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Verdadeira origem de comidas que você adora

Todos nós temos nossas comidas favoritas. Pizza, batata frita, lasanha, churrasco, sushi. Normalmente são gordurosas ou repletas de um sabor único, exótico e que nos deixa com água na boca só de lembrar. Mas você já parou para pensar nas origens desses alimentos que você tanto ama?

Pois bem. Lamentamos informar, mas certamente você foi enganado a vida inteira a respeito de quem foi o primeiro país ou a primeira pessoa a fabricar o seu prato favorito. Veja abaixo, portanto, as reais origens de alguns obras-primas da culinária mundial.

Macarrão com almôndegas

O macarrão com almôndegas, as famosas porpetas, também não surgiu na Itália. Bom, é verdade que ele foi criado por imigrantes sicilianos, mas não na Velha Bota e sim nos Estados Unidos.

Por isso se você visitar alguma cidade italiana e pedir aquele macarrão bem molhado, com muitas almôndegas, você será visto como louco, já que isso lá não é servido. Pelo menos não pelos tradicionais restaurantes italianos.

Lasanha

A lasanha é uma típica comida italiana, certo? Errado. Não se sabe bem qual é a origem certa da lasanha, mas sabe-se que não foi na Itália. Uma das fontes aponta que surgiu na Inglaterra, durante o reinado do Rei Ricardo II. Isso pode ser conferido em um livro de receitas do século XIV, chamado de Forma de Cury.

Outros, no entanto, acreditam que a famosa lasanha da nonna teria surgido na Grécia. De qualquer modo, o que você entende pelo prato hoje só foi possível a partir de 1492, quando Colombo chegou à América e levou o tomate para a Europa.

Batata frita

Devido ao McDonald’s muitas pessoas acham que as batatas fritas foram criadas nos Estados Unidos. Engana-se quem pensa isso, afinal na terra de George Washington eles chamam essas batatinhas de french fries, ou “batatas francesas”.

Porém elas também não nasceram na França e sim na Bélgica. De acordo com fontes do país, no século XVII era hábito que os pescadores fritassem os peixes que pescavam. Como os rios congelavam no inverno, passavam a cortar batatas no formato de peixe para fritá-los.

Durante a Primeira Guerra Mundial os estadunidenses fizeram uma visitinha a alguns restaurantes típicos e provaram essa iguaria. Aprovaram! Nomearam as batatas como french fries em homenagem ao idioma falado pelos belgas.

Nachos

Você está certo: os nachos nasceram mesmo junto aos mexicanos. Contudo não são parte da culinária mais tradicional do país como o mundo todo pensa. A história de sua criação é engraçada e até meio lendária.

Reza a lenda que havia um clube entre a fronteira mexicana e estadunidense chamado de Victory Club. Nele trabalhava um funcionário chamado de Ignacio “Nacho” Anaya. Durante um pedido realizado por mulheres norte-americanas, Nacho ficou sem ter o que servir, já que o chef havia sumido do restaurante e ninguém sabia dele.

O que Nacho fez? Milagre. Criou tortilhas de milho com queijo e pimenta jalapeño, apilidando-os de Nachos Especiales. A receita não só fez sucesso na hora como ganhou o mundo inteiro rapidamente!

Croissant

Quem vai a Paris não pode deixar de comer croissant. Afinal faz parte da pastelaria típica do país e da cidade, não é? Não! O croissant não foi criado pelos franceses. Essa comida surgiu na Áustria e seu nome original é kipferl, tendo surgido no século XIII, em Viena.

Por essa razão o croissant também é chamado de viennoiserie.

Acarajé

Nosso acarajé é prato típico da culinária baiana, mas suas raízes são mais antigas e remontam ao continenente africano. Ele é um empréstimo do àkará, que vem da África Ocidental e que surgiu como inspiração do falafel árabe.

Interessante dizer que esse bolinho de feijão-fradinho e cebola é uma comida sagrada, sendo oferecido aos orixás.

Pizza

Todos acham que a pizza, assim como a lasanha, nasceu na Itália. O que se entende hoje por pizza veio mesmo de Nápoles. Não é à toa que para uma pizza ser chamada de napolitana ela precisa ser certificada por autoridades!

