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Mulher faz fotos nuas em ponto turístico da Paraíba e imagens vazam na internet

pelada

Uma mulher não identificada  teria usado o Lajedo de Pai Mateus, da cidade de Cabaceiras, interior da Paraíba, para servir de paisagem para tirar toda a roupa e posar nua. O local é um dos pontos turísticos mais visitados do Estado por ser uma das sete maravilhavas da Paraíba e por ter uma formação rochosa que atrai muitos turistas.

As imagens foram enviadas foram compartilhadas nas redes sociais. As fotos mostram a jovem em momentos sensuais.

A mulher não identificada e ainda não se sabe a data em que as fotos foram feitas. Acredita-se que as fotos seriam amadoras e teriam vazado através de aplicativo de celular.

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Assaltantes roubam residência e fazem filhas do proprietário tirarem as roupas e fugirem nuas em Cacimba de Dentro

sireneO episódio lamentável aconteceu na manhã desta quinta-feira (11), por volta das 08h, no Sítio Boi Manso, na Zona Rural do Município de Cacimba de Dentro/PB.

Segundo relatório da Polícia Militar, dois assaltantes não identificados trajando roupas preta, luvas e de capacete, adentraram na residência do Senhor José Bento da Silva, 72 anos, para cometer o crime, que no momento da ação, apenas estavam na casa as suas duas filhas. Os assaltantes ordenaram que as mulheres tirassem as roupas e saíssem correndo para o matagal. Temendo pela própria vida, as vítimas assim fizeram e correram ao encontro do pai.

Ao retorna a casa o pai, as duas filhas e a polícia encontraram a residência totalmente revirada. Segundo o proprietário, foi levado aparentemente uma quantia em dinheiro.

As vítimas foram orientadas à comparecerem a Delegacia de Polícia para registrarem o boletim de ocorrência.

PortalMidia

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Ativistas ficam nuas e protestam em banheira no centro do RJ

Duas ativistas da organização Pessoas a favor do Tratamento Ético aos Animais (Peta, em inglês) tomaram banho nuas no Largo da Carioca, no centro do Rio de Janeiro, para denunciar que o consumo de carne representa desperdício de grandes quantidades de água.


Foto: EFE
As duas mulheres, procedentes de Estados Unidos e Canadá, ficaram cerca de uma hora em uma banheira cheia de água com espuma, diante do olhar de dezenas de curiosos.
“Economize água: Torna-te vegano”, diziam os cartazes das ativistas da Peta, assegurando que comer um bife consome tanta água quanto 50 banhos de sete minutos.


Foto: EFE
Um ativista da Peta, Frank Alarcón, disse à Agência Efe que a pecuária “é uma das indústrias que mais água desperdiça e polui o planeta”.

“O não consumo de carne evita o desperdício de água e sua poluição, além de se referir ao respeito com os animais. Os animais têm direito, como não serem maltratados”, comentou.

A protesto é um das dezenas previstos nestes dias no Rio de Janeiro para aproveitar a atenção mundial gerada com os Jogos Olímpicos que serão inaugurados amanhã na cidade.

Foto: EFE

EFE

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Acusadas de esquartejar motorista são fotografadas nuas pela polícia

(Foto: Reprodução / SPTC)
(Foto: Reprodução / SPTC)

A polícia de São Paulo fez 27 fotos nuas e seminuas das três presas acusadas de matar, esquartejar e espalhar as partes do corpo de um motorista de ônibus em Higienópolis e na Sé, há um ano. As imagens foram feitas após a prisão delas e entre os interrogatórios.

Para entidades de direitos humanos, houve abuso de poder. Como o processo não está sob segredo, qualquer pessoa pode acessá-lo. A Secretaria da Segurança Pública (SSP) nega que haja ilegalidade.

Em agosto de 2014, a Justiça considerou as fotografias do exame de corpo de delito feitas pelo Instituto Médico-Legal (IML) desnecessárias e determinou a retirada e o arquivamento de 18 dessas imagens do processo para “preservar a dignidade” das mulheres. Nove continuam anexadas aos volumes do caso.

Entre junho e julho do ano passado, as prostitutas Marlene Gomes, de 57 anos, e Francisca Aurilene Correia da Silva, de 35 anos, e a vendedora Marcia Maria de Oliveira, de 33 anos, foram clicadas em nu frontal, de costas, sem sutiã e roupas íntimas.

