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Diocese de Guarabira ordena novos padres e alcance número de 60 sacerdotes

Na noite desta terça-feira (04), na Catedral Nossa Senhora da Luz, em Guarabira, dia de São João Maria Vianney, patrono dos sacerdotes, o bispo diocesano dom Aldemiro Sena dos Santos ordenou quatro novos padres para Diocese de Guarabira.

Os neo-sacerdotes são:

  • Pe. Rinaldo da Costa Fernandes
  • Pe. Felipe José Xavier da Silva
  • Pe. Hítalo Sidney Nascimento Aquino
  • Pe. Damião Edmilson Gonçalves 

O padre Damião Edmilson será apresentado como vigário paroquial em Araruna no dia 09 de agosto – 19h. 

O padre Rinaldo da Costa assumirá a função de vigário paroquial em Pirpirituba no dia 09 de agosto – 19h.

O padre Felipe Xavier será apresentado como vigário paroquial em Areia no dia 09 de agosto – 9h.

O padre Hítalo Sidney assumirá a função de vigário paroquial em Bananeiras no dia 16 de agosto – 7h).

Dom Aldemiro Sena pontuou que o sacerdote continua após a ordenação sob o peso da fragilidade humana, mas a graça sacramental o sustenta e o torna imagem do Bom Pastor, que dá a vida pelo rebanho. “Nossos sacerdotes não precisam tanto de nossos elogios, mas do nosso perdão, da nossa compreensão e colaboração”, disse.

Na conclusão da cerimônia o bispo diocesano anunciou que no dia do nascimento de Padre Mestre Ibiapina (05 de agosto) começa a construção do lar sacerdotal em Bananeiras, um espaço de retiro espiritual e acolhimento de padres.

PASCOM – Pastoral da Comunicação
Imagens: Pascom – Catedral

 

 

Paraíba estabiliza número de mortes por Covid-19, mas secretário alerta: “se a retomada for desregrada, vai atrapalhar”

A Paraíba é um dos nove estados com estabilidade no número de mortes por Covid-19 no Brasil, nas últimas 24 horas. Segundo dados do consórcio de veículos de imprensa, tanto a Paraíba como os estados de Pernambuco, Piauí, Alagoas, Sergipe, Bahia, Maranhão, Espírito Santo e São Paulo estão com número estável de óbitos.

Houve alta no registro de mortes no Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Tocantins e Ceará.

Há queda no número de óbitos pela Covid-19 no Rio de Janeiro, Acre, Amapá, Pará, Roraima, Amazonas e Rio Grande do Norte.

Os dados foram divulgados no Jornal Nacional, nessa segunda-feira (13). As informações são coletados juntamente com as Secretarias Estaduais de Saúde.

O secretário Executivo de Saúde da Paraíba, Daniel Beltrammi, conversou com o ClickPB na tarde desta terça-feira (14) e informou que o levantamento do consórcio de veículos de imprensa é diferente do que é feito pela Secretaria de Saúde da Paraíba. Mas que há, sim, estabilidade no número de mortes por Covid-19. A diferença é que o JN divulgou números das últimas 24 horas, até a noite de ontem. Já a SES-PB mostra que há estabilidade dos casos de óbitos pela doença nos últimos 15 dias. “É uma estabilidade, inclusive, abaixo da média móvel”, relatou ao ClickPB, Daniel Beltrammi.

Em relação à retomada do comércio e serviços em diversos municípios por causa da mudança de bandeiras de classificação da flexibilização, o secretário executivo declarou que “se a retomada for desregrada, vai atrapalhar” o combate ao novo coronavírus e pode superlotar os leitos destinados ao tratamento das vítimas da Covid-19.

“As pessoas precisam entender que a pandemia não acabou”, enfatizou o secretário Daniel Beltrammi.

Segundo o consórcio de veículos de imprensa (formado por G1, O Globo, Extra, O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo e UOL), até a noite de ontem (13), o Brasil tinha 770 mortes por Covid-19 em 24 horas e o total de 72.921 óbitos.

A Paraíba registrou 324 novos casos e 18 mortes, até a noite de segunda-feira, sendo cinco óbitos ocorridos ontem, conforme dados.