Mas esse alimento com queijo, sobre uma massa com molho e cortada em fatias já existe na história humana há muito tempo. Tanto gregos quanto egípcios já comiam lanches parecidos com esse.

Além deles, hebreus e babilônios também comiam discos feitos de farinha. Claro que a chegada do tomate à Europa deixou esses discos ainda mais saborosos!

 

 

Conteúdo Gear Ceo

 

 

ORIGEM DOS RAMALHO DO BREJO DA PARAÍBA

Por volta do ano de 1755, o casal Pedro Leite Ferreira e Isabel Gomes de Almeida chegou à Parahyba. Veio da Bahia e se fixou no vale do rio Piancó, no lugar denominado Tapera, à margem direita do rio Genipapo onde se dedicou à criação de gado. Os oito filhos desse casal, quatro homens e quatro mulheres se espalharam pelos municípios de Conceição, Piancó e Teixeira formando três ramos genealógicos a começar de cada uma dessas áreas conforme estudo do padre Florentino Barbosa Leite. Segundo o mesmo historiador, que presidiu o Instituto Histórico e Geográfico Paraibano por vários anos, o braço dos Ramalho estabelecido no brejo da Paraíba é oriundo do ramo de Conceição.

Para não voltarmos muito ao passado, partimos dos irmãos Francisco Pinto Ramalho, casado com Alexandrina Leite Ramalho e Antônio Pinto Ramalho, casado com Constância Ramalho. Francisco, comerciante em Misericórdia (Itaporanga) viria a ser pai de Isidro Pinto Ramalho e de Clotilde Pinto Ramalho, entre outros nascidos da sua união com Alexandrina. Por sua vez, seu irmão Antônio Pinto Ramalho, agricultor em Manguenza, na mesma região, foi o pai de Luiza Pinto Ramalho. Os primos Isidro e Luiza, unidos em matrimonio, foram pais de Leonor Pinto Ramalho.

Como Clotilde Pinto Ramalho chegou ao brejo para se casar com o tenente da guarda nacional José Rodrigues da Costa Neto, senhor do engenho Poço Escuro? Clotilde era sobrinha de Águeda Rodrigues Ramalho casada com o coronel José Amâncio da Silva que migrou do sertão para Tacima, distrito de Araruna. Eram os pais de José Amâncio Ramalho, tido como fundador do lugar que denominou Boa Vista e depois, vila de Camucá e cidade de Borborema. Essa ligação familiar deve tê-la trazido ao brejo onde conheceu seu futuro marido. Desse casal nasceram os filhos Elísio, Maria do Carmo, Olindina, Euclides, Dalva, José Rodrigues Filho e Conceição. É poss& iacute;vel que o vigário colado de Bananeiras, padre José Euphosino de Maria Ramalho, tio Agueda e tio avô de Clotilde tenha facilitado esse conhecimento. Clotilde não se recuperou do último parto e, após breve enfermidade, veio a falecer, ainda jovem.

Leonor Leite Ramalho, filha de Isidro e de Luzia, ficou órfã muito jovem e foi trazida pelas mãos do padre Euphosino para a Casa de Caridade de Santa Fé para se educar e sobreviver, fugindo de uma seca que levara seu pai a migrar para o Maranhão, onde perdeu a vida, vítima de beribéri. Clotilde, primeira esposa do tenente José Rodrigues, como vimos, era tia de Leonor, a segunda esposa, esta levada para o engenho Poço Escuro para ajudar sua tia enferma a cuidar das crianças, algumas de berço, como a pequena Conceição. Leonor apegou-se às primas e não quis mais voltar à casa de caridade fundada pelo Mestre Ibiapina. “Uma moça solteira na casa de um viúvo, não pode dar certo”, teria dito o padre Euphosino ao sugerir o casamento de sua pupila com o viúvo de sua tia. Essa versão, proclamada em família, porém, foi desmentida pela certidão de óbito do vigário colado de Bananeiras. Este faleceu em 1º de agosto de 1905 e a última filha de Clotilde nascera em 1910. O casamento de Leonor, ocorreu em 1911 e a sugestão atribuída a Euphosino teria partido do seu sobrinho e adjunto, padre Severino Leite Ramalho, irmão de Águeda. Dessa  nova vida conjugal  do tenente Zé Rodrigues   nasceram os descendentes que receberiam o sobrenome Rodrigues Ramalho.

