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Prefeitura de Bayeux firma parceria com ONG de Araruna para doação de mudas

Uma cidade mais ecológica. A Prefeitura de Bayeux, através da Secretaria de Meio Ambiente firmou uma parceria com a Associação de Formação e Incentivo para o Nordeste karente (AFINK), para implantar o projeto “Muda”, que disponibilizará mudas de plantas nativas para ações de educação ambiental na cidade.

Cerca de 600 mudas foram disponibilizadas pela AFINK. Nessa terça-feira (23), uma equipe do grupamento de defesa ambiental foi até a cidade de Araruna, buscar as mudas que irão ser utilizadas nas ações ambientais em Bayeux. “Além de plantar essas mudas, é importante que todos se envolvam na preservação do meio ambiente, pois esse cuidado é necessário para o futuro”, relatou o comandante da Guarda Ubiratan Nascimento.

Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, Fabiana Donato, a parceria entre a Secretaria de Meio Ambiente e a ONG AFINK  é de grande importância para a implantação de um trabalho de educação ambiental em Bayeux. “Essa é uma pequena contribuição ao meio ambiente que a AFINK está nos proporcionando. Firmamos mais um ano de parceria e esperamos a colaboração de toda sociedade bayeuxense no plantio destas mudas […] Plantar uma árvore é mais que um gesto, é a garantia de um futuro melhor”, contou.

Secom PMB

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ONG põe Brasil em lista de sistemas de saúde vulneráveis a epidemias

epidemia-300x199A Organização Save The Children colocou o Brasil em uma lista com 72 países que, segundo a ONG, possuem sistemas de saúde vulneráveis a epidemias graves como a do ebola, que atingiu principalmente países da África Ocidental e matou quase 10 mil pessoas.
O relatório, divulgado nesta terça-feira (3), mediu fatores como a proporção de profissionais em relação à população, além das taxas de mortalidade infantil e materna, indicadores efetivos do estado do atendimento médico.
De acordo com o documento, isso significa que os países são vulneráveis e estão muito expostos caso ocorra uma propagação do ebola ou outra epidemia similar.
Segundo a ONG, é provável que ocorra uma nova crise devido aos deslocamentos maiores e mais constantes entre as populações dos diferentes lugares e pelo surgimento de doenças transmitidas de animais para humanos.
Ranking
Na lista das 72 nações, o Brasil é considerado “o melhor entre os piores”, com melhor atendimento médico. Logo após vem Quirguistão, Uzbequistão, Azerbaijão e Egito.

 

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A China ocupa a 12ª posição e a Índia está em 55º lugar. Entre as últimas colocações estão o Chade (71), Nigéria (70), Afeganistão (69), Haiti (68), Etiópia (67) e República Centro Africana (66). Em último lugar está a Somália, com o sistema de saúde mais precário do mundo.

 

Em seu relatório, a ONG também inclui, para efeitos de comparação, uma lista dos países com o melhor atendimento médico do mundo, na qual, de um total de dez, a Austrália figura em primeiro lugar, seguida por Canadá, Alemanha, Itália, Japão e Noruega.

 

A Espanha ocupa o sétimo lugar, seguida por Suécia, Reino Unido e Estados Unidos

 

Mais investimentos financeiros

 

No relatório, um dos descobridores do ebola, o microbiólogo belga Peter Piot, diretor da Escola de Higiene e Medicina Tropical de Londres, apoia o pedido da ONG por mais investimentos financeiros para fortalecer os sistemas de saúde dos países pobres, para o acesso universal.

