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Santos vence o Botafogo com gol de campeão olímpico e entra no G-4

jogoO Santos venceu o Botafogo por 1 a 0, nesta quarta-feira (14), no estádio Luso Brasileiro, no Rio de Janeiro, em jogo válido pela 25ª rodada do Campeonato Brasileiro. O gol marcado pelo lateral direito Zeca, campeão olímpico com a seleção brasileira, colocou a equipe santista no G-4.

O alvinegro praiano soma 42 pontos e, com o empate do Corinthians com o Coritiba em 1 a 1, o time confirma volta ao grupo de classificação à Libertadores.

Na próxima rodada, o Santos encara o Santa Cruz, domingo, às 18h30 (de Brasília), no Pacaembu. Já o Botafogo enfrenta o Vitória, no Barradão, em Salvador, no mesmo dia e horário.

Zeca atua em duas laterais e garante vitória do Santos

O lateral Zeca foi o grande responsável pela vitória do Santos. O campeão olímpico marcou o gol da vitória e ainda travou um bom duelo com Neilton no primeiro tempo, vencendo em diversas oportunidades, e anulando Rodrigão Pimpão, quando foi deslocado para a lateral direita no segundo tempo.

Ex-Menino da Vila mostra garra, mas peca nas finalizações

O atacante Neilton parece que entrou em campo querendo provar que poderia fazer história com a camisa santista. O clube não fez força para manter o jogador há dois anos. Neilton fez parte da geração de Meninos da Vila que sucedeu a fase de Neymar, Ganso e companhia. No jogo desta quarta, ele mostrou garra, “chamou o jogo para ele”, mas pecou nas finalizações.

Goleiro do Botafogo quase faz golaço de bicicleta no último minuto

No último lance do jogo, o goleiro Sidão foi para a área do Santos para tentar fazer o gol. Após cobrança de falta de Camilo e rebote, o ex-goleiro do Audax acertou um voleio e quase marcou um golaço. O Goleiro Vanderlei fez a defesa. “Era o que tinha para fazer, um recurso, mas infelizmente não foi gol. valeu o esforço”, disse Sidão ao SporTV.

Botafogo reclama de gol não marcado e juiz é xingado

O primeiro tempo terminou com coro bem forte da torcida do Botafogo xingando o árbitro Paulo Schleich Vollkopf. Os cariocas pediram um pênalti do zagueiro Gustavo Henrique no atacante Neilton. “Não pude finalizar, pois foi empurrado na pequena área, por isso, deixei passar”, lamentou o atacante.

Santos mantém estratégia de 2016 e toma sufoco

Apesar de abrir o placar aos três minutos de jogo, o Santos tomou forte pressão do Botafogo na primeira etapa. Isso porque a equipe santista utilizou mais uma vez uma “estratégia marcante” do time em 2016 – sempre que abre o placar, o alvinegro praiano recua e prefere jogar nos contra-ataques. Com isso, o Botafogo pressionou e desperdiçou cinco oportunidades de gols somente no primeiro tempo. Dudu Ceareanse (duas vezes), Neilton, Camilo e Canales perderam os gols.  No segundo tempo, o Botafogo continuou no ataque, mas optou por finalizações de fora da área, sem sucesso.

Técnico do Botafogo ousa para buscar empate, mas Dorival reage

O técnico Jair Ventura ousou no segundo tempo para buscar o empate. Ele tirou o lateral-direito Emerson para a entrada do atacante Rodrigo Pimpão. Com isso, a equipe carioca passou a atuar com três atacantes. Já Dorival Júnior reforçou o setor de defesa com a entrada de Caju no lugar de Victor Ferraz. O lateral santista estava debilitado por causa de uma virose. Para não arriscar na marcação de Pimpão, Dorival o tirou da partida no segundo tempo. Além disso, o técnico santista sacou Vitor Bueno e colocou Yuri, “retrancando” o time mais ainda após os 30 minutos do segundo tempo.

