Arquivo da tag: Nordeste

Verão começa hoje no Hemisfério Sul; Nordeste terá chuva acima da média

O verão no Hemisfério Sul começa oficialmente neste domingo (22), às 1h19 (horário de Brasília) e vai até 20 de março de 2020. A estação mais quente do ano, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), é marcada pela elevação de temperatura em todo o país, devido à posição da Terra em relação ao Sol, tornando os dias mais longos que as noites

O verão se caracteriza também pelas mudanças rápidas nas condições de tempo, com chuvas fortes, queda de granizo, ventos com intensidade variando de moderada à forte e descargas elétricas, principalmente nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país.

Em 2020, o verão não terá a influência dos fenômenos El Niño (aquecimento das águas do Oceano Pacífico) e La Niña (fenômeno caracterizado esfriamento das águas do Pacífico). Segundo o Inmet, os principais centros internacionais de meteorologia indicam probabilidade elevada de neutralidade e se mantenha ao longo de toda a estão.

“Com a neutralidade do Pacífico Equatorial, outras regiões oceânicas devem ter influência sobre o regime de chuvas durante os primeiros meses de 2020 no Brasil, como a temperatura na superfície do Oceano Atlântico Sudoeste junto à costa do Rio Grande do Sul, Uruguai e norte da Argentina, e o Atlântico Subtropical, próximo à costa do Nordeste brasileiro”, informou o Inmet.

Região Norte

As condições climáticas para este verão, segundo o Inmet, são de probabilidades de chuvas dentro da faixa do normal ou abaixo, especialmente em áreas dos estados do Pará e Amazonas. No Tocantins, há uma indicação de chuvas dentro da faixa normal.

Região Nordeste

Na Região Nordeste, a previsão para o verão 2020, indicam que maior probabilidade de chuvas acima da média nos estados da Bahia, Alagoas e Pernambuco, assim como no sul dos estados do Maranhão e Piauí. Nas demais áreas, há um risco de as chuvas ficarem abaixo da média.

“Vale lembrar que temperaturas serão predominantemente elevadas na região, porém, nas localidades onde há a probabilidades de chuvas acima da média, os termômetros devem registrar temperaturas levemente inferiores à média”, destacou o Inmet.

Região Centro-Oeste

Para o Centro-Oeste, as previsões para o verão são de probabilidade de que o acumulado de chuvas seja dentro da faixa normal ou acima em grande parte da região, exceto no centro-sul do Mato Grosso, sul de Goiás e parte de Mato Grosso do Sul, onde há probabilidade de chuvas inferiores.

“As previsões indicam que as mesmas devem ultrapassar a média ao longo da estação” informou o instituto.

Região Sudeste

A Região Sudeste tem previsões para o verão, de chuvas variando dentro da faixa normal ou acima em grande parte de Minas Gerais e no centro-norte do Espírito Santo. Nas demais áreas, as probabilidades indicam chuvas abaixo da média.

Região Sul

No Sul do país, há probabilidade de chuvas dentro da faixa normal ou acima em praticamente toda a região, principalmente no Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina. As temperaturas devem ser predominantemente elevadas, porém dentro da normalidade do verão na região.

 

Agência Brasil

 

 

Mais da metade das grávidas do Nordeste têm dúvidas sobre mitos da amamentação

Pesquisa aplicada pelo IBOPE Conecta, a pedido de Pfizer e Nestlé, mostra que 61% das gestantes do Nordeste[1] têm dúvidas sobre a influência de mitos, como o consumo de canjica, na produção do leite materno

Não é à toa que as gestantes ficam tão preocupadas com a produção do leite: o alimento é principal fonte de nutrientes para os bebês até os 6 meses de idade, além de atuar na prevenção de doenças nos recém-nascidos. Em meio a tanta informação, o aleitamento materno pode gerar dúvidas nas mães, levando-as a crer, muitas vezes, em falsas estratégias para aumentar a quantidade de leite produzido.

