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Número de inadimplentes cresceu em novembro de 2019, aponta pesquisa

O total de inadimplentes, pessoas com contas em atraso, registrado em novembro de 2019, cresceu em relação ao ano anterior, de 62,6 milhões de pessoas para 63,8 milhões. Já os dados anualizados apontam, segundo o Serasa Experian, queda de 3,3%, quando em novembro de 2018 o volume de dívidas atrasadas e negativadas chegava a 234,4 milhões e caiu para 226,6 milhões, nos 12 meses seguintes.

As dívidas negativadas podem geram a inclusão do nome da pessoa inadimplente em listas mantidas por instituições de proteções de crédito, como Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e Serasa, o que impede a obtenção de empréstimos e financiamentos.

De acordo com o Serasa, em novembro de 2018, cada pessoa inadimplente deixou de honrar, em média, o pagamento de 3,7 contas. A proporção foi reduzida para 3,5 contas em 2019.

Estados

Dos sete estados da Região Norte três apresentam índices elevados de inadimplência.

No Amazonas, mais da metade da população, 55,7%, não conseguiu deixar as contas em dia, em novembro de 2019. A condição de inadimplente também englobava metade dos habitantes de Roraima e 49,4% dos residentes do Amapá. Os estados que ostentavam os três melhores índices eram Piauí (33,2%), Rio Grande do Sul (34,7%) e Santa Catarina (34,8%).

Contas

De acordo com o Serasa Experian, a quitação de contas de serviços de telecomunicação, como de internet e telefone, foi o que mais colaborou para o resultado apurado. Esse setor fechou novembro de 2019 com uma redução de 2,4 pontos percentuais na taxa de inadimplência.

Já as dívidas com bancos e cartões, que permaneciam em aberto, eram a maioria, representando 28,1% do total, com variação positiva de 0,6 ponto percentual, ante novembro de 2018.

No setor de serviços, constatou-se a mais alta variação, de 0,8 ponto percentual. Nesse caso, as contas atrasadas respondiam por 9,4% do total registrado em novembro de 2019.

O economista do Serasa Experian Luiz Rabi disse que os números sinalizam que as pessoas inadimplentes começaram a organizar seus débitos, aproveitando, principalmente, as últimas ações de feirão de renegociação. Para ele, mais pessoas deixarão essa condição, gradualmente, nos próximos meses.

Agência Brasil

 

 

PB registra crescimento de 13,7% no número de pequenos negócios

Reafirmando o seu protagonismo no processo de reaquecimento da economia, especialmente na geração de novas vagas de emprego, os pequenos negócios encerraram o ano de 2019 em alta na Paraíba. Conforme dados da Receita Federal, no fim do mês de dezembro, o estado contava com 176,8 mil pequenos negócios formais, número que é 13,7% maior que o registrado no mesmo período de 2018, quando a Paraíba contabilizava 155,4 mil pequenos empreendimentos.

Desse total de pequenos negócios optantes do Simples Nacional em 2019, cerca de 130,1 mil eram microempreendedores individuais (MEI), categoria que surgiu para incentivar a formalização de profissionais autônomos, que no ano passado completou 10 anos de criação. Considerando apenas os dados dessa categoria, os números registrados em dezembro do ano passado indicam um crescimento de 18,7% em relação ao mesmo de período de 2018, quando o estado possuía 109,5 mil microempreendedores individuais.

Já no universo das microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP), os dados da Receita Federal apontam que no último mês de dezembro o estado contava com 46,7 mil optantes do Simples Nacional, número que no mesmo mês de 2018 era de 45,9 mil empresas, representando um crescimento de 1,8% no período de um ano.

O que favorece os pequenos negócios

Na avaliação da gerente da Unidade de Estratégia do Sebrae Paraíba, Ivani Costa, fatores como os desligamentos dos empregos formais, os modelos de negócio baseados na terceirização e as alterações no regime geral de previdência contribuíram para o aumento verificado no número de pequenos negócios.

“Há um movimento que se origina nos desligamentos dos empregos formais e culmina na formalização de atividades econômicas com ocupações similares. As atividades como a de promoção de vendas, e muitas daquelas que possuem modelos de negócio baseados na terceirização, também contribuem para esse aumento. Além disso, as perspectivas de alterações no regime geral de previdência impulsionaram a busca pelo microempreendedor individual como uma forma segura de alcançar os benefícios previdenciários e garantir uma aposentadoria por idade em um prazo mais curto”, pontuou.

