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Doença deixa pessoas com obsessão por coisas fitness

Se você vive contando calorias, não tira da cabeça o que comeu ou deixou de comer, não compra nada sem estudar todo o rótulo, ou fica sem comer porque não tem nada saudável, tenha muito cuidado, pois você pode está sofrendo da doença ortorexia, conhecida como ‘obsessão fitness’.

Segundo a nutricionista Débora Pinheiro, diferente do que ocorre com os casos de bulimia e anorexia, a ortorexia não busca essa preocupação com a imagem que está refletida no espelho, mas a única preocupação se dá em consumir alimentos tidos como puros e corretos.

“A ortorexia é uma fixação por alimentação em que a pessoa afetada passa horas pensando sobre o assunto, lendo rótulos de alimentos e na escolha do que ingerir. As restrições levam ao consumo de uma variedade cada vez menor de alimentos. Assim, ocorre a carência de algumas vitaminas e o excesso de outras. A busca incansável pelo ‘mais saudável’ torna-se uma maratona sem fim e sem recompensa”, disse a nutricionista.

Dentre os sintomas da doença, uma característica da condição é o indivíduo levar sua própria refeição ao sair de casa, caso contrário não se alimenta. Outro ponto marcante é o isolamento durante as principais refeições, além de evitar confraternizações.

“Doenças relacionadas às carências nutricionais, como anemia e avitaminose. Essa exclusão de determinados grupos alimentares da dieta são exemplos de problemas de saúde que podem ser desenvolvidos em decorrência da fixação por alimentos saudáveis”, disse Débora.

A médica sugere que o tratamento contra o problema ocorra de forma multidisciplinar, ou seja, com mais de um especialista no acompanhamento. “O tratamento é multidisciplinar, no caso o nutricionista com o psicológico, trabalhando dietas menos restritivas e educando o paciente para que não se sinta engessado no plano alimentar”.

 

(Foto: Valter Campanato/Agência Brasil/Ilustração)

portalcorreio

 

 

Brasil retoma obsessão por inédito ouro olímpico contra a África do Sul

A partir das 16 horas (de Brasília) desta quinta-feira, no Mané Garrincha, a Seleção Brasileira terá mais uma oportunidade para conquistar a inédita medalha de ouro olímpica. E dentro de casa.

A estreia no grupo A do torneio de futebol masculino será contra a África do Sul.

“Como o período de treinamento que tivemos, acredito que nos cercamos dos princípios necessários para ter um bom desempenho”, confiou o técnico Rogério Micale, embora considere “difícil chegar a 100% como equipe”.

selecao

Foto: Divulgação

No tempo que teve para trabalhar, Micale consolidou o esquema tático ofensivo, com Neymar, Gabriel e Gabriel Jesus no comando do ataque brasileiro.

O trio elétrico será municiado por Felipe Anderson, que terá o apoio do experiente Renato Augusto no meio-campo. No gol, Weverton, substituto do lesionado Fernando Prass, foi confirmado como titular.

Não é apenas com a sua formação, contudo, que Micale se preocupa. Nem mesmo uma recente vitória por 3 a 1 em um amistoso com os sul-africanos fez o treinador desmerecer o rival da primeira rodada.

“Vencemos aquele jogo com dois gols de bola parada no começo. Respeito muito o time deles, que tem bom comportamento tático e se fortaleceu com os acréscimos dos jogadores de mais de 23 anos”, disse.

Além da África do Sul, a Seleção Brasileira terá o Iraque, no domingo, e a Dinamarca, na quarta-feira da próxima semana, como oponentes em sua chave nos Jogos Olímpicos.

FICHA TÉCNICA
BRASIL X ÁFRICA DO SUL

Local: Estádio Mané Garrincha, em Brasília (DF)
Data: 4 de agosto de 2016, quinta-feira
Horário: 16 horas (de Brasília)
Árbitro: Antonio Mateu Lahoz (ESP)
Assistentes: Pau Cebrian Devis (ESP) e Roberto Díaz Pérez (ESP)

BRASIL: Weverton; Zeca, Rodrigo Caio, Marquinhos e Douglas Santos; Thiago Maia, Renato Augusto e Felipe Anderson; Gabriel, Gabriel Jesus e Neymar
Técnico: Rogério Micale

ÁFRICA DO SUL: February; Myala, Mathoho, Mngonyama e Coetzee; Masuku, Sandows, Ntshangase e Mekoa; Dolly e Morris
Técnico: Owen da Gama

Gazeta Net

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Desejo de ser mãe pode se tornar obsessão

gravidezPor ser fruto de um desejo intenso, a tentativa de se tornar mãe pode acabar ocupando um espaço maior do que deveria na rotina e na vida de muitas mulheres. Isso porque elas passam a se cobrar cada vez mais para conseguir atingir a sonhada gestação, como se tudo dependesse apenas do sucesso dessa empreitada.