 

“Devido ao surgimento futuro de doenças infecciosas, e também por todas as mortes e doenças desnecessárias que ocorrem todos os dias e passam despercebidas, temos a responsabilidade de capacitar e dar suporte para sistemas de saúde funcionais e resistentes em todo o planeta”, afirma o especialista.
A ONG estima que o custo da operação para conter o ebola na África Ocidental chega a US$ 4,3 bilhões. No entanto, segundo seus cálculos, uma melhora nos sistemas de saúde desses países teria custado US$ 1,58 bilhão.
Segundo balanço mais recente da Organização Mundial da Saúde, a OMS, 23.729 pessoas foram contaminadas pelo ebola e 9.604 morreram em decorrência da epidemia. Os países mais afetados são Serra Leoa, Libéria e Guiné. Os dados são de 25 de fevereiro.
Cúpula em Bruxelas
Antes da realização nesta terça de uma cúpula sobre o ebola em Bruxelas, a ONG pede aos líderes mundiais que “aprendam com as lições da epidemia” na África Ocidental.
“Um sistema de saúde mais forte conseguiria conter o ebola em sua raiz, salvando a vida de milhões de crianças e economizando milhões”, afirma a organização, que pede o envolvimento de entidades como o Fundo Monetário Internacional (FMI).

 

A Save the Children pede aos governantes que, além de reconstruir os sistemas de saúde de Libéria, Serra Leoa e Guiné, se comprometam em criar uma cobertura sanitária universal em todos os países, com investimentos de pelo menos 15% de seu orçamento nacional à saúde.
Além disso, propõe que os novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, que substituirão os Objetivos do Milênio e serão discutidos na ONU em setembro, incluam o compromisso de promover uma cobertura de saúde universal, e que os líderes mundiais se comprometam a acabar com as mortes evitáveis de mulheres, recém-nascidos e crianças até 2030.

 

G1

Secretaria de Segurança contesta ONG que colocou JP entre as 50 cidades mais violentas do mundo

revolver11A secretaria de Segurança e da Defesa Social da Paraíba divulgou uma nota contestando os números divulgados pela ONG mexicana Consejo Ciudadano para la Seguridad Pública y Justicia Penal que colocou João Pessoa como uma das 50 cidades mais violentas do mundo em 2014.

Confira a nota na íntegra:

No que se refere ao estudo publicado pela ONG mexicana Consejo Ciudadano para la Seguridad Pública y Justicia Penal, que diz trazer a lista das cidades mais violentas do mundo em 2014,  a Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Seds) da Paraíba esclarece que:

Os números da pesquisa não se baseiam em dados oficiais e sim em notícias reproduzidas pela mídia e projeções com uma metodologia não explicada para o ano todo. Assim, não refletem a realidade da redução de homicídios em João Pessoa, quando comparados os anos de 2013 e 2014.

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De acordo com o Núcleo de Análise Criminal e Estatística da Seds, a Capital da Paraíba teve 481 assassinatos em 2014, 7% a menos do que o contabilizado em 2013 (515). Dessa forma, a publicação traz uma quantidade de homicídios 29% maior do que a realidade para o ano passado.

Outro dado oficial do Nace é que em 2010 a cidade de João Pessoa apresentava taxa de homicídios de 71,3 (por 100 mil habitantes) e depois do Programa Paraíba Unida Pela Paz, desde 2011, a taxa caiu para 61,6 em 2014.

Ainda em relação a João Pessoa, o próprio estudo afirma, na página 16, que errou nos números da edição anterior. Traz também que não foram encontradas referências do ano passado e por isso foi tomada a taxa estimada de 2013 (1º semestre) para 2014, apesar de os dados de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) serem divulgados regularmente, e de forma trimestral, na página do Governo do Estado da Paraíba (www.paraiba.pb.gov.br). A pesquisa tenta justificar que tais dados parciais foram utilizados dessa forma porque “se houvesse acontecido queda nos números ela teria sido festejada pelas autoridades da Paraíba”.

A Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social lamenta que  um levantamento frágil e desprovido de consistência ou metodologia científica apropriada esteja sendo utilizado de forma sensacionalista por parte de alguns que tentam confundir a opinião pública.

Por fim, a Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social reafirma seu empenho no enfrentamento à violência, principalmente aos crimes contra a vida, e o comprometimento na divulgação de dados oficiais de CVLI no Estado.

Secretaria de Estado da Segurança e da Defesa Social

Secom PB

Riqueza de 1% deve ultrapassar a dos outros 99% no mundo até 2016, diz ONG

desigualdadeA partir do ano que vem, os recursos acumulados pelo 1% mais rico do planeta ultrapassarão a riqueza do resto da população, segundo um estudo da organização não-governamental britânica Oxfam.

