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Zenóbio diz que Célio quer confundir a opinião pública dando ao caso das supostas agressões um inexistente viés político

zenobioEm contato através do WhatsApp na tarde desta quinta-feira (20) com o prefeito de Guarabira, Zenóbio Toscano, cujo o mesmo foi citado por Célio Alves, de ter certa ligação com a família da jovem de 17 anos, supostamente agredida por Célio em seu apartamento em João Pessoa, disse que ele (Célio) está buscando uma saída para confundir a opinião pública, dando ao caso viés político.

Zenóbio disse que tomou conhecimento deste fato envolvendo o secretário do governador Ricardo Coutinho, na tarde desta quinta-feira, através das redes sociais,  quando retornou à Paraíba. ZT estava em Brasília desde a ultima segunda-feira (17).

“Não conheço a mãe da moça, nem nunca vi, e nem dei qualquer tipo de ajuda”.

portalmidia

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Sheherazade volta ao SBT Brasil, mas sem dar opinião

rachelA jornalista Rachel Sheherazade volta a apresentar o telejornal SBT Brasil nesta segunda-feira (14), mas não vai mais poder dar sua opinião nos telejornais da emissora. A medida vale para todos os jornalistas da emissora.

Em comunicado oficial distribuído nesta segunda-feira (14), o SBT informa ter decidido que os comentários em seus telejornais serão feitos unicamente pelo seu departamento de jornalismo, na forma de editorial, que serão identificados como tal com uma tarja na tela.

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Segundo a emissora, “a medida tem como objetivo preservar nossos apresentadores Rachel Sheherazade e Joseval Peixoto, que continuam no comando do ‘SBT Brasil'”.

Veja o comunicado do SBT na íntegra:

Em razão do atual cenário criado recentemente em torno de nossa apresentadora Rachel Sheherazade, o SBT decidiu que os comentários em seus telejornais serão feitos unicamente pelo jornalismo da emissora em forma de editorial.

Essa medida tem como objetivo preservar nossos apresentadores Rachel Sheherazade e Joseval Peixoto, que continuam no comando do “SBT Brasil”.

 

 

brasil247

Jornal FOCANDO A NOTÍCIA abre espaço para a opinião do leitor; envie seus comentários

 

opiniaoO jornal FOCANDO A NOTICIA está com sua 2ª edição a todo vapor e, nele, o leitor tem espaço garantido. O periódico tem um lugar especial para a publicação de comentários dos leitores, a sua visão sobre os problemas que ocorrem na sua cidade ou região e até mesmo sobre as matérias publicadas no jornal. Para ter seu comentário publicado basta mandar e-mail para jornal@focandoanoticia.com.br.

O nosso jornal é feito especialmente pensando no leitor e ele só existe porque há essa peça fundamental que não para de funcionar um só instante. Nada do que escrevemos, nada do que publicamos, teria sentido caso não houvesse, do outro lado do nosso trabalho, esse ser especial que faz questão de acompanhar de perto o que noticiamos. Toda notícia que escrevemos tem o único objetivo de deixar o leitor bem informado.

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Pensando dessa forma a equipe do FOCANDO A NOTÍCIA reserva um espaço especial para você, leitor, onde serão publicados comentários curtos, a exemplo dos veiculados no nosso site, mas que irão garantir que a sua contribuição chegue até nós.

Para que isso aconteça, basta que você envie a sua opinião para o e-mail jornal@focandoanoticia.com.br. O comentário será avaliado pela editoria e liberado para publicação. Além disso, sugestões de pautas também são aceitas.

 

 

Redação/Focando a Notícia

Observatório coleta opinião da sociedade sobre rádios e TVs públicas

RADIO e TVO Observatório da Radiodifusão Pública na América Latina lançou a pesquisa “Cidadão e Meios Públicos” a fim de saber o nível de satisfação do cidadão brasileiro em relação às emissoras públicas – rádios e TVs educativas. A investigação é realizada pela Internet propiciando que ouvintes e telespectadores de qualquer parte do Brasil possam participar.

Segundo os promotores da pesquisa, o preenchimento do questionário é rápido, simples e pode ser concluído em menos de 30 minutos. Para acessá-lo, clique aqui.

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As perguntas demandam respostas objetivas, mas estão abertas – se forem consideradas pertinentes – para comentários. A pesquisadora Nelia Del Bianco orienta os participantes da pesquisa: “é importante que o questionário seja respondido até o fim, quando aparecerá a mensagem de agradecimento. Caso não seja totalmente preenchido as respostas não serão registradas”.

