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Com nudez da mulher acima dos 40, fotógrafa discute sensualidade feminina

Foto: Silvana Garzaro
Foto: Silvana Garzaro

Quem acha que a mulher perde a sensualidade após os 40 anos está redondamente enganado. Demonstrar isso é o objetivo da fotógrafa Silvana Garzaro com seu projeto “Campo de Flores”, no qual fotografa mulheres maduras nuas e que deve virar em breve livro e exposição.

Nome respeitado do mercado, ela já passou por veículos como Veja São Paulo, Época, Contigo, Caras, IstoÉ Gente e o jornal O Estado de São Paulo, no qual integra a atual equipe de fotografia da colunista Sonia Racy no Caderno 2.

Antes de apontar sua lente para as mulheres maduras, Silvana já causou rebuliço em seu projeto anterior, “Todos Verão”, feito entre 2012 e 2014 com paulistanos tomando banho de mangueira na charmosa varanda de tijolos cobogós azuis de seu antigo apartamento no bairro paulistano de Santa Cecília — atualmente ela vive no bairro vizinho Vila Buarque.

O sucesso foi tanto que, além de estampar a capa da sãopaulo, a revista dominical do jornal Folha de S.Paulo, uma de suas fotos acabou ganhando inusitada exposição na porta do The Andy Warhol Museum, em Pittsburg, nos Estados Unidos.

A cantora Paula Pretta também posou para Silvana Garzaro - Foto: Silvana Garzaro

A cantora Paula Pretta também posou para Silvana Garzaro – Foto: Silvana Garzaro

Agora, com “Campo de Flores”, Garzaro quer ir além. Ela conta que seu intuito é publicar um livro e também realizar uma exposição, que poderá percorrer o Brasil. Para isso, está em busca de apoiadores para o projeto.

Ao Blog do Arcanjo do UOL, a fotógrafa diz que tudo nasceu de um momento de reflexão pessoal. O impulso surgiu em uma festa, quando falava com uma amiga sobre os conflitos da mulher pós 40, no que uma senhora setentona se aproximou e disse, sem rodeios: “Prepare-se para ficar invisível”.

A frase martelou a cabeça da fotógrafa. “Aquilo teve um efeito de paulada na nuca. Me senti envelhecendo, passei uma noite inteira a relembrar as palavras daquela senhora, mas ao amanhecer a luz do sol me trouxe esperança e a vontade de mudar algo dentro de mim, me valorizar. Foi então que tirei a roupa, coloquei a câmera no tripé e comecei a me fotografar”, lembra.

Silvana Garzaro no autorretrato que deu início ao projeto "Campo de Flores": livro e exposição em breve - Foto: Silvana Garzaro

Silvana Garzaro no autorretrato que deu início ao projeto “Campo de Flores”: livro e exposição em breve – Foto: Silvana Garzaro

Na manhã seguinte, após ser sua primeira modelo, Garzaro encontrou o elemento que daria o título de seu projeto. “Abri aleatoriamente o livro do Carlos Drummond de Andrade e li seu poema ‘Campo de Flores’, que fala de um amor maduro, de penumbra e termina dizendo: ‘E estou vivo na luz que baixa e me confunde’. Esta é a luz que venho seguindo a cada fotografia que faço. Assim nasceu o projeto ‘Campo de Flores’”, fala.

A partir daí, ela não parou de fotografar mulheres acima dos 40 anos, revelando a sensualidade presente em seus corpos. Com o projeto, a artista pretende “discutir a invisibilidade da mulher madura e seu poder nesta fase da vida”.

A cantora Mara Faria posa livre para a lente de Silvana Garzaro - Foto: Silvana Garzaro

A cantora Mara Faria posa livre para a lente de Silvana Garzaro – Foto: Silvana Garzaro

Para deixar suas fotografadas à vontade, Garzaro usa uma velha tática: faz os ensaios na casa de cada uma delas, ambiente onde estejam no conforto de suas intimidades. Foi assim, por exemplo, com a atriz Giovana Gold e a cantora Paula Pretta.

