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Anvisa proíbe venda e uso de composto de fibras naturais e farinha de linhaça

linhaçaResolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada nesta segunda-feira (3) no Diário Oficial da União proíbe a fabricação, a distribuição e a comercialização dos lotes do produto Composto de Fibras Naturais Psyllium e Farinha de Linhaça Dourada, da marca Belly Shape, fabricado por PHZ Indústria e Comércio de Produtos Naturais Ltda.

De acordo com o texto, laudo emitido pelo Laboratório Central Noel Nutels apresentou resultado insatisfatório por ausência de registro sanitário na Anvisa e rotulagem em desacordo com a legislação. A resolução já está em vigor.

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Agência Brasil

Educadores de Alagoa Nova/PB recebem treinamento sobre a importância da preservação da água e dos recursos naturais

            treinamento_educadores_alago_anovaEducadores, professores e técnicos da rede municipal de ensino da cidade de Alagoa Nova, no Brejo paraibano, tiveram a oportunidade de aprender novos conhecimentos sobre a importância da água e da preservação dos recursos hídricos em uma capacitação promovida pelo Projeto Rio Mamanguape – FaseII. Durante dois dias, eles foram orientados pelas técnicas da área de Educação Ambiental da Coopacne (Cooperativa de Projetos, Assistência Técnica e Capacitação do Nordeste Ltda), responsável pela execução do Projeto, que é patrocinado pela Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental.

            A ação fez parte de um ciclo de capacitações para Professores em Educação Ambiental que tem o objetivo capacitar os educadores da rede pública para que eles possam ser agentes multiplicadores de ações voltadas a preservação do meio ambiente, com foco principal nos recursos hídricos.

            O tema abordado neste novo ciclo foi: “Educação para as Águas, numa perspectiva interdisciplinar” uma vez que o problema da escassez de água doce já é uma realidade em vários locais do planeta, inclusive em nossa região.

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            Ao todo, mais de 45 professores participaram a ação que teve carga horária de 30 horas, divididas em ações teóricas e práticas.

            Para a coordenadora do Projeto Rio Mamanguape, a atividade reforça os conhecimentos dos educadores, dando mais segurança para que o tema seja trabalhado em sala de aula. “Trabalhar a água na escola se faz necessário porque ajuda a reforças nas crianças e adolescentes  a importância da valorização desse bem tão precioso, por isso é fundamental que mais do que informações e conceitos,  as pessoas  tenham atitudes na formação de valores, para que possam colocar em prática no convívio social” afirmou Maria da Conceição Jerônimo.

             Além da coordenadora, os trabalhos de capacitação também foram elaborados pela técnica Zélia Araújo, que é responsável pela área de Educação Ambiental do Projeto Rio Mamanguape – Fase II.

Sobre o Projeto

O Projeto Rio Mamanguape-Fase II é patrocinado pela Petrobras, através do Programa Petrobras Socioambiental, e, tem como objetivo geral trabalhar na conservação e preservação das nascentes do Rio Mamanguape, estimulando o desenvolvimento sustentável de sua área de abrangência, tendo como eixo principal o uso e o manejo racional dos recursos hídricos e qualidade de vida da população ribeirinha.

A ação, que em 2015 completa 10 anos de atuação nas regiões Agreste e Brejo do estado da Paraíba, atende a oito municípios: Lagoa Seca, Alagoa Nova, Areial, Matinhas, Esperança, São Sebastião de Lagoa de Roça, Montadas e Pocinhos.

 

Assessoria de Imprensa e Comunicação

Remédios caseiros e naturais para a menopausa

menopausaA menopausa é uma etapa normal da vida de uma mulher, por isso é ideal para acompanhar os sintomas que surgem com remédios naturais e caseiros para tratá-los e não causar qualquer dano ao nosso corpo.

No entanto, deve ficar bem claro que a menopausa não é uma doença – algo em que normalmente muitas mulheres acreditam – mas sim que se trata, como já foi mencionado, de uma etapa ou fase na qual a ovulação é detida, fazendo com que a menstruação desapareça.