Do segundo casamento do tenente Zé Rodrigues nasceram Maria (Lica), Diomedes, Elpídio, Anatilde, Edite, Clotilde, ARLINDO, Elvídio, Maria de Lourdes e Maria Elita. Arlindo Rodrigues Ramalho é portanto, o décimo quarto filho dos dezessete que o senhor do Engenho Poço Escuro botou no mundo. O tenente era bom de espada. (Para o livro “ARLINDO RAMALHO, A CANDEIA ESPEVITADA DA UDN” )

 

 

TCE-PB discute recomendação para o Ministério Público devolver servidores aos órgãos de origem

tceO presidente do Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), conselheiro Arthur Cunha Lima, recebeu em audiência, nesta terça-feira (16), o procurador-geral de Justiça do Ministério Público da Paraíba (MPPB), Bertrand de Araújo Asfora. Na pauta, o cumprimento do acórdão do TCE que determina a devolução de todos os servidores públicos requisitados há mais de um ano no MPPB aos respectivos órgãos de origem.

A decisão do Tribunal de Contas da Paraíba, por meio do Acórdão 3.999, que trata da devolução dos servidores públicos requisitados, é de 1º de outubro de 2015 e foi publicada no Diário Oficial Eletrônico do TCE-PB no dia 9 de outubro do ano passado.

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O Acórdão foi aprovado em sessão da 1ª Câmara do TCE, tendo como relator o conselheiro Marcos Antônio da Costa. Na oportunidade, foi fixado um prazo de seis meses para que o procurador-geral Bertrand Asfora procedesse a devolução dos servidores requisitados há mais de um ano, sob pena de aplicação de multa.

Durante a reunião, o procurador-geral Bertrand Asfora informou da nomeação dos concursados pelo Ministério Público e a criação de uma comissão, no âmbito da administração do MPPB, que irá avaliar e preparar as medidas a serem tomadas até o dia 31 de março.

Também participaram da reunião o Corregedor Geral do TCE, conselheiro Fernando Catão; o coordenador da Assessoria Técnica da Procuradoria Geral de Justiça, promotor Francisco Seráphico Ferraz da Nóbrega Filho; o diretor administrativo do MPPB, Marcos Vinícius; e as servidoras Kálida Jeica (Recursos Humanos) e Keila Colaço (Assessoria Jurídica).

 iParaiba com Ascom

Cerca de 70% de novas doenças que infectam seres humanos têm origem animal

frangoCerca de 70% das novas doenças que infectaram os seres humanos nas últimas décadas têm origem animal,afirmou na segunda-feira (16) a agência alimentar das Nações Unidas, alertando que está se tornando mais comum que doenças mudem de espécies e se espalhem na população, em meio ao crescimento das cadeias de agricultura e de abastecimento alimentar.

A expansão contínua das terras agrícolas em áreas selvagens, juntamente com um ‘boom’ mundial da produção animal, significa que “o gado e os animais selvagens estão mais em contato uns com os outros, e nós mesmos estamos mais em contato com os animais do que nunca”, disse Ren Wang, diretor-geral assistente da área de agricultura e defesa do consumidor da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO).

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“Não podemos lidar com a saúde humana, a saúde animal e a saúde do ecossistema de forma isolada, temos de olhar para eles juntos, e abordar os condutores de surgimento de doenças, persistência e propagação, ao invés de simplesmente correr atrás das doenças depois que elas emergem”, acrescentou.

De acordo com o relatório ‘Pecuária Global 2013: Mudando as Paisagens das Doenças’, é necessária uma nova abordagem – mais holística – para a gestão de ameaças de doenças.

O relatório busca entender como as mudanças na forma como os humanos criam e comercializam animais têm afetado o modo como as doenças surgem e se espalham.

A globalização e as mudanças climáticas estão redistribuindo patógenos, vetores e hospedeiros, e os riscos de pandemia para os seres humanos causada por patógenos de origem animal são uma grande preocupação. Ao mesmo tempo, os riscos de segurança alimentar e resistência aos antibióticos estão aumentando em todo o mundo, diz a agência da ONU.

