Arquivo da tag: namoro

Idosa perde R$ 200 mil após golpe do ‘namoro virtual’ com inglês

contaUma aposentada de Mogi das Cruzes, de 69 anos, procurou a Polícia Civil para denunciar um golpe sofrido por ela durante um namoro virtual com um homem que dizia ter nacionalidade inglesa. Em seis meses, ela perdeu R$ 200 mil que teria emprestado ao namorado para pagar os estudos dos filhos.

A vítima contou que conheceu o homem pela internet. Ele se identificou como Ray Roberto e dizia ter nacionalidade inglesa. Durante o relacionamento, que começou no dia 20 de julho deste ano, o homem pediu ajuda financeira para pagar os estudos dos filhos na África do Sul, além das taxas bancárias. A aposentada começou a depositar dinheiro que, até o começo de dezembro, somou R$ 200 mil. Os pagamentos foram feitos através dos sites Moneygram e Ego Brown, do  Quênia, que facilitam transferências internacionais.

O caso foi registrado no 2º Distrito Policial de Brás Cubas. Cópias dos extratos bancários foram entregues à Polícia Civil.

G1

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Apresentadora Fernanda Gentil assume namoro com jornalista

fernandaSeparada do empresário Matheus Braga desde abril, a jornalista Fernanda Gentil está namorando a jornalista Priscila Montandon, de 34 anos, há três meses.

As duas estiveram recentemente na Grécia. “Estou só exercendo meu direito de ser muito, muito feliz. Tenho apenas um recado, e é para os meus filhos, que mais cedo ou mais tarde podem ler ou ouvir tudo por aí: Lembrem de não se importarem com tudo o que dizem sobre nossa vida _ o que vale é que a mamãe fala com vocês em casa, olhando nos seus olhos. Não é o que vestimos que muda quem somos, e sim o que fazemos. Lembrem também, sempre, do nosso amor, que não tem cor, sexo ou raça. Amo vocês”, disse a apresentadora do Esporte Espetacular.

O Globo

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Assistir Netflix é a 2ª melhor coisa para o seu namoro

NetflixPassar horas debaixo do cobertor vendo 30 episódios seguidos de uma série pode te fazer sentir isolado do mundo. Mas quando esse hábito é compartilhado pelo casal, tem o efeito de fazer as pessoas se sentirem mais conectadas, segundo um estudo da Universidade de Aberdeen, na Escócia.

A pesquisa entrevistou 259 universitários em relacionamentos sérios. Eles informaram o quão próximos se sentiam dentro do namoro, quanto tempo passavam juntos por semana, quantos amigos em comum possuíam e, finalmente, com que frequência consumiam séries, filmes e livros juntos.

Quanto mais tempo dividindo a telinha, melhor era a qualidade do namoro. Mas o Netflix era o segundo fator mais importante. O que de fato influenciava mais o destino do namoro era o número de amigos que o casal tem em comum. Quanto mais eles tem a sensação de dividir um único círculo social, mais próximo se sentem – segundo os pesquisadores, surge um sentimento de “identidade compartilhada”.

Para os casais cheios de amigos em comum, assistir a séries juntos tinha um efeito positivo, mas bem leve na qualidade do namoro. Mas foi aí que os cientistas encontraram o resultado mais interessante da pesquisa: quando os casais não dividiam um mesmo círculo social, as séries e filmes passavam a ser essenciais para que o namoro desse certo.

Em vez de participar de um mesmo círculo social real, eles passavam a dividir um círculo fictício.

As séries favoritas funcionam como um terreno comum, em que os dois criam laços mais próximos ao teorizar sobre o enredo e amar ou odiar os personagens. A sensação, no final, é a mesma de fofocar sobre amigos de verdade.

Pode parecer uma experiência antissocial, mas os pesquisadores pensam o contrário. Relacionamentos à distância ou casais que se mudam para uma nova cidade sem muitos amigos sentem um impacto negativo enorme por não poderem dividir experiências sociais – o que pode, inclusive, colocar o namoro em risco.

Nesses casos, séries e filmes assistidas em conjunto neutralizam o lado ruim da distância e do isolamento e aumentam a felicidade a dois.

E os efeitos são mais profundos do que simplesmente forçar os pombinhos a passar mais tempo juntos. Na pesquisa, mesmo quem passava um total de horas maior com o parceiro ainda estava mais satisfeito do que aquele que tinha menos tempo, mas escolhia investir em seriados.