Ficha Técnica – Botafogo 0 x 1 Santos

Data e horário: 14 de setembro de 2016, às 19h30 (de Brasília)
Local: Arena Botafogo, no Rio de Janeiro (RJ)
Árbitro: Paulo H Schleich Vollkopf (MS)
Auxiliares: Cicero Alessandro de Souza (MG) e Marcos dos Santos Brito (MS)
Público: 11.422
Renda: R$ 185.240,00
Gols: Zeca aos três minutos do primeiro tempo (Santos)
Cartões amarelos: Jean Mota (Santos); Bruno Silva (Botafogo)
Botafogo: Sidão; Emerson Santos (Rodrigo Pimpão), Renan Fonseca, Emerson Silva e Diogo Barbosa; Victor Luis, Bruno Silva, Dudu Cearense e Camilo; Neilton e Canales
Técnico: Jair Ventura
Santos: Vanderlei; Victor Ferraz (Caju), Gustavo Henrique, David Braz e Zeca; Renato, Thiago Maia, Lucas Lima e Vitor Bueno (Yuri); Jean Mota e Ricardo Oliveira
Técnico: Dorival Jr.
Uol

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Pote de ouro! Claudiney garante mais uma conquista no Estádio Olímpico

Estádio Olímpico do Rio de Janeiro, ou pode chamar de pote de ouro do Brasil. Mais uma vez o atletismo levou o país ao lugar mais alto do pódio nos Jogos Paralímpicos de 2016, a terceira entre quatro até o momento. O herói do sábado foi Claudiney Santos, campeão no lançamento do disco F56, para competidores com lesão nos membros inferiores, com direito a recorde paralímpico e festa por antecipação. Os 45.33m alcançados ainda na primeira rodada foram suficientes para conquista.

Claudiney ouro lançamento do disco (Foto: Divulgação / CPB)Descrição da imagem: Claudiney comemora medalha de ouro mostrando os bíceps (Foto: Divulgação / CPB)

Halterofilista, Claudiney teve que se reinventar para continuar no esporte após acidente de moto em 2005. Uma lesão na perna esquerda parecia ser a maior das sequelas, mas o agravamento da lesão já no hospital obrigou a amputação. Não demorou muito para conhecer o atletismo, meses depois, e canalizar a força de outra maneira: nos lançamentos de dardo e disco, e no arremesso do peso.

Claudiney ouro lançamento do disco (Foto: Divulgação / CPB)Descrição da imagem: Claudiney lança o disco em prova paralímpica (Foto: Divulgação / CPB)

A medalha dourada em uma grande competição, entretanto, demorou para aparecer. Prata no lançamento do dardo em Londres 2012, Claudiney repetiu o resultado no Mundial de Lyon 2013 e ficou com o bronze no disco. Dois anos depois, o pódio se inverteu: prata no disco em Doha e bronze no dardo. Em casa, era hora que colocar um ponto final na final do quase.

– Essa medalha veio para coroar não só o meu trabalho como o de todo mundo que está comigo. O sentimento é de gratidão, realização de um sonho. Sempre procurei por essa medalha e não veio em Londres, bateu na trave. Em casa, o sabor é melhor ainda. Tive amadurecimento físico, mental, patrocinadores apoiaram. Tudo isso serviu para evolução – disse o campeão.

Último a lançar entre os dez participantes, Claudiney precisou de somente duas tentativas para assumir a liderança e atingir os 45.33m do recorde paralímpico. Na segunda rodada, o número de candidatos caiu para oito, mas o foco estava no cubano Leonardo Diaz, dono da melhor marca do ano até então, e de Alireza Nasseri, do Irã. Nenhum dos dois chegou nem perto. Aí, o ouro era questão de tempo.

Sereno, Claudiney viu os outros três adversários errarem um a um, bem longe de sua marca, e garantiu o título paralímpico quando o egípcio Ibrahim Ibrahim queimou suas três tentativas. O telão exibiu o resultado e a torcida fez a festa. O brasileiro ainda seguiu para os últimos três lançamentos, mas ao errar no primeiro abriu mão da prova para comemorar. É ouro! Mais um no Engenhão.

Globoesporte.com

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Medalhista olímpico Douglas Santos é recebido por Governador

medalhistaO jogador de futebol e participante da seleção brasileira olímpica na Rio 2016, Douglas Santos, paraibano de Mangabeira, em João Pessoa, recebeu do governador Ricardo Coutinho a medalha Mérito Esportivo.

O encontro aconteceu na Granja Santana. O lateral esquerdo do Atlético Mineiro, Douglas Santos, único paraibano medalhista de ouro em uma Olimpíada, recebeu das mãos de Ricardo a Comenda de Mérito Esportivo Tarcisio de Miranda Burity.

Natural de João Pessoa, o jogador saiu da Capital aos 16 anos e já teve passagem por clubes de Pernambuco, além de Itália e Espanha.