O trio está detido na Penitenciária Feminina de Franco da Rocha, Grande São Paulo, à espera do julgamento pelo assassinato do motorista Alvaro Pedroso, de 55 anos, em março de 2014. Foi na unidade prisional, após entrevista exclusiva recente que duas delas deram ao G1, que as rés denunciaram terem sido obrigadas a tirar a roupa para serem fotografadas.

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“Me senti ofendida, constrangida. Eu não queria ficar pelada, não havia motivo”, disse Marlene. “Não entendi por que fomos obrigadas a ficar peladas. A gente não estava machucada nas partes íntimas”, completou Marcia.

Nas imagens, duas das mulheres aparecem completamente sem roupas e outra apenas de calcinha sem qualquer justificativa. O material fotográfico foi produzido pelo IML, que é subordinado à Superintendência da Polícia Técnico-Científica (SPTC), que, por sua vez, responde à Secretaria da Segurança Pública. Questionada pela equipe de reportagem, a pasta da Segurança negou qualquer irregularidade nas fotografias (leia mais abaixo).

Intimidade
Como o processo não está sob segredo de Justiça, ele se torna público e qualquer pessoa, além dos envolvidos diretamente no caso (juízes, promotores, policiais e advogados das partes), pode consultar os documentos e ter acesso às nove fotografias restantes, que mostram a intimidade das três rés.

Nessas imagens, que estão no cartório do Fórum da Barra Funda, na Zona Oeste da capital, uma das presas aparece com os seios e as nádegas à mostra. As fotografias também exibem outra detenta só de calcinha e mais uma com sutiã, encobrindo o púbis e as nádegas com uma folha de papel.

As 18 fotos que mostram as presas nuas e seminuas e foram retiradas do processo estão guardadas em envelope no mesmo cartório por determinação da juíza Fabíola Oliveira Silva. Segundo funcionários do fórum ouvidos pelo G1, esse documento só poderá ser acessado com autorização judicial.

Me senti ofendida, constrangida. Eu não queria ficar pelada, não havia motivo”
Marlene Gomes, presa

“Considerando que (…) constam fotografias das acusadas que, neste momento, não são necessárias ao processamento, determino o desentranhamento e o arquivamento em envelope, que deverá ser arquivado em pasta própria no cartório, certificando-se nestes autos”, escreveu a magistrada. “Isto para preservar a dignidade das acusadas”.

Críticas
Entidades procuradas pela equipe de reportagem para comentar a denúncia das presas avaliaram que, independentemente de a maioria das fotos ter sido retirada do processo, o IML não poderia ter obrigado as presas a se despir e nem ter fotografado elas nuas e seminuas sem razão aparente.

Segundo a Associação dos Médicos Legistas do Estado de São Paulo (Amelesp), as imagens que foram feitas no laudo de lesão corporal cautelar ofendem a honra das acusadas. Além disso, de acordo com o órgão, as fotos são injustificáveis porque não revelam nenhum ferimento nas genitálias e seios das rés, segundo conclusão do documento.

De acordo com a Amelesp, o exame de corpo de delito de presos serve para saber se as pessoas detidas sofreram lesões durante as prisões. A perícia é feita sempre no IML por médicos. Se houver necessidade, fotógrafos registram os ferimentos. Todos esses funcionários são policiais técnico-científicos.

Duas das presas foram fotografadas completamente nuas (Foto: Reprodução / SPTC)Duas das presas foram fotografadas completamente
nuas (Foto: Reprodução / SPTC)

Para a coordenação estadual do Movimento Nacional de Direitos Humanos, os responsáveis pelas imagens nuas e seminuas das presas poderiam responder por abusos de poder e de autoridade e por constrangimento ilegal.

Além disso, a Ouvidoria das Polícias de São Paulo alertou para o risco de que outras pessoas alheias ao caso também possam ter acesso às imagens. Isso porque o processo é público e não é digital. Ele é físico. Está no sexto volume – cada um possui cerca de 200 folhas.

Segundo a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça (TJ), qualquer cidadão pode consultar processos públicos nos cartórios dos fóruns de São Paulo.