Ou seja, o que fez diferença foi esse mundo de faz-de-conta compartilhado, em que Daenerys, Elevens e o ódio a spoilers colaboram para fortalecer o amor – pelo menos, até que a temporada acabe.

180 Graus

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Menina de 18 anos se prepara para casar com seu próprio pai após dois anos de namoro

casamentoNa década de 80, Barbara Gonyo, fundadora de um grupo de apoio a crianças adotadas que tiveram a chance de conhecer os pais biológicos, cunhou o termo “Atração Sexual Genética” (GSA – sigla em inglês).

Segundo ela, ele diz respeito aos intensos sentimentos amorosos e sexuais observados nas reuniões de reaproximação. Em entrevista ao The Guardian, contou que este sentimento tabu ocorre em 50% dos casos em que parentes afastados se reencontram na fase adulta. É exatamente esta a realidade vivida por uma garota americana de 18 anos.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Em entrevista à The New York Magazine, a jovem da região dos Grandes Lagos, nos Estados Unidos, deu todos os detalhes do relacionamento de dois anos com o seu pai biológico, que ela conheceu 12 anos depois de completo afastamento. Um relato bastante perturbador.

Os pais da menina se conheceram no colégio, aos 18 anos, e a conceberam na noite da festa de formatura. Eles tinham um relacionamento sério há seis meses, mas romperam durante a gravidez. “Eu acho que os problemas psicológicos da minha mãe contribuíram para que a relação não funcionasse. Ela sofre de bipolaridade e outros problemas mentais”, disse. “Eles não eram felizes e não mantiveram o contato depois do meu nascimento.”

Nos dois primeiros anos de vida, ela foi criada pelos avós por conta do descontrole da progenitora e teve um breve contato com seu pai entre os 3 e 5 anos de idade. Mas os encontros eram sempre conturbados e marcados por discussões do ex-casal. Logo, as visitas cessaram.

“Quando eu tinha uns 15 anos, ele escreveu para a minha mãe dizendo que gostaria de me ver. Eu disse que sentia falta dele e não me importaria em encontrá-lo. Ela me perguntou como eu poderia sentir saudades de alguém que eu mal conhecia, que eu não via há muito tempo. Mas a minha carência era de uma figura paterna.” Sua mãe sempre se relacionou com os caras errados e ela nunca conseguiu se sentir próxima dos padrastos.

Até que aos 17 anos, ela teve a chance de reencontrar o pai biológico. “Minha mãe era muito controladora. Ela tinha a senha do meu Facebook, desde a criação da conta. Um dia, depois de recuperar os meus privilégios de acessar a rede social, ele me adicionou como amigo. A princípio, pensei que fosse o meu avô, por causa do nome similar. Só depois me dei conta de que se tratava do meu pai. Eu disse que achava que ele estava morto e perguntei por que ele demorou para entrar em contato. Ele disse que sempre tentava me adicionar, mas eu sempre rejeitava o convite. Era a minha mãe controlando o meu perfil.”

O contato seguiu via internet e eles descobriram vários gostos em comum. Se encontraram uma semana depois. Passaram o dia todo abraçados. “Descobrimos que somos muito parecidos.” Foi aí que a menina pediu para passar uma semana com ele, que vivia há 30 minutos de distância da sua casa. “Acho que minha mãe sabia que eu iria me mudar. Chegamos a um ponto onde eu precisava escapar, ela era muito controladora.”

Os dois passaram cinco dias juntos. “Ele estava morando com a namorada. Na primeira noite, dormiu no sofá e eu no chão, só para ter a certeza de que estava tudo bem. Dormir em lugares diferentes me deixava ansiosa e eu pedi para que ele ficasse comigo, caso eu tivesse pesadelo durante a noite. Na segunda noite, ele dormiu no sofá novamente. E no terceiro dia, eu me vi dormindo com ele no chão, deitada em seu peito, nos braços. A quarta noite passamos no chão de novo. Desta vez, nós realmente nos abraçamos. Quando acordamos, estávamos de conchinha. Eu não soube disso na hora, mas depois que nos declaramos, ele confessou ter tido uma ereção. [Não senti nada]. Eu estava dormindo e ele foi discretamente ao banheiro.”

