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Após confusão no Pacaembu, Santos empata com o Independiente

Em partida de pouca criatividade e muita “pilha”, o Santos empatou em 0 a 0 com o Independiente (ARG) na noite desta terça-feira (28), no Pacaembu. Com o resultado, o time alvinegro está por ora eliminado por conta da punição da Conmebol. A partida terminou antes do fim, aos 35 minutos do segundo tempo, por conta de arremessos de bomba e tentativas de invasão ao gramado.

A confederação declarou o Santos como derrotado por 3 a 0 na ida, em Avellaneda, pela suposta escalação irregular de Carlos Sánchez. Em campo, as equipes empataram em 0 a 0 lá.

O clube alvinegro promete ir até as “últimas consequências” pela reversão do resultado. Se obter sucesso, o 0 a 0 da ida seria mantido e, com o mesmo placar na volta, a Conmebol precisaria encontrar solução, como uma disputa de pênaltis ou nova partida entre os clubes.

Se não obter sucesso, o Santos será eliminado nas oitavas de final da Libertadores. O Independiente espera para enfrentar Racing ou River Plate nas quartas.

Gabriel lamenta chance perdida pelo Santos
Gabriel lamenta chance perdida pelo Santos

Foto: Léo Pinheiro / Framephoto / Estadão Conteúdo

O jogo

Motivado pela decisão da Conmebol, o Santos transformou a raça em pilhação e errou muitos passes, exagerou nas faltas e pouco criou.

A maioria das jogadas foram tentadas pelo alto – e em vão. O melhor lance veio numa arrancada de Rodrygo, com passe perfeito para Gabigol. O camisa 10, sozinho, parou no goleiro Campana, aos sete minutos.

O Independiente, copeiro, picou o jogo, valorizou cada saída de bola e deixou o tempo passar.

O time paulista só voltou a finalizar aos 30 minutos, quando Derlis González atravessou o jogo e Bruno Henrique chutou colocado, mas fraco, para o goleiro encaixar.

Sanchez foi titular no time do Santos
Sanchez foi titular no time do Santos

Foto: Bruno Ulivieri / Dia Esportivo / Estadão Conteúdo

Aos 38, Sánchez enfiou boa bola para Gabigol na ponta direita. O atacante chutou cruzado e Campana desviou para escanteio.

E aos 43, quase veio o castigo. Sánchez cobrou um de vários escanteios ruins e, após contra-ataque perfeito, o goleiro Vanderlei cometeu pênalti com a defesa exposta e três dos visitantes contra um. O camisa 1 deu esperança à equipe e defendeu a cobrança de Meza.

A nova tentativa do técnico Cuca num 4-4-2 com quatro atacantes não funcionou, mesmo com o diferencial de Rodrygo pela esquerda e Bruno Henrique por dentro. Faltou criatividade na etapa inicial.

Derlis González é marcado por Alan Franco e Meza
Derlis González é marcado por Alan Franco e Meza

Foto: Léo Pinheiro / Framephoto / Estadão Conteúdo

O zero permanece

O Santos voltou para o segundo tempo com esquema tático diferente (e corrigido). Bryan Ruiz entrou na vaga de Bruno Henrique.

Sem quatro atacantes, o time alvinegro passou a criar mais. Aos seis minutos, Victor Ferraz cruzou e Gabigol, na pequena área, desviou para fora. E aos 10, Sánchez cruzou, Bryan Ruiz e Gustavo Henrique desviaram e a bola foi para fora.

A resposta do Independiente veio quando o placar marcava 17 minutos. Francisco Silva chutou de fora da área e Vanderlei se esticou inteiro para defender com a ponta dos dedos.

O Independiente passou a dominar o jogo e ficar mais perto do gol. O Santos piorou com o passar do tempo e viu uma bola no travessão de Vanderlei, em chute de Hernández aos 28.

Aos 35, após uma bomba no gramado, o jogo foi paralisado. Outras foram arremessadas e, com tentativas de invasão e policiamento em campo, a arbitragem encerrou a eliminatória.

Torcida do Santos contra o Independiente na noite dessa terça (28), no estádio Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu), Zona Oeste de São Paulo, SP.
Torcida do Santos contra o Independiente na noite dessa terça (28), no estádio Paulo Machado de Carvalho (Pacaembu), Zona Oeste de São Paulo, SP.

Foto: Léo Pinheiro / Framephoto / Estadão Conteúdo

FICHA TÉCNICA

SANTOS 0 X 0 INDEPENDIENTE

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)

Data: 28 de agosto de 2018, terça-feira

Horário: 19h30 (de Brasília)

Árbitro: Julio Bascúnan (CHI)

Assistentes: Carlos Astroza (CHI) e Claudio Rios (CHI)

Cartões amarelos: Gustavo Henrique, Alison e Derlis González (Santos); Brítez e Bustos (Independiente)

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Lucas Veríssimo (Robson Bambu) e Diego Pituca; Alison (Jean Mota), Carlos Sánchez e Derlis González; Rodrygo, Gabigol e Bruno Henrique (Bryan Ruiz)

Técnico: Cuca

INDEPENDIENTE: Campaña; Figal, Brítez, Franco e Gastón Silva; Francisco Silva, Bustos (Domingo) e Pablo Hernández; Silvio Romero (Braian Romero), Meza e Gigliotti

Técnico: Ariel Holan

 

 

Gazeta Esportiva

Santos sofre, mas bate Santa Cruz com golaço no fim em jogo de dois apagões no Pacaembu

© GazetaPress
© GazetaPress

A partida entre Santos e Santa Cruz não mostrou a facilidade imaginada se fosse levado em conta apenas a tabela de classificação do Campeonato Brasileiro. Com muito sofrimento, o time paulista derrotou o pernambucano por 3 a 2, com gols marcados por Copete, Jean Mota e Vitor Bueno. Keno balançou as redes duas vezes pelos visitantes.

O duelo foi realizado no Pacaembu, estádio escolhido pelo alvinegro praiano e que já havia recebido Flamengo 2 x 0 Figueirense nesta rodada. A chuva que atingiu São Paulo no começo da noite, contudo, fez com que a iluminação sofresse dois problemas e atrasou o fim da partida em quase 30 minutos.