A riqueza desse 1% da população subiu de 44% do total de recursos mundiais em 2009 para 48% no ano passado, segundo o grupo. Em 2016, esse patamar pode superar 50% se o ritmo atual de crescimento for mantido.

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O relatório, divulgado às vésperas da edição de 2015 do Fórum Econômico Mundial de Davos, sustenta que a “explosão da desigualdade” está dificultando a luta contra a pobreza global.

“A escala da desigualdade global é chocante”, disse a diretora executiva da Oxfam Internacional, Winnie Byanyima.

“Apesar de o assunto ser tratado de forma cada vez mais frequente na agenda mundial, a lacuna entre os mais ricos e o resto da população continua crescendo a ritmo acelerado.”

Desigualdade

A concentração de riqueza também se observa entre os 99% restantes da população mundial, disse a Oxfam. Essa parcela detém hoje 52% dos recursos mundiais.

Porém, destes, 46% estão nas mãos de cerca de um quinto da população.

Isso significa que a maior parte da população é dona de apenas 5,5% das riquezas mundiais. Em média, os membros desse segmento tiveram uma renda anual individual de US$ 3.851 (cerca de R$ 10.000) em 2014.

Já entre aqueles que integram o segmento 1% mais rico, a renda média anual é de US$ 2,7 milhões (R$ 7 milhões).

A Oxfam afirmou que é necessário tomar medidas urgentes para frear o “crescimento da desigualdade”. A primeira delas deve ter como alvo a evasão fiscal praticada por grandes companhias.

O estudo foi divulgado um dia antes do aguardado discurso sobre o estado da União a ser proferido pelo presidente americano Barack Obama.

Espera-se que o mandatário da nação mais rica – e uma das mais desiguais – do planeta defenda aumento de impostos para os ricos com o objetivo de ajudar a classe média.

Conheça 50 bilionários brasileiros no ranking da “Forbes Brasil”

O bispo Edir Macedo, 69, e sua família figuram na lista de bilionários da “Forbes Brasil”, com fortuna estimada em R$ 2,91 bilhões. Ele é o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus, que inaugurou o Templo de Salomão, em São Paulo. A maior parte de seu patrimônio vem da Rede Record, que comprou do colega Silvio Santos em 1990 Rafael Andrade/Folha Imagem

UOL

ONG e Hemocentro usam personagem de acidente para chamar atenção sobre a doação de sangue

hemocentroO Hemocentro de João Pessoa e a ONG  Doe Sangue PB  encontraram uma nova forma de chamar a atenção da população sobre a importância de doar sangue. Durante a coleta externa realizada neste sábado (13) no  Parque Sólon de Lucena, foi utilizado um personagem que simulava ter sido vítima de um acidente de trânsito.

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“Quando vi esse rapaz ferido no rosto, tive um susto e pensei que fosse verdade”, disse a professora Anaíde dos Santos Silva, 42 anos, que mora no Bairro Costa e Silva e decidiu fazer a sua doação. O mesmo gesto teve o comerciário José Félix do Nascimento, 29 anos, morador do bairro do Geisel, que aproveitou a folga do trabalho para exercer a sua cidadania e fazer um gesto de solidariedade. “Eu sofri um acidente de moto e sei o valor que tem uma bolsa de sangue em momentos como esse”, comentou.

A coleta externa realizada neste sábado foi uma das dez programadas para acontecer durante todo esse mês e que já faz parte do calendário mensal do Hemocentro de João Pessoa. Ainda este mês vão acontecer coletas externas no Dia 17 no município  de Mamanguape;  dia 18 no Sistema Correio de Comunicação, no centro de João Pessoa,  dia 19 no laboratório de análises Clínicas Roseane Dore, no Bairro de Manaíra e fechando a  programação do mês a última coleta externa de sangue  será realizada no dia 20 na Igreja Batista do Jardim Cidade Universitária, no bairro de Manaíra.