As mudanças causadas por este período afetam certas áreas do corpo, causando sintomas como dores de cabeça, insônia, secura vaginal, suores noturnos, entre outros. Por muito tempo estes sintomas foram tratados com terapias hormonais com o estrogênio e a progesterona sintética, porém agora se conhece o risco que esses hormônios artificiais produzem.

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Da mesma forma, muitos dos sintomas e desconfortos da menopausa podem ser aliviados se fizermos remédios naturais e tratamentos em casa. Vejamos.

 

Elevar níveis de estrógeno

 

Nesta fase, é realmente necessário aumentar o consumo de alimentos que contêm estrógeno. Alguns exemplos são:

 

    • Alfafa
    • Brotos de soja
    • Linhaça
    • Alho
    • Sementes de gergelim
    • Sementes de abóbora
    • Pepino
    • Maçã
    • Sementes de anis
    • Repolho
    • Beterraba
    • Azeite de oliva
    • Azeitonas
    • Mamão
    • Sementes de girassol
    • Ervilhas
    • Trevo vermelho

Absolutamente todos são fontes de estrogênios naturais, são ricos em vitaminas e fibras, além de aliviarem a menopausa também ajudam a fortalecer a nossa saúde.

Reduzir a sensação de sufocamento

 

O ideal é consumir oito copos de água destilada diariamente. Além disso, você pode consumir 800 mg de óleo de prímula, cerca de três vezes por dia.

 

Tonificar a pele seca

 

O ideal, para melhorar a aparência da pele, amaciar e torna-la um pouco mais brilhante é misturar:

 

      • 2 dedos de gel de babosa
      • 2 gostas de água de flor de laranja
      • 1 colher de sopa de vinagre branco
      • 6 gotas de óleo essencial de gerânio
      • 4 gotas de óleo essencial sândalo
      • 1 gota de óleo essencial de camomila.

 

Deve ser aplicada na pele todos os dias. 

 

Reduzir a secura vaginal

 

Para diminuir a secura vaginal o melhor é fazer qualquer um dos seguintes remédios caseiros:

 

• LOÇÃO – Você deve preparar a seguinte loção e aplicar, tanto fora como dentro da vagina duas vezes por dia.

 

Ingredientes

 

– Um dedo de óleo de amêndoa

– 2 gotas de óleo essencial de gerânio

– Uma cápsula de vitamina E

 

Modo de preparo

 

Simples, só tem que fundir/misturar todos os ingredientes.

 

• ALIMENTAÇÃO –  O outro tratamento disponível para a secura vaginal durante a menopausa é aumentar o consumo diário de cenouras, pois é rica em beta-caroteno e vitaminas que ajudam a resolver este problema.

 

Fruits and vegetables

 

Lembre-se…

 

A menopausa é um processo inevitável na vida de uma mulher, no entanto não é necessário passar por desconfortos e inconveniências, visto que existe uma grande variedade de remédios naturais e caseiros que podem te ajudar a sentir-se melhor durante esta fase.

 

 

melhorcomsaude

Aproveitamento de recursos naturais é prioridade do Serra Shopping

shoppingO Serra Shopping, que se instalará na PB-105 entre as cidades de Bananeiras e Solânea, nem está pronto e já está dando o que falar. É que a construção do empreendimento está despertando críticas com relação a possíveis impactos ambientais que poderão ser ocasionados na região, prejuízos esses terminantemente descartados pelo empresário que está à frente do projeto, Alírio Trindade.

“Esse é um argumento de pessoas movidas por interesses duvidosos e contrários a qualquer investimento que se faça em Bananeiras. Não há nenhum impacto ambiental, visto que não existe agressão ao meio ambiente. Trata-se de uma área de pastagem. Inexiste resquício de mata nativa ou nascente ou mesmo habitat de animais de qualquer natureza e muito menos APP [Área de Preservação Permanente]”, explicou.