 

clickpb

 

 

Número de recuperados da Covid-19 no Brasil passa um milhão; total de mortes é de quase 68 mil

O total de pessoas que tiveram a Covid-19 no Brasil e estão recuperadas da doença ultrapassou a marca de um milhão. É o que aponta o boletim epidemiológico atualizado do Ministério da Saúde, divulgado na noite desta quarta-feira (08). O total de infectados em território nacional é de 1,7 milhão e os óbitos desde o início da pandemia somam quase 68 mil.

Segundo o Ministério da Saúde, 624 mil casos estão em acompanhamento e outras quatro mil mortes são investigadas. Os dados Governo Federal revelam também que o coronavírus está presente em 96% dos municípios brasileiros. São Paulo, Ceará e Rio de Janeiro são os estados mais afetados em casos confirmados e mortes por Covid-19.

 

brasil61

 

 

Aumenta número de assinantes de internet em Solânea durante a quarentena

Pois é, a conexão com a rede é cada vez mais essencial. Essa importância obteve um aumento ainda maior por conta da nova situação atrelada ao coronavírus. Conforme o último comunicado da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), somente na quarentena houve um aumento de 49% no tráfego de dados na rede. Esse uso excessivo de pessoas conectadas produziu um forte impacto na qualidade da conexão com a internet. De fato, segundo os resultados do estudo da selectra.net.br em Solânea, além do aumento no número de usuários conectados, o município também teve um crescimento mensal (entre abril e março de 2020) de 2,8%, supondo uma diferença de 64 assinantes entre março e abril. As reclamações também tiveram aumento no município. Neste caso, os meses de confinamento foram chave para entender essa evolução nas reclamações registradas na Anatel.

Como melhorar minha situação com a provedora de internet?

Para poder melhorar sua situação, o primeiro passo é medir a velocidade de internet. Vale lembrar que as operadoras devem fornecer uma média mensal de 80% da velocidade de internet contratada e 40% durante mediação instantânea. Se sua velocidade não cumpre com esses valores, a companhia terá até 30 dias para solucionar o problema. E se mesmo assim o problema persistir, saiba que como consumidor você tem o direito de solicitar o abatimento proporcional ou até mesmo fazer o cancelamento do pacote de internet contratado, sem pagar nenhuma multa de rescisão.

Se optar pelo abatimento, você poderá solicitar a sua prestadora que todo o tempo que o serviço não funcionava seja reembolsado na sua próxima fatura o valor correspondente.

Outra questão que também está tendo um forte peso neste momento é a inadimplência. Caso não esteja conseguindo pagar sua conta de internet, saiba que é possível suspender seu plano por um prazo entre 30 e 120 dias. Desta forma, você não terá que pagar pelo pacote e quando estiver numa situação econômica melhor, pode retomar o serviço.

 

Com Assessoria

 

 

Cresce o número de brasileiros com depressão e ansiedade durante pandemia

O número de brasileiros com quadros de depressão e ansiedade cresceu desde o início da pandemia da Covid-19. A mais recente pesquisa do Ministério da Saúde sobre o quadro psiquiátrico dos brasileiros neste período revela que 32,6% dos entrevistados se sentiram para baixo ou deprimidos de março para cá.

Outro estudo, do Instituto de Psicologia da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), aponta que o número de brasileiros com depressão praticamente duplicou nos primeiros dois meses de isolamento social. O percentual de pessoas com a doença passou de 4,2% para 8%. Já os casos de ansiedade saltaram de 8,7% para 14,9%. A pesquisa feita com 1.460 pessoas em 23 estados indica um aumento preocupante nos casos de pessoas com transtornos mentais.

Para especialistas, o isolamento social colabora para o aumento no número de casos de transtornos mentais. É o que explica o psiquiatra Luan Diego Marques. “Já era uma tendência desde 2019 o brasileiro ter quadros de alterações de humor e ansiedade. O isolamento, as mudanças abruptas e a quarentena só impulsionaram um maior desgaste e uma eliminação dos recursos de saúde mental, que é a liberdade, o lazer e a interação social.”

Ele também atribui à crise econômica papel importante nos indicadores. “A vulnerabilidade financeira prejudica o quadro emocional e essa também é uma das possibilidades da piora do nível de ansiedade aqui no Brasil”, complementa.