Ainda falando sobre o crescimento do número de pequenos negócios no estado, a gerente também destacou as ações realizadas pela instituição junto aos empreendedores. “Outro fator para esse aumento é o trabalho do Sebrae na promoção e divulgação dos benefícios gerados pela formalização. A inclusão de novas atividades permitidas também contribui para esse número expressivo”, acrescentou Ivani Costa.

 

portalcorreio

 

 

Trauma aponta aumento do número de quedas de idosos na PB

Aproximadamente 30% das pessoas com mais de 65 anos de idade caem pelo menos uma vez por ano. Depois dos 80 anos de idade, essa porcentagem pode chegar a 50%, é o que informa a Dra. Kelem de Negreiros Cabral, geriatra no Hospital Sírio-Libanês. “As quedas são um sinal de que algo que não está bem na saúde do idoso”, afirma a médica. Assim também pensa a geriatra e reumatologista paraibana Maristé Mendes Rocha, que lembrou levantamento feito pelo Hospital de Trauma de João Pessoa mostra que entre 2018 e 2019 aumentou o número de quedas sofridas por idosos e crianças. Em 2018 na Paraíba foram atendidos 12.786 pessoas e no ano passado 13.186, um aumento de aproximadamente 1.100 casos sendo a maioria relacionada a pessoas idosas.

Segundo Maristé Mendes Rocha, o risco de quedas em pessoas idosas é grande e isso se dá por alguns motivos, como por exemplo, doenças próprias da idade e também por redução da mobilidade. Neste início de ano, os números ainda não foram divulgados.

A médica paraibana informou que essas quedas podem causar problemas não só físicos, mas também psicológicos. Por isso, é preciso prevenir para que as quedas e suas consequências não ocorram. Dados do Ministério da Saúde apontam que um terço dos idosos brasileiros sofre uma queda a cada ano.

A principal recomendação quando se trata de prevenção de queda em idosos é o incentivo à atividade física. “Quando o idoso se exercita, ele fortalece a musculatura, lubrifica as articulações e melhora o equilíbrio. Por isso, o sedentarismo tem que ser banido e as atividades físicas, específicas para a condição de saúde dele, têm que ser feitas”, disse Maristé.

Quais as causas das quedas dos idosos?

Entre as principais causas de quedas na terceira idade, estão os fatores relacionados ao envelhecimento, como diminuição da visão, fraqueza na musculatura e alterações no equilíbrio.

Outros problemas que também podem causar quedas nos idosos são:

  • Doenças que afetam o sistema motor, como Parkinson, esclerose múltipla, hidrocefalia, artrose no joelho e neuropatia diabética – um tipo de dano do nervo que pode ocorrer quando há diabetes.
  • Sequelas físicas relacionadas ao acidente vascular cerebral (AVC).
  • Problemas na visão como catarata.
  • Consumo de bebidas alcoólicas.
  • Uso de medicamentos, como sedativos, hipnóticos e ansiolíticos.
  • No geral, há mais registro de quedas entre as mulheres do que os homens na terceira idade. Ainda não se sabe exatamente o motivo dessa diferença, mas segundo explica Dra. Kelem, com o envelhecimento, as mulheres tendem a acumular mais doenças que podem aumentar o risco de cair, como artrose e diabetes.

Como prevenir as quedas nos idosos?

Idosos que já tiveram alguma queda ou que têm algum dos fatores de risco citados acima devem passar por uma consulta com um médico geriatra. Esse profissional irá avaliar as condições clínicas de cada paciente, podendo analisar eventuais ajustes nas medicações e propor exercícios físicos de fortalecimento.

Segundo o Ministério da Saúde, treinamentos específicos para equilíbrio, como aulas de tai chi chuan, podem reduzir em até 37% as quedas na terceira idade.

O médico geriatra pode também propor intervenções que ajudam a reduzir a gravidade das quedas, como suplementos orais de vitamina D e cálcio para prevenção da osteoporose.

Dicas importantes para prevenir as quedas na terceira idade

  • Elimine tudo aquilo que possa ser obstáculo ou provocar escorregões dentro de casa, como fios, tapetes e outros objetos.
  • Instale suportes, corrimãos e outros acessórios de segurança no banheiro, na sala, nos corredores e no quarto.
  • Use sapatos com sola antiderrapante; nunca ande só de meias e substitua os chinelos que estão deformados ou frouxos.
  • Instale iluminação ao longo do caminho da casa, principalmente para chegar até o banheiro.
  • Os armários devem ter portas leves e maçanetas grandes para facilitar a abertura, e as roupas mais usadas devem ficar em lugares de fácil acesso.
  • Evite o consumo de bebidas alcoólicas.
  • Tome os medicamentos sempre no horário correto e informe o médico no caso de algum efeito colateral.