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Segundo Alírio, o projeto, feito pelo arquiteto Expedito Arruda, priorizou inclusive o aproveitamento dos recursos naturais disponíveis na região. “Tentamos aproveitar o máximo possível com a implantação de uma vegetação ornamental e o uso racional de água e energia”, completou o empresário.

O arquiteto, por sua vez, conta que o próprio Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já fiscalizou o local, não constatando qualquer tipo de agressão ambiental. “Todas as inclinações acima de 35% são tombadas pela Legislação Federal, mas no caso da área do shopping essa inclinação está abaixo desse limite. Esse tipo de acusação não tem substância”, frisou. A obra já foi também licenciada pela Superintendência de Administração do Meio Ambiente (Sudema) conforme a Lei 1.714/2013.

O empreendimento comercial deve ficar pronto no segundo semestre de 2015, prometendo atender 14 municípios da região e beneficiar cerca de 180 mil habitantes. Com uma área de 11.200 m², o shopping terá estacionamento com 380 vagas, térreo e primeiro andar de lojas e um segundo andar para escritórios e consultórios. Serão 125 salas no total.

“A escolha da área decorreu de estudos, em que foram considerados o acesso fácil, amplo estacionamento, uma visão panorâmica da cidade de Bananeiras e a polarização para o entorno do Brejo paraibano, visando impulsionar o potencial comercial e econômico da região”, finalizou Alírio.

 

 

Por Hallita Avelar

revistaedificar

Famílias atingidas por desastres naturais serão beneficiadas pelo Minha Casa, Minha Vida

Divulgação/Governo de Tocantins
Divulgação/Governo de Tocantins

Famílias que ficarem desabrigadas após serem atingidas por desastres naturais poderão adquirir casas pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). A decisão foi publicada na portaria interministerial 01/2013, pelos ministérios das Cidades e da Integração Nacional nesta quinta-feira (25). O documento determina que as famílias afetadas por inundações, escorregamento de encostas, destruídas ou interditadas definitivamente poderão receber os imóveis, desde que se enquadrem nas regras do programa.

O Ministério da Integração também deverá reconhecer a impossibilidade da permanência das famílias nos locais atingidos por desastres naturais.

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Estados, municípios e Distrito Federal deverão encaminhar ao Ministério da Integração Nacional, no prazo máximo de 45 dias da ocorrência do desastre natural, um Plano de Trabalho específico voltado à reconstrução das unidades habitacionais. O prazo poderá ser prorrogado por mais 45 dias.

 

Minha Casa, Minha Vida

De acordo com o sétimo Balanço do PAC, apresentado no dia 10 de junho de 2013, o Programa Minha Casa, Minha Vida alcançou 1,2 milhão de moradias entregues até abril deste ano. Mais de 1,5 milhão de unidades foram contratadas e, até 2014, serão 2,4 milhões de moradias contratadas em todo o Brasil.

A meta do programa, criado em 2009 e que entra agora em sua segunda fase (2011-2014), é construir dois milhões de unidades habitacionais, das quais 60% são voltadas para famílias de baixa renda. Em 2010, após um ano de atividade, o Minha Casa, Minha Vida atingiu a meta inicial de um milhão de contratações.

O Decreto 7499/2011, que regulamenta a lei do Minha Casa Minha Vida, determina que as famílias que tiveram seu único imóvel destruído por desastres naturais e que se enquadrem às normas do programa, ficarão dispensadas do pagamento do imóvel. Os recursos destinados seguirão os normativos específicos do programa. O Ministério da Integração fará a reurbanização da área afetada pelo desastre para implantar a infraestrutura pública associada aos empreendimentos habitacionais.

O programa, na área urbana, é dividido por 3 faixas de renda mensal: até R$ 1.600 (faixa 1), até R$ 3.100 (2) e até R$ 5 mil (3).

 

Desastres naturais

 

Há uma grande diversidade de desastres naturais, humanos e mistos, conforme classificação adotada pelo Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil e aprovada pelo Conselho Nacional Proteção de Defesa Civil, a Codificação de Desastres, Ameaças e Riscos.

