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Polícia apreende adolescentes suspeitos de ofensas racistas a Preta Gil

Amauri Nehn/Brazil News
Amauri Nehn/Brazil News

A Polícia Civil de Sorocaba apreendeu dois adolescentes que teriam postado na internet ofensas racistas contra a cantora Preta Gil em julho deste ano.

Foram apreendidos um menino de 15 anos e uma menina de 14. A mãe da garota também foi detida. Todos foram encaminhados à Delegacia de Investigações Gerais para prestar esclarecimentos sobre o fato, mas foram liberados a seguir.

Os dois adolescentes apreendidos teriam feitos comentários racistas em uma postagem feita pela cantora em sua página oficial em 26 de julho. Se condenada, a mãe está sujeita a pena que vai de dois a cinco anos de prisão. Os menores estão sujeitos a medidas socioeducativas.
Todos os suspeitos foram identificados por meio do endereço de IP do computador. A polícia ainda informou que o mesmo computador era usado pela mãe, a filha e o namorado dela. O delegado informou ainda que dois notebooks e um computador foram apreendidos e devem passar por perícia. Após os equipamentos passarem por análise para descobrir a autoria do crime, o resultado será encaminhado ao Rio de Janeiro.
De acordo com o delegado Acácio Aparecido Leite, titular da DIG, o trio faz parte da chamada “Máfia Maliciosa”, um grupo que costuma postar mensagens racistas nas redes sociais.
Já o delegado seccional de Sorocaba, Marcelo Carriel, a investigação comprovou que os adolescentes efetivamente foram autores das postagens. “Conseguimos identificar nas páginas pessoais dos dois adolescentes mensagens ofensivas, de caráter racista”, contou.
Outro lado
A investigação foi iniciada após a cantora fazer um boletim de ocorrência registrando o caso de injúria racial em uma delegacia do Rio de Janeiro. A partir da denúncia, a polícia carioca solicitou à polícia paulista o cumprimento dos mandados. Ao todo, pelo menos cem pessoas em todo o Brasil que comentaram as fotos estão sendo investigadas.
Durante depoimento, o delegado relatou que a mãe da garota de 15 anos negou ter atribuído ofensa à cantora e alegou que um hacker teria invadido seu computador. A reportagem não conseguiu falar com representantes da defesa dos adolescentes nem da mulher.
Outros casos
Preta Gil não é a única famosa a sofrer com esses ataques nas redes sociais. Recentemente, Taís Araújo, Sheron Menezzes, Maria Julia Coutinho, Cris Vianna e Negra Li também sofreram com mensagens criminosas.
Em março, a Polícia Civil prendeu três homens que faziam parte de uma quadrilha que praticava crimes de ódio na internet e foram responsáveis pelos ataques direcionados à Taís Araújo. Eles foram soltos três dias depois após pedido do delegado Alessandro Thiers, para converter a prisão temporária dos réus em prisão preventiva.
Pela legislação, a prisão preventiva é cabível quando for imprescindível para as investigações do inquérito policial ou quando o indiciado não tiver residência fixa. Já a prisão temporária tem um prazo de duração de cinco dias, prorrogáveis por mais cinco.
Uol

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Igreja de JP é pichada com acusação de pedofilia e ofensas; indignado, padre quer investigação

igrejaA igreja de Menino Jesus de Praga, no bairro dos Bancários, na Zona Sul de João Pessoa, amanheceu neste domingo (16) com pichações com acusações de pedofilia e ofensas diversas contra o padre Marcondes, que atua na paróquia. Em contato com a redação do Portal Correio, o religioso se disse indignado com o fato e disse que vai pedir investigações rigorosas.

“Não sei quem pode ter feito isso. Não desconfio de ninguém e essas acusações são infundadas”, disse Marcondes. O padre revelou que nunca sofreu qualquer tipo de ameaça e vai prestar queixa à polícia.

O pároco informou que já relatou o ocorrido para o setor jurídico da Arquidiocese da Paraíba e afirmou que vai entrar em contato com a empresa responsável pela segurança da igreja para saber se alguma imagem dos vândalos responsáveis pela ação foi capturada.

portalcorreio

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Miss Brasil sofre ofensas na web por ser do Ceará

missO presidente em exercício da Ordem dos Advogados do Brasil no Ceará (OAB-CE), Ricardo Bacelar, assinou nesta segunda-feira (29) representação e notícia-crime no Ministério Público Federal para responsabilizar os autores de mensagens racistas nas redes sociais contra Melissa Gurgel, a cearense eleita Miss Brasil no sábado (27).