Na noite seguinte, enquanto brincavam de lutinha, antes de se deitarem, ela o mordeu. “Eu pude vê-lo arrepiado dos dedos dos pés aos ombros. Em seguida, ele beliscou minha coxa e eu me arrepiei toda. Paramos e dissemos que não sabíamos o que estava acontecendo, mas admitimos que sentíamos algo forte um pelo outro. Discutimos se isso era certo e nos beijamos. Depois, fizemos amor pela primeira vez. Foi quando eu perdi a virgindade.”

Ela nunca teve vida social, namorou um garoto durante dois anos, mas foi traída. Em seguida, se relacionou com uma garota, mas ela era muito religiosa e o namoro não vingou.

“Há uma razão para eu ter perdido a virgindade com ele – eu nunca me senti confortável com outro homem. Foi incrivelmente sensual. Nós dois tivermos orgasmos”, relatou. E disse que em nenhum momento foi coagida ou sentiu estranheza. “Foi natural. Não foi um tabu. Senti como se estivesse fazendo amor com um homem com que eu estava junto há anos.”

Em depoimento, ela confirmou que eles se sentiram completamente apaixonados, sentimento que causou o fim do namoro do pai, na época. A mãe e a família materna os veem como pai e filha; já a família paterna os aceitam como um casal e “estão ansiosos para que tenhamos filhos”.

Quase dois anos depois do início do relacionamento, eles planejam se casar. “Quero um casamento completo, mas não legalmente registrado. Não acredito que um pedaço de papel prove que você deseja ficar com a pessoa que ama.” Para isso, pretendem se mudar para New Jersey, onde podem se sentir seguros perante a lei. “O incesto entre adultos não é considerado ilegal por lá. E assim que estivermos lá, vou contar a todo mundo.”

O desejo do casal é também ter filhos biológicos. Eles não temem risco algum. “Eu não correria o risco de ter um filho, se eu soubesse que seria prejudicial. Eu pesquisei sobre isso. Todo mundo pensa que as crianças nascidas em relações incestuosas, certamente, terão problemas genéticos, mas isso não é verdade. Isso acontece quando há anos de consanguinidade, como com a família real.”

Mas ela garante que, às vezes, o procura como filha. “Quando eu preciso do meu pai, eu digo, ‘Ei, pai, preciso de você’. E nessa hora, ele não é meu noivo ou namorado, mas meu pai.”

Hoje, ela está com 18 anos e ele com 37, mas garantem que a diferença de idade não faz a menor diferença. “Eu nunca me senti dessa forma com ninguém.” Quanto aos julgamentos, ela diz: “Eu não entendo por que estou sendo julgada por ser feliz. Somos dois adultos que salvaram um ao outro. As pessoas precisam pesquisar mais sobre incesto e GSA, porque eles não sabem do que se trata e não entendem como acontece. Quando você tem 18 anos, você sabe o que quer.

Você é adulto diante da lei. Eu posso cuidar de mim mesma. Não preciso se proteção. Se eu estivesse em uma situação da qual eu tivesse que sair, eu sairia. Não tenho medo de me defender.”

G1

Cinco armadilhas do início de namoro

Os erros, assim como os acertos, fazem parte de qualquer relação. Mas alguns equívocos comuns podem ser evitados para que o relacionamento seja satisfatório para o casal e se desenvolva de maneira saudável. Confira alguns deles a seguir.

Getty Images

Achar que vai mudar o outro, adiar as conversas e deixar de lado os próprios interesses: armadilhas de início de namoro podem ser evitadas

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

1. Abrir mãos dos próprios interesses

Muitas vezes o namoro começa tão intenso que fica difícil prestar atenção em qualquer outra coisa que não seja o seu alvo de desejo. Assim, amigos, família e trabalho acabam ficando de lado. “O erro está em tornar-se uma pessoa desinteressante, que só sabe falar da própria relação com o parceiro, não tendo nada de novo e interessante para contar para ele no fim do dia”, analisa Thiago Almeida, psicólogo especializado em dificuldades do relacionamento amoroso.

“Ninguém quer viver com uma continuação de si próprio”, alerta Margareth Signorelli, coach de relacionamentos. “Nós admiramos e respeitamos pessoas que tenham seus compromissos, interesses próprios e que, muitas vezes, os coloquem como prioridade. Isso demonstra personalidade da parte delas e as torna atraentes”, completa.