Percepção médica

A percepção da maior ocorrência de quadros depressivos também ocorre entre os médicos. Um estudo da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) entrevistou profissionais da área. Quase 90% dos psiquiatras afirmaram que os quadros psiquiátricos de seus pacientes se agravaram com a pandemia da Covid-19.

Apesar do momento crítico e do confinamento, Marques afirma que é possível minimizar as chances de depressão. “A depressão pode sim ser evitada”, assegura. Segundo ele, uma das melhores ferramentas para a saúde mental é cultivar relacionamentos.

“Ter uma rede de apoio é uma das ferramentas para reduzir a chance dessa pessoa desenvolver depressão. Existem algumas pesquisas que mostram pessoas que possuem confidentes, que podem desabafar, têm menor risco de desenvolver depressão.”

Ampliação do atendimento

Há cidades que tentaram minimizar o impacto da suspensão de consultas com psicólogos e psiquiatras neste período. Em Teresina, por exemplo, a Fundação Municipal de Saúde (FMS) se organizou para garantir o atendimento em saúde mental à população durante a pandemia do novo coronavírus. O órgão disponibilizou um telefone para quem precisar falar com um psicólogo gratuitamente.

Além disso, a Rede de Atenção Psicossocial do município continua funcionando, de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h e das 14h às 17h. Ao todo, há sete Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) para pessoas com transtornos mentais graves. Teresina conta ainda com um ambulatório, o Provida, que atende pessoas que tentaram suicídio.

Ações 

Preocupado com os efeitos das medidas de distanciamento social, sobretudo entre os jovens e adolescentes, o Governo Federal lançou recentemente uma ação de prevenção ao suicídio e automutilação com foco nesses grupos. A medida é uma forma de o país se antecipar à chamada “quarta onda da pandemia”, que se caracteriza pelo agravamento das doenças mentais entre a população.

O objetivo do Ministério da Saúde é qualificar profissionais da saúde, educadores da rede pública e privada de ensino, líderes de associações religiosas, profissionais que atuam em conselhos tutelares, entidades beneficentes e movimentos sociais para que saibam abordar adolescentes entre 11 e 18 anos.

RAPS

A Rede de Atenção Psicossocial (RAPS) é formada por diversos pontos de atenção à saúde mental, que atendem a pessoas com quadros psíquicos em diferentes níveis de complexidade. Os Centros de Atenção Psicossocial (Caps) espalhados por municípios de todo o país constituem um dos principais pontos de atendimento para pacientes com sofrimento ou transtorno mental. Existem ainda os serviços de urgência e emergência, como o SAMU 192, a sala de estabilização, Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e prontos-socorros que integram a rede.

Também fazem parte os Serviços Residenciais Terapêuticos (SRTs), que são moradias destinadas a cuidar de pacientes com transtornos mentais e que não possuem suporte social ou laços familiares. Além disso, a rede tem Unidades de Acolhimento (UA), ambulatórios multiprofissionais de saúde mental e comunidades terapêuticas. A ideia é que todos esses serviços funcionem de forma integrada.

PB Agora

 

 

Número de feridos por queimaduras no São João cai mais de 77% em Campina Grande

Cinco pessoas vítimas de queimaduras provocadas por fogos ou fogueiras deram entrada no Hospital de Emergência e Trauma Dom Luiz Gonzaga Fernandes de Campina Grande, na terça (23) e na quarta-feira (24), véspera e dia de São João. As vítimas foram duas crianças, dois adolescentes e um adulto. De acordo com a unidade hospitalar, no mês de junho do ano passado, 76 pessoas deram entrada vítimas de queimaduras no hospital de Trauma. Desse total, 22 deram entrada somente nos dias 23 e 24 de junho, o que corresponde a uma queda de 77,2%, se considerados os números do mesmo período neste ano.

Neste ano, uma lei proibiu o acendimento de fogueiras em espaços urbanos em todo o estado, por causa da pandemia do novo coronavírus. Durante operação de fiscalização da lei, a Polícia Militar apagou 35 fogueiras e recolheu outras 67, antes de serem acesas.

No Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa Senador Humberto Lucena, os casos também tiveram redução nos dias 23 e 24 de junho, se comparados ao mesmo período do ano passado. Segundo os dados divulgados pela unidade de saúde, foram registradas cinco vitimas de queimaduras. Já em 2019, 18 pessoas deram entrada.