A realidade brasileira, neste contexto de desastres, pode ser caracterizada pela frequência dos desastres naturais cíclicos, especialmente as inundações em todo o País, seca na região Nordeste e um crescente aumento dos desastres humanos, devido ao crescimento urbano desordenado, às migrações internas e ao fenômeno da urbanização acelerada sem a disponibilidade dos serviços essenciais.

 

Fonte:

Ministério das Cidades

Emissoras de rádio e TV deverão veicular alertas sobre desastres naturais

alertaUm novo projeto de lei destinado a tornar mais ágil a comunicação de desastres naturais pode ser colocado em votação na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), anunciou o Senado, na última sexta-feira (18/1).
De acordo com a proposta, um mesmo número de telefone de emergência deveria ser estabelecido para todo o território nacional. As concessionárias de rádio, televisão e telefonia celular teriam “o dever de colaborar com o interesse público, por meio da divulgação de alertas sobre a possibilidade de ocorrência de desastres”.
“Trata-se de medida de elevada importância, que visa a facilitar o acionamento do serviço em situação de desastre, quando as pessoas estão mais vulneráveis e, muitas vezes, em pânico”, afirma o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF).
O projeto original estabelecia a criação de um Centro de Prevenção de Desastres Climáticos. Contudo, a medida foi considerada inconstitucional. Segundo a Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA), o projeto sofria de “vício de iniciativa”, por estabelecer a criação de um órgão federal – o que só poderia ser feito por iniciativa do próprio Poder Executivo.
Portal IMPRENSA

Anvisa determina apreensão de cinco produtos naturais para emagrecer

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou no Diário Oficial da União desta quinta-feira (25) quatro resoluções que determinam a apreensão e inutilização de cinco produtos naturais voltados para o emagrecimento, produzidos por três diferentes empresas do país. Fica proibida também a divulgação dos produtos.

Segundo a Anvisa, não podem mais ser comercializados os produtos “Emagrecedor sem dieta Dulopes”, da empresa Dulopes Comercio de Produtos Naturais, de Aracruz (ES); “Engordar”, “30 Ervas Emagrecedor” e “Uxi amarelo e Unha de gato”, todos da empresa Flora Brasil Produtos Naturais, localizada em Campo Grande (MS); e “Chá misto 37 ervas”, da Farmacopeia Brasileira.

A resolução que trata da Farmacopeia Brasileira diz ainda que “quaisquer produtos cuja rotulagem consta como fabricados pela empresa, localizada em lugar incerto e não sabido” deve ser inutilizadose apreendidos em todo território nacional.

A agência afirma que tais determinações foram necessárias porque as empresas citadas não possuem autorização de funcionamento e fabricação concedidas pela Vigilância Sanitária.

G1

Governo federal espera salvar vidas com plano de combate a desastres naturais

Planalto tomou iniciativa após tragédias recentes, sobretudo os deslizamentos na região serrana do Rio de Janeiro (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

São Paulo – Os recentes deslizamentos e enchentes ocorridos no Brasil foram a principal motivação do governo federal para elaborar o Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais, lançado hoje (8) em Brasília com a presença de governadores, ministros e da presidenta Dilma Rousseff.

“Nos mobilizamos a partir de todas essas experiências dramáticas vividas pelo país”, reconheceu Dilma, destacando os desmoronamentos que, em janeiro de 2011, deixaram cerca de 1,5 mil mortos na região serrana do Rio de Janeiro.

A presidenta também inaugurou hoje as novas instalações do Centro Nacional de Gerenciamento de Risco e Desastres (Cenad) na capital federal. De acordo com o governo, o plano irá mapear as áreas de risco no país e estruturar um sistema de monitoramento, alerta e resposta a desastres naturais. O objetivo é proteger vidas, garantir a segurança das pessoas, minimizar os danos decorrentes de desastres e preservar o meio ambiente.