Com a vitória, o Santos segue próximo dos líderes do Brasileiro. O time de Dorival Júnior, quarto colocado, tem 45 pontos, estando a seis do líder Palmeiras. Já o Santa Cruz está no penúltimo lugar, com 23 pontos, a seis do primeiro time que está fora da zona de rebaixamento, que é o Vitória.

Domínio santista no 1 º tempo

Nem bem o jogo começou, o Santos já pulou na frente do placar. Vitor Bueno cruzou da direita, Ricardo Oliveira cabeceou, a bola bateu na zaga e sobrou para Copete, que, de voleio, mandou para o fundo do gol.

O time mandante manteve o domínio a partir daí, mas a próxima chance clara ocorreu somente aos 31 minutos. Lucas Lima acionou Zeca, que deixou Ricardo Oliveira na cara do gol. Tiago Cardoso saiu bem e conseguiu fazer a defesa.

Aos 40, o Santa Cruz assustou pela primeira vez. João Paulo cobrou falta e Danny Morais cabeceou por cima do gol.

Reviravoltas (nos refletores e no jogo)

A segunda etapa começou com atraso de alguns minutos, já que, quando o Santa Cruz retornou a campo, as luzes se apagaram. Na volta da iluminação, o time pernambucano mostrou que voltou de forma diferente para o confronto. Aos 10 minutos, Léo Moura cruzou da direita e Victor Ferraz rebateu no pé de Keno, que cortou e bateu de esquerda para empatar o duelo.

As luzes se apagaram novamente e o jogo ficou paralisado 15 minutos. Na volta, o Santos se mostrou mais ofensivo, com Jean Mota no lugar de Thiago Maia. A alteração mostrou resultado aos 26 minutos, quando Ricardo Oliveira ajeitou e Jean Mota bateu para o fundo do gol.

Grafite, jogador mais experiente do Santa Cruz, entrou em campo no lugar de Bruno Morares e quase deixou tudo igual aos 36 minutos, quando ganhou de cabeça de Gustavo Henrique e parou em Vanderlei. Aos 39, Tiago Cardoso fez linda defesa em cabeçada de Copete. No contra-ataque seguinte, Grafite tocou e Keno bateu na saída de Vanderlei, deixando tudo igual novamente.

Se enganou, porém, quem pensa que acabou por aí. O Santos deu a saída de bola, Vitor Bueno recebeu pela direita, cortou para a canhota e mandou uma bomba no ângulo. Golaço, que decretou a sofrida vitória do alvinegro.

Próxima rodada

O Santos volta a campo no próximo sábado, às 18h30, quando enfrenta o Sport fora de casa. Já o Santa Cruz enfrenta o Figueirense em Santa Catarina, no domingo, às 11h.

FICHA TÉCNICA

SANTOS 3 X 2 SANTA CRUZ

Local: Estádio do Pacaembu, em São Paulo (SP)

Data: 18 de setembro de 2016, domingo

Horário: 18h30 (de Brasília)

Árbitro: Francisco Carlos do Nascimento (AL)

Assistentes: Pedro Jorge Santos de Araújo (AL) e Rondinelle dos Santos Tavares (AL)

Público: 24.586 pagantes

Renda: R$ 884.000,00

Cartões amarelos: Luiz Felipe (SAN); Wellington Cezar (STA)

Gols:

SANTOS: Copete, aos 4 minutos do 1º tempo, Jean Mota, aos 26 minutos do 2º tempo, e Vitor Bueno, aos 41 minutos do 2º tempo

SANTA CRUZ: Keno, aos 10 e aos 39 minutos minutos do 2º tempo

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Gustavo Henrique, Luiz Felipe e Zeca; Renato, Thiago Maia (Jean Mota), Lucas Lima (Yuri) e Vitor Bueno; Copete e Ricardo Oliveira (Rodrigão)

Técnico: Dorival Júnior

SANTA CRUZ: Tiago Cardoso; Léo Moura, Néris, Danny Morais e Allan Vieira (Luan Peres); Derley, Jadson (Wellington Cezar) e João Paulo; Pisano, Keno e Grafite Bruno Moraes (Grafite)

Técnico: Doriva

ESPN

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Flamengo vence o Figueirense no Pacaembu e segue na cola do Palmeiras

O Flamengo jogou pressionado contra o Figueirense, neste domingo, após o líder Palmeiras ter vencido clássico paulista um dia antes. Empurrado por mais de 28 mil torcedores no Pacaembu, o time rubro-negro apresentou grande rendimento coletivo e derrotou os catarinenses por 2 a 0, triunfo que manteve o Flamengo na cola do líder do Brasileirão.

Com este resultado, o Flamengo chegou a 50 pontos, um a menos que o Palmeiras, 1º colocado na tabela. Já o Figueirense continua na zona de rebaixamento, com 28 pontos.

Willian Arão e Diego marcaram os gols do Flamengo, que poderia ter vencido por contagem maior. O goleiro Gatito Fernández fez boas defesas, inclusive um pênalti batido por Damião

A vitória contra o Figueirense comprova o bom momento do Flamengo na temporada. O time carioca completou o sexto jogo invicto. Em campo, o Fla apresentou neste domingo equilíbrio nos setores, com poder de infiltração (sobretudo com Willian Arão) e avanços constantes pelos lados (com Jorge e Pará).

Para o duelo no Pacaembu, Flamengo e Figueirense jogaram sem seus principais homens de frente. Guerrero desfalcou o time devido a febre e sinusite, enquanto Rafael Moura se recupera de lesão.

Meio tobogã

A torcida rubro-negra não pôde lotar o tobogã. O motivo: o clube cumpre suspensão do STJD após briga entre flamenguistas e palmeirenses no 1º turno. Devido à pena dada ao Flamengo, os torcedores só puderam utilizar meio tobogã do Pacaembu.

1º tempo: Fla no ataque e Figueira recuado

GEOVANI FERNANDEZ/Estadão Conteúdo

O Flamengo foi para cima logo nos primeiros minutos de jogo. A proposta do Figueirense era nítida: recuar todo time até a intermediária e se arriscar nos contra-ataques.

Desta forma, o Flamengo permaneceu no campo ofensivo durante toda etapa inicial. Muralha foi um espectador no primeiro tempo.