Resposta da Secretaria de Seguraça
De acordo com a SSP, a Superintendência da Polícia Técnico-Científica informou que as fotografias das três presas fetias pelo IML são padrão no instituto. “O procedimento de fotografar os presos em exames cautelares é padrão. É o método legal necessário para a realização do exame, pois seria impossível com as vestimentas”, informa trecho da nota.

“Com a fotografia são garantidas a dignidade e integridade do detento, pois ajuda a comprovar se houve abuso ou não. Esse procedimento segue a Portaria 006/2014 da Diretoria do IML / SPTC”, conclui resposta enviada pela secretaria. A portaria, publicada em dezembro de 2014, diz que “deve-se ilustrar com fotografias e/ou gráfico, as lesões encontradas” durante o exame de lesões corporais.

Presas disseram que foram obrigadas a se despir e acabaram fotografadas sem que houvesse qualquer lesão nos corpos (Foto: Reprodução / SPTC)Presas disseram que foram obrigadas a se despir e
acabaram fotografadas sem que houvesse qualquer
lesão nos corpos (Foto: Reprodução / SPTC)

Para a Amelesp, as fotografias ferem o código de ética médica e ofendem a dignidade das mulheres presas. “Feriu nosso código de ética médica. Feriu a dignidade da pessoa humana. Todo preso requer dignidade independente de qualquer crime”, disse o presidente da Amelesp, o médico legista João Roberto Oba.

“Já vi exames de corpo de delito com fotos de presas nuas, mas com lesões que justificassem essas fotografias sem roupas”, afirmou Oba. “Mas nunca vi exames de corpo de delito com fotos nuas de presas sem lesões.”

Segundo o presidente da Amelesp, só haveria uma possibilidade para fotografar as nuas: se elas apontassem ferimentos nas partes íntimas ou nos seios. “Diante disso, eu repudio as fotos na medida que as acusadas não têm lesões”.

Corpo de delito
Marlene e Márcia contaram ao G1 que foram fotografadas no IML quando saíam das carceragens das delegacias para prestar depoimentos no Departamento Estadual de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).

As três presas passaram por 11 exames de corpo de delito. Um médico e duas médicas do IML as periciaram. Um fotógrafo e uma fotógrafa registraram as imagens das acusadas nuas e com roupas íntimas.

A coordenação estadual do Movimento Nacional de Direitos Humanos entende que houve crimes de abusos de poder, autoridade e constrangimento ilegal.

Presas alegaram que pediram para não serem fotografadas sem roupas (Foto: Reprodução / SPTC)Presas alegaram que pediram para não serem
fotografadas sem roupas (Foto: Reprodução / SPTC)

“Eu entendo como ilegal porque elas têm direito à privacidade. Elas não podem ser ultrajadas dessa forma”, disse o advogado Ariel de Castro, da coordenação de São Paulo do movimento. “Precisa ser investigado qual o propósito dessas imagens”.

O representante do movimento ainda criticou o fato de algumas das fotos terem sido feitas por um homem. “As fotos de mulheres nuas têm de ser feitas por mulheres, até porque a própria revista íntima é feita por mulheres”, afirmou Castro.

A Ouvidoria das Polícias, que fiscaliza a atividade policial, informou que se as presas se sentiram ofendidas, elas podem procurar o órgão, por intermédio de seu advogado. A Ouvidoria, então, pediria esclarecimentos à Corregedoria da SPTC e ao Ministério Público (MP).

“Desde que as supostas vítimas nos solicitem providências, a Ouvidoria poderá oficiar a Corregedoria da Polícia Civil, bem como ao Ministério Público, para devidas apurações quanto ao suposto crime de abuso de autoridade e ou infrações administrativas”, disse ouvidor Julio Cesar Fernandes Neves.

“Ressalta-se que o processo em questão não corre em segredo de justiça, o que significa que qualquer pessoa poderia ter acesso às fotos”, afirmou o ouvidor. “Contudo, tendo em consideração o possível vazamento dessas imagens, esta medida transforma-se em imoral e ilegal.”

