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Análises seguem sem identificar manchas de óleo em praias da PB

Ao comentar o resultado das análises feitas até a última terça-feira (29), o superintende de Administração do Meio Ambiente da Paraíba (Sudema), Aníbal Peixoto Neto, disse que nenhuma das praias do estado tem manchas de óleo. “Todas estão livres de óleo. Quanto ao material recolhido pelas nossas equipes (400 kg), se tratava de areia oleada, ou seja, só uma parte era de óleo”, afirmou.

Desde setembro têm aparecido no litoral nordestino grandes manchas de óleo vindas do fundo do mar. Na Paraíba, foram encontradas inicialmente (final de agosto e início de setembro) manchas em 14 praias – nove delas na Costa do Conde; quatro em Cabedelo; e uma em João Pessoa, no Bessa. Porém, houve a necessidade de limpeza na primeira quinzena de setembro apenas em Cabedelo, no litoral Norte. Nessa limpeza, conforme revelou Aníbal Neto, foram coletados os 400 kg de areia com óleo, levados para uma célula no aterro instalado na Região Metropolitana de João Pessoa.

Com o surgimento de uma segunda mancha de óleo no Nordeste, que não atingiu a Paraíba, segundo o governo, a gestão estadual decidiu criar uma força tarefa para dar início a um trabalho de monitoramento intensivo, contando com equipes da Sudema, Fundação Chico Mendes, Corpo de Bombeiros, Ministério Público do Estado, Agência de Vigilância Sanitária, acadêmicos da Universidade Federal da Paraíba, secretarias de Meio Ambiente e Defesa Civil de todas as cidades do litoral, além da Capitania dos Portos que, por meio da Marinha do Brasil, está à frente da coordenação.

Na Paraíba, segundo Aníbal Neto, o trabalho de monitoramento tem sido feito diariamente com a utilização de drones e equipes que atuam em solo e no mar. O superintendente da Sudema informou que todos os arrecifes do litoral estão intactos, sem sinais de óleo. A pesca também está liberada sem restrições, assim como o consumo de peixes.

Nesta segunda-feira (4), amostras de óleo coletadas na Paraíba serão levadas para análise para ver os parâmetros inorgânicos, como cobre e ferro dissolvido, hidrocarbonetos totais de petróleo e hidrocarbonetos policíclicos aromáticos. Esse trabalho também será feito pela Agevisa nos pescados.

Aníbal Neto afirmou que não é possível ter uma resposta conclusiva sobre a ausência de óleo no litoral paraibano, enquanto em estados vizinhos, como Pernambuco, a tragédia ambiental teve sérias repercussões.

O superintendente disse que na terça-feira esteve em Recife para uma reunião a convite do governo pernambucano e que conversou com o vice-reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Marcos Araújo, que é oceanógrafo.

O vice-reitor disse que a ausência da mancha de óleo na Paraíba pode ter sido motivada pelo local onde houve o derrame do material ou então por conta das correntes marítimas. No começo da próxima semana, ainda de acordo com o superintendente, o local exato onde começou o derrame do óleo deve ser encontrado, assim como os responsáveis por esse crime ambiental.

 

(Foto: Divulgação/Secom-PB)

portalcorreio

 

 

Praias da PB não apresentam vestígios de óleo, garante Capitania dos Portos

A Capitania dos Portos garante não haver nas praias paraibana vestígios do óleo que vem atingindo praias de estados como Pernambuco e Alagoas. A informação surge após relatório do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) apontando que as praias de Tambaba e Tabatinga, no município de Conde, estariam com vestígios de óleo.

Segundo a Capitania dos Portos, o relatório apresentado pelo Ibama traz informações com base em levantamento feito há algum tempo. A Capitania esclarece que os dados não foram atualizados.

Segundo o órgão, não há, no momento, nenhum vestígio de óleo. O que tem aparecido são resquícios passados do início de setembro. Pequenos fragmentos que ficam à deriva.

A Capitania dos Portos na Paraíba acrescentou ainda que tem monitorado as praias paraibanas, desde a divisa com Pernambuco até com o Rio Grande do Norte.

 

PB Agora

 

 

Paraíba tem 16 praias atingidas por manchas de óleo; número sobe para 132 no Nordeste

Já são 132 praias atingidas por manchas de óleo no Nordeste, segundo o balanço do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) divulgado neste domingo (6).