O goleiro do Figueira, Gatito Fernández teve trabalho para segurar o ataque rival. Diego mandou para fora ótima chance de abrir o placar.

Aos 30 min, o juiz assinalou penalidade para o Flamengo. O lance gerou reclamação por parte dos atletas do Figueira; a bola bateu no braço de Ayrton em disputa de cabeça com Damião.

O atacante bateu no canto direito. Gatito acertou o lado, espalmando a bola.

Mas a pressão rubro-negra surtiu efeito aos 36 min do 1º tempo. Willian Arão se infiltrou na área e cabeceou no canto após lançamento preciso de Rafael Vaz. Flamengo 1 a 0.

Fla mantém pressão na etapa final e liquida o Figueira

O Flamengo continuou pressionando o Figueira na 2ª etapa. Pela direita, Pará e Everton envolviam a defesa rival. Em uma das tabelas, Damião perdeu chance incrível.

Minutos depois foi a vez de Réver chutar bola na trave. Ele estava livre e na pequena área.

Apático no ataque, o Figueira decidiu apostar na entrada de Rafael Silva, ex-Vasco.

Já o Flamengo decidiu trocar os centroavantes. Após errar pênalti e chances de gol, Damião deu lugar a Felipe Vizeu.

O jovem centroavante foi derrubado em cima da linha logo na segunda bola que recebeu. Diego foi quem cobrou desta vez, e acertou, marcando o segundo gol do Fla.

Mesmo com 2 a 0 no placar, o Flamengo seguiu dando trabalho à defesa do Figueirense. Com o jogo nas mãos, o Fla trocou passes ao coro de “olé” vindo da arquibancada.

Pará e Vaz se destacam; Gatito faz milagre

Pará e Rafael Vaz foram ovacionados pela torcida rubro-negra. O coro não foi à toa. Pela direita, o lateral criou as principais jogadas ofensivas do time. Já Vaz apresentou segurança na defesa e deu lançamento longo na cabeça de Arão, que anotou o gol do Fla na etapa inicial.

Pelo lado do Figueira, o nome do jogo foi Gatito Fernandez. O goleiro impediu que a derrota fosse por vantagem maior, fazendo grandes defesas.

Torcedora passa mal sob forte calor

Uma torcedora foi atendida pelos médicos no Pacaembu. A partida foi realizada sob forte calor na manhã de domingo. Vários torcedores colocaram camisas sobre a cabeça para minimizar o efeito do sol.

FICHA TÉCNICA

FLAMENGO 2 x 0 FIGUEIRENSE

Data e hora: 18/09/2016, domingo, às 11h (horário de Brasília)

Local: Pacaembu, em São Paulo/SP

Árbitro: Luis Flávio de Oliveira

Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho e Marcelo Van Gasse

Gols: Willian Arão (FLA), aos 36 min do 1º tempo, Diego, aos 25 min do 2º tempo

Cartões amarelos: Bruno Alves, Ferrugem, M. Pedroso (duas vezes) (FIG), Arão, Diego (FLA)

Cartão vermelho: Marquinhos Pedroso (FIG)

FLAMENGO: Alex Muralha; Pará, Réver, Rafael Vaz, Jorge; Willian Arão, Cuellar, Diego, Gabriel (Fernandinho) e Everton (Alan Patrick); Leandro Damião (Vizeu). Técnico: Zé Ricardo

FIGUEIRENSE: Gatito Fernandez, Nirley, Bruno Alves e Werley; Ayrton, Jefferson, Yago (Ferrugem), Bady (Elvis), Marquinhos Pedroso e Marlon (Rafael Silva); Maurides. Técnico: Tuca Guimarães

Uol

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Corinthians testa ataque e busca placar raro em retorno ao Pacaembu

Daniel Vorley/AGIF
Daniel Vorley/AGIF

No retorno ao Estádio do Pacaembu mais de dois anos depois, o Corinthians precisa de algo que quase não consegue fazer neste Campeonato Brasileiro para voltar à liderança: vencer por três gols de diferença. O desafio está marcado para 21h desta segunda-feira (8), contra o Cruzeiro. Uma vitória por um placar inferior mantém o arquirrival Palmeiras na ponta.

O jogo é mais um teste para o desafio colocado por Cristóvão Borges para a sua equipe: melhorar o ataque. No Nacional, o time conseguiu o placar elástico em apenas duas ocasiões. Na 3ª rodada, contra a Ponte Preta, em um 3 a 0, e na 13ª rodada, contra Flamengo, em um 4 a 0.

O comandante sabe desta deficiência para a sua equipe e já falou mais de uma vez em suas entrevistas que tem como desafio aumentar o poder de fogo de seus atacantes. Para isso, fez substituições, trocou esquema tático, deu bronca e palavras de incentivo.

Por enquanto, não adiantou. Com 27 gols, a equipe é a 5ª colocada entre os ataques que mais balançam as redes adversárias.

Para o jogo contra o Cruzeiro, ele ainda carrega a dúvida sobre a escalação de Marquinhos Gabriel. O jogador tem uma lesão nas costas e saberá na última hora se vai poder entrar em campo. Caso não possa, será substituído por Guilherme.

Fora de campo, a torcida espera que o ambiente do Pacaembu volte a colaborar com a equipe paulista. Sem jogar no estádio municipal desde 2014, o Corinthians pode dizer que se adaptou à Itaquera, com mais de 80% de aproveitamento.

FICHA TÉCNICA

CORINTHIANS x CRUZEIRO
Motivo: 19ª rodada, Brasileirão 2016
Data/Hora: 08/08/2016, às 21h
Local: Pacaembu, em São Paulo (SP)

Árbitro: Dewson Fernando Freitas da Silva (PA)
Assistentes: Marcio Gleidson Correia Dias (PA) e Helcio Araujo Neves (PA)

CORINTHIANS: Cássio; Fagner, Yago, Balbuena e Uendel; Bruno Henrique, Elias, Guilherme e Giovanni Augusto (Marquinhos Gabriel); Romero e André. Técnico:Cristóvão Borges.

CRUZEIRO: Elisson; Lucas, Manoel, Bruno Rodrigo e Edimar; Henrique, Ariel Cabral, Robinho e Arrascaeta; Rafael Sobis e Ramón Ábila (Willian). Técnico:Mano Menezes.