Segundo o balanço divulgado pelo Trauma de Campina Grande, na manhã desta quinta-feira (25), a unidade realizou 395 atendimentos durante o feriado de São João. O balanço tem como base as entradas realizadas a partir da 0h da terça-feira (23) até as primeiras horas desta quinta-feira (25). Nesses dias, foram realizadas 50 cirurgias.

De acordo com a assessoria de imprensa da unidade de saúde, dos 395 atendimentos, 63 foram vítimas de queda, superando os acidentes de moto, que foram 43. Outros casos de emergência registrados na unidade de saúde foram acidente de automóvel (cinco), agressão física (quatro), vítimas de projéteis de arma de fogo (quatro) e arma branca (quatro), atropelamentos (dois) e acidentes com bicicleta (seis). Os demais atendimentos médicos foram na clínica médica e na pediatria.

De acordo com relatório, o município de Campina Grande registrou 13 acidentes de motos nesse período junino, seguido por Boqueirão (quatro), Seridó (quatro), Esperança (três) e Juazeirinho (três).

Já no mesmo período do ano passado, deram entrada 507 pessoas na véspera e no dia de São João, entre urgências e emergências. Desse total 95 foram vítimas de acidente de moto, acidente de automóvel (três), agressão física (18), vítimas de projéteis de arma de fogo (uma) e arma branca (três), atropelamentos (cinco) e acidentes com bicicleta (três).

G1

 

Paraíba tem queda de 11% no número de testes do pezinho aplicados em 2020, diz SES

O número de testes do pezinho, exame feito em recém-nascidos para detectar e prevenir até seis tipos de doenças genéticas ou congênitas, caiu aproximadamente 11% nos cinco primeiros meses deste ano em relação ao mesmo período de 2019. A informação é de um levantamento divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde da Paraíba.

A redução tem preocupado as equipes de saúde que trabalham nas maternidades, diretamente no tratamento. Em 2018, nos cinco primeiros meses, foram 15.183 testes aplicados. Em 2019, houve um aumento para 17.700, e entre janeiro e maio de 2020, houve a queda para 15.900, uma redução de 11,3%.

Pelo menos 1.800 crianças nascidas na Paraíba não fizeram teste do pezinho neste ano. Os especialistas indicam que o problema pode ter relação com a pandemia do coronavírus, porque é possível que alguns pais estejam com medo de sair de casa para fazer o exame.

A pediatra Flávia Paredes explicou que os pais não devem deixar de fazer o teste do pezinho. “O teste do pezinho é realizado gratuitamente na rede SUS, que serve para o diagnóstico de seis doenças. É feito com uma pequena punção no calcanhar do bebê até a primeira semana de vida”, explicou.

Maternidade Cândida Vargas, em João Pessoa, é um dos pontos que fazem o teste do pezinho no estado — Foto: Francisco França/Jornal da Paraíba

Maternidade Cândida Vargas, em João Pessoa, é um dos pontos que fazem o teste do pezinho no estado — Foto: Francisco França/Jornal da Paraíba

Doenças detectadas pelo teste do pezinho

  • fibrose cística
  • fenilcetonúria
  • deficiência de biotinidase
  • hipotireoidismo congênito
  • hiperplasia adrenal congênita
  • doença falsiforme

Ainda de acordo com a pediatra, para todas as doenças, existe um quadro clínico grave, que podem deixar sequelas de todas as formas no bebê ou até matar a criança. “Tudo isso pode ser evitado se o tratamento for iniciado antes do aparecimento dos sintomas. Por isso é tão importante que o teste do pezinho seja realizado precocemente. O SUS garante tratamento gratuito e especializado, acompanhamento para os pacientes triados no teste do pezinho”, avaliou a médica.

Na Paraíba, pelo menos 200 pontos de atendimento médico fazem a coleta de material pelo teste do pezinho. O SUS é responsável por pelo menos 80% do total dos testes aplicados por ano no estado.