2. Achar que ele (a) vai mudar

Esse é um erro clássico dos relacionamentos. Quem nunca ignorou uma conduta muito incômoda do (a) parceiro (a) na esperança de que ele (a) mudaria no futuro? “Você pode tentar mudar alguns comportamentos simples, pedindo, por exemplo, que ele pare de colocar a toalha molhada em cima da cama ou deixe de jogar roupas no chão”, explica Margareth, dizendo que não é possível fazer o mesmo com as características de personalidade de uma pessoa. “Tentar mudar isso vai te tornar uma pessoa repetitiva e frustrada”, diz.

Para quem se depara com uma situação como essa, a coach de relacionamentos aconselha fazer uma lista com as cinco qualidades e os cinco defeitos do (a) parceiro (a), fazendo assim um balanço para ver ser o positivo compensa o negativo. “Isso ajuda a deixar claro na cabeça o que queremos e o que definitivamente não queremos de alguém”, pontua Margareth.

3. Cobrar demais do outro

Quando se sentem inseguras a respeito do futuro da relação, é comum surgirem as cobranças excessivas sobre o (a) parceiro (a). Margareth diz que essa não é a melhor maneira de identificar as intenções de alguém. Segundo ela, o foco deve estar nos comportamentos e nos sinais que o outro nos envia, não apenas no que ele nos diz.

“É fácil perceber se alguém está interessado em continuar um relacionamento. Basta prestar atenção, por exemplo, em comportamentos mínimos, como receber ligações com frequência, fazer planos para o final de semana ou mesmo ouvir com atenção o que você fala”, descreve a coach de relacionamentos.

4. Subestimar os conflitos

As brigas não devem ser evitadas a qualquer custo numa relação. Pelo contrário, muitas vezes elas são uma maneira de manifestar e tentar resolver alguma insatisfação da vida a dois. Mas se no início do namoro esses embates entre o casal são constantes e muito intensos, é preciso ligar o sinal de alerta. “Perceba quais são os motivos dos conflitos e como eles são resolvidos”, aconselha Margareth, indicando uma autoanálise para o casal.

A coach de relacionamentos diz que nessa autoanálise é preciso identificar se a dinâmica entre o casal é baseada na confiança e numa comunicação saudável. “Se os conflitos não têm motivos claros e as resoluções acontecem sempre após exaustivas discussões, este é um grande indício de que esse será um relacionamento conturbado sempre”, explica.

5. Adiar a conversa inevitável

Se o outro não dá sinais e muito menos diz o que quer da relação, não há outro jeito: é preciso solucionar essa dúvida por meio de uma conversa séria. “Não é bom ficar adiando eternamente esse papo. Uma hora ele precisa acontecer. Do contrário, você vai acabar ficando irritada e até agressiva com o (a) parceiro (a). É importante saber se os dois querem o mesmo da relação”, alerta Thiago.

Mas a abordagem deve ser acertada. “Diga o que sente e não o que você espera que ele faça”, sugere Margareth, acrescentando que a conversa deve ser feita calmamente e não em tom de cobrança. “Você irá mostrar que respeita os sentimentos dele, sugerindo que ele faça o mesmo com os seus”, prossegue a coach de relacionamentos.

Independentemente dos erros e acertos, Margareth aponta quatro fatores fundamentais para uma relação dar certo: atratividade, compatibilidade, comunicação e mesma visão de futuro. “Se esses pontos não forem saudáveis, provavelmente, esse relacionamento não chegará a lugar algum e você estará perdendo seu tempo”, finaliza.

 

iG

Amor seguro: veja como não se arriscar em namoro online

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Acabou de se inscrever em um site de namoro pela primeira vez? Está se preparando para se encontrar com alguém que conheceu pela internet? Para ajudá-la a não cair em uma enrascado o site Female First consultou a gerente da comunidade TrueView, Lisa, para listar algumas dicas se manter segura na hora de namorar online.

Confira.

 

Cuidado com suas informações
Não forneça todos os seus dados de contato. Embora os sites de relacionamentos trabalhem duro para garantir que a pessoa com quem está falando seja realmente quem diz ser é bom manter certo cuidado para não revelar informações que possam ser mal utilizadas.