Uol

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Goiás bate Corinthians no Pacaembu e sonha com G-4; Timão é vaiado

O Corinthians é um time organizado, sólido, com bons e milionários jogadores, apoio da torcida, estrutura, etc, etc, etc. Mas falta alguma coisa em 2013. Falta fome. Faltou fome, de novo, no Pacaembu. E não pode faltar fome contra o Goiás do faminto Walter. O atacante não custou R$ 40 milhões como Pato nem fez gol de título mundial como Guerrero, mas incomodou demais e participou das melhores jogadas da equipe, como no gol de Hugo. No fim, comemoração dos goianos: 2 a 1, com Corinthians em sexto com 30 pontos e Goiás em oitavo com 29. Ambos ainda mantêm esperanças de chegar ao G-4, mas é a equipe goiana que vem em melhor fase.

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É verdade que o Timão criou muito mais. Perdeu gols num repertório invejável, mas não se pode dizer que a vitória do Goiás foi injusta. O time atuou com mais concentração, inteligência, e de acordo com suas limitações. Zagueiros bem posicionados, marcadores dedicados, e um ataque todo baseado na proteção de bola e nos bons passes de Walter.

Comemoração do Goias contra o Corinthians (Foto: Marcos Ribolli)Goiás, de Hugo, cala a torcida do Corinthians no Pacaembu (Foto: Marcos Ribolli)

E o Corinthians? Com Alexandre Pato, de R$ 40 milhões, Paolo Guerrero, autor de gol de título mundial, Romarinho e Sheik, que marcaram em finais de Libertadores… E só conseguiu um gol chorado, dado para Pato, mas com um toque valioso de Ramon. Que o ataque não funciona, já era sabido, é um dos piores do Campeonato Brasileiro. Mas dessa vez até a defesa, melhor da competição, falhou feio. Todos ficaram olhando Amaral subir após cobrança de escanteio, no fim do jogo, e definir a vitória.

Foi a primeira vez que o Timão sofreu dois gols na mesma partida neste Brasileiro. No meio da semana, as duas equipes vão atuar fora de casa. Na quarta-feira, às 21h50, o Timão encara a Ponte Preta, desesperada na penúltima colocação do Campeonato Brasileiro, no estádio Moisés Lucarelli. Já o Goiás visitará o Coritiba um pouco mais cedo, às 21h, no Couto Pereira.

Walter Corinthians e Goias  (Foto: Marcos Ribolli)Walter teve boa atuação frente à melhor defesa do Campeonato Brasileiro (Foto: Marcos Ribolli)

Pra fora!

Tite falou antes de o jogo começar. Disse que sua equipe tem 61% de aproveitamento quando atua com um pivô, e 29% sem esse jogador. Dessa vez Guerrero estava no ataque, e ao lado de Pato. O que deve ter aumentado ainda mais a decepção do treinador. Pode ser pelo calor (quase 30ºC neste fim de inverno em São Paulo), mas a verdade é que o Corinthians só jogou verticalmente, objetivamente, nos primeiros cinco minutos, e em mais alguns outros perto do fim da primeira etapa.

Juntos, Guerrero e Pato finalizaram quatro vezes, quase sempre em jogada construída pelos dois. Os três chutes e a cabeçada do peruano, porém, foram para fora. O único que deu uma esquentadinha nas mãos do goleiro Renan foi Romarinho, em chute de longe.

O Goiás abusou dos bicões para Walter. Tudo bem que sua barriga saliente virou atrativo no Brasileirão, mas seria difícil que, nessas condições, e isolado, o atacante conseguisse algo contra a melhor defesa da competição. A boa movimentação do meio-campo deixou a partida aberta em alguns instantes, mas os visitantes abusaram dos erros de passe.

A estratégia alvinegra sofreu um baque logo no início quando Alessandro sentiu lesão na panturrilha direita, e deu lugar a Ibson. Edenilson saiu do meio para a lateral, e a torcida perdeu a paciência. A cada erro do ex-flamenguista, muitos chiados nas arquibancadas. Além de não estar bem, Ibson sofre a absurdamente cruel comparação com seu antecessor, o craque Paulinho, que agora exibe seu talento na Inglaterra.

Apesar de ter criado mais, o Corinthians saiu do primeiro tempo com uma atuação bem longe de ser considerada do nível do atual campeão do mundo.

Alexandre Pato Corinthians e Goias  (Foto: Marcos Ribolli)Alexandre Pato chegou a empatar o jogo, mas o Goiás saiu com a vitória (Foto: Marcos Ribolli)

Justo castigo

No intervalo, Tite precisou mexer na outra lateral. Fábio Santos, um dos poucos que mostravam fome, sentiu a lesão no púbis e deu lugar a Igor. E o ritmo corintiano seguiu brando, morno, quase parando. Pior: deixou espaços para o Goiás. E se Walter não encontrou facilidades para fazer gols, sempre conseguiu clarear as jogadas.

Inteligente, o atacante ajeitou para Renan Oliveira, que deu um tapa para Hugo. Aquele mesmo Hugo, que parece sumido em campo, mas de repente… Era assim no Grêmio, no São Paulo, e foi assim no Goiás. Ele ganhou de Paulo André no corpo, e bateu de pé direito, que nem é o melhor: 1 a 0 para o time mais concentrado em campo.

Atacante no lugar do zagueiro. Substituição incomum, mas o Corinthians precisava sair do marasmo. Paulo André saiu, Sheik entrou. E o time passou a criar, ainda que sem brilho. Em bom cruzamento, Gil bateu na saída do goleiro, mas o zagueiro Rodrigo, em boa atuação, salvou quase em cima da linha.

Em seguida, Romarinho parou no goleiro Renan, e Sheik em uma incrível furada. Os dois que fizeram os gols do Corinthians nas finais da Libertadores em 2012. Alguém explica? Como também ficou difícil de explicar o gol de empate. Gil, em posição irregular, cabeceou em direção à pequena área. Pato desviou, a bola girou, girou, tocou em Ramon, e entrou.

Esperança de virada! A torcida se inflamou. A zaga só não podia falhar. E falhou… Com um zagueiro a menos, todos se confundiram na cobrança de escanteio do Goiás. Ralf marcou a trave, Igor marcou Gil, que não marcou ninguém. E de tantos goianos livres, foi Amaral quem cabeceou e definiu o jogo.