G1

 

PB mantém média de feminicídios e mês de maio de 2020 se iguala a abril no número de casos

A Paraíba manteve a média no número de feminicídios, e o mês de maio de 2020 se igualou ao de abril em número de casos. Desde o início do ano, os dois meses são os que apresentam maior número de assassinatos investigados por motivação de gênero, sendo quatro casos em cada mês. Os dados são da Secretaria de Estado de Segurança e Defesa Social (Seds) divulgados pela Lei de Acesso à Informação ao G1. Nos cinco primeiros meses do anos foram 14 feminicídios.

Feminicídio é o assassinato contra uma mulher cometido devido ao fato de ela ser mulher ou em decorrência da violência doméstica. Foi inserido no Código Penal como uma qualificação do crime de homicídio em 2015 e é considerado crime hediondo.

Ao todo, nove mulheres foram assassinadas em maio, sendo cinco por homicídio doloso, quando há outras motivações para o crime ocorrer.

Em relação ao mesmo mês de 2019, o número total tem um assassinato a menos. Em relação ao número de feminicídios, também houve uma diminuição de um caso em relação ao mesmo mês do ano passado.

O mês de março de 2020 é o que apresenta menor número de casos, com apenas um feminicídio em investigação, no entanto, um total de 6 mulheres assassinadas, sendo quatro por homicídio doloso e mais um por lesão corporal seguida de morte – além do feminicídio.

No mês de janeiro, um caso de homicídio foi transferido para as investigações de feminicídio. Na primeira divulgação do G1 com base nos dados da Seds, apenas um caso estava em investigação. No novo boletim, um novo caso foi acrescentado aos casos investigados. Agora são duas mortes por motivações de gênero em investigação que aconteceram no primeiro mês do ano e nove homicídios.

No mês de fevereiro foram três casos de feminicídio em investigação, conforme a Secretaria de Estado da Segurança e Defesa Social (Seds). A maior diferença entre os meses, no entanto, é no número absoluto de mulheres assassinadas, que varia entre um mês e outro.

Sobre o número de mulheres assassinadas nos cinco primeiros meses de 2020, janeiro lidera as estatísticas, com 11 mulheres mortas, conforme nova atualização da Seds. Em seguida estão os meses de fevereiro e maio com nove assassinatos cada, depois o mês de abril, com sete mortes e, por fim, o mês de março, com seis assassinatos de mulheres.

Feminicídios na Paraíba

  • Cinco primeiros meses de 2020 têm 14 feminicídios;
  • Abril e maio apresentam maiores números de feminicídios, com quatro casos em investigação em cada mês;
  • Em relação a mulheres assassinadas, janeiro lidera o trimestre com 11 mulheres mortas.

 

G1

 

 

Paraíba tem aumento de mais de 50% no número de assassinatos em abril

A Paraíba teve uma alta de 51,2% no número de assassinatos em abril deste ano em comparação com o mesmo mês de 2019. É o que mostra o índice nacional de homicídios criado pelo G1, com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.

De acordo com a ferramenta, houve 124 mortes violentas em abril de 2020, enquanto no mesmo mês de 2019 foram 82 assassinatos.

Além disso, a Paraíba teve uma alta de 39,3% no número de assassinatos em abril deste ano em comparação com o mês de março de 2020, quando houve 89 mortes violentas.

O crescimento ocorre mesmo em meio à pandemia da Covid-19, em um mês onde medidas de isolamento social foram adotadas em todo o país.

Já considerando o período de janeiro a abril de 2020, foram 388 vítimas de assassinatos neste ano, contra 319 em 2019, uma diferença de 69 mortes.

A alta no início deste ano vai na contramão de 2019, que teve uma queda de 22% no número de assassinatos em todo o ano, na Paraíba. Em 2019, foram registrados 942 assassinatos, o menor número desde 2011, enquanto que em 2018 o número era 1.210.

Os dados apontam que:

  • o estado teve 124 assassinatos em abril de 2020
  • houve 42 mortes a mais na comparação com o mesmo mês de 2019, uma alta de 51%
  • já de janeiro a abril, foram 388 crimes violentos, um crescimento de 21%

 

G1

 

 

Cai para 13 o número de municípios sem casos de Covid-19 na Paraíba; estado contabiliza 633 óbitos pela doença até agora

Caiu para 13 o número de municípios paraibanos sem nenhum caso registrado da Covid-19. O dato está no boletim epidemiológico divulgado neste domingo (14) pela Secretaria de Saúde da Paraíba. O boletim também mostra que o Estado registrou mais 559 novos casos de Covid-19 e 10 mortes nas últimas 24h.