A pesquisa “Como vai a alimentação das gestantes brasileiras? A mãe moderna e o desafio da nutrição equilibrada”, conduzida pelo IBOPE Conecta, a pedido de Pfizer e Nestlé, para entender os hábitos alimentares e nutricionais das gestantes do País, mostra que mais da metade das grávidas entrevistadas no Nordeste acredita ou não sabe que algumas crenças populares sobre o aleitamento materno são falsas. Entre as gestantes consultadas na região, 61% acreditam ou não sabem se comer canjica aumenta a quantidade do leite.
Já 45,7% acreditam ou se questionam sobre a influência da cerveja preta na amamentação.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), não há evidências científicas que comprovem que determinados alimentos aumentem a produção de leite[2]. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda, ainda, que o consumo de bebidas alcoólicas seja suspenso durante a gravidez, a fim de prevenir o parto prematuro e a síndrome fetal[3]. A SBP reforça também que, para a manter a saúde de mãe e bebê durante a gravidez, é essencial manter uma alimentação saudável[4], já que há um aumento do gasto de energia para a produção do leite e um incremento na intensidade da atividade fisiológica e necessidades nutricionais para o desenvolvimento da criança.

No Nordeste, 88% das grávidas entrevistadas desconhecem a importância da suplementação vitamínica para suprir as necessidades do corpo durante a gestação, 5 pontos acima da média nacional (83%).
A OMS recomenda que as grávidas adotem a suplementação diária de ácido fólico e de ferro[5]. O primeiro atua no desenvolvimento placentário[6] e na formação do tubo neural do bebê[7], prevenindo possíveis malformações, como coluna aberta e anencefalia[8]. Já o ferro contribui para a produção de hemoglobinas e proteínas responsáveis pelo suprimento de oxigênio do organismo[9], além de auxiliar na prevenção da anemia na mãe e no bebê. A demanda pelo mineral crescerá cinco vezes do início ao fim da gestação[10].

Larissa Ribeiro

 

João Pessoa é segunda cidade do Nordeste onde mais há traição, aponta ranking

João Pessoa é a segunda cidade onde há mais traição no Nordeste, perdendo apenas para Recife, em Pernambuco. É o que aponta o ranking enviado ao ClickPB pelo site de relacionamentos extraconjugais Ashley Madison.

No ranking Brasil, João Pessoa é a 15ª colocada. Recife é a 12ª com mais traição entre parceiros.

A pesquisa é baseada no número de inscritos no site entre dezembro de 2018 e fevereiro de 2019. Três cidades do estado de São Paulo lideram o ranking: Santo André, São Bernardo do Campo, e Guarulhos.

Veja a lista das cidades com mais traição

1 – Santo André (SP)

2 – São Bernardo do Campo (SP)

3 – Guarulhos (SP)

4 – Nova Iguaçu (RJ)

5 – São Gonçalo (RJ)

6 – Campinas (SP)

7 – Porto Alegre (RS)

8 – Curitiba (PR)

9 – São Paulo (SP)

10 – Goiânia (GO)

11- Belo Horizonte (MG)

12 – Recife (PE)

13 – Brasília (DF)

14 – Rio de Janeiro (RJ)

15 – João Pessoa (PB)

 

clickpb

 

Paraíba tem 16 praias atingidas por manchas de óleo; número sobe para 132 no Nordeste

Já são 132 praias atingidas por manchas de óleo no Nordeste, segundo o balanço do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) divulgado neste domingo (6).

No total, 61 municípios foram afetados em 9 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

O último estado a ser atingido foi a Bahia, na última quinta-feira (3).

O governo de Sergipe decretou situação de emergência em razão das manchas de óleo. Nesta segunda (7), o ministro Ricardo Salles visitará o estado. O projeto Tamar suspendeu a soltura de filhotes de tartarugas marinhas por conta do problema.

No sábado (5), o presidente Jair Bolsonaro determinou uma investigação sobre as origens do óleo.

Petróleo cru acumulado em ponto do litoral de Sergipe (SE) — Foto: Reprodução/TV Sergipe

Petróleo cru acumulado em ponto do litoral de Sergipe (SE) — Foto: Reprodução/TV Sergipe

O Ibama informou que desde o dia 02 de setembro vem estabelecendo uma série de ações, juntamente com o Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (DF), Marinha e Petrobras, com o objetivo de investigar as causas e responsabilidades do despejo, no meio ambiente, do petróleo cru que atingiu o litoral nordestino.

O resultado conclusivo das amostras, solicitadas anteriormente pelo Instituto e pela Capitania dos Portos, e cuja análise foi feita pela Marinha e pela Petrobras, apontou que a substância encontrada nos litorais trata-se de petróleo cru, ou seja, não se origina de nenhum derivado de óleo.