No total, 61 municípios foram afetados em 9 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

O último estado a ser atingido foi a Bahia, na última quinta-feira (3).

O governo de Sergipe decretou situação de emergência em razão das manchas de óleo. Nesta segunda (7), o ministro Ricardo Salles visitará o estado. O projeto Tamar suspendeu a soltura de filhotes de tartarugas marinhas por conta do problema.

No sábado (5), o presidente Jair Bolsonaro determinou uma investigação sobre as origens do óleo.

Petróleo cru acumulado em ponto do litoral de Sergipe (SE) — Foto: Reprodução/TV Sergipe

Petróleo cru acumulado em ponto do litoral de Sergipe (SE) — Foto: Reprodução/TV Sergipe

O Ibama informou que desde o dia 02 de setembro vem estabelecendo uma série de ações, juntamente com o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (DF), Marinha e Petrobras, com o objetivo de investigar as causas e responsabilidades do despejo, no meio ambiente, do petróleo cru que atingiu o litoral nordestino.

O resultado conclusivo das amostras, solicitadas anteriormente pelo Instituto e pela Capitania dos Portos, e cuja análise foi feita pela Marinha e pela Petrobras, apontou que a substância encontrada nos litorais trata-se de petróleo cru, ou seja, não se origina de nenhum derivado de óleo.

Investigação do Ibama com apoio dos Bombeiros do DF aponta que o petróleo que está poluindo todas as praias seja o mesmo. Contudo, a sua origem ainda não foi identificada. Em análise feita pela Petrobras, a empresa informou que o óleo encontrado não é produzido pelo Brasil. O Ibama requisitou apoio da Petrobras para atuar na limpeza de praias. Os trabalhadores que estão sendo contratados pela petrolífera são agentes comunitários, pessoas da população local, que recebem treinamento prévio da empresa para ocasiões em que forem necessários os serviços de limpeza. No entanto, o número efetivo de mão-de-obra dependerá da quantidade de pessoas treinadas disponíveis nas áreas.

Segundo o relatório do Ibama, dentre as 132 praias afetadas em todo o Nordeste desde o início de setembro, 11 estão em processo de limpeza, 74 ainda tem manchas visíveis e 48 estão livres da substância na areia.

Pelo menos 12 animais foram atingidos pelo óleo – nove tartarugas e uma ave foram encontradas mortas ou morreram após o resgate.

Uma investigação do Ibama aponta que as manchas são de petróleo puro e que todas as amostras têm a mesma origem, mas ainda não é possível afirmar de onde ele veio. Em nota, a Petrobras afirma que o material não é produzido pela companhia.

A suspeita é que o petróleo tenha vindo de navios que passam pela região, segundo a Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH), que está analisando imagens de satélite da costa. A pesquisa, no entanto, ainda está em estágio inicial.

As manchas começaram a aparecer no início de setembro. Até quinta-feira (26), eram 99 localidades atingidas. Na sexta (27), o número subiu para 109. No domingo (29), chegou a 113 e na terça-feira (1) foi para 115. Agora, já são 124 praias afetadas.

A lista completa de municípios e praias atingidos está disponível no site do Ibama.

Origem da substância

Manchas voltaram a se encontradas na praia de Pirambu — Foto: Ibama/SE

Manchas voltaram a se encontradas na praia de Pirambu — Foto: Ibama/SE

Na terça-feira (1) uma reunião foi realizada no Recife com representantes de seis dos nove estados nordestinos para discutir estratégias para diminuir os impactos das manchas de óleo. A Bahia foi o único estado da região que não foi afetado.

Na reunião, os estados decidiram protocolar, em conjunto, uma denúncia sobre o caso, a ser enviada à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal.

Nesta quarta-feira (2) a Polícia Federal do Rio Grande do Norte comunicou que um inquérito foi instaurado para investigar a origem das manchas. A apuração sobre a possibilidade da ocorrência de dano ambiental começou no mês passado.

Manchas sendo recolhidas por equipes da Adema na Atalaia Nova, Barra dos Coqueiros (SE) — Foto: Adema/Divulgação

Manchas sendo recolhidas por equipes da Adema na Atalaia Nova, Barra dos Coqueiros (SE) — Foto: Adema/Divulgação

Há suspeita de que a contaminação tenha relação com navios petroleiros. A hipótese é que algum deles tenha efetuado uma limpeza nos tanques e despejado os rejeitos no mar.

