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Mulher sofre golpe em grupo da OLX e acredita que golpista é de Belém, na PB

Uma senhora moradora da cidade de Dona Inês, na Paraíba, caiu no golpe de vendas de produtos em um grupo do OLX e perdeu R$ 150,00 reais. O golpe aconteceu na última quarta-feira (16) porém, a mulher só denunciou o crime na manhã desta quarta-feira (23) durante participação na Rádio Talismã FM 99,3 com Fábio Dutra (apresentador) e Pedro Júnior (repórter).

A vítima contou que estava olhando as publicações no aplicativo e teria se interessado em um conversor de antena da marca Oi. Ao gostar do produto, a senhora fechou negócio com o vendedor que se passava por morador da cidade de Mari, na Paraíba. Ela contou que pediu para o mesmo entregar o produto em Dona Inês, onde residi.

“Ele disse que não podia vir, mas mandava o produto por outra pessoa para entregar em mãos na cidade de Belém”, relatou.

O vendedor chegou a repassar características e o contato do whatsapp da pessoa que iria fazer a entrega. A vítima relatou que o vendedor ligava informando o trajeto. Ela veio à cidade de Belém e não encontrou ninguém no local combinado.

“Quando cheguei não encontrei ninguém. Depois de alguns minutos apareceu um rapaz na garupa de uma moto Pop e perguntava se eu era a mulher que queria comprar o conversor. Eu disse que sim. Ele chegou a oferecer 30 reais a mais pelo produto dizendo que comprava de novo. Eu não quis, peguei os 150 reais, paguei e ele foi embora”, relatou a vítima

A mulher disse que quando chegou em casa e foi verificar o material, a caixa tinha apenas a carcaça do produto. Ela disse que quando foi conversar com o vendedor no whatsapp, o golpista já tinha bloqueado o contato.

“Eles fizeram facebook e whatsapp falsos. Colocaram a foto de um conversor novo e no momento da entrega foi outra coisa. Fui lesada. Fui vítima de pessoas com mau caráter que não tem Deus no coração e nem na vida e ficam enganando as pessoas. Ele pensou que tinha se lucrado com 150 reais, mas eu acho que não. A lei do retorno é pesada e eu entrego nas mãos de Deus. Esse valor não dá pra pessoa ter uma vida digna. A vida digna tem que procura fazer o bem”, finalizou.

A senhora afirmou que o golpista nunca foi morador da cidade de Mari e acredita que ele é da cidade de Belém, na Paraíba. Ela orientou as pessoas a terem cuidado com esse tipo de ação criminosa.

Blog do Pedro Júnior

 

 

PRF recupera carro roubado que condutor diz ter comprado no site OLX

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba apreendeu um carro roubado que o condutor disse ter adquirido no site OLX. A apreensão foi feita no posto da PRF em Bayeux, na região metropolitana de João Pessoa, neste domingo (1).

O motorista informou que comprou o carro há dois meses. O veículo estava adulterado, segundo informações do núcleo de comunicação da PRF-PB. O homem foi autuado por receptação culposa, que é a situação sem intenção criminosa.

O motorista e a família foram liberados após registro de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). O automóvel ficou retido e o homem teve o prejuízo da compra fraudulenta.

 

clickpb

 

 

OLX descumpre decisão judicial e consumidores devem ficar atentos a golpes na plataforma

A empresa OLX, responsável por agrupar uma rede de vendas online, condenada a apresentar “mecanismos de compliance e checagem da autenticidade da identidade do usuário perante este juízo, sob pena de arbitramento de multa por descumprimento desta decisão”, continua descumprindo a decisão do 6º Juizado Especial Cível, em João Pessoa. Foi constatada falha de segurança na prestação do serviço.

A sentença foi proferida pela juíza Maria de Fátima Lúcia Ramalho, no dia 15 de abril. Houve uma audiência de conciliação, nesta quinta-feira (25), mas não houve acordo.