 

pbagora

 

 

Número de grávidas com HIV aumenta quase 40% em dez anos

O número de grávidas com HIV no Brasil vem crescendo desde 2008, de acordo com os últimos dados do Boletim Epidemiológico de HIV/Aids divulgados pelo Ministério da Saúde. Em 2008, foram registradas 6,7 mil gestantes com HIV, o que representava 2,1 casos para cada 1 mil nascidos vivos. Em 2018, esse número passou para 8,6 mil, o equivalente a 2,9 casos a cada 1 mil pessoas.

Enquanto o número de casos notificados de aids, que é a síndrome causada por este vírus, cai entre a população em geral, desde 2014, em todo o Brasil, o número de gestantes com HIV aumentou quase 37% nos últimos dez anos.

De acordo com o diretor do Departamento de Doenças de Condições Crônicas e Infecções Sexualmente Transmissíveis, da Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Gerson Fernando Pereira, essa diferença se deve ao aumento das notificações, mas também aos avanços no tratamento da síndrome.

“A aids, no passado, tinha uma mortalidade alta. Hoje, a pessoa infectada tem a mesma sobrevida de uma pessoa não infectada, desde que tome o medicamento. Mulheres que tomam o medicamento podem ter crianças por parto normal. Elas têm estímulo para engravidar.”

Hoje, em todo o país, todas as mulheres grávidas atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) devem, obrigatoriamente, fazer o teste de HIV. Os casos positivos devem ser notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan).

Mudanças no atendimento

Com a obrigatoriedade do teste, muitas mulheres só descobrem o HIV quando engravidam. Foi assim com Aninha*, em 1992. “Não havia quase nada para mulheres na época, não tinha uma política específica para nós. Muito sobre o HIV era voltado para gays, mulheres trans, etc. As mulheres que descobriam ficavam isoladas, poucas pessoas falavam que estavam passando pela mesma situação.”

Quando engravidou, na década de 1990, Aninha passou por uma série de dificuldades para ter o filho. “Foi bem difícil, porque tinha pouca informação, eu não sabia se teria um bebê saudável.” Ela contou que recebeu do médico que a acompanhava no pré-natal, uma carta com a indicação de que o parto deveria ser feito por cesariana.

“Passei por algumas unidades hospitalares enquanto estava tendo contrações. Quando eu entregava a carta, as pessoas diziam que não estava ainda no momento de ter o bebê e me mandavam voltar para casa. Fui a quatro lugares e recebi a mesma resposta. Percebi o preconceito”, disse.

Ela acabou tendo o filho de parto normal. Como tomava a medicaçãocontra a Aids e fazia o devido acompanhamento, o filho não foi infectado pelo vírus HIV.

Hoje, mais de 20 ano depois, o cenário está diferente e, ainda que seja preciso melhorar, mais pessoas estão fazendo o teste de HIV e mais pessoas estão recebendo o tratamento.

Natália*, por exemplo, é soropositiva e tem duas filhas, uma de 4 anos e outra de 2 anos. “Eu já sabia do diagnóstico e já fazia tudo direitinho. Quando tive minhas filhas, recebi leite, tudo pelo hospital”, disse.

Ela brinca que tem mestrado e doutorado em partos. “Eu tive duas experiências. A mais velha foi por parto normal. A mais nova foi por cesariana, porque a bolsa já havia estourado há algumas horas. Assim que entrei no centro cirúrgico, tive que fazer cesárea, mas [dependendo apenas do HIV] poderia ter sido normal também”.

Certificação

A prova de que o país avançou no atendimento às gestantes é a redução da chamada transmissão vertical, quando o HIV é passado da mãe para o filho na gestação, no parto ou durante a amamentação. A taxa caiu de 3,6 casos a cada 100 mil habitantes, em 2008, para 1,9 mil casos, em 2018, o que corresponde a uma queda de 47,2%.

Três municípios brasileiros receberam a Certificação de Eliminação da Transmissão Vertical de HIV. No Paraná, Curitiba e Umuarama receberam a certificação em 2017 e 2019, respectivamente, e, mais recentemente, São Paulo. A capital paulista, com 12,1 milhões de habitantes, é a cidade com maior população no mundo a receber tal título, segundo o Ministério da Saúde.