“Queremos fazer com que o Plano Nacional de Gestão de Riscos e Resposta a Desastres Naturais mostre que o Brasil é capaz de tomar a iniciativa no combate às tragédias climáticas e que tem recursos humanos suficientes para fazê-lo”, destacou Dilma Rousseff. “E, de fato, contamos com a principal e mais nobre característica do ser humano: a capacidade de criar soluções diante da força imensa da natureza.”

Plano

O plano terá quatro eixos de atuação: prevenção, mapeamento, monitoramento e resposta. A prevenção diz respeito às obras para evitar os desastres naturais: contenção de encostas, drenagem urbana e controle de inundações, por exemplo. Como nem só de chuvas intensas são feitas as tragédias, o plano também prevê a construção de sistemas de captação, distribuição e armazenamento de água potável nas regiões do semiárido nordestino mais afetadas pela seca.

Já o mapeamento deve detectar, até 2014, as áreas sujeitas a deslizamento e enchentes em 821 municípios prioritários espalhados pelo Brasil. Ao conhecer as áreas de risco, os governos municipais, estaduais e federal poderão propor soluções que se antecipem às chuvas. O Executivo nacional também apoiará a elaboração de cartas geotécnicas de aptidão urbana, que permitirão o estabelecimento de diretrizes urbanísticas para o projeto de novos loteamentos.

Para o monitoramento, o país contará com o trabalho do recém-inaugurado Cenad, além do Centro Nacional de Monitoramento e Alerta de Desastres Naturais (Cemaden), criado há nove meses. Será um trabalho interligado: o Cemaden enviará ao Cenad alertas sobre possíveis ocorrências de desastres, e o Cenad transmitirá esses alertas aos estados, municípios e a outros órgãos federais.

“É uma iniciativa que implica a articulação de quase todos os ministérios de meu governo”, disse a presidenta. “O que se opera nos centros de monitoramento e a relação com todas as defesas civis é o eixo principal de nossa atuação. Mas tem também a articulação com as forças armadas.” Assim o governo espera dar resposta imediata aos desastres naturais que, em que pesem as medidas de prevenção, teimam em ocorrer.

Para tanto, o plano contará com investimentos federais de R$ 15 bilhões. “Faço um apelo aos governadores aqui presentes: por favor, acelerem os projetos porque os recursos já estão disponíveis”, cutucou Dilma Rousseff, lembrando que as verbas poderão ainda promover o desenvolvimento de tecnologia própria contra as tragédias climáticas. “A informação é estratégica no combate aos desastres. Não queremos mais falar com o Pezão [Luiz Fernando, vice-governador do Rio] pelo telefone da padaria, o único que funcionava na região serrana”, ironizou. “Teremos de ter estruturas de comunicação móveis, que já são feitas no país.”

Prevenção

Em entrevista à Agência Fapesp, o secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Carlos Nobre, explica que o investimento em prevenção pode reduzir em até 90% o número de vítimas fatais e diminuir em cerca de 35% os danos materiais decorrentes dos desastres. “Além de poupar vidas, a economia com os prejuízos econômicos já compensa com sobras todos os investimentos”, disse.

De acordo com Nobre, a engenharia terá um papel cada vez mais importante na prevenção à medida que os desastres naturais se tornarem mais extremos por consequência das mudanças climáticas. Mas lembra que os municípios deverão cumprir uma série de requisitos antes de pleitear verbas federais para as obras que salvarão vidas no futuro.

Devem, por exemplo, incorporar as ações de proteção e defesa civil no planejamento municipal, identificar e mapear as áreas de risco de desastres naturais, impedir novas ocupações e vistoriar edificações nessas áreas. E aqui entra a importância dos estudos geotécnicos.

“As cartas geotécnicas são documentos cartográficos que reúnem informações sobre as características geológicas e geomorfológicas dos municípios, identificando riscos geológicos e facilitando a criação de regras para a ocupação urbana”, diz Kátia Canil, pesquisadora do Laboratório de Riscos Ambientais do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT). “Com a obrigatoriedade desse instrumento, expressa na lei, poderemos ter estratégias de prevenção de desastres traçadas com base no conhecimento técnico e científico.”

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