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Chegada do outono contribui para a disseminação do novo coronavírus

Estação favorece a transmissão de diversos vírus pela combinação de ar frio e baixa umidade, mas é importante ficar atento para não confundir o resfriado comum com a Covid-19

Muito se tem discutido entre pesquisadores e cientistas sobre a relação do clima e a difusão do novo coronavírus. Estudo feito pelo Centro Chinês de Controle e Prevenção de Doenças confirmou que altas temperaturas e umidade ajudam a reduzir consideravelmente a transmissão da Covid-19, consequentemente a atmosfera oposta gera o agravamento.

O que sabemos e estamos acostumados a ouvir, é que essa época do ano é marcada pela transmissão da gripe comum e a piora de doenças respiratórias devido ao frio e ar seco, além da tendência de aglomerações em lugares fechados. De acordo com o pneumologista da DoctoraliaDaniel Fonseca Espinola, a troca de estação é somada a uma mudança de comportamentos. “Os fatores que contribuem para a disseminação do vírus vão além da temperatura e umidade, visto que as condições climáticas também ditam os hábitos da população. Temos o costume de fechar portas e janelas para bloquear a corrente fria, entretanto, a prática bloqueia a circulação do ar e aumenta a chance de contágio”, esclarece.

Devido ao cenário atual que estamos vivendo, é necessária atenção para não confundir alergias, inflamações respiratórias e resfriados com o coronavírus. “Essas infecções mais comuns geralmente causam tosse, espirros, coriza, irritação na garganta e coceira no nariz, mas não vêm acompanhadas de febre. Já no caso da Covid-19, a febre e a falta de ar são alguns dos principais sintomas”, alerta o especialista.

Àqueles que podem, o ideal é cumprir a quarentena em casa e evitar exposições desnecessárias ao coronavírus e todos os outros aos quais estamos mais suscetíveis nessa época. Idosos e portadores de doenças crônicas como diabetes, hipertensão e asma, devem redobrar o cuidado.

Abaixo você pode conferir as dicas de prevenção do Dr.DanieFonsecEspinola contra a Covid-19 e outras doenças respiratórias:

• Lavar as mãos com frequência e utilizar álcool gel 70% sempre que tocar objetos e espaços compartilhados;

• Cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel descartável ou com a parte interna do braço ao tossir e/ou espirrar;

• Evitar tocar os olhos, boca e nariz;

• Não compartilhar objetos de uso pessoal;

• Evitar contato próximo e íntimo como abraços e aperto de mãos;

• Evitar locais com grande concentração de pessoas;

• Manter os ambientes arejados.

 

Outono chega com madrugadas mais frias e promessa de chuva na Paraíba, diz Aesa

Solânea: Imagem instagram@focandoanoticia
Solânea: Imagem instagram@focandoanoticia

O outono, estação de transição entre o verão e o inverno, começou oficialmente às 7h29 de ontem. A mudança, segundo a Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), somente será sentida nas madrugadas, considerada mais fria. A meteorologista da Aesa, Marle Bandeira, informa que na faixa central do Estado as temperaturas ficam mais amenas, apesar de não se evidenciar as características dessa estação.

Segundo ela, isso é devido a localização geográfica da Paraíba, mas mesmo assim as chuvas ficam frequentes em algumas regiões. A meteorologista explicou ainda que até meados de junho, quando se inicia o inverno, a expectativa é a diminuição gradativa das temperaturas. Somente agora é que começa o período de chuvas no Agreste, Brejo e Litoral. De acordo com Marle, a previsão local aponta que as chuvas na Paraíba devem se manter dentro da média, no entanto as ocorrências devem ser irregulares, registrando diferentes índices de acordo com cada região do estado.

Segundo o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe), embora o outono seja um dos períodos chuvosos no Nordeste, a seca deve continuar. Isso porque a previsão aponta que o volume de chuvas deve ficar abaixo da média histórica na região. Uma mudança do cenário dependeria de uma reviravolta nas condições climáticas, segundo a meteorologista Renata Tedeschi, do CPTEC/Inpe.

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Outono começa segunda-feira e previsão alerta para agravamento da estiagem no Nordeste

seca_no_nordesteO outono começa na próxima segunda-feira (20) no Hemisfério Sul, às 7h29, horário de Brasília, enquanto no Hemisfério Norte, será o início da primavera.

A estação começa com o equinócio de outono. Nesta segunda, dia e noite têm praticamente a mesma duração. À medida que a estação avança, os dias ficam menores e as noites maiores até o início do inverno, em 21 de junho.

“O que marca as estações é o fato de o eixo de rotação da Terra estar inclinado em relação ao plano de órbita do planeta. Se não fosse inclinado, todo o tempo cada localidade teria a mesma quantidade de radiação solar chegando”, explica a astrônoma Josina Nascimento, pesquisadora do Observatório Nacional (OB).

