionais em todas as unidades de saúde, registrando os atendimentos realizados e permitindo ainda uma maneira eficiente de quantificar e qualificar os atendimentos realizados a população.

“O prontuário eletrônico permitirá manter um histórico dos atendimentos e tratamentos realizados, facilitando o acesso as informações dos usuários do sistema de saúde do município, otimizando recursos e consequentemente gerando um atendimento melhor”, disse Douglas Andrade.

A matéria agora segue para sanção e caberá ao Poder Executivo Municipal a adequação das Unidades Básicas de Saúde do município  para implantação do sistema.

Ascom-CMB

 

Paciente é atingida por bala perdida dentro de hospital em Niterói

Uma mulher foi atingida por uma bala perdida dentro de um dos maiores hospitais de Niterói, na Região Metropolitana do Rio, na madrugada deste sábado (11). De acordo com informações da Polícia Civil, a mulher de 61 anos, que estava internada no terceiro andar do Hospital Santa Martha, no bairro Santa Rosa, foi atingida no rosto.

A paciente estava internada da unidade particular há 18 dias para ser submetida a uma cirurgia de vesícula. De acordo com o filho da vítima, a mãe estava internada para fazer diversos exames pré-operatórios.

“Ontem teve muito tiro, barulho de baile, fogos, tudo misturado. De repente, um estouro bem forte, cada vez mais perto e eu fui para o corredor do hospital. A nossa janela do quarto é virada para o morro. Quando eu chego no corredor do hospital, tinha uma moça sentada no chão chorando. Eu perguntei para ela o que aconteceu, abaixei, abracei ela e ela só falava: ‘minha mãe, minha mãe, minha mãe!’. Chamei a enfermeira para ver o que tinha acontecido e a mãe dela estava com um tiro no olho”, disse uma paciente que estava no quarto ao lado da mulher que foi baleada.

A Polícia Militar informou que homens do 12º BPM (Niterói) realizaram uma operação na comunidade Souza Soares, que fica próxima do hospital, na madrugada.

Segundo parentes, a paciente baleada passou por uma cirurgia, está em estado grave, mas estável. Porém, corre o risco de perder a visão de pelo menos um dos olhos. A bala entrou por baixo do olho direito, ficou alojada na parte de trás da cabeça e ainda não foi retirada, pois os médicos estão fazendo exames específicos, já que há muitos coágulos na região.

Segundo o filho da vítima, apesar de estar lúcida, a mãe ainda não tem noção do que aconteceu. “Minha irmã, que estava com ela no quarto, ao ouvir o tiroteio levantou e foi para a janela. Aí, minha mãe pediu pra que ela saísse da janela e se abaixasse. Quando minha irmã se virou, minha mãe estava ferida. Ela foi socorrida prontamente e agora estamos aguardando para ver o que vai acontecer”, disse o filho que ao chegar ao hospital às 6h, encontrou policiais periciando o quarto.

A mãe é auxiliar de serviços gerais numa queijaria em Maricá, onde mora. O filho, que mora no Fonseca, em Niterói, disse que está recebendo todo o apoio dos médicos e que não vai entrar com processo contra o hospital.

“Se fizer alguma coisa vai ser contra o estado. A gente não tem segurança mais em lugar nenhum. Como vou votar em alguém se não tenho certeza de que vou acabar vivo? O estado tinha de garantir a nossa segurança. É revoltante”, disse o filho que não pretende transferir a mãe de hospital.

O caso foi registrado na 77ª DP (Icaraí), que vai apurar de onde partiu o tiro que atingiu a paciente dentro do hospital.

Paciente estava em uma cama do hospital (Foto: Arquivo pessoal)

Paciente estava em uma cama do hospital (Foto: Arquivo pessoal)

O empresário Lucas Almeida, de 21 anos, contou que estava num quarto no segundo andar com a mulher e a filha, que acabou de nascer, quando escutou o tiroteio.

“Primeiro foram os fogos. Muitos fogos por volta de 1h da madrugada. Depois começaram os tiros, muito tiro até uma 3 horas mais ou menos. Foi uma correria para socorrer a mulher baleada. Muita gente saiu dos quartos e ficou abaixada nos corredores. Fiquei no quarto com minha mulher e minha filha, mas foi assustador”, contou o empresário.