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, José Bertotti, os responsáveis pelo problema podem pagar uma multa que vai de R$ 5 milhões a R$ 50 milhões pelo crime ambiental, que é considerado gravíssimo. O governo do estado se preocupa com a repercussão no turismo.

Em entrevista ao G1 na última sexta (27), o diretor da Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco, Eduardo Elvino, disse que o órgão está atuando em conjunto com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) para identificar possíveis fontes do vazamento.

O trabalho envolve analisar imagens de satélite que abrangem 187 quilômetros do litoral dos estados de Pernambuco e Paraíba. Segundo Elvino, ainda não é possível apontar quais navios podem ser responsáveis pela tragédia ambiental porque a análise está em estágio inicial.

“Com essa varredura das imagens de satélite a gente identificou os pontos no mapa que podem ser navios, e aí estamos analisando a existência de pontos pigmentados ao lado desses possíveis navios. Esses pontos coloridos podem ser realmente manchas de óleo, mas também podem ser cardumes de peixe ou concentrações de alga, por exemplo. São várias possibilidades”, explica Elvino.

Segundo o coordenador do sindicato dos trabalhadores na indústria do petróleo de Pernambuco e Paraíba (Sindipetro PE/PB), Rogério Almeida, a prática é proibida, mas ainda é realizada.

“É um óleo grosso, quase um piche. Pode ser rejeito de um navio após a limpeza dos tanques. Muitos navios continuam fazendo isso e deve ter caído em uma corrente marítima”, disse Almeida.

De acordo com Elvino, com a identificação das correntes marinhas, “existe a possibilidade de identificar o navio que fez a referida rota” e tentar rastrear se “o piche encontrado nas praias faz parte do combustível dos navios”. Segundo o analista, pela legislação, o produto deve ser descartado nos portos, onde empresas especializadas recolhem o material.

Animais afetados

Tartaruga foi encontrada no litoral do RN coberta de óleo e limpa pela equipe do Aquário de Natal — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi

Tartaruga foi encontrada no litoral do RN coberta de óleo e limpa pela equipe do Aquário de Natal — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi

O número de animais afetados também é computado pelo Ibama. Segundo o último balanço do órgão, publicado na segunda-feira (30), o óleo já atingiu ao menos 11 tartarugas e uma ave bobo-pequeno ou furabucho (Puffinus puffinus), conhecida pela longa migração. Quatro tartarugas foram encontradas vivas e sete foram encontradas mortas ou morreram após o resgate. A ave também não resistiu ao óleo.

  • 1/9 – 1 tartaruga marinha – Praia de Sabiaguaba, Fortaleza (CE) – morta
  • 4/9 – 2 tartarugas marinhas – Praia do Paiva, Cabo de Santo Agostinho (PE) – mortas
  • 7/9 – 1 ave bobo pequeno – Praia de Cumbuco, Caucaia (CE) – morta
  • 11/9 – 1 tartaruga marinha – Praia de Jacumã, Ceará-Mirim (RN) – viva
  • 16/9 – 1 tartaruga marinha – Ilha dos Poldos, Aroises (MA) – morta
  • 22/9 – 1 tartaruga marinha – Praia de Itatinga, Alcântara (RN) – viva
  • 22/9 – 1 tartaruga marinha – Praia da Redinha Nova, Extremoz (RN) – morta
  • 23/9 – 1 tartaruga marinha – Praia da Redinha Nova, Extremoz (RN) – viva
  • 24/9 – 1 tartaruga marinha – Jericoacoara, Jijoca de Jericoacoara (CE) – morta
  • 28/09 – 1 tartaruga marinha – Ilha Grande, Ilha Grande (PI) – morta
  • 29/09 – 1 tartaruga marinha – Praia do Serluz, Fortaleza (CE) – viva
  • Localidades atingidas (PDF –  5,23 MB  – Atualizado em 06/10/2019)
  • Fauna atingida (PDF – 2,11 MB – Atualizado em 30/09/2019)

G1

 

 

Polícia Federal, Marinha e Meio Ambiente investigarão manchas de óleo na PB e em outros estados nordestinos

O presidente Jair Bolsonaro determinou neste sábado (5) que a Polícia Federal, o comando da Marinha e o Ministério do Meio Ambiente investiguem as causas e as responsabilidades do aparecimento de manchas de óleo que atingem todos os estados do Nordeste.