Os dados pessoais solicitados no final serão usados única e exclusivamente para classificar de modo agregado o perfil daqueles que responderam. Nome, endereço ou qualquer outra forma de identificação pessoal inexistem. O email servirá para que todas as pessoas que colaboraram com a pesquisa recebam informações sobre o resultado da análise.

 

Fenaj

Pesquisa: 71% dos homens preferem mudar opinião a brigar com mulheres

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Um estudo divulgado pelo Data Popular Instituto de Pesquisa mostrou que as mulheres têm grande poder de decisão dentro dos lares – e que os maridos concordam com isso.

 

O levantamento, feito no último trimestre de 2012 com 800 homens casados de 44 cidades, mostrou que 86% dos homens atribuem às mulheres a decisão de compras no supermercado; 79% deixam elas decidirem o destino da viagem de férias da família; e 71% não se importam de deixar o próprio estilo também a cargo delas. Além disso, 58% afirmaram que o carro da família é de responsabilidade da mulher, assim como 53% deixam a elas o comando do computador.

 

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Quando o assunto é dinheiro, 61% afirmam que as parceiras conferem sua conta no banco e sabem exatamente o quanto eles ganham. Ainda 79% têm certeza de que as esposas possuem dinheiro guardado sem eles saberem. A palavra final também é delas: 71% dos homens afirmam preferir mudar de opinião para não brigar com a mulher.

 

Terra

O fosso que se abre entre opinião pública e opinião publicada

el-paisChávez não era Chávez. A foto exibida no último dia 24 de janeiro pelo “El País”, jornal conservador espanhol, havia sido retirada de um vídeo médico de 2008, que mostrava um homem anônimo em coma.

Uma rápida e simples checagem teria revelado o erro grotesco e primário. No entanto, o “El País”, espécie de sucursal ibérica do antichavismo, resolveu arriscar para ver se “colava”. Não colou. Um internauta percebeu logo o erro e o jornal teve de retirar a foto e pedir desculpas. Tirou a foto e imediatamente colocou em si mesmo uma grande e vergonhosa “barriga”, nome que se dá, no jargão jornalístico, a erros desse tipo.

O episódio não é um fato isolado, um simples erro ocasional. Ao contrário. É emblemático de um tipo de jornalismo que se tornou bastante comum, especialmente na América do Sul.

Na Venezuela, na Argentina, no Equador, no Brasil e em outros países do subcontinente pratica-se, com inquietante desenvoltura, um tipo de jornalismo que tem por hábito diário distorcer ou mesmo falsear a realidade.

Os retratos pintados diuturnamente pela mídia tradicional sobre a situação atual desses países apontam para um quadro de caos, desagregação social e política e falta de rumo que encontram pouca ou nenhuma correspondência com a realidade objetiva. Parecem “fotos” grosseiramente retocadas por um photoshop concebido para enfear, ou mesmo simples falsificações, tal como a imagem do suposto Chávez hospitalizado.

No Brasil, por exemplo, há uma década que boa parte da mídia tradicional e oligopolizada divulga “fotos” e “retratos” das supostas mazelas dos governos do PT, apresentados, quase que invariavelmente, como absolutamente incompetentes, irremediavelmente corruptos, solertemente antidemocráticos e francamente desastrosos.

Por aqui, a velha mídia também não se cansa de lançar mão de barrigas homéricas. Basta lembrar a ficha falsa da presidenta Dilma Rousseff, publicada pela “Folha de S.Paulo” em sua capa. Ou então as inúmeras falsas denúncias veiculadas pela revista “Veja” ao longo dos últimos anos, jamais comprovadas, entre elas a suposta conta de Lula no exterior ou o dinheiro que teria sido remetido pelas Farc ao Partido dos Trabalhadores.

Pelo que se divulga em boa parte dessa mesma mídia, o país vive um processo acelerado de decadência desde 2003, quando o governo liderado pelo PT substituiu o “competente”, “limpo” e “democrático” governo de tintas paleoliberais, que havia colocado a nação no rumo “correto” da “modernidade”.

Bem, seria fastidioso enumerar aqui os claros êxitos dos recentes governos brasileiros. Basta fazer análise objetiva dos principais indicadores socioeconômicos para se chegar à inevitável conclusão de que o Brasil, nos últimos dez anos, mudou substancialmente para melhor.