Morro Souza Soares fica em frente ao hospital (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)

Morro Souza Soares fica em frente ao hospital (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)

Marcas na esquadria da janela do terceiro andar por onde a bala entrou no hospital Santa Martha em Niterói. (Foto: Arquivo pessoal)

Marcas na esquadria da janela do terceiro andar por onde a bala entrou no hospital Santa Martha em Niterói. (Foto: Arquivo pessoal)

Fachada do hospital em que paciente internada foi atingida por um tiro (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)

Fachada do hospital em que paciente internada foi atingida por um tiro (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)

G1

 

Paciente com Alzheimer volta a tocar violão após cirurgia que freia o mal

medicoImagine o que significa para a família de um paciente com Alzheimer vê-lo voltar a caminhar, lembrar das pessoas e até tocar violão? Pois, foi isso que aconteceu com o paciente de 78 anos, que foi submetido a uma estimulação cerebral profunda em dezembro de 2015, no Hospital Napoleão Laureano, em João Pessoa. A cirurgia ainda está em fase experimental no Brasil. O idoso, inclusive, voltou a praticar atividades físicas e, conforme a família, tem tido resultados animadores.

“Ele está bem. Não decaiu nada e isso é uma evidência muito positiva. Em algumas coisas melhorou, como na denominação dos objetos, no raciocínio lógico. A memória recente ainda é precária, mas vem tendo melhoras também. Às vezes, ele faz uma pergunta e logo depois repete. Um jogo de futebol, ele discute logo após, com consistência, o que é bom porque se trata da memória recente. Isso é muito positivo. O momento político que estamos vivendo, ele também discute e dá uma opinião”, comemorou.

O idoso está fazendo acompanhamento neuropsicológico, atividade física, hidroginástica, caminhada e voltou até a tocar violão, coisa que não fazia desde final de 2014. “A gente sempre estimulou e, em março desse ano, ele começou a tocar. Foi muito emocionante, gravamos tudo”, contou a esposa, que prefere manter a identidade preservada.

Segundo ela, a família está muito animada com a evolução. O idoso é avaliado mensalmente pelo neurocirurgião Rodrigo Marmo, que realizou a cirurgia. Ainda este mês, o paciente passará por um pet-scan, tipo de tomografia, para ver se houve mudança. “Independente disso, considero o resultado muito positivo. Há poucos dias, conversava com meu filho, imaginando como ele estaria se não tivesse feito. Hoje só temos a agradecer, e o médico disse que o resultado está dentro do esperado”, comemorou a esposa.

Além dessas evoluções, ela relatou que o marido se alimenta e se veste sozinho; lê jornal, resolve palavras cruzadas. “Ele está muito bem. Claro que tem as dificuldades. Tudo dele é mais lento. Se for sair, tem que avisar com antecedência, porque o banho é demorado e demora também para se vestir. Dia 11, completou um ano da cirurgia e fizemos até uma comemoração. A essa altura ninguém sabe como ele estaria se não tivesse feito. Espero muito que essa restrição à realização da cirurgia não demore muito para que outras pessoas que precisam também possam ser beneficiadas”, completou.

UFPB oferece gratuitamente tratamento pioneiro no Brasil

Para tentar melhorar ainda mais o quadro do paciente, a família fez o cadastro dele para participar de um estudo que está sendo realizado na UFPB, baseado em um tratamento não invasivo para estimular o córtex cerebral por meio de um neuroestimulador, associado à intervenção cognitiva, sem cirurgia. Porém, não foi possível.

Um dos requisitos para fazer parte do estudo é não ter sido submetido a nenhum tratamento cirúrgico. A universidade é a única no País a aplicar o protocolo em pacientes com Alzheimer e o serviço é gratuito. O estudo é desenvolvido pela pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Neurociências Cognitiva e Comportamento (PPGNeC), da instituição.

Clínica de Psicologia UFPB

3216-7338

99620-2608

99808-1551

Caso do médico foi julgado, mas CRM não informou penalidade

Por não ser ainda autorizada no Brasil, a cirurgia inédita no estado, acabou trazendo algumas consequências para o neurocirurgião. O Conselho Regional de Medicina (CRM) proibiu a realização de outras intervenções e abriu sindicância para apurar o caso. Inicialmente, o julgamento do médico estava marcado para abril, foi adiado para maio e ocorreu há cerca de 30 dias, conforme o CRM.