Foto: FAO/Giulo Napolitano
por Onu Brasil

Hulk relembra origem pobre e diz que se sentiu rico pela 1ª vez com R$ 500

Quando assinou o primeiro contrato profissional com o Vitória, em 2005, Hulk ligou para a mãe, em Campina Grande, e disse: “Vamos ficar ricos!” No contrato, um salário de R$ 500. Esse foi o ponto de partida de uma trajetória vitoriosa no futebol. Depois de uma curta e inexpressiva atuação no clube baiano, Hulk foi tentar a sorte do outro lado do mundo, se destacando em alguns clubes do Japão. Chamou a atenção do Porto e foi contratado em 2008, onde ficou por quatro anos e ganhou 11 títulos. No ano passado, Hulk trocou Portugal pela Rússia, protagonizando a maior transação do mercado futebolístico da temporada. O Zenit pagou uma quantia estimada em € 60 milhões pelo jogador, algo em torno de R$ 150 milhões.

Hulk e Iran - jogador do Zenit com esposa (Foto: Amanda Araújo / Revista Pitanga)Hulk ao lado da esposa Iran: amor que nasceu no
Japão (Foto: Amanda Araújo / Revista Pitanga)

Apesar do sucesso lá fora, foi a atuação de Hulk na Seleção Brasileira que tornou o seu futebol conhecido pelos brasileiros. De olho na próxima Copa do Mundo, o jogador não quer deixar escapar a chance de se manter entre os titulares. Com a saída do técnico Mano Menezes e a chegada de Luiz Felipe Scolari ao comando da seleção, Hulk afirma que vai trabalhar como nunca para ser visto pelo novo treinador e, assim, ter a chance de realizar o sonho de ser campeão mundial com a seleção.

No início do mês, dois dias antes de retornar ao Zenit, Hulk recebeu a Revista Pitanga para uma entrevista exclusiva. O apartamento do jogador em João Pessoa ainda tinha sabor de férias e enquanto o jogador tentava instalar o Playstation3 na TV e atendia alguns garotos do prédio para fotos e autógrafos, Iran, sua mulher, nos fez companhia.

Nascida em Boa Ventura, no Sertão paraibano, ela contou como os dois só se conheceram no Japão, aproximados pela Paraíba:

Outro dia uma moça beijou o Hulk na minha frente, na boca. O que eu podia fazer? Cair na risada, é claro”
Iran, esposa do paraibano Hulk

– Na saída de um restaurante brasileiro, uma amiga que estava comigo passou por ele perguntou se ele não era o ‘Hulk Paraíba’ que ela tinha visto no Orkut. Eu não estava nem prestando atenção na conversa, mas quando ouvi o nome Paraíba, me interessei. Ele pediu meu telefone, mas eu não dei. No Japão, jogador de futebol não tem a melhor fama do mundo. Então ele me deu o número dele e dias depois eu decidi ligar – contou aos risos.

Oito anos mais velha que o marido, Iran diz que não sente ciúmes, lida bem com o assédio da mulherada e conta que os dois são muito parceiros.

– Outro dia uma moça (uma fã, que o abordou no meio da rua) beijou o Hulk na minha frente, na boca. O que eu podia fazer? Cair na risada, é claro – conta aos risos.

O casal está junto há sete anos. E ela é mãe dos dois filhos do jogador, Tiago e Ian. Após esta conversa rápida e o fim da “operação vídeo game”, se deu início à conversa com Hulk.

Pitanga – O que você está achando das férias na Paraíba e o que tem feito todos esses dias?

Hulk: Estou achando chato porque vai acabar. (risos) Estou curtindo tudo. Fico muito tempo
longe e quando chego encontro duas cidades maravilhosas (ele passa as férias entre Campina Grande e João Pessoa), muita coisa boa para aproveitar, festas, praias e a família, claro. São seis irmãs e 14 sobrinhos. Quando estou aqui procuro ver os amigos. Infelizmente tenho pouco tempo e os meus amigos são muitos. É complicado, mas eu procuro ver todos, dá atenção a cada um e matar um pouco a saudade.

Hulk no show de Garota Safada (Foto: Krystine Carneiro / G1 PB)Hulk durante as férias: diversão e tempo para
reencontrar todos os seus amigos de Paraíba
(Foto: Krystine Carneiro / G1 PB)

O assédio dos fãs incomoda? Dá pra curtir uma praia com tranquilidade?