“São colocados comentários preconceituosos e depreciativos ao povo cearense. Os comentários dizem que o sotaque cearense é sofrível, que o povo cearense é feio. É racismo em razão da localidade do Ceará, e nós não vamos aceitar isso. O sotaque cearense nos orgulha e faz parte da nossa cultura e da nossa identidade”, diz o presidente da OAB-CE, Ricardo Bacelar.

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Após a vitória da cearense no concurso de miss, ela foi alvo de comentários preconceituosos. “Miss Ceará bonita até abrir a boca e vir aquele sotaquezinho sofrível”, diz uma das mensagens. “Lembrem de deixar a TV no mudo quando a miss Ceará for dar a palestra dela no miss Brasil do ano que vem”, diz outra.

O presidente em exercício afirma que coletou a imagem de algumas mensagens racistas contra Melissa Gurgel e apresentou ao Ministério Público Federal no Ceará. “Formalizamos a representação no MPF para apurar com rigor esse desrespeito ao povo cearense”. Se condenados, os autores de mensagens racistas podem presos por período de dois a cinco anos.

Melissa Gurgel, de 20 anos, foi eleita a Miss Brasil no sábado (27), em concurso realizado no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, com a participação das 27 misses dos estados e do Distrito Federal. ‘Poder da mulher brasileira’

A cearense Melissa Gurgel, 20 anos, eleita a Miss Brasil 2014, prometeu representar bem o Brasil no Miss Universo e mostrar o “poder da mulher brasileira”.

“Eu pretendo estudar muito, conhecer outras culturas, aproveitar essa oportunidade única de representar o nosso país lá fora e mostrar para o mundo o poder da mulher brasileira, mostrar nossos princípios e nossos valores”, disse, logo após receber a faixa e coroa de Miss Brasil 2014. Ela recebeu a faixa de Miss Brasil e um carro no valor de R$ 40 mil, como premiação do 60º concurso Miss Brasil. Ela vai disputar agora o Miss Universo, que será realizado neste ano, nos Estados Unidos.

G1

Veja é condenada por ofensas a professor de História

A editora Abril e as jornalistas Mônica Weinberg e Camila Pereira terão que indenizar um Professor de História de Porto Alegre, em R$ 80 mil, por veicular reportagem na revista Veja com “fatos distorcidos e descontextualizados”. A decisão da 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul confirmou sentença de 1° Grau, mantendo também a obrigação dos réus de publicar na revista o teor da decisão da Juíza Laura de Borba Maciel Fleck.

(Foto: Reprodução TJ/RS/zcool.com.cn)

O professor de História do Colégio Anchieta, em Porto Alegre, ajuizou ação indenizatória por danos morais em desfavor da Editora Abril e das jornalistas autoras da reportagem intitulada “Prontos para o Século XIX”, divulgada pela revista Veja nº 2074. De acordo com o professor, a publicação teve o objetivo de expor ao leitor, de forma irônica, que os educadores e as instituições de ensino incutem ideologias anacrônicas e preconceitos esquerdistas nos alunos.

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Ele destacou um trecho da publicação: ”Cena muito parecida teve lugar em uma classe do Colégio Anchieta, de Porto Alegre, outro que figura entre os melhores do país. Lá, a aula de história era animada por um jogral. No comando, o professor Paulo Fiovaranti. Ele pergunta: ‘Quem provoca o desemprego dos trabalhadores, gurizada?’. Respondem os alunos: ‘A máquina’. Indaga, mais uma vez, o professor: ‘Quem são os donos das máquinas?’. E os estudantes: ‘Os empresários!’. É a deixa para Fiovaranti encerrar com a lição de casa: ‘Então, quem tem pai empresário aqui deve questionar se ele está fazendo isso’. Fim de aula”.

De acordo com o autor, a reportagem distorceu fatos ocorridos em sala de aula, o que foi expressado em tom ofensivo e permeada de generalização infundada. Mencionou que as rés fizeram afirmações gratuitas e levianas, tornando o autor uma espécie de “ícone” representativo de uma classe de profissionais ignorantes, despreparados.