No Rio de Janeiro, o Hospital Universitário Gaffrée e Guinle, vinculado à Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), é referência no atendimento a gestantes com HIV. “Desde 2008 não nasce nenhum bebê com HIV aqui. A maternidade é a melhor maternidade pública do Rio de Janeiro”, ressaltou o diretor do hospital, Fernando Ferry.

Para Ferry, o aumento de notificações entre grávidas deve-se principalmente à obrigatoriedade do exame. “Muita gente hoje vive com HIV e não sabe. Com tratamentos mais eficazes e com menos efeitos colaterais, a geração mais nova não tem medo da aids.”

Ele defende, no entanto, que a síndrome merece atenção e que é necessário educar a população. “Existe um tabu de que é errado, que é feio, é pecado e, por isso, não se discute sexualidade. Isso deveria ser ensinado nas escolas, de forma técnica por professores preparados e capacitados”, disse.

Ações nacionais

Os dados do Ministério da Saúde mostram que há ainda grupos mais vulneráveis que outros à síndrome. Em 2018, cerca de 56% dos casos de aids foram registrados entre pessoas negras e, cerca de 60%, entre aqueles com até o ensino médio completo.

“O Brasil tem uma epidemia concentrada de aids/HIV. O que quer dizer que 0,4% da população tem HIV”, diz Pereira, que ressalta que as populações mais vulneráveis à infecção são homens que fazem sexo com homens, mulheres trabalhadoras sexuais, pessoas transsexuais e usuários de drogas.

De acordo com Pereira, a estimativa é que 86% das pessoas infectadas estejam diagnosticadas e 78% estejam em tratamento. A meta é elevar ambas proporções para 90%.

O ministério trabalha também com distribuição gratuita e com campanhas para incentivar o uso de preservativos nas relações sexuais, que são a principal via de transmissão do vírus HIV.

A pasta pretende ainda zerar os casos de transmissão vertical e, para isso, em parceria com estados e municípios, incentiva a formação de pessoal para a realização adequada do pré-natal.

*As entrevistadas pediram para não se identificar

Agência Brasil

 

 

Inmet renova alerta e amplia para 111 o número de cidades com perigo potencial de chuvas na PB

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) renovou um alerta de perigo potencial de chuvas e ampliou para 111 o número de cidades sob este alerta na Paraíba. O novo alerta vale desta quinta-feira (9) até as 9h da sexta-feira (10), em cidades do Cariri, Seridó, Agreste, Sertão e Brejo paraibano.

A previsão é de chuva entre 20 e 30 milímetros por hora até 50 mm por dia, com baixo risco de e corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.

O Inmet recomenda aos moradores das cidades sob alerta que evitem se abrigar debaixo de árvores, e não estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda, além de evitar usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.

Quem quiser mais informações, basta ligar para Defesa Civil no telefone 199 ou para o Corpo de Bombeiros pelo 193.

Lista de cidades em alerta de chuvas

  • Água Branca
  • Aguiar
  • Amparo
  • Aparecida
  • Areia de Baraúnas
  • Assunção
  • Baraúna
  • Belém do Brejo do Cruz
  • Bernardino Batista
  • Boa Ventura
  • Bom Jesus
  • Bom Sucesso
  • Bonito de Santa Fé
  • Brejo do Cruz
  • Brejo dos Santos
  • Cachoeira dos Índios
  • Cacimba de Areia
  • Cacimbas
  • Cajazeiras
  • Cajazeirinhas
  • Carrapateira
  • Catingueira
  • Catolé do Rocha
  • Conceição
  • Condado
  • Coremas
  • Cubati
  • Cuité
  • Curral Velho
  • Desterro
  • Diamante
  • Emas
  • Frei Martinho
  • Ibiara
  • Igaracy
  • Imaculada
  • Itaporanga
  • Jericó
  • Joca Claudino
  • Juazeirinho
  • Junco do Seridó
  • Juru
  • Lagoa
  • Lastro
  • Livramento
  • Malta
  • Manaíra
  • Marizópolis
  • Mato Grosso
  • Matureia
  • Monte Horebe
  • Mãe D’Água
  • Nazarezinho
  • Nova Floresta
  • Nova Olinda
  • Nova Palmeira
  • Olho D’Água
  • Ouro Velho
  • Parari
  • Passagem
  • Patos
  • Paulista
  • Pedra Branca
  • Pedra Lavrada
  • Piancó
  • Picuí
  • Pombal
  • Poço Dantas
  • Poço de José de Moura
  • Prata
  • Princesa Isabel
  • Quixabá
  • Riacho dos Cavalos
  • Salgadinho
  • Santa Cruz
  • Santa Helena
  • Santa Inês
  • Santa Luzia
  • Santa Teresinha
  • Santana de Mangueira
  • Santana dos Garrotes
  • Santo André
  • Serra Grande
  • Soledade
  • Sousa
  • Sumé
  • São Bentinho
  • São Bento
  • São Domingos
  • São Francisco
  • São José da Lagoa Tapada
  • São José de Caiana
  • São José de Espinharas
  • São José de Piranhas
  • São José de Princesa
  • São José do Bonfim
  • São José do Brejo do Cruz
  • São José do Sabugi
  • São José dos Cordeiros
  • São João do Rio do Peixe
  • São Mamede
  • São Vicente do Seridó
  • Taperoá
  • Tavares
  • Teixeira
  • Tenório
  • Triunfo
  • Uiraúna
  • Vieirópolis
  • Vista Serrana
  • Várzea