Um duro golpe ao Timão, que já fala abertamente em “vaga na Libertadores”, e ouviu vaias de seus torcedores. Pouco para quem é dono do mundo até dezembro. Um grande resultado para o Goiás, que pode lutar pelo mesmo objetivo, por que não?

Paolo Guerrero Corinthians e Goias  (Foto: Marcos Ribolli)Paolo Guerrero, no chão, lamenta derrota do Corinthians para o Goiás (Foto: Marcos Ribolli)

 

 

Globoesporte.com

Reservas do Galo mostram força e batem Timão no Pacaembu

Rever e Guerrero disputam a bola no Pacaembu. Atleticano leva a melhor (Foto: Marcos Ribolli)
Rever e Guerrero disputam a bola no Pacaembu. Atleticano leva a melhor (Foto: Marcos Ribolli)

Time que quer ser campeão da Taça Libertadores precisa de elenco, e isso o Atlético-MG tem de sobra. Mesmo com apenas três titulares em campo, o Galo mostrou sua força dentro do Pacaembu, venceu o Corinthians por 1 a 0 e ganhou ânimo extra para a decisão continental contra o Olimpia, a partir da próxima quarta-feira. O gol de Rosinei no primeiro tempo foi o resultado de uma tática perfeita do técnico Cuca, que só explorou contra-ataques e saiu vitorioso.

A vitória levou o Atlético à nona posição, com dez pontos, com uma tranquilidade maior na tabela do Campeonato Brasileiro. O Corinthians, com nove, é 12º, longe do pretendido pelo técnico Tite.

Os desfalques custaram caro, já que o Timão pecou na armação de jogadas e perdeu muitas oportunidades. Sem Danilo, Douglas, Emerson e Renato Augusto, os responsáveis pela criação foram Ibson, Alexandre Pato e Romarinho. Só o último mostrou alguma coisa, mas insuficiente para dar frutos no Pacaembu.

A derrota não abala a programação do Corinthians para a próxima quarta-feira, quando enfrenta o São Paulo no mesmo Pacaembu, pelo segundo jogo da final da Recopa Sul-Americana – o Timão venceu a primeira partida por 2 a 1. No mesmo dia, o Galo enfrenta o Olimpia, em Assunção.

 

Pressão corintiana, gol do Galo

Nem parecia que o Corinthians tinha quatro desfalques importantes no setor ofensivo. Romarinho começou bem, e a equipe de Tite soube explorar os espaços deixados pela desentrosada defesa do Galo e criou ótimas chances – o próprio Romarinho apareceu na área e quase fez um golaço após drible entre as pernas de Junior Cesar. Abertos pelos lados, Alexandre Pato e Ibson também mostraram dinamismo.

O gol parecia questão de tempo, já que o Timão comandou o ritmo por quase todo o primeiro tempo e avançou até com seus volantes. Ralf, por exemplo, arriscou um chute por cobertura e exigiu defesa difícil de Victor. O goleiro era um dos três titulares do Atlético em campo, ao lado de Bernard e Réver – o restante foi poupado para a final da Libertadores contra o Olimpia, quarta-feira.

Pelos pés de Bernard passaram os poucos lampejos do Galo. A diferença é que um desses raros ataques foi certeiro, bem diferente dos frequentes gols perdidos pelo Corinthians. Aos 35 minutos, o meia fez o que quis pela esquerda e deu passe para Rosinei marcar na saída de Cássio: 1 a 0, e com gol de ex-corintiano, que optou por não fazer festa.

A mudança de placar não alterou o ânimo da torcida do Corinthians nem o volume de jogo da equipe. No entanto, novas oportunidades foram se perdendo com Guerrero, Romarinho, Pato… Apesar de jogar bem melhor, o Timão foi castigado pela eficiência do mistão do Galo no primeiro tempo.

Desorganização custa caro

Satisfeito com a vantagem, o Atlético voltou bem tranquilo para o segundo tempo, apenas esperando a pressão corintiana para tentar aproveitar algum contra-ataque. A única boa chance foi com Rosinei, que errou um peixinho na pequena área e perdeu a oportunidade de ampliar o placar.

Do lado do Corinthians, o desespero aumentava a cada minuto. Menos organizado do que no primeiro tempo, o meio-campo abusou dos chutões. Ibson caiu de produção, Pato também (o atacante até foi vaiado quando deixou o gramado, substituído por Léo), e as jogadas começaram a ficar mais difíceis. A bola “queimou” até nos pés dos mais experientes. Os mais de 32 mil torcedores no Pacaembu perceberam o mau momento e se irritaram a cada passe errado.

Quando as coisas davam certo, Victor estava no gol para tirar qualquer esperança corintiana. Herói da classificação do Galo para a final da Libertadores, o goleiro parou uma cabeçada de Pato e foi seguro em todos os outros lances.

Os reservas da equipe mineira deram conta do recado e moral ainda maior para a decisão continental. Os titulares do Corinthians precisam abrir o olho antes de outra final: a da Recopa Sul-Americana, contra o São Paulo, também na quarta-feira.

 

 

Globoesporte.com

Com Pacaembu lotado, Timão mostra força e dá troco sobre o Tijuana

Os melhores 45 minutos do Corinthians no ano foram suficientes para a equipe de Tite conseguir vencer e convencer na revanche contra o Tijuana, nesta quarta-feira, no Pacaembu. Mordido após a dura derrota na grama sintética do México, semana passada, o Timão fez 3 a 0 nos Xolos, mostrou impressionante autoridade no primeiro tempo, apenas administrou no segundo, e voltou a ficar em situação confortável no Grupo 5 da Taça Libertadores. O Tijuana, que não havia levado um gol sequer na Libertadores, volta para casa com três na bagagem.

Melhor para a torcida alvinegra, que lotou o Pacaembu e pode ver o primeiro jogo internacional da equipe após o título mundial de clubes no Japão – a partida contra o Millonarios teve portões fechados por causa de punição da Conmebol por conta da morte de Kevin Espada, atingido por um sinalizador na primeira rodada do Grupo. Mais de 33 mil compareceram ao estádio, vibraram com os gols de Alexandre Pato, Guerrero e Paulinho, gritaram “olé” nos minutos finais do confronto e irritaram um Tijuana mais interessado em bater do que em jogar futebol.