Investigação do Ibama com apoio dos Bombeiros do DF aponta que o petróleo que está poluindo todas as praias seja o mesmo. Contudo, a sua origem ainda não foi identificada. Em análise feita pela Petrobras, a empresa informou que o óleo encontrado não é produzido pelo Brasil. O Ibama requisitou apoio da Petrobras para atuar na limpeza de praias. Os trabalhadores que estão sendo contratados pela petrolífera são agentes comunitários, pessoas da população local, que recebem treinamento prévio da empresa para ocasiões em que forem necessários os serviços de limpeza. No entanto, o número efetivo de mão-de-obra dependerá da quantidade de pessoas treinadas disponíveis nas áreas.

Segundo o relatório do Ibama, dentre as 132 praias afetadas em todo o Nordeste desde o início de setembro, 11 estão em processo de limpeza, 74 ainda tem manchas visíveis e 48 estão livres da substância na areia.

Pelo menos 12 animais foram atingidos pelo óleo – nove tartarugas e uma ave foram encontradas mortas ou morreram após o resgate.

Uma investigação do Ibama aponta que as manchas são de petróleo puro e que todas as amostras têm a mesma origem, mas ainda não é possível afirmar de onde ele veio. Em nota, a Petrobras afirma que o material não é produzido pela companhia.

A suspeita é que o petróleo tenha vindo de navios que passam pela região, segundo a Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco (CPRH), que está analisando imagens de satélite da costa. A pesquisa, no entanto, ainda está em estágio inicial.

As manchas começaram a aparecer no início de setembro. Até quinta-feira (26), eram 99 localidades atingidas. Na sexta (27), o número subiu para 109. No domingo (29), chegou a 113 e na terça-feira (1) foi para 115. Agora, já são 124 praias afetadas.

A lista completa de municípios e praias atingidos está disponível no site do Ibama.

Origem da substância

Manchas voltaram a se encontradas na praia de Pirambu — Foto: Ibama/SE

Manchas voltaram a se encontradas na praia de Pirambu — Foto: Ibama/SE

Na terça-feira (1) uma reunião foi realizada no Recife com representantes de seis dos nove estados nordestinos para discutir estratégias para diminuir os impactos das manchas de óleo. A Bahia foi o único estado da região que não foi afetado.

Na reunião, os estados decidiram protocolar, em conjunto, uma denúncia sobre o caso, a ser enviada à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal.

Nesta quarta-feira (2) a Polícia Federal do Rio Grande do Norte comunicou que um inquérito foi instaurado para investigar a origem das manchas. A apuração sobre a possibilidade da ocorrência de dano ambiental começou no mês passado.

Manchas sendo recolhidas por equipes da Adema na Atalaia Nova, Barra dos Coqueiros (SE) — Foto: Adema/Divulgação

Manchas sendo recolhidas por equipes da Adema na Atalaia Nova, Barra dos Coqueiros (SE) — Foto: Adema/Divulgação

Há suspeita de que a contaminação tenha relação com navios petroleiros. A hipótese é que algum deles tenha efetuado uma limpeza nos tanques e despejado os rejeitos no mar.

Segundo o secretário de Meio Ambiente e Sustentabilidade de Pernambuco, José Bertotti, os responsáveis pelo problema podem pagar uma multa que vai de R$ 5 milhões a R$ 50 milhões pelo crime ambiental, que é considerado gravíssimo. O governo do estado se preocupa com a repercussão no turismo.

Em entrevista ao G1 na última sexta (27), o diretor da Agência Estadual de Meio Ambiente de Pernambuco, Eduardo Elvino, disse que o órgão está atuando em conjunto com a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) para identificar possíveis fontes do vazamento.

O trabalho envolve analisar imagens de satélite que abrangem 187 quilômetros do litoral dos estados de Pernambuco e Paraíba. Segundo Elvino, ainda não é possível apontar quais navios podem ser responsáveis pela tragédia ambiental porque a análise está em estágio inicial.

“Com essa varredura das imagens de satélite a gente identificou os pontos no mapa que podem ser navios, e aí estamos analisando a existência de pontos pigmentados ao lado desses possíveis navios. Esses pontos coloridos podem ser realmente manchas de óleo, mas também podem ser cardumes de peixe ou concentrações de alga, por exemplo. São várias possibilidades”, explica Elvino.