 

 

G1

 

 

Reforma trabalhista: número de novas ações cai 32% em 2 anos

Dois anos após promulgação da reforma trabalhista -as mudanças aprovadas na gestão do então presidente Michel Temer passaram a valer em novembro de 2017-, o número de novos processos abertos na primeira instância da Justiça do Trabalho caiu 32%.

De acordo com dados do Tribunal Superior do Trabalho, de janeiro a outubro de 2017, as varas do trabalho de todo o país tinham 2,2 milhões de ações em andamento.

No mesmo período em 2019, o total de processos trabalhistas recuou para 1,5 milhão, um recuo de quase 32%.

A redução, segundo analistas, está principalmente relacionada à regra criada pela reforma que obriga a parte vencida a pagar os honorários do advogado da outra parte.

Os honorários de sucumbência não eram cobrados do trabalhador antes da reforma. Além disso, a nova legislação pode obrigar o trabalhador a pagar os custos do processo.

A advogada Larissa Salgado, sócia do escritório Silveiro Advogados, afirma que muitos trabalhadores desistem da ação por temerem a cobrança caso percam a ação.

Ela ressalta, porém, que decisões de Tribunais Regionais do Trabalho têm excluído a cobrança dos honorários de sucumbência nos casos em que há comprovação de que o trabalhador não possui condições financeiras para realizar o pagamento.

“Percebemos que os pedidos feitos após a reforma estão mais sintetizados. É importante lembrar que para trabalhadores que não tiveram direitos respeitados, continua existindo a Justiça”, diz.

A tendência, afirma, é que os números de processos trabalhistas continuem caindo, já que o risco do não reconhecimento do direito requisitado aumentou após a reforma.

Para Danilo Cuccati, sócio do Cuccati Advogados, outros pontos da reforma que explicam a diminuição dos números de processos são a desobrigação de homologação da demissão pelo sindicato da categoria do trabalhador e a possibilidade de rescisão amigável entre ele a empresa.

“Às vezes, o trabalhador não sabe que teve direitos retirados, já que a homologação frente ao sindicato não é mais obrigatória. Então, questões que antes eram judicializadas não são mais, e o empregado sai sem saber que foi prejudicado”, afirma Cuccati.

No caso da rescisão amigável, afirma, o empregado que concorda com as verbas trabalhistas pagas pelo empregador se compromete a não contestar o acerto na Justiça.

Cuccati ressalta ainda que questões regulamentadas pela reforma, como a terceirização, o trabalho à distância, e a flexibilização do intervalo para o almoço colaboraram para a diminuição dos processos.

Oito pontos da reforma ainda são questionados no Supremo Tribunal Federal. Há três temas na pauta de julgamentos deste semestre: trabalho intermitente, limite para indenizações por dano moral e a correção de ações pela poupança.

Há duas questões sem data para análise: novas regras para súmulas e definição do valor do pedido no início da ação.

Outros dois temas aguardam manifestação da Procuradoria-Geral da República: adoção de jornada 12 x 36 por meio de acordo individual e dispensa de autorização sindical nas demissões coletivas.
A MP do Emprego Verde Amarelo também é alvo de judicialização.

 

FOLHAPRESS

 

 

Censo Escolar: cresce número de matrículas na creche e na pré-escola

O número de matrículas na creche e na pré-escola cresceu este ano na comparação com o ano passado, segundo dados do Censo Escolar divulgados nesta segunda-feira (30) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O levantamento, que foi publicado no Diário Oficial da União, traz apenas os dados referentes ao número de alunos matriculados em escolas públicas, abrangendo todas as etapas de ensino (da creche ao ensino médio). A divulgação das informações completas do Censo Escolar está prevista para o final de janeiro.