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A única preocupação ficou por conta de Pato, que deixou o jogo com um incômodo muscular logo após o seu gol, aos 25 do primeiro tempo. A boa vitória levou o Corinthians aos 7 pontos no grupo, contra 9 do ainda líder Tijuana. O Millonarios tem três pontos e enfrenta o San José (com um pontinho só) nesta quinta-feira, na Bolívia.

Pela competição internacional, o Corinthians só volta a jogar dia 3 de abril, contra o Millonarios, na Colômbia. Sábado tem duelo pelo Campeonato Paulista, às 18h30 (horário de Brasília), no Pacaembu, contra o União Barbarense.

Pato Corinthians x Tijuana (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Pato comemora o gol marcado, pouco antes de sair machucado (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

“O Pacaembu fica muito mais bonito com vocês”
A faixa com os dizeres acima foi levada pelos jogadores do Corinthians para o gramado do Pacaembu e serviu para homenagear a torcida, que pode ver o primeiro jogo de Libertadores desde o título mundial no Japão, em dezembro – devidamente lembrado em um mosaico nas arquibancadas. Depois de um jogo sem graça e sem torcida contra o Millonarios, o Timão resolveu brindar seus fanáticos com os melhores 45 minutos da temporada.

Em um jogo grande, com a pressão por uma vitória, os comandados de Tite deram a resposta esperada. Bem mais solto do que na grama sintética do México, o Timão resolveu o problema chamado Fidel Martinez com um antídoto dos bons: Renato Augusto. Taticamente perfeito, o meia caiu pelo lado direito do ataque, segurou os avanços do “Neymar equatoriano” e aproveitou as deficiências do lateral-esquerdo Ábrego, que tomou um baile na primeira etapa.

Corinthians mensagem pacaembu (Foto: Marcos Ribolli)Corinthians entrou em campo com homenagem
(Foto: Marcos Ribolli)

Com Renato, as melhores chances apareceram pelo lado direito. Dois chutes por ali exigiram duas boas defesas de Cirilo Saucedo. Nervoso, o goleiro do Tijuana gritava com seus companheiros e pedia que o time saísse da defesa. Só conseguiu ver alguns lances esporádicos de Riascos, pela direita do ataque – por ali, Fábio Santos se mostrou tão desatento quanto no primeiro jogo. Na prática, porém, a defesa alvinegra não teve tanto trabalho.

Renato Augusto foi o personagem que fez outros brilharem. Aos 25, no seu terceiro chute a gol, a insistência deu resultado. Um chutaço da entrada da área bateu três vezes na trave antes de encontrar o pé do iluminado Alexandre Pato, que só empurrou para a rede e, desta vez, não precisou imaginar uma torcida para comemorar com ele – contra o Millonarios, no Pacaembu vazio, ele dizia ter mentalizado a massa corintiana na hora de celebrar.

O segundo gol na Libertadores, após 11 jogos seguidos, teve seu preço. Com um incômodo muscular, Pato deixou o gramado logo após a comemoração, substituído por Romarinho. Sem ele, havia Guerrero. Aos 35, Renato Augusto fez outra boa jogada pela direita, Alessandro desviou e o peruano acertou bela finalização: 2 a 0. Com a boa vantagem, impossível não deixar o Pacaembu mais bonito.

Guerrero gol Corinthians x Tijuana (Foto: EFE)Com os punhos cerrados e olhos fechados, Guerrero comemora segundo gol do Corinthians (Foto: EFE)

Ritmo cai, mas Timão se garante
A atmosfera do primeiro tempo foi tão boa para o Corinthians que o time achou que já tinha tudo resolvido, mesmo com 45 minutos por jogar. Com Martinez e Riascos menos vigiados, o Tijuana voltou a lembrar aquele time que sufocou o rival brasileiro no México. Alessandro teve as velhas dificuldades em marcar o arisco equatoriano, mas ele não estava tão inspirado quanto na semana passada.

A má pontaria dos mexicanos, aliás, foi a responsável pelo Corinthians não tomar grandes sustos. Arce teve boa chance após bate-rebate dentro da área, mas mandou para longe. Minutos depois, Moreno perdeu nova oportunidade em contra-ataque. O técnico Antonio Mohamed tirou o fraco Ábrego e colocou Garza na lateral esquerda, neutralizando a principal jogada corintiana na partida.

O jogo ficou amarrado, e coube à torcida manter o clima de Libertadores. Graças a ela, corintianos e mexicanos chegaram com mais força em algumas divididas, esboçaram alguns desentendimentos, mas não deram trabalho ao árbitro Enrique Osses. Paulinho, então, deu números finais à partida aos 36 minutos, quando fez o terceiro de cabeça. O 3 a 0 ficou de bom tamanho para o Timão, que fica em situação confortável no Grupo 5, e para a torcida, que viu grande atuação no primeiro tempo e ganhou esperança de ver o time chegar longe na busca pelo bicampeonato.

Corinthians x Tijuana (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)Torcida do Corinthians faz mosaico lembrando o bi do Mundial (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
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Organizadas divergem, e torcedores devem ir ao Pacaembu nesta quarta

Jogadores de Corinthians e Bragantino respeitam um minuto de silêncio em homenagem ao garoto boliviano morto na quarta-feira. Foto: Gazeta Press
Jogadores de Corinthians e Bragantino respeitam um minuto de silêncio em homenagem ao garoto boliviano morto na quarta-feira. Foto: Gazeta Press

Após a decisão da Conmebol, que manteve os portões do Pacaembu fechados à torcida do Corinthians durante os jogos como mandante na Copa Libertadores da América, a diretoria, com medo de outra punição, não quer torcedores nos arredores da Praça Charles Miller às 22 horas desta quarta.

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No entanto, alguns fãs, como os da organizada Camisa 12, prometem ir até as proximidades da praça desportiva para apoiar a equipe contra o Millonarios, pela segunda rodada da competição continental, mesmo fora das arquibancadas, em uma espécie de “abraço” ao Pacaembu.