Em edição extra do Diário Oficial da União, o presidente estabeleceu que as informações coletadas e as providências adotadas sejam apresentadas à Presidência da República em 48 horas.

No âmbito do Ministério do Meio Ambiente, as apurações serão feitas pelo Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade).

As apurações devem ocorrer, segundo o despacho de Bolsonaro, “sem prejuízo de ações coordenadas com o comando do Exército e com o comando da Aeronáutica”.

O avanço das manchas tem sido constante desde o início de setembro. Na quinta-feira (3) o petróleo atingiu o litoral da Bahia, onde o Projeto Tamar atua na preservação de espécies marinhas ameaçadas de extinção.

A poluição já afeta 124 regiões de 59 municípios do litoral nordestino.

Neste sábado, uma das praias mais frequentadas do litoral de Fortaleza (CE), a praia do Futuro, amanheceu imprópria para o banho, também por causa das manchas de óleo.

A Semace (Superintendência Estadual do Meio Ambiente), órgão ambiental cearense, está alertando os frequentadores que insistirem no banho de mar para que evitem o contato com o material tóxico.

Apesar do alerta, centenas de pessoas aproveitaram o dia de sol para o lazer na praia. A Semace tem feito mutirões de limpeza para a retirada do óleo cru que aparece nas areias e uma equipe foi mantida de plantão neste sábado.

A principal suspeita é que tenha havido vazamento de petróleo de navio estrangeiro. O ministro Ricardo Salles (Meio Ambiente) disse nas redes sociais que irá a Sergipe na segunda-feira (7) para tratar do tema com o governador Benivaldo Chagas (PSD).

Em Sergipe, o problema se agravou neste sábado (5) com o aparecimento de camadas maiores em todo o litoral ao sul da capital, Aracaju. Nesse trecho até a divisa com a Bahia, todas as praias estão impróprias para banho, o que também prejudica o turismo.

“É um trabalho de enxugar gelo. Nossas equipes retiram o óleo da areia e o mar traz novas levas. É algo nunca visto por aqui”, afirma o presidente da Adema (Administração Estadual do Meio Ambiente), Gilvan Dias.

Um dos pontos afetados no litoral sergipano é a reserva de Santa Isabel, que fica no município de Pirambu, destinada à reprodução de tartarugas marinhas. Foram encontrados animais mortos no local, mas a causa ainda está sendo analisada.

“Mesmo que a água esteja limpa, as pessoas precisam pisar na areia antes de mergulhar, o que é perigoso em alguns lugares. Por isso, por precaução estamos emitindo alertas”, explica Dias.

O Ibama recomenda que se evite qualquer contato ou manuseio do material e que o banhista comunique a ocorrência imediatamente ao órgão ambiental local. Em caso de contato com o óleo, a recomendação do Ibama é que a pessoa passe primeiro gelo ou óleo de cozinha, antes de lavar com água e sabão.

 

FOLHAPRESS

 

 

Óleo de coco é veneno puro, diz professor da Harvard

Apesar de ser considerada uma escolha saudável, o óleo de coco é “uma das piores coisas que você pode comer”, diz Karin Michels, da Universidade de Harvard.

Michels é epidemiologista da Escola de Saúde Pública da faculdade e criticou o movimento da supervalorização do produto. De acordo com o The Guardian, para ele, a substância é tão boa quanto “veneno puro”.

Isso porque a alta proporção de gordura saturada da substância pode elevar os níveis do chamado colesterol LDL. E assim, o risco de doença cardiovascular.

O óleo de coco contém mais de 80% de gordura saturada. Mais do que o dobro da quantidade encontrada na gordura do porco, e 60% a mais do que é encontrado na gordura da carne bovina.

Os comentários foram feitos recentemente em palestra intitulada “Óleo de coco e outros erros nutricionais” na Universidade de Freiburg, na Alemanha. Seu discurso já foi assistido quase um milhão de vezes no YouTube.

Alguns especialistas já tinha alertado sobre os riscos do óleo de coco. E ele até pode ser incluído na dieta, mas com cuidado.

“Entretanto, como é rico em gorduras saturadas só deve ser incluído em pequenas quantidades. Além disso, tem que fazer parte de uma dieta saudável e equilibrada”, disse a Fundação Britânica de Nutrição.

A organização também ressaltou que, na verdade, ainda não há evidências científicas fortes que apoiem os supostos benefícios da substância.