No outono, os raios solares já não vão mais incidir diretamente no Hemisfério Sul, mas começam a incidir de forma inclinada, diminuindo a quantidade de radiação que chega. Por isso, o outono apresenta temperaturas mais amenas.

“Essa diferença de temperatura é mais visível à medida que se está longe da Linha do Equador. Quem está na Linha do Equador praticamente não vê diferença de estação. Mas quanto mais ao Sul você está no Hemisfério Sul, ou mais ao Norte, no Hemisfério Norte, essa diferença fica mais evidente. Para nós, do Rio de Janeiro, que estamos nos trópicos, é praticamente verão o ano todo”, comentou a astrônoma.

Transição

De acordo com o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), o outono é uma estação de transição entre o verão e o inverno e, por isso, no início da estação, os dias ainda são quentes e há chuvas e, ao final do período, os dias começam a ficar mais frios e a chuva diminui em algumas partes do país, anunciando a chegada do inverno.

As regiões Norte e Nordeste têm temperaturas mais frias durante o outono. O trimestre março, abril e maio é chamado de inverno nessas regiões porque, em função do aumento de chuvas, há maior nebulosidade, menos irradiação solar chega para a Terra e a temperatura cai, mas não de forma abrupta.

Para o Centro-Oeste e o Sudeste, incluindo nessa média histórica boa parte da Bahia, o CPTEC indica que o outono é bem caracterizado como um período de transição porque há uma estação chuvosa que se estende de outubro até abril do outro ano, e uma estação seca, que vai de abril até meados de outubro. “Abril fica mais ou menos no meio do outono. Então, tem a transição entre a estação chuvosa em que a gente está agora e a estação seca para essas regiões”, disse a climatologista do CPTEC/Inpe, Renata Tedeschi.

No caso do Sul do país, a chuva ocorre o ano todo, mas durante o outono começam a ser vistas temperaturas amenas. Renata Tedeschi lembra também que, durante o outono, passam a ocorrer frentes frias com mais frequência. “Quando a gente tem frente fria, pode ter chuva associada e queda de temperatura também”.

Em relação às temperaturas outonais, a climatologista disse que principalmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, o início do outono mostra temperaturas ainda quentes, como no verão, mas “quanto mais próximo a gente está do inverno, menor a incidência de raio solar e há temperaturas mais frias”.

Previsão

O CPTEC prevê que as temperaturas fiquem dentro da média histórica em grande parte do Brasil, no trimestre março, abril e maio, com exceção de uma parte do Centro-Oeste, do Sudeste e toda a Região Sul, mais o Cone Sul brasileiro, que devem ter temperaturas oscilando um pouco acima da  média histórica.

No Nordeste, com exceção de quase toda a Bahia, o Maranhão e parte do Piauí, a previsão é de  chuva abaixo da média histórica. A tendência, disse Renata, é piorar a grave situação de estiagem já existente na região.

Para o nordeste da Região Norte, a previsão é de chuva acima da média histórica. No noroeste da Região Norte, a previsão é chuva dentro da média, com possibilidade de algumas áreas ficarem acima da média histórica.

No Sul brasileiro, destacando o Rio Grande do Sul e o oeste de Santa Catarina, a previsão é de chuva dentro da média histórica, podendo ficar um pouco acima em algumas áreas.

Por Agência Brasil

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Outono começa com chuvas em três regiões da Paraíba; previsão é de aumento nas próximas horas

Diamante Online
Diamante Online

O outono começou nesta quarta-feira (20) trazendo boas expectativas para o paraibano. Choveu durante toda noite e madrugada em vários municípios das regiões do Cariri, Sertão e Vale do Piancó da Paraíba. Segundo boletim da Agência Executiva de Gestão de Águas do Estado da Paraíba (Aesa), a chuva foi registrada em pelo menos 60 cidades. Nas últimas 24 horas, os maiores índices pluviométricos foram registrados nos municípios de Santana dos Garrotes (146 mm), Pedra Branca (136 mm) e Aguiar (106 mm).

Confira mapa pluviométrico clicando aqui

Ainda no final da noite desta terça-feira (19), internautas comemoravam nas redes sociais o início da chuva em cada cidade. O Padre Djacy, pároco da cidade de Pedra Branca, agradeceu a Deus por mandar a chuva neste momento de necessidade.

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“A cidade de Pedra Branca, no Vale do Piancó, está submersa. Uma grande chuva esta caindo neste momento. Diante de tanto desespero e tristeza vividos pelos sertanejos, a chuva de hoje é o maior presente que recebo na minha vida”, relatou via twitter.