O corregedor do CRM, Wilberto Trigueiro, informou que o médico teve mantido o direito de exercer a Medicina. A decisão final ficou a cargo de um grupo de conselheiros e as penalidades vão de censura pública à cassação. Porém, ele não informou qual a penalidade aplicada ao médico.

correiodaparaiba

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Ambulância tomba com paciente dentro no Sertão da Paraíba

Foto: Reprodução/Tv Paraíba
Foto: Reprodução/Tv Paraíba

Uma ambulância do Samu se envolveu em um acidente e tombou, na noite desse domingo (20), no trecho da PB-400, entre as cidades de Monte Horebe e Bonito de Santa Fé, no Sertão paraibano.

Informações dão conta que o veículo estava prestando atendimento a uma mulher para o Hospital Regional de Cajazeiras, quando a equipe de socorristas precisou parar o carro por conta do agravamento do quadro de saúde da vítima. A mulher, cuja identidade não foi revelada, passava por uma crise convulsiva.

Nesse momento, a equipe estacionou a ambulância no acostamento. O veículo tombou e desceu um barranco.

O motorista disse ter acionado o freio de mão para poder ajudar a equipe de socorrista. Ele contou que por conta da movimentação  no interior da ambulância ela acabou tombando.

Por conta do acidente, a paciente teve que ser levada pelo Corpo de Bombeiros para o  hospital. Os integrantes da equipe não sofreram ferimentos graves.

Uma perícia foi realizada no local e deve elucidar o caso.

MaisPB

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Bélgica aplica pela 1ª vez eutanásia em um paciente menor de idade

eutanasiaA Bélgica, único país do mundo onde se pode aplicar a eutanásia sem limite mínimo de idade, foi praticado pela primeira vez a morte assistida a um menor, informou neste sábado (17) o jornal “Het Nieuwsblad”.

O médico que aplicou a eutanásia entregou nesta semana um relatório para a Comissão Federal de Controle e Avaliação da Eutanásia, confirmou o jornal, que não divulgou a identidade, idade e nem a doença do paciente.

Em 2014, a Bélgica ampliou a lei sobre a eutanásia que estava vigente desde 2002 e se tornou o segundo país, depois da Holanda, em descriminalizar essa controvertida prática médica em menores, e o primeiro a fazê-lo sem limite de idade.

A legislação holandesa estabelece que a pessoa tenha completado pelo menos 12 anos, enquanto na Bélgica não existe uma idade mínima, mas aponta que o menor necessita possuir uma noção de “capacidade de discernimento”.

Os pacientes adultos que solicitem a eutanásia devem ter um parecer favorável de um médico que certifique a gravidade de seu estado.

A legislação também prevê que um segundo médico deve ser consultado antes de qualquer prática de eutanásia, e inclusive exige uma terceira opinião para os pacientes que não tenha uma doença terminal.

A aplicação da lei da eutanásia em menores foi muito criticada durante o processo parlamentar na Bélgica em 2014, especialmente pela Igreja Católica.

G1

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Morre em Guarabira paciente com suspeitas da gripe H1N1

hospitalO homem natural da cidade de Alagoinha, na microrregião de Guarabira/PB, que estava internado na UTI do Hospital Regional de Guarabira, com suspeitas da gripe H1N1, faleceu por volta das 03:00h da madruga deste sábado (16). A informação foi repassada pelo secretário de saúde do município de Guarabira, Dr. Wellington Oliveira.

O paciente, que tinha entre 40 e 50 anos de idade, vinha sendo medicado com o remédio retroviral chamado Tamiflur, mas estava em estado grave e o seu quadro clínico não apresentava melhora.

Segundo o Dr. Wellington, a Secretaria de Saúde do Município de Alagoinha foi informada para fazer a prevenção com os membros da família do paciente e o resultado dos exames do mesmo ainda não saíram.

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portalmidia

Financial Times aponta o Brasil como paciente em estado terminal

financialtimes1Para o jornal britânico Financial Times, a economia do Brasil virou uma “bagunça”, o sistema político brasileiro apodreceu e a eventual saída da presidente Dilma “só resultaria num político medíocre substituído por outro”. As críticas foram feitas em editorial publicado pelo jornal nesse domingo (13) intitulado “A terrível queda do Brasil do êxtase econômico”. “Se o Brasil fosse um paciente, os médicos o diagnosticariam como em estado terminal. Os rins não funcionam mais, e o coração vai parar em breve”, afirma o texto, atribuindo a comparação a um senador petista que pediu para não ser identificado.