Agora são 28.013 casos confirmados e total de 633 óbitos.

O Estado tem 24.022 casos descartados. Os recuperados são uma soma de 6.689 pessoas. A infecção pelo novo coronavírus chegou a 210 municípios da Paraíba, segundo boletim da Secretaria de Estado da Saúde.

Confira o boletim completo

Governo da Paraíba

Secretaria de Estado da Saúde
Atualização Covid-19 | 14/06/2020

Paraíba confirma 559 novos casos de Covid-19 em 24h

Casos Confirmados: 28.013
Casos Descartados: 24.022
Óbitos confirmados: 633
Casos recuperados: 6.689
Total de municípios: 210

Neste domingo, 14 de junho, a Paraíba registrou 559 novos casos de Covid-19 e 10 óbitos confirmados desde a última atualização, 4 deles ocorridos nas últimas 24h. São 28.013 pessoas que já contraíram a doença, 6.689 que já se recuperaram e 633 faleceram. 

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 69%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 80%. Em Campina Grande, estão ocupados 71% dos leitos de UTI adulto e no sertão, 49% dos leitos de UTI para adultos. O índice de Isolamento Social foi de apenas 38,9%, considerado baixo em relação à meta de 70% e à mínima de 50%.

Os casos confirmados estão distribuídos por 210 dos 223 municípios paraibanos:

Água Branca (14); Aguiar (2); Alagoa Grande (211); Alagoa Nova (93); Alagoinha (203); Alcantil (4) Alhandra (230); Amparo (12); Aparecida (11); Araçagi (109); Arara (39); Araruna (12); Areia (103); Areia de Baraúnas (1); Areial (18); Aroeiras (58); Assunção (20); Baia da Traição (83); Bananeiras (48); Baraúna (70); Barra de Santa Rosa (14); Barra de Santana (36); Barra de São Miguel (4); Bayeux (577); Belém (101); Belém do Brejo do Cruz (6); Bernardino Batista (2); Boa Ventura (1); Boa Vista (46); Bom Jesus (2); Bom Sucesso (5); Bonito de Santa Fé (1); Boqueirão (67); Borborema (2); Brejo do Cruz (37); Brejo dos Santos (3); Caaporã (592); Cabaceiras (7); Cabedelo (1404); Cachoeira dos Índios (22); Cacimba de Areia (5); Cacimba de Dentro (35); Cacimbas (24); Caiçara (46); Cajazeiras (226); Cajazeirinhas (1); Caldas Brandão (28); Campina Grande (4166); Capim (64); Caraúbas (2); Carrapateira (1); Casserengue (53); Catingueira (7), Catolé do Rocha (84); Caturité (30); Conceição (5); Condado (53); Conde (177); Congo (11); Coremas (22); Coxixola (7); Cruz do Espírito Santo (162); Cubati (13); Cuité (22); Cuité de Mamanguape (22); Cuitegí (66); Curral de Cima (11); Curral Velho (2), Damião (2); Desterro (13); Diamante (2); Dona Inês (5); Duas Estradas (36); Emas (1); Esperança (149); Fagundes (19); Frei Martinho (1); Gado Bravo (49); Guarabira (1243); Gurinhém (80); Gurjão (16); Ibiara (5); Igaracy (2); Imaculada (11); Ingá (167); Itabaiana (383); Itaporanga (8); Itapororoca (63); Itatuba (80); Jacaraú (38); Jericó (3); João Pessoa (7890); Joca Claudino (1); Juarez Távora (61); Juazeirinho (72); Junco do Seridó (12); Juripiranga (196); Juru (8); Lagoa (3); Lagoa de Dentro (11); Lagoa Seca (223); Lastro (3); Livramento (2); Logradouro (20); Lucena (98); Mãe d’Água (10); Malta (19); Mamanguape (558); Manaíra (2); Marcação (12); Mari (202); Marizópolis (4); Massaranduba (77); Mataraca (55); Matinhas (27); Mato Grosso (7); Matureia (14); Mogeiro (26); Montadas (18); Monteiro (41); Mulungu (76); Natuba (16); Nazarezinho (3); Nova Floresta (6), Nova Olinda (4); Nova Palmeira (15); Olho D´Água (25); Olivedos (8);  Parari (2); Passagem (15); Patos (891); Paulista (45); Pedra Lavrada (17); Pedras de Fogo (563); Pedro Régis (1); Piancó (26); Picuí (42); Pilar (66); Pilões (25); Pilõezinhos (87); Pirpirituba (34); Pitimbu (292); Pocinhos (22);  Pombal (97); Princesa Isabel (20); Puxinanã (92);  Queimadas (250); Quixaba (17); Remígio (107); Riachão (5); Riachão do Bacamarte (136);  Riachão do Poço (16); Riacho de Santo Antônio (5); Riacho dos Cavalos (2); Rio Tinto (187); Salgadinho (8); Salgado de São Felix (44); Santa Cecília (10); Santa Cruz (2); Santa Helena (2); Santa Inês (5);  Santa Luzia (120); Santa Rita (907); Santa Terezinha (19); Santana dos Garrotes (2); Santo André (1); São Bentinho (15); São Bento (377); São Francisco (6);  São João do Cariri (13); São João do Rio do Peixe (28); São João do Tigre (1); São José da Lagoa Tapada (16); São José de Caiana (22); São José de Espinharas (5); São José de Piranhas (12); São José de Princesa (1);  São José do Bonfim (30); São José do Sabugi (94); São José dos Cordeiros (3); São José dos Ramos (31); São Mamede (20); São Miguel de Taipu (51); São Sebastião de Lagoa de Roça (62); São Sebastião do Umbuzeiro (4); São Vicente do Seridó (18); Sapé (309); Serra Branca (9); Serra da Raíz (12); Serra Grande (1); Serra Redonda (83); Serraria (21); Sertãozinho (24); Sobrado (43); Solânea (108); Soledade (45); Sossego (3), Sousa (358); Sumé (25); Tacima (41); Taperoá (37); Tavares (11); Teixeira (35); Tenório (7); Triunfo (1); Uiraúna (8); Umbuzeiro (18); Várzea (2); Vieirópolis (3); Vista Serrana (2).