Citados, as rés sustentaram que a equipe da revista foi autorizada a assistir aulas nas duas escolas citadas na matéria, assim como fotografar e divulgar os nomes dos professores. Alegaram que a gravação da aula demonstra os ensinamentos do autor em sala de aula, indo ao encontro com o entendimento de que não se observa neutralidade política na aula ministrada pelo autor.

Para a Juíza Laura Fleck, a publicação deixou de registrar que o professor ministrava aula sobre a Revolução Industrial, Século XVIII, estabelecendo relações entre o passado e o presente, a fim de estimular a atenção e o raciocínio dos alunos. “Forçou, a reportagem, ao afirmar a ideologia política do autor e estereotipá-lo como esquerdista por conta de seu método de ensino, desconsiderando os seus mais de 15 anos como professor e a tradição da escola, transpondo a fronteira da veracidade e da informação”, afirmou a magistrada.

“Tenho que o conteúdo da matéria jornalística, além de ácido, áspero e duro, evidencia a prática ilícita contra a honra subjetiva do ofendido. A reportagem, a partir do momento que qualifica o autor como esquerdista, com viés, de resto, pejorativo, sem a autorização do demandante, extrapola os limites da liberdade de imprensa”, ressaltou a julgadora.
“A revista está pressupondo que os pais são omissos e não sabem o que os filhos estão aprendendo na escola. Da mesma forma, a publicação é agressiva ao afirmar que os professores levam mais a sério a doutrinação esquerdista do que o ensino das matérias em classe, induzindo o leitor a entender que o autor deve ser incluindo como este tipo de profissional”, completou a juíza.

A indenização a título de danos morais foi fixada em R$ 80 mil, acrescida de correção monetária pelo IGP-M a contar da publicação da sentença e de juros de mora de 1% ao mês incidentes a partir da publicação da matéria (20/08/08).

Recurso
Apóa a decisão em primeiro grau, as partes recorreram ao TJ. Ao analisar a apelação, o relator, desembargador Marcelo Cezar Müller, enfatizou que o direito de informação pode ser livremente exercido, mas sem necessidade de ofensa ao direito do professor, no caso, do autor da ação. “Contudo, na hipótese, a ofensa não era necessária e em nada contribuía para a apresentação do tema de forma clara e consistente ao público. Referiu-se o nome do professor de maneira a extrapolar o exercício regular de um direito. Isso porque uma parte da aula, que possuía um contexto, foi destacado e inserido na reportagem. Esse modo de apresentar o tema, em relação ao autor, escapou da completa veracidade do fato”, avaliou o relator. “Existiu o excesso, sem qualquer necessidade, que não era requisito para ser exercido plenamente o direito de informar”, completou o desembargador.

*Com informações do TJ/RS

Luciano Agra diz que foi professor de RC e que perdoa Ricardo por ofensas

O prefeito de João Pessoa, Luciano Agra, disse nesta sexta (24) que foi o mestre de Ricardo Coutinho (PSB) sobre João Pessoa, afirmou que o governador está “afobado” e que perdoa Coutinho pelas ofensas que tem recebido do gestor estadual.

Agra disse que Ricardo foi “injusto” ao lhe classificar como o “abacaxi” que deixou na Prefeitura de João Pessoa. “O governador deve estar muito afobado, porque uma pessoa que já trabalhou quase 30 anos voluntariamente e depois é que veio o governo e continua a trabalhar da forma mais correta possível”, disse Agra defendendo sua administração e relembrando a sua passagem na administração municipal como servidor da Seinfra.

Condenando a declaração do governador, o prefeito de João Pessoa de intitulou mestre de Ricardo sobre a administração, para que o socialista conhecesse bem a Capital. “Inclusive uma pessoa que o ensinou muito a perceber o que é a cidade, a dinâmica da cidade, a economia, a sustentabilidade”.

Luciano Agra ainda disse que perdoava Ricardo por ofensas que Coutinho tem lhe feito. “Eu sou um sujeito Cristão, e no pai nosso a gente já diz perdoai as nossas ofensas. Então Ricardo já está perdoado antecipadamente”.

Écliton Monteiro – MaisPB