A diretora geral do Hemocentro Sandra Sobreira explica que o objetivo das coletas externas é reforçar o estoque e atender à demanda dos hospitais.  A direção do Hemocentro  faz um apelo para que as pessoas compareçam aos locais e façam a sua doação, pois o Hemocentro precisa manter o estoque de sangue regular. Em datas comemorativas o Hemocentro realiza  campanhas para sensibilizar as pessoas sobre a importância do ato de doar sangue, um gesto humano, solidário e que ajuda a salvar vidas.

“ Conclamamos todas as pessoas que por ventura estejam passando por esses locais  que façam a sua doação para  que possamos manter regular o nosso estoque e assim garantir o atendimento a todos aqueles que precisam do sangue”, destacou a chefe do Núcleo de Ações Estratégicas do Hemocentro, Divane Cabral.

Sobre a ONG -, o Doe Sangue PB conta com cerca de 50 voluntários, sendo 30 mais ativos que seguem e divulgam os conteúdos do movimento nas redes sociais Twitter, Facebook e Instagram. Somando todos os seguidores do movimento, cerca de 10.000 são atingidas, mas segundo Thiago, apesar do grande número de pessoas algumas vezes eles encontram dificuldades.

Thiago Gonçalo Gomes idealizou o movimento que sse trabalho voluntário surgiu na observação da necessidade de doação para uma amiga. “ Neste momento eu percebi a dificuldade em conseguir doadores, então surgiu a ideia da criação de uma conta no Twitter para divulgar informações para a população” revelou.

Condições para ser doador de sangue

– Ter idade entre 16 e 69 anos (se for menor de 18 anos é necessária a autorização do responsável legal);

– Pesar acima de 50 quilos;

– Ter dormido normalmente nas últimas 24 horas;

– Estar alimentado, com intervalo de duas horas após o almoço;

– Evitar alimentos gordurosos na véspera e no dia da doação;

– Não ter tido hepatite após os 11 anos de idade;

– Não estar gripado, resfriado, com febre ou diarreia;

– Não ter ingerido bebida alcoólica nas últimas 12 horas;

– Não ter comportamento de risco para doenças sexualmente transmissíveis;

– Não estar grávida ou em período de amamentação. A menstruação e o uso de pílulas anticoncepcionais não impedem a doação;

– Respeitar o intervalo entre as doações que devem ser de dois meses para os homens e de três meses para as mulheres.

As pessoas interessadas em doar sangue e precisarem tirar qualquer dúvida ou marcar uma coleta externa, podem ligar para o telefone (083) 3218-7698.

Assessoria

Quem compartilha preconceito na web pode ser punido, diz ONG

Assim que o resultado das eleições presidenciais foi divulgado, às 20h de domingo, os comentários sobre a participação dos votos do Nordeste na vitória da candidata do PT, Dilma Rousseff, começaram a surgir nas redes sociais. Segundo o diretor-presidente da organização não governamental (ONG) SaferNet Brasil, Thiago Tavares, as páginas que exibem violações aos direitos humanos serão investigadas e seus autores poderão ser punidos. Ele explica que, assim como quem cria, quem compartilha um conteúdo de ódio e preconceito também pode ser responsabilizado criminalmente.

Tavares, que é professor de direito da informática da Universidade Católica de Salvador, disse que desde domingo a ONG  recebeu 421 denúncias referentes a 305 novas páginas nas redes sociais, especialmente no Twitter e no Facebook, com o objetivo de promover o ódio e a discriminação contra a população de origem nordestina. “Lamentavelmente, tudo indica que essas manifestações devem continuar crescendo ao longo desta semana também”, disse o professor.

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As denúncias feitas após a divulgação do resultado do segundo turno são 342,03% maiores em relação àquelas recebidas no dia 5 de outubro, do primeiro turno das eleições. E, segundo ele, 662,5% maiores em relação às no dia 26 de outubro de 2013, fora do contexto eleitoral. “Diante de uma campanha tão polarizada e tão radicalizada, é difícil muitas vezes conter o ímpeto de alguns usuários que resolvem descarregar nas redes as suas frustrações e seu preconceito em relação à população nordestina”, disse.