Segundo o coordenador do sindicato dos trabalhadores na indústria do petróleo de Pernambuco e Paraíba (Sindipetro PE/PB), Rogério Almeida, a prática é proibida, mas ainda é realizada.

“É um óleo grosso, quase um piche. Pode ser rejeito de um navio após a limpeza dos tanques. Muitos navios continuam fazendo isso e deve ter caído em uma corrente marítima”, disse Almeida.

De acordo com Elvino, com a identificação das correntes marinhas, “existe a possibilidade de identificar o navio que fez a referida rota” e tentar rastrear se “o piche encontrado nas praias faz parte do combustível dos navios”. Segundo o analista, pela legislação, o produto deve ser descartado nos portos, onde empresas especializadas recolhem o material.

Animais afetados

Tartaruga foi encontrada no litoral do RN coberta de óleo e limpa pela equipe do Aquário de Natal — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi

Tartaruga foi encontrada no litoral do RN coberta de óleo e limpa pela equipe do Aquário de Natal — Foto: Heloísa Guimarães/Inter TV Cabugi

O número de animais afetados também é computado pelo Ibama. Segundo o último balanço do órgão, publicado na segunda-feira (30), o óleo já atingiu ao menos 11 tartarugas e uma ave bobo-pequeno ou furabucho (Puffinus puffinus), conhecida pela longa migração. Quatro tartarugas foram encontradas vivas e sete foram encontradas mortas ou morreram após o resgate. A ave também não resistiu ao óleo.

  • 1/9 – 1 tartaruga marinha – Praia de Sabiaguaba, Fortaleza (CE) – morta
  • 4/9 – 2 tartarugas marinhas – Praia do Paiva, Cabo de Santo Agostinho (PE) – mortas
  • 7/9 – 1 ave bobo pequeno – Praia de Cumbuco, Caucaia (CE) – morta
  • 11/9 – 1 tartaruga marinha – Praia de Jacumã, Ceará-Mirim (RN) – viva
  • 16/9 – 1 tartaruga marinha – Ilha dos Poldos, Aroises (MA) – morta
  • 22/9 – 1 tartaruga marinha – Praia de Itatinga, Alcântara (RN) – viva
  • 22/9 – 1 tartaruga marinha – Praia da Redinha Nova, Extremoz (RN) – morta
  • 23/9 – 1 tartaruga marinha – Praia da Redinha Nova, Extremoz (RN) – viva
  • 24/9 – 1 tartaruga marinha – Jericoacoara, Jijoca de Jericoacoara (CE) – morta
  • 28/09 – 1 tartaruga marinha – Ilha Grande, Ilha Grande (PI) – morta
  • 29/09 – 1 tartaruga marinha – Praia do Serluz, Fortaleza (CE) – viva
  • Localidades atingidas (PDF –  5,23 MB  – Atualizado em 06/10/2019)
  • Fauna atingida (PDF – 2,11 MB – Atualizado em 30/09/2019)

G1

 

 

No Nordeste, quase 25% da renda vem de aposentadorias e programas sociais

A POF (Pesquisa de Orçamento Familiar) 2017-2018, divulgada nesta sexta-feira (1º) pelo IBGE, mostra que, com a crise, cresceu entre as famílias brasileiras a dependência de aposentadorias e programas sociais. No Nordeste, quase um quarto da renda média é proveniente dessas fontes.

Entre a última POF, concluída em 2019, e a atual, a parcela das transferências subiu de 18,5% para 19,5% da renda média das famílias, que é de R$ 5.426,70. Ao mesmo tempo, houve redução na fatia correspondente ao rendimento do trabalho, que caiu de 61,1% para 57,5% do total.

O item transferências inclui as aposentadorias do INSS e pública, programas sociais federais e, em menor escala, aposentadorias privadas e pensões, mesadas ou doações. Sozinhas, as aposentadorias do INSS representaram 55% do total de transferências em 2017 e 2018.

As famílias da região Nordeste são as que têm a maior dependência dessas fontes, que representam 24,6%, da renda média na região, que é R$ 3.557,98. Nove anos atrás, quando foi feita a última pesquisa, as transferências representavam 22,5% da renda.

Em segundo lugar na lista de regiões onde as famílias são mais dependentes de transferências, está o Sul, com 20%. Em terceiro, o Sudeste, com 18,9%. O estado com maior dependência é Alagoas, onde 29,7% da renda vem de transferências do governo. Na outra ponta, está Roraima, com 10,1%.