O assédio existe em qualquer parte do mundo. Mas procuro atender da melhor maneira possível. Eu jamais negaria uma foto, um autógrafo, não quero ser chato ou arrogante, nem que digam que não sei atender um fã. Eu comecei do zero e construí uma historia bonita, sou querido e bem recebido por onde passo e me sinto feliz com isso. Eu sinto demais o carinho das pessoas aqui. É bom saber que elas estão aprovando o modo como a gente carrega o nome da Paraíba. Quanto à praia, quando estou na água é mais tranquilo (risos).

O que dá mais saudade do Brasil quando está fora?

O clima e a família. Quando eu parar de jogar, o Brasil é o país que eu quero morar com minha mulher e meus filhos, mas, por enquanto, é o país que eu gosto de tirar férias. Quando estou aqui eu brinco muito, me divirto, mas tem uma hora que dá saudade de acordar cedo, treinar… Eu sinto falta da rotina.

Você tem uma vida aparentemente tranquila, nunca esteve envolvido em nenhum escândalo. Você se preocupa com isso? Toma alguma precaução?

Acho importante saber chegar e sair em qualquer lugar que eu entro. Saí de casa cedo e meus pais sempre trabalharam muito, mas eles me deram uma boa educação. Tive a felicidade de conhecer minha esposa, que me ensinou muita coisa e que me deu as coisas mais importantes que eu tenho na vida, que são meus dois filhos. Depois deles, tudo mudou. Comecei a ter mais responsabilidade. Antes de fazer qualquer coisa, penso primeiro na minha na família. Faço tudo para não magoá-los.

Você se tornou um grande jogador atuando no exterior. Como é voltar ao Brasil fazendo parte da seleção brasileira?

Minha vitória não foi fácil. Tive que fazer história fora do país para depois ser reconhecido aqui. Fui para o Japão muito cedo, depois para Europa, onde tudo começou a correr bem. O reconhecimento veio através da Seleção. Eu estava no Porto quando ocupei o meu espaço na Seleção e hoje sou respeitado por isso. Foi difícil, minha vitória ganhou gosto de mel.

Hulk com a medalha de prata olímpica (Foto: Amanda Araújo / Revista Pitanga)Hulk exibe a medalha de prata olímpica que conquistou com a Seleção nos Jogos de Londres
(Foto: Amanda Araújo / Revista Pitanga)

A sua transferência para o Zenit rendeu uma das negociações mais caras do futebol mundial. Como você se sente vindo de uma família humilde?

A gente quer mostrar que valeu a pena. Fico grato pelo meu trabalho ser bem visto, ser reconhecido. Fico feliz por entrar para a história do futebol. Sou o jogador que fez mais gols no
estádio do Dragão (novo estádio do Porto, inaugurado em 2003), por exemplo, e fico feliz por isso por conseguir tudo isso.

Você imaginou que um dia seria uma estrela do futebol?

Nunca imaginei. Desde criança eu queria ser jogador de futebol. Eu tinha dois ídolos, o Romário e o Ronaldo, e eles me inspiraram muito. Depois que cheguei no Vitória e assinei o meu primeiro contrato com 16 anos, eu vi que a minha profissão seria atleta profissional. Ali eu estava fazendo o que eu gostava e estava realizando um sonho. Assinei o contrato com o Vitória para ganhar R$ 500 por mês. Lembro que na época eu liguei pra minha mãe e disse: “Mãe, a gente vai ficar rico”. Eu nunca tinha visto tanto dinheiro. Depois de um ano o salário dobrou. E depois veio o Japão e as coisas melhoraram. Agradeço primeiro a Deus e depois ao futebol, que me deu tudo que eu tenho hoje.

hulk brasil treino (Foto: Mowa Press)Hulk: promessa de treino forte para continuar na
Seleção de Felipão até a Copa do Mundo
(Foto: Mowa Press)

Profissionalmente, já chegou aonde gostaria?

Eu gosto de correr atrás dos meus objetivos. Eu tinha o sonho de jogar na Seleção. Realizei esse sonho. Outro sonho é disputar a Copa do Mundo e eu vou trabalhar em cima desse objetivo para o mundial no Brasil e, se Deus quiser, ser campeão com a seleção.

A posição de atacante é a mais cobiçada de toda a Seleção. Você sente alguma pressão?