A Comenda de Mérito Esportivo governador Tarcisio de Miranda Burity é uma homenagem do Governo do Estado aos paraibanos que se destacam no esporte.

.paraiba.com.br

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Na volta de trio olímpico, Santos usa experiência para bater o Vasco

santosNo retorno dos medalhistas de ouro com a seleção brasileira nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro – Gabigol, Thiago Maia e Zeca – o Santos venceu o Vasco com facilidade, por 3 a 1, nesta quarta-feira, na Vila Belmiro, no jogo de ida das oitavas de final da Copa do Brasil. Os gols santistas foram marcados pelos experientes Renato, Ricardo Oliveira e Lucas Lima. Eder Luis descontou para os vascaínos aos 50 minutos do segundo tempo.

Para reverter a vantagem santista, o clube carioca precisa vencer por 2 a 0. Vitória vascaína por 3 a 1 leva a decisão para os pênaltis. O jogo de volta entre Vasco e Santos só ocorre no dia 21 de setembro, no estádio São Januário.

Pelo Campeonato Brasileiro, a equipe santista encara o Figueirense, domingo, às 11h (de Brasília), na Vila, pela 22ª rodada da competição. O Vasco, por sua vez, entra em campo na Série B, na terça-feira, diante do Vila Nova-GO, no Rio de Janeiro.

Lucas Lima ‘ressuscita’ com gol e assistência

O meia Lucas Lima voltou a apresentar o futebol que o levou a seleção brasileira. Após se recuperar de lesão, o atleta realizou dois jogos apagados – contra América e Coritiba. Criticado pela torcida nestas partidas, o camisa 20 comandou a vitória do Santos contra o Vasco. Ele armou a maioria das jogadas do time e coroou a sua apresentação com um gol no segundo tempo e uma assistência para o gol de Renato, o primeiro do Santos no jogo.

Diguinho passa mal com Lucas Lima

O volante do Vasco, Diguinho, sofreu para marcar o meia Lucas Lima. O vascaíno só parava o camisa 20 com pancadas, algumas exageradas. Ele recebeu o cartão amarelo, amenizou nas faltas, mas facilitando a vida do meia santista, que passava por ele com facilidade em campo.

Ricardo Oliveira marca golaço e fica a um gol de marca histórica

O atacante Ricardo Oliveira marcou um golaço em cobrança de falta. O camisa 9 cobrou no ângulo direito do goleiro Martim Silva. A bola ainda bateu no travessão. Agora, o artilheiro santista está a um gol de chegar a marca de 300 gols na carreira. O gol contra o Vasco foi o de número de 299.

Jogo paralisado por causa de gás de pimenta

O jogo foi paralisado por alguns minutos no segundo tempo por causa do cheiro de gás de pimenta na Vila Belmiro. A Polícia Militar utilizou o gás em confronto com vascaínos e santistas aos arredores do estádio por causa de uma briga entre torcedores uniformizados.

Quinteto entrosado coloca o Vasco na ‘roda’

O Santos mostrou que não perdeu o entrosamento após diversos jogos sem o trio olímpico – Gabigol, Thiago Maia e Zeca – e também sem Ricardo Oliveira e Lucas Lima. O quinteto realizou muitas triangulações e envolveu o Vasco. Foram cinco chances reais de gols somente no primeiro tempo, com dois gols marcados. Renato abriu o placar, de cabeça, após belo cruzamento de Lucas Lima. Ricardo Oliveira, que havia desperdiçado um gol na pequena área, marcou um golaço de falta. Lucas Lima e Vitor Bueno arriscaram de fora da área e quase marcaram seus gols.

Vasco retrancado só assustou em falhas do Santos

O Vasco, por sua vez, atuou no esquema 4-2-3-1, com os atacantes das beiradas de campo atuando bastante recuados. A equipe teve apenas duas chances de gols por causa de falhas do sistema defensivo do Santos. Em uma delas, Andrezinho demorou a finalizar e chutou fraco em cima do goleiro Vanderlei.

Um minuto de silêncio ao ‘conselheiro Laor’

Antes do jogo, o Santos homenageou com um minuto de silêncio o ex-presidente do clube, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, mandatário da conquista da Libertadores de 2011 pelo clube paulista. O curioso é que Laor foi anunciado como ex-conselheiro e não ex-presidente.