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Escolha uma boa foto
Escolhas fotos atualizadas que mostrem você bem. Todos temos fotos de cinco anos atrás quando havíamos acabado de voltar de férias com um bronzeado perfeito, porém, essas imagens não costumam revelar de fato quem você é. “No TrueView incentivamos os usuários a tirarem fotos pelo telefone ou escolher fotos tiradas recentemente para colocar na galeria, evitando surpresas”, afirmou Lisa.

 

Atenção às mídias sociais
Tenha calma na hora de transferir o contato do site ou aplicativo de namoro para suas redes sociais ou sistema de mensagens pessoais. Se estiver em dúvida dê uma espiada antes no perfil dele no Facebook ou no LinkedIn.

 

Não invista dinheiro
Cuidado com seu dinheiro. Todos nós já ouvimos histórias, por isso se sentir que qualquer coisa está estranha fale com outros usuários ou relate o que a está incomodando aos administradores do site.

 

Encontro ideal
Caso sinta que está pronta para um encontro real escolha um lugar confortável e familiar. Dê preferencia a lugares próximos e de fácil acesso também.

 

Deixe um amigo de sobreaviso
Susan Quilliam guru de relacionamentos indica que se possível você peça para um amigo buscá-la em seu encontro com o pretendente que conheceu pela internet. Outra opção é deixar alguém de sobreaviso, trocando uma mensagem ou combinando alguma forma de indicar caso o encontro não estiver indo bem.

 

Não fique bêbada
Tome cuidado com a bebida alcóolica. Isso não significa que você não possa tomar nenhum drinque, porém, é importante manter a linha e não abusar se você tem interesse em encontrá-lo novamente.

 

Evite encontros muito tarde
Prefira encontros em um horário mais tranquilo para que você consiga pegar o último ônibus, andar de forma mais segura até o seu carro ou chamar um taxi sem dificuldade na hora de ir embora.

 

 

Terra

Interesse sexual diminui após um ano de namoro, diz pesquisa

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Manter a chama acesa é algo que todo casal deve pretender ao longo da relação. Mas o fato é que após um ano de relacionamento, o desejo sexual começa a diminuir. Os dados são de uma pesquisa realizada pela empresa Lloydspharmacy Online Doctor e divulgada pelo Daily Mail.

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

O levantamento mostra que 15% dos casais mantêm relações sexuais todos os dias no primeiro ano de relacionamento. Após esse período, a frequência é mantida por apenas 5% dos parceiros.
Entre um e quatro anos de relacionamento, 53% dos casais afirmaram manter relações algumas vezes por semana. Depois disso, a frequência é de algumas vezes por mês, segundo 43% dos entrevistados.

Após 15 anos de relacionamento, 15% afirmaram que o sexo acontece algumas vezes por ano. Entre todos os pesquisados, 40% classificam a vida sexual como ‘ok’ e 76% admitem que poderiam se esforçar mais na cama.

 

 

Ponto a Ponto Ideias

DR: Em que fases do namoro discutir o relacionamento?

casalSe pudesse, você submeteria seu namorado a um interrogatório digno de um episódio de CSI? Saiba quando e como fazer as perguntas certas sem afugentar o gato – nem fazer com que ele pense que você é chave de cadeia.

Tempo de namoro: 3 meses
“Como e por que terminou seu último relacionamento?”

Parece existir um consenso que os namoros antigos dizem muito sobre alguém. Será que ele traiu a ex e é um galinha? Ou será que foi traído e agora vai ser mais desconfiado e ciumento? Mas, segundo a psicóloga e escritora Olga Tessari, de São Paulo, essa pergunta é dispensável. “O que passou, passou, e o que a pessoa fez antes só diz respeito a ela”, diz. Falar sobre isso favorece a insegurança e, no futuro, alguém pode jogar na cara do outro as informações que ouviu durante uma briga. “As pessoas fazem essas perguntas porque acham que conseguirão controlar o relacionamento”, afirma a terapeuta de casais Maria Luiza Cruvinel, de São Paulo. Se ainda assim você não se aguenta de curiosidade, pergunte com delicadeza depois de ganhar intimidade com ele. Ah, esteja preparada para ouvi-lo desconversar ou – ainda pior – elogiar a ex.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Tempo de namoro: 5 meses
“Quando vou ser apresentada à sua família?”