De acordo com o editorial, o Brasil enfrenta o “começo de um estresse econômico extremo”, marcado pelo encolhimento da economia em 3% este ano e 2% em 2016. A publicação destaca que as finanças públicas “estão em desordem”, que o endividamento público voltou a crescer e que o país teve sua nota de crédito rebaixada pela agência Standard & Poor’s na semana passada.

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Segundo o jornal, o rebaixamento não foi provocado exatamente pela crise na economia brasileira, mas pelo agravamento da crise política. “Dilma Rousseff, a presidente, não é amada por seu próprio partido, e sofre forte rejeição: ela é o presidente mais impopular da história do Brasil. Por isso, é quase impossível para ela responder adequadamente aos problemas econômicos. Especialmente com o Congresso mais preocupado em salvar a própria pele de uma investigação de corrupção que desviou US$ 2 bilhões da estatal de petróleo, a Petrobras.”

A eventual saída de Dilma, no entanto, não resolveria a crise, avalia o Financial Times, ao apontar a mediocridade como característica que une a presidente e sua linha sucessória, composta pelo vice-presidente Michel Temer e pelos presidentes da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

De acordo com o jornal britânico, a solução passa por uma ampla renovação política no país, o que dificilmente ocorrerá antes de 2018, ano das próximas eleições gerais. Para o Financial Times, a situação do país ainda pode piorar. “Se outra agência de rating seguir a decisão da S&P, muitos investidores estrangeiros terão de vender suas aplicações no Brasil, tornando as coisas piores”.

Apesar das críticas, o jornal se posiciona contra um eventual afastamento de Dilma da Presidência. “A impopularidade de Rousseff é razão insuficiente para tirá-la do cargo: se fosse suficiente, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que estabeleceu as bases da estabilidade econômica desperdiçada agora pelo Brasil, não teria durado em seu segundo mandato”, ressalta.

O editorial também defende a permanência do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, elogiado por tentar cortar o inchaço no setor público brasileiro. O problema, observa o jornal, é que Levy “tem sido minado por outros que acreditam erroneamente que o Brasil pode voltar a gastar para escapar de seus problemas”. Para a publicação britânica, a saída de Levy, cogitada nas últimas semanas nos bastidores, terá efeito nocivo para o Brasil. “Os investidores adotarão uma visão sombria da capacidade do governo de endireitar as contas públicas.”

Congresso em Foco

Paciente canta e toca violão durante cirurgia no cérebro

Anthony Kulkamp Dias cantou e tocou "Yesterday", de Beatles e "Bem Maior", da banda Roupa Nova
Anthony Kulkamp Dias cantou e tocou “Yesterday”, de Beatles e “Bem Maior”, da banda Roupa Nova

Enquanto passava por uma cirurgia no cérebro, Anthony Kulkamp Dias, 33 anos, cantou e tocou violão. O procedimento foi na última quinta-feira, 28, em um hospital de Tubarão, no Sul de Santa Catarina. A previsão é de que ele receba alta nesta quarta, 3.

Entre as canções cantadas por Anthony, “Yesterday”, de Beatles, “Bem Maior”, da banda Roupa Nova, e “Telefone Mudo”, do Trio Parada Dura.

A permissão para que o paciente cantasse e tocasse foi dada pelos médicos, que queriam avaliar se o lado bom do cérebro não seria afetado durante o procedimento. Anthony fez a cirurgia para a retirada de um tumor no cérebro.

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Em entrevista ao G1, o anestesista Jean Abreu Machado disse que, como o tumor estava próximo a áreas que afetavam a fala e o movimento do paciente, é recomendado que ele fique acordado para, caso ocorra algum tipo de lesão, a situação seja logo percebida pela equipe médica.

“As áreas com funções especiais podem ser monitoradas em tempo real. Assim, são menores as chances de lesão e é possível uma otimização do tratamento”, explica Jean, dizendo que, para evitar dores, foram aplicadas medicações na veia combinadas a anestésicos locais.

Seis profissionais, entre neurocirurgiões, anestesista, instrumentadora cirúrgica e fonoaudióloga, participaram da operação. A cirurgia durou cerca de 9 horas.

 

 

Atarde.com