Exame de corpo de delito mostra que não foram encontradas lesões no corpo de uma das presas; demais exames tiveram a mesma conclusão. Superintendência da Polícia Técnico-Científica justificou fotos alegando que são padrão (Foto: Reprodução / SPTC)Exame de corpo de delito mostra que não foram encontradas lesões no corpo de uma das presas; demais exames tiveram a mesma conclusão. Superintendência da Polícia Técnico-Científica justificou fotos alegando que são padrão (Foto: Reprodução / SPTC)

Procurado pela equipe de reportagem para comentar o assunto, o advogado Aryldo de Oliveira de Paula, que defende as três mulheres acusadas pelo assassinato do motorista Alvaro, afirmou que as fotografias são “ilegais e imorais”.

“Para ser considerado normal o procedimento, ele deve se aplicar a todos e não somente às acusadas. Uma vítima de acidente de trânsito quando precisa fazer exame de corpo de delito é fotografada nua?”, disse o advogado Aryldo, que considerou as fotos irregulares. “Tanto é ilegal e imoral que a juíza mandou desentranhar do processo para preservar a dignidade das acusadas”. A defesa das três acusadas ainda avalia se entrará com representação judicial.

Alvaro Pedroso, vítima do crime (Foto: Reprodução)Alvaro Pedroso, vítima do crime (Foto: Reprodução)

O crime
Marlene, Marcia e Francisca são rés no processo que as julgará pelo assassinato e esquartejamento do motorista Alvaro em março de 2014. O corpo dele foi separado em 20 partes, que foram ensacadas e acabaram espalhadas no Cemitério da Consolação, em Higienópolis, e na Praça da Sé, ambas na região central da capital.

O próximo passo do caso será a Justiça marcar a data do julgamento do trio. Se condenadas, poderão pegar a pena máxima, que são 30 anos para cada uma.

Em entrevista ao G1, Marlene disse que o crime não foi planejado e matou Alvaro, seu cliente e amante, porque ele a agredia e ameaçava matá-la. Ela alegou que se defendeu das agressões, torturas sexuais e tentativas de assassinato que vinha sofrendo durante quatro anos de programas e relacionamento com o motorista.

Procuradas pela equipe de reportagem para comentarem o assunto, a viúva e a filha do motorista, falaram que o motorista era nervoso, mas não a ponto de agredir ou ameaçar alguém. Também disseram que desconfiam que a morte de Alvaro foi planejada.

 

G1

Sindicância apura se haverá punição para aluno suspeito de espionar colegas nuas na UFPB

uepbUma sindicância foi aberta para apurar as denúncias de que um estudante da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) em Areia, a 130 km de João Pessoa, estaria espionando alunas do campus enquanto elas tomavam banho ou trocavam de roupa. A informação foi confirmada nesta segunda-feira (4) pela direção do campus.

De acordo com o diretor da UFPB em Areia, professor Djail Santos, o estudante não chegou a ser detido. No dia da confusão, ele foi apenas retirado da instituição e escoltado para casa, conforme procedimentos padrões estabelecidos pela universidade.

O professor esclareceu que não pode dizer se o jovem denunciado será punido porque essa situação depende do que vai ser investigado pela comissão permanente de sindicância, que deve ouvir todos os envolvidos. “Ainda não há um prazo para que isso seja concluído, mas esperamos que a situação seja totalmente esclarecida o mais rápido possível”, disse Djail Santos.

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O professor pediu calma aos pais que têm alunos na instituição e também aos estudantes porque, segundo ele, há segurança no campus e todas as medidas necessárias para que as denúncias sejam esclarecidas já estão sendo tomadas.

O caso

Um estudante da UFPB em Areia foi denunciado por alunas do campus porque estaria espionando as jovens enquanto elas trocavam de roupas ou tomavam banho. O caso repercutiu nas redes sociais.

 

portalcorreio

‘Rei do Instagram’? Playboy conquista seguidores com fotos ostentando fortuna, carros importados e mulheres nuas

reiUm playboy americano virou destaque na imprensa internacional, nesta semana, depois de conquistar mais de 750 mil seguidores no Instagram em apenas 8 meses. Morador de Los Angeles, nos Estados Unidos, Tony Toutouni, de 45 anos, atrai a atenção do público com fotos ostentando sua boa vida, com direito a muitas festas, dinheiro, carros de luxo e modelos nuas. Sem humildade, ele admite: “Esse é o estilo de vida que todo homem quer ter e eu gosto de vivê-lo”. As informações são do jornal Daily Mail.