Homenagem ao trio olímpico

A torcida santista estendeu uma faixa nas arquibancadas homenageando o trio medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro – Gabigol, Thiago Maia e Zeca. “Obrigado e parabéns, campeões olímpicos santistas”, eram os dizeres da faixa.

Santos 3 x 1 Vasco

Data: 24/08/2016
Local: Vila Belmiro, em Santos-SP
Horário: 19h30 (de Brasília)
Gols: Renato aos 30 minutos e Ricardo Oliveira aos 36 do primeiro tempo e Lucas Lima aos 20 minutos (Santos) e Eder Luis (Vasco) aos 50 minutos do segundo tempo. .
Santos: Vanderlei, Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique, Zeca; Thiago Maia, Renato, Lucas Lima (Léo Citatdini), Vitor Bueno, Gabriel (Copete); Ricardo Oliveira.
Técnico: Dorival Jùnior.
Vasco: Martin Silva, Madson, Luan, Rodrigo, Julio Cesar; Diguinho, William (Yago Pikachu), Andrezinho, Nenê (Eder Luis); Éderson e Jorge Henrique.
Técnico: Jorginho.
Uol

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Comitê Olímpico Internacional fará reclamação por faixa religiosa de Neymar no pódio

Na festa após a conquista da inédita e tão esperada medalha de ouro pelo futebol brasileiro, uma coisa chamou mais a atenção de dirigentes do Comitê Olímpico Internacional (COI) do que a felicidade da torcida e dos jogadores da Seleção: a faixa religiosa que Neymar ostentava na cabeça durante a cerimônia de premiação.

O adereço com os dizeres “100% Jesus” fere o regulamento do COI, que não permite manifestações de cunho comercial, político ou religioso nos pódios olímpicos. Em virtude disso, o Comitê prometeu enviar uma carta de reclamação à missão brasileira, segundo o Estadão. Apesar disso, nenhuma punição está prevista tanto para o atleta como para a delegação nacional.Neymar com a faixa no pódio olímpico após a conquista do ouro inédito

Neymar com a faixa no pódio olímpico após a conquista do ouro inédito

Foto: EFE

Para a entidade, a atitude de Neymar ao usar a faixa foi apenas um deslize cometido pelo jogador e demais membros da seleção que não o alertaram para o descumprimento da regra. Ainda segundo o jornal, o COI também acredita que uma sanção mancharia a medalha de ouro conquistada pela Seleção, o que não é a intenção do Comitê.

A “vista grossa” feita pelo COI no caso de Neymar é mais um momento em que a entidade abriu mão de seu rigor contra mensagens consideradas alheias ao esporte durante os Jogos do Rio. Desde o início das Olimpíadas, a organização vem aceitando as mensagens políticas e religiosas de torcedores nas arenas olímpicas, algo comumente proibido pelo Comitê em suas competições. A Justiça brasileira foi responsável pela decisão de permitir o pleno exercício da liberdade de expressão pelo público nas praças esportivas.

Terra

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Brasil para na China e dá adeus ao sonho do tri olímpico no vôlei feminino

imagem: REUTERS/Yves Herman
imagem: REUTERS/Yves Herman

O Brasil podia entrar para a história do vôlei nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro. Uma primeira fase impecável trilhava o caminho para o tricampeonato olímpico, feito que só Cuba havia conseguido. Mas o sonho parou na China, nas quartas de final. As chinesas ganharam de virada por 3 a 2, parciais de 15/25, 25/23, 25/22, 23/25 e 15/13, em duas horas de jogo.

A zebra dentro de casa faz com que a participação do vôlei feminino seja a pior desde a Olimpíada de Seul-1988. Na ocasião, o Brasil ficou em último lugar de sua chave e disputou apenas o quinto lugar da competição. Desde então, haviam sido duas medalhas de ouro (08 e 12), duas de bronze (96 e 00) e dois quartos lugares (92 e 04).

Brasil passeia no primeiro set

As chinesas não conseguiram fazer frente ao time brasileiro na primeira parcial. Com muita tranquilidade, a equipe de José Roberto Guimarães fechou o set inicial em 25 a 15. A China sofreu com o bloqueio brasileiro e com a efetividade de Fê Garay e Sheilla (seis e cinco pontos, respectivamente). A única que ainda tentava algo era Ting Zhu, que terminou a parcial com quatro pontos anotados.