Estar pronta para a gravidez é ter consciência da realidade e baixar as expectativas. São raros os casos de mulheres que conseguem engravidar logo na primeira tentativa.

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“Um casal jovem, saudável e com relações sexuais frequentes tem 25% de chance de conseguir engravidar. É um número muito baixo, também levando em consideração o período mais fértil da mulher. Por isso, é normal fracassar nas primeiras tentativas. O casal pode tentar por até um ano e não conseguir. Até esse tempo, os médicos ainda consideram a situação absolutamente natural”, afirma o ginecologista Domingos Mantelli.

Se durante esse período de um ano ou mesmo depois a vida da mulher passa a ser pautada única e exclusivamente pela vontade de ter um filho, é preciso ficar atento. Pode ser um sinal que aquela vontade natural de ser mãe tenha se transformado em um comportamento obsessivo.

“A obsessão pode ser percebida quando começa a causar danos, sejam eles físicos ou psicológicos, no dia a dia da mulher. Quando ela abandona outros setores da vida, como o parceiro e até outros filhos, é o momento de procurar ajuda”, explica a psiquiatra Carla Bicca.

Além do dano psicológico, a obsessão pode ser tornar um obstáculo em tentativas futuras de engravidar. O estresse mexe com o organismo de tal maneira que o corpo da mulher passa a ser um “ambiente desfavorável” até para os espermatozoides. A tensão e o nervosismo liberam adrenalina e cortisol, hormônios que alteram o pH do corpo e podem dificultar a gestação.

Para que a situação não chegue a esse extremo, especialistas recomendam que as mulheres olhem com carinho também para outras áreas da vida cotidiana. Essa atitude vai tirar um pouco do foco a questão de ter um filho, permitindo que mulher não fique estagnada nessa ideia. Mesmo contra a vontade natural do corpo, é importante sair de casa, praticar exercícios físicos ou qualquer outra atividade que mantenha a mente ocupada.

 

iG

Você sente saudade ou tem obsessão pelo ‘ex’? Entenda a diferença

Lumi Mae/UOL
Lumi Mae/UOL

Há diferentes formas de encarar uma rejeição amorosa. Algumas pessoas, dotadas de boa autoestima e capacidade de resiliência, transformam o fim em recomeço. Em vez de guardar e alimentar rancor pela antiga paixão, filtram as lembranças e procuram guardar somente os momentos bons na memória.

Outras, no entanto, não conseguem digerir a frustração amorosa. Recusam-se a aceitar que a relação acabou, desenvolvem um sentimento de posse pelo “ex” ou pela “ex” e não conseguem e nem querem esquecê-lo.

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Telefonemas e e-mails implorando por uma reconciliação, vigília nas redes sociais e até na porta de casa ou do trabalho são algumas atitudes típicas. Mesmo que o outro deixe bem claro que não há chance de volta, não tem jeito: a pessoa desenvolveu uma obsessão, comportamento que pode atrapalhar todas as esferas de sua vida.

Motivos que levam à obsessão

De acordo com a psicóloga e terapeuta de casais Triana Portal, o perfil mais comum é o de quem sofreu várias perdas, decepções amorosas em série, traições, mas, principalmente, falta de amor dos pais na infância. “São indivíduos que apresentam uma estrutura emocional frágil, com baixa autoestima, carência e insegurança”, afirma.

Segundo a psicóloga Raquel Fernandes Marques, as obsessões também estão relacionadas à ansiedade criada em resposta a uma situação muito estressante, esmagadora e dolorosa.

De acordo com ela, uma frustração amorosa, uma família desestruturada ou ambientes de trabalho nocivos podem causar excesso de ansiedade. “A pessoa pode ficar comprometida emocionalmente e tentar buscar uma saída para fugir dessa realidade. Sendo assim, a obsessão se associa a um desejo intenso e à necessidade de preenchimento dessa privação”.

Para sobreviver ao fim da relação, há quem crie um mundo irreal, com fantasias que preencham esse vazio. Em vez de seguir em frente, a pessoa passa dias e noites pensando em seu “ex”, fazendo perguntas aos amigos, ouvindo músicas ou lendo bilhetes de quando estavam juntos.

A obsessão costuma ser determinada pelo ciúme. É um amor que alterna entre momentos de prazer e de sofrimento e que empurra a pessoa para situações doentias, como perseguir o antigo parceiro ou parceira. Nada mais interessa.