E você à minha? É importante incluir a família no namoro, conforme a relação vai ficando séria. Afinal, sua mãe já deve estar perguntando quando vai conhecer “esse seu novo namorado” toda vez que ele liga, certo? Nesse caso, vale, sim, dar o primeiro passo: como quem não quer nada, chame-o para jantar na casa dos seus pais. Depois que o apresentou à sua família, é natural que queira conhecer a dele. Talvez ele se ligue nisso sozinho. Caso não aconteça, fale sem brigar. E, se o gato não se sentir pronto ainda, não quer dizer que ele não a ama. Sem contar que a relação dele com a família pode ser diferente da sua. Uma boa dica é notar com que frequência ele fala com a mãe. Você pode falar com a sua todo dia e ele passar duas semanas sem ligar para a dele. Se esse for o caso, relaxe. Mas, se sua sogra for do tipo mamma italiana e superprotetora e até agora você não a conhece, se ligue: pode ter algum problema aí.

6 meses
“Vamos passar as próximas férias juntos?”

Muitas vezes essa é uma questão bem prática. É provável que antes mesmo de conhecê-lo você já tinha um plano de viagem e, se vai mudá-lo, é bom se reorganizar com antecedência. “Aos seis meses, a relação já está mais estável, portanto é comum incluir o outro nos planos. Justamente porque acreditamos que ela vai continuar”, diz Olga Tessari. Por isso, fazer essa pergunta não deve causar brigas. Na fase da paixão, é normal não querer desgrudar. Que jeito melhor do que planejar uma viagem? Durante a conversa, é importante estar munida de um espírito conciliatório e disposta a descobrir um destino que agrade os dois: se você não curte calor e ele adora praia, não aceite o destino dele só por amor – os riscos de você virar uma companhia mal-humorada na hora da viagem são altos.

1 ano
“Você quer casar? Quando?”

Não há uma idade ideal para casar, mas essa pergunta surge na nossa cabeça em todo relacionamento. E não precisa ser feita em tom de cobrança. Você quer saber se ele pensa em casar, não se pensa em casar com você. (Sim, sabemos que não é o que está sentindo, mas é o que precisa transparecer na hora, ok?) “Aproveite quando receberem um convite de casamento ou estiverem falando de planos futuros”, sugere Olga. Segundo o sexólogo Amaury Mendes Júnior, do Rio de Janeiro, homens e mulheres têm tempos diferentes, por isso seja sutil. Se resolverem juntar as escovas de dente, não deixe que a crise de adaptação cruze com o fim da paixão (veja Passem Juntos de Fase). “As crises virão mais fortes nessa fase. Sair com a relação intacta (e mais forte) é fundamental. Casal que fica junto é o que supera crises”, diz Maria Luiza.

“Ter filhos (comigo) faz parte dos seus planos?”

Por mais que a gente queira evitar, os seres humanos – e ainda mais as mulheres – são movidas por um relógio: o biológico. E, se faz parte dos seus planos ter filhos, é importante saber se seu namorado está na mesma conexão que você. Mas essa conversa precisa ser feita no momento certo. “É uma decisão de vida, e pode até acabar com o namoro”, diz Maria Luiza. Geralmente, se o casal permanece unido por mais de dois anos de namoro, é porque quer ficar junto e formar uma família. “Agora, se a resposta dele for negativa, é preciso repensar se vale a pena continuarem, porque será um eterno namoro. É muito difícil mudar a cabeça das pessoas quanto a isso”, diz Olga. E, mesmo se vocês decidirem, juntos, que não querem ter filhos, é importante se convencer dessa realidade para não se frustrar no futuro. “Um casal só permanece unido se tem objetivos comuns”, conclui Olga.

2 anos
“Se eu for transferida para outra cidade ou for fazer um curso fora, você vem junto?”

Quase toda mulher adora criar situações para sondar se a pessoa amada está disposta a largar tudo para continuar a relação. Porém, não é aconselhável fazer essa pergunta hipoteticamente. “Isso só deve ser abordado quando a situação acontecer”, sugere Olga. Se ainda assim você quer tentar, lembre-se: só vale para quem tem bastante intimidade e já fez planos de casar ou morar junto. Caso a resposta seja negativa, tente entender o lado dele: muitas vezes a pessoa batalhou bastante para estar na posição em que está na empresa e não pode correr o risco de abandonar tudo. “Ele talvez não veja possibilidades de sucesso profissional nesse novo local ou tenha um vínculo importante com a família. O que não significa que não a ame”, observa. Evite sofrer por antecipação e só levante essa conversa se for baseada em uma oportunidade real.

