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Prefeito reeleito aconselha opositores a deixarem cidade e insinua que só dará água a aliados; vídeo

lucildoO prefeito reeleito da cidade de Damião, Lucildo Oliveira, do PSB, protagonizou uma cena polêmica ao sugerir, durante a comemoração pela vitória nas urnas, que seus adversários deixem a cidade e se mudem para São Paulo em busca de emprego.

Ovacionado por eleitores e aliados, Lucildo disse que só “terão vez os que votaram a favor de Damião” e insinua que só disponibilizará água para quem for seu aliado. “Agora vão atrás dos babões pedir água”, disparou.

Lucildo venceu a disputa contra Eleonora Diniz (PSD), com 53,11% dos votos.

Confira o vídeo:

MaisPB

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Denúncia: jovens opositores teriam sido treinados pelos EUA para desestabilizar governo da Venezuela

O ministro dReproduçãoe Relações Interiores, Justiça e Paz da Venezuela, Miguel Rodríguez Torres, denuncia a participação dos Estados Unidos nos protestos e manifestações violentas que tiveram início no país no último dia 12 de fevereiro. Torres acredita que as ações foram realizadas com base em um ‘Manual de Desestabilização’ criado para derrubar governos eleitos democraticamente, como é o caso da Venezuela.

As ações, segundo informou o ministro durante uma entrevista coletiva, são viabilizadas pela OTPOR, organização financiada pelos Estados Unidos, que treina os jovens no intuito de realizar “um espetáculo midiático para justificar a substituição ilegítima do governo”. Sérvia e Ucrânia, países que enfrentaram conflitos recentes, também foram apontadas como alvos dessa manipulação.

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Em princípio, as ações foram divulgadas como sendo organizadas por movimentos estudantis independentes e insatisfeitos com a série de problemas sociais enfrentados no país, mas, com a intensa participação da ultradireita, viu-se que era uma estratégia da oposição para conseguir aplicar um golpe de Estado, explica documentário da Agência Venezuelana de Notícias (AVN).

Com o passar dos dias as manifestações foram deixando o caráter pacífico e se tornando cada vez mais violentas. “Eles seguiam instruções. A estratégia era o espetáculo. Só um momento falso ou vários pré-fabricados são necessários para fazer o mundo acreditar que a Venezuela vive uma ditadura. Esses grupos violentos preparam o terreno para justificar uma intervenção estrangeira”, narra o vídeo.

Reprodução

Torres denunciou ainda que o que se está vivendo na Venezuela começou em 2010, quando um grupo de jovens foi levado ao México para ser “adestrado” por pessoal da OTPOR. Gaby Arellano, Vilka Fernández, do Movimento 13, pessoas da Juventude Ativa Venezuela Unida (Javu) de Valência e Yon Goicochea foram alguns dos que estiveram no México sendo preparados para implantar o terror nos dias de hoje, apontou o ministro.

As manifestações midiáticas com a utilização de jovens, sobretudo de classe média e média alta, que se apoiam nos ideais de um líder de direita, são conhecidas como “golpe suave” ou “revolução de cores” e são mais sutis que os golpes de Estado tradicionais, pois permitem justificar midiaticamente a derrubada do governo. Mas a Venezuela não foi a única vítima. Sérvia, Ucrânia, Iugoslávia e Geógia também são apontados como alvos quando passaram por momentos de desestabilização e troca de governo.

Informações filtradas pela Wikileaks em 2012 dão conta de que o fundador da OTPOR é colaborador da empresa estadunidense privada de inteligência Stratfor. Em 2013, outra informação veio à tona por meio da Wikileaks. A organização Canvas (fundada pelo líder da OTPOR) junto com a Stratfor traçava um caminho para que a ultradireita venezuelana conseguisse derrubar Hugo Chávez. Os mesmos documentos informavam como preparar os movimentos estudantis para a derrocada do líder da Revolução Bolivariana. Hoje, os mesmo personagens, mas com metodologias diferentes, estariam tentando derrubar Nicolás Maduro.

 

 

Adital

Ex-secretária de Saúde de Campina diz que opositores de Veneziano pregam “calamidade do exagero”

 

Marisa Agra prova com números que ex-prefeito deixou dinheiro em caixa para pagar servidores e que saúde não está um caos, como diz a oposição

A ex-secretária municipal de Saúde de Campina Grande, Marisa Tôrres de Moura Agra, distribuiu nota com a Imprensa comprovando com números que a saúde do Município não está um caos, como dizem os opositores do ex-prefeito Veneziano Vital do Rêgo. Sob o título “Saúde pública de Campina: a calamidade do exagero!”, a carta assinada por Marisa comprova que Veneziano deixou R$ 11.523.499,92 para pagar a parte dos funcionários que não recebeu em dezembro e mostra que as acusações da oposição em relação ao setor de saúde não passam de verbalização caluniosa que tem o único objetivo de macular a imagem do ex-prefeito.