Já outros, como os da Gaviões da Fiel, a principal organizada alvinegra, e da Estopim da Fiel, devem respeitar o pedido do clube – e da Polícia Militar, que quer evitar confusões do lado de fora – e ficar nas quadras das torcidas, assistindo à partida através de telões.

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“Nós pedimos ao torcedor que evite ir às imediações do estádio do Pacaembu durante o período em que a punição valer”, escreveu a diretoria do Parque São Jorge no site oficial do clube, antes de garantir a determinação dos jogadores mesmo com público zero: “A camisa corintiana será honrada”.

 

 

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Seguro e disposto, Palmeiras vence o Atlético Sorocaba no Pacaembu

Para brigar por títulos, ainda falta muita coisa. Mas, rodada a rodada do Campeonato Paulista, o Palmeiras mostra a seu torcedor que, com alguns reforços, é possível sonhar. Mesmo com deficiências, impressiona o espírito de luta da equipe que, na noite desta quinta-feira, apagou a má impressão deixada com o empate por 3 a 3 com o XV de Piracicaba, no último domingo. Com Barcos inspirado e muita vibração durante 90 minutos, o Verdão foi absoluto em campo e poderia até ter saído de campo com um placar mais dilatado do que os 2 a 0 que marcou sobre o Atlético Sorocaba, resultado obtido ainda no primeiro tempo.

Curiosamente, os artilheiros do jogo foram os mesmos que já haviam balançado as redes adversárias no domingo: Márcio Araújo e Henrique. O volante, um dos atletas mais criticados pela torcida, vive momento especial no clube, já que está perto de completar a marca de 200 jogos. Já o zagueiro, um dos ídolos da torcida, mostra neste início de ano que tem tudo para recuperar o seu melhor futebol, que havia caído muito de rendimento na reta final do último Campeonato Brasileiro, quando o time acabou rebaixado.

Com o triunfo, o terceiro em seis partidas, a equipe voltou a subir na tabela de classificação e fechou a sexta rodada na quinta colocação, com 11 pontos, apenas três a menos que o líder Santos. Já o Sorocaba, que vinha de vitória, voltou a se aproximar da zona de rebaixamento. A equipe comandada por Estevam Soares tem apenas cinco pontos, um a mais que o União Barbarense, que abre o grupo dos ameaçados do estadual.

O próximo jogo do Palmeiras será contra o Mogi Mirim, domingo, às 19h30m, na casa do adversário. O Verdão ainda não poderá contar com os recém-contratados Kleber, do Porto, e Ronny, ex-Figueirense, que serão apresentados nesta sexta-feira. Além deles, a diretoria negocia com Weldinho, lateral do Corinthians, e Vilson, zagueiro do Grêmio. Já o Atlético Sorocaba encara o Penapolense, em Penápolis, às 17h, também no domingo.

Marcio Araujo gol Palmeiras (Foto: Leo Martins / Ag. Estado)Marcio Araujo abre o placar para o Palmeiras (Foto: Leo Martins / Ag. Estado)

Verdão domina e faz 2 a 0 com tranquilidade no primeiro tempo

Um primeiro tempo sem sustos. Mesmo sem Valdivia, machucado, o Verdão fez tudo que seu torcedor e o técnico Gilson Kleina esperam. Atuou de maneira equilibrada, contou com o apoio dos laterais e foi perigoso durante os 45 minutos. Sem o chileno, o treinador apostou em Patrick Vieira, que fez um trio interessante com Juninho e Wesley pela esquerda.

Do outro lado, as jogadas surgiam dos pés de Ayrton, Maikon Leite e Márcio Araújo, que vive uma fase de artilheiro. Logo aos cinco minutos, após cruzamento de Juninho, a bola sobrou para o volante, que bateu de pé direito e saiu para o abraço: 1 a 0. Festa para o meio-campista, que havia deixado sua marca no empate por 3 a 3 com o XV de Piracicaba, no último domingo.

O gol desmontou a estratégia do Sorocaba.  Aos 11, Maikon Leite, de pé esquerdo, acertou a trave direita de Marcelo Moretto. Aos 14, um dos poucos sustos para a galera alviverde: ao tentar cortar cruzamento de Jorge Preá, Ayrton quase marcou contra. Com espaço à vontade para jogar, o Verdão ampliou sua vantagem aos 30, com Henrique. Mérito total da jogada para Maikon Leite, que deu o drible da vaca em Willian Simões, foi ao fundo e cruzou na medida para o zagueiro.

Henrique gol Palmeiras (Foto: Miguel Schincariol / Ag. Estado)Henrique fez o segundo gol do Palmeiras (Foto: Miguel Schincariol / Ag. Estado)

Verdão deixa escapar chance de goleada

Apesar das alterações feitas por Estevam Soares no Sorocaba (Gerson e Misael nas vagas de Thiago Baiano e Carlinhos), o Palmeiras seguiu com a partida sob seu controle. Com 18 minutos, a equipe já havia perdido duas chances claras. Na primeira, Barcos, aos 11, recebeu na pequena área, cortou o marcador e bateu firme, para grande defesa de Marcelo Moretto. Na segunda, aos 25, Henrique recebeu na área e, em vez de chutar, rolou para Maikon Leite que, sozinho na área e cara a cara com o goleiro rival, fez o mais difícil e bateu para fora.

Gilson Kleina aproveitou para fazer testes. Primeiro, sacou Ayrton e colocou Wendel na lateral direita. Na sequência, Wesley deu lugar a Souza, que voltou ao time após se recuperar de uma lesão no joelho esquerdo. O Sorocaba, que tinha vontade mas não tinha qualidade, só foi levar perigo aos 28, quando Da Silva arriscou de longe e Prass espalmou.  Logo depois, Márcio Araújo assustou Moretto em chute de longe. Aos 33, Maikon Leite quase fez de cabeça.

É claro que, mesmo com a tranquila vitória, algumas deficiências ficaram nítidas. Patrick Vieira ainda não mostrou qualidade para ser titular. Sem Valdivia, o garoto Ronny, que veio do Figueirense, pode ser uma alternativa interessante. Juninho, que foi voluntarioso no apoio na etapa inicial, sumiu na etapa complementar. Problemas que, com o passar do tempo, Gilson Kleina vai administrando. Até porque os reforços estão chegando e logo Valdivia estará recuperado. Aos poucos, o Verdão começa a se reerguer.