Pedra Branca foi a 2ª cidade que mais choveuFoto: Pedra Branca foi a 2ª cidade que mais choveu nas últimas 24h
Créditos: PedraBrancaNews.com

A meteorologista Carmem Becker alerta que a previsão para esta quarta-feira é de mais chuvas nessas regiões. “Choveu nas regiões do Cariri, Sertão e Vale do Piancó e a previsão é de mais precipitação para esta quarta à noite”, afirmou.

A chuva acontece desde esta terça-feira (19), dia de São José. Considerado o padroeiro dos agricultores, é no dia do santo que os nordestinos fazem a previsão de chuvas para o restante do ano. Caindo nesse dia, vem a certeza de que o inverno vai ser bom. Caso não chova, a estiagem é dada como certa.

Nos municípios de Sousa e Cajazeiras, ambos no Sertão, choveu forte por várias horas com direito a trovões e ruas alagadas. Na cidade de Diamante (distante 450 quilômetros de João Pessoa), no Vale do Piancó, a chuva intensa chegou a 98 mm, uma das maiores dos últimos três anos. Agricultores e donos de terras amanheceram fazendo a retirada de motores que ficam estacionados às margens do Rio Piancó.

 

 

Felipe Silveira

Por que o Cabelo Piora no Outono?



Isso não é mito, é verdade. Saiba o que fazer para evitar os danos nos cabelos, na pele e no corpo no outono.

 

Existe sim diferença de textura e de queda no cabelo no verão e no outono. Há causas comportamentais e fisiológicas para esse evento.Uma das principais causas, que além de ser a mais importante, ainda por cima pode ser melhor prevenida, é a falta de cuidados que a maioria da pessoas deixam de ter durante o verão. Época que está mais relacionada a férias, praia, piscina, dieta inadequada, poucas horas de sono, deixar de cuidar dos cuidados com o corpo… e depois que acaba o verão, vemos o resultado desse descaso: pele manchada, muito ressecada ou extremamente oleosa e cabelos que estão um “caos”.Ficamos o verão todo agredindo o cabelo com o sal da água do mar, o cloro da piscina e os raios ultravioletas do sol (que danificam e ressecam o fio, podendo até alterar a cor do cabelo, deixando-os mais avermelhados ou mais esverdeados dependendo da cor prévia do fio).O ideal seria fazer uso de produtos com filtro solar específicos para cabelo, que aderem ao fio e não saem na água (nas embalagens está escrito “produto queratinizado”) ou mesmo os produtos que contêm silicone (como o dimeticone) auxiliam evitando dano aos cabelos.Mesmo no nosso período de férias, nunca devemos nos esquecer de usar protetor solar de qualidade, principalmente para a face e o colo, creme com filtro solar para o cabelo, óculos de sol para proteção da retina dos olhos e uso de chapéu/boné para evitar excesso de exposição solar. Como tudo em medicina, prevenir ainda é a primeira opção… a mais eficaz e a mais barata.
Outra causa, que aí não temos controle, é que durante o verão, a luz solar estimula maior produção de melatonina (um hormônio relacionado ao ciclo vigília-sono, sistema reprodutor e até ao crescimento do cabelo). Assim, o cabelo cresce mais no verão, e no fim desta estação e no início da próxima, haverá menos estímulo da luz solar e portanto, aqueles fios que cresceram mais rápido, irão cair após alguns meses (é o que chamamos em medicina de eflúvio telógeno). Esse é um evento esperado, e os fios que caíram serão substituídos em breve por novos fios.No entanto, vale lembrar que existem muitas causas para queda excessiva de cabelo (tecnicamente definida por mais de 100 fios por dia), independente da estação do ano, como herança genética, pós-parto, fatores hormonais, distúrbios de tireóide, carência de nutrientes específicos como o ferro (sempre medir ferritina no exame de sangue), grande estresse (físico ou psicológico), etc.

Existe, sim, tratamento para o “fortalecimento” dos cabelos, seja com xampus prescritos para manipulação, seja com medicação mas com medicação baseada em aminoácidos, sais minerais, vitaminas e oligoelementos em geral (como silício, selênio, ferro quelado, zinco, etc), ou seja, elementos que compõe a matéria prima para formação do cabelo. São os chamados nutricêuticos ou nutracêuticos, conhecidos na mídia como as “pílulas da beleza” ou as “cápsulas da juventude” (são semelhantes as que existem para pele, unhas, bronzeado, celulite, etc.)

No Brasil, embora não tenhamos estações tão bem definidas como em países europeus, percebemos essas mudanças na nossa pele e no nosso cabelo. Com o esfriar da estação, toma-se banho mais quente e/ou fica mais tempo no chuveiro, assim a água quente, o uso de buchas, uso de sabonetes irritantes, retiram a nossa barreira de proteção da nossa pele. Isso é muito bem exemplificado, quando você sente seu corpo coçando quando sai do banho. Não há lesão nenhuma lá (como bolinhas vermelhas) para coçar tanto, mas você sente que coça muito, pois a pele seca, por si só, dá coceira como sintoma. Pessoas com pele muito secas, mulheres após a menopausa e pessoas idosas são bem mais suscetíveis.