O censo mostra um aumento de 4,24% no número de matrículas em creches (crianças de 0 a 3 anos), que passou de 2.333.277, em 2018, para 2.433.216, em 2019. Ao todo, foram abertas 98.939 vagas nesta etapa de ensino. Na pré-escola, houve aumento de 0,75% no número de matrículas na comparação entre 2018 e 2019. Foram abertas 29.636 vagas, passando de 3.915.699 para 3.945.335. A quase totalidade das matrículas no ensino infantil são em instituições municipais.

Fundamental e médio

Em relação aos ensinos fundamental e médio, o Censo Escolar aponta uma queda no número de matrículas em escolas públicas, fenômeno que vem se repetindo nos últimos anos. Segundo os dados divulgados nesta segunda-feira, foram matriculados 6.192.819 alunos no ensino médio em 2019, contra 6.462.124 no ano anterior, uma redução de 4,34%.

Apesar da redução, houve melhora nas escolas de tempo integral, que passou de 9,2% para 10,6% do total de matrículas na última etapa do ensino básico em instituições públicas. No ensino integral, os estudantes podem, com mais tempo na escola, ter acesso a atividades culturais, esportivas, além de conteúdos de comunicação, saúde, entre outros.

No ensino fundamental, que vai do 1º ao 9º ano, o número de alunos matriculados em 2019 caiu 1,62% em relação a 2018, passando de 21.760.831 de alunos para 21.413.391. Desse total, quase 11% foram para o ensino integral.

Ampliar a educação em tempo integral nas escolas é uma das metas do Plano Nacional de Educação (PNE), lei que estabelece parâmetros para melhorar a qualidade da educação brasileira. Uma das metas do PNE é oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica até 2024.

EJA

O Censo Escolar também trouxe dados sobre o número de alunos matriculados na Educação de Jovens e Adultos (EJA), modalidade presencial, que também diminuiu, passando de 2.878.165 de alunos em 2018 para 2.625.462 em 2019, uma redução de 9,6%.

Agência Brasil

 

 

Novembro registra menor número de mulheres assassinadas em 2019

Duas mulheres foram assassinadas no mês de novembro, na Paraíba. Os dois casos estão sendo investigados pela Polícia Civil como feminicídios. Além de novembro, o único mês em que todas as mortes de mulheres foram consideradas feminicídios foi setembro, onde quatro mulheres foram assassinadas por questões de gênero. No entanto, apesar disso, novembro tem, até agora, o menor número de mulheres mortas em 2019. Os dados foram obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação, pela Secretaria de Segurança e Defesa Social do Estado.

Em novembro, o corpo de uma mulher foi encontrado na BR-230, em Santa Rita, na Grande João Pessoa. Ela foi identificada como Gessica Silva, de 27 anos. Um feto foi encontrado ao lado do corpo da mulher, ambos em estado de decomposição. A vítima estava com seis meses de gestação. No entanto, a polícia não tem informações sobre a motivação do crime.

No início do mês de novembro, uma mulher de 33 anos foi morta com dois tiros, quando seguia para o trabalho de moto com o companheiro, no bairro Jardim Veneza, em João Pessoa. Segundo informações da Polícia Militar, os disparos aconteceram quando uma moto emparelhou com a moto em que seguia a vítima. O companheiro da mulher informou que estava em um relacionamento com ela há três meses, mesmo tempo em que ela perdeu o marido em um acidente. A polícia informou que tem uma linha de investigação traçada, mas ainda não há conclusão sobre o caso.

Já em outubro, ao todo, doze mulheres foram assassinadas no estado da Paraíba. Destes, seis casos estão sendo investigados como feminicídios. Segundo dados da Secretaria de Segurança e da Defesa Social, apesar de o número representar 50% dos casos no mês, ele se iguala ao mês de abril como o mais violento para as mulheres, com seis mortes registradas relacionadas à causa de gênero. Outubro também superou as estatísticas do mês de maio, que até então tinha o maior número de assassinatos de mulheres, independente da motivação.

A notícia se repete, mas o número e a dor só crescem. Os casos de feminicídio seguem aumentando na Paraíba em 2019. Desde o início do ano, 35 mulheres tiveram suas vidas encerradas pelas mãos de seus ex-companheiros motivados por um sentimento de posse e, na maioria dos casos, da não aceitação do término do relacionamento ou da autonomia da mulher.

