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Cresce em 29,6% o número de clientes que trocaram de operadora de telefone celular

Sete em cada dez clientes que fizeram o pedido de portabilidade do número de telefone no país, no primeiro semestre deste ano, fizeram a troca de linhas móveis para aparelho celular. São 1,56 milhão dos 2,18 milhões de pedidos registrados, segundo a ABR Telecom (ABR Telecom).

Na comparação com o mesmo período do ano passado, o volume de pessoas que levou o número para outra operadora de celular aumentou 29,6%. O crescimento é de 357 mil pedidos a mais do que os 1,2 milhões de 2015.

A portabilidade do número de celular é garantida por lei e existe desde setembro de 2008. Até agora, foram 32,5 milhões de transferências efetivadas, sendo que 20,4 milhões foram de linhas móveis de celular (63% do total).

A competitividade entre as operadoras e a busca dos clientes pela melhor relação custo-benefício estão impulsionando a portabilidade.

 A pesquisa feita pela Proteste, entidade de Defesa do Consumidor, com diferentes perfis de uso, mostra uma diferença grande entre os valores das mensalidades. No Rio de Janeiro, por exemplo, a diferença anual chega a R$ 1.811,88, entre o plano mais barato (R$139 por mês) e o mais caro (R$ 289,99 por mês).  Na cidade de São Paulo, o preços dos planos com maior volume de dados, varia entre R$ 169  por mês e R$ 289,99 por mês. A economia anual com a troca do mais cara pelo mais barato é de R$ 1.451,88.

 

Nos planos de celular mais popular, com oferta de dados que variam entre 50 minutos e 1GB (gigabyte) e 150 minutos e 2 GB (gigabytes), o valor mais barato é R$ 39,99 no Rio de Janeiro e R$ 44,90 em São Paulo.  Já os mais caros, para este perfil, custam R$ 79,99 por mês nas duas cidades. A vantagem na troca é de R$ 480 por ano no Rio de Janeiro.

“Os clientes estão mais atentos e querem economizar. Os planos ainda são caros no Brasil e o preço varia entre uma operadora e outra”, disse Maria Inês Dolci, coordenadora institucional da Proteste.

R7

 

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TJ realiza mutirão e movimenta mais de 300 processos da operadora TIM

O Tribunal de Justiça da Paraíba, por meio do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos, iniciou, na segunda-feira (24), devendo prosseguir até à quinta-feira (27), mais um mutirão de conciliação, envolvendo a operadora de telefonia TIM. O Esforço concentrado ocorre no Fórum Cível da Capital, das 08 às 12h, e das 14 às 18h. Mais de 300 processos foram selecionados para negociação.
O mutirão envolve os processos que já se encontram em tramitação na Justiça e que têm como parte impetrada a operadora de telefonia, nas questões que dizem respeito às relações de consumo. São queixas contra cobranças indevidas, reclamações de inclusão em cadastro de restrição ao crédito e quebra de contrato.
A desembargadora Maria de Fátima Bezerra Cavalcante, diretora do Núcleo de Conciliação e Mediação do TJPB, esteve no local onde os trabalhos estão sendo realizados e avaliou a iniciativa do Tribunal de Justiça, que não vem medindo esforços para reduzir as demandas processuais através  do acordo. Segundo ela, a idéia é solucionar os conflitos e buscar a satisfação de ambas as partes.  “Nossa preocupação é, não apenas reduzir a demanda de processos, mas também promover o consenso entre as partes litigantes, de maneira que todos saiam satisfeitos. Ganha a Justiça, que cumpre com sua missão jurisdicional, e ganha a sociedade”, observou a magistrada.
A cultura da conciliação tem recebido o incentivo do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Observa-se que os tribunais do país estão buscando esse método e aperfeiçoando essa prática. Na atual gestão do desembargador Abraham Lincoln da Cunha Ramos, sob a direção da desembargadora Fátima Bezerra Cavalcanti, o Núcleo de Conciliação – desde sua implantação, avançou e já promoveu várias ações voltadas para a solução dos conflitos.
Para a magistrada, o Judiciário não pode ser mais visto apenas como um poder que julga processos, defere pedidos e decide contendas. “É sobretudo uma instituição que oferece alternativas à sociedade na arte de se aplicar a Justiça. Prima pela satisfação das partes, para que, ambas, se sintam satisfeitas com o resultado”, enfatizou.
O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB/PB, advogado Odon Bezerra, prestigiou a abertura do mutirão e manifestou a satisfação dos advogados com a iniciativa. “Os advogados observam com bons olhos ações como essas, voltadas para atender o cidadão, que enxerga a realização de uma justiça célere, rápida e eficaz, para satisfação dos que se socorrem do Judiciário”. Ele lembrou a realização de vários mutirões promovidos pelo TJ nos juizados especiais e nas varas cíveis. “São experiências positivas que resultam na conciliação para satisfação de todos”, disse.
TJ

Anatel deve proibir operadora de celular de fazer nova cobrança quando ligação cair

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deve passar a proibir as operadoras de telefonia celular de cobrarem por novas chamadas para um mesmo número caso a ligação caia. A medida vem depois de o Ministério Público do Paraná ter acusado a TIM, com base em relatório da própria Anatel, de derrubar intencionalmente a ligação dos clientes do plano Infinity para ganhar a mais pela cobrança de uma nova chamada. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

A medida da Anatel atingirá todas as operadoras, mas a TIM deve ser a mais afetada. A proposta é dar 2 minutos para que as pessoas refaçam suas ligações sempre que houver uma queda, independente do motivo. Durante esse período, as operadoras não poderão cobrar pela nova chamada.

No dia 7 de agosto, O Ministério Público do Paraná ingressou com ação judicial solicitando a retomada da suspensão das vendas de chips da operadora de telefonia TIM Celular no estado. A medida tem por base relatório da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) segundo o qual a operadora derrubou de propósito as chamadas feitas pelo  plano Infnity – em que o usuário é cobrado por ligação, não pelo tempo de duração da conversa.

As conclusões da agência se deram depois de monitoramento em todo o Brasil, comparando quedas entre usuários do Infinity aqueles que não tem o plano. Segundo a Anatel, em um único dia –  8 de marco deste ano – a TIM derrubou 8,1 milhões de ligações e faturou, com isso, um extra de R$ 4,3 milhões.

A assessoria da Anatel não confirmou a informação dada pelo jornal, mas disse estar apurando o assunto.

Rede Brasil Atual