Brasil perde o primeiro set no campeonato

A tônica do primeiro set não se repetiu no segundo. Em um ritmo mais lento, a seleção brasileira permitiu a reação chinesa. Em uma parcial bastante equilibrada, a China se aproveitou dos erros brasileiros para diminuir uma diferença de cinco pontos na metade da parcial e seguir para fechar o set em 25 a 23. No parcial, o ponto de desequilíbrio foi Changning Zhang. Ausente no primeiro set, suas defesas e eficiência no passe foi fundamental para diminuir os erros chineses.

Esse foi, também, o primeiro set perdido pelo Brasil na competição. Nos cinco jogos anteriores, o time de José Roberto Guimarães havia vencido por 3 sets a 0.

Erros complicam o Brasil no terceiro set

A seleção brasileira pareceu sentir a primeira parcial perdida no campeonato e os erros aumentaram. Para tentar reverter a situação e melhorar o passe, o técnico José Roberto Guimarães decidiu trocar Natália por Jaqueline, a melhor passadora do time. A alteração natural seria com a saída de Fê Garay, mas a ponteira era o destaque da equipe e maior pontuadora.

Apesar de Jaqueline ter entrado bem na partida, os sucessivos erros de recepção continuaram e complicaram a vida do time do Brasil. E uma nova atuação eficiente de Zhu fizeram com que a China conseguisse fechar a parcial em 25 a 22.

Alteração ousada ajuda o Brasil no quarto set

O técnico Zé Roberto sentiu a necessidade de mudar algo no time e fez uma alteração ousada para o quarto set. A bicampeã Thaisa deixou a quadra para entrar Juciely que vinha muito bem no começo da competição. Foi a central que colocou vantagem no placar com um bloqueio.

Natália também entrou melhor na parcial, começou a virar bolas que estava errando. De quebra, fez o ginásio explodir depois de uma jogada em que virou para torcida e pediu barulho. Mas a caminhada para virada veio com Fabiana. Quando o Brasil perdia por 12 a 14, a meio-de-rede foi responsável por dois pontos seguidos, um deles um ace, que reequilibraram o time brasileiro na partida. A virada com mais dois pontos na sequência fez com que o Brasil conseguisse caminhar para fechar o set em 25 a 22.

Erros cobram caro no set decisivo

No set decisivo, o número de erros chinês aumentou e Sheilla apareceu quando a equipe brasileira mais precisava. No meio da parcial, no entanto, os erros de recepção voltaram a aparecer no time do Brasil, e a China teve sua maior vantagem: 9 a 7, quando José Roberto pediu tempo.

Enquanto a China mantinha a vantagem de dois pontos no placar, Jaqueline rezava no lado de fora da quadra. No lado de dentro, no entanto, os erros voltaram a aparecer e dois erros de saque (Juciely e Sheilla) facilitaram a vida chinesa, que fechou o set em 15/13.

Uol

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Brasil retoma obsessão por inédito ouro olímpico contra a África do Sul

A partir das 16 horas (de Brasília) desta quinta-feira, no Mané Garrincha, a Seleção Brasileira terá mais uma oportunidade para conquistar a inédita medalha de ouro olímpica. E dentro de casa.

A estreia no grupo A do torneio de futebol masculino será contra a África do Sul.

“Como o período de treinamento que tivemos, acredito que nos cercamos dos princípios necessários para ter um bom desempenho”, confiou o técnico Rogério Micale, embora considere “difícil chegar a 100% como equipe”.

selecao

Foto: Divulgação

No tempo que teve para trabalhar, Micale consolidou o esquema tático ofensivo, com Neymar, Gabriel e Gabriel Jesus no comando do ataque brasileiro.

O trio elétrico será municiado por Felipe Anderson, que terá o apoio do experiente Renato Augusto no meio-campo. No gol, Weverton, substituto do lesionado Fernando Prass, foi confirmado como titular.

Não é apenas com a sua formação, contudo, que Micale se preocupa. Nem mesmo uma recente vitória por 3 a 1 em um amistoso com os sul-africanos fez o treinador desmerecer o rival da primeira rodada.

“Vencemos aquele jogo com dois gols de bola parada no começo. Respeito muito o time deles, que tem bom comportamento tático e se fortaleceu com os acréscimos dos jogadores de mais de 23 anos”, disse.

Além da África do Sul, a Seleção Brasileira terá o Iraque, no domingo, e a Dinamarca, na quarta-feira da próxima semana, como oponentes em sua chave nos Jogos Olímpicos.