Feminicídios nos meses anteriores

Em setembro, todos os casos de assassinatos de mulheres que foram registrados estão sendo investigados como feminicídios. De acordo com dados da Secretaria de Estado de Segurança e Defesa Social, quatro mulheres foram mortas por seus companheiro ou ex-companheiros.

No mês de agosto, oito mulheres foram mortas na Paraíba. Cinco casos estão sendo investigados como feminicídios. Esse número representa que 62,5% dos assassinatos de mulheres aconteceram por motivação de gênero, apenas no mês de agosto.

O mês de outubro lidera o ranking de mulheres assassinadas. Doze foram mortas por homicídio doloso. Seis, desse total, foram feminicídios. Na sequência está o mês de maio, com dez homicídios de mulheres e cinco feminicídios. O mês de abril se junta a outubro como o que mais teve mulheres mortas por crimes relacionados ao gênero. Nesse mês, o número de feminicídios subiu 50% apenas em relação ao primeiro trimestre do ano.

Só no primeiro semestre deste ano, 32 mulheres foram mortas por crimes letais intencionais, em toda Paraíba. Do total, 17 casos estão sendo investigados como feminicídios. O número representa 53% dos assassinatos de mulheres. Em junho, foram quatro assassinatos, sendo dois feminicídios.

G1

 

Sobe para 44 o número de casos de sarampo confirmados na Paraíba, diz secretaria

Subiu para 44 o número de casos de sarampo confirmados na Paraíba até esta sexta-feira (29), de acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES). Dezesseis casos foram confirmados em João Pessoa, cinco em Sousa, três em Campina Grande, três em Bayeux, três em Santa Rita, dois em Santa Cecília, dois em Barra de São Miguel, dois em São Miguel de Taipu, um em Imaculada, um em Cabedelo, um no Congo, um em Guarabira, um em Lagoa Seca, um em Bananeiras, um no Conde e um em Santa Cruz. Até o dia 18 de novembro, o número de casos confirmados era 40.

Ao todo, 321 casos já foram notificados, com o descarte de 172 casos. Outros 105 casos seguem em investigação. De acordo com a SES, 56,9% dos casos confirmados correspondem a contaminação de crianças menores de 5 anos, com 14 casos, e adultos jovens de 20 a 29 anos, faixa etária com 11 casos registrados.

Ainda conforme a secretaria, no dia 30 de novembro deve ocorrer o “dia D” de vacinação para o público-alvo. A vacina contra o sarampo está disponível gratuitamente na rede pública de saúde.

Vacina está disponível em USFs

Em João Pessoa, de acordo com a prefeitura, a vacina está disponível em todas as Unidades de Saúde da Família (USF), Policlínicas Municipais e no Centro Municipal de Imunizações, localizado no bairro da Torre, de segunda à sexta-feira.

Já em Campina Grande, 15 unidades de saúde funcionam durante o horário do almoço para oferecer o serviço de vacinação. O objetivo da ação é atender as pessoas que trabalham em horário comercial e não têm tempo para tomar a vacina.

G1

 

Paraíba reduz em 22% o número de assassinatos em 2019

A Paraíba apresentou dez meses de redução consecutiva de assassinatos em 2019. O resultado das ações da Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Sesds) e do Programa Paraíba Unida pela Paz foi divulgado pelo governador João Azevêdo, nesta segunda-feira (25), durante o programa semanal ‘Fala, governador’, transmitido em cadeia estadual pela rádio Tabajara. De acordo com dados do Núcleo de Análise Criminal e Estatística (Nace) da Sesds, de janeiro a outubro a queda acumulada foi de 22%, com o registro de 786 ocorrências de Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI), que são os homicídios dolosos ou qualquer outro crime doloso que resulte em morte. Em 2018, no mesmo período, foram 1.008 casos. Já os assassinatos de mulheres tiveram queda de 7%, com 65 casos (sendo 33 feminicídios), contra 70 no ano passado.

De acordo com o chefe do Executivo estadual, os números são reflexos dos investimentos do governo e da união das forças de segurança do Estado. “Nós estamos promovendo grandes ações na segurança, fazendo com que recursos relacionados a pagamentos de bolsas, equipamentos, armamentos e tecnologia sejam constantes. A criação do BEPMotos de João Pessoa e de Campina Grande, da Patrulha Maria da Penha, a implantação de batalhões e a construção dos Centros de Comando e Controle de João Pessoa, Campina Grande e Patos têm feito com que a segurança pública da Paraíba continue avançando e a população da Paraíba pode ficar certa de que esse é um foco do governo e vamos continuar com esse olhar constante”, assegurou.