Entre as famílias mais pobres da região Nordeste –aquelas com renda inferior a dois salários mínimos– as aposentadorias e programas sociais representa quase um terço (32,4%) do rendimento médio. Para aquelas com renda entre R$ 1.908 e R$ 2.862, a parcela é ainda maior: 37,9%.

Já entre as mais ricas, que têm renda familiar acima de R$ 23.850, representa 15,9% do rendimento médio.

 

FOLHAPRESS

 

 

BAND Nordeste anuncia transmissão de jogo decisivo do Botafogo-PB contra o Náutico

A BAND Nordeste transmitirá o jogo decisivo entre o Botafogo-PB e o Náutico que ocorrerá neste sábado, às 17h, no estádio Almeidão. A partida é válida pela Série C do Campeonato Brasileiro.

A fase de grupos está na reta final e o confronto é decisivo na trajetória do Belo. O clube pessoense e o Náutico estão brigando na parte de cima da tabela e toda vitória é essencial para garantir a vaga no mata-mata.

Além da Band, as emoções do jogo também estarão disponíveis no DAZN.

Portal WSCOM

 

 

Reitora Margareth Diniz é eleita líder da ANDIFES no Nordeste

A reitora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Margareth Diniz foi eleita, por unanimidade, presidente da Rede Nordeste da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) para o mandato 2018-2019.

A eleição ocorreu nesta sexta-feira (26), durante reunião ordinária do conselho pleno da associação, na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), em Vitória. A vice-presidente do grupo, constituído de 20 universidades, será a reitora da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) Joana Guimarães.

Na ocasião, também foi eleita a nova diretoria executiva da Andifes para o mesmo período, composta pelos reitores João Carlos Salles Pires da Silva (UFBA), presidente; Edward Madureira Brasil (UFG), 1º Vice-presidente; Guida Aquino (UFAC), suplente; Ricardo Marcelo Fonseca (UFPR), 2º Vice-presidente; e Antônio Cláudio Lucas da Nóbrega (UFF), suplente.

A primeira missão da reitora Margareth Diniz, enquanto presidente da Rede Nordeste da Andifes, será a organização da Conferência Internacional das Universidades Federais do Nordeste e Universidade Soka – o Ensino Superior em prol do Bem-estar da humanidade, em 23 e 24 de agosto, na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), no Recife.

O evento tem o objetivo de promover o desenvolvimento da ciência, das tecnologias sociais, dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU) e internacionalização.

A conferência também é mais uma iniciativa que tem o intuito de consolidar parcerias com instituições japonesas, sobretudo a Universidade Soka, em Tóquio, e a organização não-governamental Soka Gakkai Internacional (SGI), fundada e presidida pelo humanista Daisaku Ikeda.

No final de junho, por exemplo, a UFPB conheceu o trabalho socioambiental do Instituto Soka na Amazônia. Em outubro do ano passado, recebeu a exposição Da Cultura de Violência para a Cultura de Paz – transformando o espírito humano no campus I, em João Pessoa.

 


Portal WSCOM

 

 

Taxa de desemprego na Paraíba é a menor do Nordeste, aponta IBGE

A Paraíba apresentou a menor taxa de desemprego do Nordeste no primeiro trimestre de 2019, de acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (24). Conforme levantamento a partir de microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), a taxa de desemprego da Paraíba foi de 11,1%, abaixo da taxa nacional de 12,7% e a oitava menor entre os estados do país.

O estudo divulgado nesta quarta revelou informações inéditas a respeito do emprego e da renda dos brasileiros no interior dos estados. O IBGE considerou interior todos os municípios do estado, excluída a região metropolitana, quando existir, e a capital. Em relação ao recorte territorial, o interior da Paraíba apresentou uma taxa de desemprego de 10,8% no interior e de 11,7 nas regiões metropolitanas. João Pessoa, por sua vez, apresentou a taxa de 11,4%.

Ainda de acordo com o IBGE, foram registradas 186 mil pessoas desocupadas na Paraíba entre janeiro e março de 2019, sendo 115 mil no interior e 71 mil nas Regiões Metropolitanas do estado.