FICHA TÉCNICA
BRASIL X ÁFRICA DO SUL

Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)
Data: 4 de agosto de 2016, quinta-feira
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Antonio Mateu Lahoz (ESP)
Assistentes: Pau Cebrian Devis (ESP) e Roberto Díaz Pérez (ESP)

BRASIL: Weverton; Zeca, Rodrigo Caio, Marquinhos e Douglas Santos; Thiago Maia, Renato Augusto e Felipe Anderson; Gabriel, Gabriel Jesus e Neymar
Técnico: Rogério Micale

ÁFRICA DO SUL: February; Myala, Mathoho, Mngonyama e Coetzee; Masuku, Sandows, Ntshangase e Mekoa; Dolly e Morris
Técnico: Owen da Gama

Gazeta Net

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Brasil supera Japão em teste olímpico com gol de Gabriel e Neymar discreto

imagem: Evaristo Sá / AFP
imagem: Evaristo Sá / AFP

O último teste do Brasil para os Jogos Olímpicos foi positivo. Com 30 minutos de bom futebol no primeiro tempo e muitas substituições no segundo, a equipe do treinador Rogério Micale superou o Japão por 2 a 0, neste sábado, no Estádio Serra Dourada com mais de 33 mil torcedores.

Com a expectativa de ter Fernando Prass de volta, o Brasil viaja no domingo a Brasília e completa a preparação para a estreia nos Jogos Olímpicos na próxima quinta, contra a África do Sul. Já os japoneses, no Grupo B da competição estreiam no mesmo dia contra a Nigéria, em Manaus.

Gols de Gabriel e Marquinhos dão a vitória para a seleção brasileira

Evaristo Sá / AFP
Gabriel abriu o placar no Serra Douradoimagem: Evaristo Sá / AFP

O atacante santista provou novamente que tem um faro de gol especial. Gabigol, que já havia marcado na estreia pela seleção principal e é o maior artilheiro do ciclo olímpico, abriu o caminho aos 32min com linda arrancada em velocidade pelo centro em que deixou três marcadores para trás. Marquinhos, aos 40min, ampliou na estreia dele pelo time sub-23: após escanteio batido por Neymar, ele subiu mais alto que os japoneses e fez de cabeça.

O melhor: Felipe Anderson chama responsabilidade e deixa ótima impressão

Evaristo Sá / AFP
imagem: Evaristo Sá / AFP

A seleção teve dificuldades para se encontrar nos primeiros 15 minutos de jogo, mas desde esse momento Felipe Anderson foi importante. Chamou a responsabilidade, levou a equipe à frente e criou jogadas de perigo que deram mais confiança para que o placar fosse construído na sequência. Felipe, mesmo assim, foi substituído no intervalo.

O pior: Zeca tem atuação discreta e destoa do restante do time

Titular da lateral direita, o santista errou alguns passes e cruzamentos no confronto e não atuou no nível que normalmente exibe por sua equipe. A atuação, ainda assim, esteve longe de comprometer. William, do Internacional, foi testado na etapa final.

Neymar faz sucesso com os dribles, mas prende demais a bola

Evaristo Sá / AFP
Neymar foi perseguido pelos japoneses durante o amistosoimagem: Evaristo Sá / AFP

O atacante do Barcelona-ESP atuou pela primeira vez desde a volta das férias e teve boa atuação. Capitão do time, Neymar porém voltou a ser individualista em alguns momentos e carregou demais a bola sem participar ativamente do jogo coletivo proposta pela equipe.

Antes do jogo, ‘rave’ e Fernando Prass no aquecimento

O sistema de som do Serra Dourada tocou um compilado de música eletrônica em alto volume durante o aquecimento das duas seleções. O Brasil, curiosamente, aqueceu por quase 30 minutos em ritmo forte. Fora da partida, Fernando Prass foi com os demais goleiros no gramado e se exercitou bastante. Ele foi poupado por dores no cotovelo direito.

Micale ganha confiança com vitória e dá ritmo para todos os jogadores

No primeiro jogo desde que foi definido como treinador para a Olimpíada, Rogério Micale comandou uma equipe que convenceu em boa parte dos momentos do jogo. Ele chegou a testar os quatro atacantes da equipe juntos com a entrada de Luan no intervalo. Depois, deu minutos a todos os demais convocados para os Jogos do Rio.