Dados – As estatísticas apontam que, em termos de taxa, no comparativo entre 2010 e 2018, a Paraíba saiu de 41,5 assassinatos por cem mil habitantes para 24,3, representando uma redução acumulada de 43%. Em João Pessoa, a taxa caiu de 71,3 homicídios por cem mil habitantes para 24,3 (-66%) e em Campina Grande de 51,7 para 23,3 assassinatos por cem mil habitantes (-74%).

Ainda de acordo com relatório do Nace, das 22 Áreas Integradas de Segurança Pública (Aisp), definidas pela LC 111/2012, 17 tiveram queda no número de CVLI, de janeiro a outubro: 5ª Aisp de Santa Rita, 2ª Aisp zona sul de João Pessoa, 6ª Aisp de Alhandra, 22ª Aisp na zona Oeste de Campina Grande, 14ª Aisp de Monteiro, 13ª Aisp de Picuí, 21ª Aisp de Solânea, 10ª Aisp na zona leste de Campina Grande, 8ª Aisp de Guarabira, 11ª Aisp de Queimadas, 1ª Aisp na zona norte de João Pessoa, 19ª Aisp de Sousa, 4ª Aisp de Bayeux, 3ª Aisp de Cabedelo, 12ª Aisp de Esperança, 20ª Aisp de Cajazeiras e 7ª Aisp de Mamanguape.

Redução de ataques a bancos – O trabalho de prevenção e repressão qualificadas aos crimes contra instituições bancárias na Paraíba resultou na queda de 59% das ocorrências, com 28 casos registrados de janeiro a outubro deste ano, entre arrombamentos, explosões e roubos, contabilizados em 19 dos 223 municípios paraibanos. Especificamente em relação às explosões, a redução nas ocorrências foi de 71%, com 18 casos em dez meses.

Queda dos roubos em João Pessoa e Campina Grande – As duas maiores cidades do Estado registraram queda nas ocorrências de crimes patrimoniais no período de janeiro a outubro deste ano. Na capital, a redução foi de 33%, incluindo roubos a pessoas (-36%), roubos a estabelecimentos comerciais (-8%) e roubos em transportes coletivos (-32%). Já em Campina Grande o decréscimo foi de 22%, abrangendo roubos a pessoa (-12%), roubos a estabelecimentos comerciais (-37%), roubos a residências (-35%) e roubos em transportes coletivos (-51%).

Em relação aos roubos de veículos, os dois municípios acumulam uma redução de 19% nas ocorrências. As ações da Polícia Civil e da Polícia Militar também conseguiram recuperar 61% dos veículos roubados ou furtados no Estado, somando 2.199.

Operações e prisões de interesse estratégico – De janeiro a outubro de 2019, 2.332 prisões de interesse estratégico foram realizadas pelas forças de segurança (suspeitos de homicídios, roubos, incluindo de veículos, e pessoas com mandados de prisão em aberto) e um total de 16 mil prisões no Estado no mesmo período. Tiveram destaque as 1.387 prisões de autores de crimes patrimoniais (59%).
Nos dez meses, 4.198 operações realizadas pela Polícia Militar, Polícia Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar, sendo 2.993 operações de interesse estratégico.

Apreensão de armas e drogas – Em dez meses, um total de 3.171 armas de fogo, entre revólveres, espingardas, fuzis e pistolas, foi apreendido nas ruas em decorrências do trabalho de policiais militares e civis. O número é 55% maior do que foi retirado de circulação no mesmo período de 2018 (2.042 armas). As apreensões tiveram aumento nas três Regiões Integradas de Segurança Pública (Reisp) – João Pessoa, Campina Grande e Patos.

Também nesse período, mais de uma tonelada de entorpecentes foi apreendida no Estado, entre maconha, crack e cocaína. Os destaques nas ações policiais foram as desarticulações de laboratórios de refino de drogas, pelas Polícias Militar e Civil.

Resgate de acidentes de trânsito – A atuação do Corpo de Bombeiros Militar resultou no resgate de 3.117 pessoas acidentadas no trânsito, de janeiro a outubro deste ano. A maioria das ações aconteceu em João Pessoa (1.623 casos). Na região de Campina Grande, 390 pessoas foram resgatadas e no Sertão os bombeiros militares foram responsáveis por 435 ações desse tipo. No comparativo entre os anos de 2018 e 2019, foram 542 resgates a mais.

 

Secom