Para Tavares, o mais preocupante é que existem usuários que não são tipicamente criminosos, mas compartilham mensagens de ódio que muitas vezes são postadas “por grupos de extrema direita, de orientação neonazista, inclusive, que se sentem legitimados, fortalecidos e encorajados em momentos como este e encontram nesses eleitores inconformados uma espécie de instrumento para propagar esse tipo de mensagem de ódio e desestabilizar o País”.

A ONG foi criada em 2005 com foco na defesa dos direitos humanos na internet e é operada em parceria com a Polícia Federal e o Ministério Público Federal. As denúncias podem ser feitas de forma anônima na página da SaferNet, apenas copiando o link da página que tem a violação. A Lei 7.716, de 1989, pune, com pena que pode chegar a cinco anos de reclusão, aquele que utiliza os meios de comunicação social, como a internet, para promover o ódio e a discriminação em razão da raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

Para o professor do Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília, Sadi Dal Rosso, algumas pessoas acusam os nordestinos de votar apenas por causa de algum benefício financeiro que recebam do governo, sem se preocupar com o projeto social como um todo. “O governo agora tem esse papel de dialogar, há um laço comum no País, até porque a Dilma teve votos de Norte a Sul. Não há desunião no País, mas questões ideológicas que debatemos quando o ‘sangue sobe à cabeça’; ações concretas para elevar as condições de vida da população são importantes, políticas reais e afirmativas para diluir essas questões”, disse o sociólogo.

Para Dal Rosso seria problemático se surgissem movimentos de rua truculentos, como alguns que atuaram nas manifestações de junho de 2013, mas ele diz que já viu um usuário pedindo desculpas nas redes sociais por ter usado “expressões muito duras”, reconhecendo os exageros, o que, para ele, indica que o clima pode estar esfriando.

Segundo Tavares, há dois exemplos emblemáticos de crime de ódio na internet. “Nas eleições de 2010, a estudante de direito da Universidade Mackenzie, Mayara Petruso, de 21 anos, declarou no Twitter, logo que saiu o resultado, que os usuários da rede deveriam fazer um favor a São Paulo e matar um nordestino afogado. Em razão dessa mensagem, ela foi condenada pela Justiça Federal, perdeu o estágio, teve que prestar serviço comunitário, pagar multa, o que gerou um transtorno para a vida dela”, contou.

O outro caso aconteceu nas eleições deste ano. Segundo Tavares, uma auditora do Trabalho da Bahia foi indiciada por usar as redes sociais para pregar a violência física e o ódio contra nordestinos. “Os casos estão começando a chegar ao Judiciário e ele tem se pronunciado no sentido de condenar as pessoas que tem usado a internet para essa finalidade”, completou.

Agência Brasil

ONG faz vídeo para que motorista deixe de lavar carro em tempo de crise

campanhaAo estacionar seu veículo imundo em um lava-rápido, o motorista é surpreendido por uma linda mulher, funcionária do estabelecimento. Munida de roupas minúsculas, a jovem sensualiza enquanto parece limpar o automóvel. De repente, se afasta e vai embora. Ao sair do carro, o rapaz lê o recado escrito no capô: “Não chove, não lavo.”

O relato descreve as cenas que são exibidas na nova campanha da ONG The Nature Conservancy, lançada nesta quarta-feira (22) na internet para estimular a economia de água em São Paulo. Divulgado no YouTube, o vídeo pede que motoristas deixem de lavar seus carros enquanto a cidade não é agraciada com a chuva.

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O viral cômico integra ação encabeçada há um mês pela instituição. O primeiro vídeo, mais informativo, explicava o objetivo da campanha. Segundo Marcelo Moura, diretor de marketing da TNC no Brasil, a ideia é discutir alternativas para minimizar o drama atual, sem questionar politicamente o tema.

“A medida de curto prazo é se sensibilizar e fechar a torneira. Vai ter que cai na moda. Sabemos dos problemas do passado, do que deveria ter sido feito, mas o que queremos é mobilizar a população porque esse é um trabalho de todos neste momento”, defende.