A fotógrafa já realizou ensaios em São Paulo e Salvador. Agora, espera, patrocínio para que possa retratar mulheres de outras regiões brasileiras, revelando a pluralidade étnica, econômica e cultural de nosso país em seu livro e em sua exposição. “Cada mulher é única e tem sua própria beleza”, sentencia. Tem toda razão.

A jornalista Márcia Pereira também participou do ensaio "Campo de Flores" - Foto: Silvana Garzaro

A jornalista Márcia Pereira também participou do ensaio “Campo de Flores” – Foto: Silvana Garzaro

 

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Nudez, sexo oral, ménage: não há pudor em Verdades Secretas

verdades-secretasO capítulo de terça-feira (30) de ‘Verdades Secretas’ foi um atentado à moral dos telespectadores puritanos. Teve um pouco de tudo em relação ao sexo.

A modelo Larissa (Grazi Massafera) ficou de joelhos para fazer sexo oral no empresário Alexandre (Rodrigo Lombardi).

A imagem foi desfocada para não mostrar explicitamente o ato. Pouco depois, os dois surgiram nus, tomando banho.

Outra modelo da agência que promove o ‘book rosa’, Stephanie (Yasmin Brunet), se viu obrigada a ‘atender’ sozinha três homens numa festa de despedida de solteira.

A garota foi salva por Giovanna (Agatha Moreira), novata no métier, mas com vontade insaciável de aprender rápido: “Pode deixar que eu dou conta dos três”.

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Na semana passada, a personagem já havia demonstrado sua volúpia ao transar com Anthony (Reynaldo Gianecchini), numa sequência de dois minutos, com seios à mostra em várias posições sexuais.

Antes disso, Grazi Massafera já havia protagonizado duas cenas intensas. Na primeira, com um cliente, na qual teve o corpo nu protegido pela penumbra.

Na segunda, sua personagem transou com um ‘ficante’, que também é seu fornecedor de drogas, diante de um voyeur.

As tramas de Verdades Secretas não são inovadoras. Os diálogos estão dentro do padrão da teledramaturgia diária.

Já a direção da novela é um show à parte. Especialmente na condução dessas sequências de nudez e sexo.

A equipe liderada por Mauro Mendonça Filho imprimiu uma linguagem híbrida ao gravar o ‘corpo a corpo’ entre atores: meio cinema, meio videoclipe, meio arte gráfica.

O resultado são imagens eróticas de bom gosto, sem qualquer traço de vulgaridade, e embaladas em interessante conceito artístico.

Os efeitos visuais fazem o sexo parecer às vezes sonho, às vezes pesadelo, quase sempre com aspecto lúdico ou alucinógeno. Os personagens embarcam numa ‘viagem’.

Antes mesmo da estreia da novela, o autor Walcyr Carrasco avisou que havia abolido qualquer autocensura ao criar as cenas de sexo.

Uma futura sequência promete repercussão ruidosa: a transa entre a contadora obesa Lurdeca (Dida Camero) e o booker gay Visky (Rainer Cadete).

Na prática, eles se odeiam. Trocam ofensas a todo momento e disputam a atenção (sexual) do modelo Leo (Raphael Sander). Após uns drinques a mais, acabarão entre os lençóis.

Em ‘Verdades Secretas’, todas as possibilidades de prazer estão permitidas.

 

Terra

Heidi Klum exibe corpão de topless aos 41 anos em praia de nudez

heidiAos 41 anos, Heidi Klum exibiu toda a sua excelente forma física – e um pouquinho a mais, digamos – ao fazer topless na hora de relaxar sob o sol neste sábado (27.12) durante a temporada de férias que passa com o namorado Vito Schnabel em St. Barth, no Caribe.

Mãe de quatro filhos, a modelo é prova mais do que viva a bordo de sua minúscula calcinha fio dental branca de que é possível, sim, recuperar as curvas após a maternidade.

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Já o eleito da loira optou pela nudez total e irrevogável, exceto pelo chapéu e par de óculos escuros. Caliente!

Heidi Klum e o namorado (Foto: AKM-GSI)

 

Heidi Klum (Foto: AKM-GSI)
vogue

Polícias do PR investigam imagens de nudez e sexo de pessoas uniformizadas

nudezAs polícias do Paraná investigam pelo menos três casos que envolvem imagens de nudez e sexo com pessoas vestindo uniformes das corporações.