Estudo mundial do Boston Consulting Group, divulgado há poucos meses e solenemente ignorado, coloca o Brasil como o país que mais se destacou na qualidade recente de seu desenvolvimento.

Assim, se alguém quiser entender o que aconteceu no Brasil na última década, não encontrará respostas fidedignas na cobertura da imprensa conservadora. Terá de recorrer a blogs e sites alternativos e a fontes estrangeiras, ou então fazer suas próprias pesquisas.

A imagem do Brasil recente construída por parte expressiva da grande mídia tradicional está tão longe da realidade quanto a foto do homem hospitalizado dista do autêntico Chávez. Na tentativa incansável de “furar” os governos progressistas recentes, produz-se uma pletora de “barrigas”, numa espécie de vale-tudo midiático.

Trata-se, portanto, de uma mídia-barriga, que fábrica notícias distorcidas, enviesadas, exageradas e até mesmo falsas, de forma sistemática. Uma mídia que convive melhor com figuras do submundo do que com a verdade.

Esse distanciamento da realidade, que beira a esquizofrenia, é preocupante. Porém, não é o único. Há também o claro descolamento entre a opinião publicada e a opinião pública. A primeira dedica ódio profundo ao PT e seus governos. Já a segunda consagra Lula e Dilma com recordes de popularidade.

Não por acaso a mídia tradicional passou, nos últimos anos, a questionar a legitimidade do voto popular. Com a candura que lhe é peculiar, ressuscitou a “tese Pelé”, construída na ditadura, segundo a qual o “povo não sabe votar”. Aqueles que votam com a situação o fazem por que são manipulados e desinformados, escravos do Bolsa Família que não têm o hábito de ler Veja e outros modernos bastões do Iluminismo. É um voto que, no fundo, segundo essa concepção, não conta, ou não deveria contar.

Isso nos leva ao terceiro e mais preocupante distanciamento ou descolamento. O distanciamento entre parte da mídia conservadora e a democracia. Em tempos recentes, segmentos da nossa mídia tradicional, honrando uma notável tradição, não se acanharam em aplaudir e defender golpes militares ou “brancos” contra governos progressistas da América Latina, como aconteceu na Venezuela, em Honduras e no Paraguai.

Autoridades eleitas e reeleitas, em pleitos livres e lisos, são tratadas caricatamente como “ditadores”, “caudilhos” e “populistas”, gentalha que ameaça a “democracia”. Provavelmente uma “democracia” sem povo e sem voto, que assegura a independência das instituições, desde que elas sejam conservadoras, e a alternância de poder, desde que entre forças políticas da direita, como no pacto político de Punto Fijo, que dominava, com o aplauso da mídia, a Venezuela pré-Chávez.

Obviamente, nada disso é novidade. A velha mídia do Brasil e de outros países do subcontinente sempre foi muito conservadora. No passado, apoiou ditaduras e esmerou-se na crítica a partidos de esquerda e a movimentos sindicais e sociais a eles associados.

A novidade está em que parte dos países da América do Sul é governada hoje por forças políticas que romperam, até certo ponto, em maior ou menor grau, com a agenda neoliberal que levou os partidos de direita e centro-direita da região à ruína política.

Surgiram ou chegaram ao poder novas forças políticas. De repente, essa mídia, acostumada com o oligopólio político de uma pequena elite, secundada pelos setores conservadores da classe média, viu seu poder de influência decrescer consideravelmente.

Nessa nova conjuntura, a velha mídia revela a sua verdadeira e feroz face: a de um partido de oposição que não mede esforços para recuperar a sua antiga hegemonia e que não tem pudor em atropelar a verdade e as normas básicas do bom jornalismo, colocando em risco a democracia que diz tanto defender.

Entretanto, essa mídia ainda detém firme monopólio da produção e difusão da informação. A internet, por certo, cria circuitos alternativos de debate democrático. Porém, é ilusão pensar que ela, por si só, é capaz de quebrar o monopólio da informação. Na realidade, esse monopólio é também reproduzido no mundo online. A informação destoante ainda é francamente minoritária e escassa.