A linguagem e o canal são as apostas da ONG para arrematar seguidores e preservar o que resta de água nos reservatórios. “A gente está em um nível tão crítico de reserva e abastecimento, que precisamos de economia. Toda gota é válida. Achamos que través de uma campanha divertida na internet as pessoas vão passar para os seus contatos e vamos conseguir a adesão”, aposta.

Campanha quer conscientizar população a economizar o pouco que resta de água nos reservatórios (Foto: Divulgação The Nature Conservancy (TNC))

Desenvolvida para circular apenas nas mídias digitais, a campanha também pede que as pessoas postem fotos de seus carros sujos na rede social Instagram, utilizando a hashtag #NaoChoveNaoLavo. No site da ação (http://www.naochovenaolavo.com.br), já é possível ver as imagens divulgadas pelos participantes. “Desde o início pensamos em explorar a brincadeira porque é nela que o brasileiro acaba viralizando e conscientemente aderindo”, acredita Moura.

O vídeo utiliza estereótipos possivelmente questionáveis – a mulher gostosa, o mecânico machão, o motorista babão – para contar a história e transformá-la, ao final, em uma mensagem surpreendente. O diretor revela que a ONG, até agora, não recebeu críticas negativas. “Está tudo bem. A gente até ficou bem apreensivo se deveria ir por esse caminho, avaliamos todos os riscos, é uma comunicação bem revolucionaria para a instituição”, explica.

Criada em 1951 nos EUA, a The Nature Conservancy (TNC) trabalha no mundo todo com o objetivo de proteger a natureza e preservar a vida. A ONG está presente em mais de 35 países. No Brasil desde 1988, desenvolve trabalhos em cinco biomas – Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica e Pantanal. Mais informações no site: http://www.tnc.org.br/

G1

Primeira ONG formada por pessoas com HIV faz 25 anos e alerta sobre prevenção

hiv-210x146Primeira ONG no Brasil formada por pessoas com HIV e aids, amigos e familiares, o Grupo pela Vidda completa neste mês 25 anos. Foram muitas as conquistas do trabalho feito ao longo de mais de duas décadas, de acordo com o vice-presidente do Grupo, George Gouvea, mas os desafios continuam grandes, sobretudo, no que se refere à prevenção. Recentes dados do Ministério da Saúde mostram que 12 mil pessoas morrem de aids no Brasil e 40 mil são infectados pelo HIV anualmente.

“Muito foi conquistado nos últimos 25 anos, com destaque para o acesso aos antirretrovirais e a uma plataforma relacionada aos direitos humanos e à cidadania dos soropositivos. Contudo não podemos viver do passado. Os desafios se renovam a cada dia e ameaçam algumas conquistas”, disse ele, ao ressaltar que os números de mortes e de infectados não podem ser considerados “naturais”.

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O presidente lembra que a ONG foi fundada no Rio de Janeiro em 24 de maio de 1989 por pessoas infectadas pelo HIV, quando o tratamento era muito difícil, e o preconceito e a discriminação eram mais acentuados do que hoje.

Na próxima terça-feira (20), o Pela Vidda receberá a Medalha Tiradentes da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) pelos 25 anos de trabalho. A entrega da medalha será aberta ao público, às 19h, no plenário da Alerj.

Atualmente o tratamento é gratuito e permite que os pacientes vivam normalmente. Mas, no caso da prevenção, a ONG alerta que a falta de políticas de prevenção e o diagnóstico tardio têm colaborado para aumentar o número de contaminações e a mortalidade.

AgenciaBrasil

‘Justiceiros’ invadem casas, agridem e entregam gays à polícia na Nigéria, diz ONG

gays-nigeriaAtivistas de direitos humanos informaram neste sábado (15) que um grupo de 40 homens armados com paus e pedras agrediu 14 jovens homossexuais e entregou quatro deles à polícia para que fossem presos pela nova lei que criminaliza contra as relações entre pessoas do mesmo sexo.