Na íntegra, a carta assinada pela ex-secretária:

Saúde pública de Campina: a calamidade do exagero!

 

Uma coisa é fato: parte dos funcionários da SMS não recebeu o 13º salário e o mês de dezembro.

Fato inconteste: entre os dias 28 e 29 de dezembro de 2012 foram transferidos, do Fundo Nacional de Saúde para o Fundo Municipal de Saúde, R$ 11.523.499,92, recursos estes destinados ao custeio da saúde, à média e alta complexidade e pagamento de pessoal.

Por que a gestão de saúde pretérita não efetuou os pagamentos do 13º e do mês de dezembro? Porque não houve tempo hábil. Porque os recursos foram transferidos entre os dias 28 e 29/12/2012 (sexta e sábado), e os citados recursos só ficam disponíveis 48 horas após a transferência entre as contas. Ou seja, a disponibilidade se daria após o dia 02/01/2013, já sob a responsabilidade da nova gestão. Isto posto, fica mais que esclarecido que existiam recursos para honrar os compromissos. O que não houve foi tempo.

As unidades de saúde sempre estiveram abastecidas de medicamentos, e não é prudente formar estoque para posterior utilização.

Esta afirmação tem a sua veracidade no eco das emissoras de rádios da cidade, onde, até o final de dezembro, não existiram reclamações da população relacionadas à falta de medicamentos.

Até nas adversidades, quando a Biofast, unilateralmente, cancelou o contrato com a SMS, nos superamos, e não houve descontinuidade da realização de exames laboratoriais à população, cujos serviços foram prestados pelos Laboratórios do HUAC, da Fundação Rubens Dutra e demais conveniados ao SUS.

Na área de urgência e emergência, leia-se ISEA, SAMU, UPA 24 horas e Hospital da Criança e do Adolescente, não houve nenhuma carência de profissionais habilitados. Ao contrário, o Hospital da Criança, ISEA e UPA 24 horas, mesmo no período natalino, dispunham de escala de médicos de causar inveja à rede privada. Quem precisou de assistência médica nesse período sabe bem do que estamos falando.

Em que pesem os ajustes sempre necessários em qualquer gestão e as críticas à gestão do ex-prefeito Veneziano, foi a sua administração que ousou implantar um Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR), um avanço que contemplou as 23 categorias de profissionais da saúde.

Outro fato incontestável foi a franca expansão no âmbito da Estratégia de Saúde da Família. Em oito anos, o número de equipes passou de 34 para 94. Bairros/cidades, a exemplo das Malvinas e José Pinheiro, experimentaram pela primeira vez o acesso integral à atenção primária.

Fazendo-se um balanço da saúde pública em Campina nos últimos oito anos, vê-se que avançou e muito. Ampliação do ISEA, regionalização do SAMU 192, instalação de quatro Farmácias Populares, implantação do Código Sanitário, implantação dos NASF (Núcleos de Apoio à Saúde da Família), construção da UPA 24 horas porte III, instalação do Hospital da Criança e do Adolescente, incremento da Saúde Mental, implantação do Saúde Itinerante, implantação da Saúde Auditiva, CRANESP, SAE, CTA, implantação de Postos de Apoio de Saúde nos mercados públicos (Malvinas, Liberdade), Feira da Prata e Feira Central, reforma e ampliação de Unidades Básicas de Saúde da Família, e quase que triplicação do PSF.

A saúde de Campina não é perfeita, como desejamos que fosse. Tampouco é o caos que se vem propalando. Mas, em que pese arcar com o ônus de mais de 180 municípios que aqui recorrem em busca de algum serviço de saúde, nós avançamos, e avançamos muito. Isso não se pode negar!

Nossa afirmação, não é por assim dizer, da boca pra fora. Afinal, índices que medem o desenvolvimento dos municípios e qualidade de vida, a exemplo do Índice FIRJAN (http://www.firjan.org.br/ifdm/consulta-ao-indice/consulta-ao-indice-grafico.htm?UF=PB&IdCidade=250400&Indicador=4&Ano=2010), que mede o desenvolvimento numa escala que vai de 0 a 1, indica que o município de Campina Grande, na saúde, atingiu alto grau de desenvolvimento, passando no período compreendido entre 2005 e 2010, de 0,6607 para 0,8014. Muito além do período compreendido entre 2000 e 2005, onde houve um discreto aumento nesse índice, de 0,6091 para 0,6607.

Estes não são meros argumentos. São fatos e registros incontestes. Agora, resta que a roda continue girando e que trabalhemos todos por uma saúde cada vez melhor para a nossa população e à população referenciada. Este é o nosso maior desejo. Continuo de mangas arregaçadas em prol da saúde!

Campina Grande, 05/01/2013

 

Marisa Tôrres de Moura Agra

Ex-secretária de Saúde de Campina Grande