“O que sabemos é que a substituição de gorduras saturadas por gorduras insaturadas como a do azeite de oliva extra-virgem pode ser um meio eficaz de reduzir os níveis de colesterol LDL. Por isso, talvez possa ser uma escolha mais saudável”, explicou a nutricionista Victoria Taylor, da Fundação.

runnersworld

Imagem: Africa Studio/Shutterstock

Óleo certo faz motor gastar menos e trabalhar melhor; saiba escolher

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Não caia na armadilha (ou tentação) de só completar o nível do óleo a cada parada no posto de combustível. Nem se acomode em adicionar o produto periodicamente. Pôr qualquer lubrificante no motor e nunca trocá-lo totalmente trará consequências graves lá na frente — é como aquele cara que passa a vida comendo em fast food: uma hora, o organismo vai reclamar.

Perda de desempenho, falhas na partida, consumo elevado e até comprometimento da garantia são alguns dos problemas comuns ao se optar por utilizar um óleo qualquer. Isso porque lubrificantes errados podem resultar em borras e acúmulo de verniz, além de aumentar o atrito entre as peças. Em alguns casos extremos, o motor pode até quebrar. UOL Carros explica porque isso acontece, mostra como fazer a verificação do nível correta e dá dicas do que fazer na hora da troca.

Como verificar

O nível do lubrificante tem que ser checado com o carro frio e em lugar plano, para não dar falsa impressão de que esteja fora do nível recomendado. Abra o capô, retire a vareta do cárter, limpe-a com uma flanela (ou algum pano que não solte fios e fibras) e ponha-a novamente no recipiente. Retire-a de novo para verificar o nível. Caso o veículo esteja rodando há algum tempo, desligue o motor e aguarde por cinco minutos.

Importante: se você já tiver saído com o carro e a luz do óleo acender no painel, pare o veículo imediatamente e verifique o nível. Se estiver abaixo do traço de mínima capacidade, complete-o com produto das mesmas especificações do lubrificante recomendado no manual do proprietário — misturar marcas é permitido. Contudo, não fique só completando, pois essa é uma das principais causas para formação de borras. Se o nível estiver alto, leve o carro até a oficina e verifique a bomba de óleo.

Também não se intimide com o diagnóstico assustador do frentista, que pode condenar seu óleo por estar escuro. É normal o produto ficar escurecido, afinal, tem poder detergente para limpar o motor e manter as impurezas em suspensão. Assuste-se somente se aparecer borras na vareta. Corra para fazer a troca.

Lucas Lacaz Ruiz/A1 – 26.02.2011

Para não ter dor de cabeça, faça a troca em concessionárias ou lojas especializadas

Quando trocar

Em média, o óleo é substituído a cada 5 mil ou 10 mil km — a troca varia conforme a marca do carro e o tipo de lubrificante. Carros mais modernos registram consumo médio de óleo de 300 ml a cada 1.000 km. Se o seu consome mais que isso, procure a concessionária.

Para fazer a troca, vá a uma concessionária ou lojas especializadas. Esses estabelecimentos têm maquinário apropriado e seguem procedimentos para a troca, como o aperto no parafuso que abre o bujão do cárter. Em veículos zero km, a substituição geralmente está prevista nas revisões programadas. Lembre-se que colocar óleo fora da especificação pode acarretar em perda da garantia do carro.

Também é importante ressaltar a importância dos filtros de óleo: sempre que for trocar o lubrificante, coloque um novo e opte por produtos de marcas conhecidas.

Sopa de letrinhas

Aquela overdose de letras e números na embalagem do lubrificante tem explicação: são as informações e características do produto, como índice de viscosidade, temperatura, aditivos etc. Mas o leque hoje é maior. Geralmente, fabricantes recomendam mais de uma especificação de óleo para o mesmo modelo. Por isso, consulte o manual.

Veja, por exemplo, a explicação da Shell sobre um rótulo com a seguinte classificação: 5W40, 0W30 ou 10W30 e API SN, API CJ-4. “Os primeiros números dos óleos multiviscosos representam o comportamento do motor na partida a frio, ou seja, quanto menor o valor, menor será o tempo necessário para que o óleo chegue à todas as partes do motor; o outro número indica a viscosidade à temperatura; já a segunda classificação é a de serviços (as mais conhecidas são a American Petroleum Institute, API, e a Association of Constructors of European Automobiles. a ACEA)”.