No processo nº. 0816138-65.2019.8.15.2001, que tramita no 6º Juizado Especial Cível, em João Pessoa, na Paraíba, no qual, em 15 de abril de 2019, a Juíza de Direito Maria de Fátima Lúcia Ramalho condenou a OLX a “apresentar mecanismos de compliance e checagem da autenticidade da identidade do usuário perante este juízo, sob pena de arbitramento de multa por descumprimento desta decisão”, foi dado um prazo de 10 dias para cumprimento da determinação pela OLX, mas o processo ainda não teve o seu desfecho, pois a empresa se nega a cumprir o comando judicial.

Em sua defesa, a OLX argumenta que não se responsabiliza por quaisquer golpes praticados por criminosos utilizando dados pessoais de terceiros para ludibriar os usuários da plataforma, porque entende que a atividade desenvolvida se resume a “cede espaço para que terceiro anuncie seus produtos/serviços, em que o anunciante informa seus dados de contato para que os interessados possam procura-lo diretamente, sem qualquer intermediação da OLX”.

A empresa proprietária do sítio eletrônico também não considera que seus usuários sejam consumidores, justificando que se caracteriza tão somente enquanto um site de classificados “A plataforma da OLX é um site de classificado que funciona de forma muito semelhante a um classificado de jornal impresso. Da mesma forma como acontece em um jornal, o anunciante pode inserir uma imagem ilustrativa do objeto que pretende vender, uma breve descrição desse objeto, o preço e informações para contato”.

A OLX, na contestação, para justificar o descumprimento da ordem judicial declara que “o legislador, ao elaborar o Marco Civil da Internet (Lei nº 12.965/2014), reconheceu a impossibilidade técnica de se realizar tal verificação”, acrescentando que “a verificação de identidade, além de demandar um esforço hercúleo, seria completamente ineficaz”.

Na audiência una de conciliação, instrução e julgamento realizada em João Pessoa, na Paraíba, em 25 de julho de 2019, o acordo entre as partes não foi obtido. A Juíza de Direito Maria de Fátima Lúcia Ramalho novamente condenou a OLX “Verifico que se trata de relação de consumo onde é devida a observação dos preceitos contidos no art. 6º, VIII e 51, IV, da Lei 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor), por isso, acolho o pedido da exordial, no que se refere à inversão do ônus da prova no sentido de que é ônus da promovida comprovar que o serviço questionado pelo autor relacionado a falha de segurança na prestação de serviço da promovida ocorreu com a respeito as normas de segurança para tais atividades na internet”.

Confira os documentos com a decisão:

 

clickpb

 

 

Juíza na PB determina que OLX adote medidas de segurança para evitar fraudes em transações

A OLX deve apresentar à Justiça na Paraíba, em um prazo de 10 dias, mecanismos de compliance, para cumprir a legislação, e de checagem da autenticidade da identidade do usuário. A decisão em caráter liminar faz parte de um processo no 6º Juizado Especial Cível de João Pessoa, do Tribunal de Justiça da Paraíba, publicada nesta segunda-feira (15).

G1 entrou em contato com a assessoria de imprensa da OLX Brasil, por e-mail, mas, até as 19h30 desta segunda-feira (15), não recebeu uma resposta.

A determinação é resultado de uma ação de reparação de danos morais, com pedido de liminar. Segundo o documento, o autor do processo afirma que várias publicações foram realizadas no nome dele, por estelionatários, no site da empresa.

Na decisão, a juíza Maria de Fátima Lúcia Ramalho pontuou que o homem informou que recebeu diversas ligações, de outros estados, sobre o uso indevido dos dados pessoais dele, sem nunca ter utilizado os serviços da OLX.

Por isso, o autor solicitou, em tutela de urgência, que medidas para evitar isso sejam adotadas pela empresa. A magistrada declarou ainda, na decisão, que os documentos anexados ao processo mostram os transtornos que o autor da ação tem sofrido, por conta do uso do nome dele por outras pessoas, gerando abalo emocional e outros prejuízos.

Apesar disso, a juíza salientou no documento que a tutela de urgência poderá ser revista ou modificada por decisão fundamentada, caso a empresa justifique a impossibilidade de cumprir a medida. Ela determinou ainda que seja designada uma audiência, com as intimações e advertências legais.

G1