De acordo com a publicação, Toutouni, cujo nome de usuário na rede social é “@lunatic_living” (“viva de lunático”, em tradução livre), ameaça tirar o título de “Rei do Instagram” de seu amigo Dan Bilzerian, um jogador de pôquer americano, que também fez fama na rede social ostentando seu estilo de vida milionário.

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Toutouni ao lado do amigo milionário Dan Bilzerian
Toutouni ao lado do amigo milionário Dan Bilzerian Foto: Instagram / Reprodução
Toutouni ostanta fortuna
Toutouni ostanta fortuna Foto: Instagram / Reprodução

“Como solteiro, eu saio com muitas, muitas mulheres. Ser jovem em Los Anglees e tendo tudo o que quero, não é difícil eu ter a mulher que escolho”, garante Toutouni, que diz não haver disputas entre ele e o amigo Bilzerian. “Eu não quero competir com ele. Mas as pessoas dizem que eu cresci (na rede social) muito rápido. Mas, na verdade, foi Dan que começou com esse lance todo de Instagram”, afirma.

Foto: Instagram / Reprodução
Toutouni patrocina festas com muita riqueza
Toutouni patrocina festas com muita riqueza Foto: Instagram / Reprodução

O “vidão” de Toutouni começou aos 19 anos, quando ele comprou uma boate em Hollywood, na Califórnia (EUA). “Ela ficou muito famosa. Então, vendi e comprei outra. Eu invisto em compra de carros, restaurantes e bares. Vendo tudo pra ter lucro”, revela o americano, que não liga para as críticas.

“Claro que tem muito ódio no Instagram. Tem feministas que me odeiam e gente de igreja que quer me ‘curar’ de ‘problemas’. Me divirto fazendo minhas coisas”, diz.

Foto: Instagram / Reprodu

Extra

Polícia Civil investiga vídeo com fotos de adolescentes nuas ou seminuas em Santana do Matos RN

nuasA Polícia Civil está investigando, em Santana do Matos, a circulação de um vídeo nas redes sociais, contendo fotos de adolescentes nuas ou ainda de jovens de biquíni. De acordo com a delegada Paola Maeus, a equipe da delegacia está ciente do caso e trabalhará para identificar o autor da montagem ou até mesmo quem divulgou nas redes sociais.

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“Na semana passada, pais de uma das adolescentes procurou a delegacia, mas acabaram não querendo registrar o boletim de ocorrência, talvez por constrangimento. Porém, tomamos conhecimento que essas imagens estão sendo divulgadas nas redes sociais e vamos investigar, porque é crime”, comenta a delegada.

Até mesmo uma jovem que mora em Natal e que terá identidade preservada foi surpreendida com uma foto sua de biquíni nessa montagem. “Entraram no facebook, talvez, pegaram uma foto minha na praia e colocaram nessa montagem com outras meninas, algumas nuas, e até mesmo uma menina de 13 anos aparece nesse vídeo”, afirma.

A jovem contou ao Portal BO que procurou um advogado e irá entrar com ação para processar os responsáveis. Segundo a delegada Paola Maeus, esse não é o primeiro caso envolvendo divulgação desse tipo nas redes sociais. “Recentemente, tivemos o caso de uma jovem, em Santana do Matos, que o ex-namorado divulgou imagens dela nua. Até mesmo imagem de um homem já idade nu foram divulgadas”, destaca.

Neste último caso, como envolve adolescentes, a delegada afirma que o crime se torna ainda mais grave. Ela explica que, pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), em seu artigo 241-A, é crime: “oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, distribuir, publicar ou divulgar por qualquer meio, inclusive por meio de sistema de informática ou telemático, fotografia, vídeo ou outro registro que contenha cena de sexo explícito ou pornográfica envolvendo criança ou adolescente”.

A pena para esse tipo de caso é de três a seis anos de prisão e multa. “Infelizmente, muitas dessas adolescentes se expõem ingenuamente, até mesmo por falta de instrução. O resultado é esse, a imagem delas sendo expostas por pessoas mal-intencionadas”, completa a delegada.