*Dados Oficiais preliminares (fonte: SIM,e-sus VE e SIVEP) extraídos às 10h do dia 14/06, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

10 óbitos foram confirmados, sendo 04 deles ocorridos nas últimas 24h.

Homem, 40 anos, residente em Campina Grande. Portador de doença renal. Inicio dos sintomas em 26/05, veio a óbito em hospital público no dia 12/06.

Homem, 80 anos, residente em Campim. Diabético, portador de câncer de próstata. Início dos sintomas em 09/06, veio a óbito em hospital público no dia 11/06.

Mulher, 73 anos, residente em Itapororoca. Diabética. Inicio dos sintomas em 11/06, veio a óbito em hospital público no dia 13/06.

Homem, 87 anos, residente em João Pessoa. Hipertenso, diabético, portador de doença neurológica. Inicio dos sintomas em 31/05, veio a óbito em hospital público no dia 12/06.

Mulher, 73 anos, residente em João Pessoa. Cardiopata. Inicio dos sintomas em 14/05, veio a óbito em hospital público no dia 14/06.

Homem, 60 anos, residente em Mamanguape. Hipertenso. Início dos sintomas em 02/06. Veio a óbito em hospital público no dia 13/06.

Homem, 65 anos, residente em Mamanguape. Hipertenso. Início dos sintomas em 03/06. Veio a óbito em hospital público no dia 13/06.

Homem, 54 anos, residente em Rio Tinto. Sem comorbidade. Início dos sintomas em 22/05. Veio a óbito em hospital público no dia 08/06.

Homem, 56 anos, residente em Santa Rita. Diabético. Início dos sintomas em 10/05, veio a óbito em hospital público no dia 04/06.

Mulher, 56 anos, residente em Sousa. Portadora da doença de parkinson. Início dos sintomas em 30/05, veio a óbito em hospital público no dia 09/06.

Os dados epidemiológicos e de ocupação de leitos podem ser visualizados em paraiba.pb.gov.br/coronavirus

pbagora