Cuidados com o nosso cabelo

 

Não podemos nos esquecer do efeito dessa água quente no nosso couro cabeludo. Ele não agüenta muito tempo debaixo do chuveiro com essa água tão quente. Ocorre estimulação das glândulas produtoras de sebo e piora a oleosidade e a dermatite seborreica, aumentando a descamação do couro cabeludo e aparecendo a indesejável caspa. Então, se os cabelos tenderão a ficar mais oleosos, e evite cremes condicionadores tão pesados.E atenção, xampus vendidos livremente no comércio, não são tão eficazes para dermatite seborréica, oleosidade do couro cabeludo ou caspa, como os prescritos e manipulados pelos dermatologistas. Essa pode ser a razão de, literalmente, não ter conseguido se livrar desse problema.Dica prática: se o banheiro ficou com o espelho todo embaçado, você demorou demais no banho e/ou a água estava muito quente. Não fique portanto com a cabeça debaixo do chuveiro o tempo todo, apenas para enxaguar o cabelo, assim você tenta evitar o contato exagerado do couro cabeludo com essa água quente.
Outra coisa muito importante, é que se o banheiro está todo embaçado devido a umidade e ao vapor, você poderá também estar “destruindo” os princípios ativos dos cremes e protetores solares que estão dentro do armário desse banheiro…Prefira sempre lavar o cabelo horas antes de dormir, para que dê tempo dele secar naturalmente. Evite uso de secador de cabelo, mas se ele for necessário, aplique um produto com protetor térmico, antes de usar o secador, para tentar evitar os danos nesses fios.Sempre use condicionador nos cabelos. Se você tem cabelos muito finos ou se eles são muito oleosos, use apenas nas pontas, mas sempre use, pois os xampus abrem as cutículas dos fios e os condicionadores as fecham. Assim, eles estarão menos desprotegidos ao longo do dia. Você pode optar por condicionadores sem enxágüe, os conhecidos como “leave in”, e dê preferência para os produtos com filtro solar para proteger seus fios.

Varie os tipos de xampus que você usa e se lavar o cabelo todos os dias, alterne com xampus “anti-resíduos” ou “de uso diário”, para que não sejam sempre xampus agressivos. E o xampu que você usa, faz sim diferença. Mas se lembre de que: xampu é um cosmético de enxágüe, isto é, vai literalmente para o ralo, então não vale a pena comprar xampus caríssimos. Qualidade sim, mas exorbitância de preço não. Sempre peça orientações para um profissional especializado.

Guarde esse dinheiro extra para caprichar na qualidade dos produtos de tratamentos hidratantes, xampus ou máscaras capilares (hidratar a cada 7, 14 ou 21 dias dependendo do tipo de dano ao seu cabelo), ou mesmo fazer hidratação ou queratinização no cabeleireiro, ou ainda pagar consulta com uma nutricionista para dar ênfase a uma alimentação saudável.

Cuidados com o nosso corpo
Para nosso corpo, as recomendações nesse caso são bem simples: banhos rápidos, não tão quentes, sem bucha, sem sabonetes irritativos (preferir os sabonetes hidratantes), passar no chuveiro óleo de banho nos membros superiores e inferiores, passar hidratante nesses membros logo após se enxugar.

Cuidados com o nosso rosto

 

No outono percebemos nitidamente que nossa pele está mais ressecada, desvitalizada, manchada e com novas ruguinhas querendo aparecer, então devemos retornar ao nosso dermatologista para prescrição de novos cremes para uso noturno e diurno, com princípios ativos anti-oxidantes, estimuladores de colágeno e elastina, renovadores celulares, clareadores, rejuvenescedores, etc para “correr atrás do prejuízo”, pois caso contrário o dano nessa pele será cada vez mais intenso e cumulativo.Esses cremes já devem ser usados a partir dos 25 anos de idade, quando a partir de então, há queda progressiva da produção de colágeno ano após ano.Além disso, temos que avaliar a necessidade de peelings que terão resultados mais eficazes e mais profundos, já que geralmente precisamos cuidar daquela pele desidratada, desestimulada, e muito espessa.

É essencial avaliar se o protetor solar está adequado para sua idade, grau de hidratação da pele, grau de oleosidade, cor da pele, dano desta pele e se ele faz parte dos novos protetores solares, que tem tecnologia que possibilita aplicá-lo apenas uma vez ao dia, e não mais de duas em duas horas como os protetores solares mais antigos.

 

Dra Gisele Barbosa

Dermatologia Estética

Faculdade de Medicina da USP

 

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