Tite e Edu Gaspar acompanham o amistoso in loco. Del Nero também

O treinador da seleção principal chegou a Goiânia neste sábado com o coordenador para assistir à partida in loco. Tite cantou o Hino Nacional de olhos fechados na tribuna do Serra Dourada. Já o presidente da CBF, que não viaja para o exterior com o time brasileiro, esteve no camarote ao lado de André Pitta, presidente da Federação Goiana, e Coronel Nunes, da Paraense.

Festa bonita no Serra Dourada com 33 mil torcedores e muita camisa amarela

Ueslei Marcelino / Reuters
Torcedor brasileiro fez sua parte no Serra Douradaimagem: Ueslei Marcelino / Reuters

A venda de ingressos para a partida disparou nos últimos dias em Goiânia e proporcionou um público que Vila Nova, Goiás e Atlético-GO não costumam levar ao estádio. O público, que fez barulho, ola, apoiou a seleção e até acendeu celulares no segundo tempo, jogou junto da seleção. A promoção da CBF para meia entrada para quem usasse a camisa da seleção funcionou. Boa parte do estádio estava vestido de amarelo.

FICHA TÉCNICA

BRASIL 2 X 0 JAPÃO
Local: Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Data: 30 de julho de 2016 (Sábado)
Horário: 16h30(de Brasília)
Gols: Gabriel e Marquinhos (Brasil)
Público pagante: 32.517
Público total: 33.458
Renda: R$ 1.508.070,00
BRASIL: Uilson, Zeca (William), Rodrigo Caio (Luan Garcia), Marquinhos e Douglas Santos; Thiago Maia (Rodrigo Dourado), Rafinha (Luan) e Felipe Anderson (Renato Augusto); Neymar, Gabriel (Walace) e Gabriel Jesus
Técnico: Rogério Micale
JAPÃO: Nakamura (Kushibiki); Muroya, Shiotani (Iwanami), Ueda e Fujiharu (Kamekawa); Endo, Harakawa (Oshima) e Nakajima; Yajima (Asano), Koroki e Minamino
Técnico: Makoto Teguramori
Uol

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Sem trio olímpico, Santos ganha e acaba com embalo do Vitória

jogoSem trio olímpico formado por Gabigol, Thiago Maia e Zeca, o Santos derrotou o Vitória por 3 a 2. O resultado da partida válida pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro encerrou a sequência positiva do clube baiano, que estava há seis jogos sem perder e manteve o Alvinegro no G4.

Com o triunfo, o time paulista chegou aos 29 pontos e ficou no 4º posto da tabela de classificação da competição nacional. Enquanto isso, a equipe anfitriã terminou a rodada com 19 pontos e ficou na 13ª posição.

Na próxima rodada, o Santos encara o Cruzeiro no domingo, 31 de julho, às 11 horas (de Brasília). Já o Vitória visita o Figueirense no sábado, 30 de julho, às 16 horas (de Brasília).

Quem foi bem: Substituto de Gabigol não decepciona

Copete teve uma partida muito positiva. Aos 19 minutos do primeiro tempo, o substituto de Gabriel arrancou pela esquerda e cruzou em direção a Vitor Bueno, que cortou a marcação e inaugurou o placar do Barradão. Aos 31 da etapa inicial, o colombiano deixou sua marca com um belo cabeceio, que colocou o Santos à frente do marcador.

Quem foi mal: Vanderlei vacila em gol de empate do Vitória

Após cruzamento pela esquerda, Kanu subiu mais alto que a defesa do Santos e marcou de cabeça. Vanderlei ainda segurou a bola, mas acabou espalmando para dentro e o Vitória igualou o marcador: 1 a 1.

Ricardo Oliveira sem inspiração

O veterano centroavante não teve uma boa noite, perdeu duas chances incríveis em poucos minutos. Em contra-ataque aos oito minutos do primeiro tempo, Ricardo Oliveira recebeu de Copete e ficou na cara do gol. Mas, no momento da finalização, o atacante santista mandou a bola para fora. E, depois de uma atuação apagada, foi substituído por Rodrigão aos 23 da etapa final.

E olha a ‘Lei do Ex’ aí… Só que não

Após Ricardo Oliveira perder o gol feito pelo Santos, o ex-peixe Serginho marcou um gol. Mas o árbitro assinalou impedimento e anulou o tento.