“Vamos morar juntos ou planejar o casamento?”

A gente casa ou compra uma bicicleta? Há casais que com três meses de namoro casam e vivem sempre em lua de mel. Outros namoram por dez anos e desmancham no primeiro mês de casamento. Quando o assunto é relacionamento, não há regras. Porém, todo namoro tem fases (veja boxe). Por isso, é preciso evitar que a saída da fase da paixão não coincida com a crise de adaptação, período em que ficamos mais sensíveis. Se ainda assim com dois anos de namoro você sentir que ainda é cedo para casar, alongue o período. Nesse momento, é importante manter um diálogo aberto sobre o assunto com o gato para evitar expectativas frustradas e desentendimentos. E lembre-se: cada casal – e cada pessoa dentro dele! – tem o seu tempo!

 

> Mde Mulher

Jovens dizem que redes sociais atrapalham namoro

Imagem: Mano de Carvalho
Imagem: Mano de Carvalho

As redes sociais mais atrapalham do que ajudam o relacionamento amoroso, de acordo com jovens e adolescentes ouvidos pelo Correio. Para eles, conversar ou “curtir” fotos e comentários do ex-namorado (a) ou possíveis concorrentes, bem como adicionar amigos que o companheiro não aprova são o suficiente para gerar brigas.

Uma pesquisa divulgada pela empresa McAfee no início desta semana corrobora a opinião local: para 44% dos jovens brasileiros comprometidos, as redes sociais podem prejudicar o namoro. O casal Júlia Lucena, 18 e Alberone Mendes, 28, acha que as redes sociais podem prejudicar e ajudar a relação. “Ajuda quando o objetivo é conhecer melhor a pessoa. Quando a Internet passa a ser motivo de brigas, começa a prejudicar. O segredo é não se expor”, opinou Júlia. “Antes de conhecê-la, ‘fucei’ o perfil dela no face”, disse ele.

Para o antropólogo e professor da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) Adriano de León, as redes sociais são mal utilizadas e, por isso, elas acabam se tornando vilãs num namoro. “Hoje em dia, tudo é muito exagerado. As pessoas publicam a vida inteira na Internet como se fosse um diário a céu aberto. Elas abrem a privacidade e depois se tonam vítimas dela”, afirmou.

O antropólogo afirmou que as redes sociais causam o fenômeno conhecido como “traição virtual”, uma vez fica muito mais fácil rastrear os passos de uma pessoa através das postagens, que dão informações de locais frequentados, quando e com quem. Com a imaginação aguçada, os pensamentos de traição ficam a um pequeno passo. León lembrou que as temidas fofocas sempre existiram, mas as redes sociais potencializaram a velocidade com a qual elas são transmitidas. “A Internet me permite ver uma foto ou postagem em primeira mão, mas não filtra os comentários maldosos de outras pessoas”, disse.

Por facilitarem a comunicação, muitos casais acabam vivenciando um relacionamento virtual em detrimento do contato cara a cara. “A Internet isola não só os casais, mas as pessoas de um modo geral, a ponto de permitir o desenvolvimento de síndromes antissociais, como depressão. As pessoas se sentem mais seguras diante de uma tela do computador, onde eles podem ser o que quiserem. Posso ser uma pessoa tímida na vida real, mas na Internet me mostrar um garanhão. A aventura é mais segura na Internet”, afirmou León, acrescentando que, mesmo já namorando, na Internet é mais fácil “vestir uma máscara” de cordialidade.

39% usam ‘redes’ para investigar parceiro

A pesquisa divulgada pela empresa de tecnologia de segurança McAfee e intitulada “Os adolescentes e seus namoros on-line”, foi realizada no segundo semestre de 2012 e mostrou que 44% dos jovens comprometidos acreditam que as redes sociais prejudicam o relacionamento e 23% já tiveram mensagens ou declarações privadas publicadas na Web. Além disso, 35% dos jovens em relacionamento sério acreditam que as redes sociais influenciam as expectativas dos parceiros. Destes, 16% acreditam que o uso das redes sociais gera mal-entendidos e 9% afirmam que causa ciúme. Ainda, 17% dos entrevistados se comunicam com o parceiro através da Internet, 17% já usaram a rede para terminar um namoro e 39% aproveitam as redes sociais para investigar o parceiro.