Barcos na partida do Palmeiras contra o Atlético Sorocaba (Foto: Luis Moura / Ag. Estado)Barcos, na partida do Palmeiras contra o Atlético Sorocaba (Foto: Luis Moura / Ag. Estado)
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Penapolense surpreende e vence o Palmeiras no Pacaembu

A vitória por 3 a 1 sobre o Oeste, quarta-feira passada, em São José Rio Preto, parece não ter passado de um lampejo do Palmeiras. Neste domingo, contra o Penapolense, um dos caçulas do Paulistão, no Pacaembu, os velhos problemas do Alviverde apareceram: nervosismo, falta de coordenação, chances desperdiçadas, parte da torcida jogando contra com xingamentos. Resultado: derrota por 3 a 2 e a volta de velhos fantasmas que tanto assombraram o Verdão no ano passado. Pelo lado do Penapolense, emoção. A equipe disputa a primeira divisão estadual pela primeira vez, e alguns jogadores chegaram a chorar no fim da partida.

Com o resultado, o Verdão permanece com quatro pontos, na nona posição. Já o Penapolense, com seis, está em quarto lugar.

Na próxima rodada, o Palmeiras recebe o São Bernardo, quinta-feira, às 19h30m (horário de Brasília), no Pacaembu. Já o time de Penápolis, na quarta, às 19h30m, enfrenta o XV de Piracicaba, em Penápolis.

Barcos Palmeiras x Penapolense (Foto: Miguel Schincariol / Ag. Estado)Barcos cercado por quatro jogadores do Penapolense. Verdão afundou (Foto: Miguel Schincariol / Ag. Estado)

Penapolense assusta

Os dois times entraram em campo com esquemas parecidos: linhas de quatro na defesa, dois volantes, três meias e um atacante adiantado. O Palmeiras começou a todo vapor. Logo com um minuto, Maikon Leite quase abriu o placar: ele recebeu de Ayrton, invadiu a área e chutou cruzado. Seis minutos depois, o Verdão acerto o alvo, em cobrança de falta certeira de Ayrton, aos sete minutos: de pé direito, ele acertou ângulo direito de Marcelo.

O time da casa tinha o jogo sob controle, parecia tranquilo em campo. No entanto, em poucos minutos, a casa verde ruiu. O Penapolense empatou logo aos nove minutos, com Guaru, batendo falta e contando com a sorte. A bola bateu no travessão, voltou nas costas de Fernando Prass e cruzou por pouco a linha.

O Verdão sentiu o baque. A torcida, impaciente, passou a se manifestar de maneira mais dura. Veio o segundo golpe. Com um toque de bola envolvente pela esquerda, o Penapolense virou aos 14. Rodrigo Biro entrou livre e cruzou para Magrão empurrar para a rede.

Atrás no placar, o Palmeiras se mandou para o ataque, mas, descoordenado, não criou grandes jogadas. Com muitos toques errados, o Verdão teve dificuldade para chegar com condições de marcar. As jogadas individuais também não saíram. Como a bola não chegava ao ataque, Barcos chegou a voltar até o meio de campo para tentar iniciar jogadas. Em vão.

O Penapolense ainda podia ter ido para o intervalo com mais dois gols na conta. Aos 44, Anderson Carvalho perdeu gol cara a cara com Prass. Já nos acréscimos, após falha de Maurício Ramos, foi a vez de Magrão chegar sozinho e mandar para fora.

Verdão aperta, mas Penapolense vence

Percebendo as dificuldades da equipe no primeiro tempo, o técnico Gilson Kleina, do Palmeiras, voltou do intervalo com duas mudanças. Valdivia entrou no lugar de João Denoni e Vinícius foi para o campo na vaga de Patrik Vieira. O chileno passou a dividir com Wesley a função de armar as jogadas. Enquanto isso, Maikon Leite foi para a direita e deixou Vinicius mais pela esquerda.

Aos 8 minutos, o zagueiro Jailton, que havia recebido o cartão amarelo aos 6, por falta em Valdivia, recebeu o segundo por demora na cobrança de uma falta no meio do campo. Ele se preparava para bater, mas Valdivia recuou um pouco a bola. Quando o defensor tentou ajeitar novamente para executar a cobrança, o árbitro Fábio Volpato considerou que ele estava fazendo cera e o expulsou.

Com um a mais, o time da casa dominou o seu campo ofensivo e passou a assustar mais o adversário. Valdivia conseguiu diminuir um pouco da correria improdutiva da primeira etapa. Com a bola no chão, o Palmeiras cresceu e criou várias chances de empatar. Aos 17, Maikon Leite se aproveitou de cobrança de falta rápida do chileno para fazer o lance pela direita. Ele cruzou para Márcio Araújo, que mandou em cima do goleiro.

Dois minutos depois, novamente em passe de Valdivia, foi a vez de Barcos pegar da pequena área e bater para defesa do arqueiro. No minuto seguinte, mais uma ótima defesa de Marcelo. Vinícius passou pela marcação na esquerda, e chutou forte. No rebote, o meia chileno mandou por cima. Pouco depois, Kleina promoveu a entrada de Luan na vaga de Maikon Leite. A reação das arquibancadas foi um misto de vaias e palmas.

Aos poucos, o Palmeiras diminuiu o ímpeto e deixou o Penapolense segurar um pouco mais a bola. Com isso, a equipe do interior equilibrou a partida. Aos 30, o Verdão pagou caro pelas chances perdidas no início da segunda etapa. Após cruzamento de Guaru, Perez subiu mais alto do que todo mundo e escorou para o fundo do gol.

Após o terceiro gol do Penapolense, a torcida, que ensaiou algumas vaias na primeira etapa, perdeu a paciência e passou a criticar mais a equipe. Xingamentos a Luan, reclamações com a diretoria foram os mais ouvidos. Membros de uma organizada também ofenderam Valdivia, mas foram abafados pelo restante do estádio, que aplaudiu o Mago.

Durante esses protestos, Luan diminuiu, aos 42. Wesley cruzou para Henrique, que desviou e sobrou para o atacante empurrar para o gol. Mas não foi o suficiente para evitar a derrota do Verdão.

 

 

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