A psicóloga e educadora sexual Ana Canosa explica que obsessão é uma ideia fixa que volta à mente o tempo todo e interfere na racionalidade. “Muitas vezes, a obsessão está acompanhada de estratégias para finalidades específicas, como fazer o ‘ex’ voltar a qualquer custo, acabar com sua nova relação ou simplesmente prejudicar sua vida. Mas, às vezes, nem existe de fato a intenção de reatar, o objetivo maior é destruir”, afirma.

Obsessão x saudade

Sentir saudade de um relacionamento é natural e diferente da obsessão. É a memória de algo que aconteceu e que dificilmente voltará a acontecer da forma como foi. É a mistura dos sentimentos de perda, falta e amor.

“A saudade não abala a razão com facilidade. Você tem saudade da pessoa, das situações que viviam, da voz, do beijo, do abraço. É um sentimento que envolve carinho, ao contrário da obsessão, que se torna um aprisionamento”, diz Ana Canosa. Segundo ela, quem tem saudade reconhece o outro como alguém com vontade própria. A pessoa obcecada, por sua vez, é codependente e ainda não amadureceu.

Como se livrar da obsessão?

Se não combatida, há o risco de que a obsessão se torne perigosa, com diversos sintomas físicos e psíquicos. Muitas pessoas se envergonham ou se culpam por determinadas atitudes, podendo sofrer de ataques de pânico, dificuldades de concentração, depressão ou distúrbios alimentares e de sono. O estresse constante gera irritação, acessos de raiva e agressividade. Nos casos mais extremos, também podem ocorrer pensamentos suicidas ou homicidas.

Se você se identificou com as características obsessivas e quer se livrar desse quadro, o primeiro passo é contar com o apoio de amigos e familiares. Obsessões e compulsões podem consumir a vida da pessoa até levá-la ao isolamento social. Ao envolver outras pessoas, você se protege contra retrocessos e mantém a motivação em alta.

Em segundo lugar, tenha em mente que o processo não será fácil, mas é algo possível. Trabalhe ativamente para eliminar os comportamentos compulsivos, desafio que exige compromisso e prática diária.

“Uma boa ideia é praticar técnicas de relaxamento, como yoga, meditação, alongamento e respiração profunda. Elas aliviam o estresse e podem ajudar a reduzir os sintomas da ansiedade provocada pela obsessão”, diz a psicóloga Raquel Fernandes Marques.

As redes sociais ajudam a alimentar o comportamento obsessivo. Normalmente, as pessoas obcecadas não desenvolvem suas próprias relações, pois concentram todas as suas energias em vigiar a vida do “ex”. Também não aceitam que o antigo parceiro desenvolva nenhuma atividade que fuja ao seu controle total e absoluto e por isso se tornam “stalkers” (perseguidores, em inglês).

“A pessoa obcecada tem nas redes sociais combustível para sua obsessão. A cada foto ou post publicado ele é alimentado e, como em um vício, fica cada vez mais ansioso e preso. A pessoa busca incessantemente controlar o ex-parceiro, mesmo que virtualmente, para que ele não escape”, diz Triana Portal.

É essencial, então, manter uma certa distância, se possível, ou evitar vasculhar a rotina do “ex”. E é importante lembrar que, se o outro está tocando a própria vida, você deveria fazer o mesmo.

Buscar atividades prazerosas que amenizem a ansiedade e distraiam a mente e se valorizar, lembrando-se de realizações, capacidade e habilidades, também são formas de desviar a atenção do outro e tomá-la para si. “Toda vez que se sentir à beira de uma recaída, pensando em ligar para o ‘ex’ ou espionar a rotina dele, tente refletir sobre seu próprio valor, pensar na vida antes do relacionamento e vislumbrar um futuro mais feliz”, diz Triana.

 

Uol

Obsessão por malhação pode ser sinal de pênis pequeno, mostra pesquisa

malhaçãoA causa pela busca excessiva do corpo perfeito pode ter uma explicação. Segundo o Instituto de Psicologia de Victoria, na Austrália, uma obsessão por malhação pode significar uma frustração nos homens quanto ao tamanho do pênis.

“A preocupação dos homens com o tamanho pouco tem a ver com o desempenho sexual. Na verdade, tem muito mais a ver com competição entre outros homens. A maioria sente insegurança em lugares que outros homens possam ver seu pênis, como em vestiários, mas se sentem seguros na cama”, afirmou a doutora Annabel Chan Feng Yi, responsável pela pesquisa.

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O estudo entrevistou 738 homens entre 18 e 76 anos. A maioria admitiu que são inseguros em relação a forma física e ao tamanho do pênis.

Com Revista A CAPA