A nova medida, aprovada em janeiro, penaliza as relações homossexuais com até 14 anos de prisão. A lei também proíbe as manifestações e as reuniões de ativistas pelos direitos de gays, lésbicas, bissexuais, transgêneros e transexuais.

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Segundo Ifeanyi Orazulike, do Centro Internacional de Defesa pelo Direito à Saúde, os homens saíram durante a madrugada de quinta e invadiram casas de uma favela da capital Abuja. Moradores da região ouvidos pelo ativista disseram que eles “queriam limpar o bairro” com a retirada dos gays.

Eles fariam parte de um grupo de “justiceiros”, que costuma agredir ou matar quem comete delitos como furto e roubo.

Os homens levaram pelo menos quatro das vítimas para postos da polícia, onde disseram terem recebido chutes e socos de policiais, enquanto ouviam palavras pejorativas e ameaças de prisão. Alguns dos agredidos foram ameaçados de morte por policiais e “justiceiros” e tiveram as casas pichadas.

Os quatro enviados à polícia foram liberados na noite de quinta por falta de provas de que eles seriam gays. Questionado, o vice-chefe da polícia de Abuja, Altine Daniel, afirmou que não tinha informações sobre o assunto.

A nova lei provocou o aumento do número de prisões de homossexuais na Nigéria. Em janeiro, pelo menos 50 pessoas foram presas em quatro Estados nigerianos acusadas de ter relações com pessoas do mesmo sexo, a maioria trazida por grupos de moradores “justiceiros”.

Embora o país seja dividido entre muçulmanos e cristãos, ambos os lados concordam com a punição aos homossexuais. A medida foi duramente criticada pela União Europeia, os Estados Unidos e organizações de direitos humanos.

Folha de São Paulo

JP, CG e mais 14 cidades brasileiras estão entre as 50 mais violentas do mundo, diz ONG

ViolênciaEm 2012 eram 14 cidades; no ano de 2013, 15. Em 2014, o relatório anual da ONG mexicana Conselho Cidadão Para a Segurança Pública e Justiça Penal adicionou mais um município brasileiro ao ranking de 50 cidades com maior índice de homicídios do mundo.

A maioria das “mais violentas” está no continente americano (46 cidades), e na América Latina, em particular (41). Os países latino-americanos com maior problema de violência são Honduras, Venezuela, Guatemala, El Salvador, México e Brasil.

Três cidades brasileiras aparecem no Top 10, Maceió (5), Fortaleza (7) e João Pessoa (9). Campina Grande, a Rainha da Borborema, também aparece na lista, em 25º. Na lista divulgada um ano atrás, João Pessoa estava em 10º e Campina não aparecia.

Com uma taxa de 187 homicídios a cada 100 mil habitantes, a cidade hondurenha de San Pedro Sula ocupou pelo terceiro ano consecutivo a liderança do ranking. O segundo lugar fica com Caracas, capital da Venezuela, e, em terceiro, Acapulco, no México, com taxas de 134 e 113, respectivamente, a cada 100 mil habitantes.

Saíram da lista as seguintes cidades que figuravam na lista de 2012: Brasília e Curitiba, no Brasil; Barranquilla, na Colômbia; Oakland nos EUA e Monterrey no México. Todas estas tiveram taxas inferiores ao 50° colocado, Valencia, na Venezuela

As 16 cidades brasileiras que estão na lista são:

– Maceió (AL) com 79,8;

– Fortaleza (CE) com 72,8;

– João Pessoa (PB) com 66,9;

– Natal (RN) com 57,62;

– Salvador (BA) com 57,6;

– Vitória (ES) com 57,4;

– São Luís (MA) com 57,0;

– Belém (PA) com 48,2;

– Campina Grande (PB) com 46,0;

– Goiânia (GO) com 44,6;

– Cuiabá (MT) com 44,0;

– Manaus (AM) com 42,5;

– Recife (PE) com 36,8;

– Macapá (AP) com 36,6;

– Belo Horizonte (MG) com 34,7 e

– Aracaju (SE) com 33,4.

 

Abaixo, confira a lista completa:

 

 

Revista Forum