 

portalbo

PM que aparece em foto com jovens nuas nega que seja ele na imagem

flagraO policial militar que aparece em uma foto com cinco jovens nuas posando ao lado de uma viatura da Polícia Ambiental nega ser ele o homem fotografado na ocasião. De acordo com informações do Comando da Polícia Militar de São Paulo, além dele, outro membro da corporação, que é suspeito de ser o autor das imagens, também foi identificado e igualmente nega as acusações. As fotos vazaram e foram divulgadas nas redes sociais.

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Ambos os policiais foram detidos em condição de suspeitos e estão sendo ouvidos pelo comando na capital paulista. Nas imagens, cinco garotas seminuas e mesmo nuas aparecem fazendo poses sensuais e se beijando sobre a caçamba da viatura, uma picape. Em outra foto, um policial fardado pode ser visto cercado pelas mulheres. A placa e o código da viatura estão cobertos com panos, assim como outros detalhes, mas os artifícios não foram suficientes para descaracterizar o veículo oficial.

No início das investigações, a polícia afirmou que tratava-se de um carro que circula no litoral ou na Grande São Paulo, mas não sabia precisar a cidade. A investigação ainda não conseguiu chegar às identidades das mulheres que aparecem nas imagens.

Por meio de nota, a Polícia Militar afirma que, caso a participação dos suspeitos no episódio seja comprovada, ambos responderão a um processo administrativo exoneratório, que poderá acarretar na expulsão da instituição. A PM diz ainda que reafirma seus valores éticos e responsabilidade com a prestação de serviços à população e que não compactua com atos como os apresentados nas fotos.

G1

PM pode ser expulso após tirar fotos com cinco jovens nuas em viatura

flagraFotos que mostram um grupo de mulheres posando nuas e seminuas ao lado de um policial e sobre uma viatura da Polícia Militar Ambiental começaram a circular pelas redes sociais na noite desta quarta-feira (3). Apesar do veículo estar parcialmente coberto, ele foi identificado como pertencente ao 3° Batalhão de Polícia Ambiental, que atende cidades do litoral de São Paulo como Guarujá, Bertioga e Ubatuba, até o limite com o Estado do Paraná. As identidades do policial e das jovens ainda são desconhecidas.

Nas imagens, é possível ver cinco jovens nuas fazendo diversas poses em cima de uma pick-up e acompanhadas de um policial militar fardado. A placa da viatura está coberta com um pano, assim como outros detalhes, mas os artifícios não são suficientes para descaracterizar o veículo oficial. O G1 entrou em contato com o setor de comunicação da Polícia Militar e enviou as fotos para a corporação, que ainda não tem conhecimento de onde exatamente as imagens foram registradas.

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Por meio de nota, a Polícia Militar afirma que tomou ciência dos fatos e que irá apurá-los com o máximo rigor. O policial militar, sendo identificado, irá responder a um processo administrativo exoneratório, que poderá acarretar em sua expulsão da instituição.

Histórico
Essa não é a primeira vez que fotos de mulheres andando nuas pelas ruas de cidades da Baixada Santista são registradas. Em novembro de 2012, uma mulher foi flagrada correndo por uma avenida de São Vicente sem as roupas. No mesmo mês, outra jovem foi avistada nua, dessa vez em uma praia de Santos.

Mulheres foram fotografadas seminuas em cima de viatura da Polícia Ambiental (Foto: G1)Mulheres foram fotografadas seminuas em cima de viatura da Polícia Ambiental (Foto: G1)

G1

Adolescente tem fotos nuas vazadas no WhatsApp; caso foi em São João do Rio do Peixe-PB

Imagem ilustrativa
Imagem ilustrativa

Mais um escândalo envolvendo o aplicativo WhatsApp foi registrado nessa semana, no Sertão.

Desta vez, uma jovem, menor de idade, residente na cidade de São João do Rio do Peixe, teve uma foto nua, divulgada em um grupo da rede social.
Segundo informações, a jovem estava participando de um grupo, quando teria tirado uma foto em frente a um espelho totalmente nua, em seguida, compartilhado para um jovem, sem saber que estava em um grupo e que estaria compartilhando para várias pessoas.

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Rapidamente a foto se espalhou pelos celulares, e o acontecido virou caso de polícia, uma vez em que o pai da jovem menor de idade, procurou a Delegacia para registrar queixa.
As informações dos envolvidos não foram divulgadas até por não ser permitido citar nomes de menores de idade, e também para não expor a família envolvida.
Da Redação
com Folha do Sertão