 

O tempo fechou no intervalo

Insatisfeitos com o segundo gol do Santos, marcado por Copete, os jogadores do Vitória cercaram o árbitro no intervalo da partida. Dagoberto ainda disparou: “É uma vergonha”. Segundo os atletas da agremiação baiana, o juiz não deveria ter permitido uma cobrança rápida de falta, que resultou no tento alvinegro.

Donos de casa em busca da reação

Atrás do placar, o Vitória começou o segundo tempo pressionando o Santos. O técnico Vagner Mancini tirou Dagoberto e Serginho e colocou Rodrigo Ramalho e Cárdenas. A agremiação alvinegra recuou um pouco e ficou jogando no contra-ataque.

Água mole pedra dura, tanto bate até que fura

A mudança de postura do time anfitrião surtiu efeito. Em cruzamento de Diego Renan, Kieza deu um pequeno toque na bola e Vander ficou livre para bater rasteiro na saída de Vanderlei.

Alteração de Dorival surte efeito

Contratado no mês de junho como novo reforço do Santos, Jean Mota marcou pela primeira vez pelo time alvinegro neste domingo. O jogador entrou no lugar de Léo Cittadini aos 35 minutos e balançou as redes aos 36.

FICHA TÉCNICA
VITÓRIA 2 X 3 SANTOS

Local: Estádio Barradão, em Salvador (BA)
Data: 24 de julho de 2016, sábado
Horário: 18h30 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodolpho Toski Marques (Asp. Fifa-PA)
Assistentes: Guilherme Dias Camilo e Celso Luiz da Silva (MG)
Cartões amarelos: José Welison, William Farias, Dagoberto (Vitória); Ricardo Oliveira (Santos)
Gols: Victor Bueno, aos 19 minutos do primeiro tempo; Copete, aos 31 do primeiro tempo (Santos) e Jean Mota, aos 36 do segundo tempo. Kanu, aos 29 do primeiro tempo e Vander (Vitória).

VITÓRIA: Caíque; Diego Renan, Victor Ramos, Kanu e Euller; José Welison, Willian Farias, Serginho (Cárdenas) e Vander;, Dagoberto (Rodrigo Ramalho) e Kieza.
Técnico: Vágner Mancini

SANTOS: Vanderlei; Victor Ferraz, Luiz Felipe, Gustavo Henrique e Caju; Renato, Leo Cittadini e Lucas Lima (Fernando Medeiros); Copete e Ricardo Oliveira (Rodrigão).

Técnico: Dorival Jr

Uol

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Campeão olímpico defende esporte e educação para afastar jovens das drogas

 

O campeão olímpico e homem mais rápido do mundo, Usain Bolt, disse nessa quinta (23), no Rio de Janeiro, que o esporte, aliado à educação, tem a força necessária para evitar que crianças e jovens entrem para o mundo das drogas. Bolt passou o dia no Rio de Janeiro, onde visitou locais turísticos, incluindo o Cristo Redentor. À tarde ele foi conhecer, ao lado do prefeito, Eduardo Paes, uma vila olímpica em Jacarepaguá, na zona oeste da cidade.

Bolt e Paes chegaram de helicóptero e foram recepcionados por dezenas de jovens, a maioria alunos da vila olímpica. Na pista de atletismo, os dois simularam uma corrida, logicamente vencida pelo jamaicano.

O atleta conversou com a imprensa por aproximadamente meia hora e respondeu tranquilamente às perguntas dos repórteres, que iam desde o seu futuro no esporte até outras, em tom de brincadeira, como a possibilidade de encontrar uma namorada brasileira.

Bolt disse que o esporte e a educação representam a chave para afastar os jovens das drogas, garantindo um futuro melhor. “Quando eu era jovem o esporte representou uma maneira de me ajudar a permanecer na direção certa. Ajudou-me a desenvolver o melhor que eu poderia ser e chegar aonde cheguei hoje.”

O campeão disse que permanecerá treinado duro, embora respeitando os limites de seu corpo, para as Olimpíadas de 2016 no Rio, quando estará com 30 anos de idade. Apaixonado por futebol, declarou ser fã do inglês Manchester United, mas desconversou quando perguntado sobre qual time brasileiro teria sua simpatia. Ao final posou para os fotógrafos segurando uma camisa da Seleção Brasileira. Bolt veio ao Brasil cumprir uma série de compromissos comerciais de sua marca patrocinadora.

Vladimir Platonow/Repórter da Agência Brasil
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