O deciframento continua: “A primeira é dividida em duas categorias, a “S” (óleos de Serviço) é voltada para motores ciclo otto; a “C” (óleos Comerciais) é voltada para motores ciclo diesel. E dentro de cada categoria existe os níveis de performance, que aumentam na medida em que a letra após o “S” ou “C” evolui. Por exemplo, o SB é melhor que o AS, e o CB é melhor que o CA. Atualmente, as classificações mais modernas são: API SN e API CJ-4 — o número que acompanha a categoria C é voltado para motores de dois ou quatro tempos”. Ufa.

Reprodução

Nunca use óleo mineral em veículo cuja recomendação é de óleo sintético, nem o contrário: misturar é queimar dinheiro, já que um “contaminará” o outro

Sintético ou mineral?

A principal mudança entre os dois está no tempo de oxidação: o produto mineral oxida em menos tempo e perde mais rapidamente o poder de fluidez, corrosão e formação de espuma. O sintético tem viscosidade estável, que facilita a lubrificação mais rápida das partes altas do motor e forma película mais resistente.

Por conta disso, nunca use óleo mineral em veículo cuja recomendação é de óleo sintético, já que este tem mais aditivos em sua composição, nem faça o contrário. Fique atento, pois misturar é queimar dinheiro, já que um “contamina” o outro.

Perigos do óleo errado

O produto fora da especificação para aquele carro pode não suportar a dilatação provocada pelo calor do motor. Desse modo, ele vai se degradar mais rapidamente. Isso pode causar o depósito de verniz e borras, que chegam a gerar entupimentos. Em casos extremos, o motor pode fundir.

A viscosidade diferente comprometerá toda a lubrificação e pode até quebrar o motor. Isso porque o lubrificante é responsável, entre outras coisas, por manter uma película para minimizar os atritos entre as peças metálicas do conjunto. Se o óleo tiver viscosidade diferente, essa película simplesmente se romperá e ocasionará mais atrito entre esses componentes.

Outro exemplo: o óleo mais “fino” que o recomendado pode subir para a câmara de combustão e queimar junto com o combustível.

Aditivos para quê?

O óleo lubrificante tem detergentes próprios para limpar a parte interna do motor. Por isso, aditivos adicionais não são recomendados, já que podem alterar a viscosidade e desgastar precocemente componentes como o virabrequim e os eixos comandos de válvulas.

Uol

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Califórnia entra em estado de emergência por vazamento de 400 mil litros de óleo

oleoO governador da Califórnia, nos Estados Unidos, Jerry Brown, declarou estado de emergência nesta quarta-feira (20) no condado de Santa Bárbara, por causa do vazamento de petróleo ocorrido na terça (19), que pode ter despejado até 400 mil litros de óleo em terra e no oceano.

“Esta declaração de emergência permite que o estado mobilize com rapidez todos os recursos disponíveis. Faremos tudo o que for necessário para proteger o litoral californiano”, disse Brown em comunicado.

O vazamento de petróleo pode chegar a até 400 mil litros, segundo os últimos cálculos divulgados pelo Centro de Informação Unificado, que está à frente do gerenciamento da crise ambiental.

Esse número constitui “o pior dos cenários possíveis”, segundo o comunicado de imprensa, que também indica que foi aberta uma investigação para explicar a causa do rompimento do oleoduto que originou o vazamento de petróleo e a quantidade exata que foi derramada.

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Este incidente no condado de Santa Bárbara, que fica ao norte de Los Angeles, deixou uma mancha negra tanto em terra como no mar.

No começo da manhã desta quarta, as equipes de limpeza já tinham retirado 26 mil litros de petróleo.

A companhia Plains All American Pipeline ainda tem que fazer uma escavação para chegar até o ponto exato da ruptura da tubulação, que foi instalada junto à linha costeira em 1987.

Santa Bárbara é uma região com intensa atividade petrolífera. Em 1969, um vazamento em uma plataforma na região durou 11 dias e despejou cerca de 15,9 milhões de litros de petróleo no Oceano Pacífico.

G1

Método de lavagem de carros com óleo natural chega a João Pessoa economizando quase 100% da água

Quer economizar água lavando carro? Conheça este novo método que usa óleos naturais e não agride a natureza!