Exposição

A psicopedagoga Mônica Dias alertou que a exposição demasiada nas redes sociais é perigosa para a manutenção da relação. “Postar fotos na praia usando biquíni ou mostrando mais o corpo geralmente é motivo para brigas. Antes de fazer isso, o casal deve conversar para saber o que incomoda nas atividades online”, sugeriu.

Redes sociais ajudam ou atrapalham?

Renata Monteiro, 21 anos, estudante: “Sempre vão surgir algumas ‘curtidas’ maliciosas e conversas com segundas intenções. É impossível não se importar”

Renê Ferreira, 21 anos, estudante: “Acho que redes sociais são muito impessoais. Qualquer adesão de novos amigos (as) pode resultar em briga”

Rayane Gomes, 17 anos, estudante: “A Internet foi essencial, pois namoramos a distância por dois anos e era assim que nos falávamos. Mas às vezes ela gera mal entendidos”

Thyago Silveira, 20 anos, socorrista: “Quando ela adiciona alguém que não gosto, fico chateado. Mas as redes sociais tanto ajudam quanto atrapalham”

Eduarda Maria, 26 anos, professora: “Com o facebook, criamos um perfil pros dois. Um perfil só nos deixou mais unidos”

Rafael Pinto, 24 anos, eletricista: “Temos muitos amigos em comum e não temos segredos entre nós, por isso temos só um perfil”

Erika Rabenhorst, 26 anos, artesã: “O Facebook influencia e já brigamos muito por causa dele. Quando ele adiciona alguma amiga que não gosto, é briga”

Cristiano Sousa, 26 anos, artesão: “Não vejo mal em adicionar amigos, contanto que eles não usem de má fé ou conversem com segundas intenções”

 

 

Celina Modesto, do Jornal Correio da Paraíba

Casal que sumiu morreu durante namoro em carro, diz delegado

O delegado adjunto da Delegacia de Neves (73ª DP), Henrique Viana, informou na tarde dessa quarta-feira (19), que morte do casal morador de São Gonçalo, na região metropolitana do Rio de Janeiro, que estava desaparecido desde o dia 13 de dezembro, foi acidental.

De acordo com ele, a auxiliar de escritório Verônica Souza de Leão, de 21 anos, e o cabo da Marinha Diogo Moreira Quadro, de 23, estariam namorando dentro do carro, com o ar-condicionado ligado. A morte teria sido provocada pela queima de monóxido de carbono. O veículo fechado e garagem pequena teriam colaborado para o fim trágico. Segundo a Polícia Civil, a perícia estava no local, às 13h, para determinar as causas das mortes.[bb]

Entretanto, no começo da tarde desta quarta, o caso passou para as mãos da Divisão de Homicídios de Niterói e São Gonçalo. O delegado Wellington Vieira disse que tudo o que havia sido dito até então seria especulação e que nenhuma hipótese será descartada nas investigações.

O carro estava estacionado na garagem de um imóvel da família na rua Doutor Pio Borges, número 258, no bairro da Covanca, também em São Gonçalo. As vítimas foram encontradas por policiais militares do Batalhão de São Gonçalo (7º BPM).

Na terça-feira (18), o Disque-Denúncia chegou a oferecer R$ 2.000 de recompensa por informações que levassem ao paradeiro do casal. Na ocasião, o pai da jovem, Átila Guimarães, chegou a dizer que  acredita no retorno de Verônica e do namorado. O casal ia noivar no Natal.

— Temos esperança em tê-los de volta. Desde o desaparecimento, não tivemos nenhuma pista. A polícia está se empenhando. O fato de Diogo ser militar é grave. Eles sempre foram obedientes as suas famílias, e sempre ligaram se iam atrasar.

Nas investigações, a Polícia Civil pediu a quebra de sigilo telefônico do casal e monitorava a conta bancária dos jovens. Além disso, o delegado Henrique Viana solicitou imagens de câmeras de segurança de locais por onde eles passaram. Vídeo do gravado por um supermercado em Niterói mostrou que o casal deixou o estabelecimento por volta das  21h30 do dia 13.

R7