No caso mais recente, a imagem de uma mulher seminua vestindo um colete da Polícia Militar está sendo vinculada a uma foto do rosto de uma policial militar.

As imagens começaram a circular inicialmente em grupos fechados do WhatsApp que reúne policiais e se espalhou pela internet. A foto da mulher seminua era enviada aos destinatários e, na sequência, também era compartilhada a foto com o rosto da policial, como se fossem a mesma pessoa. O Comando da PM quer identificar o autor da associação.

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Além da investigação interna da PM, o caso também está sendo investigado pelo Núcleo de Combate aos Ciber Crimes (Nuciber), onde a policial registrou um boletim de ocorrência por crime contra a honra. Ela nega ser a pessoa fotografa sem roupa.

A militar também utilizou seu perfil no Facebook para comentar o caso. No texto, ela alerta que o caso não ficará esquecido e adverte o autor da postagem da foto que “você mexeu com polícia e não com criança”.

A assessoria de comunicação da PM informou que a corporação está estudando as medidas legais para identificar o autor da postagem. Em nota encaminhada à reportagem, a PM afirma que “ao funcionário público ofendido em situações de divulgação de imagens cabe buscar os seus direitos conforme legislação vigente e representar contra seu ofensor em uma delegacia, conforme o caso da policial militar citada nas mídias sociais”.

Em relação a foto da mulher seminua, a PM diz que “se ficar comprovado que seja uma policial, ou um policial que emprestou as vestimentas para a foto, fica este passível de responsabilização severa já que fere ética e moralmente a legislação castrense”.

Policia Civil

Em outro caso, a imagem de uma mulher ajoelhada sobre uma cama e vestindo uma camiseta preta semelhante às utilizadas por policiais civis do Paraná também circula por grupos do WhatsApp.

Na foto, a mulher porta uma arma, presa em uma calcinha branca. A arma se assemelha a uma pistola, também utilizada pela Policia Civil.

De acordo com a assessoria de imprensa da instituição, a foto não contém elementos que possa levar a identificação da mulher, que está de costas. A coordenação da Polícia Civil admite haver semelhanças entre a camiseta e a arma –marca Taurus calibre .40– utilizadas na instituição, mas ressalva que a pistola pode ser um simulacro e o vestuário pode ter sido confeccionado sem o conhecimento da polícia.

Sem a identificação da mulher, a Polícia Civil coleta dados para saber a origem da foto, sem instauração de procedimento oficial. A assessoria de imprensa do órgão afirma que se for comprovada a condição de policial da mulher, ela poderá responder a procedimento interno e ser suspensa da função por um período de até 60 dias, por infração às normas da polícia.

Se a mulher não pertencer à instituição e se for comprovada que a arma é verdadeira, ela poderá ser indiciada por posse ilegal de arma. Quanto ao uso da camiseta, a Polícia Civil informou que não existe padronização das camisetas e apesar das semelhanças, cada delegacia pode confeccionar o vestuário para os policiais.

Guarda Municipal de Maringá

Em setembro, em Maringá, na região norte do Estado, a Guarda Municipal da cidade instaurou processo administrativo contra um membro da instituição investigado por ter postado um vídeo com cenas de uma relação sexual em um blog sobre fetiche por homens fardados.

Nas imagens, o servidor público aparece vestindo uma camiseta da guarda municipal durante uma relação com outro homem. O vídeo se espalhou pela cidade e motivou a abertura de uma investigação da corporação.

O diretor da Guarda Municipal de Maringá, João Carlos Virmond de Porto, disse que o funcionário foi identificado e, ao ser chamado para depor, confirmou estar utilizando a camiseta da corporação durante o registro do vídeo.

O homem também afirmou ser homossexual, mas negou que tivesse divulgado o vídeo íntimo. Ele não soube explicar como as cenas foram postadas no site.

Apesar das explicações, ele está respondendo a um processo administrativo e pode ser exonerado do serviço público por falta de decoro.  A conclusão do processo deve ocorrer nos próximos dias. Até lá, o funcionário continua exercendo sua atividade na área interna da instituição, onde trabalhava anteriormente.

 

Uol