Empresas em João Pessoa já estão começando a aplicar na cidade, o preço é similar ao da lavagem comum, mas a economia de água é muito maior! E o serviço pode ser feito na casa do cliente!

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Veja na reportagem de João Thiago

João Thiago

 

Vídeo de suposto guarabirense bebendo quase 1 litro de óleo faz sucesso na internet

Um vídeo publicado no Facebook mostra um homem bebendo um litro de óleo de cozinha. As imagens, postadas desde janeiro deste ano, vem ganhando repercussão na rede social e já foi compartilhada milhares de vezes.

Durante a gravação, o homem, conhecido como “Peba” e que diz ser da cidade de Guarabira, aparece ingerindo o líquido em poucos segundos. Assista:

Em uma das páginas em que foi publicado, o vídeo já tem mais de 104 mil visualizações, 2,5 mil compartilhamentos e 1,1 mil curtidas, além de vários comentários.

A redação do ManchetePB tentou localizar o homem, porém sem êxito.

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ManchetePB

Menino é morto a chicotadas e óleo quente por mãe e padrasto

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Um menino de 6 anos foi assassinado a chicotadas e óleo quente jogado no corpo em Santa Bárbara do Leste (MG), no Vale do Rio Doce. O crime foi cometido pela mãe e pelo padrasto na noite do último domingo.

Segundo o delegado Luiz Eduardo Moura Gomes, dois irmãos de 3 e 4 anos do menino, chamado João Paulo, também foram brutalmente agredidos e estão internados em um hospital de Caratinga, a 23 quilômetros de Santa Bárbara, com ferimentos gravíssimos. “Nunca vi uma coisa dessas. Os meninos foram chicoteados com um chicote e agredidos com um cinto. Eles ainda jogaram óleo quente nas três crianças. Quando foram encontrados estavam com feridas em carne viva nas nádegas, costas e órgãos genitais. Uma barbaridade”, contou Gomes.

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O delegado informou que os lavradores Josina Concebida Moysés, 36 anos, e José Mateus da Silva, 35 anos, estão juntos há apenas um mês. O caso foi descoberto depois que eles procuraram ajuda de vizinhos e parentes para localizar o menino de 6 anos. “Eles alegaram que o menino, o João Paulo, havia fugido de casa. Quando os parentes chegaram para ajudar, notaram a falta também dos outros dois meninos mais novos. Nessa hora a mãe, a Josina, disse que eles estavam dentro da casa dormindo. Uma tia desconfiou e conseguiu entrar no imóvel. Foi quando ela encontrou os sobrinhos em uma cama, cobertos e gemendo muito de dor e febre. Foi quando a Polícia Militar foi chamada e prendeu o casal”, explicou o delegado.

A Justiça definirá com quem ficarão os dois meninos que estão internados quando eles receberem alta do hospital. O pai biológico das crianças morreu, mas os parentes acompanham o caso. “Já João Paulo, a mãe e o padrasto disseram que ele havia fugido, mas os investigadores André Gouveia e Rodrigo Gonçalves, quero destacar o trabalho deles, conseguiram informações que o casal havia saído com esse menino de carro. Fizemos o interrogatório e eles confessaram que o menino havia morrido durante o espancamento e eles levaram o corpo até a rodovia BR-116, onde o abandonaram”, contou Gomes.

Ainda segundo o policial, mãe e companheiro “disseram que deixaram o corpo às margens da estrada coberto e com uma mochila, para simular uma morte no local durante a fuga inventada por eles. “O mais absurdo, entre tantos absurdos dessa história, é o motivo. Mãe e padrasto alegaram que agrediram as crianças porque eles não os respeitavam  e além de pegar coisas na geladeira sem permissão, faziam xixi e cocô na cama. Isso provavelmente, a gente supõe, era um trauma pelas surras que sofriam constantemente, como informou uma tia”, afirmou Luiz Eduardo Moura Gomes. O delegado revelou ainda que o padrasto tem uma filha de 11 anos que morava com a família, mas a menina não era vítimas de tortura como os meninos e, inclusive, estudava, ao contrário das crianças agredidas.

Josina e José Mateus tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça e vão aguardar o julgamento presos. Eles vão ser indiciados pela Polícia Civil pelos crimes de tortura contra os meninos que sobreviveram e de tortura com resultado morte no caso de João Paulo. Condenados, podem pegar mais de 30 anos de cadeia.

 

Terra