Quando se trata de Seleção, nenhuma posição é fácil de chegar. São muitos jogadores bons e poucas vagas. É pedir para continuar bem, pra não sofrer nenhuma lesão e ser lembrado na hora das convocações.

E esse apelido, Hulk, de onde vem?

Eu tenho desde os três anos. O meu pai conta que eu gostava de imitar o Hulk, que eu dizia que era forte, que queria levantar o bujão de gás da casa. Daí ele disse: ‘então o seu apelido vai ser Hulk’. E ficou até hoje. Se alguém me chama de Givanildo (Vieira de Souza) é capaz de eu nem olhar pra trás. (risos) Muita gente acha que é por causa do futebol, mas eu não sou muito alto e também não era tão forte quando comecei a jogar.

hulk, arte - zenit e seleção brasileira (Foto: Amanda Araújo / Revista Pitanga / Arte: William Araújo)O incrível Hulk: ao contrário dos que muito pensam, o apelido não nasceu nos tempos de jogador
(Foto: Amanda Araújo / Revista Pitanga / Arte: William Araújo)

Por falar na infância, que memória você tem dessa época?

Principalmente de quando eu jogava futebol com os amigos no Parque da Criança, em Campina Grande, e nenhum de nós tinha condição de pagar um transporte. Então a gente saia do Zé Pinheiro (bairro pobre da cidade) para o Parque do Povo (área pública onde é realizada o Maior São João do Mundo) ou para o Ginásio Meninão a pé apenas para jogar futebol. Ninguém tinha dinheiro pra comprar o lanche e o treinador era quem comprava. Essas dificuldades ficaram como aprendizado.

 

 

Globoesporte.com

Projeto de Cássio exige identificação prévia de origem das operadoras telefônicas

Todas as companhias telefônicas serão obrigadas a promover identificação prévia da prestadora de destino das chamadas realizadas pelo usuário. Pelo menos é o que sugere projeto de lei apresentado nesta quarta-feira (12) pelo Senador Cássio Cunha Lima (PSDB/PB). “Apesar dos relevantes benefícios que a portabilidade numérica proporcionou para a comodidade do usuário e a competição no setor, depois da aprovação desta minha proposta, o usuário terá a seu dispor mais um instrumento para reduzir seus gastos com a conta telefônica”, frisou Cássio.

De acordo com a justificativa apresentada pelo Senador Cássio Cunha Lima ao PL (que propõe alterar a Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997) o custo das chamadas telefônicas no Brasil tem como relevante componente o valor pago por uma prestadora de serviço pela utilização da rede de outra, conhecido como tarifa de interconexão. Em outros termos, uma chamada originada e terminada na rede da mesma prestadora (chamada intrarrede) é mais barata que uma chamada originada na rede de uma prestadora e terminada na rede de outra (chamada inter-rede), já que dispensa o pagamento do referido valor. Nesse sentido, as companhias telefônicas disponibilizam uma série de planos de serviço com preços distintos entre os diferentes tipos de chamadas.

“Até meados de 2009, como os recursos de numeração utilizados por uma prestadora estavam vinculados a prefixos específicos, era possível para o usuário identificar, mediante observação desses prefixos, se a chamada por ele realizada tinha como destino sua própria operadora, o que permitia um maior controle de gastos”, pondera o senador paraibano. Com a implementação pela ANATEL da portabilidade numérica – facilidade a partir da qual é possível mudar de operadora de telefonia e manter o número original do telefone – esse controle foi inviabilizado. “Isso porque uma prestadora pode deter, na sua base, recursos de numeração antes utilizados por outras empresas”, completou Cássio Cunha Lima.

“Assim, em que pesem os relevantes benefícios que a portabilidade numérica proporcionou para a comodidade do usuário e a competição no setor, faz-se necessária a previsão de outros mecanismos que facilitem a vida do consumidor na fruição dos serviços telefônicos”, ressaltou. Nesse contexto, com a identificação prévia da prestadora de destino da chamada, como proposto na iniciativa em tela, o usuário terá a seu dispor mais um instrumento para reduzir gastos com a conta telefônica. No caso da telefonia móvel, por exemplo, seria possível substituir o chip de uma operadora pelo chip de outra, buscando o menor valor das ligações.

Paraíba Já