O Brasil precisa de uma mídia mais aberta, profissional, democrática e, sobretudo, plural, como recomenda, aliás, o relatório intitulado “Uma mídia livre e pluralista para sustentar a democracia europeia”, elaborado recentemente, no âmbito da União Europeia. E seu governo precisa, sim, de críticas consistentes e fundamentadas, e não da atual cachoeira de panfletos histéricos, denúncias vazias, textos mal apurados e mal escritos.

Isso demandaria, obviamente, que se iniciasse um debate amplo, franco e livre sobre a extrema concentração da propriedade dos meios de informação no país. Mas esse é, ao menos por enquanto, um tema tabu, interditado pela mídia conservadora, que alega que tal debate representaria uma ameaça à liberdade de expressão e à democracia.

Uma alegação tão falsa quanto a foto do Chávez no “El País”.

 

 

viomundo.

Pesquisa Opinião/Arapuan mostra Cartaxo com 62,5% e Cícero com 25,6%

O candidato a Prefeitura de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PT), tem 62,5% das intenções de voto para o 2º turno. Já o candidato do PSDB, Cícero Lucena, aparece com 25,6% das intenções de voto. Os dados são da pesquisa Arapuan/Opinião, realizada entre os dias 20 e 21 de outubro.

A pesquisa mostra também que 7,5% das intenções de voto são de brancos ou nulos e 4,4% do eleitorado da Capital ainda está indeciso. Esses números são referentes a pesquisa estimulada.

O instituto Opinião realizou a pesquisa com 882 eleitores a partir de 16 anos de idade em 41 bairros da Capital.
Pesquisa Estimulada para Prefeito de João Pessoa:

Luciano Cartaxo (PT) – 62,5%
Cícero Lucena (PSDB) – 25,6%
Brancos/Nulos – 7,5%
Indecisos – 4,4%

Na pesquisa espontânea a maior diferença fica entre os votos de Luciano Cartaxo, que aparece com 58,7%, quase quatro por cento a menos que a pesquisa estimulada. O candidato Cícero Lucena aparece com 24,1% na pesquisa espontânea.

Pesquisa Espontânea para Prefeito de João Pessoa:

Luciano Cartaxo (PT) – 58,7%
Cícero Lucena (PSDB) – 24,1%
Brancos/Nulos – 6,3%
Indecisos – 10,9%

paraiba.com.br

Pesquisa do instituto Opinião aponta Polyana com 50 e Mayene com 42 pontos

Pesquisa do Instituto Opinião, encomendada pela rádio LIBERDADE 96 FM, e divulgada no programa “Liberdade Notícias” da sexta-feira (17), mostra a atual prefeita e candidata à reeleição, Yasnaia Polyana (PT) com oito pontos de vantagem sobre a candidata de oposição, Mayene-Van (PMDB).

De acordo com os números, na pergunta estimulada (quando são dados os nomes das candidatas) a petista aparece com 50,2% das intenções de voto, contra 42% da peemedebista.

Brancos e nulos somam 1,5% e indecisos 6,3%.

Já na espontânea – quando não são dados nomes – Polyana aparece com 47,7 e Mayene com 41,5%. Brancos e nulos, 1,5 e indecisos somam 9,3%.

A pesquisa foi feita com 400 eleitores, nos dias 13 e 14 de agosto.

Foram ouvidas 316 pessoas na cidade, divididas nos seguintes bairros: Carvalhadas, Francisco Pereira (Casinhas), Centro, Francisco Paulino, Janduir Carneiro, Jardim Rogério, Nova Vida, Pereiros, Petrópolis, Santo Amaro e Vida Nova.

Já na zona rural foram entrevistadas 84 eleitores, nos seguintes sítios: Alagadiço, Arruda Câmara, Assentamentos (Margarida Alves, Jacú e Timbaúba), Barra, Cachoeira, Canoas, Estrelo, Gameleira, Juá, Lagoa Escondida, Maria dos Santos, Monte Alegre, Paula, Ponteiro, Coatiba, Retiro, Santa Maria, São Braz, São João, Trincheira, Umari, Várzea Comprida (Leites e Oliveiras).

A margem de erro da pesquisa é de 4,9 pontos para mais ou para menos, com margem de confiança estimado de 95%.

Levando em consideração a margem de erro, pode-se afirmar que Polyana varia de 55,1% (máxima) a 45,3% (mínima), enquanto que Mayene entre 46,9% (máxima) e 37,1 (mínima).

A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral, sob o protocolo PB-00044/2012.

Naldo Silva – Liberdade 96 FM