Se considerado o dado de pessoas que estão subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas somado ao número de desocupados, no que o IBGE considera como força de trabalho potencial, a Paraíba tem 675 mil pessoas sem emprego ou trabalhando menos do que gostaria por falta de oportunidade.

População ocupada na Paraíba

  • 1,448 milhão de pessoas ocupadas no estado
  • 535 mil em regiões metropolitanas
  • 953 mil no interior
  • 356 mil somente em João Pessoa

Informalidade

Embora o nível de ocupação na Paraíba seja um destaque positivo, as condições do mercado de trabalho não são das mais confortáveis. A taxa de informalidade, de acordo com o IBGE, é maior no interior do que nos grandes centros urbanos da Paraíba. De cerca de 750 mil pessoas que vivem na informalidade na Paraíba, 551 mil pessoas, aproximadamente 73%, vivem em cidades do interior.

Outras 199 mil pessoas vivem na informalidade em regiões metropolitanas da Paraíba, sendo 122 mil somente em João Pessoa. O alto número de pessoas ganhando o sustento a partir da informalidade faz da Paraíba o terceiro do Nordeste com maior percentual de pessoas na informalidade no interior. No geral, a informalidade atinge 62,4% das pessoas ocupadas no interior dos estados.

Renda

Se o níveis de ocupação são maiores e os de desemprego menores no interior, a remuneração média paga às pessoas com emprego não chega nem a metade do valor pago nos grandes centros urbanos. Na Paraíba, o rendimento médio de todos os trabalhos na Região Metropolitana é de R$ 2.451, enquanto no interior esse valor não passa de R$ 1.195.

A discrepância é ainda maior se comparado ao rendimento médio em João Pessoa, que é de R$ 3.077, o maior entre as capitais nordestinas. As informações são do G1.


Portal WSCOM

 

Whindersson compara ataque Bolsonaro ao Nordeste a “putaria”

Considerado o maior youtuber do Brasil o comediante piauiense Whindersson Nunes Batista, usou sua conta no Twitter para criticar duramente a xenofobia e o preconceito do presidente Jair Bolsonaro que chamou os nordestinos de “paraíbas” nesta sexta-feira (19). “Xenofobia em 2019 é putaria viu”, postou Whindersson.

A reação do youtuber veio na esteira da repercussão provocada pela declaração discriminatória de Bolsonaro qualificou os nordestinos de “paraíbas” – termo depreciativo e preconceituoso utilizado pejorativamente para designar os nordestinos.

Confira o Twitt de Whinderson Nunes sobre o assunto.

Whindersson

@whindersson

Xenofobia em 2019 é putaria viu

wscom

 

Governadores do Nordeste lançam carta de repúdio contra ato de xenofobia de Bolsonaro

O governador Rui Costa (PT), do estado da Bahia, usou seu perfil nas redes sociais, na noite desta sexta-feira (19), para divulgar uma carta dos governadores do Nordeste sobre recentes declarações do presidente Jair Bolsonaro (PSL).

Nesta sexta-feira (19), o presidente da república, em um café da manhã com jornalistas e membros do governo demonstrou perseguição política ao afirmar ao ministro Onyx Lorenzoni que “daqueles governadores de ‘paraíba’, o pior é o do Maranhão. Não tem que ter nada com esse cara”.

No documento, os gestores da região manifestam “espanto e profunda indignação” em relação aos comentários do presidente “transmitindo orientações de retaliação a governos estaduais, durante encontro com a imprensa internacional”.

Sem perceber que estava sendo gravado, o presidente Bolsonaro fez uso do termo ‘paraíba’ num tom pejorativo com o intuito de ofender os gestores da região Nordeste.

Confira íntegra da carta assinada por todos os governadores da região:

“Carta dos Governadores do Nordeste
19 de Julho de 2019

Nós governadores do Nordeste, em respeito à Constituição e à democracia, sempre buscamos manter produtiva relação institucional com o Governo Federal. Independentemente de normais diferenças políticas, o princípio federativo exige que os governos mantenham diálogo e convergências, a fim de que metas administrativas sejam concretizadas visando sempre melhorar a vida da população.

Recebemos com espanto e profunda indignação a declaração do presidente da República transmitindo orientações de retaliação a governos estaduais, durante encontro com a imprensa internacional. Aguardamos esclarecimentos por parte da presidência da República e reiteramos nossa defesa da Federação e da democracia”.

 

PB Agora